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Ataques de 11 de setembro: veja imagens do ‘Marco Zero’ antes, durante e depois dos atentados ao World Trade Center


Desastre que mudou o retrato de Nova York completa 20 anos. No local dos ataques, ficou um memorial e um novo edifício, ainda mais alto do que as Torres Gêmeas. Imagem do local conhecido como ‘Marco Zero’ de 26 de setembro de 2001, 15 dias depois da destruição do World Trade Center em Nova York nos atentados terroristas que marcaram o mundo
U.S. Customs Service/Handout via REUTERS/Arquivo
O panorama de Nova York, a maior cidade dos Estados Unidos, mudou tragicamente após os atentados terroristas de 11 de setembro de 2011.
As torres gêmeas que compunham a área central do World Trade Center deram lugar ao memorial que relembra o vazio deixado pelas vítimas do terrorismo, no local conhecido como Ground Zero (ou ‘Marco Zero’, em uma livre tradução para o português).
No local, há dois fossos com água e com os nomes das vítimas dos atentados terroristas inscritas, como um local de oração e memória dos mortos na tragédia.
Além do memorial, foi construído a partir de 2006 o One World Trade Center — torre única de 386m de altura e 104 andares concluída em 2014, idealizada como símbolo da reconstrução de Nova York.
Veja abaixo imagens do ‘Marco Zero’ dos atentados terroristas em Nova York em 11 de setembro de 2001 antes, durante e depois dos ataques.
‘Marco Zero’ do 11 de Setembro antes, durante e depois dos ataques
Juan Silva/G1

Fonte: G1 Mundo

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ONU acusa Talibã de matar pessoas em protestos pacíficos no Afeganistão


Porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos afirmam que a resposta aos protestos tem sido cada vez mais violenta, com o uso de munição real, cassetetes e chicotes. Mulheres afegãs protestam na capital Cabul em 7 de setembro de 2021
Hoshang Hashimi/AFP
As Nações Unidas afirmaram nesta sexta-feira (10) que ao menos quatro pessoas morreram na violenta repressão do Talibã a manifestações pacíficas no Afeganistão e denunciaram que a resposta aos protestos tem sido cada vez mais violenta, com o uso de munição real, cassetetes e chicotes.
“Pedimos aos talibãs que parem de usar imediatamente a força e as detenções arbitrárias contra quem exerce seu direito de protestar pacificamente e contra jornalistas que cobrem essas manifestações”, afirmou porta-voz do Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos.
Ravina Shamdasani disse também que o grupo extremista proíbe desde quarta-feira (8) qualquer concentração não autorizada no país e pediu ao novo governo que respeite o direito internacional.
“Segundo o direito humanitário internacional, qualquer uso da força deve ser um último recurso em resposta às manifestações. Deve ser estritamente necessário e proporcional”, destacou a porta-voz. “As armas de fogo nunca devem ser usadas caso não seja em resposta a uma ameaça mortal iminente”.
O Talibã também é acusado de agredir e prender jornalistas que cobriam uma manifestação de mulheres na terça-feira (veja no vídeo abaixo). No domingo (5), um outro protesto de mulheres foi reprimido com gás lacrimogêneo e spray de pimenta.
Mulheres realizam protesto por emprego no Afeganistão
“Além de proibir as manifestações pacíficas, os talibãs deveriam deixar de usar a força e garantir o direito da reunião pacífica e da liberdade de expressão, também quando as pessoas quiserem declarar suas preocupações e fazer uso de seu direito de participar” da gestão do país, destacou.
“As proibições de qualquer concentração pacífica representam uma violação do direito internacional, como cortar o acesso à internet”, disse a porta-voz.
Ela também afirmou que os jornalistas que cobrem esses protestos não devem ser alvo “nem de represálias nem de assédio”, após os relatos de dois repórteres afegãos a quem os talibãs agrediram.

Fonte: G1 Mundo

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Sem máscaras, sem restrições, com eventos grandes: Dinamarca retorna à vida ‘normal’ após controlar Covid


