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Ataques de piranha triplicam em praias de Palmas em 2018, aponta levantamento

Pelo menos 27 ataques de piranhas foram registrados em praias de Palmas, em 2018. O número é três vezes maior que em 2017, quando nove casos ocorreram durante todo o ano. Os dados são do Corpo de Bombeiros. Porém, a quantidade de vítimas pode ser ainda maior porque os casos também são atendidos pelo Samu ou nas unidades de saúde.

Segundo os registros dos bombeiros, os 27 ataques deste ano ocorreram na praia do Prata. Para tentar resolver a situação, os comerciantes do local se juntaram para pagar o conserto das telas de proteção.

Não há um levantamento consolidado da quantidade de vítimas, mas o médico José Carlos Miele confirma que os atendimentos também têm sido constantes nas UPAs de Palmas.

“Chega bastante paciente. A gente tem que avaliar e em muitos casos precisa fazer sutura. A pessoa tem que procurar as UPAs ou as unidades básicas de saúde para a gente iniciar tratamento. Como os dentes das piranhas têm uma flora rica em bactérias isso pode causar um sério problema.”

Imagens subaquáticas feitas pela TV Anhanguera na semana passada mostram que as telas de proteção estão danificadas na maioria das praias de Palmas.

A manutenção das telas de proteção começou a ser feita pela prefeitura na manhã desta quarta-feira (18), na terceira semana da temporada de férias. Os trabalhos iniciaram na praia do Caju e da Graciosa. Depois, o reparo deve seguir para a praia das Arnos.

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Obama alerta para autoritarismo e ‘democracias dissimuladas’ em discurso na África do Sul

O ex-presidente dos Estados Unidos Barack Obama alertou, em discurso nesta terça-feira (17), para o crescimento de uma “política de valentões” pelo mundo. “A política de valentões ascendeu, de repente. As eleições e democracias dissimuladas são mantidas nas suas formas, mas aqueles que estão no poder desmantelam as instituições ou normas que dão significado à democracia”, disse.

“A política do medo, do ressentimento e dos cortes dos gastos começou a aparecer. E esse tipo de política vem crescendo. Cresce em um ritmo que teria sido inimaginável há apenas poucos anos”, afirmou Obama.

Parte da imprensa norte-americana interpretou a mensagem como uma indireta ao governo de Donald Trump. O atual presidente dos Estados Unidos se encontrou na segunda-feira (16) com o presidente da Rússia, Vladimir Putin. No entanto, em nenhum momento Obama se referiu ao seu sucessor explicitamente.

Porém, em uma crítica mais contundente, Obama falou sobre o controle de fronteiras, sobre o qual Trump adota uma política mais dura do que o antecessor:

“Não é errado insistir que as fronteiras nacionais importam (…), mas isso não pode ser uma desculpa para as políticas de imigração baseadas na raça”, disse ele.

Obama está em Johanesburgo, maior cidade da África do Sul, para as homenagens dos 100 anos de Nelson Mandela, ex-presidente sul-africano morto em 2013.

Depois de passar 27 anos nas prisões do regime racista branco, Mandela tornou-se em 1994 o primeiro presidente eleito democraticamente na África do Sul, um cargo que ocupou até 1999.

Mandela e Obama se viram uma única vez, em 2005, em Washington, mas se admiravam mutuamente, afirmou a agência France Presse.

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Suspeito de invadir Ministério do Trabalho é levado à Polícia Federal

Um homem apontado como suspeito de invadir o primeiro andar do Ministério do Trabalho, em Brasília, no último domingo (15), foi detido pela Polícia Militar e levado à superintendência da Polícia Federal nesta terça-feira (17).

Segundo a Polícia Federal, o homem foi encaminhado pela PM porque “estava sem documento de identificação”. Já na superintendência, ele foi ouvido pelos investigadores e liberado, em seguida. As impressões digitais foram colhidas, e devem ser comparadas às que foram coletadas pela perícia no local.

A suspeita foi levantada por vigilantes do prédio, no início da manhã. Segundo a PM, um segurança verificou as imagens captadas pelo circuito de segurança (veja abaixo), e achou o homem parecido com o invasor.

No local onde foi detido, entre o Ministério do Esporte e a Catedral de Brasília, o homem negou envolvimento com o caso. Como não tinha documentos, ele foi levado ao prédio da PF para averiguação.

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54% dos venezuelanos que entraram no Brasil por RR desde 2017 já deixaram o país, diz ministro

Mais da metade dos quase 128 mil venezuelanos que entraram no Brasil nos últimos 18 meses pela fronteira de Pacaraima (RR), principal porta de entrada para os moradores do país vizinho, deixaram o país. Uma parte deles, 31,5 mil, voltou para a Venezuela pelo mesmo caminho, e os outros 37,4 mil saíram do país de avião ou por outras fronteiras terrestres.

