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Ataques de 11 de Setembro: veja VÍDEO que mostra minuto a minuto como foram os atentados


Há vinte anos, quatro aviões foram sequestrados logo após a decolagem. Às 8h46 de terça-feira, 11 de setembro de 2001 o primeiro deles se chocou contra uma das Torres Gêmeas em NY, dando início ao maior ataque já registrado dentro do território americano, que deixou milhares de mortos. 11 de Setembro: minuto a minuto do atentado que completou 20 anos
Em 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos foram atacados em uma série de ações terroristas que deixaram mais de três mil mortos. Naquela terça-feira, quatro aviões foram sequestrados e dois deles se chocaram contra as Torres Gêmeas em Nova York.
Além dos dois aviões que avançaram contra o World Trade Center, membros da rede Al-Qaeda arremessaram um terceiro avião contra o Pentágono. A quarta aeronave sequestrada caiu na Pensilvânia antes de atingir seu destino – que parecia ser a capital Washington DC.
Nesta reportagem, você vai rever, minuto a minuto, como o maior ataque terrorista já registrado dentro do território americano aconteceu (veja no vídeo acima).
Cronologia dos atentados de 11/9
Torres Gêmeas em 11 setembro de 2001
Marty Lederhandler/AP/Arquivo
7h59 o vôo 11 da American Airlines decola do aeroporto de Boston com destino a Los Angeles
8h15 o vôo 175 da United Airlines também decola de Boston com destino a Los Angeles
8h20 o vôo 77 decola do aeroporto de Dulles, no estado da Virgínia
8h42 o vôo 93 da United Airlines decola com atraso do aeroporto de Newark em Nova Jersey, com destino a Califórnia
8h46 o vôo 11 bate contra a Torre Norte do World Trade Center em Nova York
9h03 o vôo 175 se chocou contra os andares 77 e 85 da Torre Sul do World Trade Center
9h05 o presidente dos EUA George W. Bush é avisado sobre o segundo avião no WTC
9h37 o vôo 77 se choca contra a a face oeste do Pentágono, sede da Defesa americana
10h03 vôo 93 é derrubado em um campo vazio da Pensilvânia, a 20 minutos de voo da capital americana, Washington DC
10h28 a Torre Norte desaba em Nova York
17h20 enquanto bombeiros faziam buscas por sobreviventes, a Torre Sul do World Trade Center colapsa
20h30 o presidente George W Bush faz um pronunciamento de dentro da Casa Branca: “A busca por aqueles que estão por trás desses atos malignos está em andamento. Não faremos distinção entre os terroristas que cometeram esses atos e aqueles que os abrigam.”
Na tarde de 12 de setembro os trabalhadores retiraram Genelle Guzman, a 18ª e última pessoa a ser encontrada com vida entre os destroços

Fonte: G1 Mundo

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Os ataques de 11 de Setembro em 20 FOTOS


