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França convoca embaixadores nos EUA e na Austrália em reação ao acordo Aukus

Ministro das Relações Exteriores da França diz que a decisão foi tomada pelo presidente Emmanuel Macron diante da ‘seriedade dos acontecimentos’. Governo francês está irritado com o acordo, que prevê o desenvolvimento de um submarino nuclear que prejudicou as pretensões comerciais de Paris. O governo da França anunciou nesta sexta-feira (17) que vai chamar para consultas os embaixadores franceses nos Estados Unidos e na Austrália.
A medida é mais uma resposta de Paris ao acordo militar Aukus, aliança militar entre americanos, australianos e britânicos que prevê o desenvolvimento de um submarino movido por energia atômica, o que prejudicaria antigas parcerias da Austrália com a França (saiba mais no fim da reportagem).
ENTENDA: Por que o acordo Aukus irritou a França
Em nota, o ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Yves Le Drian, disse que a decisão foi tomada pelo presidente Emmanuel Macron diante da “seriedade dos acontecimentos”.
Recentemente, Le Drian chamou o acordo de “uma facada nas costas” dada pelo governo de Joe Biden, e comparou o atual presidente dos EUA a seu antecessor, Donald Trump.
Além disso, a França cancelou um evento de gala que estava marcado para acontecer na embaixada dos Estados Unidos em Paris, em comemoração aos 240 anos de uma das batalhas da Guerra de Independência dos EUA, no século 18 (historicamente, os franceses foram os primeiros aliados dos americanos em sua luta para se libertar do Império Britânico).
O acordo Aukus
Os EUA fecharam um negócio com a Austrália para o desenvolvimento de um submarino movido por energia atômica, no contexto da criação de uma nova aliança internacional, que inclui também o Reino Unido, chamada Aukus.
Ao anunciar o acordo, na quarta-feira, Biden disse que a ideia era reforçar as alianças do país e, também, atualizar as prioridades estratégicas dos EUA. A Austrália fica perto da China, e ter uma parceria militar com os australianos é do interesse dos americanos.
O problema é que a França tinha um acordo para fornecer submarinos convencionais para a Austrália, e esperava receber bilhões de dólares com essa venda. E esse acordo foi abandonado pelos australianos, que deram preferência aos americanos.
“Essa decisão brutal, unilateral e imprevisível me lembra muito o que o Sr. Trump costumava fazer”, afirmou o chanceler francês, Jean-Yves Le Drian, à rádio France Info. “Estou com raiva e amargo. Isso não é feito entre aliados.”
“É uma facada nas costas. Criamos uma relação de confiança com a Austrália e essa confiança foi quebrada”, disse também Le Drian.

Fonte: G1 Mundo

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EUA admitem erro em ataque a carro com drone no Afeganistão que matou 10 civis, incluindo crianças


Confirmando investigação feito pelo jornal ‘NY Times’, militares afirmaram que veículo não continha bomba e motorista era colaborador de longa data de um grupo de ajuda comandado pelos EUA, sem qualquer ligação com grupo terrorista. Afegãos em frente a casa atingida após um ataque de drone dos Estados Unidos em Cabul, capital do Afeganistão, em 29 de agosto
Khwaja Tawfiq Sediqi/AP
O Pentágono admitiu nesta sexta-feira (17) que o ataque com drone feito pelos EUA a um carro que supostamente seria ocupado por um integrante do Estado Islâmico, no Afeganistão, em 29 de agosto, foi um engano, e que dez civis foram mortos, incluindo sete crianças.
Na ocasião, oficiais norte-americanos justificaram o ataque dizendo que ele seria necessário para evitar um ato terrorista. Mas uma investigação do jornal “The New York Times”, agora confirmada por militares, apontou que o carro atingido não continha uma bomba, como tinha sido afirmado.
“Ofereço minhas profundas condolências às famílias e aos amigos daqueles que foram mortos”, disse o general Kenneth F. McKenzie Jr., comandante do Comando Central dos Estados Unidos, ao admitir o erro em uma entrevista coletiva.
Também reiterando o que havia informado o jornal, o general acrescentou que o motorista do veículo, Zemari Ahmadi, de 43 anos, era um colaborador de longa data de um grupo de ajuda comandado pelos Estados Unidos, o Nutrition and Education International, onde atuava como engenheiro elétrico, sem qualquer ligação com o Estado Islâmico.
A investigação indicou que a carga no porta-malas do Toyota branco que ele dirigia, provavelmente, era de garrafas de água e que o carro nunca proporcionou qualquer tipo de risco.
Uma explosão, ouvida nas proximidades de onde ele esteve a pedido de seu chefe naquela manhã para buscar um laptop, teria sido causada por um tanque de propano ou combustível, sem qualquer conexão com a presença de Ahmadi na região.
O militar afirmou que o ataque foi realizado “pela profunda convicção” de que o Estado Islâmico estava prestes a atacar o aeroporto de Cabul novamente, como havia feito três dias antes, quando morreram 140 pessoas, incluindo 13 militares norte-americanos.
Oficiais do Pentágono reconheceram que a investigação do “NY Times” e de outros órgãos de imprensa forneceram “valiosas evidências” que os ajudaram a reavaliar seu julgamento incorreto sobre o risco representado pelo veículo atacado pelo drone.
‘Terrível tragédia de guerra’
“Em um ambiente dinâmico de alta ameaça, os comandantes em campo tinham autoridade apropriada e tinham razoável certeza de que o alvo era válido, mas após uma análise mais profunda pós-ataque, nossa conclusão é que civis inocentes foram mortos”, disse o general Mark A. Milley, presidente da Junta de Chefes de Estado-Maior em um comunicado.
“Esta é uma terrível tragédia de guerra e é de partir o coração e estamos empenhados em ser totalmente transparentes sobre este incidente”, acrescentou.
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Fonte: G1 Mundo

