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Ator de ‘Quem Ama Cuida’ acusa streamer de homofobia após live durante Rock in Rio: ‘Medo de ser roubado era maior’


João Victor Gonçalves, que interpreta Mau Mau em “Quem Ama Cuida”, acusou o streamer GH de homofobia após ser abordado na chegada ao Rock in Rio.
Globo/Bob Paulino
O ator João Victor Gonçalves, que interpreta Mau Mau na novela “Quem Ama Cuida”, acusou um streamer de homofobia após ser abordado durante o Rock in Rio, na noite desta sexta-feira (4).
O episódio aconteceu no entorno da Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, e foi transmitido ao vivo pela plataforma Kick, concorrente da Twitch.
Na transmissão, o streamer GH Rell RJ aparece acompanhado de amigos enquanto se aproxima do ator. Em determinado momento, eles fazem comentários sobre a roupa usada por João Victor. “Caralho, que é isso. Cara horroroso. Cara meteu um tomate”, dizem.
O grupo ainda aparece seguindo o ator por alguns segundos.
O trecho da transmissão foi posteriormente recortado e publicado nas redes sociais, onde passou a circular com críticas à “abordagem”. Durante a live, não fica claro se o streamer e os amigos sabiam que o homem era o artista João Victor Gonçalves.
Ator diz que foi alvo de homofobia
Agora no g1
Após a repercussão do vídeo, o ator se manifestou nas redes sociais e classificou o episódio como homofobia.
“Somos mais fortes que qualquer coisa… Impunes não vão ficar, homofobia é crime. Isso é um retrato. Eu engoli e segui. Meu medo de ser roubado era maior. Homofobia não é entretenimento”, disse emocionado.
João Victor traçou ainda um paralelo entre o que viveu e a história de seu personagem em “Quem Ama Cuida”. Na trama, Mau Mau é um jovem em processo de descoberta da própria sexualidade que enfrenta a homofobia dentro de casa, principalmente nas relações com o avô, Otoniel (Tony Ramos).
Em seus stories, o ator afirmou que o episódio no Rock in Rio era “o retrato de tudo que a gente mostra” na novela.
“O Mau Mau é um personagem forte, valente, que encara essa homofobia estrutural que vive dentro de casa de uma forma muito corajosa. Ele engole e segue”, escreveu.
‘Me dei mal’, diz streamer
GH Rell RJ também se pronunciou sobre o episódio e afirmou que costuma fazer transmissões com abordagens e situações inusitadas nas ruas.
Segundo ele, o trecho foi retirado do contexto da live e acabou gerando uma onda de críticas nas redes sociais.
“Tava numa live aqui, mano, e eu fico fazendo um monte de entretenimento no meio da rua, tipo doideira com maluquice. Tava fazendo entretenimento com um cara que tava passando na rua e me dei mal. Sabe por quê? Cliparam, postaram lá no Twitter e eu tô recebendo um monte de hate. Se eu errei, eu peço desculpas porque nós é ser humano e nós erra”, afirmou.
Colega de elenco defende João Victor
A repercussão também provocou manifestações de colegas de elenco de João Victor em “Quem Ama Cuida”. Pedro Alves, que interpreta Fernando na novela, publicou uma mensagem em defesa do ator.
“Só quem sofre pode entender. Aquilo não é brincadeira. Vergonha de ver que falhamos como sociedade. Aquilo foi baixo, covarde e cruel”, escreveu.

Fonte: G1 Entretenimento

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Deixa eu dizer o que penso do álbum em que Claudya revê 60 anos de carreira…


