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Músicas de Taylor Swift são removidas de vídeos de Trump e da Casa Branca


Taylor Swift se apresenta durante a turnê “The Eras Tour”, em Vancouver, no Canadá, em 6 de dezembro de 2024
Jennifer Gauthier/Reuters
Algumas músicas de Taylor Swift foram removidas de vídeos publicados nas redes sociais pela campanha do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pela Casa Branca, que usaram duas canções da artista americana na última semana.
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A Casa Branca e um representante de Swift não responderam imediatamente aos pedidos de comentário da Reuters.
Swift não se manifestou recentemente sobre Trump, embora tenha apoiado sua rival democrata, a então vice-presidente Kamala Harris, nas eleições de 2024.
Durante a campanha presidencial de 2020, a cantora afirmou nas redes sociais que Trump estava “BEM CIENTE de que não o queremos como nosso presidente”.
Agora no g1
Trump, por sua vez, já criticou Swift diversas vezes. Depois que a cantora declarou apoio a Harris, ele escreveu nas redes sociais: “EU ODEIO TAYLOR SWIFT!”.
No ano passado, voltou a atacar a artista ao publicar: “Alguém percebeu que, desde que eu disse ‘EU ODEIO TAYLOR SWIFT’, ela não é mais ‘GOSTOSA’?”.
Dezenas de artistas, entre eles Sabrina Carpenter e Ariana Grande, já pediram ao governo Trump que não utilize suas músicas.
Na última semana, a campanha de Trump usou duas músicas de Swift em sua página no TikTok. Uma das publicações, que fazia referências a títulos de canções da artista, trazia a legenda “Red (Donald Trump’s Version)”, em alusão ao álbum “Red (Taylor’s Version)”.
O conteúdo associava títulos de músicas de Swift a temas políticos e ao próprio presidente. Entre as referências estavam:
“Everything Has Changed” (“Tudo mudou”) — relacionada às mudanças na fronteira sul dos Estados Unidos;
“We Are Never Ever Getting Back Together” (“Nunca mais vamos voltar”) — associada ao governo Biden-Harris;
“The Last Time” (“A última vez”) — ligada ao uso de uma caneta automática para assinar documentos presidenciais.
Trump ataca Taylor Swift nas redes sociais
Keilla Carvalho/GloboNews
Em junho, a campanha de Trump publicou outro vídeo no TikTok com “I Knew It, I Knew You”, música de Swift para o filme “Toy Story 5”. A publicação trazia a legenda: “Ninguém ama nosso país e o povo americano mais do que President Donald J Trump”.
O vídeo mostrava Trump interagindo com crianças na Casa Branca, dançando durante um evento do UFC e participando de um comício.
Foi a terceira vez nos últimos meses que o governo Trump ou sua campanha utilizaram uma música da cantora, vencedora de vários prêmios Grammy, em publicações nas redes sociais.
Em abril, a Casa Branca compartilhou um vídeo do encontro da equipe da missão Artemis II com Trump, realizado no dia anterior. A publicação usava “High Infidelity”, de Swift, e destacava um trecho da letra que faz referência à data de 29 de abril.
A Casa Branca também publicou, em novembro, um vídeo no TikTok com “The Fate of Ophelia”, do álbum “The Life of a Showgirl”, lançado no mês anterior. O conteúdo reunia imagens da bandeira dos Estados Unidos, monumentos e diversas fotos de Trump, incluindo a fotografia tirada quando ele foi fichado pela polícia em 2023.
A publicação provocou ampla repercussão nas redes sociais. Na ocasião, um porta-voz da Casa Branca afirmou a veículos de imprensa que o vídeo havia sido produzido porque o governo sabia que a mídia “iria amplificar esses vídeos com tanta emoção”.
A equipe de comunicação de Trump, que mantém forte presença nas redes sociais, também já utilizou músicas populares em vídeos sobre diferentes ações do governo, incluindo a política de repressão à imigração, operações militares dos Estados Unidos contra o Irã e a prisão do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro.
Candidato à presidência dos EUA, Donald Trump postou que odeia a cantora Taylor Swift
Reprodução/Redes sociais

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta entoa mantra, saúda Ogum e rebola de costas no show da turnê ‘Equilibrivm’ em SP


