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Brigadistas desistem de combater incêndios e deixam parque nacional após 70% da reserva ser devastada

Brigadistas desistiram de combater o fogo e deixaram o Parque Nacional do Araguaia, na região sudoeste do Tocantins, nesta quarta-feira (20), após 70% da reserva ser devastada pelos incêndios. O chefe do parque Raoni Japiassu Merisse estima que cerca 400 mil hectares foram queimados, o que equivale a quase três vezes a cidade de São Paulo.

A área total do parque é de 560 mil hectáres equivale ao tamanho de Teresina (PI) e faz parte da Ilha do Bananal. Há mais de um mês equipes tentam combater as queimadas no local. Três delas acontecem na Mata do Mamão, maior área verde do parque.

Segundo Merisse, as equipes desisitiram de tentar combater o fogo porque perceberam que não seria possível apagar os diversos incêndios que persistem no local.

“Esse ano pela primeira vez, foi possível cumprir o planejamento da etapa de prevenção, com manejo de combustível e queimas prescritas. A gente mesmo fez queimas controladas no entorno da principal área de mata do parque para que o fogo não entrasse na área, só um pequeno trecho da mata que a gente não conseguiu protege, que foi justamente onde houve o primeiro incêndio mais grave e esse incêndio vinha sendo combatido desde o dia 15 de agosto. Durante o combate a esse incêndio, surgiram outros seis em áreas de campo, que a gente não se preocupou porque a prioridade são as áreas de mata. Posteriormente surgiram mais três incêndios dentro da área de mata, na Mata do Mamão. Aí a gente viu que o nosso trabalho não ia ter eficácia nenhuma, por isso optamos por retirar a brigada hoje.”

De acordo com o chefe, os incêndios estão em uma área onde não há acesso por terra, só por helicóptero, o que diminui muito a efetividade do combate.

“Além disso, o IBAMA precisou deslocar o helicóptero para o incêndio em Palmas, na Serra do Lajeado, na sexta-feira (15). Diante dessa situação de vários incêndios, baixa eficácia do combate, disponibilidade parcial da aeronave, a gente achou melhor cancelar o combate e chamar os envolvidos, Funai e Ministério Público para discutir toda a situação porque da forma que está é inviável.”

Sobre as medidas de combate aos incêndios no Tocantins anunciadas pelos governos Federal e Estadual, o chefe do parque acredita serem válidas, mas talvez um pouco tardias.

“É uma característica das instituições que trabalham com fogo a mobilizar recursos e esforços quando já é tarde demais. A gente não consegue isso no período de fazer a prevenção, conversar com as pessoas que estão usando as áreas, fazer as queimas prescritas, preparar todo o sistema de acionamento. Eu acho que é bem vinda essa preocupação, esse recurso, mas a gente precisa desse cuidado no início dessa ação seca”, opina.

Os custos que devem ser assumidos pelo Ibama são de abastecimento das aeronaves e de pagamentos de diárias, passagens e equipamentos para os brigadistas. O próprio instituto é responsável pela gestão dos recursos. O Governo Estadual disse que estuda uma série de ações para antecipar o trabalho de combate em 2018.

Fonte: G1 Tocantins

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Amastha desconsidera greve, fala em servidores faltosos e avisa que salários serão descontados

Em entrevista coletiva à imprensa no final da manhã desta terça-feira, 19, o prefeito de Palmas Carlos Amastha (PSB) se pronunciou sobre a movimento paredista dos servidores municipais da Educação. De acordo com o chefe do Executivo, como a greve foi declarada ilegal pela Justiça, os salários dos profissionais que estão trabalhando serão descontados e não há possibilidade de negociação dos cortes dos pontos que já estão sendo feitos desde o primeiro dia da paralisação.

“Nós estamos falando de gente que estão faltando ao trabalho, porque greve não é, essa greve não existe porque foi declarada ilegal. Quem não trabalhou não vai receber por não trabalhar”, declarou Amastha. “Ninguém vai negociar absolutamente nada de uma greve que foi declarada ilegal. Não existe negociação para acabar com essa greve, ninguém está negociando um ato ilegal”, asseverou o prefeito.

Ao iniciar a coletiva, Amastha afirmou que é a primeira e última vez que se refere a greve. Segundo ele quem está “cuidando” desse impasse é o professor Danilo de Melo, que é o secretário municipal de Educação.

