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Obras de recapeamento no asfalto deixam ruas e avenidas interditadas em Palmas

Veja as regiões onde as obras estão sendo realizadas. Trânsito pode ficar prejudicado prejudicado e motoristas vão precisar fazer desvios.


Por G1 Tocantins

30/08/2017 07h56  Atualizado há 6 horas

Recapeamento de asfalto em Palmas deixa avenidas interditadas (Foto: Prefeitura de Palmas/Divulgação)Recapeamento de asfalto em Palmas deixa avenidas interditadas (Foto: Prefeitura de Palmas/Divulgação)

Recapeamento de asfalto em Palmas deixa avenidas interditadas (Foto: Prefeitura de Palmas/Divulgação)

Algumas avenidas de Palmas estarão fechadas nesta quarta-feira (30) para obras de pavimentação asfáltica. Uma das obras fica na avenida LO-11, entre a Theotônio Segurado e a NS-01, próximo ao supermercado Big, na região central da cidade.

As obras começaram nesta terça-feira (29) e durante o período os motoristas devem buscar rotas alternativas para evitar congestionamentos. Também há obras de pavimentação de ruas e avenidas no Jardim Aureny III, na avenida LO-19, Arse 121 e Arse 122.

Segundo a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos para garantir a segurança e o bom andamento das obras, os trechos de recuperação e pavimentação estarão interditados durante a execução dos trabalhos.

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Professora morre após carro capotar e cair em córrego na TO-050

Veículo caiu no córrego Água Suja, na rodovia que liga Palmas a Porto Nacional, e ficou submerso. Mara Dalila era professora da rede municipal, em Taquaralto.

Professora morreu em acidente de carro na TO-050 (Foto: Reprodução/Facebook)Professora morreu em acidente de carro na TO-050 (Foto: Reprodução/Facebook)

Professora morreu em acidente de carro na TO-050 (Foto: Reprodução/Facebook)

A professora Mara Dalila Martins da Silva Nunes, de 32 anos, morreu após o carro em que ela estava capotar e cair no córrego Água Suja, às margens da TO-050. O acidente aconteceu entre Porto Nacional e Palmas, por volta das 3h desta quarta-feira (30). O marido dela, de 38 anos, que conduzia o veículo, conseguiu sair do carro pela janela e foi encontrado com vida.

Segundo a família de Mara, ela e o marido tinham saído de Porto Nacional com destino a Palmas, quando o motorista perdeu o controle da direção. O carro ficou submerso.

A Polícia Militar informou que após o acidente, o motorista saiu do carro e foi para a pista pedir socorro, mas nenhum motorista parou para ajudar. Ele, então, foi andando até um posto de combustível, onde pediu carona para ir até o posto da Polícia Rodoviária Estadual.

Os Bombeiros foram chamados e quando chegaram ao local fizeram buscas às margens do lago e dentro do carro, que estava submerso, na tentativa de encontrar a professora. O corpo dela estava dentro do veículo. Segundo o motorista, o carro ficou submerso por cerca de três horas. Os Bombeiros ainda fizeram os primeiros socorros, mas sem sucesso.

Mara Dalila era professora da Escola de Tempo Integral Luiz Rodrigues Monteiro, localizada em Taquaralto, região sul de Palmas. Ela era servidora efetiva da prefeitura, tendo sido aprovada no concurso público em 2014.

Parentes informaram que o corpo será velado por cerca de 1 hora, na igreja Assembleia de Deus em Taquaralto. Depois, seguirá para Balsas (MA), onde a família mora.

Acidente aconteceu na rodovia entre Palmas e Porto Nacional (Foto: Divulgação/Bombeiros)Acidente aconteceu na rodovia entre Palmas e Porto Nacional (Foto: Divulgação/Bombeiros)

Acidente aconteceu na rodovia entre Palmas e Porto Nacional (Foto: Divulgação/Bombeiros)

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Palmas é a capital com maior crescimento populacional, diz IBGE

Em comparação a 2016 crescimento foi de 2,48%. Dados mostram também que o Tocantins teve aumento de 1,13%.

