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Google investirá 1 bilhão de euros na computação em nuvem e em energias renováveis na Alemanha


Armazenamento de dados digitais é criticado pelo grande consumo de energia. Segundo a empresa, aporte
e um ‘passo importante para alcançar meta de descarbonização’. Logo do Google em uma convenção de tecnologia em Paris, na França, em 25 de maio de 2018
CHARLES PLATIAU/Reuters
A gigante americana Google vai investir 1 bilhão de euros (R$ 6,1 bilhões) na Alemanha em infraestruturas de computação em nuvem para armazenar dados e na energia renovável necessária para alimentar esses serviços.
“Na Alemanha (…), até 2030, os investimentos em infraestrutura digital e energia limpa chegarão a 1 bilhão de euros”, anunciou o grupo em comunicado nesta terça-feira (31).
O grupo investirá na Alemanha em infraestruturas de energias renováveis “solar e eólica” para alimentar 80% da sua exploração.
“É um passo importante para alcançar nossa meta de descarbonização até 2030”, disse.
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Para isso, fará parceria com a subsidiária alemã do grupo francês Engie, que entregará um total de “140 megawatts” de energia verde.
O armazenamento de dados digitais usando essas nuvens é altamente criticado, especialmente porque consome grande quantidade de energia. O governo alemão saudou a decisão do Google, um “sinal forte” de acordo com o ministro da Economia, Peter Altmaier.
A gigante quer expandir seu centro de nuvem localizado em Hanau, na região de Frankfurt (oeste), que já possui 10.000 m2. O Google também quer criar uma nova unidade de armazenamento de dados em Brandenburg, a região ao redor de Berlim.
Por enquanto, a gigante digital possui quatro fábricas na Alemanha (Berlim, Frankfurt, Hamburgo e Munique) e emprega 2.500 pessoas.

Fonte: G1 Mundo

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Em ofício ao Itamaraty, Fux coloca Judiciário à disposição para receber juízas do Afeganistão

Há relatos de perseguição no país controlado pelo Talibã. Também nesta terça, seção do Brasil da Associação Internacional de Juízas informou que busca ajuda para cerca de 270 magistradas. Juízas brasileiras querem aeronave para resgatar magistradas afegãs
O ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou ofício ao Ministério das Relações Exteriores no qual colocou o Poder Judiciário à disposição para receber juízas do Afeganistão. Há relatos de perseguição no país, agora controlado pelo Talibã.
Segundo o ofício, foi instituído no Conselho Nacional de Justiça (CNJ), no dia 23 de agosto, o programa Visão Global do Poder Judiciário, cujo objetivo é permitir que magistrados estrangeiros exerçam serviço voluntário no Brasil.
A intenção do programa é “promover a cooperação internacional e o estímulo à troca de informações entre juízes”.
“Registro que o Conselho Nacional de Justiça se coloca à disposição para auxiliar na recepção de magistradas afegãs que porventura sejam contempladas com o asilo político, por meio de sua inserção no programa”, diz Fux no ofício.
Também nesta terça, a seção do Brasil da Associação Internacional de Juízas informou que busca ajuda para cerca de 270 magistradas perseguidas no Afeganistão com vistos humanitários.
O plano é pedir ajuda ao Ministério da Defesa para que aviões militares ajudem no resgate das afegãs que consigam os vistos brasileiros.
Observatório dos Direitos Humanos
De acordo com Fux, o Observatório dos Direitos Humanos do Poder Judiciário manifestou preocupação com a segurança de juízas afegãs após a ascensão do Talibã.
Fux ressaltou ainda que há notícias de que as magistradas teriam recebido “toda sorte de ameaças, inclusive de morte”, em razão de decisões proferidas.
“Nesse sentido, a inscrição de magistradas afegãs no aludido programa poderá contribuir para a concretização de valores fundamentais insertos na Constituição da República, como a prevalência dos direitos humanos, a defesa da paz e a cooperação dos povos para o progresso da humanidade”, diz o documento.
Afeganistão amanhece com domínio integralmente Talibã depois de 20 anos
Saída dos americanos
Os Estados Unidos terminaram a retirada de suas tropas do Afeganistão na segunda-feira.
O presidente Joe Biden não quis estender a retirada das tropas para além do prazo estabelecido, de 31 de agosto, e afirmou que a comunidade internacional espera que o Talibã cumpra com o compromisso de permitir a saída daqueles que queiram deixar o país.