Claudya em cena no show que gerou o álbum ao vivo em que comemora 60 anos de carreira iniciada, a rigor, em 1965
Alisson Salles / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Deixa eu dizer – 60 anos de carreira, ao vivo
Artista: Claudya
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Em cena desde 1965, ano em que, já estabelecida em São Paulo (SP), debutou no programa “O fino da bossa” e gravou o primeiro single com as músicas “Deixa o morro cantar” e “Sorri”, Claudya completa 61 anos de carreira em 2026.
Contudo, para facilitar a promoção e a circulação do show que tem apresentado por capitais como São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ), a cantora carioca – criada em Juiz de Fora (MG) a partir dos nove anos – criou a efeméride dos 60 anos de carreira.
Nos aplicativos desde ontem, 4 de setembro, em edição da gravadora Kuarup, o álbum “Deixa eu dizer – 60 anos de carreira, ao vivo” é o registro desse show orquestrado com direção musical e arranjos do pianista Alexandre Vianna, produtor musical do álbum ao lado de Graziela Medori, filha de Claudya.
Dividindo o palco com sete músicos e um par de vocalistas, com direito a um trio de metais, a cantora revê esses 61 anos de carreira com boa produção e com ênfase no repertório da década de 1970, fase áurea da trajetória discográfica da artista.
Cantora e compositora nascida Maria das Graças Rallo em 10 de maio de 1948, há 78 anos, Claudya preserva – nos limites impostos pelo tempo – a singularidade de voz que sempre conjugou afinação e balanço. A ginga com que cai no pot-pourri de quatro sambas que abre o álbum – “Deixa eu dizer” (Ivan Lins e Ronaldo Monteiro de Souza, 1973), “Só que deram o zero pro Bedeu” (Luis Vagner, 1973), “Agora quem ri sou eu” (Claudya e Cristiê, 1973) e “Garra” (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle, 1971) – atesta a contínua habilidade da artista para cair no suingue com apurado senso rítmico.
Samba que batizou álbum de 1973, “Deixa eu dizer” é também o título do disco ao vivo porque se tornou a música mais importante da carreira de Claudya desde que, em 2008, o rapper Marcelo D2 sampleou o refrão do registro original e o inseriu na gravação da música “Desabafo”, ação que fez a então esquecida Claudya ser descoberta por novas (e até por antigas) gerações.
Mas o fato é que ouvir o álbum “Deixa eu dizer – 60 anos de carreira, ao vivo” – captado (sem muito calor…) na apresentação feita pela cantora em março na Casa Natura Musical, em São Paulo (SP) – é constatar que Claudya poderia ter tido uma discografia menos errática a partir da segunda metade dos anos 1980. Até porque, em 1983, a artista viveu momento de consagração nos palcos brasileiros ao interpretar a líder política argentina Eva Perón (1919 – 1952), protagonista do musical “Evita” (1983).
O musical foi um dos maiores sucessos do teatro brasileiro na década de 1980 sem que esse êxito retumbante tenha alavancado a carreira fonográfica de Claudya. Ao contrário. Após “Evita”, a cantora passou a gravar álbuns e singles em selos de menor alcance no mercado fonográfico.
É por isso que o roteiro do show perpetuado no álbum “Deixa eu dizer – 60 anos de carreira, ao vivo” está concentrado no repertório da cantora nos anos 1970, sobretudo nas músicas dos três álbuns lançados por Claudya entre 1971 e 1973 na gravadora Odeon.
Com ginga e a voz da maturidade, Claudya cai no samba-rock “Menina Fulô” (Luiz Wanderley, 1971), se afina com a fenomenal Alaíde Costa na atmosfera de samba-canção que envolve “Dindi” (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1959), canta o spiritual “Jesus Cristo” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1971) – saudando o canto soul do vocalista Izzy Mistura na introdução do número – e pesca a pérola “Panema Leblon” (Sérgio Fayne e Vitor Martins, 1971) em duo com Ayrton Montarroyos, grande cantor de alma antiga.
Fechando o trio de convidados da gravação ao vivo, Patricia Marx entra em cena para reviver com Claudya o samba “Com mais de 30” (Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle, 1971). O samba é um dos maiores sucessos da carreira de Claudya, mas a letra envelheceu mal porque, se em 1971 ecoava ideologia hippie contra o sistema, atualmente soa etarista e até risível ao recomendar descrença em quem tem mais de 30 anos.
Da fase pós-1973, a cantora revive “Reza, tambor e raça” (Claudya e Tony Osanah), música-título de álbum de 1977 que ecoou africanidade evidenciada seis anos antes no afro-samba-funk “Ossain”, tema de Antonio Carlos & Jocafi com Ildásio Tavares lançado pela cantora no álbum “Jesus Cristo” em 1971, um ano antes da gravação da dupla.
Aliás e a propósito, o show eternizado no álbum “Deixa eu dizer – 60 anos de carreira, ao vivo” está aí para lembrar que foi Claudya a intérprete original de músicas como “Pois é, seu Zé” (Gonzaguinha, 1973), samba que encerra o registro de show que deixa no ar a sensação de que, pela grandeza do canto revelado em 1965, Claudya poderia ter sido mais ouvida ao longo dos 61 anos de carreira que não fluiu como a ginga da cantora.
Capa do álbum ‘Deixa eu dizer – 60 anos de carreira, ao vivo’, de Claudya
Alisson Salles com design de Diego Assunção

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026: veja 5 novidades na Cidade do Rock


