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O baiano tem o molho? Como ‘hit do verão’ virou música que embala campanha de ‘O Agente Secreto’ e Wagner Moura ao Oscar


(Da esq. p/ dir.): o cantor O Kannalha, o ator Wagner Moura e o diretor Kleber Mendonça Filho
Letícia Souza/Divulgação
É bem possível que circulando pelos labirintos da internet você tenha se deparado com um vídeo do ator Wagner Moura ao som da canção “O Baiano Tem o Molho”, de O Kanalha, nome artístico do cantor Danrlei Orrico.
Numa proximidade tão improvável quanto a amizade da cantora Alcione com a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia, a música e a campanha do filme “O Agente Secreto”, dirigido por Kleber Mendonça Filho e protagonizado por Wagner Moura, caminham juntas rumo à indicação ao Oscar que acontece na manhã desta quinta-feira (22/01).
Mas para entender a relação da canção d’O Kanalha com a campanha do filme é preciso voltar algumas casas. Mais precisamente, até maio de 2025, quando uma cena ganhou o mundo.
Wagner Moura, acompanhado de sua esposa, Sandra Delgado, do diretor Kléber Mendonça Filho, da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e parte da equipe de “O Agente Secreto” passavam pelo tapete vermelho do Festival de Cannes “frevando” ao som do Guerreiros do Passo, uma importante manifestação cultural recifense que firma na dança suas raízes.
“Emoção arretada”, diz Wagner Moura sobre prêmios no Globo de Ouro
“Tinha que ser o Guerreiros do Passo”, revela o coordenador de lançamento do filme, Bernardo Lessa, sobre o pedido do diretor.
E no passo marcado do frevo, a música passou a acompanhar a campanha de divulgação de “O Agente Secreto” de maneira íntima e fez todo sentido a presença do tradicional ritmo pernambucano na campanha de divulgação do filme, já que há cenas de Carnaval e a principal locação do filme é o Recife, terra natal do diretor do longa.
Mas, de forma inesperada, uma outra canção deu um caloroso abraço nesta história, principalmente em seu protagonista Wagner Moura.
O estalo aconteceu, segundo Lessa, em setembro de 2025.
Ao chegar na cerimônia do 50º Festival Internacional de Cinema de Toronto, no Canadá, Wagner Moura foi recebido por algumas fãs com o refrão singular da canção d’O Kanalha — “O baiano tem o molho. O baiano tem o molho…” — e fez-se a luz.
“Naquele momento, encontramos a Bahia, achamos”, afirma Lessa.
Elenco do filme desfilou pelo tapete vermelho em Cannes ao som de frevo, em maio de 2025
Divulgação
Criação da internet
Em entrevista à BBC News Brasil, Kanalha revela que o diretor criativo desta empreitada foi esse ser mitológico chamado internet.
“De início, essa ligação foi feita pelos fãs. A galera fez alguns vídeos, alguns cortes do Wagner, até antes do lançamento do filme e que viralizou muito, muito, muito mesmo.”
Depois disso, a Vitrine Filmes, responsável pela distribuição do longa-metragem, entrou em contato com o cantor baiano e, como uma luva do tamanho certo, música e campanha passaram a andar juntas, viralizaram e foram parar até nas redes sociais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O historiador, professor e comediante Matheus Buente define essa relação de música com a campanha do filme da seguinte maneira:
“A internet foi maravilhosa quando resolveu juntar as duas coisas, fazer as edições com as imagens de Wagner, ele que é muito identificado com Salvador, sempre fala da cidade, do Vitória, que é o time dele. Ele não esconde isso, a carreira dele tem marcas disso, combina. Aí vira tendência”, afirma.
“Apesar de ser um filme pernambucano, mas junta tudo. Tem uma hora que o nordestino é mais região e menos Estado”, complementa o comediante.
A pré-estreia do filme em Salvador, no início de novembro de 2025, também ajudou a aproximar ainda mais a música da campanha do filme.
Na varanda do Cine Glauber Rocha estavam Kleber Mendonça Filho, Wagner Moura, um pouco tímido, Daniela Mercury e ele, O Kanalha, que fez a batedeira — sua já tradicional dança que consiste em chacoalhar da pélvis de forma bastante acelerada — e cantou, entre outras, “O Baiano Tem o Molho” num show improvisado e quase sem divulgação para o público que se aglomerou em frente à entrada. Ele se tornou protagonista.
Wagner Moura dançando com O Kannalha e Daniela Mercury em pré-estreia do filme em Salvador