Fonte: G1 Mundo

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Policiais salvam bebê engasgado nos Estados Unidos; assista

Câmera presa no uniforme dos agentes registraram toda a ação de socorro. Autoridades do estado da Flórida entregaram um reconhecimento pelo trabalho destes heróis. VÍDEO: Policiais salvam bebê engasgado nos Estados Unidos
Dois policiais da Flórida, nos Estados Unidos, receberam um reconhecimento nesta segunda-feira (30) por terem salvado a vida de um bebê que engasgou na semana passada enquanto brincava em casa.
Uma câmera presa no uniforme dos agentes registrou toda a ação de socorro (veja no vídeo acima).

Fonte: G1 Mundo

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TV afegã transmite entrevista com comandante talibã com sete homens armados no estúdio; veja vídeo

Programa de entrevistas recebeu um líder talibã que disse que os afegãos não deveriam temer o grupo e nem deixar o país. Âncora apresenta jornal afegão com homens do Talibã armados
Um trecho de um programa de entrevistas na TV do Afeganistão tem sido compartilhado em redes sociais por mostrar um apresentador cercado de talibãs armados.
A apresentação foi gravada em Cabul e transmitida na TV afegã no dia 27 de agosto. O programa chama-se Pardaz e é apresentado por Mirwais Haidari Haqdoost. Naquele dia, o entrevistado era um comandante do Talibã, Qari Samiullah.
Os dois aparecem sentados em uma bancada, mas atrás deles há sete homens com armas nas mãos, em silêncio. A conversa foi em pashto, uma das línguas faladas no Afeganistão.
O apresentador Haqdoost conversa com o comandante Samiullah sobre as promessas de paz que os talibãs fizeram.
Em um dos trechos, o apresentador diz que as promessas de paz “são alegações que o Talibã ainda faz às pessoas, mas há críticas que há uma diferença entre palavras e ações do Talibã. O povo demanda que esses compromissos e ações do Talibã sejam os mesmos”.
Ele, então, apresenta o convidado dele naquele dia: “No nosso programa, estou acompanhado de Qari Samiullah, um dos comandantes do Emirado Islâmico com quem vou conversar”.
Qari Samiullah afirma que o Talibã quer que o povo do país prospere e viva “sob o guarda-chuva” de um sistema islâmico.
“Minha primeira mensagem à nação é para que não se preocupe. Fiquem e vivam em sua nação e em suas casas. Sua nação precisa de vocês, e nós vamos protegê-los”, afirmou ele.
O comandante talibã também afirmou que “se Deus quiser, nós vamos tentar estabelecer uma atmosfera segura em todas as províncias do Afeganistão, então o povo não precisará se preocupar e nem temer os mujahideen (combatentes), porque eles são nossos irmãos”.
Retirada dos EUA
A entrevista aconteceu quando os militares dos Estados Unidos ainda dominavam o aeroporto de Cabul para a retirada dos americanos do país.
As tropas americanas deixaram o Afeganistão na segunda-feira (30), um dia antes da data-limite, que era 31 de agosto.
Imagem mostra último militar americano a embarcar no voo final de retirada do aeroporto de Cabul
O Talibã então passou a controlar também o aeroporto de Cabul.
Depois da saída dos americanos, o porta-voz do Talibã, Zabihullah Mujahid, afirmou que o Afeganistão quer manter boas relações com os americanos e o resto do mundo.
O fim da ocupação americana ocorreu quase 20 anos após a invasão do Afeganistão, que foi realizada meses após os ataques terroristas de 11 de Setembro de 2001.
O Talibã comandava o país desde 1996 e foi acusado pelos americanos de esconder e financiar membros da Al-Qaeda, grupo terrorista comandado por Osama bin Laden e responsável pelo atentado.
VÍDEO: Talibã comemora com tiros saída de tropas americanas do Afeganistão
O grupo extremista foi expulso do poder com a invasão americana em 2001, e voltou a comandar o país no dia 15 de agosto de 2021, após o presidente Ashraf Ghani fugir do país e o grupo tomar a capital Cabul.
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Fonte: G1 Mundo

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Militantes do Talibã fazem ‘enterro’ simbólico de bandeiras estrangeiras após a saída das tropas americanas do Afeganistão


