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EUA concluem retirada das tropas do Afeganistão após 20 anos de ocupação


EUA e países aliados corriam contra o tempo para concluir a retirada de tropas e colaboradores que ainda estavam no país após a retomada de poder do Talibã. As tropas americanas deixaram o Afeganistão nesta terça-feira (31), horário local, segunda-feira (30), em Brasília. Estados Unidos e países aliados corriam contra o tempo para concluir a retirada de militares e colaboradores até a data limite de terça-feira, dia 31 de agosto.
Com a partida dos últimos voos do exército americano do aeroporto internacional de Cabul, tem fim as duas décadas de ocupação americana neste país do Oriente Médio.
O chefe do Comando Central dos Estados Unidos, órgão responsável pelas operações militares no Oriente Médio, general Kenneth “Frank” McKenzie, informou em um pronunciamento que o embaixador americano em Cabul deixou o país no último voo a partir do aeroporto internacional.
O Talibã, que voltou ao poder em 15 de agosto, tomou o controle do aeroporto, que estava sob comando dos EUA desde a queda do governo afegão.
Nova tentativa de ataque
Sistema de defesa americano intercepta cinco foguetes lançados contra aeroporto de Cabul
Mais cedo, o sistema de defesa antimísseis dos Estados Unidos interceptou cinco foguetes lançados contra o aeroporto de Cabul, capital do Afeganistão. O ataque não interrompeu os últimos voos de retirada (veja no vídeo acima).
Foguetes também atingiram apartamentos residenciais em um bairro próximo, segundo a agência de notícias Associated Press. Eles caíram em Salim Karwan, bairro a cerca de 3 km do aeroporto, disseram testemunhas à agência.
O Estado Islâmico assumiu responsabilidade pelos ataques, segundo a agência Reuters. “Pela graça do Deus Todo-Poderoso, os soldados do Califado atacaram o aeroporto internacional de Cabul com seis foguetes Katyusha”, disse o grupo em uma rede social.
No bairro de Chahr-e-Shaheed, um carro destruído que parece ter sido usado no ataque tinha tubos de lançamento foguetes caseiros montados no lugar do banco de traseiro (veja nas imagens abaixo).
O Estado Islâmico e outros grupos terroristas costumam montar esses tubos em veículos e transportá-los, sem serem detectados, até perto do alvo.
Tubos de lançamento de foguetes dentro de veículo destruído em Cabul, capital do Afeganistão, em 30 de agosto de 2021
Khwaja Tawfiq Sediqi/AP
Moradores olham para veículo danificado por um ataque de foguete em Cabul, capital do Afeganistão, em 30 de agosto de 2021. Foguetes atingiram um bairro próximo ao aeroporto internacional Hamid Karzai.
Khwaja Tawfiq Sediqi/AP
Imagem de carro em chamas que tinha sistema para lançar foguetes contra o aeroporto de Cabul
Agência de notícia Aamaj/via Reuters
O presidente americano, Joe Biden, foi avisado sobre a tentativa de ataque, e a Casa Branca disse em um comunicado que ele “reafirmou sua ordem para que os comandantes redobrem seus esforços para priorizar o que precisa ser feito para proteger as forças no solo”.
Ataque aéreo com drone
No domingo (29), os EUA fizeram um ataque aéreo com drone contra integrantes do Estado Islâmico-Khorasan, braço afegão do grupo terrorista e atingiram um carro que levava um homem-bomba ao aeroporto (veja no vídeo abaixo).
Uma fonte do governo americano disse que o drone era pilotado por agentes que não estavam no Afeganistão e que explosões secundárias após o ataque provam que o homem-bomba levava uma grande quantidade de material explosivo.
EUA destroem carro-bomba do Estado Islâmico em Cabul
Um porta-voz do comando central dos EUA, o capitão Bill Urban, afirmou que os militares americanos estão tentando descobrir se o ataque matou algum civil e que, por enquanto, não há evidência disso.
Inimigo do Estado Islâmico no Afeganistão, o Talibã confirmou que o ataque dos EUA atingiu um homem-bomba que estava em um carro e que ele pretendia fazer um atentado no aeroporto de Cabul.
Mais de 180 mortos em atentado
Mais de 180 pessoas morreram em um atentado terrorista no aeroporto de Cabul na quinta-feira (26), em um ataque que foi reivindicado pelo braço afegão do Estado Islâmico.
Passa de 180 o número de mortos no ataque no aeroporto de Cabul
A primeira resposta dos EUA veio no sábado (28): dois integrantes do Estado Islâmico-Khorasan foram mortos e um ficou ferido em um ataque com drone. Militares americanos dizem que os três estavam envolvidos no planejamento e execução do atentado suicida no aeroporto.
No mesmo dia, Biden, alertou que um novo ataque ao aeroporto seria “muito provável” nas “próximas 24 a 36 horas” (o que não acabou não ocorrendo) e que o bombardeio “não seria o último” (promessa cumprida com o ataque de domingo).
“A situação no local continua extremamente perigosa e a ameaça de um ataque terrorista no aeroporto continua alta”, escreveu o presidente, em um comunicado, após se reunir com seus conselheiros militares e de segurança.
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Fonte: G1 Mundo