Durante a entrevista, o prefeito ressaltou diversas vezes que não há motivos para a categoria estar paralisada. “É tão claro que não existe motivos, que a Justiça durante três vezes declarou a ilegalidade do movimento. Então, a gente precisa respeitar. O que a Justiça determina não se discute, se cumpre”, aconselhou o pessebista.

Conforme o gestor, os “supostos” pretextos que levaram os profissionais da Educação a deflagrar a paralisação, por tempo indeterminado, como o pagamento da revisão geral anual, retroativos, pagamento de progressões e eleições de diretores; não são convincentes porque, segundo ele, a gestão está dando cumprimento a todas essas demandas. “Isso não é motivo para greve porque tudo está sendo executado”, frisou Amastha.

Data-base escalonada
Amastha argumenta que, mesmo de forma escalonada, o pagamento da data-base (revisão geral anual) está sendo implementado na folha do servidor. “Desde 1º de agosto 64% do funcionalismo está recebendo sua data-base e todos irão receber até 31 de dezembro deste ano”, garante o prefeito.

O pessebista lembrou que foi divulgado na mídia e a categoria também foi informada que o restante dos servidores receberia o benefício após o mutirão de negociações fiscais (Refis), que foi encerrado na sexta-feira, 15, e injetou uma receita extra nos cofres da prefeitura.

“Nós nunca falamos que [a data-base] não seria paga, nós falamos como seria paga, porque dependendo do fluxo de caixa nós teremos o escalonamento ou decisões mais rígidas a serem tomadas”, explicou o gestor. “Se o valor que entrou no mutirão não for suficiente para cumprir o compromisso de todos estarem recebendo até 31 de dezembro, a gente vai exonerar comissionados”, afirmou, acrescentando que nesta sexta-feira, 19 haverá uma resposta definitiva sobre essa questão.

Em relação aos retroativos da revisão salarial, Carlos Amastha informou que está estabelecido o compromisso desse pagamento ser feito até o final do mês de abril de 2018. “Podendo ser antecipado, dependendo do orçamento”, avisou.

Progressões e PCCR
Outro ponto de reivindicação dos grevistas, os passivos das progressões salariais, o prefeito afirma que estão sendo quitados, em parcelas, desde agosto. “Já estamos pagando. Outra parcela vai ser paga agora e todas serão pagas, conforme a gente tinha se comprometido”.

Sobre o Plano de Cargos, Carreiras e Remuneração (PCCR), Amastha reconheceu a necessidade da reorganização das carreiras dos servidores. “A professora Valéria ontem já apresentou o resultado do trabalho de discussão do Plano de Cargos, Carreiras e Salários. Isso é algo que nós temos que fazer, mas não é algo que justifique uma greve porque é de interesse da prefeitura e de todos os palmenses”, disse.

Eleições dos Diretores
Durante a coletiva, o chefe do Executivo palmense também comentou sobre a eleição para escolha dos diretores das unidades escolares, que compõe a pauta de reivindicação da categoria.

Segundo o prefeito, foi lançado um edital há algum tempo, mas não foi levado adiante porque não houve consenso. Ele afirma que o documento será novamente lançado, mas não será nos padrões impostos pelos sindicatos. “Será nos moldes que atenda o interesse da nossa educação”, avisou.

“A proporcionalidade é uma coisa que não vamos discutir. Eles gostariam que o voto do funcionário valesse sete e do pai de família valesse três e da gestão não valesse nada. Não vai ser desse jeito. Vai ser igualitário e vai ter uma lista tríplice e o prefeito que vai escolher”, asseverou Amastha.

Motivo da greve
Para o prefeito, o motivo da greve está relacionado a devolução da contribuição sindical aos servidores. Ele conta que quase R$ 800 mil reais voltaram para os bolsos dos servidores porque o pagamento do subsídio aos sindicatos, conforme nova legislação, agora é opcional. “A devolução foi feita num dia, no outro dia eles deflagraram a greve”, lembrou.

O prefeito Amastha ainda afirmou que houve má-fé por parte do sindicato em orientar os grevistas a não comparecerem ao local de trabalho. “Se a greve foi declarada ilegal, volte para o trabalho e bata o ponto. São quinhentos pais de famílias que foram usados politicamente e serão penalizados pelo corte de ponto por falta ao trabalho”, alertou.

Retorno das aulas
Após comentar sobre as demandas dos servidores, o prefeito Carlos Amastha fez um apelo aos pais dos alunos da rede municipal para que levem os filhos às unidades de ensino. “Estamos integralmente de portas abertas para receber seu filho”, destacou.

