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EUA tornam obrigatórios vacinas ou testes regulares em empresas com mais de 100 funcionários


Medida visa conter onde de contágios pela variante delta. Presidente Joe Biden dos EUA em entrevista coletiva sobre vacinação contra a Covid em 29 de julho de 2021
Evelyn Hockstein/Reuters
O governo de Joe Biden ordenará vacinas ou testes de covid semanais a todas as empresas com mais de 100 funcionários, em um novo esforço para derrotar a variante delta do coronavírus, que gera uma onda de contágios, informou a Casa Branca nesta quinta-feira (9).
As empresas devem “se assegurar de que sua força de trabalho esteja completamente vacinada ou exigir dos trabalhadores que não se vacinarem que obtenham um teste com resultado negativo pelo menos uma vez por semana”, afirmou.
A medida afetará cerca de 80 milhões de pessoas e se soma à extensão da obrigatoriedade da vacinação para funcionários federais e todos os que trabalham em hospitais e recebem reembolsos federais de cuidados médicos.

Fonte: G1 Mundo

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Governo dos EUA processa o Texas por lei contra o aborto


Departamento de Justiça chama iniciativa anti-aborto texana de ‘afronta à Constituição’. Texto permite que pessoas, e não autoridades, processem pessoas que promovam o aborto no estado. Maio de 2019 – Ativistas a favor do aborto protestam em frente à Câmara Estadual do Alabama enquanto o Senado do estado vota o projeto de lei anti-aborto mais estrito dos Estados Unidos em Montgomery, Alabama, EUA em 14 de maio de 2019
Chris Aluka Berry/Reuters/Arquivo
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos entrou nesta quinta-feira (9) com um processo contra o Texas pela lei contra o aborto aprovada em maio pelas autoridades estaduais e que recebeu o OK da Suprema Corte na semana passada. Segundo o governo dos EUA, o texto anti-aborto é uma “afronta aberta à Constituição”.
A lei texana assinada em maio pelo governador Greg Abbott proíbe o aborto a partir do momento em que for detectado batimento cardíaco no feto — o que ocorre por volta das seis semanas, período em que nem sempre as mulheres sabem que estão grávidas.
Nos EUA, o aborto por opção é autorizado desde a década de 1970 após uma decisão da Suprema Corte. A maioria do tribunal é composta atualmente por juízes conservadores, que permitiram que a lei do Texas tivesse efeito.
Na maioria das vezes os tribunais estaduais impedem que leis restritivas como a do Texas sigam adiante. Lá, no entanto, os legisladores encontraram uma brecha para que cidadãos comuns — e não autoridades estaduais — processem abortistas.
Por que a lei contra aborto do Texas é controversa
Porque o texto apelidado de “lei do batimento cardíaco” não faz exceções para estupro ou incesto, e fará do Texas um dos estados mais difíceis para se realizar um aborto nos Estados Unidos.
Além disso, a União Americana de Liberdades Civis (ACLU) diz que a lei “cria um esquema de caça a recompensas que encoraja o público em geral a abrir processos judiciais caros e hostis contra qualquer um que eles acreditem ter violado a proibição”.
“Qualquer pessoa que processou com sucesso um trabalhador da unidade de saúde, provedor de serviços de aborto ou qualquer pessoa que ajude alguém a fazer um aborto depois de seis semanas será recompensada com pelo menos US$ 10 mil (R$ 51,5 mil), pagos pelo réu”, explicou.

