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Balão ‘bebê Trump’ é usado em protesto contra a visita do presidente americano a Londres

A primeira visita do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao Reino Unido motiva protestos nesta sexta-feira (13), em Londres. Manifestantes usaram um balão inflável gigante que representa Trump como um bebê nesta manhã na frente do parlamento britânico. O balão de seis metros é laranja, tem braços curtos, um topete e está de fralda.
Bebê inflável é uma crítica ao jeito Trump de governar

Bebê inflável é uma crítica ao jeito Trump de governar

Milhares de manifestantes participaram da marcha “Stop Trump” com cartazes com críticas contra o racismo e sexismo. O número de presentes ainda não foi divulgado oficialmente, mas mais de 50 mil pessoas se inscreveram para particiar do ato. Cerca de cinco mil pessoas, segundo estimativa da CNN, participavam das manifestações no início da tarde no horário local.

“Este é o carnaval da resistência” e “”Não ao Trump, não à Ku Kux Klan, não aos EUA fascista!”, eram alguns dos cartazes carregados pelos manifestantes que avançavam pela Oxford Street com destino a Trafalgar Square.
Marcha feminina de ‘Stop Trump’ passa por ruas de Londres nesta sexta-feira (13) (Foto: Jeff Schaeffer/AP) Marcha feminina de ‘Stop Trump’ passa por ruas de Londres nesta sexta-feira (13) (Foto: Jeff Schaeffer/AP)

Marcha feminina de ‘Stop Trump’ passa por ruas de Londres nesta sexta-feira (13) (Foto: Jeff Schaeffer/AP)

Para evitar protestos, os principais eventos da agenda serão fora de Londres. Nesta manhã, o presidente americano se reuniu com a premiê britânica, Theresa May, na casa de campo dela, em Chequers. Porém, mais tarde, ele se encontrará com a rainha Elizabeth II no castelo de Windsor.

Em entrevista ao “The Sun”, Trump reconheceu que os protestos o deixam constrangido. “Acho que, quando eles colocam os infláveis para me fazer sentir indesejável, não tenho motivo para ir a Londres”, disse Trump ao jornal. “Antes eu amava Londres como cidade. Não venho aqui há muito tempo. Mas quando fazem você se sentir indesejável, por que ficaria aqui?”, afirmou.

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Trump se reúne com a rainha Elizabeth em Windsor

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, encontrou-se na tarde desta sexta-feira (13) com a rainha Elizabeth II, no castelo de Windsor. Ele e a primeira-dama, Melania, foram recebidos na entrada do palácio às 17h no horário local (13h em Brasília).

Encontro com May

Mais cedo, o presidente americano teve uma reunião com a premiê britânica, Theresa May, em que concordaram que é possível estabelecer um acordo comercial entre os EUA e o Reino Unido após o Brexit. Após a polêmica por causa da entrevista que ele concedeu ao tabloide “The Sun”, ele também negou ter criticado a premiê.

Ele disse que o que May fizer na condução do processo de saída do Reino Unido da União Europeia está bom para os Estados Unidos, adotando um tom bastante diferente do utilizado por ele na polêmica entrevista concedida ao jornal. Trump afirmou ainda que a entrevista ao “The Sun” não incluiu comentários positivos que ele fez sobre a premiê britânica.

“Eu não sei o que eles vão fazer, mas o que você fizer está ok para mim. Essa decisão é sua. O que quer que você faça está tudo bem conosco. Apenas certifique-se de que podemos negociar juntos. Isso é tudo que importa”, declarou após encontro com May, na casa de campo dela, em Chequers.

Na entrevista ao “The Sun”, Trump afirmou que o plano de May para o Brexit “provavelmente pode matar” um acordo de livre-comércio entre o Reino Unido e os EUA . “Se aprovarem um acordo como esse, estaríamos tratando com a União Europeia no lugar de com o Reino Unido, e isso provavelmente pode matar o acordo”, declarou ao jornal.

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Os heróis que salvaram os 12 meninos e seu técnico de caverna na Tailândia

O grupo no centro dos esforços para salvar os 12 meninos e seu técnico de futebol presos em uma caverna na Tailândia foi formado por mergulhadores de vários países e integrantes de forças especiais da Marinha tailandesa em uma verdadeira operação internacional.

Poucas informações foram divulgadas sobre quem estava envolvido – em grande parte, porque os participantes estavam relutantes em falar sobre isso.

Acredita-se que dezenas de mergulhadores – tailandeses e estrangeiros – contribuíram. Conheça, a seguir, alguns deles.