Palmas é a capital com o maior crescimento populacional (Foto: Reprodução/G1)Palmas é a capital com o maior crescimento populacional (Foto: Reprodução/G1)

Palmas é a capital com o maior crescimento populacional (Foto: Reprodução/G1)

Palmas é a capital com maior crescimento populacional entre 2016 e 2017, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano passado a cidade tinha 279 mil habitantes, neste ano chegou a 286 mil habitantes, um crescimento de 2,48%.

Os números mostram que o Tocantins teve aumento na população, de 1.532.902 em 2016, para 1.550.194 em 2017. Palmas continua sendo a maior cidade do estado, seguida por Araguaína com 175.960 habitantes e Gurupi 85.523 moradores.

As cidades de Oliveira de Fátima e Chapada de Areia seguem sendo as menores do Tocantins e estão entre os 19 municípios brasileiros com menos de 1,5 mil habitantes. Oliveira está em 4ºlugar com 1.110 moradores, Chapada da Areia segue no 15º lugar com 1.407.

O censo mostrou que apenas 258 municípios brasileiros tiveram aumento igual ou superior a 2%. No Tocantins quatro cidades estão na lista. Palmas, com 2,48%, seguida por Aguiarnópolis, 2,43%, Bom Jesus do Tocantins, 2,40% e Tupiratins 2,22%. Enquanto algumas cidades cresceram, outras perderam moradores no mesmo período. É o caso de Miracema do Tocantins que teve a maior redução, -1,47%, seguida por Nazaré do Tocantins, -1,41% e São Valério-TO, -1,20%.

A data de referência para o levantamento foi 1º de julho de 2017.

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Fiscal permitia que frigorífico do Tocantins liberasse carne com tuberculose, diz decisão judicial

Empresas foram alvo da operação em cidades do Tocantins e outros dois estados. Fiscal teria recebido propina mensal entre 2010 e 2017 para liberar os produtos.

Frigorífico é suspeito de pagar propina para liberar carne contaminada (Foto: Lívia Campos/TV Anhanguera)Frigorífico é suspeito de pagar propina para liberar carne contaminada (Foto: Lívia Campos/TV Anhanguera)

Frigorífico é suspeito de pagar propina para liberar carne contaminada (Foto: Lívia Campos/TV Anhanguera)

O fiscal do Ministério da Agricultura no Tocantins, Dagoberto Machado Prata, é apontado pela Polícia Federal como responsável por liberar alimentos contaminados e carne bovina com tuberculose em troca de propina. A informação está na decisão do juiz federal João Paulo Abe que autorizou a Operação Vegas, deflagrada na manhã desta quarta-feira (30), no Tocantins e em outros dois estados.

Os agentes estiveram em dois frigoríficos, Boi Forte (LKJ) e Minerva, em uma fábrica de gelatina, Gelnex e em outras nove empresas no estado. Eles procuravam documentos relacionados a operação. Dagoberto Machado Prata teve a prisão preventiva decretada. Além do recebimento de propina, ele também é suspeito de destruir provas após a primeira fase da Operação Lucas, que investiga as mesmas irregularidades.

De acordo com a investigação, Dagoberto teria recebido propina mensal no valor de R$ 50 mil e ainda R$ 5 mil de auxílio combustível do frigorífico Boi Forte (LKJ) para liberar carcaças de animais contaminados. O fiscal foi afastado das funções e teve a prisão preventiva decretada. Ele está no Instituto Médico Legal e deve prestar depoimento ainda hoje.

“O investigado Dagoberto Machado Prata permitia, dentre outras coisas, que carcaças manifestamente contaminadas por tuberculose fossem destinadas a consumo humano, impedindo que a planta frigorífica da empresa LKJ (Boi Forte) em Araguaína fosse fechada, pelo absoluto descumprimento das normas sanitárias e de segurança alimentar previstas para o setor”, diz um trecho da decisão.

O documento não deixa claro quanto dessa carne chegou a ser vendida ou consumida. Os produtos da empresa são vendidos apenas dentro do Brasil. A Polícia Federal pediu que as atividades do frigorífico fossem suspensas, mas a Justiça indefiriu o pedido.