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Talibã substitui ministério de Assuntos Femininos por pasta conhecida por aplicar leis extremistas


No passado, agentes Ministério da Propagação da Virtude e Prevenção do Vício chicoteavam mulheres que andavam sozinhas nas ruas do Afeganistão. Integrantes do Talibã, armados, perto de zoo em Cabul, Afeganistão, nesta sexta (17)
Bulent Kilic/AFP
No comando do Afeganistão, o Talibã vai substituir o Ministério de Assuntos Femininos pelo Ministério da Propagação da Virtude e Prevenção do Vício. A pasta era responsável pela aplicação das duras políticas fundamentalistas islâmicas nos anos 1990, quando o regime extremista governou o solo afegão pela primeira vez.
Naquela época, os agentes da Propagação da Virtude e Prevenção do Vício eram conhecidos por chicotearem mulheres que andavam sozinhas pela rua e por exigirem outro tipo de comportamento, inspirado em uma interpretação muito rigorosa do Islã.
Trabalhadores instalaram uma nova placa com o nome ‘Ministério da Propagação da Virtude e da Prevenção do Vício’ onde ficava a sede da antiga pasta da mulher, registrou a AFP.
Várias mensagens publicadas nas últimas 24 horas nas redes sociais mostravam funcionários do ministério dos Assuntos Femininos se manifestando em frente à sede por terem sido supostamente destituídos.
“Ninguém escuta as nossas mulheres”, denunciou um internauta no Twitter, enquanto outro escreveu com sarcasmo: “Podíamos esperar algo diferente desses animais”.
Nenhuma autoridade do Talibã respondeu aos pedidos de entrevista da AFP nesta sexta-feira (17), para que se explicassem sobre esses fatos.
Sem moderação
Embora os insurgentes insistam que govenarão com maior moderação do que em seu primeiro mandato (1996-2001), não autorizaram a maioria das mulheres a retomar o trabalho e introduziram regras sobre suas roupas na universidade.
Nenhuma mulher faz parte do novo conselho de ministros do Talibã, anunciado há duas semanas.
Durante o primeiro governo dos fundamentalistas, as mulheres foram excluídas da vida pública e só podiam sair de casa se usassem burca e estivessem acompanhadas por um familiar masculino.

Fonte: G1 Mundo

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‘Facada nas costas’, ‘raiva’ e ‘amargura’: entenda por que a França reagiu com termos duros a um acordo entre EUA e Austrália