Forças Especiais da Marinha tailandesa

Vários membros das forças especiais da Marinha tailandesa fizeram parte do resgate. Os mais conhecidos são um médico, identificado como Pak Loharnshoon, e três mergulhadores, que não tiveram seus nomes revelados – os quatro se voluntariaram para ficar junto com os meninos na caverna após eles serem encontrados, há uma semana.

Pak é visto cuidando de ferimentos leves dos meninos em um vídeo divulgado pela Marinha.

A unidade de forças especiais da Marinha era liderada pelo contra-almirante Arpakorn Yuukongkaew. Quando os mergulhadores ainda buscavam o grupo, foi Yuukongkaew que informou a imprensa sobre o progresso que vinha sendo realizado.

Quatro membros da unidade do contra-almirante foram os últimos a deixar a caverna na noite de terça-feira.

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Ministro alemão é alvo de pedidos de renúncia após suicídio de migrante

Nesta terça-feira (10), o ministro alemão do Interior, Horst Seehofer, fez uma piada que poderá sair pela culatra. Ao apresentar seu assim chamado “plano mestre” para a migração, gabou-se: “Vejam só, no meu aniversário de 69 anos, sem nenhuma ordem da minha parte, 69 pessoas foram enviadas de volta para o Afeganistão.”

Na ocasião, o político conservador não podia imaginar que, algumas horas antes, um dos deportados havia se enforcado num campo provisório na capital afegã. O suicídio de Jamal Nasser Mahmoudi, de 23 anos, foi anunciado no dia seguinte pelo órgão encabeçado por Seehofer e confirmado por encarregados dos refugiados no Afeganistão. Em breve comunicado, o Ministério do Interior classificou a morte de “uma ocorrência profundamente lamentável”.

Seehofer, que é também o presidente da União Social Cristã (CSU), da Baviera, é uma figura controvertida na Alemanha, desde que liderou a oposição à política de boas-vindas da chanceler federal Angela Merkel para com migrantes. Muitos temiam que a rebelião dele pudesse fazer naufragar o governo.

A crise foi evitada no início deste mês, graças a um consenso com a União Democrata Cristã (CDU), de Merkel, e o parceiro de coalizão minoritário, o Partido Social-Democrata (SPD). No entanto, os níveis de aprovação de Seehofer despencaram, e agora as vozes exigindo sua renúncia tornam-se cada vez mais audíveis, mesmo dentro da coalizão governamental.

Alguns social-democratas, já irritados com o que consideram a insolência do ministro, foram às redes sociais para exigir que ele entregue o cargo.

“Horst Seehofer é um cínico patético e inadequado a seu cargo, em termos de caráter”, escreveu no Twitter o influente líder da ala jovem do SPD, Kevin Kühnert: “A renúncia dele já passou da hora. Tem alguém aí prestando atenção, coalizão?”

A representação do partido no estado mais populoso da Alemanha, a Renânia do Norte-Vestfália, concordou, comentando: “Um ministro do Interior tão carente de humanidade prejudica nossa democracia, à qual devemos tanto.”

Cansel Kiziltepe, deputado social-democrata do Parlamento Federal, exigiu que Merkel demita o chefe de pasta. “Cínico, desumano e misantrópico!”, tuitou. “Seehofer tem vidas humanas na consciência, e não pode ser mais tolerado como ministro, Sra. Merkel!”

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A rainha guerreira africana que enfrentou os colonialistas britânicos – e venceu

A história da destemida Yaa Asantewaa, integrante de uma família de líderes do Império Ashanti, e a de Gana estão entrelaçadas.

Em 1900, o Império Ashanti, hoje Gana, na África, estava sob ataque dos britânicos. O rei se exilou nas ilhas Seicheles e a tia dele, Yaa Asantewaa, tornou-se regente.

Assista ao vídeo.

Durante as investidas britânicas, o governador Sir Frederick Hodgson cometeu um erro fatal. Ele exigiu sentar-se no Trono de Ouro dos ashantis e reivindicou a posse do objeto.

A população ficou enfurecida e se sentiu desrespeitada.

Diz a lenda que o Trono de Ouro desceu do céu e é o guardião do espírito da nação Ashanti. É um considerado um objeto sagrado, símbolo de poder e união.

Yaa Asantewaa decidiu, então, agir em defesa de seu povo. Ao perceber que os homens do reino estavam apáticos, ela anunciou que convocaria as mulheres para lutar pelo Trono de Ouro.

“Se vocês não fizerem nada, vou convocar as mulheres. Vamos lutar até que a última de nós caia”, disse, num encontro.