Deivisson Carvalho
“A equipe nos tratou super bem e eles tiveram total interesse para que a gente encontrasse o melhor jeitinho de fazer e teve a ideia brilhante de fazer o show ali na varanda e superou as minhas expectativas. E esse encontro foi o que faltava para a galera se divertir com essa ligação da música com Wagner. Eu não falei nada no dia, divulguei em cima da hora que estava no evento, pegou todo mundo de surpresa”, explica O Kanalha
“A gente pensou num trio elétrico, quase conseguimos, mas aí não deu certo. E terminou que o dono do Cine Glauber Rocha (Cláudio Marques) falou: ‘Olha, tem uma varanda no meu cinema, se vocês quiserem colocar umas caixas de som'”, revela Bernardo Lessa.
O special sauce de Wagner Moura
O ator baiano, com seu molho, seu sotaque brasileiro e seu carisma foi conquistando a crítica, o público e hoje, aos 49 anos, chama atenção na maior potência do cinema mundial.
Podemos dizer que ele se tornou um dos “gringos” queridinhos de Hollywood, ao lado de Pedro Pascal?
Em uma entrevista recente, Wagner comentou que não gostava de disfarçar o sotaque brasileiro para falar inglês, como ele também nunca disfarçou o sotaque baiano para fazer novela, para fazer filme nacional.
“Eu como baiano, olho para ele e me identifico muito, parece que é meu vizinho, um cara muito próximo que está chegando nesses lugares importantes. É um carisma absurdo, uma auto referência muito forte sem ser arrogante”, comenta Matheus Buente.
Capa da revista The Hollywood Reporter, ao lado de Adam Sandler, Dwayne Johnson e Michael B. Jordan, Jeremy Allen White… entrevista para Drew Barrymore, beijo da Julia Roberts no Globo de Ouro, de alguma forma o ator baiano de Rodelas representa sua cidade, seu estado, sua região, seu país em cada uma dessas aparições.
Destrinchando o molho d’O Kanalha
A música “O Baiano tem o Molho” foi lançada em fevereiro de 2025, atrasada para o verão de 2025, mas em tempo para o de 2026, a princípio, seria cantada de outra forma, muito mais auto-referente.
Seria algo como “O Kanalha tem o molho, O Kanalha tem o molho”, mas o cantor entendeu que estender esse dendê à todos baianos traria mais potencial para a canção.
A faixa de 2 minutos e 9 segundos começa com a frase: “É papo de maluquice” e seguida por um clima dançante, mas tenso, composto com acordes menores, uma pegada roqueira da guitarra, escondida embaixo da percussão veloz, bem característico do pagodão.
É importante abrir um pequeno complemento.
O pagodão, ou pagodão baiano, é um ritmo soteropolitano que carrega a ancestralidade do samba de roda, samba duro, samba reggae, entre outros gêneros, numa percussão, ritmo acelerado e sincopado bem característico para a dança rápida, apesar dos tons baixos e orquestração mais soturna. É também um pilar muito forte na cultura periférica em que se destacam nomes como Edcity e Fantasmão e Iggor Kannário.
O Kanalha ganhou o Prêmio Multishow de Música Brasileira na categoria Axé/Pagodão em 2025 e a faixa tem números expressivos: 8,6 milhões de plays no Spotify e 8,4 milhões de views no YouTube.
Baiano de Camaçari, na região metropolitana de Salvador, Danrlei Orrico tem 28 anos e muitos ingredientes desse “molho” que canta.
Filho de baiana do acarajé, dança a batedeira, joga capoeira e toca percussão, mas suas habilidades vão muito além dos estereótipos e seu personagem, O Kanalha, representa um estado de cabeça erguida, que se orgulha de sua origem.
“É uma forma ousada de se referir, mas de fato a música foi feita para poder chamar a atenção sobre uma forma de falar, dizer que o baiano é arretado. É sobre você ser baiano, nascer baiano, ter axé”, explica o cantor.
Mas afinal, o que tem nesse molho?
Matheus Buente traz um ponto de vista para esta pergunta.
“O molho é uma coisa subjetiva, que vai do charme até a coisa do fazer diferente, ter personalidade, a fama, toda coisa da sexualidade. Inclusive, passa por questões da população negra da Bahia.”
Ele complementa. “É um bairrismo positivo, ainda que reforce certos estereótipos, mas é uma exaltação ao baiano fazer diferente, a ter muita personalidade, da Bahia ser a Bahia, dela ser simpática, legal, ser um lugar diferente, de pessoas animadas. O molho da correria, o molho do trabalho, de não ter a vergonha de não ser quem é.”
O Kanalha também contribui para desvendar quais são os têmperos.