Passados 20 anos do maior ataque terrorista da história dos EUA, relembre algumas das cenas mais marcantes capturadas por fotógrafos no dia do atentado. Explosão do segundo avião a atingir o World Trade Center é vista de longe em Nova York durante o ataque terrorista em 11 de setembro de 2001
Spencer Platt/Getty Images via AFP/Arquivo
Por trás da Ponte do Brooklyn, a explosão do segundo avião a atingir o World Trade Center é vista de longe em Nova York durante o ataque terrorista em 11 de setembro de 2001
Sara K. Schwittek/Reuters/Arquivo
Segundos antes, avião do voo 175 da United Airlines é visto se aproximando da Torre Sul do WTC, em Nova York, enquanto a Torre Norte pega fogo, durante os ataques terroristas do 11 de Setembro
Sean Adair/Reuters/Arquivo
A segunda torre do World Trade Center é atingida por avião e explode em chamas durante atentado do 11 de Setembro em Nova York
Chao Soi Cheong/AP/Arquivo
O então presidente dos EUA, George W. Bush, é informado do segundo avião a colidir com o World Trade Center por seu chefe de gabinete, Andrew Card, enquanto participa de uma leitura com crianças numa escola em Sarasota, na Flórida
Win McNamee/Reuters/Arquivo
Pessoas assistem telão na Times Square, no Centro de Manhattan, mostrando o World Trade Center em chamas na parte sul da ilha antes de a segunda torre ser atingida
Shannon Stapleton/Reuters/Arquivo
Com um pé apoiado sobre sua mesa em Washington, o então vice-presidente dos EUA, Dick Cheney, assiste à TV mostrando as torres do World Trade Center em chamas após os ataques aéreos do 11 de Setembro. A foto foi divulgada pelo governo dos EUA quase 14 anos depois, em julho de 2015
Arquivo Nacional dos EUA via Reuters/Arquivo
O Pentágono é visto em Washington após também ser atingido por um avião comercial durante os ataques terroristas de 11 de Setembro
Larry Downing/Reuters/Arquivo
Equipe de emergência trabalha no local da queda do voo 93 da United Airlines em Shanksville, na Pensilvânia. Passageiros lutaram contra os terroristas, e o avião foi jogado no solo a 20 minutos da capital
Keith Srakocic/AP/Arquivo
Pessoas pedem por socorro das janelas da torre norte do World Trade Center em chamas durante ataque terrorista de 11 de setembro de 2001, em Nova York
Jeff Christensen/Reuters/Arquivo
Uma pessoa é vista em queda da torre norte do World Trade Center em chamas enquanto outra se pendura do lado de fora, após os ataques aéreos do 11 de Setembro em Nova York
Richard Drew/AP/Arquivo
A torre sul do World Trade Center começa a desmoronar após os ataques aéreos do 11 de Setembro em Nova York
Gulnara Samoilova/AP/Arquivo
Pedestres correm enquanto uma das torres do World Trade Center vem abaixo e uma nuvem de poeira e destroços se aproxima em Nova York, no dia 11 de setembro de 2001
Doug Kanter/AFP/Arquivo
Pessoas observam de Nova Jersey enquanto a segunda torre do World Trade Center desmorona, cerca de 30 minutos após a primeira vir abaixo em Nova York, no dia 11 de setembro de 2001
Ray Stubblebine/Reuters/Arquivo
Sobrevivente do 11 de Setembro, Edward Fine cobre a boca enquanto caminha em meio a pó e destroços após a queda de uma das Torres Gêmeas em Nova York
Stan Honda/AFP/Arquivo
Sobrevivente do 11 de Setembro, Marcy Borders caminha coberta de pó ao se refugiar em um escritório após a queda das Torres Gêmeas
Stan Honda/AFP/Arquivo
Exausto, um policial apoia a cabeça na traseira de um carro para descansar após a queda das torres do World Trade Center em 11 de setembro de 2001
Stan Honda/AFP/Arquivo
Homem grita oferecendo ajuda em busca de sobreviventes diante dos escombros do World Trade Center, após o desmoronamento das duas torres no atentado do 11 de Setembro em Nova York
Doug Kanter/AFP/Arquivo
Restos da estrutura do World Trade Center são vistos em meio aos destroços após as duas torres virem abaixo no 11 de Setembro
Alexandre Fuchs/AFP/Arquivo
Resto da folha de um documento queimado é visto em meio ao pó que se acumulou nas ruas em área próxima ao World Trade Center, em Nova York, após o atentado terrorista do 11 de Setembro
Stan Honda/AFP/Arquivo
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Fonte: G1 Mundo

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Investigação põe em dúvida presença de bomba em carro atacado pelos EUA no Afeganistão, diz jornal