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VÍDEO: Mulheres ficam presas em sótão após passagem de furacão Ida pelos EUA


Segundo a moradora de LaPlace, nos arredores de Nova Orleans, a tempestade foi responsável por alagar partes de seu bairro. Mulheres ficam presas em sótão após passagem de furacão nos EUA
Tiffany Miller e sua companheira ficaram presas no sótão de casa após a passagem do furacão Ida pela Luisiana, nos Estados Unidos (veja no vídeo acima).
Segundo a moradora de LaPlace, nos arredores de Nova Orleans, a tempestade de domingo (29) foi responsável por alagar partes de seu bairro e elas passaram a noite no último andar para se proteger.
“A água entrou, acho que veio da rodovia, muito rápido”, disse Miller em uma gravação. “A única coisa que podíamos fazer era subir para o sótão.”
Tiffany Miller e sua companheira ficaram presas no sótão de casa após a passagem do furacão Ida
Reprodução/NBC
O Ida atingiu o continente como um furacão de categoria 4 na tarde de domingo, exatos 16 anos após o Katrina devastar a Louisiana e o Mississippi e deixar 1,8 mil mortos e bilhões em prejuízos.
Com ventos de 230 km/h, o Ida foi o 5º furacão mais forte da história a atingir o continente, segundo a agência de notícias Associated Press.
Mais de um milhão de pessoas estão sem energia elétrica no estado, de acordo com o site PowerOutage.us, que monitora quedas de energia.
‘Desastre’
Furacão Ida causa estragos e morte nos Estados Unidos
O presidente americano Joe Biden declarou situação de desastre no estado de Louisiana e ordenou ajuda federal para complementar os esforços de recuperação nas áreas afetadas pelo furacão Ida.
A primeira morte causada pelo furacão foi confirmada no domingo: um homem de 60 anos que teve a casa atingida por uma árvore perto de Baton Rouge, a capital de Louisiana. Nesta segunda-feira, foi informado que um motorista morreu afogado em Nova Orleans.
Na manhã de segunda, o Ida atingiu o estado do Mississippi e foi rebaixado para uma tempestade tropical, com ventos de 97 km/h, segundo o Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC, na sigla em inglês).
Temporada de furacões
O Ida tocou o solo em Cuba na noite de sexta-feira (27), como furacão categoria 1, causando danos materiais e cortes de energia, segundo o jornal “Granma” (veja no vídeo abaixo).
Furacão Ida deixa estragos em Cuba
Paralelamente, o Nora deixou um menor espanhol morto e uma mulher desaparecida no México, no estado de Jalisco, após ter tocado o solo no sábado (28) também como furacão de categoria 1.
O Nora perdeu força no domingo e foi rebaixado para tempestade tropical no estado de Sinaloa, mas continuou provocando “chuvas fortes e inundações” no sudeste e oeste do país, segundo o NHC.
No fim de semana anterior, outro furacão, o Grace, atingiu a região mexicana de Veracruz como categoria 3 e provocou a morte de pelo menos 11 pessoas no estado e no vizinho Puebla.
Os cientistas têm advertido para um aumento no número de fortes ciclones à medida que a superfície do oceano esquenta devido ao aquecimento global, o que representa uma ameaça cada vez maior para as comunidades costeiras em todo o mundo.
00:00 / 23:41

Fonte: G1 Mundo

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VÍDEO: Repórter americano enfrenta ventania ao vivo durante passagem do furacão Ida pelos EUA

