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Wagner Moura fica de fora da pré-lista do BAFTA; ‘O Agente Secreto’ ainda tem chances


Wagner Moura em foto publicada pelo perfil oficial do Oscar no Instagram
Reprodução/Instagram/@cibellelevi
O BAFTA divulgou nesta sexta (9) a lista dos pré-selecionados ao prêmio, considerado o Oscar britânico. Wagner Moura não entrou para a lista de possíveis indicados a melhor ator.
Veja os pré-selecionados na categoria:
Robert Aramayo, “I Swear”
Timothée Chalamet, “Marty Supreme”
Russell Crowe, “Nuremberg”
Leonardo DiCaprio, “Uma Batalha Após a Outra”
Joel Edgerton, “Sonhos de Trem”
Ethan Hawke, “Blue Moon”
Michael B. Jordan, “Pecadores”
Harry Melling, “Pillion”
Cillian Murphy, “Steve”
Jesse Plemons, “Bugonia”
Apesar disso, “O Agente Secreto” ainda tem chances no prêmio britânico, já que entrou para a lista de pré-selecionados ao prêmio de Melhor Filme em Língua Não-Inglesa (mas não de melhor filme). O longa brasileiro também entrou para a categoria de Melhor Roteiro Original.
Os indicados serão anunciados no dia 27 e a cerimônia será no dia 22 de fevereiro.
Conheça os filmes que disputam o Globo de Ouro 2025 com “O Agente Secreto”

Fonte: G1 Entretenimento

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K-pop pode ganhar um Grammy pela primeira vez em 2026