Multidão de apoiadores do grupo extremista cobriu caixões com as bandeiras dos EUA, França, Reino Unido e da Otan em comemoração ao fim da ocupação militar no país. Manifestantes do Talibã fazem ‘enterro’ simbólico de bandeiras estrangeiras em Khost, no Afeganistão, em 31 de agosto de 2021
ZHMAN TV/Reuters
Uma multidão de apoiadores do Talibã fez nesta terça-feira (31) um “enterro” simbólico de bandeiras estrangeiras após a saída das tropas americanas do Afeganistão.
O ato foi registrado na cidade de Khost, a cerca de 230 km de Cabul.
Segundo imagens feitas pela TV local, é possível ver ao menos quatro caixões com as bandeiras dos Estados Unidos, França, Reino Unido e da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte).
A demonstração ocorre no dia seguinte ao fim da ocupação militar que durou duas décadas no país.
“31 de agosto é agora o nosso Dia da Liberdade”, disse o porta-voz local do Talibã, Qari Saeed Khosti, à emissora Zhman TV. “Neste dia, as forças de ocupação fugiram do país.”
Os EUA concluíram na segunda (30) a retirada das tropas após 20 anos de ocupação. Americanos e aliados corriam contra o tempo para concluir a retirada após a retomada do poder pelo Talibã.
O grupo voltou ao poder em 15 de agosto e celebrou o fim da ocupação com tiros para o alto. O porta-voz do Talibã chamou a retirada dos americanos de “independência”.

Fonte: G1 Mundo

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VÍDEO: Bebê rinoceronte comemora aniversário em zoo dos EUA

Animal de 2 anos foi criado em cativeiro em um parque do Nebraska. O filhote pesa uma tonelada e é um espécime de rinoceronte-indiano, natural dos Himalaias, mas que está em risco de extinção. VÍDEO: Bebê rinoceronte comemora aniversário em zoo dos EUA
Um bebê rinoceronte recebeu uma surpresa especial para comemorar seu segundo aniversário em um zoológico dos Estados Unidos nesta segunda-feira (31).
O animal de 2 anos foi criado nasceu em 2019 no parque do Nebraska. O filhote pesa uma tonelada e é um espécime de rinoceronte-indiano, natural dos Himalaias, mas que está em risco de extinção.
“Ele cresceu muito”, disse a cuidadora Tara Warner em entrevista à emissora americana NBC. “É incrível vê-lo passar de um cara pequenininho até começar a ficar um pouco mais independente.”
O pequeno rinoceronte descobriu os presentes – caixas decoradas e com petiscos escondidos – com a ajuda de sua mãe, de quem Warner conta que ele não se afasta de jeito nenhum.
“Ele está começando a se tornar um rinoceronte desenvolvido, fazendo as coisas por conta própria, mas ele ainda está com a mãe a maior parte do tempo”, disse a cuidadora.
No vídeo divulgado pelo Zoológico de Nebraska, é possível ver o pequeno rinoceronte bastante animado com a novidade.

Fonte: G1 Mundo

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Acidente de ônibus em estrada dos Andes deixa 29 mortos no Peru


Mais de 20 pessoas ficaram feridas, segundo as autoridades do país. Veículo tinha capacidade para transportar cerca de 60 passageiros e viajava com destino a capital Lima. Equipes de resgate atuam em acidente de ônibus no Peru em 31 de agosto de 2021
Reprodução/Ministério do Interior
Ao menos 29 pessoas morreram em um acidente de ônibus nesta terça-feira (31) em uma estrada que corta o trecho peruano da cordilheira dos Andes, informou a polícia local.
Cerca de 20 pessoas ficaram feridas, segundo as autoridades do Peru. O veículo tinha capacidade para transportar cerca de 60 passageiros e viajava com destino a capital Lima.
O acidente ocorreu em um trecho estreito da Rodovia Central, que liga Lima à região da Serra Central, perto da cidade de Matucana, a 60 km da capital.
Viatura de resgate na busca por sobreviventes de acidente com ônibus no Peru em 31 de agosto de 2021
Reprodução/Ministério do Interior
Segundo a agência France Presse, que citou testemunhas, o ônibus teria se chocado contra uma rocha antes de cair em um abismo de quase 200 metros.
Este é o segundo grande acidente rodoviário no país em menos de uma semana. Na sexta-feira (27) um ônibus caiu em um barranco em uma rodovia do sudeste do país e matou 17 pessoas.
VÍDEOS com notícias internacionais

Fonte: G1 Mundo

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Com aeroporto fechado, afegãos fogem para o Paquistão