Jim Cantore quase foi derrubado durante uma entrada para a TV americana no domingo, horas após o furacão Ida tocar o solo da Louisiana. Repórter enfrenta ventania ao vivo durante passagem do furacão Ida
Um repórter da televisão americana passou um sufoco ao vivo ao registrar os fortes ventos trazidos pela chegada do furacão Ida a costa da Louisiana, Estados Unidos, no domingo (29).
Jim Cantore, jornalista do canal The Weather Channel, quase foi derrubado por conta da força do vento durante uma entrada para a TV, horas após o furacão Ida tocar o solo da Louisiana.
O Ida atingiu o continente como um furacão de categoria 4 na tarde de domingo, exatos 16 anos após o Katrina devastar a Louisiana e o Mississippi e deixar 1,8 mil mortos e bilhões em prejuízos.
Com ventos de 230 km/h, o Ida foi o 5º furacão mais forte da história a atingir o continente, segundo a agência de notícias Associated Press.
Mais de um milhão de pessoas estão sem energia elétrica no estado, de acordo com o site PowerOutage.us, que monitora quedas de energia.
‘Desastre’
Furacão Ida causa estragos e morte nos Estados Unidos
O presidente americano Joe Biden declarou situação de desastre no estado de Louisiana e ordenou ajuda federal para complementar os esforços de recuperação nas áreas afetadas pelo furacão Ida.
A primeira morte causada pelo furacão foi confirmada no domingo: um homem de 60 anos que teve a casa atingida por uma árvore perto de Baton Rouge, a capital de Louisiana. Nesta segunda-feira, foi informado que um motorista morreu afogado em Nova Orleans.
Na manhã de segunda, o Ida atingiu o estado do Mississippi e foi rebaixado para uma tempestade tropical, com ventos de 97 km/h, segundo o Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC, na sigla em inglês).
Temporada de furacões
O Ida tocou o solo em Cuba na noite de sexta-feira (27), como furacão categoria 1, causando danos materiais e cortes de energia, segundo o jornal “Granma” (veja no vídeo abaixo).
Furacão Ida deixa estragos em Cuba
Paralelamente, o Nora deixou um menor espanhol morto e uma mulher desaparecida no México, no estado de Jalisco, após ter tocado o solo no sábado (28) também como furacão de categoria 1.
O Nora perdeu força no domingo e foi rebaixado para tempestade tropical no estado de Sinaloa, mas continuou provocando “chuvas fortes e inundações” no sudeste e oeste do país, segundo o NHC.
No fim de semana anterior, outro furacão, o Grace, atingiu a região mexicana de Veracruz como categoria 3 e provocou a morte de pelo menos 11 pessoas no estado e no vizinho Puebla.
Os cientistas têm advertido para um aumento no número de fortes ciclones à medida que a superfície do oceano esquenta devido ao aquecimento global, o que representa uma ameaça cada vez maior para as comunidades costeiras em todo o mundo.

Fonte: G1 Mundo

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Incêndio destroi prédio residencial de 20 andares em Milão; veja VÍDEO

Cerca de 70 famílias moravam no local e tiveram tempo de fugir; 20 pessoas inalaram fumaça, mas não há vítimas graves. Fogo começou nos andares superiores da torre e se espalhou, no domingo (29). Incêndio atinge prédio de 20 andares em Milão
Um incêndio queimou no domingo (29) a maior parte de um edifício residencial de 20 andares em Milão, no norte da Itália. A princípio não há vítimas, apesar do tamanho das labaredas e da quantidade de fumaça.
O fogo começou nos andares superiores desta torre, situada nos arredores da capital da região da Lombardia, e “se espalhou para os níveis inferiores”, informaram os bombeiros no Twitter.
Cerca de 70 famílias moravam no edifício, que os bombeiros estão revisando para garantir que nenhum morador tenha ficado preso.
“Somos otimistas porque as pessoas tiveram tempo de fugir”, disse o prefeito de Milão, Giuseppe Sala, ao jornal “Corriere della Sera”.
Segundo este jornal, cerca de 20 moradores tiveram que ser atendidos por inalação de fumaça.

Fonte: G1 Mundo

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Polícia responde a tiroteio em escola de ensino médio dos EUA


O incidente foi registrado no estado da Carolina do Norte. Segundo a imprensa local, ao menos um estudante foi ferido durante a ação. Viaturas de polícia em frente a colégio dos Estados Unidos após tiroteio em 30 de agosto de 2021
Reprodução/NBC
O departamento do xerife do condado de New Hanover, na Carolina do Norte, disse nesta segunda-feira (30) que atende a um chamado de tiroteio em uma escola de ensino médio dos Estados Unidos.
O incidente foi registrado por volta das 12h (horário local, 13h em Brasília). Segundo a imprensa local, ao menos um estudante foi ferido durante a ação.
As autoridades americanas informaram que levaram os estudantes do colégio para uma área de segurança e que fazem buscas pelo perímetro da escola.
O distrito escolar de New Hanover, semelhante a uma secretaria municipal de educação, disse em nota que os alunos do ensino básico de uma escola próxima também foram levados para um abrigo e que estão em segurança.
Reportagem em atualização.