“Cada um fala que tem o seu molho especial, então o ingrediente vai de você. O molho d’O Kanalha é fazer a batedeira, ser um cara família, dançar, jogar capoeira, fazer acarajé. Esse é o meu molho, esses são os meus ingredientes. O que você carrega da cultura baiana? Esses são os ingredientes.”
Cleidiana Ramos, jornalista, doutora em antropologia, professora e pesquisadora, traz um conceito importante para esse “molho”, a “brincadeiragem”.
“[O antropólogo e historiador] Roberto Albergaria gostava dessa expressão, que é exatamente essa forma lúdica de levar o cotidiano, de traduzir o cotidiano e essas coisas vão para a arte. Fora de uma leitura política, que num primeiro momento pode gerar a reação de ‘meu Deus, que horror’, da estereotipização, mas a gente entende no contexto do cotidiano essa forma de ser, que não é nova.”
E traz exemplos de grandes nomes.
“Dorival Caymmi, que é nossa primeira grande estrela da indústria fonográfica, que vai cantar, digamos assim, a baianidade, tem trocadilhos em ‘Nega do Balaio Grande’, em ‘Vatapá’, uma música que seria cancelada agora”, afirma.
“Agora, em 2025, O Kanalha pega essa mesma tradição e aí vai lá. O baiano tem o molho. E que molho é esse? O molho da sensualidade nata.”
Outros molhos
O molho que virou hit não é, porém, uma característica de todo baiano e também não só do baiano. O Kanalha comenta que por onde passa já está ouvindo falar de outras receitas.
“Nós fomos recebidos em Minas Gerais com o pessoal dizendo que BH tem um tempero. No Rio, a galera já disse que no Rio já tinha outra coisa.”
Numa análise mais profunda, a antropóloga Jade Alcântara Lôbo afirma que “é um reflexo mais aproximado das vivências do cotidiano soteropolitano”, mas também algo que pode ser visto de forma mais ampla.
“Para compreender o uso da música d’O Kanalha no caso de Wagner Moura, é importante reconhecer que a forma como um povo se percebe está profundamente vinculada aos processos de construção coletiva do cotidiano, às práticas, aos modos de existir e aos repertórios simbólicos, mas também atravessada pela imagética que produz sobre si e que o outro projeta.”
Ele explica ainda que há outros molhos.
“Esse fenômeno não é exclusivo do contexto baiano. Entre populações negras nos Estados Unidos, por exemplo, circula a ideia de ter o sauce (molho, na tradução para o português), mobilizada por Beyoncé na estética e na narrativa do álbum ‘Formation’, ‘I got hot sauce in my bag, swag’ (Eu tenho molho de pimenta na minha bolsa, estilo, na tradução para o português) como forma de afirmar excelência, ancestralidade e presença.”
Segundo a antropóloga esse fenômeno opera como “expressões identitárias nas diásporas negras das Américas, utilizadas para traduzir um modo de estar no mundo que recusa a monotonia, a rigidez e a repetição normativa associadas ao ideal ocidental dominante, afirmando em seu lugar uma ética da invenção, da beleza cotidiana e da inteligência cultural.”
A expectativa pelo Oscar
O Farol da Barra, popular praia da capital baiana, aguarda por um sábado de sol. Dezenas de guarda-sóis se acotovelam na estreita faixa de areia por 50 reais com duas cadeiras. Um primeiro grupo de altinha se concentra perto da água, seguido por um segundo e um terceiro.
Os banhistas que optaram por não pagar a taxa das barracas se concentram no canto direito. Bem perto dali, um homem solitário ostenta uma caixa de som de tamanho modesto, mas som potente. Entre uma bola que escapa dos boleiros e um vendedor de acarajé ele, e todo aquele canto da praia, escuta o profano e o sagrado em frases como: “Meu Deus do céu, que baianinho gostoso.”
“O baiano tem o molho. O baiano tem o molho. Nós já nasce com a pimenta na cabeça da chibata e o dendê que molha o corpo todo.”
Nesta quinta-feira, e no dia 15 de março, durante a cerimônia do Oscar, a música d’O Kanalha estará atrelada à Wagner Moura como o Tema da Vitória representou Ayrton Senna.
Até lá a canção circula pelas ruas de Salvador e no dia 29 de janeiro, O Kanalha faz seu disputado “Ensaio do Maridão” na Praça das Artes Pelourinho e mantém uma programação intensa de shows pelo Brasil.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Romulo Fróes programa ‘Boneca russa’, álbum sobre as dores do fim de um amor, para a Quarta-feira de Cinzas