Presente na coletiva, o secretário de Educação, Danilo Melo, apresentou algumas medidas para evitar prejuízos à comunidade escolar durante a ausência dos profissionais que participam do movimento, dentre elas a contratação de funcionários e remanejamento de servidores.

Outra medida anunciada pelo prefeito foi a convocação de servidores das demais pastas do município para atuar na Educação durante o período da paralisação. Também serão disponibilizados os secretários executivos para dar apoio nas unidades escolares e requisitados todos os profissionais da Educação que estão à disposição em outros órgãos. Além disso, a Semed dará expediente especial nas unidades educacionais.

Reposição de conteúdo
Segundo o secretário de Educação, 35% da categoria, o que corresponde cerca de mil servidores estão participando do movimento paredista, entre professores e administrativos. Algumas unidades escolares, segundo ele, nem chegaram a paralisar as atividades. A estimativa dos sindicatos que organizam a greve, por outro lado, contabiliza a adesão de mais de 2 mil servidores e de 51 unidades.

De acordo com Danilo, a partir desta quarta-feira, 20, as unidades terão condições de atender todas as crianças. O gestor explicou que não serão feitas reposições dos conteúdos perdidos nos sábados, feriados ou no período de férias. “Isso nunca funcionou”, disse. “Nós iremos redirecionar o currículo para cumprir o que é definido como o mínimo curricular comum, as disciplinas básicas, readequando a oferta das aulas e dos servidores. Não haverá prejuízo do ponto de vista pedagógico”, informou o secretário.

Reuniões com sindicatos
Nesta segunda-feira, 18, e na manhã desta terça os representantes dos sindicatos se reuniram com o secretário. Amastha explicou que a negociação com a categoria está sendo feita no sentido de mostrar as medidas que estão sendo tomadas e pedir aos servidores que retornem ao trabalho. “Não estamos negociando greve ela é ilegal”, repetiu o líder pessebista.

Assembleia da categoria
Após o pronunciamento do Executivo, a Diretoria Regional do Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado do Tocantins (Sintet-TO) convocou a rede municipal de educação para nova assembleia que será realizada nesta terça-feira, às 18 horas, na Câmara Municipal de Palmas.

Mais cedo, ao CT, o presidente regional do Sintet, Fernando Pereira, afirmou que mesmo com a abertura do diálogo, o movimento paredista continua. “Não vamos recuar enquanto o prefeito Carlos Amastha não cumprir a lei. O fora da lei aqui é a gestão Amastha, não é o Sintet”, asseverou o sindicalista, ao mencionar a decisão judicial que declarou ilegal a paralisação.

Entenda
Desde o dia 5 deste mês a categoria deu início a greve reivindicando o pagamento da data-base, progressões, eleições para a diretoria das escolas, retroativos e cumprimento do Plano de Carreira dos professores. Demandas que foram negociadas em acordo na greve de 2015, mas que segundo os sindicatos, não teriam sido cumpridas.

Apesar da greve ter sido declarada ilegal, após alguns dias de manifestações os profissionais da Educação decidiram ocupar a Câmara de Vereadores de forma pacífica para pressionar ainda mais a administração municipal. A categoria recebeu apoio dos vereadores e desde o dia 13 estão 24 horas na Casa de Leis por meio de revezamento. O Sintet ainda tenta, por meio de recursos, reverter as decisões desfavoráveis.

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MPE quer que Governo chame mais 404 aprovados na Defesa Social e reitera razões no TJ

O Ministério Público do Estado do Tocantins (MPE-TO) protocolou, nesta segunda-feira, 18, no Tribunal de Justiça do Estado, contrarrazões recursais para que o Governo do Tocantins chame mais 404 aprovados no concurso da Defesa Social e dê fim aos contratos temporários que ocupam as vagas sem concurso público no Sistema Penitenciário e Socioeducativo do Estado. O pedido vem após o Estado recorrer da Ação Civil Pública ajuizada em 13 de abril de 2016, realizada pelo MPE e acatado pela juíza Silvana Maria Parfieniuk.