Anitta durante show da ‘Equilibrvm Tour’ em SP
Fred Othero/Divulgação
Anitta trouxe a São Paulo, na noite deste sábado (8), no Parque Villa-Lobos, a turnê que apresenta ao vivo os álbuns “Equilibrivm” e “Equilibrivm II”, lançados por ela entre abril e julho deste ano.
A expectativa do público era gigante para espiar o que a artista que despontou no Brasil convocando as “poderosas” a descerem e rebolarem — e depois caiu nas graças do mundo com o reggaeton em espanhol “Envolver” — tinha preparado para essa nova fase “good vibes”.
Com direção criativa de Nídia Aranha, a curta excursão “Equilbrivm” estreou há uma semana, em Porto Alegre. Da capital paulista, seguirá agora para Fortaleza (CE), Niterói (RJ) e ancora, pelo menos por enquanto, em Salvador (BA). Tudo ainda neste mês de agosto.
Logo na abertura do show, com duração de cerca de 1h50, a cantora carioca de 33 anos apresentou as faixas “Ouro”, “Contemplação” e “Ternura”. Com os pés descalços e repetindo mantras (“Tô buscando algo que vale mais que ouro”), ela deixou claro que essa turnê seria mesmo completamente diferente dos seus “Ensaios”. Será?
‘Equilibrivm’: veja as principais referências religiosas do novo álbum de Anitta
Sambando miudinho
O ponto alto desse primeiro ato (o show é dividido em três, separados por trocas de roupas) é a ótima versão de “É d’Oxum”. Famoso na voz do baiano Gerônimo Santana, Anitta já havia interpretado o ijexá em outras oportunidades ao longo da carreira. Agora ele faz mais sentido para o seu repertório do que nunca.
O show vai seguindo assim, calminho, cantado mansamente, embalado por “Deus mãe”, “Sem pressa” e “Bemba”, até emendar “Caminhador” com um cover de “Andar com fé”, de Gilberto Gil (1982).
Do chão, o público tenta acompanhar esse novo “pique” mais sereno da cantora. Estranha algumas vezes. Vai requebrando devagarinho, sambando miudinho, ainda sem soltar muito.
Meiuca romântica não emociona
Anitta durante show da ‘Equilibrvm Tour’ em SP
Fred Othero/Divulgação
As coisas até começam a esquentar na sequência. Vestida inteira de vermelho, Anitta eleva a temperatura — literalmente, com vários e vários efeitos de fogos — entoando um mashup potente de “Desgraça”, “Mandinga” e “Feitiço”.
Mas, em seguida, diminui novamente a potência, na parte mais morna do show, que conta com as músicas “Pinterest” e “So Much Love”.
Curiosamente, a dupla de álbuns, que reúne mais de 20 feats, não teve nenhuma participação especial neste show de São Paulo. Mas não que Anitta precise também.
Tudo alinhado
Anitta durante show da ‘Equilibrvm Tour’ em SP
Fred Othero/Divulgação
É no terceiro ato, contudo e felizmente, que a experiência no palco encontra seu sentido completo: a promessa de uma nova Anitta encontra a Anitta que o público já conhece. Tudo se equilibra.
É, de longe, o melhor momento do show, com as percussões marcadíssimas e potentes de músicas que parecem ter nascido para o palco, como “Você já sabe”, “Choka choka” e “Oke”.
Aqui, Anitta incorpora de volta a persona que melhor lhe cabe, de diva pop, com coreografias bem frenéticas, como no seu número solo em “Sal Grosso”, em que dança brevemente ao lado de um Omulu.
Ou quando, ainda no refrão da mesma música, se apoia em duas dançarinas para fazer a coreografia viral da faixa.
Divididas e pensadas para crescer gradualmente — da meditação à festa, do sagrado ao profano — as cerca de 30 faixas da setlist, no fim das contas e com o perdão do péssimo trocadilho, se equilibram mesmo muito bem.
Entre homenagens a grandes nomes da MPB, saudações a Ogum e Nanã, faixas-meditações incentivando o público a olhar com mais calma para dentro de si e seus bons funkões, Anitta vai tateando e encontrando junto com o público a sua versão mais madura enquanto artista até aqui.
Anitta durante show da ‘Equilibrvm Tour’ em SP
Fred Othero/Divulgação
Se enganou quem achou que, para isso, ela precisaria abandonar completamente eras antigas.
Nos momentinhos finais da apresentação, avisa: “Esse projeto é especial porque é onde eu me senti à vontade para ser Larissa com vocês mas não achem que me envergonho de nada do que fiz na minha carreira”.
Para provar, manda os fãs abrirem uma grande roda para “presenteá-los” com “Lose Ya Breath”.
Depois, faz do show que foi pensado para ser mais “intimista” um verdadeiro Carnaval fora de época com “Lugar Perfeito”, que contém os versos “Cheio de fé e positividade, avisa lá que hoje eu vou ter que chegar mais tarde”.
Todas as eras estão ali.

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta reage à polêmica sobre fãs vestidos de orixás em shows: ‘Se não tiver desrespeitando ninguém, tudo bem’


Anitta reage a polêmica envolvendo fãs ‘fantasiados’ de Orixás
g1
Antes de subir ao palco montado no Parque Villa Lobos, em São Paulo, neste sábado (8), Anitta reagiu às críticas que alguns dos seus fãs têm sofrido nas redes após se “fantasiarem” de orixás para o show da turnê “Equilibrivm”.
Ao g1, a cantora que está rodando capitais pelo país neste mês de agosto com o novo projeto, disse:
“Cada um faz o que quer. Eu não sou de ficar apontando o que os outros têm ou não têm que fazer. Mas se não tiver desrespeitando ninguém…tudo bem.”
‘Equilibrivm’: veja as principais referências religiosas do novo álbum de Anitta
Entenda a polêmica
Imagens registradas durante o show de Anitta em Porto Alegre, na última sexta-feira (1º), acenderam um debate nas redes sociais sobre apropriação cultural e respeito às religiões de matriz africana.
Uma das fotos mostrava um fã caracterizado como Omulu, orixá cultuado no candomblé e na umbanda.
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Internautas passaram a discutir se o uso da caracterização, durante os shows da turnê, poderia ser interpretado como simples homenagens ou se seria desrespeito religioso.
Um dos perfis disse: “Teria vergonha. Religião não é fantasia. Isso já é apropriação.”
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Algumas pessoas que se identificaram como praticantes de religiões de matriz africana concordaram com as críticas. Defenderam que símbolos sagrados não deveriam ser tratados como fantasia.
Outros usuários, contudo, defenderam o fã. Argumentaram que a intenção seria celebrar a estética e a espiritualidade presentes na obra da cantora.
Fã de Anitta usa adereços em referência ao candomblé em show da turnê ‘Equilibrvm’
Redes sociais
A turnê da cantora passará ainda por Fortaleza (15/08), Niterói (22/08) e Salvador (29/08). O novo projeto apresenta ao vivo os álbuns “Equilibrium” e “Equilibrivm II”, lançados por ela entre abril e julho deste ano.

