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Vídeo mostra geleira se rompendo e turistas fugindo de onda na Islândia

Imagem foi captada por agente de turismo enquanto grupo fazia visita de observação

Um grupo de turistas tomou um susto no domingo (31) enquanto observava a geleira Breiðamerkurjökull, na Islândia. Em vídeo divulgado pela agência de turismo Háfjall é possível ver pessoas correndo quando as partes da geleira começam a se soltar e formar uma onda na direção do grupo.

 

Segundo a rede americana “CNN”, o acesso ao local só é possível com a ajuda de guias treinados e todos foram instruídos por seus guias sobre o que fazer em casos como este.

Stephan Mantler, o guia responsável pelo vídeo, disse à “CNN” que o fenômeno é comum e que começou a filmar quando percebeu que seu grupo estava a salvo e que os outros guias já tinham avisado outros visitantes.

“Pude ver que todos eles estavam saindo da zona de perigo e seus guias estavam prontos para ajudar caso necessário então continuei a filmar, mas atento às pessoas”, disse.

 https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/04/02/video-mostra-geleira-se-rompendo-e-turistas-fugindo-de-onda-na-islandia.ghtml
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APÓS ACIDENTE DO MARIDO, RAINHA ELIZABETH II NÃO VAI MAIS DIRIGIR EM PÚBLICO

De acordo com informações do ‘US Weekly’, acidente automobilístico com príncipe Philip, em janeiro, fez a monarca tomar a decisão

Prestes a completar 93 anos de vida, a rainha Elizabeth II decidiu que não vai mais conduzir veículos em público. A decisão, de acordo fontes da monarquia britânica à revista US Weekly, contou com um fator recente que levou a monarca a tomar tal decisão.

Em janeiro deste ano, o marido da rainha, o príncipe Philip, de 97 anos, sofreu um acidente automobilístico e, mesmo sem ferimentos, isso levou a rainha a decidir só dirigir em propriedades privadas de agora em diante.

Menos de dois meses depois do acidente, príncipe Philip escreveu uma carta de desculpas à vítima do acidente, uma mulher, e afirmou que decidiu por conta própria abrir mão de sua carteira de habilitação.

A rainha Elizabeth, a única britânica a poder dirigir sem habilitação, ainda não comentou publicamente a decisão de parar de conduzir veículos em público. O comentarista Dickie Arbiter, ex-porta-voz da rainha, chegou a afirmar à US Weekly que “ela sempre foi muito cuidadosa à direção”.

Ela ainda garantiu que a rainha “nunca pediria e nem sugeriria ao marido para que ele parasse de dirigir”, ou seja, afirmou que a decisão partiu dele. “Ambos são pessoas bastante independentes”, completou Dickie.

(Por Léo Gregório)

https://revistaquem.globo.com/QUEM-News/noticia/2019/04/apos-acidente-do-marido-rainha-elizabeth-ii-nao-vai-mais-dirigir-em-publico.html

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Ex-diretor de campanha de Trump é condenado a quase 4 anos de prisão

Paul Manafort, ex-diretor de campanha do presidente Donald Trump, foi sentenciado nesta quinta-feira (7) por um tribunal da Virgínia a 47 meses de prisão por acusações de fraude bancária e fiscal.

Manafort, que completa 70 anos em abril, recebeu uma sentença claramente inferior à recomendada pelo Departamento de Justiça, que tinha pedido uma pena de 19 a 24 anos.

Em agosto do ano passado, ele tinha sido condenado por um júri da Virgínia em um processo que correu em Alexandria, cidade deste estado do leste americano, e que atraiu muita atenção da mídia.

Dono de gostos extravagantes que foram revelados no julgamento – ele gastou US$ 15 mil por uma jaqueta de couro de avestruz – desde a sua prisão perdeu um pouco de seu esplendor.

Em uma das audiências, ele apareceu em uma cadeira de rodas vestindo macacão de presidiário. Seus advogados explicaram que ele sofre de gota e que está atormentado por “remorso”, então eles pediram clemência no processo.

O caso de Manafort surgiu da investigação realizada pelo promotor especial Robert Mueller sobre um possível conluio entre a equipe de campanha de Trump e a Rússia nas eleições presidenciais de 2016.

Em uma dura mensagem dura, o gabinete de Mueller enfatizou a seriedade dos crimes cometidos por Manafort e o fato de que ele repetida e deliberadamente, violou a lei, e pediu uma sentença exemplar para o réu.