De acordo o documento, assinado pelo o promotor Miguel Batista de Siqueira Filho, o MPE pede que a decisão anterior seja mantida e que a Justiça não acolha o recurso que a Procuradoria Geral do Estado (PGE) apresentou sobre a Ação Civil Pública . Nela, o órgão continua a querer o desligamento de todos os servidores contratados mediante contratos temporários, de forma gradativa e observadas as cautelas legais. E que Estado convoque para a segunda etapa, que consiste no curso de formação profissional, os candidatos aprovados na primeira etapa do referido concurso público. Mais de 1.300 pessoas foram aprovadas no concurso para provimento de vagas do Sistema Penitenciário e Socioeducativo.

Em nota enviada ao Portal T1 Notícias, na tarde desta terça-feira, a PGE disse que o Estado cumpre os prazos para prestação das informações solicitadas pela Justiça.

Renovação do Contrato e nomeações

A Secretaria de Cidadania e Justiça (Seciju) prorrogou, no dia 30 de janeiro, por 12 meses o contrato de servidores para trabalhar nas 41 unidades penitenciárias e prisionais e nas oito unidades socioeducativos do Tocantins, apesar dos 1.300 aprovados no concurso.

A partir de 30 de agosto, deste ano, 409 candidatos aprovados no certame foram nomeados pelo Estado. Sendo 69 aprovados para os cargos de Analista Socioeducador; contemplando profissionais do Serviço Social, Terapia Ocupacional, Direito, Enfermagem, Medicina Clínica, Nutrição, Odontologia, Educação Física, Pedagogia e Psicologia, além de 50 aprovados para o cargo de Assistente Socioeducativo, 290 para Técnico Socioeducador, dos quais 65 são mulheres e 225 homens.

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Marcelo Miranda apresenta potencial do Estado ao Ministério da Agricultura japonês

O governador Marcelo Miranda, acompanhado de sua comitiva, esteve na embaixada brasileira no Japão onde apresentou o potencial produtivo do Estado e o processo histórico da parceria e investimentos do Japão no Tocantins. Marcelo Miranda e equipe destacaram a força tocantinense para a agricultura e também a necessidade de se buscar investimentos na indústria, fortalecendo a economia do Estado. A comitiva tocantinense tem encontros agendados em empresas das áreas de armazenamento de grãos, de infraestrutura e maquinários, além do Ministério da Agricultura japonês.

Durante o seminário de divulgação do Tocantins, ocorrido na embaixada brasileira em Tókio, capital japonesa, o governador e a comitiva foram recebidos pelo embaixador do Brasil no Japão, André Corrêa do Lago. Para o governador, este é um momento importante em que a comitiva tocantinense busca atrair investidores para o Estado. “A história do Tocantins se confunde com a dos nossos irmãos japoneses. Desde o início da criação do Estado, nós tivemos as melhores parcerias com os japoneses. Eu posso citar a Jica [Agência de Cooperação Internacional do Japão], a Toyota, enfim, várias instituições japonesas que nos deram condições para que o Estado do Tocantins pudesse se desenvolver. Formou-se uma colônia japonesa no Estado e nós somos muito gratos aos japoneses, porque nos deram oportunidade para iniciar uma transformação no Tocantins, por meio de projetos que realmente davam retorno ao crescimento do Estado”, afirmou.

Segundo o embaixador André Corrêa do Lago, o Japão teve um papel essencial no desenvolvimento brasileiro nos anos 70, 80 e 90 e está, agora, retornando ao Brasil, em um novo cenário de potencialidade de crescimento econômico. “Em um ano, os dados do Brasil mudaram de maneira impressionante. E os japoneses têm sentido isso muito claramente, eles fizeram alguns investimentos no Brasil em alguns anos recentes que não tiveram os resultados que eles esperavam. Portanto, para eles, ver na dimensão federal um controle da economia com resultados muito claros e no nível dos estados uma disposição do Governo local de assegurar que o investidor tenha as melhores oportunidades possíveis, esse é o conjunto ideal e, portanto, é um momento muito bom para a visita do governador”, afirmou, acrescentando que o Tocantins tem tudo que o Japão espera encontrar no Brasil, que são oportunidades, qualidade e um imenso potencial de crescimento.

Agricultura

Marcelo Miranda ressaltou que o potencial produtivo e as terras altamente agricultáveis do Estado o colocam na qualidade de potencial fornecedor mundial de alimentos. “Tivemos a oportunidade de ver crescer um grande projeto: o Prodecer 3, na região central do Estado, em Pedro Afonso, margeando o Rio Tocantins. Um projeto que transformou aquela região em um celeiro muito forte na produção de grãos. Hoje, temos uma produção muito forte de soja, milho, arroz, enfim, o Prodecer deu uma nova ênfase ao crescimento socioeconômico da região. Por isso, hoje, o Tocantins está preparado para abastecer o mundo, como um grande celeiro alimentar”, frisou.