País tem três quartos da população vacinada e libera aglomerações, baladas e praticamente tudo como era antes da pandemia. Jogadores e torcida comemoram gol da Dinamarca em estádio de Copenhague nesta terça (7) em jogo contra Israel pelas eliminatórias para a Copa do Mundo 2022
Mads Claus Rasmussen / Ritzau Scanpix / AFP
Nas ruas já não há vestígios de máscaras ou passes sanitários, os escritórios voltaram a funcionar e os shows reúnem dezenas de milhares de espectadores. A Dinamarca se despede nesta sexta-feira (10) de praticamente todas as restrições anticovid e retorna serenamente à vida de antes.
Nesta “velha-nova” vida é permitido organizar eventos para 50 mil pessoas, sem a necessidade de apresentação certificado de vacinação ou teste negativo de covid, algo bastante inusitado na Europa, com inúmeras restrições ainda em vigor.
“Estamos definitivamente na vanguarda, porque não temos mais restrições”, comentou à agência AFP Ulrik Ørum-Petersen, promotor do show Live Nation, que acontecerá no sábado (11).
No dia 4 de setembro, sua empresa já havia organizado um festival chamado “Retorno à Vida”, que reuniu 15 mil pessoas em Copenhague.
“Estar no meio disso, cantar como antes, quase me fez esquecer a Covid-19 e tudo o que vivi nos últimos meses”, disse na ocasião Emilie Bendix, uma jovem de 26 anos que compareceu ao show.
Graças às altas taxas de vacinação, 73% entre seus 5,8 milhões de habitantes, a Dinamarca suspendeu quase completamente desde 1º de setembro a exigência do passe anticovid estabelecido em março.
Nesta sexta-feira, também será retirada sua obrigatoriedade nas boates, único setor em que ainda vigorava.
“Nosso objetivo é a liberdade de circulação (…), o que vai acontecer é que o vírus também vai circular e encontrar quem não está vacinado”, alertou a epidemiologista Lone Simonsen.
Confiança na estratégia
Mas a Dinamarca pode contar com a confiança estabelecida no país entre as autoridades sanitárias e a população, recentemente destacada pela direção europeia da Organização Mundial da Saúde (OMS).
“Como muitos países, a Dinamarca, durante a pandemia, implantou medidas de saúde pública ou sociais para reduzir a transmissão”, disse Catherine Smallwood, encarregada das situações de emergência da OMS na Europa.
“Mas, ao mesmo tempo, teve amplo apoio de indivíduos e comunidades que aceitaram os conselhos do governo”, destacou.
Agora, com cerca de 500 casos por dia e uma taxa de reprodução do vírus de 0,7, as autoridades dinamarquesas consideram a epidemia sob controle.
O ministro da Saúde, Magnus Heunicke, garantiu no final de agosto que o governo “não hesitará em agir rapidamente se a pandemia voltar a ameaçar as funções essenciais da sociedade”.
Nesse ínterim, as autoridades devem monitorar de perto o número de hospitalizações e sequenciar cuidadosamente as amostras de vírus para monitorar sua evolução.
Além disso, desde quinta-feira, oferecem aos grupos mais vulneráveis uma terceira dose da vacina.
Para Christian Nedergaard, dono de um restaurante na capital, o retorno à vida normal não esconde que “a situação continua complexa”.
“A memória do coronavírus vai desaparecer muito rapidamente em algumas mentes, mas vai permanecer em outras. Para os restaurantes, é claro que esse período mudou as regras, o setor terá que refletir para ser mais resiliente”, disse.
Embora a vida na Dinamarca volte ao normal, para entrar neste país escandinavo ainda será obrigatório apresentar passaporte de saúde ou teste negativo.

Fonte: G1 Mundo

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Vídeo mostra talibãs no mausoléu do pai do líder da resistência no Panjshir


