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Tarcísio Meira e Glória Menezes se conheceram no teatro e foram casados por 59 anos

A atriz Glória Menezes, um dos grandes nomes da história da dramaturgia brasileira, morreu nesta terça-feira (18), aos 91 anos. Glória foi casada comTarcísio Meira por 59 anos e se conheceram no teatro.
*Esta matéria está em atualização.

Fonte: G1 Entretenimento

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Glória Menezes fez mais de 40 novelas e brilhou com filme premiado em Cannes; relembre


Glória Menezes em ‘Totalmente Demais’ (2015)
Globo/Paulo Belote
A grande atriz brasileira Glória Menezes morreu nesta terça (18), aos 91 anos, no Rio de Janeiro.
Glória nasceu em 19 de outubro de 1934, em Pelotas (RS), e se mudou para São Paulo com a família aos seis anos de idade. O nome de batismo, Nilcedes Soares de Magalhães, juntava as letras de Nilo e Mercedes, seus pais.
Foi com o nome artístico Glória Menezes que ela fez mais de 40 novelas, além de filmes e peças em que se tornou uma das atrizes mais importantes do Brasil. O começo da carreira já foi arrebatador e, depois disso, ela manteve o sucesso por mais de seis décadas.
Após terminar os estudos em SP, entrou na Escola de Artes Dramáticas da Universidade de São Paulo. Ela formou com os colegas um grupo de teatro amador chamado Jovens Independentes.
Já no seu primeiro espetáculo, em 1959, ganhou o prêmio de atriz revelação em um festival de teatro amador promovido pelo diretor Antunes Filho. Fez sua primeira novela também em 1959, “Um lugar ao Sol”.
Em seguida, foi convidada por Antunes Filho para fazer a peça “Feiticeiras de Salém”, e nos bastidores deste espetáculo, conheceu seu futuro marido, Tarcísio Meira.
Leonardo Villar e Glória Menezes no filme ‘O pagador de promessas’
Divulgação
Em 1960, atuou em “O pagador de promessas”, de Anselmo Duarte, que estreou dois anos depois e ganhou a Palma de Ouro em Cannes.
Em 1963, estrelou com Tarcísio a primeira novela diária da TV no Brasil, “25499 Ocupado”, que era transmitida ao vivo pela TV Excelsior. Foi durante esse trabalho que eles começaram a namorar e, depois, se casaram.
Glória e Tarcísio fizeram juntos em seguida as novelas “A Deusa Vencida” (1965) e “Almas de Pedra” (1966). No ano seguinte, fizeram a primeira novela deles na TV Globo, “Sangue e Areia”, de Janete Clair.
Em 1968, eles estrelaram novelas diferentes (Glória, “Passos do vento” e Tarcísio, “A gata de vison”). O público da época estranhou tanto o casal interpretando romances com outras pessoas que eles tiveram que voltar a fazer uma novela juntos, “Rosa Rebelde”, no ano seguinte.
Em 1970 veio um dos trabalhos mais marcantes de Glória, “Irmãos Coragem”, de Janete Clair, em que ela interpreta uma mulher com três personalidades: a recatada Lara, a extravagante Diana e a equilibrada Márcia.
Em 1972, ela estrelou o primeiro programa integralmente exibido em cores na TV do Brasil, “Meu primeiro baile”, episódio do programa “Caso especial”.
Tarcísio Meira e Glória Menezes na novela ‘Espelho Mágico’ (1977)
Acervo Grupo Globo
Nos anos 70, também fez novelas como “O grito” (1975), em que encarnou o drama da mãe de uma criança com problemas mentais, “Espelho mágico”, em que ela interpretava com Tarcísio um casal de atores que estava gravando uma outra novela, e “Pai herói” (1979), como a marcante personagem Ana Preta.
No teatro, Glória fez “Tudo Bem no Ano Que Vem”, de Bernard Slade, que ficou em cartaz por cinco anos, de 1976 e 1981. Outras peças importantes foram “Navalha na Carne” (1981), de Plínio Marcos, e “Um Dia Muito Especial” (1988), de Ettore Scola.
Em 1983, no sucesso televisivo “Guerra dos Sexos”, ela contracenava com Tarcísio Meira, mas viveu um final ousado, em que terminava com o personagem interpretado por Mário Gomes.
Em 1988, os dois estrelaram e coproduziram o seriado “Tarcísio & Glória”, em que ela interpretava a extraterrestre Ava Becker, enquanto Tarcísio vivia o empresário corrupto Bruno Lazzarini.
Entre as várias personagens de novelas marcantes a partir dos anos 80 estão a vingativa Tereza de “Corpo a corpo” (1984), a socialite falida Laurinha Figueroa de “Rainha da Sucata” (1990), a dona de casa desesperada Marta Toledo em “Torre de Babel” (1998), a feiticeira divertida Zoroastra em “O Beijo do Vampiro” (2002) e a Baronesa de Bonsucesso, que sofria do Mal de Alzheimer, em “Senhora do destino” (2004).
Luis Gustavo e Glória Menezes em cena de ‘O Beijo do Vampiro’ (2002)
Divulgação/Globo
Em 2000, no teatro, ela atuou em “Jornada de um Poema”, na qual interpretou uma paciente terminal de câncer.
Na TV, voltou a contracenar com o marido em “Páginas da Vida” (2006), de Manoel Carlos, e “A Favorita” (2008), de João Emanuel Carneiro. Em 2013, ela fez uma participação especial em “Joia Rara” e, em 2015, atuou em “Totalmente Demais”. Em 2018, participou do humorístico “Tá no Ar”.
Em 2020, ela participou da série “Os casais que amamos”, do canal Viva, sobre as histórias dos casais mais marcantes da teledramaturgia brasileira. “Eu não sei nem traduzir o que é o nosso amor. É uma coisa tão diferente. Eu tenho uma necessidade de estar perto dele. Eu preciso dele, e ele precisa de mim. ‘Amor meu’, eu tenho o meu jeito de chamar”, ela disse, ao lado de Tarcísio.
Tarcísio Meira e Glória Menezes foram casados por 59 anos, até a morte dele em 2021. Eles formaram um dos casamentos mais duradouros da televisão brasileira e são pais do também ator Tarcísio Filho.