Capa do álbum ‘Boneca russa’, de Romulo Fróes
Desenho de Romulo Fróes com design de Thiago Lacaz
♫ NOTÍCIA
♬ Romulo Fróes está se guardando para quando o Carnaval acabar. O cantor e compositor paulistano agendou para a Quarta-feira de Cinzas, 18 de fevereiro, o lançamento do álbum “Boneca russa”, primeiro disco solo do artista desde “Aquele nenhum” (2021), álbum lançado há cinco anos.
A data do lançamento é propícia porque, ao longo das 13 músicas do repertório autoral do álbum “Boneca russa”, Fróes espalha as cinzas e expia as dores de um relacionamento que findou. “Cinzas do amor que desaba / Seu fogo, sua mágoa / Em cima de mim”, como lamenta o poeta nos versos de “Vaso ruim”, uma das músicas do álbum.
“Sou do bloco que não pode parar”, resume Romulo Fróes em verso de “Um estandarte para mim”, parceria do compositor com Ná Ozzeti. No entender de Guto Leite, que assina o texto de apresentação do disco produzido por Romulo Fróes com o baixista Marcelo Cabral, as músicas abrem alas e pedem passagem para um Carnaval caracterizado por Leite como “arrastado” e “melancólico”.
“Quase tudo me soa samba, pelo tipo de verso, de melodia, de cadência, mas sem ser caracteristicamente samba”, ressalta Guto Leite. “Agora a linha do desejo se desfaz / Um poço fundo onde afundo a minha paz / Afoga o medo, o corpo, e o sonho de um final feliz / Eu queria dizer ‘essa vida é melhor do que antes’ / Mas, distante da sua, nenhuma alegria é o bastante”, corrobora Fróes nos versos de “A hora mágica”, música que abre o álbum, dando o tom do cancioneiro inédito reunido por Fróes em “Boneca russa”.
Músicas como “Um domingo sem luz”, a canção-título “Boneca russa”, “A vida que já era”, “A casa de pé”, “A felicidade perdida” – parceria de Fróes com Rodrigo Campos – e “O mesmo fim” seguem nessa toada em que o poeta versa sobre a vida e a alma ferida após o amor desfeito.
Com capa que expõe desenho do próprio Romulo Fróes no projeto gráfico de Thiago Lacaz, o álbum “Boneca russa” será lançado pela gravadora YB Music. Trata-se, como já dito, do primeiro álbum solo de Romulo Fróes em cinco anos, mas cabe lembrar que, em 2023, o artista lançou dois álbuns em dupla, um feito com Tiago Rosas (“Na goela”) e outro assinado com Rodrigo Campos (“Elefante”).