Fonte: G1 Mundo

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Paraíso do esqui e do turismo nos Andes fecha pela 1ª vez em décadas por falta de neve e por causa da seca

Imagens de satélite mostram a diminuição da neve nos Andes. Os habitantes locais temem que as geleiras e a neve continuem a derreter com efeitos devastadores sobre as estações de esqui, agricultura e pecuária. Paraíso sul-americano da neve enfrenta seca
Veja reportagem completa no VIDEO acima
Resumo: Região dos Andes sofre com 25% menos neve que a média dos últimos 20 anos. Na fronteira entre Argentina e Chile, a seca forçou algumas estações de esqui a permanecerem fechadas pela primeira vez em 23 anos, enquanto agricultores e fazendeiros temem um verão com menos água para as plantações e para o gado.
Imagens de satélite mostram a diminuição da neve nos Andes. As autoridades dizem que o problema vem se agravando há anos. Os habitantes locais temem que as geleiras e a neve continuem a derreter com efeitos devastadores sobre as estações de esqui, agricultura e pecuária.
G1 no YouTube

Fonte: G1 Mundo

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Quais vacinas são aceitas para entrar na Europa?


A reabertura de países para passageiros totalmente vacinados do Brasil reforçou a procura por vacinas que, teoricamente, seriam mais aceitas fora do país. Veja as vacinas que os principais países europeus admitem. Pessoas desembarcam no aeroporto de Barcelona, ​​na Espanha, em 7 de junho de 2021. Países da União Europeia estão adotando medidas para impulsionar a chegada de turistas estrangeiros antes do verão europeu.
Emilio Morenatti/AP
A reabertura de países da Europa para passageiros totalmente vacinados vindos do Brasil gerou uma busca por vacinas contra a Covid-19 que, teoricamente, seriam mais aceitas fora do país.
A ideia, porém, não faz sentido do ponto de vista sanitário – já que todos os imunizantes aplicados no Brasil reduzem o risco de casos graves de Covid-19 e de hospitalizações – nem do ponto de vista do turismo, já que a escolha de vacinas atrapalha a imunização e dificulta o retorno do turismo mundial.
De acordo com a revista “The Economist”, em um texto publicado no final de julho, as vacinas mais aceitas em viagens internacionais são as da AstraZeneca (por quase 120 países), da Pfizer-BioNTech (por quase 90) e a Sputnik V (por mais de 60).
Alemanha, Espanha, França, Finlândia, Portugal e Suíça são alguns dos países europeus que liberaram a entrada de turistas totalmente vacinados do Brasil. Já a Irlanda, por exemplo, permite a entrada de qualquer viajante brasileiro – totalmente vacinado ou não.
Veja abaixo as vacinas aceitas pelos principais países europeus:
Alemanha: AstraZeneca (Vaxzevria), CoviShield (a vacina da AstraZeneca produzida na Índia), Janssen (da Johnson&Johnson), Moderna e Pfizer
Áustria: AstraZeneca (Vaxzevria e CoviShield), CoronaVac, Janssen (J&J), Moderna, Pfizer e Sinopharm/BIBP
Bélgica: AstraZeneca, Janssen, Moderna e Pfizer
Dinamarca: AstraZeneca, Janssen, Moderna e Pfizer
Croácia: AstraZeneca, Gamaleya, Janssen, Moderna, Pfizer e Sinopharm/BIBP
Espanha: AstraZeneca (Vaxzevria e CoviShield), CoronaVac, Janssen e Pfizer
Finlândia: AstraZeneca (Vaxzevria e CoviShield), CoronaVac, Janssen, Moderna, Pfizer e Sinopharm/BIBP
França: AstraZeneca, Janssen, Moderna e Pfizer
Holanda: AstraZeneca (Vaxzevria e CoviShield), CoronaVac, Janssen, Moderna, Pfizer e Sinopharm/BIBP
Irlanda: AstraZeneca, Janssen, Moderna e Pfizer
Itália: AstraZeneca, Janssen, Moderna e Pfizer
Portugal*: AstraZeneca, Janssen, Moderna e Pfizer
República Tcheca: AstraZeneca (Vaxzevria e CoviShield), Janssen, Moderna e Pfizer
Reino Unido: Pfizer-BioNTech, Janssen, Moderna e AstraZeneca
Suíça: AstraZeneca (Vaxzevria e CoviShield), CoronaVac, Janssen (Johnson&Johnson), Moderna, Pfizer e Sinopharm/BIBP
* O decreto do governo de Portugal que liberou a entrada de passageiros provenientes do Brasil – totalmente vacinados ou não – não informa se outros imunizantes, além dos já aplicados em Portugal, são aceitos pelo país.