Vídeos e relatos obtidos pelo ‘The New York Times’ indicam que motorista acusado de colaborar com o Estado Islâmico não levava explosivos e ainda tinha trabalhado justamente para os EUA recentemente. Ofensiva americana também teria vitimado crianças. Afegãos em frente a casa atingida após um ataque de drone dos Estados Unidos em Cabul, capital do Afeganistão, em 29 de agosto de 2021
Khwaja Tawfiq Sediqi/AP
Uma investigação do jornal “The New York Times” publicada nesta sexta-feira (10) colocou em dúvida a presença de uma bomba do grupo terrorista Estado Islâmico no carro atacado por um drone dos Estados Unidos no Afeganistão em 29 de agosto.
SAIBA MAIS: O que é o Estado Islâmico-Khorasan, que atua no Afeganistão
O jornal ouviu testemunhas e teve acesso a imagens que contestam a versão do governo americano de que havia um explosivo no carro. Na ocasião, as autoridades militares dos EUA alegavam que o veículo levava uma bomba e representava perigo aos americanos que ainda estavam no aeroporto de Cabul, tomado dias antes pelos extremistas do Talibã (relembre no vídeo abaixo).
EUA lançam ataque aéreo contra Estado Islâmico-k no Afeganistão
Na versão oficial dos militares dos EUA, o ataque por drone matou três civis. No entanto, o número de mortos pela operação chegou a 10, incluindo 7 crianças, segundo investigações independentes.Segundo reportagem do jornal americano, os miliares não sabiam exatamente quem estava no carro, mas avaliaram que o veículo era levado por um homem que teria visitado uma base do Estado Islâmico no Afeganistão — o grupo é rival do Talibã, que agora controla o país.
O “New York Times” identificou esse motorista como Zemari Ahmadi, que chegou inclusive a participar de grupos de ajuda comandados pelos EUA. Colegas e familiares negam que esse homem tenha qualquer relação com o Estado Islâmico e dizem ainda que ele gostava dos americanos.
Relembre o ataque
Reprodução de vídeo que mostra fumaça escura em Cabul, em 29 de agosto de 2021
Reprodução
Os Estados Unidos executaram um ataque aéreo com drone contra supostos integrantes do Estado Islâmico na cidade de Cabul, no Afeganistão, em 29 de agosto.
O alvo eram pessoas suspeitas de serem militantes do braço afegão do Estado Islâmico, chamado Estado Islâmico-Khorasan. Um carro que levava um homem-bomba ao aeroporto foi atingido. Segundo o governo americano, explosões secundárias após o ataque provariam que ele levava uma grande quantidade de material explosivo.
O Talibã é inimigo do Estado Islâmico no Afeganistão. Segundo a agência Associated Press, o Talibã confirmou que um ataque dos EUA atingiu um homem-bomba que estava em um carro e que pretendia fazer um atentado no aeroporto de Cabul.

Fonte: G1 Mundo

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Força da união é ‘lição central’ do 11 de Setembro, diz Biden em mensagem


Presidente dos EUA divulgou mensagem na véspera do 20º aniversário de atentados que mataram quase 3 mil pessoas em 2001. ‘A união é o que nos faz sermos o que somos: os EUA em seu melhor’, disse. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, durante mensagem sobre os atentados de 11 de setembro de 2001
Reprodução/Twitter/PresidentBiden
“Em nosso estado mais vulnerável, no balanço de tudo que nos faz humanos, na batalha pela alma dos EUA, união é nossa maior força”, afirmou o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, em uma mensagem a parentes e amigos das vítimas dos atentados de 11 de Setembro de 2001, divulgada nesta sexta-feira (10).
No vídeo, com pouco mais de seis minutos, o presidente lembrou as 2.977 pessoas, de mais de 90 países, mortas naquele dia, além dos milhares de feridos, e ofereceu honras “a todos aqueles que arriscaram e deram suas vidas nos minutos, horas, meses e anos seguintes”.
Biden reconheceu que mesmo após duas décadas ainda é muito difícil para “crianças que cresceram sem pais, pais que sofreram sem seus filhos, maridos e esposas tiveram que encontrar caminhos em suas vidas sem seus parceiros”, além de outros parentes e amigos dos que perderam as vidas naquele dia.
Mas ressaltou que a coragem dessas pessoas é inspiradora e disse que, ao redor do mundo, ainda hoje pessoas que sofrem encontram nesses americanos um exemplo e um incentivo para se reerguerem e seguirem adiante também.
O presidente contou ainda a história de seu amigo Davis, que havia perdido um filho de 15 anos no ano 2000, e tinha outro trabalhando no 104º do World Trade Center em 11 de Setembro. Segundo Biden, ao saber que ele faria uma palestra sobre os novos tempos pós-atentado para universitários, Davis deu a ele um recado: “diga para que tenham coragem”.
Sem quebrar
Biden, que era senador em 2001, lembrou do que aconteceu após os atentados e de que era possível ver “heroísmo em todos os lugares. União e resiliência, capacidade de recuperação”.
Outro efeito, lembrou, foi o de que a “geração de 9/11”, como chamou, se apresentou em peso para servir às forças armadas e “mostrar a todos que se você busca ferir os EUA iremos caçá-lo e fazê-lo pagar por isso. E isso nunca vai parar”.
O presidente, porém, recordou também o lado negativo. “Mas também testemunhamos as forças obscuras da natureza humana, ressentimento e violência contra americanos muçulmanos, seguidores verdadeiros e fiéis de uma religião pacífica”, destacou.
“Vimos uma nação unida envergar. E aprendemos que a união é a única coisa que nunca deve se quebrar. A união é o que nos faz sermos o que somos: os EUA em seu melhor. Para mim, esta é a lição central de 11 de setembro: é que em nosso estado mais vulnerável, no balanço de tudo que nos faz humanos, na batalha pela alma dos EUA, união é nossa maior força”, concluiu.
Vídeos: Os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias

Fonte: G1 Mundo

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Para companhias aéreas, ameaças cibernéticas são o principal temor de segurança atualmente


Medidas estabelecidas em aeroportos e aviões após os atentados de 11 de setembro de 2001 em Nova York limitaram drasticamente o risco de uma ação terrorista presencial. Ataque de 11 de Setembro completa 20 anos. Terroristas sequestraram aviões comerciais para jogá-los contra pontos dos EUA como as Torres Gêmeas, em Nova York
Sean Adair/Reuters/Arquivo
As medidas de segurança estabelecidas em aeroportos e aviões após os atentados de 11 de setembro de 2001 em Nova York limitaram drasticamente o risco de uma ação terrorista. Hoje, contudo, o que mais preocupa as companhias aéreas no quesito segurança são os potenciais ataques cibernéticos.
A blindagem das portas de acesso, o uso de equipamentos sofisticados para detecção de explosivos, o monitoramento de passageiros e o controle mais rígido dos objetos que podem ser levados dentro das aeronaves foram algumas das medidas introduzidas após os atentados.
Em uma nota publicada na última quarta-feira (8), o diretor-geral da Associação Internacional de Transportes Aéreos (Iata, na sigla em inglês), Willie Walsh, afirmou que “há mais segurança” nos aviões atualmente.
Memória Globo: 11 de Setembro
FOTOS do Marco Zero antes, durante e depois dos atentados ao WTC
Além disso, mesmo que alguém conseguisse burlar as medidas de segurança e tentasse assumir o controle físico de uma aeronave, “os próprios passageiros, cientes do que ocorreu em 11 de setembro, lutariam”, previu Dan Cutrer, um ex-piloto e especialista em segurança aérea da universidade Embry-Riddle, nos EUA.
Segundo o especialista, agora os novos perigos são invisíveis, como o coronavírus e os ataques cibernéticos.
Estes últimos, na opinião do diretor-geral da Iata, fazem parte dos “riscos emergentes” para a segurança e devem ser monitorados de perto.
Novas portas
Conforme o setor de aviação adota novas tecnologias, desenvolve serviços on-line e oferece conexões wi-fi aos passageiros, novas portas se abrem para a ação dos hackers.
Os especialistas ouvidos pela AFP, no entanto, consideram pouco provável que alguém consiga assumir remotamente o controle de uma aeronave, já que o sistema utilizado para a pilotagem não está conectado ao que é oferecido para gerenciar os utilitários dos passageiros.
Pablo Hernández, pesquisador do instituto Innaxis, especializado em aviação, acredita que a ameaça mais tangível talvez esteja no sistema de que comunicação entre pilotos e controladores aéreos, que não está encriptado. Segundo o especialista, não é muito difícil se intrometer em uma conversa com um bom equipamento de rádio.
Contudo, como a segurança dos voos é prioridade na aviação, os aparelhos sensíveis estão protegidos, garante Hernández.
Por outro lado, os ataques aos sistemas “em terra”, como os que gerenciam reservas de passagens e bagagens, se tornaram mais comuns. Em 2020, um grupo de hackers teve acesso aos dados pessoais de cerca de 9 milhões de clientes da empresa britânica EasyJet.
Apenas no ano passado, o órgão de vigilância de tráfego aéreo Eurocontrol registrou 1.260 ataques desse tipo, principalmente contra companhias aéreas, mas também contra fabricantes, aeroportos, autoridades, etc.
Em média, um agente do setor no mundo é vítima a cada semana de algum tipo de software malicioso, instalado fraudulentamente pelos hackers, que pedem um resgate em dinheiro para desbloquear o sistema ou para não tornar públicas as informações roubadas, acrescentou o Eurocontrol em uma nota publicada no início de julho.
VÍDEO: Ransomware – entenda como vírus é usado em extorsões
Dinheiro e espionagem
Para Deneen DeFiore, chefe de segurança cibernética da companhia United Airlines, o risco mais temido é um ciberataque que “atrapalhe as operações”.
“Na aviação, não há tempo perdido”, afirmou DeFiore à AFP. Os aviões estão em constante movimento em todo o mundo e qualquer avaria pode gerar um problema em cascata.
Além disso, o risco aumenta com o uso crescente de softwares para realização de transações financeiras, gerenciamento de dados e de planejamento para o consumo de combustíveis.
A grande maioria dos hackers parecem agir motivados pelo dinheiro, que podem ganhar “hackeando” dados bancários, vendendo dados pessoais ou exigindo um resgate.
Por outro lado, devido às muitas informações disponíveis sobre os passageiros, como nomes e históricos de viagens, alguns países pode se sentir tentados a realizar ações de de espionagem, opinou Katelyn Bailey, especialista da empresa de cibersegurança FireEye.
Contudo, a existência de um centro para compartilhar informações e análises dedicadas à cibersegurança na aviação (Aviation ISAC, em inglês) desde 2014 tem proporcionado uma ajuda inestimável para as companhias, opina Deneen DeFiore.
Para ela, os riscos cibernéticos representam uma nova realidade que deve ser levada em conta, desde os responsáveis pela segurança aérea às equipes de manutenção.