O que tem de novo no rock in rio 2026
Uma farmácia no meio do festival, uma nova área exclusiva ao lado do Palco Mundo e até um espetáculo que combina hologramas, aromas e bailarinos cobertos de LEDs. O Rock in Rio 2026 abriu os portões nesta sexta-feira (4) com novidades que vão além dos shows.
Nos 385 mil metros quadrados da Cidade do Rock, o público encontra novos espaços, serviços e experiências — algumas pensadas para facilitar a vida de quem passa o dia no festival e outras para disputar a atenção dos fãs nos intervalos entre uma atração e outra.
ACOMPANHE A COBERTURA AO VIVO
O g1 está na Cidade do Rock e percorreu o festival para mostrar o que mudou nesta edição. Confira abaixo cinco novidades de 2026.
Cidade do Rock recebe fãs de música a partir desta sexta-feira (4)
Josué Luz/ TV Globo
1. Comfort Zone, a área exclusiva perto do Palco Mundo
Uma das principais estreias desta edição é a Comfort Zone, uma nova modalidade de ingresso que dá acesso a uma área exclusiva próxima ao Palco Mundo.
Com capacidade para cerca de 2 mil pessoas, o local tem bares e banheiros próprios. O ingresso, no entanto, não restringe o público à área: quem está na Comfort Zone também pode circular pelo gramado e acompanhar os shows dos demais palcos da Cidade do Rock.
2. Esqueceu alguma coisa? Agora tem farmácia
Dor de cabeça, um item esquecido em casa ou alguma necessidade de última hora? Pela 1ª vez, o Rock in Rio tem uma farmácia dentro da Cidade do Rock.
A Drogaria Venancio montou uma unidade no festival com produtos para atender o público durante o evento.
Além do serviço de farmácia, o espaço também funciona como uma das ativações de marca da edição, com música e distribuição de brindes.
3. Dá para montar sua programação pelo app
Com dezenas de atrações espalhadas pelos sete dias de festival, decidir o que assistir — e evitar conflitos de horário — faz parte do planejamento de quem vai à Cidade do Rock.
Neste ano, o aplicativo do Rock in Rio permite selecionar os shows desejados e criar uma agenda personalizada.
A programação escolhida também pode ser compartilhada com os amigos, o que ajuda a organizar encontros e combinar quais atrações o grupo pretende acompanhar junto.
4. Novo palco na Rota 85
Criada para homenagear a histórica primeira edição do Rock in Rio, a Rota 85 ganhou uma novidade em 2026: o Highway Stage.
O novo palco passa a integrar a programação musical da Cidade do Rock e amplia as opções para quem quer explorar atrações além dos palcos mais conhecidos do festival.
5. ECCO: hologramas, cheiros e bailarinos com LED
Uma das experiências mais tecnológicas desta edição é o ECCO by LightWire, espetáculo imersivo que mistura música, dança e efeitos sensoriais.
A apresentação combina projeções, áudio imersivo em 360 graus, holografia e até estímulos olfativos. Em cena, os bailarinos usam figurinos equipados com fibras ópticas e LEDs.
São cinco sessões por dia, com aproximadamente 20 minutos de duração. Cada apresentação tem capacidade para até mil pessoas.
As novidades se somam às mais de 100 ativações de marcas espalhadas pela Cidade do Rock. Ao longo dos sete dias de festival, a expectativa é que cerca de 1 milhão de brindes sejam distribuídos ao público.
O Rock in Rio 2026 acontece nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, no Parque Olímpico, na Zona Oeste do Rio.
Banheiros sem gênero e App interativo; Veja como não passar aperto no Rock in Rio
🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.

Fonte: G1 Entretenimento

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MC Cabelinho divide com Marina Sena ‘Veneno’, música do álbum ‘Escorpião’


MC Cabelinho na foto da contracapa do sexto álbum de estúdio do artista, ‘Escorpião’
Arte de Davi de Jesus do Nascimento e Caio Esgario
♫ NOTÍCIA
♬ Enquanto se prepara para se apresentar no Espaço Favela do festival Rock in Rio (em show programado para 11 de setembro com a participação do rapper TZ da Coronel) e para gravar a próxima novela do Globoplay, “Paraíso perdido”, MC Cabelinho anuncia o lançamento do sexto álbum de estúdio, “Escorpião”, agendado para 28 de setembro.
Aos 30 anos, o cantor, compositor e ator carioca aposta na força do álbum “Escorpião” como obra completa. Tanto que dispensou a edição de singles e vai apresentar o álbum na íntegra, com as nove músicas.
“Não me vi lançando nenhum single/ prévia. Achei que seria melhor entregar tudo de uma vez, assim como foi o processo do disco, e todo sentimento que coloquei (no álbum), intenso mesmo”, justifica o artista, nascido Victor Hugo Oliveira do Nascimento em janeiro de 1996.
Marina Sena participa de “Veneno”, uma das nove faixas de “Escorpião”. Outra música do álbum, “Rótulos”, junta Cabelinho com Alee e Klisman, dois cantores e compositores baianos em ascensão no universo do trap nordestino.
“Não me compare”, “Solitário”, “Escorpiana”, “Pontas no cinzeiro”, “Jogo perdido”, “Falso 9” e “Triste fim” são as outras sete músicas que completam o repertório inédito e autoral do álbum “Escorpião”.
Capa do álbum ‘Escorpião’, de MC Cabelinho
Arte de Davi de Jesus do Nascimento e Caio Esgario