Fonte: G1 Mundo

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Reino Unido quer devolver à França embarcações com migrantes em situação irregular


Reino Unido recebeu um número recorde de imigrantes que atravessaram pelo Canal da Mancha. O país quer ter o poder para obrigar as embarcações maiores a voltar para o continente europeu. Reino Unido quer forçar o retorno de imigrantes que chegam pelo Canal da Mancha
Diante do crescente número de migrantes em situação irregular que atravessam o Canal da Mancha, o Reino Unido se prepara para devolver as embarcações para a França, segundo a imprensa britânica. A política aumenta a tensão com o governo francês.
Vários jornais do Reino Unido afirmam que a ministra do Interior, Priti Patel, já aprovou a medida e que a força de fronteira britânica será treinada para adotar novos métodos para obrigar as embarcações lotadas de migrantes a retornar antes que alcancem as costas do sul da Inglaterra.
A estratégia, respaldada pelo primeiro-ministro Boris Johnson, seria utilizada apenas em “circunstâncias muito limitadas”, segundo o jornal “The Daily Telegraph”. Será empregada para as embarcações grandes e somente quando for considerado seguro adotar a medida.
Priti Patel e Boris Johnson durante reunião, em 19 de fevereiro de 2020
Paul Ellis/Pool via Reuters

Para poder adotar essa política, Patel solicitou que a interpretação do Reino Unido ao direito marítimo internacional seja reescrita, segundo o jornal “The Times”.
Reação da França
As devoluções em alto-mar podem prejudicar a relação entre os dois países, que passam por um momento de tensão desde o Brexit, afirmou o ministro do Interior francês, Gérald Darmanin. Ele pediu nesta quinta-feira ao Reino Unido que “cumpra com seu compromisso”.
“A França não aceitará nenhuma prática contrária ao direito marítimo, nem chantagem financeira”, afirmou ele, em uma rede social.
O governo do Reino Unido se comprometeu, no fim de julho, a pagar à França mais de 60 milhões de euros (cerca de R$ 443 milhões) em 2021-2022 para financiar a maior presença policial francesa nas costas. Mas, segundo a imprensa britânica, Patel ameaçou no início da semana não transferir os recursos prometidos caso não sejam registrados avanços.
O governo do Reino Unido reagiu negando que esteja fazendo qualquer chantagem, e o porta-voz de Johnson garantiu que Londres “trabalha com a França para implementar” os acordos.
Encontro de ministros
Patel e Darmanin se reuniram na quarta-feira em Londres. Após o encontro, a ministra britânica afirmou que desejava obter resultados e que o fim dessas travessias é uma “prioridade absoluta”.
Mas em uma carta a Patel com data de segunda-feira e divulgada nesta quinta-feira, Darmanin advertiu sobre o perigo para a segurança dos migrantes.
“No mar, a salvaguarda da vida humana tem prioridade sobre as considerações de nacionalidade, status e política migratória, em estrito cumprimento do direito marítimo internacional”, afirmou.
O próprio Johnson afirmou na quarta-feira no Parlamento de Westminster que o Reino Unido deve utilizar todos os meios a seu alcance para acabar com o “comércio ilegal” dos traficantes que atravessam o Canal da Mancha.
Recorde de imigrantes atravessam o Canal da Mancha
Nas últimas semanas foram registrados recordes de chegadas de migrantes irregulares, estimulados pelo bom tempo em alto-mar.
Na segunda-feira, 785 imigrantes chegaram ao Reino Unido desta maneira, após o recorde registrado em agosto de 828 pessoas em apenas um dia, o que elevou o total do ano a mais de 13 mil, segundo a agência de notícias britânica PA.
Londres, que depois do Brexit transformou o controle da imigração em prioridade, quer impossibilitar as perigosas travessias do Canal da Mancha e pressiona Paris a redobrar seus esforços para evitar as viagens.
“Dependemos muito do que os franceses fazem”, admitiu Johnson. Em sua carta, Darmanin rejeitou a proposta britânica de criação de um “centro de comando conjunto único” para as forças francesas e britânicas por considerá-la contrária à soberania francesa e desnecessária. A coordenação no local, segundo o ministro da França, já é “boa e eficaz”.
Ele destacou que o aumento do número de imigrantes que desembarcam no Reino Unido se deve principalmente ao uso de embarcações maiores por parte dos traficantes de pessoas, que podem transportar até 65 pessoas, contra 15 anteriormente.
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Fonte: G1 Mundo

