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Messi ficará menor se a Argentina não se classificar para a Copa? 70

Cinco títulos de melhor jogador do planeta, uma Bola de Ouro da Copa do Mundo, outra do Mundial sub-20, oito troféus de Campeonatos Espanhóis, quatro de Liga dos Campeões e vários recordes: maior artilheiro da história do Barcelona, recordista de bolas na rede pela seleção argentina e jogador com mais hat-tricks em competições europeias.

Esse é o currículo resumido de Lionel Messi. Um currículo que certamente será posto em prova caso o camisa 10 falhe na tarefa de classificar a Argentina para a Copa da Rússia-2018.

A tarefa não é mais das simples. A seleção dirigida por Jorge Sampaoli precisa derrotar o Equador, fora de casa, nesta terça-feira, para se garantir na repescagem. A vaga direta para o Mundial só virá em caso de combinações de resultado envolvendo Chile, Peru e Colômbia.

Mas, afinal, qual será o impacto de um possível fracasso argentino nas eliminatórias da Copa para a carreira de Messi? O astro do Barça será menor caso não consiga classificar seu país para a competição mais importante do calendário da bola?

Para começar a responder essa pergunta, é preciso lembrar que, apesar de ser um dos nomes mais importantes do futebol mundial no século 21, o meia-atacante não é uma unanimidade. E, aqueles que costumam criticá-lo, sempre usam como argumento seu desempenho com a camisa da Argentina.

O último título da seleção principal dos nossos vizinhos foi a Copa América de 1993, conquistada muito antes do início da Era Messi. Apesar de defender a equipe adulta há 12 anos, o craque foi incapaz de encerrar esse tabu.

Mesmo quando bateu na trave, como no vice-campeonato da última Copa do Mundo, o jogador não escapou das críticas. Messi foi eleito o craque da competição, mas pouca gente concordou com a indicação. Meses depois, o então presidente da Fifa, Joseph Blatter, admitiu que a premiação do argentino foi um erro.

Criado na Catalunha desde o começo da adolescência, o meia-atacante nunca conquistou também a confiança plena do torcedor de sua terra-natal. Enquanto o mundo todo debatia se Messi era mais jogador do que Maradona um dia foi, os argentinos nem tratavam essa questão uma discussão séria.

Aos 30 anos e caminhando para a reta final da carreira, o craque tem lugar garantido entre os melhores da história do futebol. Mas para ter uma posição inquestionável de destaque nessa galeria, ainda falta algo… um título de Copa ou fim das dúvidas sobre seu desempenho pela seleção.

Não, a culpa pelo longo jejum da Argentina e pelo futebol horrível demonstrado pela equipe nas eliminatórias não é de Messi. Mas não há dúvidas de que ele será o maior prejudicado caso o país não dispute a Copa-2018.

Afinal, um fracasso dessa magnitude será para sempre um pesado asterisco em sua história.

Para resumir: Messi continuará sendo um gigante mesmo que a Argentina fique fora do Mundial. Mas talvez vire um gigante um pouco menor…

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Tite confirma Ederson no gol da seleção brasileira na partida contra Chile

O técnico Tite confirmou que o goleiro Ederson será titular da seleção brasileira na partida contra o Chile, a última pelas Eliminatórias para a Copa do Mundo. O duelo acontecerá no dia 10 de outubro, no Allianz Parque, em São Paulo.

“Falei com os dois atletas, conversei com o Taffarel. Alisson joga esse jogo (contra a Bolívia) e o Ederson, contra o Chile”, afirmou em entrevista coletiva nesta terça-feira.

Alisson vem sendo o titular incontestável de Tite. O goleiro da Roma será o responsável pelo gol brasileiro na partida contra a Bolívia, nesta quinta-feira (5), em La Paz.

Além de Alisson e Ederson, Tite convocou Cássio, do Corinthians, para as duas partidas. O goleiro, contudo, deverá permanecer no banco de reservas em ambas.

Fonte: UOL

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Kazim é testado na vaga de Jô e recebe apoio no Corinthians 25

Sem o artilheiro Jô no fim de semana diante do Cruzeiro, o técnico Fábio Carille não fez mistério e testou o turco Kazim no comando de ataque na atividade desta quinta-feira, no CT Joaquim Grava. No trabalho em campo reduzido, o camisa 18 atuou junto aos titulares, anotou um gol e recebeu um importante apoio público no Corinthians.