A França tinha um contrato bilionário para fornecer 12 submarinos para a Austrália. Os EUA resolveram que iriam fornecer submarino com tecnologia nuclear para os australianos, que cancelaram o negócio com Paris. O anúncio de um pacto de segurança unindo EUA, Reino Unido e Austrália provoca reação indignada da China
A França está oficialmente descontente e aborrecida com dois países historicamente considerados parceiros: os Estados Unidos e a Austrália.
Para deixar isso claro, o ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Yves Le Drian, fez declarações fora do comum nesta quinta-feira (16), dizendo que o governo de Joe Biden, dos Estados Unidos, foi imprudente como o seu antecessor, Donald Trump, e que seu país tomou uma facada nas costas por causa de umacordo fechado entre australianos e americanos.
A França foi além e cancelou um evento de gala que estava marcado para acontecer na embaixada dos Estados Unidos em Paris, em comemoração aos 240 anos de uma das batalhas da Guerra de Independência dos EUA, no século 18 (historicamente, os franceses foram os primeiros aliados dos americanos em sua luta para se libertar do Império Britânico).
As manifestações incisivas de descontentamento aconteceram por um motivo: os EUA fecharam um negócio com a Austrália para o desenvolvimento de um submarino movido por energia atômica, no contexto da criação de uma nova aliança internacional, que inclui também o Reino Unido, chamada Aukus.
O problema é que a França tinha um acordo para fornecer submarinos convencionais para a Austrália, e esperava receber bilhões de dólares com essa venda. E esse acordo foi abandonado pelos australianos, que deram preferência aos americanos.
“Essa decisão brutal, unilateral e imprevisível me lembra muito o que o Sr. Trump costumava fazer”, afirmou o chanceler francês, Jean-Yves Le Drian, à rádio France Info. “Estou com raiva e amargo. Isso não é feito entre aliados.”
“É uma facada nas costas. Criamos uma relação de confiança com a Austrália e essa confiança foi quebrada”, disse também Le Drian.
Como foi o anúncio do acordo entre EUA e Austrália?
Foi na quarta-feira que o presidente Joe Biden anunciou que fechou um negócio com a Austrália para o desenvolvimento de submarinos movidos por energia atômica.
Ao anunciar o acordo, na quarta-feira, Biden disse que a ideia era reforçar as alianças do país e, também, atualizar as prioridades estratégicas dos EUA. A Austrália fica perto da China, e ter uma parceria militar com os australianos é do interesse dos americanos.
Como era o negócio entre França e Austrália?
Os franceses estavam negociando a venda de submarinos da empresa estatal DCNS, com tecnologia deles (sem o reator nuclear) para a Austrália, e esperavam uma receita de até US$ 66 bilhões com esse contrato.
O presidente da França, Emmanuel Macron, e o então primeiro-ministro da Austrália, Malcolm Turnbull, no convés do HMAS Waller, um submarino da classe Collins operado pela Marinha Real da Austrália, em foto de 2 de maio de 2018 em Garden Island, Sydney
Brendan Esposito/Pool via AFP
Os dois países iriam construir 12 submarinos convencionais, movidos a diesel e eletricidade. As embarcações estariam entre as maiores do mundo.
Esse contrato foi cancelado, anunciou a Austrália.
A Austrália já tinha desembolsado US$ 1,8 bilhão no projeto desde 2016. A expectativa era que em 2027 fosse entregue o primeiro submarino com tecnologia da DCNS.
Por que a Austrália não fechou o negócio com os EUA antes?
Esses submarinos são muito mais difíceis de serem detectados do que os tradicionais. Os submarinos nucleares podem ficar submersos durante meses, diferentemente dos tradicionais, que podem ficar debaixo d’água por no máximo algumas semanas.
Os propulsores do submarino têm reatores nucleares, mas, por acordo internacional, a Austrália não pode ter armas nucleares.
O primeiro-ministro do país, Scott Morrison, afirmou que em 2016, quando a Austrália começou a pesquisa para comprar submarinos, esse tipo de embarcação não estava disponível para venda (até o anúncio do acordo, os EUA só haviam compartilhado sua tecnologia com o Reino Unido).
Como a França reagiu?
O negócio dos americanos com os australianos foi uma decisão “unilateral, brutal e imprevisível”, disse o ministro de Relações Estrangeiras da França, Jean-Yves Le Drian.
Foi nesse contexto que Le Drian disse que o contrato dos EUA lembram as decisões irascíveis dos anos de Donald Trump e se trata de uma facada nas costas por parte dos australianos.
“Isso é algo que não se faz entre aliados”, disse Le Drian. Ele afirmou que a França não foi consultada sobre a parceria entre os americanos e os australianos. Segundo o jornal “The New York Times”, o governo Biden não avisou os franceses porque tinha percebido que isso iria deixá-los insatisfeitos. Os australianos que deveriam ter avisado os franceses, de acordo com a gestão de Biden.
Le Drian e a ministra das Forças Armadas da França, Florence Parly, disseram que a decisão dos americanos é lamentável e mostra falta de coerência.
A França também ficou irritada ao saber que o Reino Unido também participou do negócio —os britânicos têm falado de uma estratégia do “Reino Unido Global”, e os franceses suspeitam que isso implica a formação de uma aliança informal de países anglófonos.
O que a Austrália disse?
Morrison, o primeiro-ministro da Austrália, nem mesmo mencionou os franceses durante o encontro com Biden e Boris Johnson para anunciar a nova parceria.
O primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, cercado por telas onde aparecem o primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, e o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, durante anúncio coletivo da AUKUS, nova aliança entre os três países, na quarta-feira (15)
Mick Tsikas/AAP Image via AP
Ele só se pronunciou depois, e repetiu diversas vezes que se trata de uma decisão estratégica para o país. “Claro que eles (os franceses) estão frustrados. Eles foram bons parceiros. Isso (o contrato de submarinos) é um tema de nosso interesse estratégico, nossas necessidades de capacidade estratégica, e um ambiente estratégico modificado, e nós tivemos que tomar essa decisão”, disse.
E a China?
Os franceses não foram os únicos que reagiram ao negócio dos EUA com a Austrália. A China também recebeu mal a notícia.
A França e a União Europeia não querem entrar em um confronto direto com a China. A estratégia dos europeus é cooperar com os chineses em alguns pontos, e criticar algumas das políticas dos asiáticos –por exemplo, em relação aos direitos humanos.
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Fonte: G1 Mundo

