Reservistas de 18 a 60 anos serão convocados para serviço com previsão de duração de um ano. Entenda a ligação histórica entre Ucrânia e Rússia; e saiba onde estão os separatistas pró-Rússia na Ucrânia
A Ucrânia começou nesta quarta-feira (23) a recrutar reservistas com idades entre 18 e 60 anos, após um decreto do presidente Volodymyr Zelensky, informaram as Forças Armadas, que também relataram que um soldado foi morto após bombardeios de separatistas pró-Rússia, no leste do país.
O período de serviço dos reservistas é de um ano. Não há ainda informações sobre o número de pessoas que atendeu à convocação.
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Volodymyr Zelenskiy, presidente da Ucrânia
Andreas Gebert/Reuters
Zelensky anunciou na terça (22) o recrutamento especial de reservistas, mas descartou uma mobilização geral.
O presidente ucraniano afirmou também que ainda está buscando saídas diplomáticas para a crise, porém, disse que a Ucrânia não cederá nenhum território à Rússia.
Dirigindo-se à nação, Zelensky também anunciou um programa de “patriotismo econômico”, que inclui o incentivo à produção local e cortes de impostos sobre o valor agregado da gasolina.
Um tanque é visto em uma rua nos arredores de Donetsk, na Ucrânia, depois que o presidente russo Vladimir Putin ordenou o envio de tropas russas para duas regiões separatistas no leste do país após o reconhecimento de sua independência
Alexander Ermochenko/Reuters
Soldado morto
Militares ucranianos relataram em rede social, nesta quarta, que um soldado foi morto e seis ficaram feridos após bombardeios por separatistas pró-Rússia, no leste da Ucrânia, nas últimas 24 horas.
Segundo os militares, os separatistas continua a violar o cessar-fogo.
No Facebook, os militares relataram 96 bombardeios por separatistas, contra 84 no dia anterior. Ainda segundo a publicação, os separatistas usaram artilharia pesada, morteiros e foguetes Grad.
A Ucrânia acusou a Rússia de provocar violência, usando isso como pretexto para reconhecer formalmente o leste do país como independente e transferir tropas russas para a região, precipitando uma crise que o Ocidente teme que possa desencadear uma grande guerra.
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g1
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Fonte: G1 Mundo