De acordo com a coordenadora do curso de Medicina Veterinária da Faculdade Católica do Tocantins, Juliana Pieroni, a carne contaminada com tuberculose pode transmitir a doença para seres humanos. “O risco está no consumo da carne mal passada. A carne que está bem cozida mata estas bactérias”, explicou ela.

Equipes da PF também foram a uma fábrica de gelatina (Foto: Claudemir Macedo/TV Anhanguera)Equipes da PF também foram a uma fábrica de gelatina (Foto: Claudemir Macedo/TV Anhanguera)

Equipes da PF também foram a uma fábrica de gelatina (Foto: Claudemir Macedo/TV Anhanguera)

O advogado de Dagoberto Machado Prata, Célio Moura, disse por telefone que está acompanhando o cliente e que ainda não pode se manifestar. O G1 procurou o Ministério da Agricultura para comentar o caso, mas ainda não recebeu resposta.

O frigorífico Boi Forte ressaltou que é zeloso com todos os processos de produção dos alimentos e que ainda não tem conhecimento sobre o conteúdo da investigação, a empresa continua funcionando normalmente.

A Gelnex informou que entregou todos os documentos que foram solicitados pela Polícia Federal e ressalta que não há nada que caracterize desvio de conduta nas atividades da empresa ou envolvimento com esta suposta denúncia. A empresa disse ainda, que vai prestar esclarecimentos assim que conseguir levantar todas as informações sobre o caso.

A Minerva Foods esclareceu que não há indiciamento ou denúncia contra a companhia ou seus executivos e membros do Conselho de Administração. A unidade da empresa em Araguaína disse que mantém as suas atividades regulares e reafirmou o compromisso com as melhores práticas e o cumprimento da legislação e do seu Manual de Ética.

A Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins (Adapec) informou que ainda não foi notificada sobre o caso e ressaltou que a fiscalização nos estabelecimentos alvos da operação é feita pelo Governo Federal.

Entenda

A operação Lucas foi deflagrada em maio deste ano, em quatro estados e no Distrito Federal. As investigações apontam que o esquema criminoso – que teria a participação da ex-superintendente substituta do Ministério da Agricultura no Tocantins Adriana Carla Feitosa – movimentou cerca de R$ 3 milhões entre 2010 e 2016.

De acordo com a assessoria da PF, a investigação teve início a partir da denúncia de que frigoríficos e empresas de laticínios fiscalizadas pelo Ministério da Agricultura teriam sido favorecidas em processos administrativos, “por meio do retardamento na tramitação e anulação de multas”.

Em troca de propina, apurou a TV Globo, servidores do ministério anulavam multas aplicadas às empresas beneficiadas pelo esquema de corrupção ou operavam para atrasar o andamento dos processos.

Na época, a Justiça Federal determinou o bloqueio de contas bancárias e a indisponibilidade de bens móveis e imóveis que somam R$ 2,2 milhões.

As investigações apontam que a ex-superintendente do Ministério da Agricultura no Tocantins Adriana Carla era chefe de fiscalização e assumiu a superintendência como substituta. Ela recebia uma espécie de mesada de empresas fiscalizadas para bancar “despesas familiares” dela, do marido e de dois filhos.

O vínculo da ex-superintendente com o esquema de corrupção foi identificado por meio de quebras de sigilos fiscal e bancário, informou a PF. Conforme a corporação, apenas na conta pessoal da servidora foi identificada “uma diferença de mais de 200%” do que ela havia declarado em seu imposto de renda.

As propinas que teriam sido pagas a Adriana podem ter servido até para pagar os custos do velório e do enterro da mãe dela, segundo a PF. Segundo as investigações, ela usava dinheiro de propina para custear despesas com a faculdade de medicina dos filhos, além de viagens turísticas.

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Cadeirante morre afogado ao fugir de ataque de abelhas no sul do Tocantins

O caso foi registrado na zona rural da cidade de Lavandeira. Jovem tentou se esconder no rio, mas acabou engolindo água e se afogando.