Era 1900 e Asantewaa teve um papel heróico na guerra do Trono de Ouro. Aos 60 anos, comandou tropas contra homens brancos. Naquela época, nunca tinha se visto uma mulher liderando da forma como ela fez.

Asantewaa entrou para a história como a “rainha guerreira” e conseguiu vencer a batalha pelo trono. Os britânicos nunca encostaram as mãos no objeto sagrado.

No entanto, após seis meses de luta, os britânicos capturaram a filha dela e forçaram a líder a se render. Ela também se exilou nas Seicheles.

O território dos ashantis foi anexado pelo império britânico e Asantewaa não viveu pa

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Após 18 dias, Tailândia resgata 12 garotos e treinador presos em caverna 104

A Tailândia retirou o último garoto e o treinador do time de futebol do complexo de cavernas de Tham Luang por volta das 18h30 locais desta terça-feira (10), 8h30 em Brasília. Encerram-se, assim, os 18 dias de operações de resgate dos 13 tailandeses presos no local desde 23 de junho.

“Todos os 12 ‘Javalis Selvagens’ e seu treinador estão fora da caverna. Estão seguros. Mandem apoio a todos”, confirmou a Marinha tailandesa no Facebook, citando os garotos pelo nome do time de futebol. Todos foram levados a um hospital.
Veja também:

Cilindro de ar, máscara e roupa de mergulho: como os garotos saíram
Meninos que já haviam sido resgatados estão ‘bem de saúde’ e em quarentena

Quatro membros da missão de resgate, um médico e três mergulhadores, foram os últimos a deixar a caverna, por volta das 11h30 do horário de brasília.

As buscas foram finalizadas no terceiro dia de operação, iniciada por volta da meia-noite de hoje no horário de Brasília (10h na Tailândia). Dezenove mergulhadores estiveram envolvidos na missão de hoje.

Entre domingo e segunda-feira, em duas incursões dos socorristas, oito meninos foram retirados. Eles estão internados em um hospital da cidade de Chiang Rai, a cerca de 57 km do complexo de cavernas de Tham Luang.

De acordo com o premiê tailandês, Prayut Chan-o-chau, os meninos resgatados receberam remédios que combatem a ansiedade, mas não tomaram anestésicos.

Os garotos no hospital estão sendo mantidos em isolamento para evitar o risco de infecção, conversando com seus pais por meio de uma janela de vidro. Por enquanto, a dieta dos garotos é limitada a mingau, pão e uma pequena quantidade de chocolate. Eles devem ficar em observação no hospital por pelo menos sete dias.

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Nigéria entrega à ONU 183 crianças e jovens suspeitos de terem integrado o grupo jihadista Boko Haram

O Exército da Nigéria entregou nesta segunda-feira (9) à ONU 183 crianças suspeitas de pertencer à organização jihadista Boko Haram, que foram detidas em vários estados do nordeste do país afetado pela violência dos terroristas durante quase nove anos.

O grupo, formado por meninas e meninos, foi entregue a funcionários das Nações Unidas em Maiduguri, capital do estado de Borno.

No ato de entrega, o tenente-general Nicholas Rogers manifestou a esperança de que as crianças recebam “cuidados médicos adequados e apoio”.

Em comunicado, o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) afirmou que “a libertação ocorre depois que as crianças, de entre 7 e 18 anos, foram desvinculadas dos insurgentes do Boko Haram”.

“Estas 8 meninas e 175 meninos são, em primeiro e principal lugar, vítimas do atual conflito, e a libertação é uma passagem importante no seu longo caminho para a recuperação”, afirmou o representante do Unicef na Nigéria, Mohammed Fall.

“Trabalharemos com o Ministério de Assuntos da Mulher e Desenvolvimento Social, assim como com nossos aliados, para proporcionar às crianças toda a ajuda necessária”, acrescentou Fall.

Depois de permanecer em custódia administrativa, “as crianças receberão atendimento médico e apoio psicossocial antes de começar o processo de reunificação com suas famílias e reinserção na sociedade”, precisou o comunicado.

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EUA são acusados de tentar boicote a resolução da ONU que incentiva amamentação

Os Estados Unidos ameaçaram alguns países em um esforço para boicotar uma resolução da Assembléia Mundial da Saúde, da ONU, de apoio ao aleitamento materno, informou o jornal “The New York Times” no domingo (8).

Com base em décadas de pesquisa, a resolução diz que o leite materno é mais saudável para as crianças e os países devem se esforçar para limitar o marketing impreciso ou enganoso dos substitutos do leite materno.