Grupo extremista anunciou no começo da semana que havia conquistado o vale, a única das 34 províncias do Afeganistão que ainda resistia. Frente de Resistência Nacional (FNR) nega. Vídeo mostra talibãs no mausoléu do pai do líder da resistência no Panjshir
O Talibã divulgou novas imagens do Vale do Panjshir, em que combatentes ocupam o Mausoléu de Massoud, líder da resistência à invasão soviética na década de 80 e ao grupo extremista na de 90.
A região era a única das 34 províncias do Afeganistão que ainda resistia ao Talibã pela segunda vez, mas o grupo extremista anunciou na segunda-feira (6) que havia conquistado a região.
A Frente de Resistência Nacional (FNR), comandada atualmente pelo filho de Massoud, negou a tomada da província e disse que mantinha “posições estratégicas” e que continuaria lutando.
Mas imagens mostram que, além do Mausoléu de Massoud, talibãs também controlam o portão do Panjshir, a principal entrada do vale (veja no vídeo acima e na foto abaixo).
Soldado talibã guarda o portão de Panjshir, na província de Panjshir, no nordeste do Afeganistão, em 8 de setembro de 2021
Mohammad Asif Khan/AP
Entrevista do Talibã no mausoléu
Membros do grupo extremista falaram à imprensa no Mausoléu de Massoud que “toda essa área está sob controle do Talibã agora”.
Em uma curta entrevista, eles prometeram respeitar a população de Panjshir, incluindo mulheres e crianças, e dar uma ajuda financeira de 5 mil afghanis (cerca de R$ 300) para estimular a volta dos cidadãos que fugiram da província por causa dos confrontos com a FNR.
Segundo a agência de notícias Ruptly, as imagens e a entrevista foram gravadas na segunda-feira (6).
Estão no Mausoléu de Massoud os restos mortais do lendário comandante Ahmad Shah Massoud, o “Leão de Panjshir”, herói da resistência à invasão soviética ao Afeganistão entre 1979 e 1989 e que também não sucumbiu ao primeiro governo Talibã, entre 1996 e 2001.
A foto abaixo mostra o Vale do rio Panjshir a partir do mausoléu de Ahmad Shah Massoud:
Vista do vale do rio Panjshir, em foto de 21 de maio de 2011, tirada do ponto de vista da tumba de Ahmad Shah Massoud. Estudante de engenharia da Universidade de Cabul, Massoud se tornou líder militar que desempenhou um importante papel na expulsão do exército soviético do Afeganistão
Master Sgt. Michael O’Connor
Até hoje a província do Panjshir, que significa “Cinco leões”, está cheia de carcaças de blindados soviéticos destruídos em batalhas malsucedidas para conquistá-lo. Ela é um vale íngreme, montanhoso e de difícil acesso que fica a cerca de duas horas de carro da capital Cabul.
De pai para filho
Ahmad Shah Massoud, que ganhou o apelido de “Leão de Panjshir”, foi assassinado pela Al-Qaeda na província de Takhar dois dias antes dos atentados de 11 de Setembro de 2001 — morte que completou 20 anos ontem, quinta-feira (9).
Devido aos inimigos em comum (o Talibã e a Al-Qaeda), a província de Panjshir serviu como reduto da Aliança do Norte, grupo armado afegão que se aliou aos Estados Unidos durante a invasão ao país após os atentados terroristas ao World Trade Center e ao Pentágono.
Massoud é pai de Ahmad Massoud, que seguiu seus passos e hoje lidera a FNR (veja no vídeo abaixo). Neste momento, o paradeiro de Massoud filho é desconhecido.
VÍDEO: Quem é Ahmad Massoud, que pode se tornar líder da resistência ao Talibã no Afeganistão
Massoud tinha 12 anos quando seu pai foi morto e se formou no exterior. Ele fez Estudos de Guerra no King’s College e teve formação militar na Real Academia de Sandhurst, ambos no Reino Unido.
Agora, aos 32 anos, ele lidera os rebeldes da FNR ao lado do ex-vice-presidente Amrullah Saleh, que era um dos assessores mais próximos de Massoud pai e diz ser o “legítimo presidente interino” do país.
Em uma mensagem de áudio de 19 minutos divulgada na segunda, Massoud convocou os afegãos à insurreição: “Onde quer que você esteja, dentro ou fora [do Panjshir], convido você a iniciar uma revolta nacional pela dignidade, liberdade e prosperidade de nosso país”.
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Vale do Panjshir: conheça a única província que ainda tenta resistir no Afeganistão
Ahmad Massoud, filho do herói da resistência anti-soviética Ahmad Shah Massoud, que foi morto pelo Talibã em 2001, pede ajuda estrangeira para organizar resistência ao grupo extremista a partir da província de Panjshir, no Afeganistão. Foto de 5 de setembro de 2019.
Mohammad Ismail/Reuters
VÍDEOS: as últimas notícias internacionais
Ele tinha 12 anos quando seu pai foi morto e estudou no exterior. Eespecializou-se em Estudos de Guerra no King’s College e teve formação militar na Real Academia de Sandhurst, ambos no Reino Unido.

Fonte: G1 Mundo

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Ex-presidente português Jorge Sampaio morre aos 81 anos

O ex-presidente português Jorge Sampaio, um socialista que também ocupou vários cargos na ONU, faleceu nesta sexta-feira (10) em Lisboa, aos 81 anos – anunciou a sua família à agência de notícias Lusa.
Secretário-geral do Partido Socialista, prefeito de Lisboa e depois chefe de Estado entre 1996 e 2006, Sampaio sofria de graves problemas cardíacos e estava hospitalizado desde o final de agosto.
Nascido em Lisboa em 1939, em uma família de recursos, entrou para a política durante seus estudos de direito, quando liderou as greves universitárias de 1962 contra a ditadura de António Salazar (1932-1968). Assim que se tornou advogado, defendeu vários presos políticos.
Em 1978, quatro anos depois da Revolução dos Cravos que pôs fim à ditadura, Sampaio se filiou ao Partido Socialista fundado por Mário Soares (1986-1996), seu antecessor na presidência de Portugal.
Foi deputado durante muitos anos e, em 1989, tornou-se secretário-geral do partido. Neste mesmo ano, foi eleito prefeito de Lisboa com o apoio dos comunistas.
Derrotado nas eleições legislativas de 1991, vence, no entanto, a disputa presidencial de 1996 no primeiro turno. Supera Aníbal Cavaco Silva, que depois irá suceder-lhe na presidência (2006-2016).
Quando terminou seu segundo mandato como chefe de Estado, Sampaio, então com 66 anos, tornou-se enviado especial de uma iniciativa da ONU contra a tuberculose.
Depois disso, foi alto representante da Aliança das Civilizações, cujo objetivo era promover iniciativas para superar incompreensões entre culturas e religiões.
Nos últimos anos, Sampaio liderou uma rede internacional de apoio a estudantes sírios.