Fonte: G1 Mundo

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OMS em alerta por aumento de 11% de mortes por Covid-19 na Europa

O ritmo de vacinação caiu 14%, devido à falta de acesso às doses em alguns países e a uma rejeição a vacinas em outras nações. Verão da vacina na Europa tem ingleses, espanhóis e franceses de volta às ruas
A Europa poderá registrar 236 mil mortos adicionais pela pandemia da Covid-19 até 1º de dezembro, afirmou o diretor regional da Organização Mundial da Saúde (OMS), Hans Kluge, nesta segunda-feira (30). A entidade manifestou preocupação com a diminuição do ritmo de vacinação.
“Na semana passada, o número de mortos na região aumentou 11%, com uma projeção confiável que prevê 236 mil mortos na Europa até 1º de dezembro”, disse Kluge. Até agora, morreu 1,3 milhão de pessoas no continente, .
Os países da região registraram taxas mais elevadas de infecção desde o surgimento da variante delta, mais contagiosa principalmente entre pessoas não vacinadas.
Dos 53 Estados-membros da região, 33 relataram um aumento de mais de 10% na incidência de casos em duas semanas, disse ele. Nesse mesmo período, a taxa de vacinação se desacelerou.
Além da maior transmissibilidade da variante delta, o “relaxamento excessivo” das restrições e viagens de verão determinaram parte desse aumento.
Nas últimas seis semanas, o ritmo de vacinação caiu 14%, devido à falta de acesso às doses em alguns países, e a uma falta de aceitação das vacinas, em outros, afirmou Kluge, que pediu que se aumente a capacidade de produção dos imunizantes e sua distribuição.
Embora cerca de 75% dos profissionais de saúde na Europa como um todo estejam vacinados, em alguns países da região este percentual é de apenas 10%, de acordo com a OMS.
Nos países europeus de baixa e média renda, apenas 6% de seus habitantes estão totalmente imunizados, alertou, lembrando que a OMS recomendou 80% de cobertura para virar a página da pandemia.
Segundo dados dessa agência, em oito meses, em torno de 850 milhões de doses foram administradas na região, que se estende até a Ásia Central.
Grandes disparidades
Pelo menos 413,26 milhões de pessoas estão totalmente vacinadas (44,2% do total), de acordo com a contagem da agência de notícias AFP nesta segunda-feira.
Pelo menos 216,3 milhões de pessoas adoeceram de covid-19 em todo o mundo, e cerca de 4,5 milhões morreram desde dezembro de 2019.
Terceira dose
Quanto a uma terceira dose, a OMS solicitou um prazo para permitir que os países pobres se abasteçam com vacinas.
“Uma terceira dose pode ser necessária no futuro para grupos populacionais e/ou ambientes específicos. No entanto, são necessários mais dados sobre o momento e a dosagem ideais do reforço, que podem diferir dependendo da vacina”, disse um porta-voz da OMS Europa.
Para Kluge “é fundamental que a população aceite ser vacinada”, até porque as medidas de saúde pública e sociais foram flexibilizadas em vários locais.
“O ceticismo em relação às vacinas e a negação à ciência impedem a estabilização dessa crise, não ajudam a ninguém”, acrescentou.
No início do ano letivo, os Estados-membros devem desenvolver uma estratégia de vacinação para manter o ensino presencial, que é considerado vital.
Deveria ser proposta “a vacina contra Covid-19 a professores e funcionários de escolas no âmbito dos planos nacionais de imunização”, disseram a OMS e a Unicef Europa em um comunicado nesta segunda-feira.
Na Europa, há grandes disparidades nas restrições. Na França, por exemplo, a necessidade do passaporte de saúde foi estendida nesta segunda-feira a 1,8 milhão de trabalhadores em contato com o público, seja em restaurantes, cinemas, museus ou ferrovias. Até agora era obrigatório apenas para clientes.
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Fonte: G1 Mundo

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Ataque com drone dos EUA matou civis em Cabul, dizem afegãos