Fonte: G1 Entretenimento

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Indicados ao Oscar: transmissão ao vivo com ‘O Agente Secreto’ entre os favoritos


Indicados ao Oscar: transmissão ao vivo com ‘O Agente Secreto’ entre os favoritos Acompanhe em tempo real o anúncio dos filmes e artistas indicados ao Oscar 2026. A lista começa a ser anunciada às 10h30.

Fonte: G1 Entretenimento

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Christian Chávez é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta quinta-feira (22)


Christian Chávez é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta quinta-feira (22) Cantora é a convidada do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok.

Fonte: G1 Entretenimento

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Príncipe Harry se emociona em depoimento e diz que jornal tornou a vida de Meghan um inferno

O príncipe Harry conteve as lágrimas ao afirmar que o jornal Daily Mail tornou a vida de sua esposa, Meghan, “um verdadeiro inferno” durante depoimento nesta quarta-feira na Alta Corte de Londres, em seu processo por violação de privacidade contra a editora do jornal.
O duque de Sussex, de 41 anos, e outros seis autores da ação, incluindo o cantor Elton John, estão processando a Associated Newspapers, editora do Mail, por violações de privacidade ocorridas desde o início da década de 1990 até a década de 2010.
A Associated, que também publica o Mail on Sunday, classificou as alegações como “calúnias absurdas”, afirmando que seus jornalistas tinham fontes legítimas de informação, incluindo amigos e conhecidos das celebridades.
Tendo se tornado, em 2023, o primeiro membro da realeza em 130 anos a depor em juízo em mais um de seus processos contra a imprensa, o filho mais novo do rei Charles respondeu de forma combativa às perguntas do advogado da Associated, Antony White, mas se emocionou ao ser questionado sobre o impacto do caso.
“Acho fundamentalmente errado termos que passar por isso novamente quando tudo o que solicitamos foi um pedido de desculpas e que assumam a responsabilidade”, afirmou ele. “É uma experiência horrível e o pior é que, ao me manifestar contra eles, eles continuam me perseguindo.”
Com a voz embargada, Harry acrescentou: “Eles transformaram a vida da minha esposa em um verdadeiro inferno.”
Mais cedo, ele rejeitou repetidamente as alegações do advogado de que os jornalistas eram próximos de seu círculo social “vazador”.
“Para que não haja dúvidas, não sou amigo de nenhum desses jornalistas e nunca fui”, disse Harry em discussões frequentemente acaloradas com White. Ele acrescentou: “Meus círculos sociais não eram vazadores. Quero deixar isso absolutamente claro.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Ludmilla aposta no funk para repor o bloco na rua com ‘Bota’, em feat com a cantora Emilia Mernes e a rapper Latto


Capa do single ‘Bota’, de Ludmilla
Steff Lima
♫ NOTÍCIA
♬ Após álbum voltado para o R&B, “Fragmentos” (2025), Ludmilla retorna ao funk – gênero que lhe deu projeção nacional nos anos 2010 – para tentar emplacar uma música no Carnaval de 2026.
Aposta da cantora e compositora fluminense para a folia, a música “Bota” será lançada oficialmente às 21h de amanhã, quinta-feira, 22 de janeiro, em single que junta Ludmilla com a cantora argentina Emilia Mernes e com a rapper norte-americana Latto.
Detalhe: “Bota” sai como single, mas integra o repertório do álbum “Fragmentos”. “Bota” é a 13ª faixa do álbum lançado por Ludmilla em novembro, mas essa faixa permanece bloqueada até a edição do single.
De todo modo, “Bota” chega a tempo de integrar o repertório do Fervo da Lud, bloco que artista repõe na rua a partir de 6 de fevereiro, data agendada para o aquecimento do Fervo, dando início à programação de Ludmilla no circuito carnavalesco de 2026.

