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Universidades e escolas suspendem aulas por causa da falta de combustíveis

A greve dos caminhoneiros também afeta a rede de ensino pública e privada em todo o estado. A Universidade Federal do Tocantins (UFT), a Universidade Estadual (Unitins) e o Instituto Federal do Tocantins (IFTO) anunciaram suspensão de aulas. A paralisação chegou ao sétimo dia e tem causado diversos reflexos.

Uma das principais consequências da greve foi o desabastecimento de combustível. Os postos de Palmas, Araguaína e Gurupi não possuem mais gasolina e álcool. Além disso, segundo o sindicato dos postos, mais de 80% dos revendedores do estado estão sem combustível.

Confira a suspensão nas principais instituições de ensino:

UFT

Conforme a reitoria, a suspensão das atividades acadêmicas e administrativas começou neste sábado (26) nos campus de Palmas, Porto Nacional e Miracema, e deverá continuar até que as condições de mobilidade para as atividades sejam restabelecidas. Apenas atividades essenciais serão mantidas.

Nos campus de Araguaína, Arraias, Gurupi e Tocantinópolis as atividades acadêmicas e administrativas serão mantidas até uma nova avaliação.

Unitins

Na Universidade Estadual do Tocantins também suspendeu as atividades acadêmicas no campus de Palmas, no período matutino e vespertino. As atividades serão feitas por meio digital. No período da noite está mantida a programação presencial do II Colóquio de Ensino, Pesquisa e Extensão.

IFTO

A Reitoria do Instituto Federal do Tocantins (IFTO) informou que as atividades acadêmicas e administrativas estão suspensas a partir desta segunda-feira (28). Essa medida vale para as unidades de Araguaína, Colinas do Tocantins, Dianópolis, Lagoa da Confusão, Formoso do Araguaia, Palmas, Paraíso do Tocantins, Porto Nacional, Pedro Afonso e reitoria.

Nos campus de Araguatins e Gurupi as atividades serão mantidas durante a manhã e reavaliadas durante o dia. Além disso, a manutenção da suspensão será reavaliada diariamente. Apenas atividades essenciais serão mantidas.

Rede municipal de Palmas

Segundo a assessoria da Secretaria de Educação, a partir desta segunda-feira (28) será feito o levantamento da situação de cada escola individualmente. Mas no período da manhã haverá aula normalmente. O transporte coletivo também está funcionando.

Rede estadual

A Secretaria de Educação informou que as aulas serão mantidas nas escolas estaduais. Porém, na última sexta-feira (25) estudantes da Escola Estadual Elisângela Glória foram liberados mais cedo e as aulas foram suspensas porque a unidade ficou sem gás de cozinha para preparar a merenda escolar.

Universidades particulares

A Católica do Tocantins informou que as aulas estão suspensas nesta segunda-feira (28). Também foram suspensas as provas do processo seletivo agendado, no período da noite. Apenas o administrativo funcionará, das 8h às 18h.

O Centro Universitário Luterano de Palmas (Ceulp/Ulbra) também suspendeu todas as atividades acadêmicas devido à falta de combustível em Palmas e região. Apenas os setores administrativos funcionarão em horário comercial.

Escolas particulares

As aulas também foram suspensas em vários colégios particulares de Palmas nesta segunda-feira (28). Entre eles: Colégio Marista, Centro Educacional São Francisco de Assis e Colégio Ulbra Palmas.

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Caminhoneiros autônomos se reúnem com integrantes do governo no Planalto

Um grupo de representantes de caminhoneiros autônomos foi chamado na noite deste domingo (26) ao Palácio do Planalto para se reunir com integrantes do governo.

Camarotti: Temer deve anunciar redução de R$ 0,46 no diesel por 60 dias

Na última quinta (24), o governo e entidades da categoria apresentaram uma proposta de acordo para suspender a paralisação por 15 dias.

O grupo chamado neste domingo participou das negociações, mas não assinou o texto apresentado e foi chamado de volta para uma nova conversa.

Ao contrário das expectativas do governo, os caminhoneiros não deixaram as rodovias. Diante disso, o presidente Michel Temer autorizou o uso das Forças Armadas para desbloquear as estradas e editou um decreto permitindo ao governo assumir o controle de caminhões.

A paralisação dos caminhoneiros chegou ao sétimo dia neste domingo, provocando uma crise de desabastecimento de combustível e alimentos.
Exigências

Entre as exigências do grupo chamado ao Planalto neste domingo está a edição de uma medida provisória (MP) sobre o preço mínimo de frete. Há, atualmente, um projeto na pauta do Senado que trata deste assunto e pode ser votado esta semana.