Fonte: G1 Mundo

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Influenciadora que não se vacinou contra a Covid grava vídeo antes de morrer: ‘Vá se vacinar’


Americana alegou que ‘queria pesquisar mais’ sobre os imunizantes, embora todos os estudos sobre as vacinas disponíveis nos EUA tenham atestado segurança e eficácia. Megan Alexandra Blankenbiller, tiktoker não vacinada que gravou vídeo antes de morrer pedindo que as pessoas se vacinem
Tiktok/Reprodução
A influenciadora americana Megan Alexandra Blankenbiller publicou um vídeo na rede social TikTok dias antes de morrer por Covid-19 pedindo, do hospital, que as pessoas se vacinem contra a doença.
Ela não havia tomado a vacinada contra o coronavírus porque alegava que queria “pesquisar mais” sobre os imunizantes. O vídeo foi ao ar em 15 de agosto, e Blankenbiller morreu nove dias depois, aos 31 anos.
“Eu não sou anti-vacina! Eu apenas queria pesquisar mais por mim mesma. Estava assustada e queria que eu e minha família pesquisássemos ao mesmo tempo”, disse a tiktoker na postagem gravada do leito de um hospital nos Estados Unidos.
Todos os imunizantes aprovados nos EUA e no Brasil têm eficácia e segurança atestada por estudos científicos e aprovados por agências reguladoras como a Anvisa, no caso do Brasil.
“Não espere, vá se vacinar. Porque, se você pegar o vírus, você não terminará no hospital como eu”, disse Blankenbiller.
EUA veem adesão baixa às vacinas
Posto de vacinação em Birmingham, Alabama (EUA), relativamente vazio, em maio de 2021
Jay Reeves/AP Photo
A tiktoker vivia em Jacksonville, na Flórida — estado que vem batendo recordes de casos e mortes por Covid-19 atribuídos à baixa adesão ao programa de imunização.
Os Estados Unidos, que têm uma enorme oferta de vacinas contra o coronavírus, viram o aceleradíssimo ritmo de vacinação no primeiro semestre terminar com a chegada do verão. A queda é atribuída às pessoas que não se vacinam por opção — o percentual da população completamente vacinada estagnou-se em torno dos 55%.
Com isso, os EUA assistem a um ressurgimento das epidemias de Covid-19 principalmente nos estados com menor cobertura vacinal.
Por causa disso, o governo de Joe Biden ordenou na quinta (9) vacinas ou testes de Covid semanais a todas as empresas com mais de 100 funcionários.
As empresas devem “se assegurar de que sua força de trabalho esteja completamente vacinada ou exigir dos trabalhadores que não se vacinarem que obtenham um teste com resultado negativo pelo menos uma vez por semana”, afirmou.