Fonte: G1 Mundo

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20 anos após o 11/9, a guerra invencível no Afeganistão renova a sensação de derrota nos EUA


Aniversário do maior atentado terrorista em solo americano coincide com o fracasso da política intervencionista e o 2º emirado do Talibã no país. Imagem de 26 de setembro de 2001 do local conhecido como ‘Marco Zero’, 15 dias após a destruição do World Trade Center em Nova York nos atentados terroristas que mudaram o mundo
U.S. Customs Service/Handout via Reuters
O aniversário do maior ataque terrorista sofrido pelos Estados Unidos é celebrado pela primeira vez sem tropas americanas no Afeganistão e também com uma renovada sensação de derrota e vergonha pelo início, 20 anos depois, do segundo emirado do Talibã no país.
O massacre do 11 de setembro de 2001 levou o governo americano a invadir o Afeganistão para derrotar o regime fundamentalista islâmico que dava guarida à Al-Qaeda. Em um giro de 360 graus em duas décadas, os EUA estão fora do país e o Talibã novamente no comando.
É ilusório e simplista, contudo, acreditar que nada mudou. A guerra, que começou para caçar os líderes da rede terrorista, que humilhou a superpotência do planeta, transformou-se em um confronto confuso e com novas vertentes — a guerra global contra o terror.
Entraram outros atores e objetivos. Arquitetou-se a invasão do Iraque, concretizada em 2003, sob a suspeita nunca comprovada de que o regime de Saddam Hussein tinha vínculos com a Al-Qaeda e desenvolvia armas de destruição em massa.
Os EUA enveredaram pelo obscuro terreno de detenções arbitrárias, sequestros de suspeitos e tortura sistemática em prisões fora de seu território, em Abu Ghraib e Guantánamo. Perduraram a vigilância e a violação de privacidade, em prol da segurança nacional. A islamofobia se disseminou nos EUA e o antiamericanismo, nos países do Oriente Médio.
O espírito de união entre os americanos, que deu a George W. Bush 90% de aprovação logo após o 11 de Setembro, se dissipou. Calcado na doutrina neoconservadora, o governo estava imbuído do conceito da construção de Estados-nações à sua imagem e semelhança.
Encontrado em 2004 em um buraco, o ditador Saddam Hussein foi julgado por crimes contra a Humanidade e enforcado dois anos depois. O utópico argumento de que os EUA ocupavam o Afeganistão e o Iraque para libertar a população da tirania caiu por terra nos dois países pela atuação de grupos insurgentes e pela rotina de massacres e atentados sangrentos contra civis.
Um par de sapatos atirado por um jornalista contra Bush durante uma coletiva em Bagdá simbolizou a revolta contra a ocupação americana e o fracasso da política intervencionista. O presidente conseguiu se desviar dos objetos e seu agressor, apesar de preso, virou herói.
Já Osama bin Laden, o objetivo inicial dos EUA para vingar a morte de três mil vítimas inocentes nos atentados de setembro de 2001, se manteve foragido por dez anos. Sua execução, em maio de 2011 em um complexo em Abbottabad, perto da capital paquistanesa, evidenciou também o jogo duplo do Paquistão com o governo americano, ao abrigar terroristas da al-Qaeda e seus aliados do Talibã.
A morte do líder da Al-Qaeda serviu também como ponto de inflexão para o cético Joe Biden, então vice-presidente de Barack Obama e defensor da retirada das tropas americanas de uma guerra invencível no Afeganistão.
A crença de que os EUA deveriam encerrar a era de operações militares para a reconstrução de nações se fortaleceu a ponto de ele aceitar, já empossado presidente, o malfadado acordo com o Talibã firmado pelo antecessor Donald Trump.
A rápida ascensão do Talibã comprovou, em menos de um mês, a fragilidade do vultoso investimento em treinamento e ajuda americana ao governo afegão nas últimas duas décadas. Tal como entraram no Afeganistão, os EUA abandonaram o país humilhados pelo terror. E agora as divisões internas partidárias não darão trégua a Biden.