No entanto, os caminhoneiros exigem que o tema seja decidido por medida provisória, uma vez que, publicada no “Diário Oficial da União”, a MP tem validade imediata de lei.

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Centrais sindicais descartam greve geral nesta semana 33

A CUT (Central Única dos Trabalhadores) e a UGT (União Geral dos Trabalhadores) descartam a possibilidade de realização de uma greve geral no país nesta semana. “A ideia não é agravar com mais ingredientes de paralisação. A UGT não vai participar de greve geral. Não é caminho, não. Queremos ser protagonistas de uma solução”, afirmou o presidente Ricardo Patah.

Ele espera participar de um encontro com o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha, nesta semana para ajudar a negociar uma solução para o movimento dos caminhoneiros.

Em boatos que circulam no WhatsApp e nas redes sociais, a greve de 72 horas que os petroleiros realizarão a partir de quarta-feira (30) foi lida como uma convocatória para uma suposta paralisação geral. A CUT, central à qual a FUP (Federação Única dos Petroleiros) é filiada, lembra, porém, que os petroleiros vêm fazendo atos de protesto desde abril, que a greve já estava planejada e não teria ligação com a paralisação dos caminhoneiros.

A FUP convocou para esta segunda-feira (28) um dia de mobilização em todas as unidades da Petrobras no país. A ideia é que os petroleiros não assumam seus postos no turno da manhã, informou o coordenador-geral da FUP, José Maria Rangel. De acordo com ele, mobilizações do tipo já foram feitas neste domingo (27) em seis refinarias e duas fábricas de fertilizantes.

Segundo o líder sindical, essas mobilizações funcionam como um “esquenta” da paralisação que começará na quarta. A federação reivindica a demissão do presidente da companhia, Pedro Parente, a redução dos preços dos combustíveis e do gás de cozinha, a manutenção de empregos e retomada da produção interna de combustíveis, o fim da importação de derivados de petróleo e a desmobilização do programa de venda de ativos promovido pela atual gestão da estatal.

A paralisação dos caminhoneiros entrará no oitavo dia nesta segunda-feira (28).

Na cidade de São Paulo, está prevista para esta segunda uma paralisação de motoristas de vans escolares. A previsão dos organizadores é que mil veículos participem do protesto. (Com Estadão Conteúdo)

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Senado convoca sessão para votar urgência de projeto sobre fretes

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), convocou os senadores para uma sessão extraordinária nesta segunda-feira (28). O principal objetivo da antecipação do início dos trabalhos é votar a urgência do projeto de lei que cria preços mínimos para o frete, uma das reivindicações dos caminhoneiros em greve. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também antecipou para esta segunda a reunião com os líderes partidários. Maia quer concluir a votação dos destaques do cadastro positivo.

A aprovação do projeto (PLC 121/2017) que trata de fretes foi incluída no acordo firmado na quinta-feira com o governo federal. A iniciativa, do deputado Assis Couto (PT-PR), está na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado, mas pode ir direto ao Plenário em regime de urgência. O relator é o senador Romero Jucá (PMDB-RR).

O projeto cria a Política de Preços Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, mediante tabela elaborada semestralmente por órgão competente, com valores por quilômetro rodado por eixo carregado e conforme a carga. Os parâmetros devem ser fixados sempre nos meses de janeiro e julho de cada ano.

<< Os principais pontos do acordo que ainda não acabou com a greve dos caminhoneiros

Os preços mínimos serão definidos levando-se em conta a oscilação e a importância do valor do óleo diesel e dos pedágios na composição dos custos do frete.

Até que o Executivo edite a tabela com os valores mínimos, o projeto estipula o valor de R$ 0,70 por quilômetro rodado para cada eixo carregado de carga geral e R$ 0,90 para carga perigosa ou refrigerada.

Ainda conforme o texto original da proposição, o processo de definição dos preços deve contar com a participação dos sindicatos de empresas de transportes e de transportadores autônomos de cargas, bem como dos representantes das cooperativas de transporte de cargas.

MPs

Além da urgência do projeto de lei do frete, os senadores têm na pauta seis medidas provisórias que trancam a pauta devem ser apreciadas antes da análise do projeto de lei que trata do frete. Chegaram ao Senado na quinta-feira (24) os PLVs 7/2018 e 11/2018 e a MP 819/2018, mas a pauta já estava trancada pelos PLVs 4, 8 e 10/2018 (veja quadro abaixo). Todas essas propostas só têm vigência até a próxima sexta-feira (1º).