Fonte: G1 Entretenimento

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Renda, transparência e sobreposições: o que dominou o estilo dos fãs no Rock in Rio


Renda, transparência e sobreposições: o que dominou o estilo dos fãs no Rock in Rio
Reprodução
“É dia de rock, bebê!”. Esta sexta-feira (4) foi o dia que o Rock in Rio decidiu voltar às suas origens e se dedicar ao gênero musical do rock, o que rendeu looks totalmente voltados para o emo e gótico.
As tendências que mais se destacaram no evento foram as rendas, transparências e sobreposições, com diversas peças longas e com rasgos.
O que tem de novo no rock in rio 2026
Marlimma Ribeiro (veja foto do look no topo da matéria), que montou uma composição que combina o gótico com animal print, diz que buscou suas referências no punk.
“A minha inspiração vem do punk, do grunge, eu tenho muita referência de época. Eu mesclo muito com animal print, eu gosto muito dessas estampas, e principalmente é uma representação política do punk, do que eu acredito”, afirma.
Engenheira Jessica Almeida
Reprodução
A engenheira Jessica Almeida diz que ficou em ter uma roupa que comunicasse com os roqueiros mas ao mesmo tempo fosse confortável.
“Eu queria uma vibe gótica mas que ainda assim fosse confortável, um short que eu pudesse sentar no chão, ficar livre. Eu vim hoje para o dia do rock porque sou muito fã do Foo Fighters”, explica.
No entanto, não foi só o estilo gótico que reinou, mas também muitas cores pretas e estampas de animais, como foi o caso da técnica de segurança do trabalho Julyana Santos.
Renda, transparência e sobreposições: o que dominou o estilo dos fãs no Rock in Rio
Reprodução
Renda, transparência e sobreposições: o que dominou o estilo dos fãs no Rock in Rio
Reprodução
Renda, transparência e sobreposições: o que dominou o estilo dos fãs no Rock in Rio
Reprodução
Renda, transparência e sobreposições: o que dominou o estilo dos fãs no Rock in Rio
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Renda, transparência e sobreposições: o que dominou o estilo dos fãs no Rock in Rio
Reprodução
Renda, transparência e sobreposições: o que dominou o estilo dos fãs no Rock in Rio
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Renda, transparência e sobreposições: o que dominou o estilo dos fãs no Rock in Rio
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Renda, transparência e sobreposições: o que dominou o estilo dos fãs no Rock in Rio
Reprodução
Renda, transparência e sobreposições: o que dominou o estilo dos fãs no Rock in Rio
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Álbum cinquentenário em que Gal Costa canta Dorival Caymmi gera show que celebra na Bahia os 81anos da artista