Enivelton Alves morreu afogado após um ataque de abelhas (Foto: Reprodução/Facebook)Enivelton Alves morreu afogado após um ataque de abelhas (Foto: Reprodução/Facebook)

Enivelton Alves morreu afogado após um ataque de abelhas (Foto: Reprodução/Facebook)

O estudante Enivelton Alves dos Santos, de 20 anos, morreu na tarde deste (27) ao ser atacado por abelhas enqquanto estava na beira de um rio. O caso foi registrado na zona rural da cidade de Lavandeira por volta das 15h. A polícia informou que ele estava tomando banho com três amigos no rio Sobrado quando o acidente aconteceu. Enivelton era cadeirante e se afogou ao tentar se esconder das abelhas dentro da água.

A Prefeitura de Lavandeira decretou luto oficial de três dias em função da morte do jovem. Enivelton estava no segundo ano do ensino médio e era muito querido na comunidade. A cidade tem menos de dois mil moradores.

Os amigos do jovem só perceberam o acidente depois que o enxame de abelhas já tinha passado e todos puderam sair do rio. Eles ainda tentaram socorrer Enivelton, mas não conseguiram salvá-lo. O velório e o enterro do rapaz aconteceram na manhã desta segunda-feira (28).

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Câmeras flagram casal furtando plantas em jardim de escritório; vídeo

Flagrante foi às 4h desta segunda-feira (28), em Araguaína. Casal arrancou algumas das plantas e levou vasos com outras em porta-malas do carro.

As câmeras de segurança de um escritório de advocacia em Araguaína, no norte do Tocantins, flagraram um furto inusitado na madrugada desta segunda-feira (28). Um casal estaciona o carro do outro lado da rua e levou sete plantas do jardim do escritório. Algumas estavam colocadas diretamente na terra e foram arrancadas, outras foram levadas dentro dos vasos em que estavam sendo cultivadas.

“Num mundo em que a gente está falando tanto de corrupção, de Lava Jato, ver uma situação ridícula dessas, de você não poder ter uma planta no jardim, é um absurdo”, disse a dona do escritório, que pediu para não ser identificada. “Você vê pelo vídeo que eram pessoas bem vestidas, que não estavam levando aquilo para sobreviver. É falta de cidadania mesmo”, completa.

A advogada estima que o prejuízo esteja em torno de R$ 386. Foram furtadas sete plantas das espécies moreia e podocarpo. No vídeo é possível ver que um carro e duas motocicletas passam pelo local durante o furto, enquanto o casal disfarça. Eles fogem com as plantas escondidas no porta-malas.

A Polícia Civil deve investigar o caso, até as 15h desta segunda-feira nenhum suspeito tinha sido identificado.

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Casal foi flagrado por câmeras durante furto de plantas (Foto: Divulgação)Casal foi flagrado por câmeras durante furto de plantas (Foto: Divulgação)

Casal foi flagrado por câmeras durante furto de plantas (Foto: Divulgação)

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Justiça suspende prazo para fazendeiro destruir plantação de soja irregular

Adapec ordenou que soja fosse destruída por ter sido plantada no vazio sanitário. Fazenda fica em Santa Rita do Tocantins, na região central.

Plantação terá que ser destruída em Santa Rita do Tocantins (Foto: Adapec/Divulgação)Plantação terá que ser destruída em Santa Rita do Tocantins (Foto: Adapec/Divulgação)

Plantação terá que ser destruída em Santa Rita do Tocantins (Foto: Adapec/Divulgação)

Uma liminar da Justiça suspendeu o prazo para um fazendeiro destruir uma plantação de soja irregular em Santa Rita do Tocantins, na região central do estado. A medida havia sido determinada pela Agência de Defesa Agropecuária, já que a soja foi plantada no período do ‘vazio sanitário’, quando os plantios ficam suspensos.

A decisão é do juiz Roniclay Alves de Morais, da 4ª Vara da Fazenda e Registros Públicos de Palmas. No documento, ele afirma que a Adapec teve uma ‘atitude desproporcional’, já que não há nenhum estudo que indique se a área representa algum risco para as propriedades da região. O juiz nota ainda que não foi registrada a presença de nenhum tipo de praga na plantação.