Fonte: G1 Entretenimento

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Glória Menezes morre aos 91 anos; veja fotos da carreira da atriz


Glória Menezes em ‘Rosa Rebelde’ (1969)
TV Globo
Glória Menezes em ‘Irmãos Coragem’ (1970)
TV Globo
Glória Menezes em ‘Cavalo de aço’ (1973)
TV Globo
Glória Menezes em ‘Pai herói’ (1979)
Nelson di Rago/TV Globo
Glória Menezes em ‘Guerra dos sexos’ (1983)
Nelson di Rago/TV Globo
Glória Menezes em ‘Corpo a corpo’ (1984)
TV Globo
Glória Menezes em ‘Brega & chique’ (1987)
Nelson di Rago/TV Globo
Glória Menezes em ‘Tarcísio & Glória’ (1988)
TV Globo
Glória Menezes em ‘Rainha da sucata’ (1990)
Nelson di Rago/TV Globo
Glória Menezes em ‘Deus nos acuda’ (1992)
Nelson di Rago/TV Globo
Glória Menezes em ‘A próxima vítima’ (1995)
Nelson di Rago/TV Globo
Glória Menezes em ‘Vira-lata’ (1996)
Nelson di Rago/TV Globo
Glória Menezes em ‘Torre de Babel’ (1998)
TV Globo
Glória Menezes em ‘Porto dos milagres’ (2001)
TV Globo
Glória Menezes em ‘O beijo do vampiro’ (2002)
Gianne Carvalho/TV Globo
Glória Menezes em ‘Senhora do destino’ (2004)
João Miguel Júnior/TV Globo
Glória Menezes em ‘Páginas da vida’ (2006)
TV Globo
Glória Menezes em ‘A favorita’ (2008)
Frederico Rozario/TV Globo
Glória Menezes em ‘Louco por elas’ (2012)
Renato Rocha Miranda/TV Globo
Glória Menezes em ‘Totalmente demais’ (2015)
Paulo Belote/TV Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Glória Menezes, uma das maiores atrizes do país, morre no Rio aos 91 anos


Glória Menezes em ‘Torre de Babel’
Globo/Jorge Baumann
A atriz Glória Menezes, um dos grandes nomes da história da dramaturgia brasileira, morreu nesta terça-feira (18), em seu apartamento no Rio de Janeiro, aos 91 anos.
Segundo a assessoria de imprensa da artista, a morte foi por causas naturais.
Glória construiu uma carreira de mais de seis décadas no teatro, no cinema e na televisão e atuou em mais de 40 novelas da Globo.
Glória Menezes nasceu em Pelotas, no Rio Grande do Sul, em 19 de outubro de 1934. Seu nome de batismo era Nilcedes Soares de Magalhães. Ela iniciou a carreira artística no teatro e posteriormente se destacou na televisão e no cinema.
Na Globo, estreou em 1967, na novela “Sangue e Areia”, como a heroína Doña Sol. Na trama, fez par romântico com Tarcísio Meira, com quem manteve uma das uniões mais conhecidas da televisão brasileira. Os dois foram casados por quase seis décadas, até a morte do ator, em 2021.
Ao lado de Tarcísio, Glória protagonizou outras produções marcantes e também estrelou o seriado “Tarcísio & Glória”, exibido em 1988.
Tributo: Glória Menezes, 9 de maio
Carreira na televisão
Glória Menezes atravessou diferentes fases da teledramaturgia brasileira e esteve em novelas de grande repercussão. Entre seus trabalhos estão “Irmãos Coragem” (1970), “O Homem que Deve Morrer” (1971), “Cavalo de Aço” (1973), “Pai Herói” (1979), “Guerra dos Sexos” (1983), “Brega & Chique” (1987), “Rainha da Sucata” (1990), “Deus nos Acuda” (1992), “A Próxima Vítima” (1995), “Torre de Babel” (1998), “Senhora do Destino” (2004), “A Favorita” (2008) e “Totalmente Demais” (2015).
Em “Rainha da Sucata”, Glória interpretou Laurinha Figueroa, uma das personagens mais lembradas de sua carreira. A novela voltou a ser exibida pela Globo em 2025 e 2026, colocando novamente a atriz em destaque entre o público.
Glória Menezes em ‘O beijo do vampiro’ (2002)
Gianne Carvalho/TV Globo
Seu último trabalho em uma novela foi “Totalmente Demais”, em 2015. Depois, a atriz passou a ter uma rotina mais discreta e longe das produções de televisão. Em 2026, ela voltou a ser homenageada pela Globo na Calçada da Fama da emissora.
Parceria com Tarcísio Meira
A trajetória de Glória Menezes ficou profundamente ligada à de Tarcísio Meira. Os dois formaram um dos casais mais populares da televisão brasileira e trabalharam juntos em diversas produções.
Tarcísio morreu em agosto de 2021, aos 85 anos, vítima de complicações da Covid-19. Na época, Glória também havia sido internada com a doença. Anos depois, Tarcísio Filho contou como foi difícil comunicar à mãe a morte do marido.
Glória e Tarcísio tiveram um filho, o ator Tarcísio Filho. Ela também tinha outros dois filhos, de seu primeiro casamento.
Glória Menezes em cena de ‘A Favorita’ (2008)
TV Globo / Frederico Rozario
Mais de 40 novelas na Globo
Segundo o Memória Globo, Glória Menezes atuou em mais de 40 telenovelas da emissora. Além de “Sangue e Areia”, sua estreia na Globo, a lista inclui “Passo dos Ventos”, “Rosa Rebelde”, “O Grito”, “Espelho Mágico”, “Jogo da Vida”, “Corpo a Corpo”, “Porto dos Milagres”, “O Beijo do Vampiro”, “Da Cor do Pecado”, “Páginas da Vida”, “Joia Rara” e “Totalmente Demais”.
No cinema, também teve uma trajetória de destaque. Entre seus trabalhos está “O Pagador de Promessas”, filme dirigido por Anselmo Duarte que venceu a Palma de Ouro no Festival de Cannes em 1962.
Ao longo da carreira, Glória Menezes se consolidou como uma das principais atrizes de sua geração e como uma das protagonistas da história da televisão brasileira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem são os Pablos? Além de Carlos Cesare, 4 atores fizeram o papel no ‘Qual é a Música’; conheça