Rosé, indicada por ‘APT.’; Ejae, de ‘Guerreiras do K-Pop’ e Yoonchae, do KATSEYE
AP Photo
O K-pop é uma força inextricável na cultura pop global. Mas, por muito tempo, foi subestimado em instituições como o Grammy — onde artistas de K-pop se apresentaram, mas nunca levaram um troféu para casa.
Isso pode mudar na cerimônia do Grammy Awards de 2026, no próximo mês. Canções lançadas por artistas de K-pop — ou artistas relacionados ao K-pop, falaremos mais sobre isso adiante — receberam indicações nas quatro principais categorias pela primeira vez.
Veja lista de indicados ao Grammy 2026
Rosé, talvez mais conhecida como um quarto do grupo feminino Blackpink, é a primeira artista de K-pop a receber uma indicação na categoria de Gravação do Ano por “APT.”, seu megahit com o queridinho do Grammy, Bruno Mars.
A categoria de Canção do Ano também conta com indicados de K-pop pela primeira vez. “APT.” A música “K-pop Deokhu” vai competir diretamente com “Golden”, do grupo feminino fictício HUNTR/X, interpretada por Ejae, Audrey Nuna e Rei Ami, da trilha sonora de “K-pop Demon Hunters”.
E o grupo feminino Katseye, criação da HYBE — a empresa de entretenimento por trás do fenômeno K-pop BTS e inúmeros outros artistas internacionais — moldado à imagem do sistema de ídolos do K-pop, foi indicado a melhor artista revelação.
Este é um momento histórico para o K-pop?
Depende de quem você pergunta.
Areum Jeong, professora assistente de Estudos Coreanos na Universidade Estadual do Arizona e autora de “K-pop Fandom: Performing Deokhu from the 1990s to Today”, diz que a maioria dessas indicações lhe parece mais como “uma ideia híbrida e desterritorializada do K-pop”, em vez de um reconhecimento do gênero.
Embora Rosé tenha sido recrutada e treinada sob o sistema K-pop, e embora “APT.” contenha alguns elementos do jogo de bebida coreano, Jeong afirma que “a música não soa como uma produção K-pop adaptada ao contexto local. O mesmo acontece com Katseye, que foi treinada e produzida pela HYBE, mas direcionada mais para fãs e ouvintes ocidentais.
KATSEYE: quem é o ‘girl group global’ da empresa do BTS que está subindo nas paradas
Jeong diz que tanto “APT.” quanto “Gabriela”, de Katseye — ambas concorrendo com “Golden” na categoria de melhor performance pop de dupla/grupo — “parecem menos K-pop do que outras músicas K-pop que poderiam ter sido indicadas ao longo dos anos.”
Ela argumenta que o mesmo se aplica à música de “Kpop Demon Hunters”. “É muito semelhante a ‘APT.’, pois se inspira e utiliza elementos da cultura coreana”, onde “o K-pop serve como uma ideia, um ponto de partida ou um tema, criando alternativas ou novas possibilidades.”
Mathieu Berbiguier, professor assistente visitante de Estudos Coreanos na Universidade Carnegie Mellon, destaca que essas indicações diferem das indicações anteriores ao Grammy de K-pop porque “Golden”, “APT.” e Katseye apresentam “um fator de música popular mainstream”.
Essa é a conexão entre um filme de grande sucesso na Netflix (“Kpop Demon Hunters”), uma colaboração com Bruno Mars (“APT.”) e a participação internacional do grupo Katseye e sua série na Netflix (“Pop Star Academy: Katseye”), respectivamente.
“Isso mostra que o K-pop não é mais considerado algo de nicho”, afirma. “Agora, quando pensamos em música pop em geral, também consideramos o K-pop como parte dela.”
Bernie Cho, especialista do setor e presidente da agência sul-coreana DFSB Kollective, concorda que os indicados têm um apelo internacional e mainstream.
“Todos os indicados representam uma espécie de K-pop pós-ídolos, no sentido de que Rosé, as três integrantes do HUNTR/X e Katseye representam a versão globalizada do K-pop, onde o ‘K’ está muito presente, mas alguns podem argumentar que é silencioso. As músicas não são necessariamente para a Coreia, feitas pela Coreia, da Coreia, mas sim de um gênero que transcende a Coreia”, diz ele. “É uma celebração e um testemunho de quão diverso e dinâmico o K-pop se tornou.”
Por que esses artistas estão sendo reconhecidos agora?
“Durante anos, a Academia de Gravação ignorou artistas de K-pop que estabeleceram padrões inovadores, como BTS, Seventeen e Stray Kids”, argumenta Jeong. “Acho que um dos principais motivos é que o mundo ocidental ainda é muito resistente a letras em outros idiomas.”
“Não me surpreende que ‘APT.’ e a música do Katseye, que contêm principalmente letras em inglês e parecem menos K-pop, tenham sido indicadas”, continua ela.
Berbiguier acrescenta que “isso é um reflexo do K-pop atual, das tendências: o fato de haver cada vez menos coreano e cada vez mais inglês”.
Rosé e Bruno Mars no clipe de ‘APT.’
Reprodução
Pode haver um fator adicional em jogo. Tamar Herman, jornalista musical e autora da newsletter “Notes on K-pop”, afirma que muitos críticos e vozes da indústria consideraram 2025 um ano fraco para a música pop nos EUA — um fato praticamente confirmado no Relatório Semestral de 2025 da Luminate, que constatou uma queda no número de streams de novas músicas em comparação com o ano anterior, possivelmente devido à falta de megahits dominando as paradas.
“Sim, é um grande momento para o K-pop, mas já estava atrasado; esses reconhecimentos são mais um sinal de quão mal a indústria musical nos EUA se saiu este ano, considerando o cenário externo”, diz ela.
Ela argumenta que o reconhecimento do entretenimento coreano por parte das indústrias de entretenimento dos EUA é mais simbólico do enfraquecimento da dominância cultural dos EUA do que de “o K-pop ser realmente bom, porque o K-pop é realmente bom há muito tempo”, ela diz. “Isso tudo é um reconhecimento de uma melhoria global na narrativa, uma melhoria global na formação de gosto.”
“Não quero diminuir isso”, ela acrescenta. “Essas são todas músicas pop universalmente amigáveis, acessíveis e boas.”
E, se não fossem, não se conectariam.
“É muito óbvio que eles não são apenas performers. Eles são artistas. Eles são cantores. Eles são compositores”, diz Cho.
Um artista de K-pop ganhará um Grammy pela primeira vez este ano?
O júri ainda está indefinido. “Acho que nem é uma questão de se ou quando. Vai ser quem e quantos”, diz Cho.
Outros são menos categóricos. “É difícil prever”, diz Berbiguier. “Para mim, é mais possível que ‘Golden’ ganhe um.”
“Sim e não”, oferece Herman. Para ela, depende de uma definição evolutiva e fluida de K-pop. Afinal, o HUNTR/X é um grupo feminino fictício de um filme animado que não estreou por meio do sistema da indústria musical de K-pop. Uma vitória da música “Golden” significaria uma vitória do K-pop? Isso é uma questão de opinião.
Cena da animação ‘KPop Demon Hunters’
Divulgação/Netflix