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São Paulo é escolhida como a 31ª melhor cidade do mundo por revista inglesa


Cidade foi a primeira entre as de países da América do Sul para os leitores da ‘Time Out’. No ranking geral, San Francisco, nos EUA, e Amsterdã, na Holanda, lideram. A vista de São Paulo do alto da serra da Matiqueira
Globo Repórter
Uma cidade em estado constante de fluxo e uma das mais dinâmicas do mundo onde, apesar da pandemia, as mudanças não param: grafites gigantes aparecem nas empenas cegas dos prédios, novos espaços para trabalho criativo surgem e onde os museus, reabertos, têm mostra de artistas em ascensão.
A revista “Time Out”, de origem inglesa, descreveu São Paulo desta maneira, e classificou a cidade como a 31ª melhor do mundo em 2021.
A cidade é a primeira da lista da América do Sul. Buenos Aires é a segunda, está em 35º na classificação geral.
Grafite de 10 mil m² vai transformar Centro de São Paulo em fundo do mar
Segundo a revista, esse momento, em que a Covid-19 dá sinais de algum alívio em alguma partes do mundo, é propício para reconhecer os avanços recentes das cidades.
O ranking é resultado de uma pesquisa com 27 mil pessoas.
“Queríamos descobrir quais cidades realmente reagiram neste ano, então perguntamos não só sobre comida e cultura, como sempre, mas sobre projetos da comunidade, espaços verdes e sustentabilidade. Nós estávamos atrás de cidades que não estavam apenas pensando sobre o presente, mas também no futuro”, diz a revista.
Veja abaixo a classificação geral:
San Francisco
Amsterdã
Manchester
Copenhagen
Nova York
Montreal
Praga
Tel Aviv
Porto
Tóquio
Los Angeles
Chicago
Londres
Barcelona
Melbourne
Sydney
Shanghai
Madrid
Cidade do México
Hong Kong
Lisboa
Boston
Milan
Singapura
Miami
Dubai
Pequim
Paris
Budapeste
Abu Dhabi
São Paulo
Joanesburgo
Roma
Moscou
Buenos Aires
Istambul
Bangkok
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Fonte: G1 Mundo

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Bitcoins: a confusão em El Salvador com a adoção da criptomoeda como moeda oficial