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Imigrante brasileira morre abandonada no deserto dos EUA durante travessia, diz jornal

Familiares dizem que grupo a deixou no meio do deserto sem água nem comida. De acordo com relato ao jornal ‘O Globo’, coiotes disseram que retornariam para buscar a brasileira. Abandonada em travessia, brasileira morre de sede e fome em deserto dos EUA
Agentes de fronteira do estado do Novo México encontraram nesta semana o corpo de uma brasileira que tentava entrar ilegalmente nos Estados Unidos, informou o jornal “Deming Headlight” nesta sexta-feira (17).
Autoridades estaduais identificaram a vítima como Lenilda dos Santos, de 49 anos. O jornal “O Globo” confirmou a identidade da brasileira.
Segundo familiares da vítima, Lenilda cruzou a fronteira dos EUA com o México mas ficou para trás, sem água nem comida em pleno deserto, porque estava cansada. O grupo teria prometido que voltaria para ajudá-la, mas isso não aconteceu.
Lenilda ainda conseguiu se comunicar com a família por mensagens de celular, inclusive com compartilhamento de localização. Ela parou de responder e, então, os familiares pediram ajuda às autoridades do Novo México, estado no sudoeste dos EUA.

Fonte: G1 Mundo

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Grupo de 140 brasileiros é detido ao cruzar fronteira do México com EUA


Eles foram flagrados por operadores de câmeras de segurança e, em seguida, se entregaram a agentes da Patrulha de Fronteira do Setor Yuma, no Estado americano do Arizona. De outubro de 2020 a agosto deste ano, 46.410 brasileiros foram detidos nessa rota migratória. Brasileiros foram flagrados e, em seguida, se entregaram a agentes da Patrulha de Fronteira do Setor Yuma
Reprodução/Twitter/Via BBC
Um grupo de 140 brasileiros foi detido na manhã de quinta-feira (16) ao cruzar ilegalmente a fronteira do México com os Estados Unidos.
Eles foram flagrados por operadores de câmeras de segurança e, em seguida, se entregaram a agentes da Patrulha de Fronteira do Setor Yuma.
Chris T. Clem, chefe da Patrulha de Fronteira do Setor Yuma, postou as imagens em sua conta pessoal no Twitter e escreveu:
“Agentes da Patrulha de Fronteira detiveram um grupo de 140 migrantes brasileiros nesta manhã. Até o momento, neste mês, os agentes se depararam com uma média diária de mais de 600 migrantes, um aumento de mais de 2.000% em relação ao ano passado”.
Mais de 10 mil imigrantes montam acampamento embaixo de ponte entre EUA e México
O Setor Yuma é responsável por patrulhar o sudeste do estado americano do Arizona. Sua jurisdição se estende por 470 mil quilômetros quadrados em uma área entre os Estados da Califórnia e do Arizona.
A região é formada por grandes desertos abertos, cadeias de montanhas rochosas, grandes dunas de areia e o Rio Colorado.
Segundo o governo americano, o Yuma é um dos “setores de patrulha de fronteira que mais cresce no país, tendo dobrado de tamanho desde 2004”.
Recorde
De outubro de 2020 a agosto deste ano, 46.410 brasileiros foram detidos ao cruzar ilegalmente a fronteira sul do país através do México — um número recorde, de acordo com dados do órgão de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos.
Só em agosto, 9.098 tentaram a travessia, a maior marca desde o início do ano fiscal de 2021 (que vai de 1º de outubro de 2020 a 30 de setembro de 2021).
Milhares de haitianos atravessam a fronteira entre México e Texas, nos EUA
O número total deste ano fiscal (46.410) já supera em mais de seis vezes o total do ano fiscal de 2020 (ou seja, de 1º de outubro de 2019 a 30 de setembro de 2020), quando o contingente de brasileiros detidos nessa rota migratória foi de 7.161.
Até então, o auge da migração ilegal de brasileiros havia ocorrido em 2019, quando cerca de 18 mil tentaram entrar nos EUA ilegalmente pela fronteira terrestre com o México.
A queda de 2019 para 2020 se deveu, em grande parte, à pandemia de covid-19.
Dos 46.410 brasileiros detidos de outubro do ano passado até agosto deste ano, a maioria tentou completar a jornada com suas famílias (34.636 ou 74,7%). Já 11.612 eram adultos viajando sozinhos. O restante — 157 — eram menores de idade e crianças desacompanhados, e cinco eram menores de idade acompanhados.
Com o aumento dos que tentam a travessia ilegal, o Brasil passou a ser a sexta nação com o maior número de imigrantes detidos pelas autoridades americanas na fronteira sul do país, atrás do México, Honduras, Guatemala, Equador e El Salvador.
No entanto, está à frente de países como Nicarágua, Cuba, Colômbia e Venezuela que, historicamente, enviavam mais imigrantes irregulares aos EUA.
Para se ter ideia do tamanho desse fluxo registrado em 11 meses, é como se os agentes de migração americanas encontrassem, em média, 140 brasileiros por dia tentando acessar os EUA a pé.
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Fonte: G1 Mundo