Fonte: G1 Entretenimento

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Gata do filme ‘O Agente Secreto’ ganha prêmio ‘Golden Beast’ em festival de cinema nos EUA


Gata do filme ‘O Agente Secreto’ recebe prêmio ‘Golden Beast’ nos Estados Unidos
O filme “O Agente Secreto” foi premiado novamente, desta vez em uma categoria inusitada. Na quinta-feira (8), o longa-metragem que já conquistou 48 prêmios, incluindo Melhor Diretor e Melhor Ator no Festival de Cannes, levou o troféu “Golden Beast” por causa da atuação da gata Carminha, que interpreta as personagens Liza e Elis (veja vídeo acima).
O prêmio, a que o diretor pernambucano Kleber Mendonça Filho se referiu como “Bicho de Ouro”, foi concedido pelo The New York Film Festival – evento criado em 1963 e que celebra todos os anos os filmes mais relevantes do mundo. A produção brasileira, vista por mais de 1 milhão de pessoas nos cinemas brasileiros, concorre ao Globo de Ouro, no domingo (11), com transmissão da TV Globo.
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“O Agente Secreto recebeu um dos grandes e mais prestigiosos prêmios da sua trajetória, The Golden Beast (o bicho de ouro), outorgado pela equipe de programação do Festival de Nova York ao melhor bicho, besta ou criatura destacado num filme. As nossas gatas Liza & Elis ganharam. Recebi finalmente o cobiçado troféu das mãos de Florence Almozini, diretora de Programação e grande pessoa. Que emoção”, postou Kleber Mendonça Filho em seu perfil no X.
Personagem Eliza e Liz, do filme O Agente Secreto, ganha o Golden Beast 2025
Montagem/g1
A publicação traz fotos da estatueta dourada de um gato, gravada com os nomes “Liza & Elis”. O reconhecimento foi para Carminha, a gatinha sem raça definida que interpretou a personagem de dois rostos que rouba a cena no filme. Com ajuda de efeitos especiais, o rosto de Carminha foi duplicado por meio de Imagens Geradas por Computador (CGI).
Esse prêmio foi entregue três dias antes da cerimônia do Globo de Ouro, onde “O Agente Secreto” pode ser premiado em três categorias: Melhor Filme de Drama, Melhor Filme em Língua Não Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama, com Wagner Moura.
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A tutora de Carminha, a especialista em comportamento felino Kamila Alves, compartilhou em seu perfil do Instagram os bastidores das gravações. É possível ver a gatinha frajola com pontos de marcação de CGI colados no pelo e também interagindo com o diretor do filme.
Carminha foi adotada há seis anos por Kamila, que mostra, nas redes sociais, sua rotina de cuidados e treinamento com a felina. Em uma das publicações, a tutora conta que a gata foi sua “principal professora de comportamento felino”. Agora, após anos de treinamento, Carminha brilha nas telonas de cinema do mundo todo.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Elisa Lisboa, atriz portuguesa que fez novela ‘Sabor da Paixão’, morre aos 81 anos