Fonte: G1 Mundo

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Austríaco é acusado de esconder corpo da mãe no sótão para receber aposentadoria

Suspeito confessou a fraude e a omissão do cadáver. Ele justificou que, sem a pensão da mãe, não conseguiria pagar pelo funeral nem sustentar a casa que dividiam. *Atenção: O texto contém detalhes que podem ser considerados perturbadores.
Por um ano, um homem de 66 anos manteve o cadáver mumificado da mãe no sótão para continuar recebendo a aposentadoria dela, segundo divulgou a polícia da Áustria.
Acredita-se que a idosa de 89 anos, que sofria de demência, morreu de causas naturais em junho do ano passado.
O filho colocou então o corpo dela no porão de casa e usou compressas de gelo e curativos para disfarçar o cheiro.
Neste período, a polícia acredita que ele possa ter recebido irregularmente 50 mil euros (cerca de R$ 307 mil) em pensão.
A suspeita só veio à tona depois que um carteiro novato pediu para fazer uma entrega diretamente à idosa, o que foi negado. Isso desencadeou uma investigação e levou à descoberta na região de Tirol, no oeste da Áustria.
A polícia disse à emissora pública austríaca ORF que o suspeito também cobriu o corpo da mãe com areia de gato.
“No final das contas, o cadáver foi mumificado”, disse o policial Helmuth Gufler, acrescentando que o homem confessou a fraude e a manutenção do corpo em casa.
Ainda de acordo com Gufler, o homem não tinha outra renda e falou para a polícia que os pagamentos seriam interrompidos imediatamente se ele tivesse reportado a morte da mãe, o que o deixaria sem condições de pagar o funeral dela ou sustentar a casa que eles dividiam.
O suspeito também despistou o irmão dizendo que a mãe estava no hospital e não valia a pena visitá-la, pois ela não estava mais conseguindo reconhecer ninguém.

Fonte: G1 Mundo

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‘Ele me disse que a América estava sob ataque’: veja como George W. Bush e outras pessoas receberam a notícia dos atentados de 11 de setembro