A cantora Lavínia faz em Salvador (BA), em 25 de setembro, show inspirado pelo álbum ‘Gal canta Caymmi’, lançado em 1976, há 50 anos
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Disco que completa 50 anos em 2026 sem perda da relevância e do viço, “Gal canta Caymmi” foi o primeiro álbum de Gal Costa a obter vendas satisfatórias ao ser lançado em abril de 1976, em edição da gravadora Philips, no rastro do sucesso da gravação de “Modinha para Gabriela” (1975) feita pela cantora para a trilha sonora original da novela “Gabriela” (1975), exibida pela TV Globo no ano anterior. Consta que o álbum teria ultrapassado as 100 mil cópias vendidas no ano do lançamento.
Como o título “Gal canta Caymmi” já revela, o disco é songbook do compositor baiano Dorival Caymmi (30 de abril de 1914 – 16 de agosto de 2008) na voz cristalina da cantora nascida Maria da Graça Costa Penna Burgos (26 de setembro de 1945 – 9 de novembro de 2022) há 81 anos.
A propósito, na véspera do 81º aniversário da artista, a cantora Lavínia reapresenta no Teatro Cambará, na Casa Rosa, em Salvador (BA), cidade natal de Gal, show inspirado pelo álbum cinquentenário de 1976. Orquestrado sob direção artística do cantor e compositor pernambucano Otto, o espetáculo “Lavínia em Gal canta Caymmi” chega à Bahia em 25 de setembro dois meses após a estreia na cidade de São Paulo (SP), em julho.
Na companhia de banda que inclui cordas, sopros e teclados, Lavínia cantará músicas como os sambas “Rainha do mar” (1939), “Vatapá” (1942), “Festa de rua” (1949) e “Dois de fevereiro” (1957) e os sambas-canção “Nem eu” (1952) e “Só louco” (1955), entre outros standards abordados por Gal no álbum nascido do tino comercial de Roberto Menescal, então no posto de diretor artístico da gravadora Philips, a companhia fonográfica mais importante do Brasil na época pelo elenco estelar que reuniu a nata da MPB nos anos 1970 (somente Milton Nascimento era da concorrente EMI-Odeon).
Foi de Menescal a ideia do songbook gravado por Gal em 1975, sob direção musical do produtor e guitarrista Perinho Albuquerque (1946 – 2025), com arranjos divididos entre o próprio Perinho Albuquerque e João Donato (1934 – 2023).
Com dez músicas, o álbum “Gal canta Caymmi” foi formatado com os toques de instrumentistas do naipe de Antonio Adolfo, Dominguinhos (1941 – 2013), Luizão Maia (1949 – 2005), Novelli, Paulinho Braga e Roberto Menescal. Esses grandes músicos armaram a cama perfeita para Gal Costa cantar Dorival Caymmi com sofisticação sem perder a pegada popular de um cancioneiro que atravessa gerações pela beleza atemporal que eterniza, tanto as músicas quanto o disco de 1976.
Capa do álbum ‘Gal canta Caymmi’ (1976), de Gal Costa
Thereza Eugenia

Fonte: G1 Entretenimento

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Pé-d’água no Rock in Rio? Veja onde se proteger da chuva sem perder os shows