Segundo o jornal americano, as autoridades americanas tentaram modificar a resolução tentando tirar o trecho que diz que os governos tem que “proteger, promover e apoiar a amamentação” e outra passagem que pedia aos legisladores que restringissem a promoção de produtos alimentícios que muitos especialistas dizem ter efeitos negativos em bebês.

Quando este objetivo não foi alcançado, a delegação americana teria partido para ameaças. O jornal cita mais de uma dúzia de participantes de vários países, que pediram anonimato por medo de retaliação dos EUA.

Ainda segundo a reportagem, a delegação dos EUA ameaçou a ajuda militar e comercial ao Equador, que apresentaria a resolução no encontro da Assembleia em Genebra, e conseguiu que o país não apoiasse a resolução. Pelo menos uma dúzia de países, em sua maioria mais pobres, também desistiram do apoio a resolução por medo de retaliação americana.

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Quatro meninos são retirados de caverna na Tailândia no 2º dia de resgate

Mais quatro meninos foram retirados da caverna Tham Luang, na Tailândia, subindo para oito o número de resgatados, na manhã desta segunda-feira (9), 2º dia das operações de salvamento. Cinco pessoas ainda permanecem na cavidade subterrânea, onde entraram no dia 23 de junho.

Acompanhe o resgate em tempo real

Veja a cronologia do resgate

Os quatro garotos passam bem e foram levados para o hospital da província de Chiang Rai, que fica a cerca de 70 km da caverna. Inicialmente, o governo tinha previsto a retirada de três meninos neste segundo dia de resgate, mas, com base no sucesso da operação do domingo, mais quatro foram trazidos à superfície nesta segunda.

“Nós estamos muito felizes de resgatar mais quatro”, afirmou o governador da província de Chiang Rai e coordenador da célula de crise, Narongsak Osatanakorn.

Os nomes dos resgatados não foram divulgados oficialmente. As cinco pessoas que ainda estão nas galerias subterrâneas estão em bom estado de saúde.

Mais três dias

O comandante das Forças Armadas tailandesas afirmou que em mais três dias todo o grupo estará fora da caverna.

Apesar de o segundo dia de resgate ter corrido bem, a próxima fase “vai depender de todas as condições”, segundo o vice-comandante do Exército da Terceira Região do Exército da Tailândia.

Os trabalhos desta segunda foram retomados após mais de 10 horas de intervalo após o fim da primeira fase, porque era preciso repor o estoque de oxigênio da caverna.

A operação de resgate é bastante complexa e perigosa: as galerias subterrâneas estão completamente escuras. O grupo precisa atravessar um trecho inundado e depois percorrer outro com um relevo bastante acidentado. Alguns dos meninos não sabem nadar. Todos precisaram aprender técnicas de mergulho às pressas.

O resgate é uma corrida contra o relógio, devido à expectativa de chuvas fortes nos próximos dias, que podem voltar a inundar perigosamente as galerias subterrâneas.

Bom estado de saúde

Como os meninos passaram um longo período de jejum forçado, as autoridades temiam o estado de saúde deles. Porém, os oito primeiros resgatados chegaram à superfície em segurança e em bom estado de saúde.

Os quatro resgatados no domingo permanecem internados no hospital de Chiang Rai em quarentena para evitar possíveis infecções. As autoridades estudam liberar a visita dos pais, segundo a CNN. Os garotos estavam com fome e pediram para comer um prato à base de arroz.

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Gráficos mostram por que é tão difícil resgatar os meninos presos em caverna na Tailândia Comente

Escuridão, áreas inundadas, passagens estreitas demais, zonas de desmoronamento de rochas e os riscos para a saúde de ficar sob a terra.

A notícia de que 12 adolescentes e seu técnico de futebol presos em uma caverna na Tailândia desde 23 de junho foram achados com vida na segunda-feira foi muito celebrada, mas o pesadelo não terminou.

As dificuldades para resgatá-los são enormes, como mostram os gráficos a seguir.
O grupo foi achado em um pequeno espaço a mais de 2 km da entrada – e a uma profundidade de 800 metros a 1 km.

O grande problema é que esse lugar está isolado da entrada por várias zonas que ficaram submersas por causa das fortes chuvas dos últimos dias.

Grande parte dos esforços de resgate se concentraram em drenar a água da caverna e, por isso, o salvamento pode levar semanas, ou até meses, para ser concluído.
Sobrevivência subterrânea

A Marinha tailandesa anunciou na segunda-feira que se prepararia para enviar alimentos para que os 13 possam sobreviver por ao menos quatro meses e para treiná-los a como mergulhar.

Mas, ainda que eles conseguam fazer isso, algumas partes da caverna são estreitas demais, o que exige muito treino para poder passar por esses lugares usando cilindros de mergulho.