Quem são os Pablos? Além de Carlos Cesare, 4 atores fizeram o papel no ‘Qual é a Música’; conheça
Reprodução
Ao longo das décadas, o programa ‘Qual é a Música’, do SBT, contou com cinco intérpretes do dublador Pablo. Um deles foi o ator e palhaço Carlos Cesare, que morreu aos 60 anos no último fim de semana.
Cesare vivia em São José dos Campos, cidade do interior de São Paulo, e deu vida ao personagem que revelava as músicas do programa entre 1986 e 1990.
LEIA TAMBÉM: Carlos Cesare, que foi Pablo de ‘Qual é a Música?’, morre aos 60 anos, em São José dos Campos
Cesare começou no teatro em 1986, atuando como Palhaço Cotonete. No mesmo ano, começou a trabalhar como o dublador de ‘Pablo’ no programa “Qual é a Música?”, onde ficou até 1990.
Depois de abandonar a TV, Cesare continuou a desenvolver outros trabalhos artísticos. Criou o show “Armazém do Eugênio” em 2003, tendo retomado as atividades da peça em 2023, com Gustavo Delfino, em São José dos Campos. No ano seguinte, foi convidado para uma data do Clubinho de Leitura do Parque Vicentina Aranha, também em São José.
Conheça os outros ‘Pablos’:
Augusto ‘Pablo’ Carrascal.
Reprodução/TV Globo
Augusto Carrascal
O primeiro de todos, Carrascal é um espanhol que vivia no Brasil na época em que foi convidado para trabalhar com Silvio Santos. “A pessoa que me empurrou, que me ajudou e que praticamente devo tudo, o senhor Abravanel”, disse em uma entrevista para Sandra Annenberg, em um episódio do Globo Repórter de 2024, logo após a morte do criador do SBT.
Na conversa com a apresentadora, Carrascal comentou que a ideia de pintar o rosto veio do próprio Silvio Santos, que sugeriu uma pintura inspirada na banda de heavy metal Kiss.
“E eu falei assim: ‘Ah, mas todo de preto, eu pensei para mim: vai ser um pouco demasiado gótico”, lembrou. “Pensei em purpurinas porque Silvio Santos ama um paetê e uma lantejoula”, completou, o que acabou virando uma marca do personagem.
Atualmente, Carrascal mora na Europa.
‘Qual é música, Pablo?’: sucesso nos anos 1980 relembra reencontro com Silvio Santos
Aníbal Beltran
Aníbal Beltran, quando interpretava Pablo.
Reprodução/SBT
Depois da saída de Cesare, o ator foi substituído por Aníbal Beltran, que deu vida e cores ao personagem no período anterior ao encerramento do programa, entre 1990 e 1991.
Beltran trabalhava em um banco antes de se tornar bailarino, por acaso, no SBT. Ele havia sido convidado por uma bailarina para assistir a um ensaio. Como o balé estava desfalcado, ele acabou substituindo o faltoso naquele dia e assumiu o lugar.
Dois anos mais tarde, ele foi convidado para fazer um teste para substituir Cesare, que havia deixado a atração para se dedicar a outros trabalhos. Em uma entrevista ao UOL, em 2017, ele falou que acharam o teste dele tão bom que usaram as imagens em três programas.
Agora no g1
Beltran ficou no dominical até o encerramento do programa, em 1991. Na mesma entrevista, ele disse que soube da suspensão quando chegou na emissora para trabalhar e foi avisado que o “Qual é a Música” tinha sido encerrado.
Ele ainda trabalhou como dançarino no SBT por dois anos, mas viu algumas atrações da emissora serem encerradas. “O trabalho ficou escasso, tive que fazer algo para o meu futuro. Não vi muita perspectiva dentro da televisão”, comentou ao UOL. Depois disso, se afastou do mundo artístico e prefere o anonimato.
Felipeh Campos
Felipeh Campos é jornalista e apresentador.
Reprodução
Felipeh Campos é o único Pablo que mantém algum destaque na indústria da mídia, mas como jornalista e apresentador.
Campos foi o primeiro Pablo de um novo formato do programa, que estreou em 1999. Ele entrou para o elenco do “Qual é a Música” depois de participar e vencer um concurso que escolheria o substituto do personagem entre mais de 700 concorrentes.
Além de ter ficado quatro anos na emissora dando vida e “voz” ao personagem de pintura no rosto, Campos diz ter aproveitado para custear os estudos de jornalismo.
Alberto Goya
Alberto Goya também fez carreira como Pablo.
Reprodução/SBT/Instagram
O último dos Pablos também se afastou dos holofotes, apesar de ter continuado a trabalhar com arte. Goya é bailarino e ator de musicais, além de já ter trabalhado dançando em cruzeiros. Ele compartilha imagens de suas viagens e alguns espetáculos em suas redes sociais.
Depois de trabalhar como Pablo entre 2007 e 2008, ele fez participações em musicais tanto no Brasil quanto fora do país. Atualmente, tem preferido viver mais anonimamente.