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‘Dogfluencers’: cães de Singapura são tendência no Instagram


População do país asiático gosta muito de animais de estimação. Os dois terriers brancos ganham em média US$ 500 por ações pagas em sua rede social. Fotos de Sasha e Piper são publicadas regularmente em “Lomodoggies”, sua conta do Instagram
Reprodução/Instagram
Dois terriers brancos com lenços e boina escocesa posam radiantes para sua dona, que tira uma foto em troca de uma guloseima. Com dezenas de milhares de seguidores no Instagram, esses cachorros são tendência nesta rede social em Singapura.
É uma moda que já estava em voga neste país do sudeste asiático, que gosta muito de animais de estimação. O múltiplos confinamentos pelo coronavírus e o crescimento do comércio on-line acentuaram essa paixão.
Com um chapéu de verão e lenços coloridos, no parque, na cesta de uma bicicleta ou em casa junto a uma garrafa de vinho, as fotos de Sasha e Piper são publicadas regularmente em “Lomodoggies”, sua conta do Instagram.
Os animais já renderam vários milhares de dólares à sua dona, graças ao uso de produtos que vão desde aspiradores de pó a sapatos. Os cachorros têm, inclusive, uma agência de representação.
A empresa também presta serviços ao gato Brossy Meowington, com mais de 50.000 seguidores, e a um Spitz japonês com muitos pelos chamado Luna.
Gato Brossy Meowington tem mais de 50.000 seguidores
Reprodução/Instagram
A dona de todos eles, Carrie Er, começou há alguns anos a publicar fotos de Sasha com vestidos diferentes, enquanto brincava ou quando saía para passear.
“Queríamos fazer um blog capturando momentos preciosos com seu focinho lindo e o que costuma fazer”, explica a diretora de comunicação e publicidade.
As imagens tiveram um sucesso tão grande que algumas marcas começaram a perguntar se Sasha poderia promover seus produtos. Piper, um ex-cão de concursos, chegou depois para completar a dupla.
“É divertido, para os cachorros e para mim”, disse Er, enquanto tira mais fotos de suas duas estrelas caninas com seu celular.
US$ 500 por trabalho
Os dois cães têm 24.000 seguidores no Instagram e ganham em média 500 dólares da Singapura (370 euros, 315 euros) por cada promoção.
Cachê dos terriers brancos é de cerca de US$ 500 por ação
Reprodução/Instagram
Sua dona é seletiva na hora de escolher suas colaborações. Não quer promover marcas para cachorros que não atendam aos padrões mínimos, já que eles se alimentam de patê feito em casa.
Os animais ‘influencers’ são cada vez mais procurados pelas marcas, que querem reforçar sua visibilidade online desde que a pandemia começou, explica Jane Peh, cofundadora da The Woof Agency, a agência que representa os terriers.
“Acho que os animais ‘influencers’ têm uma vantagem, porque nós adoramos os animais”, disse a empresária, que tem cerca de 6.000 perfis de animais agenciados. “São tão bonitos, ninguém consegue odiá-los”, afirma.
Dicas de segurança na web:

Fonte: G1 Mundo

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Homem é condenado a pagar multa de R$ 62 mil por comparar Emmanuel Macron, presidente da França, a Hitler