Industrialização

Dentre os objetivos da missão tocantinense em solo nipônico estão o incentivo à chegada de indústrias para os polos tocantinenses. De acordo com o governador Marcelo Miranda, o Estado carece de investimentos que visem impulsionar a geração de renda, surgimento de novos postos de trabalho e o fortalecimento da economia do Estado por meio de investimentos do capital estrangeiro. Marcelo ressaltou que o Estado possui incentivos fiscais em contrapartida à chegada de investidores internacionais. “Temos vários incentivos fiscais e queremos sentar com as empresas e ver o que eles precisam, para saber se podemos contemplá-los. Sempre digo para quem nos visita: venham, conheçam nossa estrutura, conheçam nosso Estado de maneira muito clara, porque não temos apenas a região central. Nós temos várias regiões propícias para receber as empresas”, afirmou.

Infraestrutura

Marcelo Miranda enalteceu a boa localização geográfica do Tocantins aliada aos investimentos em infraestrutura ferroviária, fluvial e de aviação, que podem viabilizar o escoamento da produção tocantinense para o mercado asiático. “Agora, o Tocantins chega a um momento onde estamos procurando atrair novos investimentos e investidores, para que possamos, com a infraestrutura que temos com a Ferrovia Norte-Sul, as rodovias e no futuro a hidrovia, ter condições para que as empresas que vão se instalar possam escoar a produção. Queremos fortalecer nossa agroindústria, para exportar aos grandes centros mundiais”, enfatizou.

Comitiva

Integram a comitiva do governador Marcelo Miranda a Tóquio o senador Vicentinho Alves; a deputada federal Dulce Miranda; o chefe do Escritório de Representação em Brasília, Renato de Assunção; o secretário de Estado do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia, Turismo e Cultura, Alexandre de Castro; o secretário de Estado do Desenvolvimento da Agricultura e Pecuária, Clemente Barros; a subsecretária de Estado da Comunicação Social, Ivonete Motta; além do ajudante de Ordens do Gabinete do Governador, Humberto Parrião e do fotógrafo do Gabinete, Pedro Barbosa.

Viajam como convidados, sem ônus para o Estado, o vice-presidente da Federação das Indústrias do Tocantins (Fieto), Oswaldo Stival Jr e o assessor José Roberto Fernandes; o presidente da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), Eduardo de Carvalho; além dos representantes da Nippon Koei Lac, Massayuki Honjo e Roberto Kurokawa.

 

Fonte: T1 Notícias

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POLITICA SLIDE

Fachin recusa pedido da defesa de Temer para devolver 2ª denúncia à PGR Comente

O ministro Edson Fachin, do STF (Supremo Tribunal Federal), recusou nesta terça-feira (19) um pedido apresentado pela defesa de Michel Temer (PMDB) para que a segunda denúncia apresentada contra o presidente pelo ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, fosse devolvida à PGR.

A defesa de Temer havia alegado que a denúncia, pelos crimes de organização criminosa e obstrução de justiça, trata de casos anteriores ao mandato do peemedebista. Conforme prevê a Constituição, um presidente só pode ser julgado por suspeita de crimes cometidos durante seu mandato.

Os advogados do presidente, porém, pediram que a denúncia fosse devolvida “antes do julgamento da questão de ordem” que trata, no STF, da validade das provas de delação premiada dos executivos da JBS.

Fachin justificou que o julgamento já começou, na quarta-feira passada (13), e terá sequência nesta quarta (20). Por isso o pedido não poderá ser acatado.

“O julgamento da QO (questão de ordem) referida ao final do pedido já se iniciou; basta ver, para tanto, o que consta da pauta-calendário do próximo dia 20 do [mês] corrente”, explica Fachin no despacho.

“Relembre-se, aliás, que já houve inclusive sustentação oral pelo ilustre patrono do Requerente. A matéria, pois, diversamente do que consta do pedido final, já está sob julgamento do Tribunal Pleno. Portanto, nada a deferir”, conclui o ministro.

No julgamento iniciado na quarta-feira passada, os nove ministros que estavam na sessão decidiram, por unanimidade, negar o afastamento de Rodrigo Janot das investigações contra Michel Temer, contrariando pedido feito pela defesa do presidente.