Entrevistado depois da atividade, o zagueiro Fabián Balbuena saiu em defesa de Kazim, que recebeu críticas, especialmente, depois da derrota por 1 a 0 para o Atlético-GO. Em 24 partidas, o atacante anotou apenas dois gols com a camisa corintiana.

“Não só o Kazim, mas todo mundo que entra a gente tem plena confiança no trabalho e não nos preocupamos. É apoiar ele para ajudá-lo a fazer um bom trabalho”, destacou o defensor.

“Estamos em uma reta muito importante do torneio e temos que manter o rendimento alto. Seja Kazim, Jô ou Carlinhos, temos confiança de que fará um bom trabalho”, declarou Balbuena.

Um dos líderes do atual elenco corintiano, o zagueiro paraguaio destacou os treinamentos de Kazim para ressaltar a confiança no turco. Nesta quinta-feira, por exemplo, o turco se destacou pela movimentação e oportunismo ao anotar um gol na atividade.

“Logicamente, a gente sente quando um jogador se machuca, ainda mais alguém como o Jô. Mas, como disse, temos a tranquilidade de que o Kazim treina bem e está forte com o grupo. Temos confiança nele, que sabe o funcionamento do time, e estamos tranquilos”, finalizou Balbuena.

Fábio Carille terá mais dois dias de preparação antes do compromisso de domingo com o Cruzeiro. Kazim, alçado ao posto de titular nesta quinta, e os companheiros retornam às atividades na tarde desta sexta-feira, novamente no CT Joaquim Grava.

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Veteranas se aposentam da seleção e iniciam movimento de boicote no futebol

Passada a confirmação de que Vadão é o novo técnico da seleção brasileira feminina, enfim se iniciou um movimento que já era aguardado desde a demissão de Emily Lima. Enquanto a craque Marta não se posicionava (agora ela já o fez, sem sair do muro), outras jogadoras que já têm seu nome na história do futebol feminino do Brasil iniciaram um movimento de boicote à equipe. Nas últimas horas, três delas anunciaram que não defendem mais a equipe da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

O boicote foi iniciado na quarta por aquela que talvez seja a maior centroavante da história do futebol feminino do Brasil: Cristiane. Com quatro Olimpíadas no currículo, ela recorreu às redes sociais para anunciar sua aposentadoria. “É a decisão mais difícil que tomei na minha vida profissional até hoje. Pensei durante muitos dias, não me manifestei até agora. Falei com minha família, com meus amigos, escutei vários pedidos para que eu pensasse, mas eu não vejo outra alternativa por todos os acontecimentos e por coisas que já não tenho forças para aguentar. Hoje, se encerra meu ciclo na seleção brasileira”, anunciou em seu Instagram.

Nesta quinta, outra jogadora de renome fez o mesmo: a meia Francielle, de apenas 27 anos, que atua no futebol da Noruega. Atleta da seleção brasileira nas últimas três edições dos Jogos Olímpicos, ela citou a decisão de Cristiane para explicar que estava seguindo o mesmo caminho. “Torço para quem for ficar colha bons frutos, se é que é possível ainda”, disse ela, também no Instagram.

Horas depois, uma terceira atleta ampliou o movimento: a lateral-esquerda Rosana, do PSG, de 35 anos. “Diante das circunstâncias e adversidades dos últimos acontecimentos, sinto que as atletas não têm voz, e querer expor um ponto de vista mexe com a vaidade e ego de muitos. Muito se pede para que as atletas se manifestem e reivindiquem. E sim, acho que deveríamos fazer isso, mesmo depois de uma tentativa fracassada como no pedido de permanência da comissão da Emily”, escreveu Rosana na mesma rede social.

Ela continuou: “Entendo que muitas meninas ali, junto com os seus familiares têm um sonho. E protestando algo, têm medo que esse sonho seja abortando abruptamente, por não saberem a força que teriam juntas. Sempre me posicionei, por vezes, somente internamente, outras em público. Me posicionava, porque sempre pensava no que eu poderia ganhar e não perder. Sim. Sofri retaliação, e o sonho ficou no modo abstrato. Mas deixei de ser conivente com o errado. E é por isso, que estou abdicando mais uma vez de um sonho. Não temos força e nem voz. E isso, um dia cansa. Fica aqui o meu desejo para que pessoas que amam e tratam a modalidade com carinho e respeito, ocupem cargos de expressão dentro do futebol feminino brasileiro, e que as atletas ganhem corpo e voz, na briga incessante pela modalidade.”