Fonte: G1 Entretenimento

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Mãe de Hayden Panettiere diz que namorado da atriz era ‘alguém de quem a família queria se livrar’


Relembre a vida e a trajetória da atriz Hayden Panettiere, que morreu aos 36 anos
A mãe da atriz Hayden Panettiere, Lesley Vogel, falou pela primeira vez nesta terça (18) após a morte da filha. Em entrevista à NBC, ela falou sobre Brian Hickerson, namorado de idas e vindas de Panettiere.
“Aquela pessoa na vida dela de quem tentávamos nos livrar há bastante tempo estava com ela no momento de sua morte, e essa pessoa era Brian Hickerson”.
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Autópsia inicial não acha sinais de trauma após atriz ser encontrada com parada cardíaca
A morte de Hayden, aos 36 anos, foi divulgada na madrugada desta segunda (17). O caso está sendo investigado e Vogel afirma que ainda tem poucas informações, mas que pretende “falar com um detetive”.
“Acho que a Hayden era uma pessoa incrivelmente talentosa em muitos aspectos e penso que, para os jovens que crescem na indústria do entretenimento (que é uma luta e um meio muito desafiador), não é incomum que acabem, infelizmente, seguindo o caminho errado”, afirmou.
Namorado estava no local
O TMZ reportou nesta terça (18) que Brian e o irmão dele, Zach, estavam presentes no apartamento quando Hayden sofreu uma parada cardíaca no último domingo (16).
De acordo com o boletim de ocorrência divulgado pela polícia local, Zach estava “muito abalado” enquanto os socorristas tentavam reanimar a artista.
Já Brian só teria demonstrado reação após a confirmação da morte no local. Ele também teria apresentado aos agentes uma sacola com os medicamentos que a atriz utilizava.
As equipes de emergência foram acionadas por volta das 13h50 para atender a um chamado de parada cardiorrespiratória em um imóvel alugado por aplicativo, em Greenville, na Carolina do Sul.
Os socorristas realizaram procedimentos de emergência para tentar salvar a vida da atriz, mas o óbito foi declarado às 14h32.
Segundo o TMZ, a presença do casal na região era frequente, embora o motivo específico desta viagem recente ainda não tenha sido esclarecido pelas autoridades.
Quem é Hayden Panettiere
Hayden Panettiere morreu neste domingo (16), aos 36 anos
REUTERS
Ex-atriz mirim, Panettiere ganhou amplo reconhecimento ao dar voz a Dot, a jovem princesa formiga no sucesso de animação da Pixar de 1998, “Vida de Inseto”. Seu trabalho no álbum de leitura conjunta do filme lhe rendeu uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum de Palavra Falada para Crianças.
Ela alcançou a fama interpretando Claire Bennet, uma líder de torcida do ensino médio com superpoderes, na série de sucesso da NBC “Heroes”, que estreou em 2006. Ela também participou do drama de futebol americano “Duelo de Titãs” (Remember the Titans), de 2000, estrelado por Denzel Washington.
Panettiere recebeu duas indicações ao Globo de Ouro, em 2013 e 2014, na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Televisão, Minissérie ou Filme para Televisão por seu papel como Juliette Barnes no drama musical “Nashville”. Ela também fez parte da franquia de terror “Pânico”.
A aparição mais recente de Panettiere foi no thriller psicológico “Sleepwalker”, lançado nos EUA em janeiro de 2026, no qual ela interpretou uma mãe enlutada atormentada por episódios de sonambulismo, de acordo com o site IMDb.
Seu irmão, o ator Jansen Panettiere, morreu em 2023, aos 28 anos, devido a complicações relacionadas a um coração dilatado e a um problema na válvula aórtica, de acordo com um comunicado da família divulgado à imprensa americana ainda naquele ano.
Vício em drogas e álcool
Em 2022, a atriz havia revelado em entrevista à revista People um vício em drogas e álcool que quase lhe custou a vida. “Eu estava no topo do mundo e arruinei tudo”, disse.
Panettiere contou que passou anos lutando contra o vício, ao mesmo tempo em que enfrentava uma depressão pós-parto. A atriz buscou tratamento para sua depressão, mas se viu cada vez mais dependente do álcool. “Havia apenas essa cor cinza na minha vida”, lamentou.
Hayden Panettiere chega à 61ª edição do Primetime Emmy Awards em 20 de setembro de 2009, em Los Angeles
AP Photo/Matt Sayles, File
A atriz diz que não bebeu durante a gestação, mas afirma: “Nunca tive a sensação de querer prejudicar minha filha, mas não queria passar nenhum tempo com ela.”
Panettiere conta que trabalhou bastante para ser sincera consigo mesma para encarar uma internação e um tratamento de trauma no ano passado. “Acho que cheguei ao fundo do poço, mas lá há aquele alçapão que se abre.”
Na entrevista, a atriz, que iniciou sua carreira aos 11 anos, atuando em novelas e filmes como “Duelo de Titãs”, ainda revelou que, quando ela estava com 15 anos, um membro de sua equipe começou a oferecer “pílulas da felicidade” para que ela caminhasse nos tapetes vermelhos.
“Era pra me deixar animada durante as entrevistas. E não fazia ideia de que aquilo não era apropriado, ou que era a porta de abertura para meu vício”, conta.
*Com informações da Reuters.