O julgamento será retomado nesta quarta, quando os ministros vão deliberar se as provas apresentadas pelos delatores da JBS ainda valem, já que o ex-PGR pediu que o acordo de dois dos executivos, Joesley Batista e Ricardo Saud, seja rescindido por omissão de informações de possíveis crimes no ato da assinatura da colaboração. O ministro Edson Fachin decidiu que só encaminhará a segunda denúncia de Janot contra Temer à Câmara dos Deputados após o final desse julgamento.

A denúncia

O ex-procurador-geral da República, Rodrigo Janot, no dia 14 de setembro ao STF (Supremo Tribunal Federal) uma segunda denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB), desta vez pelos crimes de organização criminosa e obstrução de justiça. A denúncia tem como bases principais as delações premiadas de executivos da JBS e do corretor de valores Lúcio Funaro, apontado como operador do PMDB.

Além de Temer, também são acusados de organização criminosa os ex-deputados Eduardo Cunha, Rodrigo Rocha Loures e Henrique Alves, o ex-ministro Geddel Vieira Lima e os atuais ministros Eliseu Padilha e Moreira Franco, todos do PMDB. Eles teriam recebido R$ 587 milhões em propinas. Ainda foram denunciados os executivos da JBS, Joesley Batista e Ricardo Saud, esses por obstrução de justiça.

Ao todo, a denúncia apresentada conta com 245 páginas divididas em capítulos. Um deles contém uma síntese das imputações, enquanto outro detalha como a suposta corrupção aconteceu em diversos órgãos do governo.

Segundo a denúncia, os sete integrantes do PMDB praticaram atos ilícitos em troca de propina dentro de vários órgãos públicos, entre eles Petrobras, Furnas, Caixa Econômica e Câmara dos Deputados. Temer é apontado na denúncia como líder da organização criminosa desde maio de 2016.

Para a Procuradoria, Temer também cometeu o crime de obstrução de justiça ao dar aval para que o empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, comprasse o silêncio de Lucio Funaro. Ricardo Saud, executivo do grupo, ficaria encarregado de pagar valores à irmã do operador, Roberta Funaro.

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MUNDO SLIDE

Forte terremoto atinge a Cidade do México no aniversário do tremor de 1985 33

Um terremoto de magnitude 7.1 atingiu o México na tarde desta terça-feira (19). O forte tremor foi sentido na Cidade do México, onde edifícios caíram e pessoas estão soterradas. Ao menos 119 mortes foram confirmadas.

O tremor abala a cidade no mesmo dia em que era lembrado o 32º aniversário do grande terremoto de 1985, que deixou milhares de mortos na capital mexicana. O terremoto de hoje é oficialmente o mais mortífero no país desde o desastre de 1985.

Imagens divulgadas nas redes sociais mostram que prédios desabaram e carros foram esmagados pelos escombros.

O prefeito da Cidade do México disse que há pessoas presas nas ruínas de alguns prédios.

Autoridades confirmam que 54 mortes foram registradas no Estado de Morelos, nove no Estado do México, 26 em Puebla e 30 na Cidade do México.

O epicentro do tremor foi nos arredores de Axochiapan, no Estado de Morelos, a cerca de 120 km da capital, segundo o Serviço Nacional mexicano. Ele foi registrado a 57 km de profundidade.

Após o terremoto, havia cenas de pânico e pessoas choravam pelas ruas. O tremor ocorreu apenas algumas horas depois de muitos participarem de treinamentos sobre terremotos em todo o país no aniversário do sismo devastador de 1985.

“Estou consternada, não consigo conter o choro, é o mesmo pesadelo de 1985”, disse à AFP, entre lágrimas, Georgina Sánchez, de 52 anos, chorando em uma praça da Cidade do México.

Aeroportos fechados e prédios no chão

Todas as operações do aeroporto internacional da Cidade do México foram suspensas. Ao menos 44 edifícios em diferentes lugares da capital desabaram. O chefe do governo, Miguel Ángel Mancera, decretou emergência nacional.

Funcionários da Defesa Civil advertiam a população para o risco de vazamento de gás. “Não fumem! Há vazamentos de gás!”, gritavam os socorristas, enquanto corriam pelas ruas na região de Roma Norte.

O presidente do México, Enrique Peña Nieto, convocou o Comitê Nacional de Emergências para avaliar a situação e coordenar ações. Ele enviará aproximadamente 3.000 soldados para a Cidade do México para apoiar os trabalhos de resgate.