Momento de comoção mundial marcou a memória de quem estava – ou não – nos Estados Unidos. Veja relatos de George W. Bush, Fernando Henrique Cardoso, Celso Lafer, Luiza Brunet, entre outros. Registro do momento exato em que o então presidente George W. Bush foi informado do segudno avião que atingiu o WTC
Doug Mills/AP
Os ataques do dia 11 de setembro de 2001 foram muito marcantes e, por isso, é comum que as pessoas se lembrem minuciosamente de como receberam a notícia dos ataques.
Para as pessoas públicas ou profissionais de imprensa não foi diferente: aqueles momentos foram de grande comoção e, por isso, são marcantes.
Veja abaixo como os políticos George W. Bush e Fernando Henrique Cardoso, o diplomata Celso Lafer, os jornalistas Jorge Pontual e Sandra Cohen, e a atriz Luiza Brunet (que estava em Nova York) souberam dos ataques.
George W. Bush, então presidente dos EUA
George W. Bush era o presidente dos EUA em setembro de 2001. Ele havia visitado uma escola na Flórida para conversar com crianças de 8 anos. Bush tinha preparado um discurso sobre evasão escolar.
Antes de o presidente entrar na sala, a encarregada de segurança da Casa Branca afirmou que um avião havia colidido com uma das torres do World Trade Center. No entanto, ainda se pensava que era um avião pequeno, poderia ser apenas um acidente.
O presidente foi ler um livro com as crianças. Pouco depois, o segundo avião atingiu a outra torre.
O chefe de gabinete, Andrew Card, entrou na sala. “Card chega e diz que o segundo avião bateu na segunda torre. A América está sendo atacada. E eu estou olhand uma criança lendo. Aí vejo a imprensa no fundo da sala começando a receber a mesma mensagem que eu tinha acabado de receber. E eu conseguia ver o horror na cara dos jornalistas que acabavam de receber a mesma notícia. Numa crise, é muito importante adotar um certo tom e não ficar em pânico. Por isso estava esperando o momento apropriado para deixar a sala. Não queria fazer nada dramático. Não queria saltar da cadeira e assustar a turma de crianças. Por isso fiquei esperando”, conta Bush no documentário “Inside the President’s War Room”, lançado este ano.
A comitiva voltou ao aeroporto e entrou no avião presidencial. A decisão foi não voltar a Washington DC naquele momento —a Casa Branca poderia ser um alvo. O avião foi primeiro para uma base no estado da Louisiana. De lá, foi para uma outra base no Nebraska, onde havia uma reunião por videochamada. Finalmente, a comitiva voltou a Washigton DC. No voo, era possível ver a fumaça que saía do prédio do Pentágono, a sede das Forças Armadas dos EUA. Na noite daquele dia, ele fez um discurso da Casa Branca no qual deixou claro que o país iria responder.
Fernando Henrique Cardoso, então presidente do Brasil
O ex-presidente do Brasil Fernando Henrique Cardoso em imagem de 2013
Gabriela Biló/Futura Press/Estadão Conteúdo
Fernando Henrique Cardoso era o presidente do Brasil em 2001. Ele relatou, em 2011, como foi aquele dia, num vídeo para um canal de Youtube dedicado a divulgar seu trabalho.
“Estava no Palácio do Alvorada. Pela manhã, recebi uma comissão vinda da FGV do Rio, os diretores da Fundação. Quando, de repente, toca o telefone, era a minha assessora de imprensa [e disse]: ‘Olha, estão bombardeando as torres nos EUA’. Eu liguei a televisão e vi, pude ver o segundo avião [atingindo a torre]. Foi uma sensação terrível, [pensei] ‘o que será que está acontecendo?’. Dei declarações em seguida [eu disse] ‘pode ser o começo de uma Terceira Guerra’, porque não se sabia do que se tratava. De fato, não foi uma Terceira Guerra, no sentido clássico, mas foi uma guerra ao terror, os americanos logo lançaram esse termo.”
Celso Lafer, ex-chanceler
O ex-ministro Celso Lafer em imagem de 2017
TV Globo/Reprodução
Celso Lafer era, então, o ministro de Relações Exteriores do governo do Brasil. “No dia 11, estava em São Paulo, participando de um seminário na Federação das Indústrias”, ele diz.
O tema para a diplomacia brasileira naquela época era majoritariamente comercial: acordos com a União Europeia, negociações na Organização Mundial do Comércio etc.
Depois da reunião, Lafer foi falar com jornalistas que tinham ido cobrir. Nesse momento, um auxiliar dele se aproximou e o puxou pelo paletó. “Eu perguntei a ele se ele estava incomodado com algo que eu havia dito. Ele respondeu que não estava incomodado, mas que algo de grande magnitude estava ocorrendo e que era preciso suspender a entrevista para ver pela TV”.
Como havia jornalistas no prédio da Fiesp, ele precisou falar com a imprensa pouco depois de ver os ataques pela TV, mesmo sem consultar a presidência em Brasília.
“Eu disse em um primeiro momento que estávamos diante de uma mudança significativa. Nessas minhas considerações eu mencionei uma frase do [Pierre-Joseph] Proudhon (político francês do século 19) que dizia que a fecundidade do inesperado surpreende a prudência do maior estadista, e que o inesperado tinha uma série de desdobramentos. Tinha mudado o eixo diplomático do mundo”, diz Lafer.
Foi sobre esse tema a primeira conversa que ele teve com o presidente Fernando Henrique Cardoso: o tema do mundo diplomático passaria a ser segurança, e não comércio, e isso implicava uma dificuldade para a estratégia brasileira naquele momento.
Pouco depois do 11 de setembro, chegou-se a falar que havia atividade terrorista na Tríplice Fronteira. “Mandamos fazer uma apuração, a melhor possível, mas não detectamos nenhuma rede terrorista que atuasse a partir de lá”, diz Lafer.
Jorge Pontual, jornalista
Imagem de 2014 deJorge Pontual
Divulgação/GloboNews
Jorge Pontual, do escritório da Globo em Nova York, embarcou na manhã de 11 de setembro em um avião rumo a Washington DC, onde ele ia cobrir uma manifestação contra o FMI, como conta ao site Memória Globo.
O avião não decolou: minutos antes, a primeira torre tinha sido atingida.
De volta ao saguão do aeroporto, Pontual encontrou o cinegrafista Hélio Alvarez. Os dois conseguiram voltar a Manhattan de carona em um carro de polícia.
“Conseguimos atravessar todas as barreiras e chegamos lá perto. Gravamos as cenas de pessoas que tinham descido do prédio e estavam correndo, ainda cobertas de pó. Uma coisa dramática. Gente que tinha visto pessoas caindo e que ria porque tinha se salvado, aquele riso nervoso de quem só sabe que está vivo. Foi muito impressionante”, disse.
Sandra Cohen, jornalista
Sandra Cohen, que atualmente analisa política internacional em seu blog no G1, relata como soube dos ataques. Na época, ela era editora de jornais de Bairro de “O Globo”, no Rio de Janeiro.
“Passava das 9h daquela terça-feira de setembro quando cheguei à redação do Globo e me deparei com um colega com os olhos fixados na TV. Uma das torres do World Trade Center estava em chamas. ‘Foi um avião. Não se sabe ainda se é um acidente ou um atentado’, me explicou. A caminho da minha mesa, ouvi gritos de pavor provocados pela explosão da segunda torre”, relata.
“Não havia mais dúvidas. Quem trabalha diretamente com a notícia é imbuído de um senso prático, que nessas horas surge não sei de onde. Boa parte da minha equipe, na editoria de Jornais de Bairro, foi deslocada imediatamente para a de Mundo”, lembra a jornalista.
Em poucos minutos, o comando da redação mobilizou uma frente para produzir uma edição extra do jornal impresso, que sairia no início da tarde. Os fatos se sobrepunham sem trégua, alterando o rumo da notícia: “Caiu uma torre”; “O Pentágono foi atingido”; “A Casa Branca foi evacuada”; “Caiu outro avião na Pensilvânia”. “Nas semanas seguintes, o trabalho seguiria em ritmo insano e esquema de semi-internato”, conta Sandra Cohen.
“Já era madrugada do dia 12 quando cheguei em casa e liguei a televisão para rever aquelas cenas — pela primeira vez sozinha. Lembro de ter chorado muito, de tristeza e também de saudade: o mundo que eu conhecia até então havia mudado para sempre”.
Luiza Brunet, atriz
Luiza Brunet em imagem de 2019
Reprodução/Globonews
A modelo e empresária Luiza Brunet viajou a Nova York naquele dia com a filha. Elas iam participar da semana de moda da cidade.
Ela conta que pousou pela manhã, antes dos ataques, e, quando estava no carro a caminho do hotel, viu fumaça da primeira torre.
“No meio do caminho, começamos a cruzar com carros de polícia, mas ainda não pensávamos que era algo tão grave ou grande”, diz. Quando ela chegou ao hotel, já havia começado o segundo ataque. Todos os canais de TV mostravam o ataque.
“O cheiro era o de fumaça de coisa queimada. Tinha muita confusão na rua, pessoas correndo de um lado para o outro, chorando. Muita gente fez vigílias nas praças”, afirma.