Um ex-publicitário mandou imprimir cartazes em que comparava o presidente francês a Hitler por causa da criança de um passe que permitia que as pessoas vacinadas entrem em ambientes fechados na França. O condenado afirmou que vai recorrer da decisão. Presidente da França, Emmanuel Macron, durante pronunciamento transmitido na TV nesta segunda-feira (12)
Ludovic Marin/AFP
A Justiça da França condenou um ex-publicitário, nesta sexta-feira (17), a pagar uma multa de 10 mil euros (R$ 62,5 mil) por comparar o presidente Emmanuel Macron ao líder nazista Adolf Hitler e com o colaboracionista Philippe Pétain em pôsteres de propaganda.
Michel-Ange Flori, de 62 anos, foi condenado por “injúria pública” contra o presidente francês, que denunciou a publicação de dois cartazes com sua imagem modificada em duas cidades no sudete da França.
O condenado afirmou que apelará da decisão. Ele defendeu seu “direito ao humor”, mas o tribunal atendeu ao pedido do procurador Laurent Robert, que disse que havia “evidente vontade de produzir dano”.
Publicado em 19 de julho, dias antes do anúncio do lançamento por parte do governo de um passe sanitário, o primeiro cartaz mostra Macron retratado como Hitler, com um pequeno bigode e um uniforme nazista, junto com o slogan: “Obedeça, vacine-se”.
Manifestantes protestam contra passe sanitário de Covid na França
Um mês depois e apesar de já ter sido aberta uma investigação sobre a primeira imagem, Michel-Angel Flori publicou uma segunda. Nela, o presidente aparece com o marechal Pétain, chefe de Estado conhecido por colaborar com os nazistas. No fundo, há um código QR.
“O direito à caricatura foi atacado”, disse o advogado de Flori, Bérenger Tourné, para quem “o presidente, sempre disposto a defender a liberdade de expressão, considera que ela para em sua pessoa augusta”.
Embora o crime de “ofensa ao presidente da República” tenha sido abolido em 2013, após uma decisão do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem (TEHD), o chefe de Estado está protegido contra injúrias e difamação pública como qualquer cidadão.
No tribunal, o advogado de defesa disse que Flori era “talvez irreverente”, mas inocente, já que abordava “um debate polêmico e político”.
“Alguns escrevem nas paredes, eu faço cartazes”, afirmou o ex-publicitário, para quem essa forma de expressão é “a mais antiga do mundo”.
O empresário, que imprimiu 600 painéis publicitários, manteve dois para seu uso pessoal. Ele tem várias condenações por violência contra funcionários públicos e roubo.
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Fonte: G1 Mundo

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Qual seria o peso da América Central se não tivesse virado 5 países há 200 anos