Os dados são da Polícia Federal e foram divulgados pelo ministro da Casa Civil Eliseu Padilha em seu perfil oficial no Facebook na noite de segunda-feira (16).

Entre 2017 e junho deste ano, 127.778 venezuelanos cruzaram a fronteira por Pacaraima, que fica a 215 km da capital Boa Vista. Destes, 68.968, ou 54%, deixaram o país – 47.855 mil por via terrestre e 21.113 por via aérea em voos internacionais.

Segundo o ministro, as principais fronteiras terrestres escolhidas para a saída do Brasil foram:

66% – Pacaraima, na fronteira com a Venezuela
15% – Foz do Iguaçu, no Paraná, onde há fronteira com Paraguai e Argentina
6% – Guajará-Mirim, em Rondônia, fronteira com a Bolívia
6% – Uruguaiana, no Rio Grande do Sul, fronteira com a Argentina
7% – Outras localidades

Já por via aérea, as principais rotas de saída do Brasil usadas pelos venezuelanos foram os aeroportos de Guarulhos (58%), Manaus (15%), Brasília (13%) e Galeão (11%). A PF não informou os destinos desse grupo. Os dados foram compilados em 28 de junho, segundo o ministro, e não consideram mais de um atendimento registrado sobre a mesma pessoa.

Um estudo divulgado em abril pela Organização Internacional para as Migrações (OIM) mostrou que a maioria dos venezuelanos que entram no Brasil por Roraima é homem, tem 25 e 49 anos e mais da metade quer seguir para o Sul do continente, especialmente para a Argentina e o Chile.

Pedidos de refúgio

Padilha também divulgou dados sobre o número de venezuelanos de refúgio. Desde o início da onda de imigração venezuelana, em 2015, até junho deste ano, 56,7 mil venezuelanos procuraram a Polícia Federal para solicitar refúgio (35,5 mil) ou residência no Brasil (11,1 mil). Outros 10,1 mil agendaram atendimento, sendo que 5,9 mil não retornaram.

Só em Roraima, principal porta de entrada dos imigrantes venezuelanos, a Polícia Federal já registrou mais de 16 mil pedidos de refúgio de venezuelanos em 2018 – número 20% maior do que o recebido em todo o ano de 2017, e oito vezes o registrado em 2016.

Imigração venezuelana para Roraima

O Exército brasileiro calcula que a média de entrada de venezuelanos em Roraima nos últimos cinco meses foi de 416 pessoas ao dia. No início do ano, a ONU estimou 800, mas hoje também se baseia na média de que 400 a 500 pessoas cruzam a fronteira todos os dias.

Ainda não há números precisos sobre a quantidade exata de venezuelanos vivendo em Roraima, mas um levantamento da prefeitura de Boa Vista apontou que só na capital há 25 mil moradores venezuelanos – o equivalente a 7,5% da população local, que é de 332 mil habitantes. Desses, pelos 65% estão desempregados.

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Manifestantes bloqueiam os dois sentidos da Rodovia Régis Bittencourt na Grande SP

Manifestantes bloquearam os dois sentidos da Rodovia Régis Bittencourt no final da tarde desta terça-feira (17).

Segundo a Polícia Rodoviária Federal, há 11 km de congestionamento na pista no sentido São Paulo. O bloqueio ocorre entre Itapecirica da Serra e Embu das Artes.

No sentido Curitiba, o bloqueio ocorre entre Taboão da Serra e Embu das Artes e há 7 km de congestionamento.

Segundo informações iniciais, o protesto é organizado por motociclistas e pede intervenção militar, contra o comunismo e declara apoio ao juiz Sérgio Moro, da 13 ª Vara Criminal Federal de Curitiba, responsável pela Lava Jato em 1ª instância.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal, os manifestantes exigem a deposição dos três poderes.

Apesar das negociações com a PRF, os manifestantes não querem desbloquear a rodovia. O congestionamento afetou o Rodoanel Sul, que tem trânsito do km 31 a 34.

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Após críticas, Trump diz que aceita conclusão da Inteligência americana sobre ingerência russa

Após ser criticado por apoiar Vladimir Putin, o presidente americano, Donald Trump, disse nesta terça-feira (17) a repórteres no Salão Oval na Casa Branca que aceita a conclusão da Inteligência americana de que houve ingerência da Rússia nas últimas eleições nos Estados Unidos, mas que o resultado final não foi influenciado.