Os Estados Unidos afirmam que ataque foi contra homem-bomba que se preparava para atacar o aeroporto e que investigam o caso, mas admitem que inocentes podem ter morrido na ação. Afegãos em frente a casa atingida após um ataque de drone dos Estados Unidos em Cabul, capital do Afeganistão, em 29 de agosto de 2021
Khwaja Tawfiq Sediqi/AP
Afegãos afirmam que o ataque com drone militar que os Estados Unidos fizeram no domingo (29) em Cabul, capital do Afeganistão, matou também civis — inclusive crianças.
Os EUA dizem que o ataque foi contra um homem-bomba que se preparava para atacar o aeroporto e que investigam o relato de civis mortos, mas admitem que inocentes podem ter morrido (veja mais abaixo).
O Talibã já havia condenado a ação, dizendo que sete pessoas morreram.
Nesta segunda-feira (3), a rede de televisão CNN e os jornais “The New York Times” e “The Washington Post” conversaram com familiares e vizinhos das pessoas que teriam sido mortos no ataque.
A CNN diz que nove pessoas morreram, incluindo seis crianças (um delas de apenas dois anos). O “New York Times” fala em dez mortos, incluindo sete crianças, um trabalhador humanitário de uma instituição de caridade americana e um contratado do exército americano.
Versão americana
A versão americana é que o ataque com drone causou “explosões subsequentes” — e que elas podem podem ter causado a morte de civis.
Esta foi a versão apresentada por William Urban, capitão da Marinha americana e porta-voz do Comando Central dos EUA, órgão responsável pelas operações militares americanas no Oriente Médio.
“Sabemos que ocorreram explosões subsequentes substanciais e poderosas resultantes da destruição do veículo, indicando uma grande quantidade de material explosivo em seu interior que pode ter causado vítimas adicionais”, disse o Comando Central em um comunicado.
Segundo a agência de notícias Associated Press, o alvo era um carro estacionado em um prédio residencial perto do aeroporto, que dois suspeitos estavam carregando com explosivos no porta-malas.
Uma fonte disse à AP que o drone disparou um míssil Hellfire contra o veículo e que a explosão inicial causada pelo míssil foi seguida por uma bola de fogo muito maior, que teria sido causada pelos explosivos dentro do veículo.

Fonte: G1 Mundo

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Paris limita velocidade de carros a 30 km/h para reduzir acidentes e poluição


Algumas vias principais, como a Champs-Élysées, estarão isentas, com o limite de velocidade permanecendo em 50 km/h. Rua com sinalização de 30km/h em Paris em foto sem data
François Grunberg/Ville de Paris
As autoridades da França esperam que as ruas de Paris fiquem mais seguras e silenciosas e menos poluídas a partir desta segunda-feira (30), com a entrada em vigor de um novo limite de velocidade para motoristas de 30 km/h.
A cidade quer encorajar as caminhadas, o ciclismo e o uso do transporte público, disse o vice-prefeito David Belliard à rádio Franceinfo. O novo limite de velocidade deve ajudar a reduzir a poluição, o ruído e o número de acidentes graves, disse.
“Esta não é uma medida contra os automóveis”, afirmou Belliard. “Queremos limitar (os veículos) às viagens essenciais.”
O limite de 30 km/h já se aplica a cerca de 60% da área central de Paris, mas agora cobrirá toda a cidade. No entanto, algumas vias principais, como a Champs-Élysées, estarão isentas, com o limite de velocidade permanecendo em 50 km/h.
Policial fiscaliza carro em Paris em 14 de novembro de 2020
Christian Hartmann/Reuters
A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, que conquistou um segundo mandato de seis anos em 2020, construiu quilômetros de novas ciclovias, proibiu carros antigos a diesel e tornou as margens do Sena livres de carros.
Ela também está reduzindo as vagas de estacionamento na cidade em uma tentativa de limitar o tráfego de automóveis.
A prefeitura disse que a polícia será tolerante na aplicação do novo limite de velocidade nas primeiras semanas. Outras cidades francesas com limite de velocidade de 30 km/h incluem Bordeaux, Estrasburgo e Toulouse.

Fonte: G1 Mundo

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Ultradireita alemã: pequena nas urnas, gigante nas redes sociais