Fonte: G1 Entretenimento

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Framboesa de Ouro: Isis Valverde, Natalie Portman e The Weekend estão entre indicados


Isis Valverde é indicada ao Framboesa de Ouro por ‘Código Alarum’
Divulgação
O Framboesa de Ouro anunciou os indicados da edição de 2026, que destaca “o pior do cinema” no ano anterior. A brasileira Isis Valverde foi indicada a pior atriz coadjuvante por seu papel no filme “Código Alarum”, com Sylvester Stallone.
O live-action “Branca de Neve” e “Guerra dos Mundos”, estrelado por Ice Cube, foram os principais indicados, com seis categorias (incluindo pior filme). Já o filme “Hurry Up Tomorrow”, de The Weeknd, levou cinco indicações, incluindo a de pior ator para o músico.
Vencedores do Oscar como Jared Leto e Natalie Portman também levaram indicações. Veja a lista completa de indicados:
PIOR FILME
“The Electric State”
“Hurry Up Tomorrow”
“Branca de Neve” (2025)
“Star Trek: Section 31”
“Guerra dos Mundos” (2025)
PIOR ATOR
Dave Bautista, “In the Lost Lands”
Ice Cube, “Guerra dos Mundos”
Scott Eastwood, “Código Alarum”
Jared Leto, “Tron: Ares”
Abel “The Weeknd” Tesfaye, “Hurry Up Tomorrow”
Cena de ‘Hurry Up Tomorrow’, filme de The Weeknd
Divulgação
PIOR ATRIZ
Ariana DeBose, “Love Hurts”
Milla Jovovich, “In the Lost Lands”
Natalie Portman, “Fountain of Youth”
Rebel Wilson, “Bride Hard”
Michelle Yeoh, “Star Trek: Section 31”
PIOR REMAKE, CÓPIA OU SEQUÊNCIA
“Eu Sei o que Vocês Fizeram no Verão Passado”
“Five Nights at Freddy’s 2”
“Smurfs”
“Branca de Neve”
“Guerra dos Mundos”
PIOR ATRIZ COADJUVANTE
Anna Chlumsky, “Bride Hard”
Ema Horvath, “The Strangers: Chapter 2”
Scarlet Rose Stallone, “Gunslingers”
Kacey Rohl, “Star Trek: Section 31”
Isis Valverde, “Código Alarum”
PIOR ATOR COADJUVANTE
Todos os sete anões artificiais, “Branca de Neve”
Nicolas Cage, “Gunslingers”
Stephen Dorff, “Bride Hard”
Greg Kinnear, “Off the Grid”
Sylvester Stallone, “Código Alarum”
PIOR COMBINAÇÃO EM CENA
Todos os sete anões, “Branca de Neve” (2025)
James Corden e Rihanna, “Smurfs” (2025)
Ice Cube e sua câmera do Zoom, “Guerra dos Mundos” (2025)
Robert De Niro e Robert De Niro (Frank e Vito), “The Alto Knights”
The Weeknd e seu ego colossal, “Hurry Up Tomorrow”
PIOR DIREÇÃO
Rich Lee, “Guerra dos Mundos” (2025)
Olatunde Osunsanmi, “Star Trek: Section 31”
Irmãos Russo, “The Electric State”
Trey Edward Shults, “Hurry Up Tomorrow”
Marc Webb, “Branca de Neve” (2025)
PIOR ROTEIRO
“The Electric State”, roteiro de Christopher Markus e Stephen McFeely
“Hurry Up Tomorrow”, roteiro de Trey Edward Shults, Abel Tesfaye e Reza Fahim
“Branca de Neve” (2025), roteiro de Erin Cressida Wilson e outros colaboradores
“Star Trek: Section 31”, roteiro de Craig Sweeny
“Guerra dos Mundos” (2025), roteiro de Kenny Golde e Marc Hyman

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é Aline Campos: dançarina e influencer foi a primeira eliminada do ‘BBB 26’