Falhas tecnológicas atrapalharam o primeiro dia em que El Salvador passou a aceitar bitcoin como moeda legal. Ed Hernandez diz que sua loja provavelmente movimentará US$ 1 mil a cada semana em pagamentos com bitcoin
Ed Hernandez via BBC
Protestos nas ruas, falhas tecnológicas e uma queda no valor marcaram o primeiro dia em que El Salvador adotou o bitcoin como moeda legal.
O preço do bitcoin na terça-feira (7/9) caiu para seu nível mais baixo em quase um mês — partindo de US$ 52 mil (R$ 274 mil) para menos de US$ 43 mil (R$ 227 mil).
Um político da oposição disse que a queda fez com que um dos países mais pobres da América Latina perdesse US$ 3 milhões.
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O lançamento do bitcoin em El Salvador não foi nada do que esperava o presidente Nayib Bukele quando ele iniciou sua experiência ousada.
Ao contrário do que o governo esperava, plataformas como Apple e Huawei não ofereceram a carteira digital inventada pelo governo, conhecida como Chivo. E os servidores precisaram ser desligados porque não conseguiram lidar com todos os pedidos de registros de usuários.
Mas, com o passar do dia, o Chivo começou a aparecer em mais plataformas e foi aceito por empresas como Starbucks e McDonald’s.
O governo distribuiu a cada cidadão US$ 30 (R$ 158) em bitcoins, para encorajar a adoção da criptomoeda. E afirma que o bitcoin pode economizar US$ 400 milhões (R$ 2,1 bilhões) por ano ao país em taxas de transação sobre recursos recebidos do exterior. A economia do país depende fortemente de remessas vindas do exterior.
No entanto, baseado em dados do Banco Mundial e do governo, a BBC calcula que esse valor seja próximo a US$ 170 milhões (R$ 900 milhões).
“Precisamos quebrar os paradigmas do passado”, tuitou o presidente Bukele. “El Salvador tem o direito de avançar rumo ao primeiro mundo”.
O comerciante Ed Hernandez administra uma loja familiar em San Salvador, onde os clientes compram produtos essenciais como arroz, feijão e produtos de limpeza. Ele está entusiasmado com a mudança.
“Durante a pandemia, será bom não usar dinheiro físico”, disse ele à BBC, afirmando que isso o protege de clientes que pagam com notas falsas.
No entanto, El Salvador não teve um primeiro dia bom na sua experiência com bitcoins, com a forte queda da cotação registrada nos mercados.
Bitcoin: Saiba o que é e como funciona a mais popular das criptomoedas
“Foi um dia muito ruim para o presidente Bukele, seu governo e sua experiência com bitcoin”, disse o político da oposição Johnny Wright Sol à BBC.
“A maioria da população sabe muito pouco sobre criptomoedas. O que sabemos é que é um mercado muito volátil. Hoje isso certamente ficou provado.”
Wright Sol disse que o bitcoin não é uma moeda nacional adequada e que o projeto foi aprovado apressadamente, sem discussões mais profundas: “A Lei do Bitcoin foi aprovada no parlamento sem quase nenhum debate. Levou apenas cerca de cinco horas para ser aprovada”.
“Não odiamos criptomoedas ou bitcoin, mas não acreditamos que deva ser obrigatório que as empresas sejam obrigadas a aceitar bitcoin como pagamento. O Estado está apoiando esses pagamentos e assumindo o risco, mas no fim das contas nós, os contribuintes, somos o Estado.”
Wright Sol não é o único crítico. Mais de mil manifestantes se reuniram em frente à suprema corte do país, onde fogos de artifício foram disparados e pneus queimados.
Além da instabilidade financeira, alguns dizem que a adoção do bitcoin pode alimentar transações ilícitas.
Mas Hernandez, o comerciante, disse não se incomodar com a volatilidade: “Eu vejo isso como um risco, sim — mas como tudo na vida, há um risco. Quando temos uma loja, às vezes compramos um produto e não conseguimos revendê-lo. Quando os outros veem uma crise, eu vejo uma oportunidade.”

Fonte: G1 Mundo

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1º voo com estrangeiros decola do aeroporto de Cabul desde a retirada das tropas americanas


Modelo de avião da Ariana Afghan Airlines em frente ao aeroporto internacional de Cabul, capital do Afeganistão, em 5 de setembro de 2021
WANA (West Asia News Agency) via Reuters
O primeiro voo com estrangeiros decolou nesta quinta-feira (9) do aeroporto internacional de Cabul, capital do Afeganistão, desde que os Estados Unidos encerraram a ocupação do país.