Em postagens no Twitter, o presidente insistiu para que a população evite circular pelas ruas e avenidas para liberar o caminho para os serviços de emergência.

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ESPORTE SLIDE

Não é só manchete de jornal: Neymar e Cavani trocarem passes virou mesmo raridade no PSG

Nesta segunda-feira, o jornal “L’Équipe”, o principal nos esportes da França, publicou que a tensão entre Neymar e o atacante uruguaio Cavani no PSG chegou a tal ponto que os dois já evitam trocar passes. Exagero? Nem um pouco, como mostram os números do TruMedia, a ferramenta de estatísticas da ESPN.

A parceria entre os dois, que começou em clima de lua-de-mel na estreia do brasileiro, contra o frágil Guingamp, ficou praticamente nula nos últimos jogos do clube francês, que ainda assim tem 100% de aproveitamento desde a chegada de Neymar.

Diante do Guingamp, Neymar passou a bola 10 vezes para o uruguaio. Nos outros cinco jogos somados com a camisa do clube, o brasileiro tocou a bola para o companheiro apenas 11 vezes.  O camisa 10 colocou o centroavante em condições de finalizar cinco vezes, sendo que três foram na estreia e apenas duas nas outras cinco partidas.

Na outra direção a situação é a mesma. No primeiro jogo juntos, Cavani passou a bola seis vezes para Neymar, mais do que nos outros cinco jogos somados da parceria, quando ele tocou a bola para a mais cara contratação da história do futebol míseras cinco vezes, sendo que nenhuma neste domingo, contra o Lyon, quando explodiu o relacionamento ruim dentro de campo dos dois.

Cavani só deu uma assistência para Neymar finalizar até agora, justamente na estreia da dupla.

Enquanto isso, Neymar colocou a outra grande contratação do PSG para a temporada como seu grande parceiro no ataque. Contra o Lyon, o brasileiro passou a bola para o francês Mbappé em dez oportunidades, que tocou a bola para Neymar seis vezes.

A parceria entre os dois, que começou em clima de lua-de-mel na estreia do brasileiro, contra o frágil Guingamp, ficou praticamente nula nos últimos jogos do clube francês, que ainda assim tem 100% de aproveitamento desde a chegada de Neymar.

Diante do Guingamp, Neymar passou a bola 10 vezes para o uruguaio. Nos outros cinco jogos somados com a camisa do clube, o brasileiro tocou a bola para o companheiro apenas 11 vezes.  O camisa 10 colocou o centroavante em condições de finalizar cinco vezes, sendo que três foram na estreia e apenas duas nas outras cinco partidas.

Na outra direção a situação é a mesma. No primeiro jogo juntos, Cavani passou a bola seis vezes para Neymar, mais do que nos outros cinco jogos somados da parceria, quando ele tocou a bola para a mais cara contratação da história do futebol míseras cinco vezes, sendo que nenhuma neste domingo, contra o Lyon, quando explodiu o relacionamento ruim dentro de campo dos dois.

Cavani só deu uma assistência para Neymar finalizar até agora, justamente na estreia da dupla.

Enquanto isso, Neymar colocou a outra grande contratação do PSG para a temporada como seu grande parceiro no ataque. Contra o Lyon, o brasileiro passou a bola para o francês Mbappé em dez oportunidades, que tocou a bola para Neymar seis vezes.

Fonte: UOL

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BRASIL SLIDE

Com saída de Janot, Temer libera nomeações e recompõe Conselho Nacional do MP

O presidente Michel Temer (PMDB) nomeou sete conselheiros e reconduziu dois integrantes do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), presidido agora pela nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge. As nomeações, publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (18), foram formalizadas no mesmo dia da posse da nova procuradora.

Foram reconduzidos ao CNMP Fábio Bastos Stica e Orlando Rochadel Moreira, ambos para um novo período de dois anos. Além disso, foram nomeados, todos também para um mandato de dois anos: Silvio Roberto Oliveira de Amorim Junior; Erick Venâncio Lima do Nascimento; Dermeval Farias Gomes Filho; Leonardo Accioly da Silva; Lauro Machado Nogueira; Sebastião Vieira Caixeta; e Marcelo Weitzel Rabello de Souza.

Como o Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, havia mostrado no mês passado, o Conselho estava esvaziado, sem quórum para realizar sessões até o fim do mandato de Rodrigo Janot, que presidia o colegiado.