Entre as pessoas envolvidas com atletas do futebol feminino, a expectativa é que, nas próximas horas, mais atletas sigam o mesmo caminho. Na primeira passagem de Vadão pela seleção, a equipe recebeu o maior investimento de sua história, mantendo uma seleção permanente, e mesmo assim foi eliminada nas oitavas de final do Mundial de Clubes e ficou apenas na quarta colocação nos Jogos Olímpicos do Rio.

Vadão não agradava à enorme parte das jogadoras e foi substituída por Emily Lima, que, por sua vez, rapidamente ganhou a confiança do grupo, abrindo as portas da seleção para novas jogadoras. Ela, entretanto, foi demitida após quatro derrotas, sendo três para a Austrália (duas delas em amistosos este mês) e uma para os Estados Unidos. Antes, havia sido campeã de um torneio amistoso em São Paulo.

Antiga capitã da seleção, Juliana Cabral foi uma das críticas da decisão. “Voltamos ao futebol da individualidade, ligação direta e ao churrasco”, postou no Twitter, cobrando mais atitude das jogadoras. “Hora de as atletas se manifestarem. Chega de medo de retaliação.”

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Técnico confirma Cavani e Neymar para pênaltis no PSG, mas adia decisão 14

Em entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira (21), Unai Emery minimizou a polêmica entre Neymar e Edinson Cavani. De acordo com o técnico do Paris Saint-Germain, é normal que os dois jogadores queiram assumir as bolas paradas por seu espírito competitivo, e os dois estão autorizados a cobrar pênaltis. Quem baterá será decidido antes de cada jogo pelo treinador.

“São jogadores muito competitivos com objetivos individuais. Têm uma boa relação no grupo. Depois do jogo, podem acontecer discussões normais, mas isso não muda a boa harmonia e o bom ambiente”, disse Emery.

“No fim, buscamos o objetivo em comum, que é a vitória. Houve uma discussão, normal do calor do momento”, completou.

O desentendimento de Neymar e Cavani tem origem nas cobranças de faltas e pênaltis – os dois querem o cargo de batedor oficial do PSG. Uma reunião seria realizada nessa quarta-feira (20) para tratar sobre o tema. Emery afirmou que vai escolher quem será o responsável pelas bolas paradas, mas que vai comunicar sua decisão para os jogadores e não para a imprensa.

“Cavani e Neymar são os jogadores que mais treinam pênaltis e os que possuem essa função no time”, explicou.

A entrevista coletiva foi concedida após treino aberto para os jornalistas por 15 minutos. Neste período, os jogadores se espalharam em rodas de bobinho e depois fizeram trabalhos físicos com a bola. Neste momento, Neymar e Cavani ficaram lado a lado, mas sem qualquer tipo de cordialidade ou de desentendimento.

O PSG volta a campo neste sábado (23), às 12h (de Brasília), quando visita o Montpellier pela sétima rodada do Campeonato Francês. O time parisiense venceu seus seis primeiros jogos pela competição.

Fonte: UOL

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Muricy vê São Paulo favorito e Militão titular em clássico com Corinthians 3

Mesmo sem ocupar um cargo no São Paulo, Muricy Ramalho voltou a ser assunto no Morumbi. O ex-treinador e hoje comentarista de televisão foi sondado para assumir o posto de coordenador técnico. Sem entrar em acordo até por conta de seu contrato com o canal fechado SporTV, ele recebeu então o chamado para ser uma espécie de consultor informal do Tricolor. Em conversa com o UOL Esporte, o tricampeão brasileiro pelo Tricolor mostrou confiança no trabalho de Dorival Júnior e viu a evolução na performance do time com a entrada de Militão na lateral direita.

“Acho que o Júnior está há pouco tempo, está conhecendo os jogadores, a verdade é essa. Agora ele achou a maneira de jogar que deu certo. E aí, é claro, vai do treinador de manter isso. E aí, é apenas um palpite, eu acho que ele vai manter [a escalação com o Militão improvisado na lateral direita], porque o time neste sentido foi muito bem”, disse o ex-treinador.