Fonte: G1 Entretenimento

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Fran Gil anuncia o segundo álbum solo, ‘Onda’, com single que traz as músicas ‘Reconstruir’ e ‘Mancha de dendê’


Fran Gil lança em 18 de agosto o single com duas músicas inéditas do repertório autoral do álbum solo ‘Onda’
Reprodução / Instagram Fran Gil
♫ NOTÍCIA
♬ Fran Gil anunciou a chegada do segundo álbum solo, “Onda”, ao celebrar o aniversário da mãe, Preta Gil (1974 – 2025), que faria 52 anos neste sábado, 8 de agosto. Sucessor do já longínquo álbum “Raiz” (2020) na discografia solo de Fran Gil, “Onda” será promovido antes do lançamento com single duplo programado para 18 de agosto com as músicas autorais “Reconstruir” e “Mancha de dendê”.
Em ação de marketing similar à adotada pelo grupo Gilsons ao lançar o segundo álbum de estúdio, “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão” (2026), o cantor e compositor carioca apresentará de cara duas músicas de cepas distintas, mas complementares no universo temático e musical do álbum “Onda”.
“Reconstruir” é canção erguida sobre base de sintetizadores de Rodrigo Tavares. Já “Mancha de dendê” se assenta sobre a percussão de Kainã do Jêje, coprodutor da faixa.
Francisco Gil revelou a existência do álbum solo e a do single duplo ao discorrer em rede social sobre a viagem à Índia que planejara fazer com Preta, mas que, por força das circunstâncias, acabou fazendo sozinho neste ano de 2026.
“(Lá na Índia) Fizemos um filme para o meu segundo disco solo. o último que você escutou. Aas últimas músicas minhas que você ouviu quando ainda estava por aqui. Levei essas músicas pro mundo comigo, antes de deixar elas irem pro mundo sozinhas”, poetizou Fran, a respeito do repertório do álbum “Onda”, em recado póstumo para a mãe Preta Gil em rede social.

Fonte: G1 Entretenimento

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Simone veste muito bem a ‘nova roupa colorida’ de Ana Frango Elétrico no frescor do show ‘Que mulher é essa?’