O juiz suspendeu a destruição da plantação até que os autos de infração estejam concluídos e um estudo de impacto seja apresentado. Ele também pediu que o Ministério Público Estadual se manifeste sobre o caso. A Adapec informou que vai recorrer da sentença.

O caso

A plantação de soja de 120 hectares em uma fazenda de Santa Rita do Tocantins foi condenada pela Adapec. O motivo é que o plantio foi feito durante o período do ‘vazio sanitário’, quando a atividade fica suspensa em todo o estado. O produtor já havia recebido uma multa de mais de R$ 1 milhão por outras irregularidades na propriedade e recebeu uma nova multa de R$ 8,4 mil pelo caso.

A razão da proibição, segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Tocantins, é que novas plantações na época de seca facilitam a proliferação de doenças como a ferrugem asiática, que comprometem as fazendas vizinhas e a produção do estado. O período em que os plantios ficam suspensos começa em 1º de julho e vai até 30 de setembro.

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Mais de 4 mil aposentados por invalidez são convocados para revisão no Tocantins

Convocações começaram a ser enviadas por correspondência na semana passada. Beneficiários terão até cinco dias úteis para fazer agendamento no INSS.

Edifício-sede do INSS em Brasília (Foto: Yasmim Perna/G1)Edifício-sede do INSS em Brasília (Foto: Yasmim Perna/G1)

Edifício-sede do INSS em Brasília (Foto: Yasmim Perna/G1)

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vai fazer uma revisão nos benefícios de aposentadoria por invalidez. No Tocantins, 4.090 benefícios passarão pela revisão. Cartas começaram a ser enviadas para os aposentados na semana passada.

Esses novos convocados fazem parte do pente-fino que começou no ano passado com os segurados que recebem auxílio-doença. Quem receber a carta de convocação deve entrar em contato com o INSS pelo número 135 em até cinco dias, exceto final de semana, e agendar a perícia. Quem não fizer o agendamento terá o benefício suspenso.

Em todo o país serão convocados 22.057 de um total de 1.004.886 de aposentados por invalidez com menos de 60 anos, que estão com o benefício sem revisão há mais de dois anos.

A partir da suspensão, são contados 60 dias para que se marque a perícia. Se o agendamento for feito nesse prazo, o benefício é liberado até a realização da perícia. Passados os 60 dias sem que o beneficiário se manifeste, o benefício será cancelado.

http://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/mais-de-4-mil-aposentados-por-invalidez-sao-convocados-para-revisao-no-tocantins.ghtml

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Ex-jogador Jobson é solto após pagar fiança e vai usar tornozeleira eletrônica

Atleta teve que pagar 10 salários mínimos e não pode sair de Couto Magalhães. Ele responde pelo crime de estupro de vulnerável.

Jobson foi liberado com uma tornozeleira eletrônica (Foto: Agência Estado)Jobson foi liberado com uma tornozeleira eletrônica (Foto: Agência Estado)

Jobson foi liberado com uma tornozeleira eletrônica (Foto: Agência Estado)

O ex-jogador do Botafogo Jobson foi solto após ficar mais de dois meses preso na cadeia pública de Colméia, a 206 km de Palmas. O atleta foi detido após desobedecer determinações judiciais enquanto estava em liberdade condicional. Ele responde pelo crime de estupro de vulnerável e se envolveu em um acidente de carro no dia 2 de junho.

O advogado de Jobson confirmou que ele foi solto nesta segunda-feira (28). Ele saiu da cadeia após pagar a fiança de dez salários mínimos e está sendo monitorado com uma tornozeleira eletrônica. O Tribunal de Justiça explicou que a medida foi aplicada porque o jogador estava preso em função de ter deixado a comarca a que responde pelo estupro sem autorização.

Com o monitoramento, Jobson não pode deixar a cidade de Couto Magalhães, onde está morando.