Mais de 20 mil pessoas cruzavam a fronteira com o Paquistão enquanto o Talibã tomava o controle do aeroporto de Cabul. Membros do Talibã em aeroporto de Cabul após a partida dos norte-americanos, em 31 de agosto de 2021
Stringer/Reuters
O último militar dos Estados Unidos deixou o Afeganistão na noite de segunda-feira (30), encerrando 20 anos de guerra, a mais longa da história dos EUA. Enquanto o Talibã tomava o aeroporto militar de Cabul, mais de 20 mil pessoas cruzavam a fronteira com o Paquistão, o principal destino dos refugiados, de onde alguns tentarão chegar à Europa.
VÍDEO: Talibã comemora com tiros saída de tropas americanas do Afeganistão
Milhares de afegãos agora tentam fugir de seu país por estradas. De acordo com a Agência das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR), 515 mil refugiados já fugiram do Afeganistão recentemente. Esse fluxo, sem dúvida, vai continuar. A ACNUR está se preparando para que meio milhão ou mais de pessoas deixem o Afeganistão nos próximos meses, a maioria para o Paquistão. Atualmente, cerca de 20 mil pessoas cruzam essa fronteira diariamente, o triplo do normal.
ONU alerta para nova onda migratória; meio milhão de afegãos devem fugir do país até o fim do ano
O Paquistão já abriga 3 milhões de refugiados afegãos, principalmente os que deixaram o país durante a guerra contra a União Soviética ou a guerra civil dos anos 1990. A metade não tem nenhum documento e está em situação ilegal.
Para o Paquistão, que está enfrentando uma grande crise econômica, acentuada pela pandemia de Covid-19, esse fluxo de refugiados é um enorme desafio. No entanto, o país está abrindo suas portas, apesar do discurso inicial das autoridades paquistanesas que disseram não querer receber refugiados.
Isso pode ser visto em Islamabad, a capital do Paquistão. Os hotéis estão se preparando para serem parcialmente requisitados para acomodar os refugiados que chegam. Países vizinhos, como o Paquistão, servirão como primeira saída de refugiados antes de seguirem para outros destinos.
Ruas desertas em Cabul
Desde a saída dos americanos, Cabul se tornou uma “cidade fantasma”, nas palavras de um morador que ainda está lá. “Não há muita gente nas ruas. Nosso país está entrando em colapso, afundando”, diz.
Ele conta que a economia já era frágil antes de o Talibã assumir o poder. Os bancos estão fechados, não há mais liquidez, as pessoas estão com fome, não têm dinheiro para comprar comida ou pagar o aluguel. Um carro que custava US$ 9.000 havia apenas um mês agora vale um terço, o mesmo para casas.
Ativistas da sociedade civil, jornalistas, aqueles que trabalharam com estrangeiros e ainda não puderam sair do país estão apavorados. Muitos estão se escondendo com amigos, alugando outras casas. Os moradores de Cabul contam que receberam a visita do Talibã. Eles interrogam, ameaçam, revistam casas, confiscam bens e carros. O terror já atingiu parte da população.
Resistência no vale Panshir e no exterior
Se o Talibã vencer, resta um bolsão de resistência: o vale Panshir, a fortaleza do comandante Massoud, assassinado em 9 de setembro de 2001 em um ataque suicida. Ele era a principal figura da resistência contra o Talibã. Seu filho Ahmad já está à postos na região.
No exterior, a diáspora afegã também está se mobilizando. As mensagens são retransmitidas pelas redes sociais, com a hashtag #FreeAfghanistan.
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Fonte: G1 Mundo

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Com enchente causada pelo Furacão Ida, jacaré invade casa e arranca braço de um homem que está desaparecido


Mulher procurou a polícia e disse que homem foi atacado por jacaré; ela saiu para procurar ajuda e, quando voltou, ele estava desaparecido. Imagem de um jacaré em uma região pantanosa
Instituto Mamirauá
Um homem de 71 anos da cidade de Slidell, na Louisiana, nos Estados Unidos, pode ter sido morto por um jacaré que entrou em sua casa depois de uma enchente causada pelo Furacão Ida.
Os policiais da região afirmaram que a mulher do idoso procurou ajuda. Ela afirmou que viu o marido ser atacado por um grande jacaré na comunidade onde eles vivem. A mulher disse que conseguiu interromper o ataque e tirar o marido da água da enchente. O marido estava gravemente ferido, segundo ela, e por isso ela foi pedir ajuda com um barco pequeno. Quando ela voltou, o marido não estava mais lá, de acordo com o relatório da polícia.
Mapa mostra onde aconteceu incidente com o jacaré
G1
De acordo com a rede CBS, o jacaré havia arrancado um braço do homem. Ainda segundo a rede, há uma operação para tentar encontrar o homem.
O casal mora perto de um lago. Há muitos jacarés de grande porte na área porque alguns moradores da comunidade alimentam os animais.
Mortos após o furacão Ida
Morreram duas pessoas no estado da Louisiana em decorrência das enchentes causadas pelo furacão Ida. No estado do Mississippi, outras duas pessoas morreram, e dez ficaram feridas em uma queda de uma rodovia que foi causada pelo furacão.
VÍDEO: Antes e depois do Furacão Ida
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Fonte: G1 Mundo