Durante a investigação sobre a interferência da Rússia nas eleições de 2016, Mueller se interessou pelo papel de Manafort, que liderou a campanha Trump por dois meses, e também tinha ligações com ucranianos ligados a Moscou.

O ex-chefe do FBI descobriu provas de fraudes financeiras anteriores a 2016, entre elas a omissão de mais de 55 milhões de dólares distribuídos em mais de trinta contas no exterior à Receita.

Mueller também que demostrou que Manafort escondeu suas atividades de consultoria para o ex-presidente ucraniano Viktor Yanukóvich, apoiado por Moscou, o que constitui uma infração às legislações sobre grupos de pressão.

Esta parte do processo é alvo de uma investigação seaprada ante um tribunal federal de Washington.

Manafort aceitou declarar-se culpado e cooperar com Mueller na esperança de obter uma redução de pena, mas, segundo a justiça, ele não cumpriu com o prometido e continuou mentindo aos investigadores, em especial sobre seus vínculos com um antigo sócio chamado Konstantin Kilimnik que, segundo os Estados Unidos, é suspeito de estar vinculado aos serviços de inteligência russos.

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Cuba proclamará sua nova Constituição no próximo dia 10 de abril

Havana, 7 mar (EFE).- A nova Constituição de Cuba, aprovada pelos cidadãos no final de fevereiro em um referendo, será finalmente proclamada no próximo dia 10 de abril, informaram nesta quinta-feira meios de comunicação oficiais.

O presidente da Assembleia Nacional do Poder Popular (parlamento unicameral) da ilha, Esteban Lazo, confirmou a data da proclamação da Carta Magna durante uma reunião com deputados em Havana, da qual os demais parlamentares do país participaram por videoconferência, segundo o jornal “Juventud Rebelde”.

No entanto, após ser proclamada, a Constituição que substituirá à vigente desde 1976 deverá esperar a publicação na Gazeta Oficial de Cuba para sua entrada em vigor.

No referendo constitucional realizado no último dia 24 de fevereiro participaram 7.848.343 de eleitores, dos quais 86,85% votaram a favor da nova Carta Magna, enquanto 706.400 cubanos eleitores a rejeitaram, segundo dados da Comissão Nacional Eleitoral.

Antes do referendo, uma minuta do documento foi submetida a uma consulta popular e aprovada pelo parlamento, e finalmente ficou integrada por 229 artigos, 11 títulos, duas disposições especiais, 13 transitórias e duas finais, depois que lhe foram incorporadas 760 emendas, o que significou que 60% do projeto original foi modificado.

A nova Constituição não modifica o sistema político da ilha, submetido ao Partido Comunista, nem renuncia ao comunismo, mas contém as mudanças econômicas e sociais ocorridas na última década após as reformas introduzidas durante os dois mandatos do atual ex-presidente Raúl Castro (2008-2018).

Como novidades reconhece a propriedade privada, considera o investimento estrangeiro necessário, institui as figuras do presidente da República e do primeiro-ministro, e estabelece um limite de dois mandatos presidenciais consecutivos.

Cerca de 50 leis deverão complementar a nova Constituição cubana, o que acarretará um “intenso trabalho legislativo” para os próximos anos, previu o titular do parlamento, Esteban Lazo, na reunião com os deputados. EFE

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EUA recorre a militares para alojar menores imigrantes desacompanhados

Washington, 8 Mar 2019 (AFP) – O governo de Donald Trump pediu ao departamento de Defesa que disponibilize instalações militares para abrigar cerca de 5 mil imigrantes menores que entraram no país desacompanhados, revelou um porta-voz do Pentágono.

O Departamento de Saúde e Serviços Humanos “pediu ao Departamento de Defesa ajuda para identificar espaços para abrigar 5 mil menores estrangeiros desacompanhados, caso isto seja necessário até 30 de setembro”, informou o coronel Jamie Davis.

O Departamento de Defesa vai trabalhar para identificar possíveis estabelecimentos para este tipo de ajuda e também vai auxiliar o Departamento de Saúde na avaliação de instalações e terrenos.

O requerimento é preventivo, já que as autoridades não sabem se de fato haverá tal necessidade.

De acordo com informações do governo, atualmente há 11.500 menores estrangeiros que entraram no país desacompanhados sob custódia das autoridades.

Segundo o Bureau de Alfândegas e Proteção da Fronteira, em fevereiro passado 6.825 menores desacompanhados foram detidos após entrarem no país de forma ilegal, contra 5.119 em janeiro.