Fonte: G1 Mundo

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Recuo de Bolsonaro, troca de noivo em casamento e sexo em flutuante: os vídeos mais vistos da semana


Veja as imagens que impactaram o Brasil e o mundo na semana de 6 a 10 de setembro. Veja as imagens que impactaram o Brasil e o mundo na semana de 6 a 10 de setembro.

Fonte: G1 Mundo

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Bandeira Talibã é pintada na antiga Embaixada dos EUA em Cabul


Antes de os extremistas tomarem o Afeganistão, mural tinha imagens de George Floyd. Símbolo branco tem inscrito, em preto, uma frase de profissão de fé islâmica. Bandeira Talibã é pintada na antiga embaixada dos EUA em Cabul
A bandeira do Talibã foi vista nesta semana pintada nos muros da antiga Embaixada dos Estados Unidos em Cabul, capital do Afeganistão. Assista ao VÍDEO acima.
A bandeira do Talibã foi vista ne pintada nos muros da antiga Embaixada dos Estados Unidos em Cabul, capital do Afeganistão. o morto nos EUA durante abordagem policial em 2020 — e de Tetsu Nakamura, um cidadão japonês morto em 2019.
Com o avanço do Talibã sobre Cabul em agosto, o corpo diplomático dos EUA foi rapidamente retirado do Afeganistão, e o prédio onde funcionava a Embaixada americana ficou esvaziado.
Segundo testemunhas ouvidas pela agência Ruptly, bandeiras do Talibã estão agora espalhadas pela capital do Afeganistão.
“Antes, havia murais com imagens das vacinas, dos mártires, e isso deixava as pessoas tristes. É bom que agora vemos as palavras ‘Não há outro deus senão Alá, e Maomé é seu profeta’ [trecho inscrito na bandeira Talibã]”, disse um apoiador do grupo extremista.
Significado da bandeira Talibã
Homens ajustam a bandeira do Talibã antes da entrevista coletiva de um porta-voz do Talibã, em Cabul, em 17 de agosto de 2021
Hoshang Hashimi / AFP
A bandeira talibã é branca com dizeres em árabe. A transliteração soa como La Illaha Ila Allah Muhamad Rasulu Allah —em português, isso significa: “Não há outra divindade além de Deus, e Maomé é seu profeta”.
O que está escrito na bandeira talibã?
Esse dizer é conhecido como Shahada, ou declaração de fé no Islã. É a principal prece da religião.
A declaração de fé é um dos cinco pilares do islamismo (além dela, há a peregrinação a Meca, conhecida como Hajj, as orações, o jejum e a prática de contribuir com esmolas).
Essa inscrição em árabe — que não é o idioma nativo dos afegãos — também está na bandeira do Afeganistão, no alto do brasão oficial do país.
A Shahada também aparece na bandeira da Arábia Saudita, que é verde e tem a imagem de uma espada.

Fonte: G1 Mundo

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No Senado, Greta Thunberg diz que atuação de líderes do Brasil no meio ambiente é ‘vergonhosa’