Morreu nesta sexta-feira (9), a atriz portuguesa Elisa Lisboa, aos 81 anos

Fonte: G1 Entretenimento

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Filmes de 2026: quais as estreias mais aguardadas do ano? Veja principais lançamentos do cinema


Os filmes de 2026: Ano tem ‘Toy Story 5’, ‘A Odisseia’ e ‘O diabo veste Prada 2’
Depois de algum tempo de crise, 2026 promete ser melhor para o cinema. Mais do que os tradicionais filmes na corrida pelo Oscar, o ano já tem grandes lançamentos planejados até dezembro — tanto que, para muitos especialistas, pode devolver as bilheterias a níveis de arrecadação pré-pandemia.
Os destaques nos cinemas brasileiros têm:
“Oscarizáveis”: “Hamnet: A vida antes de Hamlet”, “Marty Supreme” e “A única saída”;
novidades de figurões: “Socorro!”, de Sam Raimi, “Dia D”, de Steven Spielberg, e “A Odisseia”, de Christopher Nolan;
brasileiros promissores: “Se eu fosse você 3”, “Deus ainda é brasileiro”, “Chorão: Só os loucos sabem” e “Bruna Surfistinha 2”;
continuações interessantes: “Toy Story 5”, “Super Mario Galaxy: O filme”, “O diabo veste Prada 2” e “Duna – Parte 3”;
e os tradicionais super-heróis: “Supergirl”, “Homem-Aranha: Um novo dia”, “Vingadores: Doutor Destino.
Nesta semana, o g1 publica uma série especial de reportagens para mostrar o que vem por aí na cultura pop em 2026: os álbuns, shows, filmes e séries que rolarão neste ano.
Veja abaixo os destaques cinematográficos de 2025:
‘Toy Story 5’, ‘Marty Supreme’, ‘A Odisseia’, ‘Homem-Aranha: Um novo dia’ e ‘Chorão: Só os loucos sabem’ são alguns dos filmes mais aguardados de 2026
Divulgação
Janeiro
15: “Extermínio: O templo dos ossos”, “Hamnet: A vida antes de Hamlet”
22: “Marty Supreme”, “A única saída”
29: “Socorro!”, “A voz de Hind Rajab”
Mês dominado por concorrentes na corrida pelo Oscar. “Hamnet: A vida antes de Hamlet” e “Marty Supreme” são presenças quase certa na categoria principal e “A única saída” e “A voz de Hind Rajab” disputam as últimas vagas entre os filmes internacionais.
“Extermínio: O templo dos ossos” promete encerrar a história começada em “A evolução” (2025).
Já em “Socorro!”, o diretor Sam Raimi (“Homem-Aranha”) mostra o que parece ser uma mistura de “Louca obsessão” (1990) com “Náufrago” (2000) com a história de dois colegas de trabalho (Rachel McAdams e Dylan O’Brien) que tentam sobreviver em uma ilha.
Fevereiro
12: “O morro dos ventos uivantes”
26: “Sirât”
Tradicionalmente um mês com pouca atenção dos estúdios, ainda meio atarantados no meio da temporada de premiações, fevereiro pelo menos conta com a nova versão de “O morro dos ventos uivantes”, estrelada por Margot Robbie (“Barbie”) e Jacob Elordi (“Frankenstein”). O filme ainda reúne o galã com a diretora Emerald Fennel, de “Saltburn” (2023).
Fechando o mês, “Sirât” é o representante da Espanha na corrida pelo Oscar, e é considerado um dos favoritos para conseguir a indicação a filme internacional.
Março
05: “A noiva!”
19: “Devoradores de estrelas”
Duas apostas ousadas de diretores interessantes marcam março. “A noiva!” é uma nova versão da lenda das criaturas de Frankenstein dirigida por Maggie Gyllenhaal (“A filha perdida”), e “Devoradores de estrelas” uma ficção científica dirigida pela dupla Chris Miller e Phil Lord (produtores de “Homem-Aranha no Aranhaverso”) e estrelada por Ryan Gosling (“Barbie”).
Veja o trailer de ‘Michael’, cinebiografia sobre Michael Jackson
Abril
02: “Super Mario Galaxy: O filme”
23: “Michael”
30: “O diabo veste Prada 2”
“Super Mario Galaxy: O filme” abre um abril quente como a sequência da adaptação do encanador dos video games que conseguiu sucesso bilionário em 2023.