A declaração é dada um dia depois de Trump respaldar a afirmação do presidente russo, Vladimir Putin, de que a Rússia não interferiu nas últimas eleições americanas. Os dois líderes se reuniram nesta segunda em Helsinque, na Finlândia. A postura de Trump foi criticada em análises da imprensa americana e por políticos democratas e republicanos, entre eles alguns de seus principais apoiadores, como o presidente da Câmara, Paul Ryan.

Trump disse nesta terça que tem total fé e dá total apoio às agências americanas de inteligência.

“Tenho fé e dou total apoio às agências americanas de inteligência”, disse Trump. “Aceito as conclusões de que houve ingerência da Rússia nas eleições. Não houve conluio”, acrescentou.

O presidente também afirmou que precisava esclarecer uma frase dita em Helsinque. Trump disse que cometeu um erro com as palavras na entrevista conjunta com Putin. Segundo ele, na realidade, quis dizer que não viu razões por que não teria sido a Rússia que interferiu nas eleições americanas de 2016.

Segundo Trump, ele quis dizer “why Russia wouldn’t interfere” (porque a Rússia não iria interferir) e disse “why Russia would interfere” (porque a Rússia iria interferir), mudando assim o significado da frase e eliminando seu sentido negativo.
Encontro entre Trump e Putin repercute mal nos Estados Unidos

Encontro entre Trump e Putin repercute

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Mais da metade dos venezuelanos que cruzaram fronteira deixaram país

O ministro Eliseu Padilha (Casa Civil) afirmou nesta terça-feira (17) que mais da metade dos venezuelanos que entraram pelo estado de Roraima entre 2017 e junho de 2018 já deixaram o país.

Em post nas redes sociais, Padilha disse que dos 127.778 venezuelanos entraram pela fronteira de Pacaraima naquele período, 68.968 deixaram o território brasileiro —47.855 por fronteira terrestre e 21.113 por voos internacionais.

Dentre os venezuelanos que deixam o Brasil por via terrestre, 66% voltam à Venezuela via Pacaraima; 15% pela Ponte Tancredo Neves, em Foz do Iguaçu (PR); 6% via Guajará-Mirim, em Rondônia; 6% por Uruguaiana (RS); e 7% em outras localidades.

Por via aérea, as principais rotas de saída são os aeroportos de Guarulhos (58%), Manaus (15%), Brasília (13%) e Galeão (11%).

Segundo o ministro, há 4.000 venezuelanos em abrigos de Roraima. Outros 690 venezuelanos foram levados de modo voluntário para cidades como São Paulo, Manaus, Cuiabá e Rio de Janeiro.
Dados compilados pela Polícia Federal e divulgados durante reunião do Comitê Federal de Assistência Emergencial, entre 2015 e junho de 2018, 56.740 venezuelanos procuraram a Polícia Federal para solicitar refúgio ou residência no Brasil.

Desses, 35.540 pediram refúgio e 11,1 mil solicitaram residência. Outros 10,1 mil agendaram atendimento, sendo que 5,9 mil não retornaram.

O último dado, fechado em 15 de maio, indicava a procura de 48.646 venezuelanos por regularização junto à PF.

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‘Trata homossexualidade como doença’, diz OAB sobre vereador que mudou nome de creche

Para a Ordem dos Advogados, o pedido do vereador Filipe Martins (PSC) para mudar o nome do Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Arco-íris, dá a homossexulaidade um tratamento de doença. Ele solicitou a mudança argumentando que o nome ‘promove o homossexualismo’.

“Para justificar a alteração que propôs, ele disse que o arco-íris fazia apologia ao homosexulismo. O sufixo “ismo” é ligado a doença. Desde de 1990, que o homosexualismo saiu do rol de doenças mentais da Organização Mundial de Saúde. A gente vê na justificativa dele um atraso de quase 30 anos, desrespeitando a população LGBT, tratando a homossexualidade como se fosse doença”, diz a presidente da Comissão de Diversidade Sexual da OAB, Karoline Chaves.

Ela também questiona o uso de recurso público empregado na mudança. “Desrespeita a população de Palmas porque nós temos uma população significativa LGBT e desrespeita o público geral, fazendo o uso de recurso público para esse tipo de atuação na Câmara, quando na verdade a gente espera outro tipo de ação.”

Entenda

O problema começou após a prefeitura enviar um projeto de lei para a Câmara de Vereadores criando seis novas creches. Uma das unidades seria chamada de Arco-íris, mas o nome encontrou resistência por ser “usado para a promoção do homossexualismo”, segundo o vereador Filipe Martins.

Conforme a Secretaria Municipal de Educação, o nome da creche foi escolhido pela própria comunidade da Arse 102 (antiga 1.006 Sul). Porém, a unidade teve o nome mudado a pedido do vereador.