Fonte: G1 Mundo

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Navio encalha no Canal de Suez

Autoridade que administra o canal diz que graneleiro ficou brevemente preso na seção norte, mas foi reflutuado e não houve impacto no tráfego. Um navio graneleiro encalhou nesta quinta-feira (9) no Canal de Suez, uma das passagens mais importantes para o comércio mundial, no Egito.
A Autoridade do Canal de Suez (SCA, na sigla inglês) afirmou que o graneleiro ficou brevemente preso na seção norte da passagem, mas foi reflutuado e não houve impacto no tráfego.
Segundo a SCA, a embarcação sofreu um problema temporário quando atravessava o canal, mas os navios atrás dele foram desviados por um canal paralelo para que o trânsito não fosse interrompido.
O navio Coral Crystal tem bandeira panamenha e transporta uma carga de 43 mil toneladas em direção ao Mar Mediterrâneo.
Em março, o megacargueiro Ever Given bloqueou completamente o canal por seis dias e causou um congestionamento de centenas de navios dos dois lados da passagem (relembre no vídeo abaixo).
VÍDEO: As principais imagens do meganavio que fechou o canal de Suez por 6 dias
O Ever Given encalhou na seção sul do Canal de Suez, onde não há uma passagem paralela, por isso acabou bloqueando completamente o tráfego.
Importância do canal
O Canal de Suez tem 193 km de extensão e é a principal (e mais curta) ligação marítima entre a Ásia e a Europa, por onde passam cerca de 12% do comércio global passa pelo local.
A alternativa é dar a volta em toda a África, pelo Cabo de Boa Esperança, o que faz o trajeto entre os portos do Golfo e de Londres ter o dobro de distância e adiciona de uma a duas semanas à viagem.
Cerca de 50 navios passam por dia pelo canal, o que representa quase um terço do tráfego mundial de navios de contêineres, e a rota concentra grande parte do petróleo transportado por mar.
Ele foi inaugurado em 1869, para ligar o Mar Vermelho ao Mediterrâneo, é uma das rotas de navio mais utilizadas do mundo e tem capacidade para receber navios gigantes de até 240 mil toneladas.
VÍDEOS: as últimas notícias internacionais

Fonte: G1 Mundo

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Em reunião do Brics, Bolsonaro diz que parceria com a China é ‘essencial para a gestão adequada’ da pandemia

Presidente já insinuou em ocasiões anteriores que o coronavírus foi criado na China de propósito e também já desdenhou da vacina chinesa. Mas o tom foi diferente na reunião virtual, da qual também participou o presidente chinês. O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (9) que a parceria com a China “tem mostrado essencial para a gestão adequada da pandemia no Brasil”, já que parte das vacinas contra Covid-19 aplicadas no Brasil tem insumos do país asiático.
Bolsonaro deu a declaração durante reunião virtual de líderes do Brics, bloco composto por Brasil, China, Rússia, Índia e África do Sul. O presidente da China, Xi Jinping, participou da cúpula.
O tom adotado por Bolsonaro difere do utilizado pelo próprio presidente em outros momentos da pandemia, cujos primeiros casos foram registrados na China.
O presidente é crítico da vacina Coronavac, desenvolvida no país asiático e produzida no Brasil pelo Instituto Butantan, e já insinuou que o coronavírus, sem citar o nome do país, que o vírus pode ter sido criado propositalmente na China.
“É um vírus novo, ninguém sabe se nasceu em laboratório ou nasceu por algum ser humano ingerir um animal inadequado. Mas está aí. Os militares sabem o que é guerra química, bacteriológica e radiológica. Será que estamos enfrentando uma nova guerra? Qual país que mais cresceu seu PIB? Não vou dizer para vocês”, disse Bolsonaro, em maio. Entre as grandes economias, o país com maior crescimento do PIB durante a pandemia foi a China.
Nesta quinta, Bolsonaro tratou de elogiar a relação com a China, principal parceiro comercial do Brasil. O presidente lembrou que em 2019 teve a oportunidade de se reunir pessoalmente com Xi Jinping, em Brasília durante cúpula dos Brics, e destacou a “parceria” no combate à pandemia.
“Esta parceria se tem mostrado essencial para a gestão adequada da pandemia no Brasil, tendo em vista que parcela expressiva das vacinas oferecidas à população brasileira é produzida com insumos originários da China”, disse.

Fonte: G1 Mundo