A animação fica tranquila até o fim do mês, quando a cinebiografia de Michael Jackson, “Michael”, chega aos cinemas.
Uma semana depois, é a vez de uma das continuações mais aguardadas dos últimos anos, “O diabo veste Prada 2”, estrear com o reencontro de Anne Hathaway e Meryl Streep.
Maio
07: “Mortal Kombat 2”, “O gênio do crime”
21: “O Mandaloriano e Grogu”
Sim, “Mortal Kombat 2” e o primeiro filme da franquia “Star Wars” em quase 9 anos, “O Mandaloriano e Grogu” até são legais, mas é difícil não se empolgar com a adaptação de um clássico da literatura infanto-juvenil brasileira como “O gênio do crime”.
Junho
04: “Se eu fosse você 3”
11: “Todo mundo em pânico 6”, “Dia D”
18: “Toy Story 5”
25: “Supergirl”, “Deus ainda é brasileiro”
Como o começo da temporada de verão americano, junho chega carregado. O mês tem duas continuações de clássicos nacionais, “Se eu fosse você 3” e “Deus ainda é brasileiro” e o retorno da série de paródias cômica em “Todo mundo em pânico 6”.
Se não fosse o bastante, conta ainda com “Dia D”, primeiro blockbuster dirigido por Steven Spielberg desde “Jogador Nº 1” (2018), “Supergirl” e o reencontro de Woody, Buzz e dos outros brinquedos em “Toy Story 5”.
Assista ao teaser de ‘Moana’
Julho
02: “Minions 3”
09: “Moana”
16: “A Odisseia”
30: “Homem-Aranha: Um novo dia”
Julho continua a temporada e praticamente dobra a aposta. Tanto que “Minions 3” talvez seja o menor destaque, mesmo como o novo filme de uma série animada gigantesca.
Isso porque uma semana depois chega aos cinemas brasileiros a versão com atores do sucesso animado “Moana”, cuja continuação fez mais de US$ 1 bilhão ao redor do mundo em 2024.
Logo em seguida, é a vez de “A Odisseia”, visão do diretor Christopher Nolan (“Oppenheimer”) para o clássico grego estrelada por Matt Damon.
Para fechar o mês, e a época de blockbusters do verão americano, “Homem-Aranha: Um novo dia” tenta recuperar o interesse geral por filmes de super-heróis com uma nova aventura do personagem mais popular do gênero.
Setembro
03: “Chorão: Só os loucos sabem”
17: “Da magia à sedução 2”
Com um julho tão pesado, os estúdio simplesmente evitam grandes lançamentos em agosto. Setembro ainda é reflexo desse temor. O que não quer dizer que o mês fica em branco.
“Chorão: Só os loucos” sabem talvez seja o filme brasileiro mais aguardado, ao colocar José Loreto como o vocalista do Charlie Brown Jr.
Outubro
08: “The social reckoning”
15: “Street Fighter”
“Street Fighter” por ora parece uma adaptação arriscada da série clássica de games de luta. Com isso, o destaque de outubro é mesmo “The social reckoning”, sequência de “A rede social” (2010), dirigida pelo roteirista do primeiro filme, Aaron Sorkin (“Os 7 de Chicago).
Novembro
19: “Jogos Vorazes – Amanhecer na colheita”
À primeira vista, novembro parece esvaziado, e até está, mas ainda é cedo no ano e algumas estreias ainda podem ser marcadas no mês. A Warner, por exemplo, tem um projeto ainda não especificado previsto para o dia 19.
Com isso, pelo menos por enquanto, o novo “Jogos Vorazes – Amanhecer na colheita” brilha quase solitário com sua história anterior à trama dos filmes estrelados por Jennifer Lawrence.
Veja o 1º trailer de ‘Vingadores: Doutor Destino’
Dezembro
10: “Jumanji 3”
17: “Vingadores: Doutor Destino”, “Duna – Parte 3”
24: “The riders”
31: “Bruna Surfistinha 2”
Na falta de um lançamento gigantesco, dezembro tem dois. Para piorar, tanto “Vingadores: Doutor Destino” quanto “Duna – Parte 3” — por ora — estreiam no mesmo dia.
Quem não tem nada a ver com isso são os novos “Jumanji 3” e “Bruna Surfistinha 2”.
“The riders” entra na lista pelo encontro curioso entre Brad Pitt e o diretor Edward Berger (“Conclave”), em um projeto ainda com poucas informações disponíveis.