Mesmo estagnada em intenções de voto no mundo “offline”, AfD monopoliza engajamentos nas redes, enquanto siglas tradicionais patinam na área. Seu trunfo: declarações ultrajantes e incentivos do algoritmo do Facebook.
Manifestação da AfD em Berlim, em 2018
REUTERS/Hannibal Hanschke
Clique, curta e compartilhe: as redes sociais são a espinha dorsal da estratégia de campanha do partido de ultradireita Alternativa para a Alemanha (AfD) desde 2013. E o alcance da legenda nessa área só aumentou desde então.
Nas redes alemãs, a política parece existir de forma invertida: partidos de massa no mundo “offline”, como a União Democrata-Cristã (CDU), da chanceler federal Angela Merkel, são nanicos. Já a AfD, que não participa de nenhum governo estadual e cuja bancada no Parlamento não tem poder para frear iniciativas governamentais, mantém uma influência desproporcional nas redes.
Em 2021, a apenas um mês das eleições federais de setembro e que vão decidir a sucessão de Merkel, a AfD aparece empacada com entre 10% e 11% das intenções de voto – percentual similar ao que o partido conquistou no pleito de 2017.
Mas quem olhar para plataformas como Facebook, Instagram e YouTube pode ter a impressão que o partido é muito maior.
O tamanho da AfD nas redes
Analisando as estatísticas de perfis nas redes sociais de figuras da classe política alemã entre 12 e 15 de agosto, nota-se que Alice Weidel, vice-presidente do partido e colíder da bancada da AfD no Parlamento, é de longe a política alemã com mais interações online.
Mesmo que ela não tenha, de acordo com pesquisas, chance de se tornar a próxima chanceler federal, os vídeos de Weidel foram vistos 4,9 milhões de vezes nesse período de quatro dias. O número de comentários, curtidas e compartilhamentos supera qualquer coisa publicada por outros políticos. Tal engajamento nas redes é precioso no mundo das redes, já que implica que os usuários se identificam tanto com o conteúdo a ponto de disseminá-lo ainda mais.
A AfD tem oficialmente 32 mil filiados na Alemanha. A tradicional CDU tem muito mais: 430 mil, com idade média de 59 anos, a mesma do candidato do partido à chancelaria, Armin Laschet, que espera ser o sucessor de Merkel.
Nas redes sociais, o desempenho de Laschet é pífio em comparação a Weidel, de 42 anos. Seu burocrático slogan de campanha “A proteção inteligente do clima é uma tarefa transversal” só mobilizou alguns poucos usuários, acumulando não mais do que algumas centenas de likes, compartilhamentos e comentários (muitas vezes com tom negativo) no Twitter e Facebook. No período entre 12 e 15 de agosto, os vídeos de Laschet acumularam apenas 320 mil visualizações.
Facebook: a meca da AfD
Em entrevista à DW, Marcus Schmidt, assessor de imprensa do grupo parlamentar da AfD, admite: “Sem o Facebook, não acredito que a AfD pudesse ter se tornado um sucesso tão rapidamente.”
Dados mostram aumento de 21% em conteúdos com discurso de ódio no Facebook
Usar o Facebook como um canal para seus apoiadores permite que a AfD contorne os meios de comunicação tradicionais e espalhe suas mensagens diretamente – mensagens muitas vezes abertamente racistas, nacionalistas e repletas de fake news.
O Facebook continua sendo a plataforma de engajamento mais importante da AfD. Cerca de 84% das interações de Alice Weidel nas redes sociais foram registradas nessa plataforma.
Embora o Partido Verde e especialmente o Partido Liberal-Democrata – chefiado por Christian Lindner, que tem experiência em redes sociais – tenham intensificado seus esforços nas mídias, Weidel ainda aparece bem à frente de todos os seus concorrentes em interações totais.
Mensagens incendiárias
Fundada em 2013, como uma sigla majoritariamente eurocética moderada que contava com vários liberais, a AfD rapidamente se converteu de maneira veloz em um agrupamento ultranacionalista e anti-imigração entre 2014 e 2015. Como resultado, vários fundadores deixaram a sigla, afirmando que o partido havia se tornado um veículo “iliberal”, que se distanciou do seu propósito original.
Hoje, a AfD é um guarda-chuva para diferentes grupos de ultradireita, como ultraconservadores, fundamentalistas cristãos e ultranacionalistas. Muitos membros também são acusados regularmente de nutrir simpatias pelo nazismo.
Postagens bem-sucedidas da AfD nas redes buscam despertar emoções: alimentando o medo em relação aos imigrantes, ao crime e à queda na mobilidade social, enquanto tentam atiçar raiva contra a chanceler federal Merkel e as “elites” do país. Publicações vívidas e provocativas e bordões emocionais são fundamentais para a estratégia de mídia social dos ultradireitistas.
Veja abaixo um vídeo de 2018, quando o governo de Angela Merkel passou a ser atacado, mas também defendido, pela política de imigração.
Política migratória abre crise no governo da Alemanha
Weidel, por exemplo, usou com sucesso recentemente a expressão “república das bananas” ao falar sobre as recentes enchentes devastadoras na Alemanha. “Os que estão no poder deixaram a Alemanha se degenerar em uma república das bananas, na qual os cidadãos não podem ser alertados e protegidos contra desastres”, disse ela.
Várias postagens semelhantes viralizaram com a mesma intensidade.
Notícias falsas e desinformação têm sido parte integrante das campanhas da AfD desde o início. Às vezes, políticos da sigla lançam boatos de que Merkel furou seu período de quarentena (algo que ela não fez), em outras oportunidades, colocam falas na boca de adversários políticos.
Tudo que importava é a atenção. Em outros casos, a AfD mantém relações estreitas com youtubers de extrema direita. Em novembro, deputados do partido foram acusados de autorizar a entrada de algumas figuras dessa cena na internet no prédio do Parlamento, em Berlim. Na ocasião, os youtubers ofenderam e abordaram de maneira agressiva políticos de outras siglas – e tudo foi transmitido.
O chefe da equipe de mídia social do grupo parlamentar da AfD, Mario Hau, nega que a sigla dissemine material falso ou calunioso. “Fazemos tudo isso com base em, por exemplo, dados e pesquisas. Não produzimos notícias falsas.”
O efeito bola de neve de provocações planejadas
A forma como as redes sociais funcionam garante que a AfD receba o máximo de atenção, de acordo com Felix Kartte, conselheiro da Reset Tech, uma organização sem fins lucrativos que defende a regulamentação das mídias sociais.
Emocionais, ousadas, radicais e vigorosas – são essas as postagens que atraem comentários, são compartilhadas e influenciam os algoritmos, explica Kartte.