O CNMP é formado por 14 conselheiros e o mandato de oito deles expirou no último dia 11 de agosto sem que a indicação dos sucessores tivesse sido oficializada pelo Palácio do Planalto até aquela data.

Na ocasião, o Senado já havia sabatinado e aprovado a indicação ou recondução de dez conselheiros – dois deles assumiriam vagas com vencimento em setembro, mas só um foi nomeado por Temer para tomar posse em agosto. A maioria das indicações foi aprovada em 12 de julho e ficou parada no Planalto nesse período. À época, o jornal “O Estado de S. Paulo” apurou que o presidente pretendia aguardar o fim do mandato de Janot para fazer as nomeações.

O esvaziamento do CNMP por falta de quórum se deu diante do embate entre o procurador-geral da República e o presidente Temer, denunciado duas vezes por Janot, primeiro por corrupção e agora por participação em organização criminosa e obstrução da Justiça.

Os integrantes do Conselho davam como certo que Temer só iria fazer as nomeações a partir do mandato de Raquel Dodge, para deixar que ela possa promover a cerimônia de posse dos novos componentes.

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Mais da metade do Parque Nacional do Araguaia foi devastado por queimadas

As queimadas que se espalham por grande parte da região norte do Brasil devastaram mais da metade do Parque Nacional do Araguaia, no oeste do Tocantins. A área é o equivalente a duas vezes a cidade de São Paulo. O fogo dura quase um mês e é combatido por uma equipe de 25 pessoas. Os órgãos ambientais preparam agora uma operação maior, com 60 profissionais e voluntários, para tentar resolver a situação.

Em Carmolândia, no norte do estado, um incêndio florestal atingiu oito fazendas e matou pelo menos mil animais entre cabeças de gado, cavalos e outros. O Corpo de Bombeiros não consegue atender a todos os chamados e em muitos lugares os próprios funcionários da fazenda combatem o fogo.

“Quando cê [sic] consegue combater um local, já tem 3, 4 locais pra você combater. Então tá muito difícil”, conta o produtor rural Rodrigo Guerra.

A fumaça também prejudica a visibilidade nas estradas. Em Carmolândia, uma caminhonete acabou batendo na viatura da Polícia Militar. Ninguém ficou ferido. Em Palmas não chove há 127 dias e a temperatura se aproxima dos 40ºC. O Tocantins já registrou 16.595 focos de queimadas em 2017, mais de 8 mil apenas em setembro, o pior resultado para o mês nos últimos cinco anos.

A nova força tarefa vai reunir o Corpo de Bombeiros, o Ibama, o Exército e brigadistas. “Existe uma previsão do INPE que se estenda o período seco até outubro. Então em função disso, nós estamos aqui com todos os órgãos reunidos, pra ver a capacidade de cada um de dar respostas ao incêndios que estão ocorrendo hoje”, diz o técnico do Ibama, José Carlos Mendes.

Fonte: G1 Tocantins

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Carlos Amastha é lançado pré-candidato a governador do Tocantins pelo PSB

Na noite deste domingo, 17, o prefeito de Palmas Carlos Amastha (PSB) foi lançado como pré-candidato ao Governo do Tocantins como o nome do partido para as eleições 2018.

Ao chegar ao Congresso Estadual do PSB na Assembleia Legislativa por volta das 19h, o prefeito se esquivou de confirmar sua pré-candidatura ao ser questionado pelo Portal T1 Notícias sobre as expectativas de que seu nome fosse lançado para o Senado ou Governo.

“Hoje é o nosso congresso e é inevitável não falar em 2018, mas não é o tema do dia. Hoje nós cumprimos nossa obrigação partidária quanto a organização e fortalecimento do nosso partido e orgulhosamente recebemos o nosso presidente da Nacional”, disse ao completar apenas que “em 2018 o PSB será protagonista. Nós vamos colocar em pauta o Governo do próximo ano” eleitoral, concluiu o prefeito.

No entanto, o presidente do PSB Nacional, Carlos Siqueira, deixou claro o motivo da sua vinda ao Tocantins. “Faço questão de vir aqui hoje pessoalmente para lançar a pré-candidatura do Carlos Amastha a governador do Tocantins. Ele é uma prioridade do nosso partido, nós vamos nos empenhar pessoalmente e toda nossa equipe em prol da candidatura dele ao governo do Tocantins e ele fará no Tocantins muito melhor do que esta fazendo em Palmas. É um prefeito exemplar do nosso partido”, afirmou.

 

Fonte: T1 Notícias