Apesar de o Corinthians ser o líder do Campeonato Brasileiro e de o São Paulo, na luta para sair da zona do rebaixamento, ocupar apenas a 17ª posição, Muricy vê o Tricolor com ligeira vantagem no jogo deste domingo, no Morumbi. Na última rodada, as duas equipes ganharam – os alvinegros superaram o Vasco por 1 a 0 e os tricolores derrotaram o Vitória por 2 a 1.

“Clássico é sempre equilibrado, mas acho que pelo mando de campo e por ter vindo de uma vitória muito importante, o São Paulo tem um pouco mais de favoritismo. Mas é uma porcentagem muito pequena”, afirmou Muricy.

Confira abaixo os principais trechos da conversa com o ex-treinador:

São Paulo se livra da zona do rebaixamento?

Acho que sim. Não é só palpite, mas é que se você olhar com carinho, o elenco não é para estar nessa situação, tem bons jogadores em todos os setores, jogadores de seleção, e também conta com o apoio da torcida, que ajuda muito. Então, é quase certeza de que o São Paulo não cai.

Opinar sobre o São Paulo

Para mim é difícil opinar assim, porque sou amigo do Júnior. Ele que é o treinador, está lá no momento e conhece os jogadores muito mais do que eu.
Militão, Bruno ou Buffarini?

Acho que é o esquema de jogo que o Júnior escolheu, ou seja, para segurar um pouco pelo outro lado e soltar o lateral esquerdo como fez bastante na Bahia. Então, isso é o esquema tático do jogo e o Militão já está acostumado a fazer isso também, já atuou assim na base. É um zagueiro/lateral, que tem técnica, não é bruto, ganha muito na bola alta também, tanto atrás como na frente. Então, isso que o Júnior fez é taticamente. Não é problema de um jogador ou outro de improvisar, o problema é que o time estava precisando um pouco mais disso. Ou seja, quando atacava, ficava mais protegido. Ele fez muito bem com o Militão. Vai dele agora do que achar que é o melhor para o grupo.
Atrapalha jogar longe do Morumbi

Não sei se vai atrapalhar, mas o Morumbi é a casa do São Paulo. Jogadores e torcedores estão acostumados. O público fica mais apertado no Pacaembu, mas é em São Paulo. Em termos de público não vai influenciar tanto, porque o Pacaembu é bem centralizado. Lógico, é um pouco menor, mas em termos de futebol, é claro que seria muito melhor o Morumbi. Mas não influencia muito. O que influencia é o Júnior conhecer um pouco melhor os jogadores e fazer um bom time. Os jogadores estão acostumados também a jogar no Pacaembu.

Nota da redação: por conta dos shows do U2 e de Bruno Mars, o São Paulo vai mandar cinco partidas no Pacaembu nesta reta final do Campeonato Brasileiro.

Hora da volta por cima

Então, esse jogo vem na hora certa. O São Paulo precisa de um jogo como esse para ganhar e embalar na competição. Vejo por esse lado, a oportunidade é muito boa para o São Paulo sair dessa situação.

Peso de encarar um arquirrival

É um clássico, se você vence um clássico, o moral vai lá em cima. Claro que o Corinthians pensa igual e está na primeira colocação. Todos pensam assim e sabem que o clássico é um momento especial que pode mudar o campeonato. Então, o São Paulo está pensando assim. É o certo. Para o São Paulo é muito mais importante, porque o time pode sair de uma zona perigosa e o Corinthians já está praticamente com o título na mão. Para o São Paulo, é uma decisão importante.
Vitória fora de casa

Foi importantíssima essa vitória, ainda mais ganhar fora de casa, era um momento importante demais. Os jogadores estavam preocupados com isso, estavam trabalhando muito duro para conseguir isso. E o Dorival também estava brigando muito para conseguir. Agora vem no embalo, é questão de duas partidas para o São Paulo ganhar e ir lá em cima. Então, esse é um jogo que vai fazer a diferença total para o time.