A prefeitura informou que o projeto com o novo nome foi sancionado, uma vez que seus trâmites cumpriram todos os requisitos legais. (veja a nota completa no fim desta reportagem)

O projeto com o novo nome foi publicado no Diário Oficial do Município, na semana passada, após ser sancionado pela prefeita de Palmas. A creche passou a se chamar Romilda Budke Guarda.

A mudança no nome da escola foi divulgada no próprio site do vereador: “o objetivo é homenagear uma das pioneiras de Palmas como reconhecimento pelos relevantes serviços prestados aos palmenses, além de substituir o nome Arco-Íris, que apesar de ser um símbolo do cristianismo, também é usado para promoção do homossexualismo”, diz trecho de nota publicada.

Nas redes sociais, os internautas comentaram a medida aprovada pelos vereadores. “É isso aí vereador, agora só falta trocar o veado das placas nas rodovias que alerta sobre animais silvestres”, comentou um internauta.

“Eu que pensava que a buraqueira, a falta de iluminação pública, segurança educação de qualidade fossem de maior necessidade […] Deve ser difícil para o senhor sair às ruas em dias de sol e chuva”, comentou uma mulher.

“O problema não é colocar o nome de uma pessoa. Porque se é uma pessoa que tem serviços prestados, tudo bem. Só que ele foi eleito para cuidar de tantas outras questões mas importantes do que isso”, comentou o professor Luciano Coelho, que é orientador educacional na rede municipal de educação.

O vereador informou que pediu a mudança do nome após ser procurado por moradores de uma quadra de Palmas para homenagear Romilda Budke Guarda, que foi pioneira na região norte da cidade. Ainda segundo ele, o nome fazia referência a uma única bandeira, mas a administração pública não pode privilegiar nenhum grupo em detrimento dos demais.

“Além disso, o grupo LGBTI tem usado bastante a bandeira do Arco-íris. Eles usam como símbolo deles. Então para não ter uma bandeira fizemos a substituição, que é de direito do vereador. Já que essa bandeira tem apologia do homossexualismo e estaria dentro de um centro infantil, fizemos a alteração. Mas não tenho nada contra o homossexualismo.”

Essa não é a primeira vez que a Câmara de Vereadores de Palmas se envolve em polêmicas envolvendo questões de gênero. Em 2016, por exemplo, os parlamentares aprovaram uma lei proibindo a discussão sobre ideologia de gênero (diversidade sexual) nas escolas municipais.

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Creche Arco-íris muda de nome após pedido de vereador: ‘promove o homossexualismo’

A escolha do nome de um Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) tem causado polêmica em Palmas. O problema começou após a prefeitura enviar um projeto de lei para a Câmara de Vereadores criando seis novas creches. Uma das unidades seria chamada de Arco-íris, mas o nome encontrou resistência por ser “usado para a promoção do homossexualismo”, segundo o vereador Filipe Martins (PSC).

Conforme a Secretaria Municipal de Educação, o nome da creche foi escolhido pela própria comunidade da Arse 102 (antiga 1.006 Sul). Porém, a unidade teve o nome mudado a pedido do vereador.

A prefeitura informou que o projeto com o novo nome foi sancionado, uma vez que seus trâmites cumpriram todos os requisitos legais. (veja a nota completa no fim desta reportagem)

O projeto com o novo nome foi publicado no Diário Oficial do Município, na semana passada, após ser sancionado pela prefeita de Palmas. A creche passou a se chamar Romilda Budke Guarda.

A mudança no nome da escola foi divulgada no próprio site do vereador: “o objetivo é homenagear uma das pioneiras de Palmas como reconhecimento pelos relevantes serviços prestados aos palmenses, além de substituir o nome Arco-Íris, que apesar de ser um símbolo do cristianismo, também é usado para promoção do homossexualismo”, diz trecho de nota publicada.

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Homem encontrado morto em lago é enterrado como indigente

Sem identificação, o corpo do homem encontrado boiando na praia da Graciosa, em Palmas, foi enterrado como indigente na tarde desta terça-feira (17). O enterro foi realizado na cemitério Jardim da Paz, na capital, por volta das 17h.

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Tocantins, o enterro foi realizado porque o corpo estava em avançado estado de decomposição. Registros fotográficos da arcada dentária e a numeração do túmulo foram guardados para uma futura identificação.

O corpo foi encontrado boiando no último domingo (15), na área de banho de uma das praias mais movimentadas da capital. Trata-se de um homem branco e calvo e que ficou submerso por cerca de dois dias. Ele estava apenas com uma roupa íntima. Não foram verificados sinais de violência.

Nesta segunda-feira, uma mulher foi até o IML e informou que estava à procura de um parente desaparecido há dois meses e que possui as mesmas características do homem. Mas a mulher não retornou ao instituto para fazer o reconhecimento.

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