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Pelo menos quatro morrem nos EUA após passagem de Furacão Ida; VÍDEO mostra pontos atingidos pelas enchentes

Vídeo gravado por câmeras de segurança mostra alagamentos causados pelo Furacão Ida. VÍDEO: Antes e depois do Furacão Ida
Duas pessoas morreram, e dez ficaram feridas em uma queda de uma rodovia no estado do Mississippi que foi causada pelo Furacão Ida, de acordo com autoridades dos Estados Unidos. Entre os feridos, três estão em condições críticas, segundo a polícia rodoviária do estado.
Também morreram duas pessoas no estado da Louisiana, que ficou sem luz por causa da passagem do Ida.
Furacão Ida causa estragos em Luisiana, nos EUA
Na segunda-feira à noite, o Ida perdeu força e passou a ser considerado uma tempestade tropical.
O Ida atingiu a costa dos EUA no domingo como um furacão de categoria 4.
Depois da passagem do Furacão Katrina, em 2005, quando mais de 1.800 pessoas morreram, os EUA construíram um sistema de barragens, comportas e bombas de US $ 14,5 bilhões. Esse sistema funcionou durante o Ida, disseram as autoridades, e Nova Orleans foi poupada da inundação catastrófica que devastou a área há 16 anos.
Fluxo do rio
Inundações generalizadas causadas pelo furacão Ida e blecautes atrapalham os esforços de empresas de energia para avaliar os danos em instalações de produção de petróleo, portos e refinarias.
Quase todo o estado da Louisiana ficou sem energia elétrica na segunda-feira depois que o furacão atingiu a região, derrubou linhas de transmissão e inundou comunidades. Áreas litorâneas foram alagadas por uma maré de tempestade tão grande que reverteu o fluxo do Rio Mississippi.
Analistas disseram que pode levar de duas a três semanas para retomar a produção nas plataformas e reativar totalmente as refinarias da Louisiana. Religar a energia, o que é essencial para as refinarias, também pode demorar semanas, disseram autoridades de prestadoras de serviço.
“Esta restauração provavelmente não será um retomada rápida”, disse Rod West, chefe de operações da prestadora Entergy Corp. “Este foi um evento de vento considerável e catastrófico, enquanto o Katrina foi um evento de água, em comparação.”
Transtornos na infraestrutura petrolífera estão testando os sistemas de distribuição de combustíveis do país. Operadoras desligaram oleodutos e gasodutos oceânicos que abastecem usinas de processamento, e a maior linha de conexão com a Costa Leste, muito dependente de combustíveis, ficou desligada durante dias.
A Phillips 66 ainda não conseguiu avaliar os danos na refinaria do Rio Mississippi em Belle Chasse, na Louisiana, que produz 255.600 barris por dia, disse um porta-voz. A usina, que foi posta à venda na semana passada, foi inundada após o rompimento de um dique de Alliance.
“É a maior quantidade de água que já vi em meus 31 anos vindo a Alliance”, disse o xerife da paróquia de Plaquemines, Gerald Turlich, na segunda-feira.
Inundações também foram relatadas em outras instalações da Louisiana. Nove refinarias diminuíram a produção ou operações de confinamento, inclusive a da Exxon em Baton Rouge, que produz 520 mil barris por dia, reduzindo 2,3 milhões de barris por dia de capacidade, ou 13% do total do país, estimou o Departamento de Energia.
No litoral, 95% da produção petrolífera do Golfo e 94% da produção de gás continuavam desligadas na segunda-feira, informou o Escritório de Cumprimento de Segurança e Meio-ambiente. Um total de 288 plataformas de produção e 11 plataformas de petróleo continuam inoperantes.
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Fonte: G1 Mundo