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Caminhoneiros voltam ao Planalto com pauta mais extensa e cobram promessas no papel

Brasília

Representantes de caminhoneiros autônomos que não assinaram o acordo com o governo na semana passada voltaram ao Palácio do Planalto neste domingo (27) para negociar uma pauta mais extensa e para avisar que a desmobilização só terá início quando as promessas forem publicadas no DOU (Diário Oficial da União).

“O setor vive de promessas há 19 anos, desde a greve de 1999 e, de fato, o setor nunca foi atendido como deveria. Nenhum acordo que firmarmos hoje terá validade sem antes isso se tornar público nos meios oficiais do governo”, disse Gilson Baitaca, presidente do MTG (Movimento dos Transportadores de Grãos).

“Não há desmobilização agora sem ter o que a categoria diz na rua. Estamos cansados de promessa e nenhuma efetividade. [Queremos] todos os itens da reunião de quinta-feira [24], os 10% de desconto da Petrobras [no preço do diesel, como prometido], permanecem mais a pauta que nós iremos apresentar hoje. Todos deverão estar publicados no Diário Oficial”, reforçou Carlos Alberto Dahmer, presidente do Sindicato dos Transportadores Autônomos de Ijuí (RS).

Além de quererem ver no papel os 12 itens prometidos pelo Planalto na semana passada, os caminhoneiros querem que o governo zere as alíquotas de PIS e Cofins e Cide do óleo diesel, edite uma medida provisória (que tem aplicação imediata, em vez do projeto que está no Senado) para regular os preços de fretes rodoviários, volte ao preço do diesel de julho de 2017 e o congele durante 90 dias.

No acordo firmado na quinta-feira (24), o governo federal se comprometeu em reservar 30% do frete da Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) para os caminhoneiros. No ano passado, a estatal gastou R$ 107 milhões com o frete.

Os caminhoneiros também pediram ao governo a reserva de cerca de um terço do transporte da Petrobras e dos Correios. Como são empresas de capital misto, o governo não poderia fazer a reserva imediatamente, mas pode ajudar a adotar a cota, segundo os grevistas.
1 31aminhoneiros bloqueiam rodovias em semana de protesto

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Caminhoneiros mantêm pressão por redução no diesel e não encerram greve

A reunião entre o governo federal, de São Paulo e representantes dos caminhoneiros neste domingo (27) não levou ao fim da paralisação porque os grevistas consideraram insuficiente o tempo de redução nos preços do diesel oferecido. Eles queriam 60 dias e o presidente da República, Michel Temer (MDB), não se comprometeu com este prazo, defendendo os reajustes mensais. Não foi fixado um prazo para término da paralisação.

O ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, disse que o desconto no diesel até aumentaria dos anunciados 41 para 46 centavos. A proposta nem chegou a ser repassada para os caminhoneiros que já haviam deixado o Palácio dos Bandeirantes. Mas a ideia não agrada e 10% da categoria continua mobilizada no estado de São Paulo. Até ontem, eram 13 mil trabalhadores parados e hoje são 1,3 mil. Há 30 pontos de manifestação ao longo das principais rodovias que passam pelo estado.

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O governador Márcio França (PSB) disse, em entrevista após a reunião, que as outras duas reivindicações foram atendidas: não cobrar o eixo levantado e fazer o desconto nas refinarias chegar às bombas. Ocorre que o preço do combustível é a principal demanda dos grevistas.

A continuação da greve coloca pressão sobre o Congresso Nacional. Senado e Câmara Federal têm na pauta projetos que podem reduzir o preço dos combustíveis seja via redução de impostos e outro cria um preço mínimo para o frete. O governador Márcio França sugeriu que a aprovação colocaria fim aos movimentos. Ele declarou que torce para que haja um acordo entre os parlamentares e a greve se encerre nos próximos dias.

No entanto, como a paralisação persiste, o fim da cobrança do pedágio por eixo suspenso só entrará em vigor na quinta-feira (31) em São Paulo. O governo federal informou que vai editar uma medida provisória para federalizar o desconto.
França transfere continuação da greve ao governo federal

O governador afirmou que acredita estar próximo a um acordo e disse que faltou somente garantir o desconto no preço do diesel por 60 dias. “Vou tentar falar (domingo) com o presidente e saber por que não é possível 60 dias. Mas compreendo que às vezes querem fazer e não é possível.”