O crime

O ex-jogador foi preso em junho do ano passado por cumprimento de mandado de prisão preventiva decretado pela Justiça de Conceição do Araguaia. O caso começou a ser investigado quando uma das adolescentes, que diz ter sido abusada pelo jogador, procurou a polícia depois que uma foto dela foi parar em um grupo de troca de mensagens na internet. Jobson nega todas as acusações.

Ainda segundo a vítima, o jogador teria aliciado a menor em Conceição do Araguaia junto com outras três adolescentes e teria levado as jovens para a chácara de sua propriedade, localizada na cidade de Couto de Magalhães, oeste do Tocantins. Lá, as vítimas teriam sido embriagadas e entorpecidas para, em seguida, serem abusadas sexualmente.

Jobson é acusado dos crimes estupro de vulnerável, ameaça, disponibilização de fotografia pornográfica de adolescente na internet e oferecimento de bebida alcoólica a adolescente.

Polêmicas

Jobson está suspenso pela Fifa de realizar qualquer atividade relacionada ao futebol até 31 de março de 2018. Ele foi acusado pelo clube Al Ittihad, da Arábia Saudita, de se recusar a fazer exame antidoping. Posteriormente, a Fifa deu validade mundial à pena que, de início, foi imposta pela Federação Saudita de Futebol.

A suspensão aconteceu em abril de 2015. Em março, o atleta teve o seu recurso rejeitado pela Corte Arbitral do Esporte (CAS, na sigla em inglês). Também em março, o atacante foi proibido de atuar em competições amadoras da sua cidade natal.

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‘É um quebra-galho’, diz juiz sobre uso de tornozeleiras eletrônicas

Como Palmas não tem unidade para presos do semiaberto, justiça tem que conceder prisão domiciliar. Dos 384 presos, 214 descumpriram medidas de alguma forma.

Levantamento mostra que mais de 50% dos presos com tornozeleira descumprem medidas

Levantamento mostra que mais de 50% dos presos com tornozeleira descumprem medidas

Um levantamento feito pelo G1 apontou que mais de 50% dos presos em regime semiaberto que utilizam tornozeleiras eletrônicas violam as regras determinadas pela Justiça. Nesta segunda-feira (28), o juiz de execução penal de Palmas, Luiz Zilmar, disse que o monitoramento “é um quebra-galho para que o sujeito não fique completamente solto.”

Os dados fornecidos pela Secretaria e Cidadania e Justiça apontaram que dos 384 presos no regime semiaberto, que são monitorados, 214 descumpriram as regras do regime de alguma forma. Eles deixam o limite territorial determinado, retiram os equipamentos ou deixam descarregar.

“É evidente que isso não é o que a execução penal prevê, a sociedade acaba arcando com o ônus porque o indivíduo que tem a tendência para a pratica do delito tira a tornozeleira e vai para onde bem quiser. Até ser localizado já delinquiu novamente”, comentou o juiz. (Veja vídeo)

Esses equipamentos foram implantados no Tocantins em agosto de 2015 com o objetivo de desafogar o sistema prisional e também reduzir os custos que um detento gera para o estado.

Só que o juiz diz que quase diariamente recebe detentos que descumpriram essas normas. A maioria dos presos monitorados é de Palmas. Isso porque a cidade não tem uma cadeia de regime semiaberto. Assim, o judiciário fica sem alternativa.

“O supremo tribunal federal entendeu que, quando o condenado está no semiaberto e não tem estabelecimento penal adequado, não pode ficar no regime mais gravoso, que seria o fechado. Então, a gente passa para a prisão domiciliar”, afirmou.

A cadeia de semiaberto de palmas foi incendiada três vezes, a última foi em agosto do ano passado. Até agora o governo não construiu outra unidade.

Para a professora de direito penal Andréia Cardinale, existem falhas na eficácia dos aparelhos porque não há projetos de reinserção social para os presos. “Nós não temos um departamento de acompanhamento da reinserção social. Muitos cometem crime justamente por essa falta de acompanhamento”, afirmou.

A Secretaria de Cidadania e Justiça disse que o projeto de reforma da unidade do semiaberto de Palmas está fase final. O próximo passo é abrir a licitação para que as obras sejam retomadas, mas não foi informado um prazo para a conclusão da reforma.