Fonte: G1 Mundo

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Los Angeles impõe vacinação anticovid obrigatória para estudantes maiores de 12 anos


Adolescentes em aulas presenciais terão até 21 de novembro para receber a primeira dose do imunizante, e até 19 de dezembro para a segunda. Cerca de 600 mil alunos estão matriculados em escolas públicas do distrito de Los Angeles. As irmãs Guadalupe Flores, de 15 anos (direita) e Estela Flores, de 13, recebem vacina da Pfizer contra Covid na Esteban E. Torres High School, em Los Angeles, onde estudam, em foto de 27 de maio
AP Photo/Damian Dovarganes
Todos os estudantes maiores de 12 anos das escolas públicas de Los Angeles, nos Estados Unidos, deverão estar vacinados contra a Covid-19 até o fim do ano, decidiu nesta quinta-feira (9) o distrito escolar da cidade californiana.
A medida, decidida em votação, pode abrir precedente por ser a primeira do tipo imposta por um distrito escolar dos EUA, que enfrenta um aumento no número de infecções, impulsionadas principalmente pela variante Delta do coronavírus.
Todos os adolescentes com mais de 12 anos em aulas presenciais nas escolas públicas do distrito terão até 21 de novembro para receber a primeira dose do imunizante, e até 19 de dezembro para a segunda.
“A vacina é segura, eficaz e é a melhor maneira de manter nossos alunos protegidos contra o vírus”, tuitou Kelly Gonez, presidente do conselho do distrito escolar, minutos após a votação.
Os alunos com mais de 12 anos que frequentam aulas presenciais devem estar vacinados até 10 de janeiro de 2022, destacou o distrito escolar em um comunicado.
“Estamos exigindo essas vacinas porque continuamos a priorizar a saúde e a segurança de nossos alunos e funcionários”, explicou o membro do conselho distrital George J. McKenna III, citado no texto, acrescentando que, na semana passada, mais de 250 mil crianças foram diagnosticadas com Covid-19.
Cerca de 600 mil alunos estão matriculados em escolas públicas no distrito de Los Angeles, uma cidade na costa oeste do país com quase 4 milhões de habitantes.
O distrito já havia exigido que as crianças fossem testadas regularmente, bem como o uso de máscaras em espaços abertos e fechados. Professores e outros funcionários devem ser vacinados.
Cerca de 58% dos adolescentes entre 12 e 18 anos nos Estados Unidos foram inoculados com pelo menos uma dose.
A decisão de Los Angeles vem logo após o presidente Joe Biden ordenar a vacinação ou testes semanais em todas as empresas com mais de 100 funcionários, como parte do plano para lidar com a pandemia.
Vacinas, máscaras e outras medidas de controle contra a Covid-19 se tornaram o centro de um debate político nos Estados Unidos.
Os estados e condados onde governa o Partido Republicano resistem à imposição de regras recomendadas pelos médicos, argumentando que elas interferem nas liberdades pessoais.
A implementação de um programa de imunização abrangente e gratuito foi considerada fundamental para reduzir novos casos de coronavírus, uma doença responsável por mais de 650 mil mortes e mais de 40 milhões de infecções nos Estados Unidos.
Porém, o surgimento da variante Delta, altamente contagiosa, ameaça essa evolução, com novo aumento de casos, principalmente onde a vacinação teve baixa adesão.
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Fonte: G1 Mundo