Ativista participou nesta sexta-feira (10) de uma sessão temática do Senado Federal sobre os dados do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU. A ativista Greta Thunberg disse nesta sexta-feira (10) que a atuação de líderes no Brasil em relação ao meio ambiente é “completamente vergonhosa”, principalmente, com relação aos povos indígenas e a natureza.
Greta Thunberg, de 18 anos, é uma ativista sueca que ganhou fama e inspirou movimentos estudantis na luta contra o aquecimento global e em defesa da natureza. Em 2019, Greta foi eleita personalidade do ano pela revista Time.
“[…] as coisas que os líderes do Brasil estão fazendo agora são completamente vergonhosas. Especialmente à luz da maneira como vem tratando os povos indígenas e a natureza”, disse a ativista durante uma sessão temática do Senado Federal sobre os dados do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU.
O relatório mais recente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas foi divulgado no início do mês de agosto. O documento concluiu que as mudanças climáticas causadas pelos seres humanos são irrefutáveis, irreversíveis e levaram a um aumento de 1,07º na temperatura do planeta.
Greta disse também que o Brasil não começou a crise climática e ecológica, mas que os líderes locais “estão adicionando muito combustível ao incêndio”.
“O Brasil, com certeza, não começou essa crise. Mas os seus líderes estão adicionando muito combustível ao incêndio. E só porque os líderes do norte global falharam — e, sim, eles estão falhando — não há desculpa para o Brasil não ter um papel diferente”, afirmou.
A ativista disse ainda que “estudos sugerem que partes da Amazônia estão emitindo mais carbono do que absorvendo, por conta dos incêndios florestais iniciados por humanos e desmatamentos legais e ilegais” e que os líderes do Brasil estariam “assistindo” e “alimentando” o que está acontecendo.
“E isso está acontecendo com vocês assistindo. Na verdade, está sendo diretamente alimentado pelo governo de vocês. Mas o mundo não pode pagar o preço de perder a Amazônia. Se nós perdermos a Amazônia, provavelmente iremos perder todas as possibilidades de alcançar o Acordo de Paris. E isso seria uma sentença de morte para incontáveis pessoas e incontáveis partes do mundo, não menos importante, no Brasil”, afirmou.
VÍDEOS: notícias sobre política

Fonte: G1 Mundo

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Líbano anuncia formação de novo governo após um ano de incerteza


Presidente Michel Aoun e Najib Mikati, nomeado primeiro-ministro, assinaram decreto que pode colocar fim a impasse político que trava a recuperação econômica libanesa. Presidente do Líbano, Michel Aoun (ao centro), conversa com o presidente do Parlamento, Nabih Berri, e com Najib Mikati, nomeado primeiro-ministro libanês, em formação do novo governo nesta sexta (10)
STRINGER / DALATI AND NOHRA / AFP
O Líbano tem um novo governo a partir desta sexta-feira (10), após 13 meses de negociações políticas que agravaram uma das piores crise econômicas da história do país, anunciou a presidência.
CRISE NO LÍBANO
‘Dizem que somos a nova Venezuela’, contam brasileiros no Líbano
FOTOS E VÍDEOS de um ano da explosão do porto em Beirute
O presidente Michel Aoun, e o primeiro-ministro nomeado, Najib Mikati, assinaram o decreto para a formação do novo governo na presença do presidente do Parlamento Nabih Berri, informou a presidência no Twitter.
Primeiro-ministro nomeado do Líbano, Najib Mikati, participa de oração semanal em mesquita de Beirute nesta sexta (10)
AFP
A nova equipe inclui personalidades apolíticas, algumas delas com boa reputação, como Firas Abiad, diretor do hospital estatal Rafic Hariri, que coordena a luta contar o coronavírus.
A primeira reunião do governo de 24 ministros está prevista para segunda-feira, anunciou o secretário-geral do Conselho de Ministros, Mahmud Makiye.
Um ano de impasse
Imagens de protestos em Beirute, no Líbano, em 17 de março de 2021
Mohamed Azakir/Reuters
O país está sem um novo governo desde a renúncia do gabinete de Hasan Diab, poucos dias após a explosão no porto de Beirute em 4 de agosto de 2020, que provocou mais de 200 mortes e devastou bairros inteiros da capital.
Desde então, a crise econômica sem precedentes no país se tornou ainda mais grave. O Banco Mundial a considera uma das piores do mundo desde 1850. Saiba mais no VÍDEO abaixo.
Especial: crise no Líbano
Com uma inflação galopante e demissões em larga escala, 78% da população libanesa vive abaixo da linha da pobreza, segundo a ONU.

Fonte: G1 Mundo