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Ação de Doria para embelezar SP tira esporte de bairro e revolta moradores 1

Na primeira semana de sua gestão, em janeiro deste ano, o prefeito João Doria (PSDB) fez um mutirão para limpar a praça 14 Bis no centro de São Paulo. Durante o processo, ele também retirou da praça pessoas em situação de rua e as realocou provisoriamente em uma quadra poliesportiva que fica embaixo de um viaduto na avenida Nove de Julho. A ocupação foi crescendo e tomou uma segunda quadra poliesportiva, o que vem impedindo crianças e adolescentes de praticar esportes em um bairro carente de espaços públicos.

Nove meses depois, a situação não apenas não foi resolvida como se agravou, a ponto de criar um clima de tensão entre dois grupos: o dos sem-teto, que dizem que só sairão se tiverem um lugar melhor para ir, e o dos moradores, comerciantes e empresários do bairro, que querem a desobstrução de seus espaços de esporte e lazer.

Os dois lados já dão sinais de revolta.

“O João Doria colocou o pessoal aqui, ele tem que encontrar uma solução pacífica para tirar”, disse José Antônio Moreno, um ex-presidiário que hoje trabalha com reciclagem e tem um barraco na ocupação.

“Estamos cansados de promessas, promessas e promessas, queremos ação”, disse o empresário Maicon Ferreira, que vive em um apartamento próximo à área ocupada.

O grupo de moradores, comerciantes e empresários se articula para fazer uma manifestação nos próximos dias para chamar a atenção da prefeitura.

Ao tirar os sem-teto do entorno da praça e os alojar nas quadras, a prefeitura prometeu que em até 90 dias os encaminharia a abrigos municipais. Também prometeu que lhes ofereceria trabalho para que pudessem pagar por moradia fixa. Apenas 11 pessoas conseguiram emprego, através do programa Trabalho Novo, segundo a própria prefeitura. “A solução vai ser o João Doria cumprir o que ele prometeu”, disse Emerson Aguiar, um dos sem-teto que ocupam as quadras poliesportivas, antes usadas por um time do bairro.

Em reuniões com representantes da prefeitura, o grupo formado por moradores, empresários e comerciantes do bairro tem pleiteado a construção de um playground, uma academia para a terceira idade e uma quadra poliesportiva embaixo do viaduto. Segundo eles, em uma dessas reuniões, a prefeitura regional da Sé se comprometeu a entregar os equipamentos até agosto.

Como isso não aconteceu, os ânimos se exaltaram. Em uma acalorada reunião na última semana em um condomínio da região, os insatisfeitos planejavam fechar o trânsito da av. Nove de Julho, importante via no centro da cidade.

Em janeiro, o UOL Esporte publicou uma reportagem mostrando que o programa de zeladoria urbana Cidade Linda, recém-inaugurado, tinha danificado uma das quadras. Na ocasião, a quadra ainda estava liberada e os adolescentes ainda podiam jogar. Meses depois, ela acabou ocupada por outras famílias de sem-teto, desalojando a equipe.

Em um e-mail enviado à redação no dia 6 de janeiro, a prefeitura dizia que sua expectativa era que as pessoas fossem encaminhadas a vagas de acolhimento, moradia e emprego “o mais breve possível”.

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Não é só manchete de jornal: Neymar e Cavani trocarem passes virou mesmo raridade no PSG

Nesta segunda-feira, o jornal “L’Équipe”, o principal nos esportes da França, publicou que a tensão entre Neymar e o atacante uruguaio Cavani no PSG chegou a tal ponto que os dois já evitam trocar passes. Exagero? Nem um pouco, como mostram os números do TruMedia, a ferramenta de estatísticas da ESPN.

A parceria entre os dois, que começou em clima de lua-de-mel na estreia do brasileiro, contra o frágil Guingamp, ficou praticamente nula nos últimos jogos do clube francês, que ainda assim tem 100% de aproveitamento desde a chegada de Neymar.

Diante do Guingamp, Neymar passou a bola 10 vezes para o uruguaio. Nos outros cinco jogos somados com a camisa do clube, o brasileiro tocou a bola para o companheiro apenas 11 vezes.  O camisa 10 colocou o centroavante em condições de finalizar cinco vezes, sendo que três foram na estreia e apenas duas nas outras cinco partidas.