Na quarta-feira, a secretária de Segurança Nacional, Kirstjen Nielsen, avaliou que a entrada de imigrantes ilegais nos Estados Unidos deve aumentar nos próximos meses.

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Israel acusa Conselho de Direitos Humanos da ONU de apoiar terroristas

As Nações Unidas, 28 fev (EFE).- O embaixador de Israel na ONU acusou nesta quinta-feira o Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas de “estar cego pelo ódio com Israel” e de apoiar um grupo “terrorista assassino”, depois que uma comissão de tal Conselho acusou o país de crimes de guerra contra as manifestações de Gaza.

“Os países do mundo deveriam considerar sua filiação ao Conselho de Direitos Humanos, que apoia uma organização terrorista assassina”, disse em um breve comunicado o diplomata israelense Danny Danon, em referência ao movimento islamita palestino Hamas.

A comissão das Nações Unidas que investiga os ataques de Israel às Grandes Marchas do Retorno realizadas na Faixa de Gaza desde março de 2018, declarou nesta quarta-feira que esses incidentes, nos quais as forças israelenses mataram pelo menos 189 pessoas, podem constituir “crimes de guerra”.

“Há bases razoáveis para acreditar que durante a Grande Marcha do Retorno os soldados israelenses cometeram violações dos direitos humanos e da lei humanitária, em alguns casos constitutivos de crimes de guerra ou contra a humanidade, e devem ser imediatamente investigados por Israel”, afirmou o presidente da comissão, o argentino Santiago Cantón.

Para Danon “este Conselho está cego pelo ódio com Israel e com as Forças de Defesa de Israel e gasta seus recursos e seu tempo em ataques políticos e a estender mentiras”.

A comissão disse ter levado em conta a posição de Israel, que argumentou que os protestos ocultavam “atividades terroristas” por parte de grupos armados palestinos, mas determinou que as manifestações eram principalmente atos civis e “apesar de alguns atos de violência, não constituíram combates ou campanhas militares”.

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Secretário de Agricultura se demite por possível atraso do “brexit”

Londres, 28 fev (EFE).- O secretário de Estado de Agricultura do Reino Unido, George Eustice, apresentou nesta quinta-feira sua demissão pela possibilidade de atraso do “brexit”.

Em uma carta dirigida à primeira-ministra, Theresa May, o deputado conservador expressou seus medos diante dessa possível prorrogação e afirmou que não quer ser partícipe dos críticos debates parlamentares que acontecerão se isso ocorrer.

“Temo que o desenvolvimento dos eventos nesta semana conduzirá a uma série de eventos que culminarão com a União Europeia (UE) nos ditando os termos de qualquer extensão solicitada e a humilhação final do país”, afirmou o político “tory”.

Eustice lembrou que permaneceu “ao lado do Governo” apesar de vários “recuos indignos” e antecipou que votará a favor do acordo do brexit quando este retornar à Câmara dos Comuns antes de 12 de março mas, contudo, indicou que com “tremenda pena” decidiu se demitir.

“Embora tenha feito campanha pelo brexit, sempre apoiei tentar uma reconciliação no nosso país”, escreveu na carta à premiê, ao mesmo tempo que reconheceu que entende que deixar a UE gera “apreensão” a muita gente porque representa uma mudança” histórica”.

O já ex-secretário de Estado de Agricultura opinou que a Comissão Europeia não conduziu as negociações de forma “honorável” e mostrou seu respeito à governante conservadora que, segundo sua opinião, tem mostrado “tenacidade e resiliência” ao longo de todo o ano.

A chefe de Governo abriu as portas pela primeira vez na terça-feira a um possível atraso do brexi

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Crise na Venezuela: quem é Juan Guaidó, presidente autoproclamado que será recebido por Bolsonaro?

A crise política se agrava a passos largos desde que Juan Guaidó se autoproclamou presidente interino do país, em 23 de janeiro. Pouco tempo atrás, Guaidó era uma figura pouco conhecida dentro e fora da Venezuela.

A crise política na Venezuela se agrava a passos largos desde que Juan Guaidó se autoproclamou presidente interino do país, em 23 de janeiro. Pouco tempo atrás, Guaidó era uma figura pouco conhecida dentro e fora da Venezuela.

Mas nos últimos dois meses ele se converteu no mais proeminente líder da oposição ao chavismo, graças à turbulência política que sacode o país. Nesta quinta-feira, ele será recebido pelo presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, no Palácio do Planalto.