Simone apresenta na casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro (RJ), o show ‘Que mulher é essa?’, sob direção musical de Ana Frango Elétrico
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Que mulher é essa?
Artista: Simone
Data e local: 7 de agosto de 2026 no Vivo Rio (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ Show que marca o encontro de Simone com Ana Frango Elétrico, “Que mulher é essa?” cumpre a expectativa de ser um sopro de renovação na trajetória da cantora, em cena desde 1973 com um timbre singular e com grande força cênica.
Desde que se libertou das fórmulas do mercado fonográfico que a aprisionaram nos anos 1980 e 1990, Simone vem tendo rasgos de ousadia na carreira em movimentos de renovação iniciados há 25 anos com o álbum “Seda pura” (2001).
Alguns desses impulsos se revelaram efêmeros. Outros tiveram mais fôlego. Mas nenhum resultou com o real frescor e potencial evidenciados em “Que mulher é essa?”, o melhor show solo de Simone no século XXI, a julgar pela apresentação da noite de ontem, 7 de agosto, na estreia carioca da turnê em apresentação que lotou a casa Vivo Rio (os encontros da cantora com Ivan Lins em 2018 e com Francis Hime, em maio deste ano, também resultaram em shows antológicos).
A centelha de novidade reside na direção musical de Ana Frango Elétrico, artista que vem sobressaindo na cena alternativa desde 2019, sobretudo como arranjadora. A timbragem sui generis de Ana é a faísca que acende Simone neste show dirigido por Ronaldo Fraga, estilista – criador do elegante figurino da cantora – que teve a humildade e a sabedoria de se tornar imperceptível como diretor, deixando Simone ser ela própria no palco, emoldurada pela bela cenografia e luz criadas por Mari Pitta.
Simone é a idealizadora do show dirigido pelo estilista Ronaldo Fraga, criador do figurino da cantora
Rodrigo Goffredo
Ao viço dos arranjos, soma-se a construção de um roteiro – assinado por Simone com Fraga e com Ana Frango Elétrico – que contribui para soprar em cena os ventos da renovação.
Também elaborado com frescor, esse roteiro harmoniza as novidades com alguns emblemas do repertório de Simone – “Face a face” (Sueli Costa e Cacaso, 1977), “Jura secreta” (Sueli Costa e Abel Silva, 1977) e “Yolanda” (Pablo Milanés, 1970), apaixonada canção entoada por Simone com a letra original em espanhol – e essas músicas são necessárias para estabelecer a conexão entre a cantora e um público fiel e nem sempre aberto às mudanças.
Como o título “Que mulher é essa?” já sinaliza, o show tem como mote a abordagem de questões femininas que, a rigor, sempre foram recorrentes no repertório de Simone, intérprete de músicas como “Mulher, e daí?” (1980) – composição em que Gonzaguinha (1945 – 1991) deu drible nas expectativas machistas em letra escrita sob ótica feminina – e dona de um álbum chamado “Desejo” (1984) e um disco ao vivo intitulado “Feminino” (2002).
O traço de novidade está na forma como essas questões são reorganizadas no roteiro sob a ótica de uma mulher de 76 anos que exprime a força de estar viva, plena, com voz ativa. Sob esse prisma, é emblemático que o roteiro abra com um rock de Roberto Carlos e Erasmo Carlos (1941 – 2022), “Se você pensa” (1968), que, na voz de uma mulher, adquire outro sentido. É a mulher que está no comando, cheia de vida e vontades.
“Muito que andar por aí / Muito que viver por aí / Muito que aprender / Muito que aprontar por aí”, alerta Simone nos versos de “Petúnia resedá” (Gonzaguinha, 1978), música turbinada com a mesma energia roqueira do rock que abre o roteiro. A eletricidade da banda – formada por Chico Lira (teclados), Filipe Coimbra (guitarra), Giordano Bruno (baixo) e Vitor Cabral (bateria) – garante a vibe jovial dos arranjos.
Simone canta músicas de Dona Onete, Erasmo Carlos (1941 – 2022), Gonzaguinha (1945 – 1991) e Rita Lee (1947 – 2023) no show ‘Que mulher é essa?’
Rodrigo Goffredo
Sob esse aspecto, é sintomática a inclusão no roteiro do rock, “Velha roupa colorida” (1976), em que Belchior (1946 – 2017) sentenciou há 50 anos que o novo sempre vem.
E às vezes o novo vem na forma do antigo, como “Morena”, o samba-canção de Dalto que abriu em 1973 o primeiro álbum de Simone – então ainda em formação como cantora, com a voz ainda dura – e que volta repaginado no roteiro do show “Que mulher é essa?”.
Se a morena de 1973 é impedida de lançar pelas ruas o olhar de paixão por conta da chuva, metáfora para denunciar a repressão da sociedade machista e ditatorial da época, a mulher desinibida do bolero “Sob medida” (Chico Buarque, 1979) já dá as cartas no jogo do amor e vivencia desejo cotidiano que também irrompe nos versos sensuais de “Quando eu te conheci” (2013), carimbó chamegado de Dona Onete lançado pela cantora Lia Sophia, propagado na voz da própria Onete em gravação do álbum “Banzeiro” (2016) e ora revivido por Simone em um dos números mais vivazes do show “Que mulher é essa?”.
É a mulher que dá a decisão nesse roteiro feminino em que Simone, em outro movimento surpreendente, traz à tona a canção “Migalhas”, composição do gigante gentil Erasmo Carlos apresentada por Simone no álbum “Na veia” (2009). Mas talvez nada surpreenda ou enterneça mais no show do que a abordagem íntima de “Baby” (Caetano Veloso, 1968) feita por Simone somente com a voz e o violão da artista. Nem é preciso ler na camisa da Cigarra que esse canto delicado é dedicado a Gal Costa (1945 – 2022), amor do passado que ressoa na forma de uma saudade do Brasil.
Simone aborda questões femininas, sob ótica contemporânea, na grande maioria das 22 músicas do roteiro do show ‘Que mulher é essa?
Rodrigo Goffredo
Após o canto de “Baby”, a abordagem de música de Ana Frango Elétrico e Ava Rocha – “Mulher bicho homem” (2020), gravada por Ana há seis anos com ecos do pop feito pelo casal Rita Lee (1947 – 2023) e Roberto de Carvalho na era 1979 / 1983 – devolve ao show a energia roqueira do início, temperatura mantida na sequência por “Fullgás” (Marina Lima e Antonio Cicero, 1984), música que entrou no roteiro na estreia carioca, substituindo “Grávida” (1991), parceria de Marina Lima cantada por Simone na estreia nacional do show em São Paulo (SP) no sábado passado, 1º de agosto.
A vitalidade com que Simone cantou dois sucessos do casal Rita Lee & Roberto de Carvalho – “Cor de rosa choque” (1979) e “Bem me quer” (1980), encadeados em medley enérgico encerrado no toque heavy da guitarra de Filipe Coimbra – sublinhou a superioridade do show “Que mulher é essa?” em relação aos (ótimos) espetáculos recentes de Simone.
É uma diferença sutil, mas determinante. É que inexiste um clima de barzão nesse show em que Simone também celebra a memória de Lô Borges (1952 – 2025), cantando “Tudo que você podia ser” (1972), parceria de Lô com Márcio Borges gravada por Simone nos primórdios. Até “Maria Maria” (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1976) faz todo o sentido no roteiro, já no bis, com Simone elencando os nomes de grandes mulheres do Brasil.
Por isso mesmo, também faz sentido a inclusão de “Quando eu estiver cantando” (João Rebouças e Cazuza, 1989) no arremate do roteiro, antes do bis. Quando Simone estiver cantando e se redimindo com o canto, e se mantendo viva em cena, fique em silêncio. E aplauda forte no fim porque o show “Que mulher é essa?” é apenas o jeito de Simone viver como mulher o que é amar em 2026 e, nesse cenário, é justo ressaltar que a cantora vestiu muito bem a nova roupa colorida de Ana Frango Elétrico nessa cena cheia de frescor.
Simone mostra vitalidade no show ”Que mulher é essa?’ e, no fim, insere no figurino de Ronaldo Fraga um adereço que alude ao apelido de ‘Cigarra’
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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Jingles para presidente de 2026 têm funk de Lula, sertanejo de Flávio, rocknejo de Renan e pop de Caiado