Na outra direção a situação é a mesma. No primeiro jogo juntos, Cavani passou a bola seis vezes para Neymar, mais do que nos outros cinco jogos somados da parceria, quando ele tocou a bola para a mais cara contratação da história do futebol míseras cinco vezes, sendo que nenhuma neste domingo, contra o Lyon, quando explodiu o relacionamento ruim dentro de campo dos dois.

Cavani só deu uma assistência para Neymar finalizar até agora, justamente na estreia da dupla.

Enquanto isso, Neymar colocou a outra grande contratação do PSG para a temporada como seu grande parceiro no ataque. Contra o Lyon, o brasileiro passou a bola para o francês Mbappé em dez oportunidades, que tocou a bola para Neymar seis vezes.

A parceria entre os dois, que começou em clima de lua-de-mel na estreia do brasileiro, contra o frágil Guingamp, ficou praticamente nula nos últimos jogos do clube francês, que ainda assim tem 100% de aproveitamento desde a chegada de Neymar.

Diante do Guingamp, Neymar passou a bola 10 vezes para o uruguaio. Nos outros cinco jogos somados com a camisa do clube, o brasileiro tocou a bola para o companheiro apenas 11 vezes.  O camisa 10 colocou o centroavante em condições de finalizar cinco vezes, sendo que três foram na estreia e apenas duas nas outras cinco partidas.

Na outra direção a situação é a mesma. No primeiro jogo juntos, Cavani passou a bola seis vezes para Neymar, mais do que nos outros cinco jogos somados da parceria, quando ele tocou a bola para a mais cara contratação da história do futebol míseras cinco vezes, sendo que nenhuma neste domingo, contra o Lyon, quando explodiu o relacionamento ruim dentro de campo dos dois.

Cavani só deu uma assistência para Neymar finalizar até agora, justamente na estreia da dupla.

Enquanto isso, Neymar colocou a outra grande contratação do PSG para a temporada como seu grande parceiro no ataque. Contra o Lyon, o brasileiro passou a bola para o francês Mbappé em dez oportunidades, que tocou a bola para Neymar seis vezes.

Fonte: UOL

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ESPORTE

Com filho de Perrella chefiando, projeto do governo prioriza cidades de MG

Novo projeto do Ministério do Esporte começa a sair do papel, mas num primeiro momento apenas cidades de Minas Gerais receberão o “Seleções do Futuro”.

Por meio da Secretaria Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor, desde 16 de agosto seis cidades mineiras, incluindo a capital Belo Horizonte, tiveram aprovados convênios para implementar núcleos do projeto, que ainda nem foi lançado oficialmente pelo governo federal. O secretário da pasta é Gustavo Perrella, 34, que tem Minas Gerais como base política – ele é filho do senador Zezé Perrella (PMDB-MG), e foi deputado estadual em Minas entre 2011 e 2015.

A assessoria de imprensa do Ministério do Esporte informou que não há um direcionamento para cidades mineiras, e a liberação dos convênios foi feita por meio de emendas de parlamentares do Estado, que conheceram o projeto piloto em contato com o secretário e se interessaram. Cidades de outras regiões do país poderão ser contempladas assim que ele for lançado oficialmente, em outubro, e que os planos de Gustavo Perrella estão centrados na gestão da secretaria, não nas eleições de 2018.

Já assinaram para receber o “Seleções do Futuro” com o Ministério do Esporte as pequenas cidades de Monte Alegre de Minas (21 mil habitantes), Engenheiro Caldas (11 mil), Sacramento (26 mil), Brasópolis (15 mil), Nova Ponte (15 mil) e a capital Belo Horizonte (2,5 milhões) – os contratos são de 15 meses.

BH terá quatro núcleos, num total de R$ 674,4 mil. Somando o que será gasto nas outras cinco cidades que já acertaram o convênio, o valor até agora para o projeto ultrapassa R$ 1,5 milhão – segundo o Ministério do Esporte, dinheiro que não sai diretamente da pasta, mas sim liberado pelo governo por meio de empenho de parlamentares mineiros (que não tiveram os nomes divulgados) que já vêm com destinação definida do Congresso.

A ligação dos Perrella com o futebol é por meio do Cruzeiro, clube do qual o senador Zezé foi presidente entre 1995 e 2002 e entre 2009 e 2011. Gustavo foi vice-presidente do clube e superintendente de gestão durante parte do mandato do pai – curiosamente, o convênio com Belo Horizonte foi assinado com o prefeito Alexandre Kalil, que presidiu o Atlético-MG, principal rival do Cruzeiro.