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Guaidó, de 35 anos, assumiu no início de janeiro a presidência da Assembleia Nacional, o último órgão estatal sob controle da oposição ao governo de Nicolás Maduro. Depois disso, ele emergiu como o rosto mais visível do movimento nacional e internacional que busca tirar Maduro da Presidência por considerá-lo um governante ilegítimo.

O opositor se autoproclamou presidente e foi reconhecido como tal por diversos países – entre eles, Brasil, EUA, os da União Europeia e os do Grupo de Lima, que reúne a maioria dos países latino-americanos. A OEA (Organização dos Estados Americanos) também declarou apoio ao oposicionista. “[Guaidó] tem nosso apoio para impulsionar o retorno do país à democracia”, disse o secretário-geral do órgão, Luís Almagro.

Mas, afinal, quem é Guaidó e qual o real poder que ele tem como presidente autoproclamado da Venezuela?

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Raríssimo nascimento de gêmeos semi-idênticos é registrado na Austrália

Médicos registraram na Austrália o que dizem ser o segundo caso conhecido de gêmeos “semi-idênticos” no mundo.

O menino e a menina, hoje com quatro anos, são idênticos por parte de mãe. Mas compartilham apenas uma parte do DNA do pai – o que coloca eles, geneticamente, em algum lugar entre gêmeos fraternos (dizigóticos ou bivitelinos) e gêmeos idênticos (monozigóticos ou univitelinos).
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Os especialistas afirmam que esse fenômeno é extremamente raro – embriões deste tipo geralmente não sobrevivem.

O professor Nicholas Fisk, que liderou a equipe que cuidou da mãe e dos gêmeos no Royal Brisbane and Women’s Hospital, em 2014, contou que a descoberta foi feita por meio de um exame pré-natal de rotina.

É a primeira vez que gêmeos semi-idênticos são identificados durante a gravidez.

A mãe de primeira viagem tinha 28 anos na época e havia engravidado naturalmente, segundo os médicos.

O caso foi publicado na revista científica The New England Journal of Medicine.

“A ultrassonografia feita com seis semanas de gestação mostrou uma placenta única e o posicionamento das bolsas amnióticas indicava que ela estava esperando gêmeos idênticos”, afirmou Fisk.

“No entanto, uma ultrassonografia realizada com 14 semanas mostrou que os gêmeos eram do sexo masculino e feminino, o que não é possível no caso de gêmeos idênticos.”
Como isso aconteceu?

Gêmeos idênticos são gerados quando um único óvulo, fecundado por um único espermatozoide, se divide e forma dois bebês.

Esses gêmeos são do mesmo sexo e compartilham os mesmos genes e características físicas.

Os gêmeos não-idênticos são formados, por sua vez, quando dois óvulos distintos são fecundados, cada um por um espermatozoide diferente, e se desenvolvem no útero ao mesmo tempo.

Sendo assim, podem não ser do mesmo sexo e se parecem tanto quanto qualquer irmão ou irmã, apesar de terem nascido juntos.

No caso de gêmeos semi-idênticos (ou sesquizigóticos), acredita-se que o óvulo tenha sido fecundado simultaneamente por dois espermatozoides antes de ser dividido.

Se um óvulo é fecundado por dois espermatozoides, resulta em três conjuntos de cromossomos, em vez de dois – um da mãe e dois do pai.

E, de acordo com os pesquisadores, três conjuntos de cromossomos são “tipicamente incompatíveis com a vida, e os embriões não costumam sobreviver”.

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Resultado da cúpula Trump-Kim é fracasso que eliminaria concorrente de reality show

São Paulo

Na sua maior derrota no campo em que se considera imbatível, o de negociações interpessoais, o presidente Donald Trump teve de ceder àquilo que se convencionou chamar de “Estado profundo”.

A expressão, que soa bem melhor em inglês (“Deep State”), representa o cipoal burocrático que toca governos como um relógio, fazendo correções de rumo e evitando que o voluntarismo ou maluquices de governantes tenham efeito prático.

Talvez nem tão profundo assim, já que o próprio Trump colocou a responsabilidade por sua saída abrupta de Hanói sobre o secretário de Estado, Mike Pompeo. Mas quem estava com eles e certamente tem peso na decisão é outra figura, o poderoso John Bolton, assessor de Segurança Nacional.

Bolton é um negociador linha-dura das antigas. Blefa quando necessário —as “opções na mesa” para derrubar um ditador que não é amigo do chefe, Nicolás Maduro, que o digam. Mas conhece a história.

E ela diz que nem EUA nem Coreia do Norte são exatamente parceiros confiáveis.