Nesta quarta-feira, comemora-se o 200º aniversário da independência da América Central, região que na época se tornou uma única nação. O que aconteceu com o sonho da América Central como um só país e como ela seria hoje se nunca tivesse sido dividida? O dia 15 de setembro marca o 200º aniversário da independência da América Central
ISTOCK via BBC
A República Federal da América Central foi um país que existiu há dois séculos por cerca de 15 anos.
Guatemala, Honduras, El Salvador, Nicarágua e Costa Rica, os cinco países que comemoraram em 15 de setembro os 200 anos de sua independência da Espanha, fizeram parte dessa nação, enquanto o Panamá seguia seu próprio curso junto com a Grande Colômbia.
Por que o Brasil não se dividiu como as antigas colônias espanholas?
Se existisse hoje, a República Federal da América Central seria uma nação de 46 milhões de habitantes. com um território de 423 mil quilômetros quadrados.
Seria a sétima maior economia da América Latina e Caribe, depois do Brasil, México, Argentina, Chile, Colômbia e Peru. Seu Produto Interno Bruto (PIB) atingiria cerca de US$ 200 bilhões.
Se incluíssemos um sexto país, o Panamá, nesse exercício de ficção histórica, o poder do bloco unificado seria muito maior.
Atualmente, os seis países são os maiores exportadores mundiais de abacaxi e cardamomo, o segundo maior exportador de banana e o terceiro maior exportador de café, segundo estudo publicado neste ano pela Secretaria de Integração Econômica da América Central (SIECA).
Mas como esta República Federal da América Central funcionaria politicamente? Ninguém pode saber.
Essa nação teve uma passagem tão fugaz e surpreendente pela história do continente que todas as especulações sobre qual teria sido seu destino atual são possíveis.
No entanto, se há algo que continua a intrigar os historiadores, é: como foi possível que províncias tão diferentes se unissem para criar uma única nação?
O que aconteceu com o sonho de criar um único país
Durante a colônia, os territórios da América Central faziam parte da Capitania Geral da Guatemala, também conhecida como Reino da Guatemala.
O Reino da Guatemala naquela época incluía o que hoje conhecemos como Costa Rica, Nicarágua, Honduras, El Salvador e Guatemala, além de duas das atuais províncias do Panamá e o estado mexicano de Chiapas.
Após a independência da coroa espanhola em 15 de setembro de 1821, a área foi anexada ao então chamado Primeiro Império Mexicano, chefiado por Agustín de Iturbide (1783-1824).
Alguns anos depois, Iturbide foi derrubado. A maior parte desse império deu origem ao México, enquanto os territórios a sudeste tornaram-se independentes.
Assim, em julho de 1823, as províncias rebeldes assinaram um Ato de Independência Absoluta do México e da Espanha e em 1824 adotaram oficialmente o nome de República Federal da América Central, proclamando sua Constituição.
O rosto visível desta república, que ao longo dos anos se tornou um ícone do sindicalismo e uma espécie de “Simón Bolívar da América Central”, foi o hondurenho Francisco Morazán (1792-1842).
Morazán foi vítima de um atentado a tiros.
Em meio ao caos e às lutas entre diferentes facções políticas, a República Federal da América Central finalmente viu sua extinção em 1838, quando o Congresso se reuniu pela última vez, afirma o acadêmico Mario Vázquez, do Centro de Pesquisas da América Latina e Caribe (CIALC), da Universidade Autônoma do México (UNAM).
Foi uma época em que liberais, conservadores, centralistas, federalistas entraram em confronto. Uma época em que além das diferentes visões políticas, os interesses específicos de cada território estavam em conflito.
Divisão
“Havia profundas divisões de interesses provinciais. Tiveram brigas desde os tempos coloniais e fortes ações judiciais por recursos por ser uma região pobre”, explica Vázquez, autor do livro “A República Federal da América Central: Território, Nação e Diplomacia”.
Paralelamente, acrescenta, houve um grande conflito contra a capital, que ficou na Guatemala. “Eles sentiram que passaram do domínio espanhol para o domínio mexicano e do domínio mexicano para a hegemonia da Guatemala.”
Em meio aos múltiplos conflitos, havia uma tensão permanente entre aqueles que queriam manter a unidade e aqueles que queriam seguir seu próprio caminho.
Às pressões internas somam-se tensões externas, como os conflitos da nação com o México, com a Colômbia e até com a Inglaterra por Belize.
“O Reino Unido, que era seu principal parceiro comercial, não reconheceu a República Federal da América Central. Nunca recebeu um embaixador”, diz Vázquez, acrescentando que isso encurtou as chances de o país se estender no tempo.
“Eles tinham tudo para dividir e muito pouco para permanecer unidos como nação.”
“Se essa república existisse hoje, talvez fosse um país menos pobre. Talvez pudesse ser comparado ao Equador, com uma diversidade étnica muito grande”, arrisca o historiador.
“Poderíamos imaginar que uma América Central unida seria um país mais próspero e viável, mas não sabemos.”
Para que serviu a independência?
Alberto Mora Román, pesquisador do Programa Estado da Nação (PEN), vinculado às universidades públicas da Costa Rica, responde à pergunta sobre como seria hoje a República Federal da América Central com outra pergunta.
“De que adianta os países centro-americanos serem independentes hoje? Infelizmente, na maioria dos países, essa independência não serviu para construir bases sólidas para as pessoas viverem melhor”.
“As condições de defasagem que os países centro-americanos têm em relação aos demais países da América Latina e do mundo mostram que a autonomia não tem sido bem administrada”.
No entanto, para saber se esses países estariam melhor se fossem uma única nação, “seria preciso se aventurar no reino das previsões e das ciências ocultas”.
“O fato de que cada um dos países conseguiu se encarregar da gestão de seus destinos, com seus acertos e erros, também gerou oportunidades”, como o caso da Costa Rica, destaca Mora.
“Mais lento que as caravelas de Colombo”
Os cinco membros da ex-República Federal da América Central possuem — desde 1960 — um Mercado Comum Centro-Americano (CACM) que inclui uma zona de livre comércio e uma tarifa externa comum para a maioria dos produtos.
Fontes consultadas pela BBC News Mundo que não quiseram se identificar afirmam que, apesar dos esforços, a integração econômica tem sido muito lenta e apontam que o que a região realmente precisa é de uma união aduaneira, algo que, na prática, está longe de ser alcançado.
“Um caminhão anda mais devagar entre os países da América Central do que as caravelas de Colombo”, apontam.
E existe um parlamento comum, o Parlacen, criado na década de 1980, cuja função atual é apenas formular recomendações.
Integração
Os países que pertenciam à República Federal da América Central — além do Panamá, Belize e República Dominicana — são coordenados por meio de um mecanismo denominado Sistema de Integração Centro-Americana (SICA).
“Temos que nos integrar por nossa condição de países pequenos, com pouca população, e também porque somos países fortemente entrelaçados por dinâmicas de desenvolvimento que transcendem nossas fronteiras”, afirma o pesquisador Alberto Mora, coordenador da pesquisa “Informe Estado de la Región”, publicação acadêmica que analisa periodicamente questões relacionadas à América Central.
Um exemplo dos desafios que transcendem as fronteiras nacionais, diz o especialista, é a coordenação para gerenciar desastres naturais.
Outra área em que a integração entre os países é fundamental, acrescenta, está relacionada à geopolítica do narcotráfico, porque “a América Central é o corredor natural por onde passam as drogas da América do Sul para os Estados Unidos e por onde retorna o dinheiro aos centros de produção”.
Entre os avanços tangíveis da integração, diz o pesquisador, está a compra conjunta de medicamentos.
“Isso gerou uma economia de US$ 90 milhões para os países entre 2011 e 2019, porque lhes permitiu melhorar as margens de negociação com os fornecedores”.
Mas certamente a integração não é fácil.
“Há uma grande dispersão de ações. Muitas delas sem financiamento adequado e dependentes de cooperação internacional. Isso afeta os resultados”, afirma Mora.
Para ele, um dos maiores desafios da integração regional atualmente é o fortalecimento da democracia e da estabilidade política. “Sem isso, nada funciona.”
E isso está diretamente relacionado ao problema histórico dos altos níveis de violência que afetaram a região. “Existem países que são fracos no controle de seu território e na proteção do direito à vida”.
Afinal, argumenta ele, “as ações para melhorar as questões sociais, econômicas e ambientais passam por um arcabouço institucional robusto que gere estabilidade”.
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Fonte: G1 Mundo