Fonte: G1 Entretenimento

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Diretor de ‘Descontrole’ aciona a Justiça contra Fiuk após declarações sobre filme


Fiuk ao lado do diretor André Luís Camargo, durante gravação de “Descontrole”.
Divulgação/Descontrole
André Luís Camargo, diretor de “Descontrole”, anunciou que está tomando “medidas legais na esfera cível e criminal” contra Fiuk após o ator afirmar que investiu no projeto e teve prejuízos. O longa chegou a ser divulgado com orçamento estimado em mais de R$ 20 milhões.
Em nota, Camargo afirma que as ações têm como objetivo responsabilizá-lo por declarações que considera inverídicas e pelos supostos danos causados à reputação.
O documento foi assinado pelo diretor, em nome da Owner Entertainment, produtora do filme, e por um escritório de advocacia (veja a íntegra da nota ao final da reportagem).
Procurados pelo g1 para dar mais detalhes sobre as medidas anunciadas, Camargo e a Owner Entertainment preferiram não se manifestar além do conteúdo da nota.
O g1 também procurou Fiuk para saber se ele já foi notificado sobre as ações. Até a publicação desta reportagem, o ator não havia se manifestado.
Em entrevistas, Fiuk afirmou que teria sido alvo de uma “armação” durante o desenvolvimento do projeto após um dos patrocinadores ter demonstrado interesse em protagonizar a produção. Disse também que o projeto idealizado por ele passou a se chamar “Asfalto” e teria seguido sob a nova denominação sem sua participação.
Na nota endereçada à imprensa, a Owner Entertainment contesta a versão apresentada por Fiuk e afirma que:
Fiuk não investiu dinheiro em “Descontrole” e sua participação seria apenas como ator convidado e coautor da ideia inicial;
O contrato com Fiuk nunca foi assinado e o projeto teria sido encerrado de forma consensual após divergências criativas;
O projeto não saiu da fase de desenvolvimento, segundo a produtora, que afirma ter arcado com todos os custos das gravações de pilotos;
“Asfalto” é um filme independente de “Descontrole”, apesar de os dois projetos abordarem carros e drift.
Entenda melhor cada um dos pontos abaixo:
Gravações seriam apenas material-piloto
Fiuk em material de divulgação de “Descontrole”, filme brasileiro sobre drift no qual o ator afirma ter investido dinheiro.
Foto: Arquivo pessoal/Divulgação
De acordo com a Owner Entertainment, “Descontrole” jamais passou da etapa inicial de desenvolvimento.
O trabalho teria envolvido prospecção de patrocínios, elaboração do roteiro, formação do elenco e gravação de pilotos preliminares em Balneário Camboriú e Campinas.
A produtora afirma ainda que arcou integralmente com os custos das gravações, incluindo passagens aéreas, hospedagem e alimentação dos participantes, inclusive do próprio Fiuk. Segundo a nota, esse material foi posteriormente descartado e não teria sido utilizado em qualquer produção posterior.
Leia também:

Produtor nega que Fiuk tenha perdido dinheiro em filme: ‘Não investiu um único real’
Fiuk nunca chegou a assinar contrato
Tanto Fiuk quanto a Owner Entertainment afirmam que a participação do ator no longa nunca chegou a ser formalizada.
A Owner afirmou que enviou um contrato ao ator, mas não recebeu o documento assinado, apesar das tentativas da produtora. Segundo a empresa, o projeto acabou encerrado de forma consensual após “inúmeras divergências criativas”.
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‘Asfalto’ é outro filme, diz produtora
A Owner Entertainment também nega que “Asfalto” seja uma continuação ou uma nova versão de “Descontrole”. Segundo a nota, o filme é uma obra inédita e “integralmente desvinculada” do projeto anterior.
A produtora reconhece que os dois longas têm em comum o universo de carros e drift, mas afirma que as histórias são diferentes.
“Descontrole” acompanharia um jovem iniciante envolvido em um assalto, enquanto “Asfalto” teria como protagonista um piloto experiente que enfrenta um esquema de corrupção, vigilância e manipulação tecnológica.
Parte 1 da nota enviada ao g1 por André Luís Camargo, diretor de “Descontrole” e responsável pela Owner Entertainment.
Divulgação
Parte 2 da nota enviada ao g1 por André Luís Camargo, diretor de “Descontrole” e responsável pela Owner Entertainment
Divulgação.
Relembre polêmica
O cantor e ator Fiuk, de 35 anos, afirmou ao g1 no sábado (15) estar enfrentando dificuldades financeiras após investir na produção de um filme brasileiro sobre drift, estilo de direção em que o motorista provoca derrapagens controladas.
Intitulado “Descontrole”, o longa foi anunciado com orçamento superior a R$ 20 milhões e com profissionais que teriam experiência na franquia “Velozes e Furiosos”. Fiuk foi apresentado como um dos protagonistas e afirmou que a iniciativa do projeto partiu dele.
Por meio de sua assessoria, o ex-BBB disse que dedicou anos ao desenvolvimento do projeto, inclusive, injetando recursos próprios, mas acabou deixando a produção com prejuízos financeiros e sem nunca ter assinado um contrato. Ele não explicou, porém, quanto investiu.
Fiuk compartilha nas redes sociais registros de sua paixão pelo drift, modalidade que inspirou o filme.
Reprodução/Instagram/Fiuk
Produção previa 100 carros e helicóptero
As gravações de “Descontrole” chegaram a começar em novembro de 2024, em Balneário Camboriú, Santa Catarina. No roteiro, Fiuk interpretaria Dori, um piloto de drift com um “passado enigmático”.
Segundo informações divulgadas pelo Gshow na época das filmagens, mais de R$ 700 mil seriam destinados somente à sequência inicial, gravada no Píer da Barra Norte, com mais de 50 carros, um helicóptero e cerca de 100 pessoas.
Meses depois, em maio de 2025, uma outra sequência do longa chegou a ser rodada no Centro de Campinas, mobilizando mais 100 carros e 150 figurantes.
Filme de Fiuk que virou prejuízo teve cenas gravadas em Campinas com 100 carros
Fiuk diz que não vai desistir de sonho
Mesmo diante da experiência frustrada, Fiuk garante que não pretende abandonar o sonho de fazer um filme sobre o universo dos carros.
Em entrevista ao Metrópoles, na sexta-feira (14), afirmou estar disposto a vender bens pessoais para viabilizar a nova produção. “Vou vender o que precisar. Guitarra, carro… Vou fazer acontecer isso aí”, afirmou.
Segundo sua equipe, a nova produção já tem nome: “Espírito Máquina”. Ele começará do zero.
“Será uma outra história, só que com construção criativa e estrutura jurídica mais transparente para preservar sua autoria e participação”, afirmou a equipe.
Ele não disse se pretende levar o caso anterior à Justiça. Falou apenas que não quer transformar todo este episódio em “uma disputa pública”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Madonna supera Taylor Swift em indicações para o Video Music Awards da MTV


‘Confessions II’ é bela homenagem de Madonna a ela mesma e à pista de dança
Madonna conquistou o maior número de indicações para o Video Music Awards da MTV nesta terça-feira, quatro décadas depois que a cantora de “Material Girl” colocou o evento no mapa cultural com uma apresentação que ganhou as manchetes.
Madonna recebeu 11 indicações para a cerimônia do VMA do próximo mês, incluindo indicações para o vídeo do ano com “Confessions II – The Film” e para artista do ano. Ela superou as nove indicações de Taylor Swift, que disputará o prêmio de vídeo do ano com “The Fate of Ophelia”, de seu álbum mais recente, “The Life of a Showgirl”.
Ambas as cantoras já possuem vários troféus “Moon Person” do VMA. Madonna conquistou o primeiro em 1986, quando recebeu o prêmio Video Vanguard Award por ter sido pioneira no formato do videoclipe. Em 1987, ela ganhou o prêmio de melhor videoclipe feminino por “Papa Don’t Preach” e já acumulou 20 prêmios VMA ao longo de sua carreira até hoje.
Taylor Swift recebe prêmio de Clipe do Ano no VMA 2019 por “You Need to Calm Down”
Matt Sayles/Invision/AP
Foi sua apresentação na primeira edição do VMA, em 1984, que criou um dos momentos mais icônicos do programa. Madonna subiu ao palco com um vestido de noiva adornado com uma fivela de cinto com a inscrição “Boy Toy” e rolou no chão enquanto cantava “Like a Virgin”, ultrapassando os limites do que era considerado aceitável na TV a cabo na época.
Este ano, ela enfrenta a poderosa Swift, que recentemente concluiu a turnê de shows de maior bilheteria de todos os tempos. Swift está empatada com Beyoncé no número de vitórias no VMA ao longo da carreira, com 30 cada uma.
Outras indicadas ao VMA deste ano incluem Ariana Grande, vencedora do VMA do ano passado na categoria vídeo do ano, e Sabrina Carpenter. Cada uma recebeu sete indicações.
Os fãs podem votar online em 13 das categorias deste ano. Os vencedores serão anunciados em 27 de setembro, em uma cerimônia transmitida ao vivo pela CBS e pela MTV e disponível para streaming no Paramount+.