Fonte: G1 Entretenimento

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O boom da cultura latina no mundo – O Assunto #1635

Em 2026, a cultura latino-americana deve ampliar ainda mais seu espaço no entretenimento global. A previsão é da revista britânica “The Economist”, que aponta a América Latina como um dos principais motores da indústria cultural neste ano. Isso, depois de, em 2025, a música e o cinema latinos terem tido destaque no showbiz mundial.
Artistas como Bad Bunny e Karol G lideram rankings globais, e empresas do setor cultural anunciam investimentos bilionários na região. Tudo impulsionado por um público numeroso, jovem e altamente conectado, que tem transformado produções locais em fenômenos internacionais.
Enquanto isso, o cinema brasileiro vive um momento de maior visibilidade fora do país. ‘O Agente Secreto’ e outros quatro brasileiros estão na pré-lista do Oscar 2026. O filme de Kleber Mendonça Filho soma também recordes no Globo de Ouro: foram 3 indicações, nas categorias Melhor Filme de Drama, Melhor Filme em Língua Não-Inglesa e Melhor Ator em Filme de Drama, com Wagner Moura.
Neste episódio, Natuza Nery recebe a repórter do g1 Carol Prado para explicar como a música latina deixou de ser nichada e passou a protagonista mundial. Carol detalha os números deste mercado e como o movimento tem uma dimensão política. Depois, Natuza conversa com a crítica de cinema Isabela Boscov. É ela quem analisa o momento do cinema brasileiro e latino-americano e fala da importância de políticas de incentivo permanentes.
Convidadas: Carol Prado, repórter do g1; e Isabela Boscov, jornalista e crítica de cinema.
O que você precisa saber:
Como Bad Bunny usou seu novo disco para defender a história e a cultura de Porto Rico
Por que o anúncio do show de Bad Bunny no Super Bowl enfureceu apoiadores de Trump?
Grammy Latino: João Gomes e Liniker estão entre os premiados
‘O agente secreto’ debate relação do Brasil com a própria história recente com humor e charme
‘O agente secreto’ é indicado ao Globo de Ouro 2026
O podcast O Assunto é produzido por: Mônica Mariotti, Amanda Polato, Sarah Resende, Luiz Felipe Silva, Thiago Kaczuroski e Carlos Catelan. Apresentação: Natuza Nery.
O Assunto é o podcast diário produzido pelo g1, disponível em todas as plataformas de áudio e no YouTube. Desde a estreia, em agosto de 2019, o podcast O Assunto soma mais de 168 milhões de downloads em todas as plataformas de áudio. No YouTube, o podcast diário do g1 soma mais de 14,2 milhões de visualizações.