Uma das opções para quem estiver circulando pela região dos palcos Mundo e Supernova são as estruturas cobertas instaladas no caminho entre os dois espaços
Raoni Alves/g1 Rio
Quem for ao Rock in Rio neste sábado (5) e domingo (6) deve preparar não apenas o look para o festival, mas também uma estratégia para enfrentar a chuva. Depois de uma sexta-feira de calor, a chegada de uma frente fria deve mudar o tempo no fim de semana, com queda nas temperaturas, ventos fortes e previsão de chuva na Cidade do Rock.
A previsão indica máxima de 26°C no sábado e no domingo, com possibilidade de chuva fraca a moderada. De acordo com o Alerta Rio, áreas de instabilidade em conjunto com o deslocamento de uma frente fria influenciarão o tempo na capital fluminense neste sábado. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também emitiu alerta para tempestades. A instabilidade deve continuar até o feriado de segunda-feira (7).
📱Baixe o app do g1 para ver notícias do RJ em tempo real e de graça
No RIR há pontos cobertos ou parcialmente protegidos espalhados pelo festival que podem servir como refúgio
Raoni Alves/g1 Rio
Mas isso não significa necessariamente que o público precise abandonar a programação ao primeiro sinal de chuva. Apesar de a maior parte dos 385 mil m² da Cidade do Rock ser descoberta, há pontos cobertos ou parcialmente protegidos espalhados pelo festival que podem servir como refúgio durante a precipitação.
O g1 percorreu o espaço e identificou alguns locais que podem ajudar quem quiser escapar da chuva sem precisar ir embora da área dos shows.
Importante: os espaços têm regras diferentes de acesso. Alguns são liberados para todo o público, enquanto outros dependem de participação em ativações, disponibilidade ou são destinados a convidados.
Área coberta entre os palcos Mundo e Supernova
Uma das opções para quem estiver circulando pela região dos palcos Mundo e Supernova são as estruturas cobertas instaladas no caminho entre os dois espaços.
Há uma área em formato de gazebo, que pode funcionar como abrigo para quem precisar esperar uma pancada de chuva passar.
O espaço, no entanto, não deve comportar todo o público em caso de chuva mais intensa. A dica é chegar antes e ficar atento à lotação.
Os patrocinadores também viram pontos estratégicos para fugir da chuva no Rock in Rio. Algumas ativações têm áreas internas, mezaninos e espaços cobertos que permitem descansar
Raoni Alves/g1 Rio
Stands e ativações de marcas
Outras alternativas são os diversos stands e espaços de ativação de marcas espalhados pela Cidade do Rock.
Alguns deles têm estruturas cobertas e, em determinados casos, oferecem visão privilegiada para os palcos. É possível, por exemplo, encontrar locais onde o público consegue participar de uma atividade, conhecer a marca e, ao mesmo tempo, esperar a chuva passar.
Mas é preciso atenção: nem todos os espaços são de livre acesso. Algumas áreas são exclusivas para convidados, enquanto outras podem ser acessadas pelo público que participar das brincadeiras ou cumprir as regras de cada ativação.
Entre as marcas que têm estruturas que podem ajudar em caso de chuva estão Superbet, Itaú e TIM, entre outras.
Alguns pontos estratégicos com boa visão dos palcos mesmo debaixo do teto, como a loja de produtos oficiais, que tem grandes vidros transparentes voltados para as áreas dos shows.
Raoni Alves/g1 Rio
Lojas e espaços fechados
As lojas e outros estabelecimentos instalados dentro da Cidade do Rock também podem ser uma alternativa para uma pausa rápida durante a chuva.
Além de proteger parcialmente o público, alguns desses pontos ficam em áreas estratégicas e podem permitir que o visitante continue acompanhando a movimentação do festival.
A estratégia, neste caso, é procurar os estabelecimentos que tenham áreas internas ou marquises e evitar ficar parado em locais de circulação estreita.
Espaço Gourmet é uma opção para fugir da chuva
Raoni Alves/g1Rio
Área VIP também tem espaços descobertos
Quem estiver na área VIP não necessariamente estará protegido da chuva. Apesar de ser uma estrutura enorme e contar com áreas internas e cobertas, uma parte importante do espaço é aberta.
A varanda, por exemplo, oferece uma vista privilegiada para o Palco Mundo, mas deixa o público exposto em caso de chuva. Ou seja: ter acesso à área VIP não significa estar automaticamente protegido da água.
Para quem estiver por lá, a dica é procurar as áreas internas antes de a chuva começar — especialmente se a intenção for permanecer seco durante os shows.
E o melhor lugar para assistir aos shows? A resposta depende do que o público considera prioridade.
Quem quiser ficar perto do palco terá poucas alternativas: as áreas mais disputadas diante do Mundo e do Sunset são abertas e, em caso de chuva, não há como garantir proteção.
Já quem aceitar assistir aos shows um pouco mais distante pode ter mais opções para procurar uma estrutura coberta ou parcialmente protegida.
Uma estratégia pode ser acompanhar a movimentação pelos telões e aproveitar os espaços cobertos durante as pancadas mais fortes, retornando às áreas abertas quando a chuva diminuir.
Mais opções de abrigo: áreas gourmet, estandes, loja oficial e espaços VIP também têm pontos cobertos que podem ajudar a escapar da chuva sem sair do festival
Raoni Alves/g1 Rio
Sábado tem Avenged Sevenfold; domingo terá Calvin Harris
A previsão de chuva atinge justamente dois dos dias mais aguardados do primeiro fim de semana. No sábado, o Palco Mundo recebe Sepultura, MGK, Bring Me The Horizon e Avenged Sevenfold, que encerra a programação do palco à 0h05.
No domingo, é a vez de Barão Vermelho Encontro Formação Original, Nelly, Black Eyed Peas e Calvin Harris. O DJ encerra a noite no Mundo, também à 0h05.
Além do palco principal, a Cidade do Rock terá programação nos espaços Sunset, New Dance Order, Espaço Favela, Supernova e Global Village.
Dicas para enfrentar a chuva
Leve capa de chuva, de preferência compacta e fácil de guardar;
Use calçados confortáveis e que possam molhar;
Identifique os pontos cobertos assim que chegar;
Não espere a chuva apertar para procurar abrigo: os espaços protegidos podem lotar rapidamente;
Em caso de ventos fortes ou tempestades, siga as orientações da organização e das equipes de segurança;
Lembre-se que nem todo espaço coberto é de acesso livre. A previsão do tempo pode mudar até o momento do festival.
Opção de look em caso de chuva: t-shirt estampada, short saia, jaqueta de PU e uma galocha alta fashionista
Reprodução
Looks em caso de chuva
Com a previsão de chuva para o final de semana, o ideal é sair prevenido de casa para aproveitar os shows do Rock in Rio da forma mais confortável possível. O g1 conversou com a estilista Carolina Franco, que deu dicas de looks apropriados para dias de chuva.
“Um look de nylon impermeável e uma bota cano alto funciona muito bem para esses dias com temperaturas mais baixas e previsão de chuva. Outra opção é t-shirt estampada, short saia, jaqueta de PU e uma galocha alta fashionista”, indicou Carolina.
Outra aposta da estilista é o boné pra usar embaixo do capuz.
“Com certeza, levaria um boné pra usar embaixo do capuz. Com shortinho de cetim, casaco nylon com capuz, meia calça e coturno”, acrescentou.
E para quem quer um estilo mais leve, a proposta da estilista é um casaco tipo corta vento impermeável, legging e um top.
“Esse visual fica muito cool. Os casacos de nylon estão muito em alta, todo mundo usando para sair para eventos. As grandes marcas investiram nessa proposta”, relevou Carolina.
Para os homens, as opções são jaquetas de nylon esportivas, bermudão e um tênis bem descolado.
🟩O g1 Rio está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do g1 Rio para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop.