“As plataformas oferecem aos comentários mais extremos uma vantagem sistêmica porque seus algoritmos e sistemas de recomendação são configurados para privilegiar esse tipo de conteúdo, já que ele é mais envolvente”, diz Kartte. Isso faz com que opiniões controversas ou incendiárias acabem sendo super-representadas nas redes sociais. E os partidos populistas podem usar isso a seu favor, mesmo que tenham pouco apoio dos eleitores nas urnas.
Um documento interno de estratégia do partido AfD para a campanha das eleições gerais de 2017 deixou claro qual é a estratégia do partido. O memorando pedia que os candidatos da sigla e apoiadores fizessem “provocações cuidadosamente planejadas” como meio de gerar manchetes e chamar a atenção dos eleitores. Até mesmo a reação negativa e críticas de adversários às provocações são encaradas como ativos pelo partido.
“Quanto mais eles tentam estigmatizar a AfD por causa de palavras provocativas ou ações, melhor para o perfil da AfD. Ninguém dá à AfD mais credibilidade do que nossos adversários políticos”, apontava o documento.
E a produção de declarações ultrajantes que reverberam não só nas redes sociais como na imprensa tradicional é uma especialidade da AfD.
Em 2017, o atual colíder da bancada da AfD no Parlamento Alexander Gauland disse que os alemães deveriam ter orgulho dos soldados que lutaram nas duas guerras mundiais. Em 2016, ele já havia provocado indignação ao ofender o zagueiro da seleção alemã Jérôme Boateng, que tem origem africana, afirmando que nenhum alemão gostaria de ter “como vizinho” alguém como o jogador.
Imagem de 2014 djogador da Alemanha Jérôme Boateng
Leonhard Foeger/Reuters
Em janeiro de 2017, Björn Höcke, deputado da AfD no parlamento estadual da Turíngia, chamou o Memorial do Holocausto em Berlim de “monumento da vergonha”. Höcke também é autor de um livro que encampa teorias conspiratórias populares na extrema direita, como a chamada “grande troca populacional”, que sustenta que governos europeus, com a cooperação das “elites”, conspiram para trocar a população branca por imigrantes muçulmanos ou africanos.
Juan Carlos Medina Serrano, cientista político da Universidade de Munique que estuda a estratégia de mídia social da AfD há vários anos, afirma que a sigla é adepta de projetar conteúdo polarizador para se tornar viral: “Outros partidos não produzem esse tipo de conteúdo agressivo. Portanto, suas mensagens são menos compartilháveis.”
Moldado para se tornar viral
Medina Serrano vê semelhanças com o caso da AfD e o uso bem-sucedido das mídias sociais pelo ex-presidente americano Donald Trump – mas também uma diferença importante. Enquanto a campanha presidencial de Trump em 2016 usou uma grande quantidade de publicidade paga – a AfD quase não recorre a esse tipo de estratégia. Em vez disso, depende de conteúdo orgânico.
A AfD também usa “uma narrativa de ‘não estamos tendo tempo suficiente na mídia, então nos apoie nas redes sociais'”, explica Medina Serrano. Essa narrativa ajuda o partido a se posicionar como um outsider antiestablishment e incentiva os eleitores em potencial a obter informações diretamente com a AfD.
Os seguidores também são repetidamente instados a compartilhar o conteúdo para aumentar o alcance do partido, prossegue Medina Serrano. Os políticos e funcionários do partido incentivam um “envolvimento constante com sua comunidade”, respondendo constantemente aos comentários dos usuários.
Por outro lado, Serrano também aponta que a AfD é adepta do uso de robôs.
Antes da eleição para o Parlamento Europeu em 2019, checadores da emissora pública alemã ARD identificaram várias contas recém-criadas no Twitter, que mostravam fotos de mulheres jovens que interagiam com outros perfis semelhantes e retuitavam o conteúdo umas das outras. Um exemplo foi o caso de “Beate”, cujo perfil inicialmente pertencia a uma página russa de dicas de beleza e que passou por um processo de metamorfose para se tornar uma ultradireitista. Sua conta conseguiu mil seguidores em um mês – incluindo vários membros do bloco parlamentar da AfD e outros perfis de mulheres jovens com sinais de serem robôs.
O uso de tais contas falsas é difícil de quantificar ou provar, admite Medina Serrano.
Campanha do “Velho Oeste”
As empresas de mídia social têm algumas regras antidiscurso de ódio para suas plataformas, que chegaram a causar alguns problemas para a AfD no passado.
A deputada Beatrix von Storch, uma figura influente do partido, se tornou uma das primeiras a ser sancionadas por leis contra discurso de ódio nas redes sociais em janeiro de 2018, quando sua conta no Twitter chegou a ser bloqueada temporariamente por causa de um tuíte racista.
Recentemente, ela se encontrou com o presidente brasileiro Jair Bolsonaro, outra figura que ganhou projeção nacional graças a uma mistura de declarações ultrajantes e preconceituosas e uma atuação agressiva nas redes sociais – também suspeita de usar ferramentas irregulares de impulsionamento e robôs. Tal como Bolsonaro, Von Storch vem divulgando mensagens contra o que chama de “censura” contra “conservadores” nas redes sociais pelas plataformas.
Mas mesmo o caso da sanção contra Von Storch foi raro na Alemanha.
No mundo “offline”, a Alemanha tem regras e restrições rígidas para a campanha eleitoral, como limitar o tempo que os outdoors da campanha podem ficar nas ruas ou restringir os horários dos anúncios da campanha na TV. Mas não há equivalente na campanha online, que permanece pouco regulamentada.
A campanha de mídia social é “basicamente o Velho Oeste”, destaca Felix Kartte, “E isso beneficia a AfD.”
A AfD também rejeita apelos para selar um compromisso voluntário de todos os partidos para executar uma campanha eleitoral justa e transparente. Em entrevista à DW, o porta-voz do grupo parlamentar da AfD, Marcus Schmidt, classifica as iniciativas com um mero “show” para desacreditar seu partido.
Em vista da crescente importância das mídias sociais, uma aliança civil de associações e iniciativas da Alemanha está pedindo um comprometimento voluntário dos partidos políticos com campanhas eleitorais justas e transparentes na internet. Mensagens políticas pagas teriam que conter um aviso claro. E os comentários de ódio nas postagens devem ser excluídos pelos partidos.
Para Kartte, o espaço desproporcional conquistado pela AfD pelas plataformas de mídia social representa um perigo para a democracia.
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Fonte: G1 Mundo