“Como Nasce um BBB”: documentário desvenda bastidores do programa e mostra cenas que o público não conhece
Aline Campos foi a primeira a deixar a 26ª edição do Big Brother Brasil. Ela foi eliminada no paredão desta terça-feira (20), com 61,64% da média dos votos. Ela disputou a preferência do público com Ana Paula Renault e Milena, que receberam 5,86% e 32,50% da média dos votos, respectivamente.
Aline Campos é uma das participantes do ‘BBB 26’
Globo/Manoella Mello
Quem é Aline Campos
Natural do Rio de Janeiro, Aline é atriz e empresária. Aos 38 anos já foi dançarina do “Domingão do Faustão” e atuou em produções como “Vai que Cola” e “Os Farofeiros”.
Por nove anos, Aline foi a estrela de uma campanha publicitária de uma grande cervejaria. O sucesso abriu caminho para novos desafios: ela se reinventou como apresentadora, repórter e atriz, além de consolidar sua imagem como influenciadora digital e musa fitness.
Após a separação do ex-marido, ela decidiu mudar o nome artístico. Antes conhecida como “Riscado”, optou por adotar um novo sobrenome depois do fim do casamento com o pai de seu filho, Nathan, hoje com 14 anos.
Confira quem são os participantes do ‘BBB 26’

Fonte: G1 Entretenimento

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Aline Campos é a primeira eliminada do ‘BBB 26’, com 61,64% da média dos votos


“Como Nasce um BBB”: documentário desvenda bastidores do programa e mostra cenas que o público não conhece
Aline Campos foi a primeira a deixar a 26ª edição do Big Brother Brasil. Ela foi eliminada no paredão desta terça-feira (20), com 61,64% da média dos votos.
Ela disputou a preferência do público com Ana Paula Renault e Milena, que receberam 5,86% e 32,50% da média dos votos, respectivamente.
Leia também: nova edição do BBB terá ex-participantes e prêmio em dinheiro exposto na sala da casa
‘BBB 26’: Quem são os participantes desta edição
Aline Campos é a primeira eliminada do BBB 26, com 61,64% da média dos votos
Globo/Reprodução
Aline Campos fazia parte do grupo Camarote do “BBB 26”. Natural do Rio de Janeiro, Aline é atriz e empresária. Aos 38 anos, já foi dançarina do “Domingão do Faustão” e atuou em produções como “Vai que Cola” e “Os Farofeiros”.
Além do gshow, o público pode acompanhar o “BBB” pelos perfis oficiais do programa nas redes sociais: Instagram, X (antigo Twitter), Facebook e TikTok.

Fonte: G1 Entretenimento

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De volta a ‘Sequestro’ e dono de papéis icônicos, Idris Elba avalia: ‘É uma era de buffet livre da TV’