França também negou que sua intermediação na greve esteja desagradando o governo federal. Argumentou que todos os envolvidos nas negociações são “políticos experientes” e entendem que a manutenção da situação prejudica a todos.

As negociações continuam nos próximos dias e não há expectativa de término neste domingo. O governador chegou a dar uma declaração de apoio aos caminhoneiros, ao dizer que, na ponta do lápis, os profissionais não conseguem, hoje, ter o mínimo de lucro. “Nenhuma manifestação dura tanto tempo se não houver um fundamento muito forte”, disse.

Esta é a segunda tentativa de acordo do governo de São Paulo com os grevistas. No sábado, França anunciou uma série de medidas para tentar agradar aos caminhoneiros e encerrar a paralisação, que já está em seu sétimo dia. No entanto, as condições do governo de SP não foram aceitas e as manifestações continuaram nas rodovias do estado, principalmente na Régis Bittencourt.

Em várias cidades pelo país, aeroportos continuam sem querosene e os problemas de abastecimento de insumos persistem.
No WhatsApp, greve continua

Segundo reportagem do Estadão Conteúdo, nos grupos de WhatsApp de caminhoneiros, a ordem é manter a paralisação, pelo menos, até terça-feira (29). Por ora, a maioria concordou em liberar as estradas e continuarem estacionados em pontos estratégicos.

Mas, nas últimas postagens, lideranças dos caminhoneiros começam a organizar novas paralisações a partir de amanhã, às 8 horas. Num vídeo que está circulando nos grupos de WhatsApp, representantes chamam, além dos caminhoneiros, veículos de passeio para parar as BRs. Além disso, uma manifestação em pontos estratégicos das principais capitais também está sendo organizada.

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Por aliança, MDB aceita esconder Temer durante campanha eleitoral

Com dificuldade de encontrar um nome com viabilidade eleitoral que aceite o rótulo de “candidato do governo”, o MDB discute com partidos aliados esconder o presidente Michel Temer durante a campanha presidencial.

A proposta na mesa é que o candidato apoiado pela sigla terá de pregar as reformas e iniciativas da atual gestão, mas não precisará defender diretamente o presidente ou colocá-lo em palanques eleitorais e propagandas televisivas.

Segundo relatos de amigos e aliados, o emedebista já se conscientizou que seu apoio é tóxico, ou seja, mais prejudica do que ajuda na disputa presidencial. Com governo considerado ruim ou péssimo por 70% dos brasileiros, segundo o Datafolha, Temer anunciará a sua desistência de concorrer à reeleição.

Embora insista publicamente em uma candidatura própria ou do ex-ministro Henrique Meirelles, o partido reconhece em conversas reservadas que o caminho mais natural é que apoie um nome de outra legenda da chamada —mais para organização do espectro político do que expressão ideológica— de centro-direita.

Nas conversas com partidos da base aliada, o MDB tem aceitado a possibilidade de que pré-candidatos presidenciais evitem defender ou citar o emedebista em discursos. Nas palavras de um dirigente do partido, o papel do presidente no processo eleitoral será “permanecer no Palácio do Planalto”.

A postura representa uma mudança no discurso do MDB, que antes cobrava uma defesa pessoal ao presidente dos partidos aliados que reivindicavam uma aliança com a legenda. A alteração deveu-se principalmente ao receio de um desgaste ainda maior de imagem.

A avaliação negativa do governo é um dos principais fatores para que legendas como PSDB e DEM, por exemplo, venham mantendo certo distanciamento do Palácio do Planalto.

Com o novo tom do MDB, os prováveis aliados já não se sentem mais obrigados a utilizar a imagem ou citar o nome do presidente durante a campanha presidencial, o que deve facilitar uma composição com os partidos de centro, entre eles, o PSDB.

Em negociação com o MDB, o pré-candidato tucano à Presidência da República, Geraldo Alckmin, tem sentimentos dúbios sobre uma aliança com o partido do presidente.

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Carlesse cumpre agenda de campanha em Porto Nacional

O governador interino e candidato a governador Mauro Carlesse, da coligação Governo de Atitude, cumpre agenda durante todo o dia na cidade de Porto Nacional, nesta segunda-feira, 21. O primeiro local visitado foi a sede da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais), onde Carlesse ouviu as demandas da entidade e reiterou seu compromisso com a instituição ao relembrar seu apoio ao projeto do deputado Toinho Andrade (PHS), que destinava o prédio para a posse definitiva da Apae de Porto Nacional.