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Menores de idade terão limite de 3 horas por semana para jogar on-line na China


Norma define que pessoas com menos de 18 anos joguem somente às sextas, sábados e domingos, no total de três horas. Tencent, uma das maiores empresas de games da China, começou a testar recurso de reconhecimento facial para login em jogos em abril
Fredrick Tendong/Unsplash
A China informou nesta segunda-feira (30) que limitará o acesso de menores de 18 anos a videogames on-line a 3 horas por semana para combater a dependência entre os jovens.
O órgão regulador do setor audiovisual, de publicação e de radiodifusão anunciou que os menores de idade anos não poderão jogar pela internet durante a maior parte dos dias da semana. Apenas às sextas, sábados e domingos, no total de três horas.
LEIA MAIS: Empresa chinesa vai usar reconhecimento facial para barrar menores jogando até tarde
As normas já proibiam os menores de jogar on-line entre 22h e as 8h (horário local). Agora, será permitido jogar apenas “entre 8 e 9 da noite”, especifica o texto.
Durante as férias escolares, no entanto, poderão jogar uma hora todos os dias. Um documento de identidade também será exigido para que possam se conectar.
Em princípio, a medida se aplica apenas aos videogames on-line, e não àqueles que não precisam de acesso à internet.
Em agosto, um influente jornal do governo afirmou que os videogames se transformaram em um “ópio mental”. O artigo também citava a gigante do setor Tencent e seu popular jogo “Honor of Kings”, um sucesso na China com mais de 100 milhões de usuários diários ativos.
Diante dessa pressão, a Tencent, que já impunha limitações no tempo de jogo por meio do reconhecimento facial para que menores de 18 anos não jogassem à noite, limitou o acesso aos games a uma hora por dia.
SAIBA MAIS: Reconhecimento facial deve ser banido, diz regulador de privacidade da União Europeia
Por que a Cufa interrompeu o uso de reconhecimento facial após polêmica
Na China, um país de 1,4 bilhão de habitantes, os videogames geraram cerca de US$ 20 bilhões em volume de negócios apenas no primeiro semestre de 2021.
No YouTube, G1 explica o que é NFT:

Fonte: G1 Mundo