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Biden reúne líderes para debater mudança climática e redução de emissão de gases poluentes


A reunião desta sexta-feira pode se concentrar especialmente no metano. Os EUA e a União Europeia concordam em tentar cortar as emissões de metano em cerca de um terço até o final desta década. Joe Biden e o secretário de Estado do EUA, Antony Blinken, durante encontro sobre o clima em 17 de setembro de 2021
Jonathan Ernst/Reuters
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, organizou um encontro virtual de líderes mundiais nesta sexta-feira (17) para debater os esforços para combater a mudança climática.
A reunião desta sexta-feira pode se concentrar especialmente no controle da emissão de metano. Os EUA e a União Europeia concordam em tentar cortar as emissões de metano em cerca de um terço até o final desta década e estão pressionando outras grandes economias a se unirem a eles, de acordo com documentos vistos pela Reuters.
O presidente Jair Bolsonaro, do Brasil, não participa do encontro, mas Alberto Fernández, da Argentina, e Andres Manuel Lopez Obrado, do México, foram confirmados.
A ideia do encontro é tentar criar ímpeto antes de uma cúpula internacional sobre o aquecimento global no final deste ano. Veja abaixo a lista de participantes:
Alberto Fernandez, da Argentina
Sheikh Hasina, de Bangladesh
Charles Michel, do Conselho Europeu
Ursula von der Leyen, da União Europeia
Joko Widodo, da Indonésia
Moon Jae-In, da Coreia do Sul
Andres Manuel Lopez Obrador, do México
Boris Johnson, do Reino Unido
António Guterres, da ONU
Biden realizará uma reunião virtual do Fórum das Grandes Economias (MEF) na Casa Branca, uma sequência do encontro do Dia da Terra que ele sediou em abril para apresentar novas metas de redução de emissões de gases de efeito estufa e induzir outros países a fazerem mais para conter as suas.
O presidente enfatizou a mudança climática diversas vezes nas últimas semanas na esteira dos danos causados por inundações e incêndios florestais devastadores nos EUA.
Tratar do assunto é uma de suas maiores prioridades domésticas e internacionais, e a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2021 (COP26) em Glasgow de 31 de outubro a 12 de novembro é vista como um momento crítico para o mundo se comprometer a fazer mais para deter a elevação das temperaturas.
Biden está torcendo para reunir grandes poluidores para tornar a COP26 um sucesso.
A Casa Branca não divulgou os nomes dos países participantes da reunião desta sexta-feira. O encontro de abril inclui comentários do presidente chinês, Xi Jinping, do presidente russo, Vladimir Putin, da chanceler alemã, Angela Merkel, e de outros líderes mundiais.
Ainda nesta semana, a Casa Branca disse que Biden espera usar o MEF depois da cúpula da Organização das Nações Unidas (ONU) para continuar pressionando por medidas pró-clima.
“O presidente delineará planos para alavancar o MEF pós-Glasgow como uma plataforma para esforços coletivos concretos de escalada da ação climática ao longo desta década decisiva”, disse a Casa Branca em um comunicado.
Também em abril, Biden anunciou uma nova meta para reduzir as emissões de gases de efeito estufa dos EUA em 50%-52% até 2030 na comparação com os níveis de 2005.
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Fonte: G1 Mundo