Há alguns anos, Gustavo Perrella apareceu no noticiário nacional por outro motivo. Em 2013, um helicóptero da empresa da família Perrella foi apreendido com mais de 440 kg de cocaína. O piloto, na época, era funcionário do gabinete de Gustavo na assembleia legislativa de Minas Gerais, e foi exonerado após o episódio. Os Perrellas negaram envolvimento com a droga, e a Polícia Federal, após investigação, concluiu que Gustavo não teve ligação com o caso pois o piloto teria pego o helicóptero sem o conhecimento dos donos.

Como mostrou o blog do jornalista Rodrigo Mattos em maio, outro caso envolvendo o nome de Gustavo Perrella teve a ver com o suposto pagamento de R$ 2 milhões de propina da empresa JBS ao senador mineiro Aécio Neves (PSDB-MG). O secretário de futebol é apontado como dono da Tapera Participações Empreendimentos Agropecuários, que teria recebido o dinheiro. Todos negam envolvimento em atitudes ilícitas.

O “Seleções do Futuro” vai receber crianças e adolescentes entre 6 e 16 anos, e terá uma metodologia de treinos e estudos especial, inclusive para a preparação dos treinadores e educadores que acompanharão os jovens nos trabalhos – mais detalhes ainda serão divulgados até outubro, quando o projeto será lançado oficialmente.

Veja a nota enviada pelo Ministério do Esporte:

O projeto Seleções do Futuro será lançado pelo Ministério do Esporte em outubro e vai incentivar, desenvolver e democratizar o acesso à formação esportiva para crianças e adolescentes, com a implantação de núcleos de futebol de base em todo território nacional.

Vale destacar que, nesta primeira etapa, o Seleções do Futuro vai funcionar como “piloto”, exclusivamente com recursos provenientes de emendas parlamentares, que já vêm com destinação definida do Congresso Nacional. O chamamento público para a próxima fase do programa será lançado nas próximas semanas.

O secretário Gustavo Perrella está focado em sua missão no Ministério do Esporte, de buscar o fortalecimento do futebol brasileiro, fomentar a atividade esportiva e garantir os direitos dos torcedores. Portanto, seus planos estão centrados na gestão à frente da Secretaria Nacional de Futebol e Defesa dos Direitos do Torcedor.

Fonte UOL

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Conmebol divulgará datas da Libertadores-18 com incógnita sobre final única Comente

A Conmebol divulgará até a próxima segunda-feira seu calendário anual de competições para 2018, incluindo a Libertadores e a Copa Sul-Americana. Mas a entidade ainda deixará em aberto se a final da principal competição de continentes do clube será em jogo único ou em duas partidas. Essa decisão só será tomada em reuniões nos próximos meses.

O calendário da Conmebol vai reservar duas datas para a decisão da Libertadores-2018. Assim, haverá a possibilidade de fazer a final em dois jogos ou em apenas um.

O presidente da confederação, Alejandro Dominguez, já declarou ser favorável à decisão em jogo único, e faz lobby pela ideia. Mas a decisão não será tomada antes de se ouvir outros dirigentes e os clubes.

Há uma subcomissão de times formada para dar sugestões de formato ao torneio. O grupo conta com os dirigentes dos 16 clubes classificados ao mata-mata das oitavas de final da Libertadores que já estiveram reunidos em Assunção, sede da Conmebol. Um novo encontro será marcado para que eles opinem sobre o assunto. Em seguida, o Conselho da Conmebol tomará uma decisão.

Já existem cidades candidatas a sediar a primeira final única da Libertadores, entre elas Rio de Janeiro e Lima. A ideia da Conmebol é fazer um grande evento que aumente os ganhos econômicos da competição. Mas há questões logísticas já que, na América do Sul, há maior dificuldade para viajar.

Assim que o calendário da Conmebol for divulgado, a CBF vai anunciar a organização da sua temporada 2018 na próxima semana. O documento já está praticamente pronto, dependendo das definições da confederação sul-americana. Por conta da Copa-2018, os Estaduais começarão mais cedo e o Brasileiro só será interrompido pelo Mundial.

Fonte UOL