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IgNobel 2021 premia pesquisas sobre barbas amortecedoras, baratas e chicletes mastigados


Em cerimônia virtual, cientistas que estudaram como barbas protegem rostos de socos, perigos de gomas de mascar mastigadas e métodos mais baratos para livrar submarinos de baratas tiveram seus esforços reconhecidos. Barbas podem ser um desenvolvimento evolutivo para ajudar a proteger os ossos faciais delicados de um homem de um soco no rosto, segundo pesquisa premiada com IgNobel
Pexels/Creative Commons
Barbas não são apenas legais e estão na moda – elas também podem ser um desenvolvimento evolutivo para ajudar a proteger os ossos faciais delicados de um homem de um soco no rosto.
Essa é a conclusão de um trio de cientistas da Universidade de Utah que está entre os vencedores dos prêmios Ig Nobel deste ano, as paródias do Prêmio Nobel que honram – ou talvez desonram, dependendo do seu ponto de vista – estranhas descobertas científicas.
Os vencedores do 31º Ig Nobels anual, anunciados nesta quinta-feira (9), incluíram pesquisadores que descobriram como controlar melhor as baratas nos submarinos da Marinha dos EUA; cientistas animais que analisaram se é mais seguro transportar um rinoceronte no ar de cabeça para baixo; e uma equipe que descobriu o quão nojento é aquele chiclete descartado grudado no seu sapato.
Pelo segundo ano consecutivo, a cerimônia foi um evento digital pré-gravado de aproximadamente 90 minutos por causa da pandemia mundial de coronavírus, disse Marc Abrahams, editor da revista Annals of Improbable Research, o principal patrocinador do evento.
Imagem do troféu ganho por vencedor da 29ª edição do prêmio IgNobel, em 2019
AP Photo/Elise Amendola
Embora decepcionante em muitos aspectos, porque metade da diversão de uma cerimônia ao vivo é a participação barulhenta do público, a cerimônia manteve muitas tradições. Entre elas, ganhadores do Nobel de verdade anunciando os prêmios e a estreia mundial de uma mini ópera chamada “A Bridge Between People”, sobre crianças que literalmente constroem pequenas pontes suspensas para unir dois adultos furiosos.
Barbas protetoras
Nenhum rosto foi socado para o estudo da barba publicado na revista científica Integrative Organismal Biology.
Em vez disso, os cientistas da Universidade de Utah, Ethan Beseris, Steven Naleway e David Carrier usaram um composto de fibra epóxi para simular osso humano e pele de carneiro (às vezes com a lã, às vezes já tosada) para atuar como a pele humana. Eles então jogaram pesos sobre eles.
A amostra com a lã absorveu mais energia do que as amostras aparadas.
“Se o mesmo se aplica aos pelos faciais humanos, ter uma barba cheia pode ajudar a proteger as regiões vulneráveis do esqueleto facial de golpes prejudiciais, como a mandíbula”, disseram eles. “Presumivelmente, barbas inteiras também reduzem lesões, lacerações e contusões na pele e nos músculos do rosto.”
Chicletes mastigados
É óbvio que aqueles chicletes descartados encontrados nas calçadas ao redor do mundo são muito revoltantes.
Mas quão revoltante?
Pesquisadores de uma universidade espanhola determinaram que o chiclete já mastigado que ficou preso na calçada por três meses está repleto de bactérias desagradáveis.
Parece um estudo bobo, mas como sempre, havia algum método para a loucura.
“Nossas descobertas têm implicações para uma ampla gama de disciplinas, incluindo ciência forense, controle de doenças contagiosas ou biorremediação de resíduos de goma de mascar desperdiçada”, escreveram Leila Satari, Alba Guillén, Àngela Vidal-Verdú e Manuel Porcar, da Universidade de Valência em seu paper, que foi publicado na Nature.com.
Baratas em submarinos
Uma equipe de pesquisadores da Marinha dos EUA venceu por descobrir uma maneira mais barata e eficaz de controlar baratas em submarinos. O estudo de 1971 publicado no Journal of Economic Entomology descobriu que os métodos tradicionais, como a fumigação de carboxídeos e o uso do pesticida malatião, não eram bons o suficiente.
Eles descobriram que o uso do pesticida diclorvos era menos caro e mais eficaz.
Os organizadores do Ig Nobels pretendem realizar a cerimônia do próximo ano novamente em sua casa tradicional no Sanders Theatre da Universidade de Harvard, disse Abrahams, mas isso depende se a pandemia estará sob controle e que tipo de restrições de viagem existirão em todo o mundo.
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