Acostumado a personagens icônicos, Idris Elba tenta adicionar mais um ao currículo
A maioria das pessoas ficaria satisfeita ao dar vida a um personagem icônico da TV em suas carreiras. Aos 53 anos, o ator britânico Idris Elba é famoso por ser o rosto de pelo menos dois deles – mas dá crédito aos roteiristas que escrevem e criam tais papéis.
“A escrita faz o ícone. O ator dá vida a ele. Eu não escrevi o Stringer Bell. Ele foi escrito”, diz Elba, em entrevista ao g1.
Ele se refere, é claro, ao famoso traficante de “The Wire”, uma das séries mais importantes daquela que é conhecida como a Era de Ouro da Televisão.
“Qualquer um poderia interpretar o Stringer, mas a versão que nós vimos apenas um ator poderia fazer. É uma impressão digital. Então, é legal ouvir que eu fiz personagens icônicos, mas eu acho que tive sorte de estar em histórias icônicas, sabe, como ator.”
Depois de interpretar o personagem entre 2002 e 2004, ele assumiu o detetive John Luther, na série britânica “Luther”, ao longo de cinco temporadas entre 2010 e 2019.
Nesse tempo, ainda encontrou espaço para se dedicar a outras paixões, como ser DJ e rapper, além de participações na “The Office” americana e nos filmes da Marvel como o deus nórdico Heimdall, e até de interpretar Nelson Mandela em “Mandela: O caminho para a liberdade” (2013).
Atualmente, aparece novamente como o negociador corporativo Sam Nelson, protagonista da série “Sequestro”, que lança o segundo episódio de sua segunda temporada nesta quarta-feira (21) na plataforma de streaming Apple TV.
Com tanta experiência dos dois lados do Atlântico, o ator avalia que a televisão mundial passa por uma nova fase.
“Tem muita TV sendo feita. Se o público ama televisão, agora é uma era de buffet livre de TV”, afirma Elba.
“Há uma conclusão de ciclo agora, porque há muitas coisas que não são tão boas, e há também coisas que estão realmente se destacando.”
“E elas estão recebendo de verdade a atenção que merecem. Acho que definitivamente encoraja roteiristas e diretores a pensar de forma mais profunda e realmente fazer algo que tenha impacto e que perdure.”
Idris Elba em cena de ‘Sequestro’
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‘Sequestro 2’? Qualé
“Sequestro” foi criada e lançada em 2023 como uma minissérie. A decisão de criar uma segunda temporada gerou uma série de problemas no mínimo interessantes.
A começar pelo título no Brasil, diferente do original, em inglês. Nos Estados Unidos sempre foi apenas “Hijack”. “Sequestro” mesmo. Já por aqui virou “Sequestro no ar”, baseado na trama sobre um avião sob domínio de bandidos em uma viagem entre Dubai e Londres.
Mas os novos episódios levam a história para o metrô de Berlim – então dá para ver o motivo pelo qual o nome teve de ficar mais próximo ao americano, né.
Há também, é claro, o pequeno detalhe de como justificar o fato de que o personagem de Elba continua a se meter em situações do tipo, mesmo sem trabalhar para qualquer tipo de polícia.
O próprio ator chegou a falar, pouco depois da primeira temporada, que até voltaria ao protagonista, mas que não aceitaria um novo sequestro.
“Tínhamos que pensar no sentido. ‘Sequestro 2’? Qualé. Eu sou essa pessoa (que pergunta): ‘Sério?’. Mas acho que ficaram muitas perguntas sem resposta na primeira temporada. Acho que o público ficou se perguntando o que aconteceu com o Sam. O que aconteceu com os caras que fizeram isso”, defende o britânico agora.
“E acho que a segunda temporada foi uma oportunidade para pegarmos um bom formato, que o público claramente gostou, e responder algumas dessas perguntas. Então, as conversas envolveram como fazer isso e como manter a mesma claustrofobia. E então, claro, o trem entrou na mistura.”
Idris Elba em cena de ‘Sequestro’
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Não há ‘Sequestro’ sem sequestro
Os criadores da série chegaram a discutir a mudança de crime, ou de situação, mas viram que não faria muito sentido.
“Você não pode ter uma série chamada ‘Sequestro’ sem um sequestro. Então, você tem que enfrentar o problema de frente e dizer que vai ser um sequestro. Acredite em mim, nós pensamos em todas as outras possibilidades que existem”, fala um deles, o também britânico Jim Field Smith.
“Não dá para simplesmente ter o Sam Nelson saltitando para dentro de outro sequestro. Qual a chance? Ele deve ser o cara mais azarado do planeta. Sabe, esse cara deveria parar de entrar em qualquer forma de transporte e simplesmente ficar em casa.”
Mas, mais do que o título, o público havia gostado de ver o negociador especializado em fusões corporativas metido com bandidos e mafiosos. Tanto que a então minissérie se transformou em um dos maiores sucessos da Apple TV.
O jeito foi colocar o herói mais no centro da ação – de uma forma que logo no primeiro episódio, lançado no último dia 14, ficasse bem claro que sorte não teve nada a ver com o envolvimento do personagem nessa nova trama.
“Este foi um dos truques com os quais definitivamente brincamos nessa nova temporada. Você acha que conhece o Sam, mas não o conhece. Você acha que sabe o que aconteceu com ele desde a última vez em que o viu. E você não sabe do que esse cara é capaz. Até porque nem ele sabe”, afirma o roteirista e diretor.
“Essa temporada explora um lado completamente diferente dele, que você não viu na primeira. É um lado mais sombrio. É um lado vingativo.”

Fonte: G1 Entretenimento