Os primeiros jingles da campanha presidencial de 2026 já foram divulgados nas redes sociais e apresentados em eventos partidários.
As músicas antecipam o tom que os candidatos pretendem imprimir à disputa eleitoral, que começa oficialmente em 16 de agosto.
O g1 reuniu e analisou as principais faixas dos cinco pré-candidatos mais bem colocados na última pesquisa Quaest, divulgada em 5 de agosto.
Lula (PT) tem releitura de funk dos anos 1990 sobre sua trajetória; Flávio Bolsonaro (PL) tem sertanejo universitário sobre fé; Renan Santos (Missão) tem rocknejo em resposta ao “Lula Lá”; e Ronaldo Caiado (PSD) tem pop sobre combate à “bandidagem”.
Romeu Zema (Novo) é o único entre os cinco que ainda não tem jingle divulgado, segundo sua equipe.
Em geral, os candidatos lançam várias faixas durante o período eleitoral e escolhem uma ou duas como carros-chefes da campanha. Ouça e conheça as principais 👇:

Lula: versão de funk dos anos 90
O principal jingle da campanha de Lula (PT) à reeleição foi publicado nas redes sociais do presidente em 26 de julho. A música faz uma releitura do “Rap do Silva”, clássico do funk consciente dos anos 1990 gravado pelo MC carioca Bob Rum.
Na versão original, a letra conta a história de um trabalhador morto injustamente durante um baile funk. “Era só mais um Silva que a estrela não brilha. Ele era funkeiro, mas era pai de família.”
Na adaptação, a narrativa é ressignificada para associar o sobrenome de Luiz Inácio Lula da Silva ao símbolo do Partido dos Trabalhadores (PT): “Era só mais um Silva com a estrela que brilha. Ele é brasileiro, trabalhador e família”, diz o início da faixa. Depois, o verso vira: “É o Lula da Silva, é a estrela que brilha”.
O clipe reúne colagens de fotos e imagens de arquivo que reconstroem a trajetória de Lula, desde o nascimento no agreste de Pernambuco até diferentes momentos de sua carreira política, incluindo a chegada à Presidência e a prisão em Curitiba.
A narrativa apresenta esses episódios como parte de uma trajetória de superação, reforçada por versos como: “Tentaram derrubar, tentaram lhe calar. Enfrentou o sistema, fez o povo prosperar”.
Segundo a comunicação da campanha, a música é interpretada por um cantor profissional, que não teve o nome divulgado. A equipe também afirmou que o funk foi escolhido pelo alcance entre o público jovem das periferias urbanas.
“O jingle tenta explorar a imagem de uma liderança ‘nata’ que atrai multidões. Adiciona o elemento “família” como um contraponto aos candidatos da direita que se valem classicamente desse fator dentro da agenda política. Além disso, chama atenção o verso ‘Não abaixa a cabeça, sempre defende a nação’, que remete à defesa da soberania nacional como um elemento discursivo que deverá ser explorado ao longo da campanha”, analisa a cientista política Priscila Lapa.
Flávio: sertanejo que convoca a fé
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) já divulgou diferentes jingles nas redes sociais e em eventos, mas trata “Vem com Fé” como a principal aposta até aqui.
A música foi criada por Alexandre Oltramari e Rafael Rizzo, integrantes da equipe de marketing do candidato, que a definem como “uma exaltação da fé para retomar a confiança do Brasil”.
Lançada em 5 de junho, a faixa começa com uma introdução que remete ao louvor moderno no estilo “worship”. Em seguida, muda de direção e passa a lembrar um sertanejo universitário, com um refrão construído para ser cantado em coro.
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A letra evita referências a adversários ou propostas específicas e aposta em uma mensagem de tom emocional. O refrão repete expressões que reforçam um otimismo em relação ao futuro do país, como “vem com fé”, “pode sonhar” e “pode acreditar”.
Questionada pelo g1, a equipe do candidato não informou quem interpreta a música nem quem assina sua produção. Também não respondeu se houve uso de inteligência artificial.