Na sequência, Carlesse visitou o Hospital Regional e destacou o início do mutirão de cirurgias, Opera Tocantins, que desde o último fim de semana já atende pacientes que aguardavam por anos por uma cirurgia nos hospitais públicos do Tocantins. “Esse é o nosso trabalho, atender bem as pessoas e acabar com as filas nos hospitais. Nestes pouco mais de 20 dias à frente do Governo estamos provando que é possível fazer e estamos fazendo”, declarou.

Carlesse tem ainda tem reuniões com líderes religiosos, vereadores, concede entrevista em uma rádio da cidade (Porto FM) e encerra o dia com uma reunião no espaço Radiancy Eventos, próximo ao Procon.

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Vicentinho recebe apoio de mais lideranças do interior do Estado

Em Oliveira de Fátima, Vicentinho Alves (PR), candidato ao governo do estado nas eleições suplementares de 3 de junho , reforçou o seu grupo de apoio com a aderênciado ex-prefeito de Fátima, Luís Mourão, à sua candidatura. Vicentinho Alves também esteve no palanque com Celsinho Mourão, que já havia externado apoio ao candidato.

O senador disse que se emocionou com a reaproximação do primo Luís Mourão, que tem militância política diversa da dele. Ele falou que “nada melhor do que a família estar unida no pleito eleitoral. E vamos buscar unir mais”, salientou.

Na cidade de Centenário o candidato recebeu ainda mais apoio. Dessa vez do prefeito, vice-prefeito e de seis vereadores do município. Wesley Camilo, prefeito de Centenário informou que escolheu apoiar o Vicentinho por acreditar que ele é a melhor opção. “Confio na experiência de Vicentinho, acredito nesta proposta de governo municipalista. Vicentinho é experiente e é o único candidato que realmente conhece o nosso estado”, destacou.

O senador Vicentinho comemorou a vinda de mais estas lideranças. “É muito importante para nós todas estas adesões. Prometo honrar cada apoio recebido, cada voto de confiança.”

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‘Achou que era abraço’, diz delegado sobre gravata dada por filho em professora

“Ele abordou a vítima com uma gravata, ela imaginado que ele estava a abraçando”, disse o titular da Delegacia de Homicídios, Guido Camilo, sobre o assassinato da professora Delma França Carvalho Paulino, de 42 anos. O filho e a namorada são suspeitos. A informação foi obtida durante o depoimento prestado pela adolescente de 16 anos, na manhã desta segunda-feira (21). Nesta tarde, o jovem de 17 anos se apresentou à polícia na delegacia de Homicídios de Palmas.

O crime aconteceu na última terça-feira (15). Conforme o delegado, ela contou detalhes de como tudo aconteceu. “Depois de enforcá-la ele [o filho] cortou o pescoço [da professora], desferiu uma facada no coração dela e por fim os dois levaram o cadáver para o banheiro e colocaram sal para conservar o corpo.”

Segundo o delegado, a jovem afirma que o assassinato foi cometido pelo namorado, mas confessou a participação no crime, que para a polícia foi planejado. “Ela ajudou a esconder o corpo e a limpar o local onde a Delma foi morta.”

Magia negra

A Polícia Civil suspeita que a morte da professora esteja ligada com magia negra. “Ela e o outro infrator eram praticantes, a gente imagina, de magia negra. Mas segundo ela [a menor], só se interessava pelos estudos direcionados a magia e não praticava”, diz o titular da Delegacia de Homicídios, Guido Camilo.

Segundo delegado, a jovem disse que o casal ouvia vozes mandando acabar com o sofrimento da professora. “Ela me disse que a vítima estava sendo pressionada a deixar a casa onde morava. Diante disso, eles planejaram o crime. Compraram barraca e mochilas para fugir, no dia anterior ao crime.”

Ele disse também que já havia um mandado de internação contra os dois menores. Momentos antes do corpo da professora ser encontrado, os dois adolescentes saíram do grupo de WhatsApp da família e depois disso não foram mais vistos. Eles moravam com a vítima, na região norte da capital.

A investigação ainda está no início, mas a Polícia Civil informou que encontrou uma agenda com anotações suspeitas na casa. Havia informações sobre como fazer primeiros socorros. A forma como o corpo da professora estava também chamou atenção. Algumas partes estavam cobertas de sal.

Os vizinhos disseram que consideravam a vítima uma pessoa tranquila. Ela levou pelo menos dez facadas durante o assassinato. O irmão dela disse que tentou falar com ela no dia do crime, mas não conseguiu. O corpo só foi encontrado durante a noite.

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