Fonte: G1 Entretenimento

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Morte de Hayden Panettiere: namorado da atriz e irmão dele estavam presentes no local, diz site


Relembre a vida e a trajetória da atriz Hayden Panettiere, que morreu aos 36 anos
O namorado da atriz Hayden Panettiere, Brian Hickerson, e o irmão dele, Zach, estavam presentes no apartamento quando a atriz sofreu uma parada cardíaca no último domingo (16). A informação é do TMZ.
A morte de Hayden, aos 36 anos, foi divulgada na madrugada desta segunda (17). O caso está sendo investigado.
Medicamento usado para reverter overdose é encontrado no local da morte
Autópsia inicial não acha sinais de trauma após atriz ser encontrada com parada cardíaca
De acordo com o boletim de ocorrência divulgado pela polícia local, Zach estava “muito abalado” enquanto os socorristas tentavam reanimar a artista.
Já Brian só teria demonstrado reação após a confirmação da morte no local. Ele também teria apresentado aos agentes uma sacola com os medicamentos que a atriz utilizava.
As equipes de emergência foram acionadas por volta das 13h50 para atender a um chamado de parada cardiorrespiratória em um imóvel alugado por aplicativo, em Greenville, na Carolina do Sul.
Os socorristas realizaram procedimentos de emergência para tentar salvar a vida da atriz, mas o óbito foi declarado às 14h32.
Segundo o TMZ, a presença do casal na região era frequente, embora o motivo específico desta viagem recente ainda não tenha sido esclarecido pelas autoridades.
Quem é Hayden Panettiere
Hayden Panettiere morreu neste domingo (16), aos 36 anos
REUTERS
Ex-atriz mirim, Panettiere ganhou amplo reconhecimento ao dar voz a Dot, a jovem princesa formiga no sucesso de animação da Pixar de 1998, “Vida de Inseto”. Seu trabalho no álbum de leitura conjunta do filme lhe rendeu uma indicação ao Grammy de Melhor Álbum de Palavra Falada para Crianças.
Ela alcançou a fama interpretando Claire Bennet, uma líder de torcida do ensino médio com superpoderes, na série de sucesso da NBC “Heroes”, que estreou em 2006. Ela também participou do drama de futebol americano “Duelo de Titãs” (Remember the Titans), de 2000, estrelado por Denzel Washington.
Panettiere recebeu duas indicações ao Globo de Ouro, em 2013 e 2014, na categoria de Melhor Atriz Coadjuvante em Série de Televisão, Minissérie ou Filme para Televisão por seu papel como Juliette Barnes no drama musical “Nashville”. Ela também fez parte da franquia de terror “Pânico”.
A aparição mais recente de Panettiere foi no thriller psicológico “Sleepwalker”, lançado nos EUA em janeiro de 2026, no qual ela interpretou uma mãe enlutada atormentada por episódios de sonambulismo, de acordo com o site IMDb.
Seu irmão, o ator Jansen Panettiere, morreu em 2023, aos 28 anos, devido a complicações relacionadas a um coração dilatado e a um problema na válvula aórtica, de acordo com um comunicado da família divulgado à imprensa americana ainda naquele ano.
Vício em drogas e álcool
Em 2022, a atriz havia revelado em entrevista à revista People um vício em drogas e álcool que quase lhe custou a vida. “Eu estava no topo do mundo e arruinei tudo”, disse.
Panettiere contou que passou anos lutando contra o vício, ao mesmo tempo em que enfrentava uma depressão pós-parto. A atriz buscou tratamento para sua depressão, mas se viu cada vez mais dependente do álcool. “Havia apenas essa cor cinza na minha vida”, lamentou.
Hayden Panettiere chega à 61ª edição do Primetime Emmy Awards em 20 de setembro de 2009, em Los Angeles
AP Photo/Matt Sayles, File
A atriz diz que não bebeu durante a gestação, mas afirma: “Nunca tive a sensação de querer prejudicar minha filha, mas não queria passar nenhum tempo com ela.”
Panettiere conta que trabalhou bastante para ser sincera consigo mesma para encarar uma internação e um tratamento de trauma no ano passado. “Acho que cheguei ao fundo do poço, mas lá há aquele alçapão que se abre.”
Na entrevista, a atriz, que iniciou sua carreira aos 11 anos, atuando em novelas e filmes como “Duelo de Titãs”, ainda revelou que, quando ela estava com 15 anos, um membro de sua equipe começou a oferecer “pílulas da felicidade” para que ela caminhasse nos tapetes vermelhos.
“Era pra me deixar animada durante as entrevistas. E não fazia ideia de que aquilo não era apropriado, ou que era a porta de abertura para meu vício”, conta.
*Com informações da Reuters.