O clipe intercala imagens de Flávio ao lado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, do pré-candidato ao governo do Paraná, Sergio Moro, e da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, com cenas de pessoas não identificadas, como um indígena, crianças negras jogando futebol e um fiel beijando um crucifixo.
“As imagens exploram a presença de símbolos cristãos, as cores da bandeira nacional e elementos que representam o agronegócio. Buscam, ainda, ressaltar a “leveza” da imagem do candidato, que aparece várias vezes dançando, sorrindo e perto de pessoas jovens”, analisa a cientista política Priscila Lapa.
Renan: rocknejo em resposta ao PT
Renan Santos (Missão) apresentou seu jingle durante a convenção nacional que confirmou sua candidatura, no sábado (1º). Batizada de “A Vingança do Povo”, a música foi concebida, segundo a equipe do candidato, como uma resposta ao “Lula Lá”, canção que marcou a candidatura de Lula à Presidência em 1989.
O próprio Renan assina a composição e interpreta a faixa.
De acordo com a coordenadora da campanha, Amanda Vettorazzo, a sonoridade foi pensada como uma mistura de “The Killers com Ana Castela”. Ainda segundo ela, o rock faz referência à trajetória do candidato, que tem uma banda do gênero, enquanto o sertanejo busca aproximá-lo do eleitorado ligado ao agronegócio.
Já a letra faz oposição direta a símbolos associados ao PT. Em um dos trechos, afirma que “a estrela não vai brilhar porque de vermelho é o sangue dessa gente que eles matam sem parar”. Ao longo da música, os versos contrapõem repetidamente a “estrela” ao “sol”.
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O próprio Renan explicou o significado da metáfora. “É a superação da estrela do PT. O nosso sol vai superar a noite deles. É um jingle otimista”, afirmou.
Exibido durante a convenção, o videoclipe, produzido inteiramente com inteligência artificial, adota estética de mangá e anime para narrar a história de um menino que luta contra estrelas no céu.
“As imagens exploram os elementos clássicos da direita, como a evocação da bandeira nacional. Já a letra, ao mesmo tempo que apresenta uma mensagem de esperança, faz alusão a emoções negativas como a “vingança”. O jingle faz ainda uma associação entre essa “vingança do povo” a um “despertar divino”, demonstrando a visão de mundo do candidato”, analisa a cientista política Priscila Lapa.
Caiado: pop contra a ‘bandidagem’
Ronaldo Caiado (PSD) apresentou seu primeiro jingle de campanha durante a convenção nacional do partido, em 26 de julho, que oficializou sua candidatura à Presidência.
A música, “Esse Cara é Caiado”, aposta em uma sonoridade que remete ao pop. Segundo o marqueteiro Paulo Vasconcelos, a escolha por esse estilo buscou alcançar eleitores “do Ceará ao Rio Grande do Sul” e apresentar o candidato ao país. Gravado em estúdio, o material, segundo ele, foi produzido “sem IA”.
A letra é construída em torno da repetição do refrão “Esse cara é Caiado”, que associa o candidato a atributos como “honesto”, “decente” e “homem de palavra”.
Expressões como “bandido não se cria” e “Caiado briga para acabar com a bandidagem” aparecem ao lado de promessas ligadas à saúde, como a construção de hospitais.
A letra ainda contrapõe o candidato aos adversários ao afirmar que “ele briga pelo povo, os outros brigam por poder”. O jingle ainda não tem videoclipe.
“A faixa coloca o candidato no centro da narrativa para que sejam ressaltadas as suas características, como coragem e, ainda, sua capacidade de gestão, como no verso ‘o mais elogiado governador do país’. Também usa a estratégia da repetição do nome do candidato e do número da urna para que o eleitor memorize as informações com facilidade em uma fórmula clássica do marketing político”, analisa a cientista política Priscila Lapa.
Lula, Flávio Bolsonaro, Renan e Caiado já têm jingles circulando antes do início oficial da campanha presidencial; Zema ainda não. g1 analisou as letras, os clipes e as referências de cada uma delas.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Laura Pausini regrava ‘Quando Chove’ com Sandy e quer faixa em filme ‘A viagem’: ‘Com quem preciso falar?’