Fonte: G1 Entretenimento

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Leques, ventiladores e chapéus: as estratégias para driblar o calor no Rock in Rio


Leques, ventiladores e chapéus: as estratégias para driblar o calor no Rock in Rio
Reprodução
A estreia do Rock in Rio foi debaixo de solzão nesta sexta-feira (4) e alguns fãs contaram ao g1 o que fizeram para driblar o calor. A principal recomendação é não se esquecer da hidratação.
De acordo com o registro da Climatempo, a temperatura máxima desta sexta foi de 33,3°C na Vila Militar.
O que tem de novo no rock in rio 2026
A bancária Fabiana Brandão contou que o seu refresco para esperar no sol enquanto estava na fila para abertura dos portões da Cidade do Rock foi o serviço dos aguadeiros.
“Eu cheguei 13h20 na fila e estava um calor que estava demais. Duas coisas que deram muito certo foi o pessoal jogando água para nos refrescar e os que estavam servindo água em copos. Sem isso não ia dar. Eu vim de boné pra proteger do sol mas coloquei blusa de manga pensando na noite, mas passei muito calor mesmo”, afirma.
Leques, ventiladores e chapéus: as estratégias para driblar o calor no Rock in Rio
Reprodução
Uma outra tendência entre quem esteve no festival nesta sexta (4) foi o uso de bonés, chapéus e lenços. Para onde se olhasse era possível encontrar pessoas arrumando estratégias para proteger o couro cabeludo, como foi o caso da analista contábil Hannah Miranda.
“O chapéu já era uma questão de estilo mas também pelo calor, as duas coisas. Eu sou da Paraíba e tô acostumada com calor, mas estava bem quente mesmo”, explica.
Hannah Miranda
Reprodução
O ventilador portátil foi um alívio para quem quis aproveitar os primeiros shows, quando ainda está sol.
No entanto, para este sábado (5) a previsão é de chuva e céu encoberto, o que deve dar um refresco para o calorão sofrido pelos fãs do festival.
Leques, ventiladores e chapéus: as estratégias para driblar o calor no Rock in Rio
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Fonte: G1 Entretenimento

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Vista privilegiada para o palco, comidinhas e drinks: benefícios dos ‘rooftops’ do Rock in Rio


Vista privilegiada para o palco, comidinhas e drinks: benefícios dos ‘rooftops’ do Rock in Rio
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Há duas experiências diferentes para ver os shows do Rock in Rio: quem está no gramado e quem está no VIP das marcas. Diversos stands têm um mezanino no segundo andar onde foram formados os “rooftops”, ou telhadinhos, que possuem vista privilegiada dos palcos.
Além de uma posição melhor para curtir as apresentações sem perrengue, o g1 visitou esses espaços para mostrar outros mimos dos locais.
Os mais VIPS são próximos do palco Mundo, como os da Ipiranga, Seara e Doritos. Nas marcas alimentícias, entre os lanches estão produtos próprios, além de salgadinhos e petiscos assados.
Vista privilegiada para o palco, comidinhas e drinks: benefícios dos ‘rooftops’ do Rock in Rio
Reprodução
Em todos, há open bar de chopp e drinks feitos na hora. Os locais também têm acessibilidade.
No mezanino do Ifood é possível assistir ao palco Sunset, principalmente, mas também ao Mundo.
O rooftop da Três Corações tem distribuição de cafés, capuccinos, sorvetes de capuccino e drinks, além de visão para o Global Village e o palco Supernova.
O que tem de novo no rock in rio 2026
No rooftop da Movida, que fica perto do Sunset, há também retoque de maquiagem.
Para acessar os locais, somente sendo convidado pelas empresas ou ganhando o acesso VIP nas dinâmicas das ativações.
Vista privilegiada para o palco, comidinhas e drinks: benefícios dos ‘rooftops’ do Rock in Rio
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Vista privilegiada para o palco, comidinhas e drinks: benefícios dos ‘rooftops’ do Rock in Rio
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Vista privilegiada para o palco, comidinhas e drinks: benefícios dos ‘rooftops’ do Rock in Rio
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Fonte: G1 Entretenimento