Fonte: G1 Entretenimento

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Brasil é pop: produções brasileiras devem continuar em alta no cenário internacional em 2026

Brasil começa 2026 brilhando nas premiações internacionais
Globo de Ouro, Grammy… 2026 começou com a cultura brasileira fazendo sucesso no exterior.
A equipe do Jornal Nacional saiu pelas ruas de Nova York com uma missão: descobrir qual é a primeira coisa que passa na cabeça dos estrangeiros quando o assunto é Brasil:
“Caipirinha”, disse um entrevistado. “Futebol”, afirmou outro.
Se depender do cinema brasileiro, em breve nossos filmes também serão tão populares. 2025 foi um ano para ouvir nossos nomes em outros sotaques. Há um ano, “Ainda Estou Aqui” venceu dois prêmios no Globo de Ouro e fez o cinema brasileiro começar a temporada de premiações em festa.  
Fernanda Torres levou o troféu de melhor atriz pelo papel de Eunice Paiva. E divertiu o público americano com as participações nos programas de entrevista. Semanas depois, em pleno carnaval, “Ainda Estou Aqui” se tornou a primeira produção brasileira a vencer um Oscar – o de melhor filme internacional. E mais Brasil na imprensa americana, com o diretor Walter Salles falando da conquista inédita.
Foi só o começo de um ano em que o Brasil foi pop. O megashow de Lady Gaga em Copacabana repercutiu em todo o planeta. A escritora americana Courtney Novak, fã de carteirinha da literatura brasileira, contou ao Jornal Nacional que o Brasil está na crista da onda da cultura:
“O país é muito vibrante e muito apaixonado. E usa sua própria voz, original. Você vê que a cultura brasileira integra outras culturas, mas é uma também uma coisa muito própria. O mundo precisa do Brasil”.
2026 tem tudo para que o nome do Brasil continue em evidência. Um ano em que estaremos na Copa do Mundo e nas grandes premiações culturais.
No cinema, “O Agente Secreto” é a aposta brasileira para o Globo de Ouro e quem sabe o Oscar. O ator Gabriel Leone está confiante.
“A gente está falando do agente secreto, mas não dá para não citar o Ainda Estou Aqui em 2025. Dois anos seguidos, com dois filmes brasileiros falando muito alto mundo a fora, isso é maravilhoso não só para os filmes, para os projetos individualmente, mas maravilhoso para o nosso cinema, eu espero que a gente siga cada vez voando mais alto e conquistando mais espaço. E isso não só lá fora, mas também dentro”.
Em fevereiro, Caetano Veloso e Maria Bethânia concorrem ao Grammy de melhor álbum de música global com a gravação “Caetano e Bethânia ao vivo”.
É bom a gente ir treinando os ouvidos porque os gringos já estão prontos para falar da gente.
A Globo vai transmitir a entrega do Globo de Ouro, no domingo (11), depois do Fantástico.

Fonte: G1 Entretenimento

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Amaro Freitas, Criolo e Dino D’Santiago lançam álbum autoral com 12 músicas e capa do artista plástico Vik Muniz


Capa do álbum ‘Criolo, Amaro & Dino’, de Criolo, Amaro Freitas e Dino D’Santiago
Arte de Vik Muniz
♫ NOTÍCIA
♬ Com capa criada pelo artista plástico Vik Muniz, o álbum “Criolo, Amaro & Dino” tem lançamento programado para a próxima quinta-feira, 15 de janeiro.
Com 12 músicas, o álbum reforça a conexão feita entre o pianista e compositor pernambucano Amaro Freitas, o rapper paulistano Criolo e o cantor e compositor português (de ascendência cabo-verdiana) Dino D’Santiago – ligação iniciada a partir do single “Esperança” (2024), lançado há dois anos.
♪ Eis, na disposição das faixas no álbum “Criolo, Amaro & Dino”, as 12 músicas do disco conjunto dos três artistas:
1. “E se livros fossem líquidos (Poeta fora da lei Pt II)”
2. “Você não me quis”
3. “Menina do coco de Carité” – feat As Clarianas e Maciel Salú
4. “Seka”
5. “No vento de nós”
6. “ Ela é foda”
7. “Mama Afrika”
8. “Anoitecer”
9. “Fogo lento”
10. “Passaredo” – Interlúdio
11. “Amazônia (A-i’ahu)”
12. “Hoje eu vi você”