Laura Pausini fala de regravação de “Quando Chove” com Sandy e paixão pelo Brasil
Trinta e dois anos após Patrícia Marx colocar o Brasil para cantar a música “Quando chove” e emplacar a faixa na novela “A Viagem” como trilha da personagem Diná, Laura Pausini regravou a canção.
O lançamento aconteceu nesta quinta-feira (6). Para o projeto, a artista italiana convocou Sandy, cantora com quem tem uma parceria de longa data.
Ao falar com o g1 sobre o projeto musical, Laura ficou surpresa ao saber que a música na voz de Patrícia foi trilha de novela. E ao descobrir que um filme baseado na obra de 1994 está sendo produzido, ela mostrou interesse em querer colocar sua versão no projeto cinematográfico.
“Eu quero que a música faça parte disso. Com quem preciso falar? Eu não sabia que [a música] fazia parte de uma novela e não sabia que agora vão fazer um filme. Pessoas, diretor, não sei quem! Eu e a Sandy ficaremos muito felizes se vocês quiserem nossa versão. Seria uma coisa muito legal. Porque é verdadeiro. Tem uma história”, afirmou a cantora durante a entrevista.
Leia também: ‘A Viagem’: saiba quem é quem no filme baseado em clássica novela de 1994
De “Quanno Chiove” a “Quando Chove”
Laura Pausini e Sandy: juntas na gravação de “Quando chove”
Divulgação
Laura decidiu regravar “Quando chove” como parte de um projeto que faz em homenagem a “cantautores” italianos há 20 anos. A primeira obra, o disco “Io Canto”, saiu em 2006. E, em fevereiro de 2026, nasceu o segundo álbum, trazendo entre as faixas a versão italiana da canção.
Com grande sucesso no Brasil, “Quando Chove” é uma versão da música “Quanno Chiove”, gravada pelo cantor italiano Pino Daniele em 1980.
“Essa música é italiana, mas ele cantava em napolitano, que é um idioma maravilhoso. Imagina a minha emoção quando descobri que essa música já era conhecida no Brasil”, afirmou a artista.
Laura ainda elogiou a versão cantada por Patrícia Marx e composta por Nelson Motta: “É muito respeitosa com a original.”
Ela também comemorou o dueto com Sandy, que guardou propositalmente para ser lançado como single.
“Tenho uma admiração grande por ela como pessoa e também pela maravilhosa voz que ela tem. Uma voz muito doce. É muito difícil de encontrar pessoas que cantem assim e, ao mesmo tempo, sejam assim. É um presente maravilhoso que ela me deu.”
A artista italiana ainda revelou que, ao convocar a brasileira, mal sabia sua opinião sobre a faixa.
“Quando eu a convidei, eu não sabia se ela gostava, se conhecia a música. Mas ela disse que, durante a sua infância e a adolescência, essa foi uma música que realmente marcou a sua vida pessoal.”
“Faça música, não faça guerra”
Laura Pausini no tapete vermelho do Oscar 2021
Chris Pizzello/AP
Sandy e Laura gravaram um videoclipe para a música. O vídeo, registrado em Milão, tem a frase “Make music, not war” (Faça música, não faça guerra) em seu encerramento. Questionada sobre a intenção do uso da frase, Laura Pausini explicou que todo o disco “Io Canto 2” é dedicado a esta mensagem.
“Acredito fortemente que a paz existe e que somos nós, seres humanos, a criá-la. E cada um de nós pode buscar viver em paz com o nosso talento. O meu é cantar. E a música é uma maneira de chegar a muitas pessoas com essa mensagem.”
“Em época de guerras – e, desafortunadamente, eu preciso falar no plural –, é uma mensagem muito forte e muito verdadeira. Eu quero fazer música, não guerra, e dar um presente de paz.”
Conexão com o português
Laura Pausini recebe prêmio de Melhor Álbum Pop no Grammy Latino 2018
Chris Pizzello/Invision/AP
Em sua regravação de “Quando chove”, Laura Pausini aparece com o português afiado. A italiana conta que sua melhor amiga é paulista e mora em São Paulo. E, além disso, tem muitas memórias afetivas com o Brasil. Por isso, tem o português como seu idioma do coração.
“Lembro que as primeiras músicas que eu queria que meu pai colocasse para eu escutar quando eu era menina eram brasileiras. E quando eu toquei a terra brasileira em 1994 com meus pés, senti alguma coisa dentro de mim. Uma coisa incrível e inesquecível”, diz.
“Acredito que, na minha vida anterior, eu era brasileira, porque entendo muitas coisas de Brasil, compreendendo muito bem algumas maneiras de pensar, de falar. O português é a minha língua favorita. Então cantar, que é a coisa que mais eu adoro, e em português — as duas coisas juntas — é como fazer amor.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Vitor Kley regrava canção do Barão Vermelho e recicla sete músicas do próprio repertório em álbum redundante


Vitor Kley lança álbum de voz e violão, ‘Sozinho e bem acompanhado’, nesta sexta-feira, 7 de agosto
Renato Correa / Divulgação
♫ OPINIÃO
♬ “Sozinho e bem acompanhado” – álbum de voz e violão que Vitor Kley apresenta hoje, sexta-feira, 7 de agosto – soa como o típico lançamento fonográfico que parece ter sido criado somente para movimentar o algoritmo do streaming e, no caso específico, também para promover o show solo que o artista fará ao longo deste segundo semestre de 2026 em turnê que abarca cidades do Brasil e da Europa.
Afinal, metade das oito músicas do álbum – “Abalo psicológico”, “Da minha natureza”, “O vento” e “Vivão e vivendo” – já tinha sido apresentada recentemente no EP “O que sobrou das pequenas grandes coisas” (2026), lançado pelo cantor e compositor em 24 de abril, ou seja, há menos de quatro meses. Qual o sentido de reciclar essas quatro músicas em espaço de tempo tão curto?
Já a faixa “Arco-íris” integrou o último álbum de estúdio de Vitor Kley, “As pequenas grandes coisas” (2025), lançado em abril do ano passado e já desdobrado em registro ao vivo de show que chegou às plataformas de streaming em fevereiro deste ano de 2026.
Enfim, parece que o cantor vive a preso a ideia de ter que ficar lançando EPs e álbuns com baixo ou mesmo nenhum teor de novidade.
No caso do álbum “Sozinho e bem acompanhado”, a única música (parcialmente) inédita na voz de Vitor Kley é “Por você” (Roberto Frejat, Maurício Barros e Mauro Santa Cecília, 1998), canção do repertório da banda Barão Vermelho já abordada pelo artista com o grupo no programa “Música boa ao vivo”, do canal Multishow.
Pegando carona no revival da balada na trilha sonora da próxima novela das 19h da Globo, intitulada justamente “Por você”, a regravação da canção é a faixa-foco deste álbum “Sozinho e bem acompanhado”, a rigor um dos títulos mais redundantes da discografia de Vitor Kley. Um álbum típico de uma era em que músicas e carreiras são regidas por algoritmos.
Capa do álbum ‘Sozinho e bem acompanhado’, de Vitor Kley
Renato Correa / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Gaab explica saída das redes após críticas por perder 40 kg: ‘Sofri preconceito por usar Mounjaro’