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Foo Fighters alterna peso e baladas ao fechar 1ª noite de Rock in Rio com Dave Grohl em boa forma


Foo Fighters abre show no Rock in Rio com ‘All my life’
No fechamento da primeira noite de Rock in Rio, o Foo Fighters deu aos fãs o que eles esperavam nesta sexta-feira (4). Foi uma performance segura, fruto de seis vindas anteriores ao Brasil. Aos 57 anos, Dave Grohl provou estar em boa forma como cantor. Quem é fã sabe que a voz dele já deu sinais de desgastes por problemas médicos. Aliás, é provável que o otorrino dele não aprove essa ideia aí de cantar o show inteiro mascando chiclete.
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Além de trocas no repertório em relação ao The Town 2023, como as inclusões das baladas “Wheels” e “Marigold”, a maior novidade foi a troca de baterista. Ilan Rubin, correto em sua função, entrou em 2025 após a saída de Josh Freese, que tinha assumido o posto de Hawkins no evento em São Paulo. Como no festival paulistano, “Aurora”, do álbum “There Is Nothing Left to Lose” (1999), foi dedicada ao baterista, que tocou no Foo Fighters de 1997 a 2022, quando morreu. A balada era a música favorita dele.
Outro momento emocionante, “Marigold” não estava no setlist de 2023. A música escrita por Grohl apareceu primeiro em “Pocketwatch”, disco que ele lançou em 1992 com o projeto Late!. O Nirvana, banda anterior de Grohl, gravou uma versão em 1993, como lado B do single “Heart-Shaped Box”.
Depois, uma gravação ao vivo do Foo Fighters saiu em “Skin and Bones”, em 2006. Sim, “Marigold” é a única canção lançada pelas duas bandas dele. Ou seja, a presença no repertório talvez devesse ser mais celebrada pelos fãs.
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Leo Franco/AgNews
“A primeira vez que vim ao Brasil foi em 1993. Esta música é mais velha que isso… Ela é para os fãs hardcore do Nirvana”, anunciou, lembrando que compôs a canção tocando baixinho para não acordar o amigo Kurt Cobain, morto um ano depois.
Parte importante dessa conexão Nirvana (banda liderada por Cobain) e Foo Fighters, Pat Smear segue em seu papel de “quase irmão” de Dave, com quem o guitarrista toca desde os anos 1990.
Escudado por ele e pelos outros três músicos, mas Dave segue com um monte de perguntas. “Vocês estão prontos?”, “Vocês conhecem essa música?” e “Vocês sabem gritar?” foram algumas delas. Como já se sabe, não há líder de banda com mais dúvidas do que David Eric Grohl.
A estrutura do show também segue um tanto intacta. Hoje, é quase impossível imaginar um setlist deles sem “Everlong” no final ou sem “All My Life” no começo, por exemplo. O maior improviso é a inclusão de “Exhausted”, do disco se estreia lançado em 1995. Pedida por um fã na grade, ela é tocada pela primeiea vez no Brasil.
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“Stacked actors”, bela faixa menos conhecida do álbum “There Is Nothing Left to Lose”, é recebida com desdém por quase toda plateia. “Wheels”, balada levada no violão e lançada em 2009, é mais uma que distrai geral. Única escolhida de “Your Favorite Toy”, lançado em abril passado, “Window” é mais uma infelizmente recebida como trilha para ir ao banheiro.
Antes de “These Days”, ele explica como será o show: “Não vamos parar entre as músicas porque hoje só temos duas horas de show. Cante as músicas e se não souber a letra é só imitar o cara mais velho do seu lado”. Para Dave, essa é uma “das antigas”, o que pode deixar o público 40+ meio cabreiro, posto que ela foi lançada em 2011.
Quem vê Dave e o Foo Fighters dominando o Palco Mundo diante quase 100 mil pessoas, não imagina que eles foram coadjuvantes na estreia por aqui. No Rock in Rio 2001, tocaram antes do R.E.M. O show teve algum nervosismo e durou 58 minutos. Em seu aniversário de 32 anos, o vocalista ganhou um beijo da então namorada, a baixista Melissa Auf der Maur, e um abraço de Cássia Eller, que cantou antes. As duas surgiram no palco segurando um bolo.
Sem essa espontaneidade do início, mas com seu rock de arena cada vez mais bem calibrado, Foo Fighters retorna ao Brasil em 2027. Eles tocam no dia 18 de fevereiro na Arena MRV, em Belo Horizonte, e em 20 de fevereiro no MorumBIS, em São Paulo.
Foo Fighters faz último show do primeiro dia de Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews

Arte/g1
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Fonte: G1 Entretenimento