Fonte: G1 Entretenimento

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De Dona Guiomar a Matilde: relembre personagens que marcaram a carreira de Laura Cardoso

Morreu aos 98 anos a atriz Laura Cardoso
Laura Cardoso construiu uma das trajetórias mais longevas da dramaturgia brasileira e deu vida a personagens de diferentes perfis ao longo de décadas na televisão. Foram mulheres dramáticas, conservadoras, divertidas e também figuras marcantes que ajudaram a transformar cenas de novelas em momentos lembrados pelo público.
A atriz, que morreu aos 98 anos, passou por mais de 60 novelas e também teve uma trajetória de destaque no teatro e no cinema. Na televisão, participou desde os primeiros anos da TV brasileira, quando as produções ainda eram feitas ao vivo, e continuou em cena até os 90 anos.
Personagens vividos por Laura na tv
Alda, de ‘Brilhante’
O convite para a Globo veio no início dos anos 1980. Laura estava no Paraná, fazendo teatro, quando recebeu um telefonema de Daniel Filho para participar da novela “Brilhante”.
Alda foi a primeira de uma série de personagens interpretadas pela atriz na emissora. A partir dali, Laura consolidaria uma trajetória marcada pela capacidade de construir mulheres com características muito diferentes entre si.
Carolina, de ‘Livre para Voar’
Depois de Alda, Laura interpretou Carolina em “Livre para Voar”.
O papel fez parte da sequência de personagens que ajudaram a consolidar a atriz entre os grandes nomes da dramaturgia brasileira.
Soraia, de ‘Explode Coração’
Em “Explode Coração”, Laura viveu Soraia.
A personagem aparece entre os papéis lembrados na trajetória da atriz, que transitou por diferentes tipos de mulheres e registros dramáticos ao longo da carreira.
Tia Ruth, de ‘Salsa e Merengue’
Laura também mostrou seu lado mais divertido em “Salsa e Merengue”, novela em que interpretou a trambiqueira tia Ruth.
O papel é um dos exemplos da variedade de personagens que a atriz incorporou ao longo da carreira, indo de figuras dramáticas a mulheres com características mais cômicas e populares.
Dona Guiomar, de ‘A Viagem’
Em “A Viagem”, Laura Cardoso deu vida à atormentada Dona Guiomar, outra personagem que marcou sua trajetória.
Durante a novela, a própria atriz precisou passar por uma cirurgia de emergência. A situação foi incorporada à trama: sua personagem também foi para o hospital e voltou à história cerca de um mês depois.
Silvana, de ‘A Padroeira’
Laura interpretou ainda Silvana em “A Padroeira”.
O papel integrou uma extensa lista de personagens que ajudaram a construir a imagem da atriz como uma das grandes referências da dramaturgia brasileira.
Isaura, de ‘Mulheres de Areia’
Na segunda versão de “Mulheres de Areia”, Laura viveu Dona Isaura, mãe das gêmeas Ruth e Raquel.
A personagem estava entre as favoritas da atriz, segundo a reportagem.
Dorotéia, de ‘Gabriela’
Laura Cardoso continuou trabalhando mesmo em idade avançada.
Aos 85 anos, interpretou Dorotéia no remake de “Gabriela”. A personagem era uma mulher conservadora e fazia parte do universo da novela.
A participação é um exemplo da longevidade da atriz, que permaneceu atuando enquanto muitos artistas de sua geração já haviam deixado os estúdios.
Caetana, de ‘O Outro Lado do Paraíso’
Aos 90 anos, Laura interpretou Caetana em “O Outro Lado do Paraíso”, uma personagem ligada ao universo de um bordel.
Mais uma vez, a atriz mostrou a capacidade de assumir personagens completamente diferentes daqueles que havia interpretado em outros momentos da carreira.
Matilde, de ‘A Dona do Pedaço’
Aos 92 anos, Laura Cardoso esteve no elenco de “A Dona do Pedaço”, interpretando a misteriosa Matilde.
Foi um dos trabalhos que marcaram a fase final da carreira da atriz na televisão.
Uma atriz de muitos sotaques e personagens
Ao longo da carreira, Laura Cardoso interpretou mulheres com personalidades e histórias muito diferentes. A reportagem destaca justamente essa capacidade de construção: ela era uma atriz detalhista, capaz de enriquecer as cenas com sua presença e força.
Foram personagens dramáticas e divertidas, em diferentes novelas e épocas da televisão brasileira.
Mais do que uma coleção de papéis, a trajetória mostra uma atriz que permaneceu em transformação ao longo das décadas — da televisão ao vivo dos primeiros anos da TV brasileira às grandes produções de novelas.
Laura Cardoso deixa duas filhas, três netos e um bisneto e um legado reconhecido por artistas de diferentes gerações. Colegas como Miguel Falabella, Lúcia Veríssimo, Fabiana Karla e Zezé Motta lamentaram a morte da atriz e destacaram a amizade, a disciplina, a alegria e os ensinamentos deixados por ela.

Fonte: G1 Entretenimento