Gaab perdeu 40 kg e afirma que passou a receber críticas nas redes sociais por causa da transformação física.
Redes sociais
O cantor Gaab, de 27 anos, anunciou na noite de quinta-feira (6) que iria se afastar das redes sociais depois de receber uma onda de críticas sobre sua transformação física.
Em conversa com o g1, o artista explicou a decisão: disse ter se surpreendido com a reação negativa de grande parte dos fãs à sua perda de 40 quilos.
“Sofri preconceito porque usei Mounjaro. Mas nunca escondi isso de nenhum deles”, disse.
‘Agora preciso de um tempo’
A decisão de se afastar das redes veio depois que o cantor, conhecido pelo hit “Tem Café” (2018), leu os comentários em uma foto recente de um show.
Segundo ele, o volume de críticas cresceu justamente após o emagrecimento. O que era o oposto do que esperava.
“Não recebia tantas mensagens negativas nem quando engordei, mas agora que estou bem, recebo. Preciso de um tempo para mim agora”, desabafou em entrevista.
Um rolê com Gaab e Hariel: Cantores falam de ‘Tem café’
No Instagram, ele reforçou o desabafo:
“Nem do meu próprio corpo posso decidir mais o que fazer? Cansei disso daqui, de coração. Já que vocês preferem como eu era antes, entrem nas minhas músicas antigas e curtam lá. Não apareço mais aqui”, escreveu.
Gaab anunciou uma pausa nas redes sociais após receber críticas sobre sua perda de 40 kg.
Redes sociais
Gaab vinha registrando a perda de peso nas redes
Gaab treina ao lado do pai, Rodriguinho, em vídeo compartilhado nas redes sociais.
Redes sociais
Filho do cantor Rodriguinho, Gaab diz ter começado a usar Mounjaro há cerca de um ano.
Segundo o artista, ele perdeu 40 kg desde o início do processo: 20 kg durante o tratamento com o medicamento e outros 20 kg após interromper o uso.
O artista não informou se teve acompanhamento médico nem se utilizou o remédio sob prescrição.
Gaab durante partida de futevôlei. Cantor atribui parte da transformação física à prática do esporte.
Redes sociais
Ao longo do período, Gaab compartilhou com frequência a evolução do emagrecimento nas redes sociais. Em algumas publicações, mostrava o “antes e depois” e brincava com a transformação.
As postagens costumavam receber elogios, mas também comentários de seguidores dizendo que ele “estava melhor antes”. Um deles escreveu: “O brilho do gordinho é outro nível”.
Apesar da indignação com a repercussão em torno da aparência, o cantor afirma que a transformação física não mudou sua relação com a música.
“Minha voz não mudou, minha presença no palco não mudou. As pessoas só têm coragem de falar isso na internet. Quando me encontram pessoalmente, dizem que estou até mais bonito do que nas fotos. Acredita?”

Fonte: G1 Entretenimento

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Katseye anuncia pausa de Sophia para ‘priorizar saúde mental e bem-estar’


Sophia Laforteza anuncia pausa temporária do Katseye
Reprodução/Instagram
O Katseye anunciou nesta sexta (7) que Sophia Laforteza, uma das integrantes do grupo, fará um hiato temporário “para priorizar sua saúde mental e bem-estar”.
Ela está afastada desde o fim de julho e não se apresentou com o grupo no Hinterland Music Festival, no dia 30, “por razões médicas”.
“Lamentamos muito informar que Sophia ficará temporariamente impossibilitada de participar das próximas atividades promocionais. Entendemos o quanto os EYEKONS estavam ansiosos para ver a Sophia nos palcos, mas é imperativo que sua saúde mental e seu bem-estar sejam priorizados”, diz o comunicado.
“Sophia tem recebido todo o suporte necessário e, após consultas detalhadas com profissionais médicos, foi recomendado que ela tire um tempo dedicado para um descanso prolongado e cuidados contínuos para garantir uma recuperação completa. Embora a própria Sophia esteja ansiosa para se apresentar ao lado de suas companheiras de grupo, a saúde, a segurança e o bem-estar a longo prazo de nossos artistas sempre serão nossa maior prioridade”.
Integrantes afastadas
Além de Sophia, o grupo está sem Manon, integrante que está afastada desde fevereiro de 2026. Segundo o comunicado publicado pelas gravadoras, a decisão foi tomada para que Manon focasse “em sua saúde e bem-estar”. Ela também se pronunciou, postando um texto nas redes sociais dizendo que estava “saudável e bem”.
“Às vezes, as coisas acontecem de maneiras que não controlamos totalmente, mas confio no panorama geral. Obrigada por estarem ao meu lado”, publicou a cantora.
O grupo seguiu com a agenda de apresentações programadas durante a ausência de Manon, embora não tenha sido estabelecido um prazo oficial para o seu retorno definitivo.
Até o momento atual, o grupo segue sem Manon e chegou a se apresentar no Lolla com uma integrante a menos. Saiba mais.

Fonte: G1 Entretenimento