Fonte: G1 Entretenimento

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Casa do ‘BBB 26’ terá conceito de ‘sonhos e devaneios’; FOTOS


Tadeu Schmidt no “BBB 26”
Globo/ Fábio Rocha
Riqueza, beleza, eternidade, possibilidade de voar ou de viver um grande amor, fama, aventuras, viagens… esses são alguns dos temas que permeiam o conceito de “sonhos e devaneios” da nova casa do “BBB 26”.
Os três quartos onde dormirão os brothers e sisters representam sonhos distintos: eternidade, sonho de voar e sonho do grande amor. Já o sonho de ser campeão estará na decoração da academia.
A área externa carregará o sonho da aventura. Enquanto a cozinha segue o antagonismo entre fartura e escassez. Veja fotos de toda a casa mais abaixo.
O “BBB 26” estreia na segunda-feira (12). E a lista com os nomes dos candidatos ao grupo Pipoca será anunciada nesta sexta-feira (9).
Casa do “BBB 26”
Globo/ Fábio Rocha
Casa do “BBB 26”
Globo/ Fábio Rocha
Casa do “BBB 26”
Globo/ Fábio Rocha
Casa do “BBB 26”
Globo/ Fábio Rocha
Casa do “BBB 26”
Globo/ Fábio Rocha
Casa do “BBB 26”
Globo/ Fábio Rocha
Casa do “BBB 26”
Globo/ Fábio Rocha
Casa do “BBB 26”
Globo/ Fábio Rocha
Casa do “BBB 26”
Globo/ Fábio Rocha
Casa do “BBB 26”
Globo/ Fábio Rocha
Casa do “BBB 26”
Globo/ Fábio Rocha
Casa do “BBB 26”
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Casa do “BBB 26”
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Globo/ Fábio Rocha
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Globo/ Fábio Rocha
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Globo/ Fábio Rocha
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Casa do “BBB 26”
Globo/ Fábio Rocha
Casa do “BBB 26”
Globo/ Fábio Rocha
Casa do “BBB 26”
Globo/ Fábio Rocha

Fonte: G1 Entretenimento

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Sindicato dos Diretores dos EUA anuncia indicados a premiação de 2026; veja lista


Ryan Coogler, diretor de “Panetra Negra”, posa para fotos durante 71ª edição do festival de Cannes
Anne-Christine POUJOULAT / AFP
O Sindicato dos Diretores dos Estados Unidos (DGA, na sigla em inglês) anunciou nesta quinta-feira (8) as listas dos cineastas indicados à sua premiação anual.
Os indicados na categoria principal, de diretor do ano, são Paul Thomas Anderson (“Uma batalha após a outra”), Ryan Coogler (“Pecadores”), Guillermo Del Toro (“Frankenstein”), Josh Safdie (“Marty Supreme”) e Chloé Zhao (“Hamnet: A vida antes de Hamlet”).
Os prêmios dos sindicatos de classes são considerados bons indicadores para suas respectivas categorias do Oscar por compartilharem muitos membros com a Academia. Ou seja, muita gente vota em um e, depois, no outro.
Desde que o DGA Awards de melhor direção em filme foi criado, em 1949, somente oito vencedores não levaram também o Oscar.
Na categoria de melhor direção de estreante, Hasan Hadi (“Mamlaket al-qasab”), Harry Lighton (“Pillion”), Alex Russell (“Lurker”), Charlie Polinger (“The Plague”) e Eva Victor (“Sorry, Baby”).
O DGA Awards acontece em Los Angeles em 7 de fevereiro. Já o Oscar é realizado em 15 de março.

Fonte: G1 Entretenimento