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Protesto contra lockdown atrai um único manifestante na Nova Zelândia


Homem atendeu à convocação online de autoria desconhecida, mas foi convencido pela polícia a voltar para casa, em Auckland. Após seis meses sem transmissões locais, número de casos no país chegou a 347 nesta sexta (27); primeira-ministra anunciou extensão de lockdown até dia 31, mas disse que medida já está dando resultados. Pessoas cruzam ruas quase vazias do distrito comercial de Auckland, na Nova Zelândia, na sexta-feira (27)
Michael Craig/NZ Herald via AP
Apenas uma pessoa apareceu para protestar contra o lockdown em Auckland, na Nova Zelândia, nesta sexta-feira (27) após uma convocação online. O homem foi convencido pela polícia a ir para casa e respeitar as regras determinadas pelo governo, após o país registrar seus primeiros casos infecção local de Covid em seis meses.
Segundo o site neozelandês Newshub, a polícia viu a convocação do protesto em um perfil no Instagram, que chamava pessoas a irem até a Queen Street, clamando que “já é mais do que suficiente”.
Os donos do perfil, no entanto, afirmaram que não eram os autores e estavam apenas repassando o texto, sem saber a fonte inicial.
A publicação acusava a primeira-ministra do país, Jacinda Ardern, de “destruir a economia” e “destruir empregos”, apesar de a Nova Zelândia ter tido uma queda de 4 pontos percentuais no índice de desemprego no último quadrimestre e ter se recuperado dos últimos lockdowns com resultados acima das projeções, ainda de acordo com o Newshub.
“A polícia esteve ciente das discussões nas redes sociais sobre um protesto anti-lockdown na Queen Street, em Auckland, esta tarde. A polícia esteve na área e falou com uma pessoa que chegou com a intenção de assistir ao protesto. O indivíduo foi encorajado a cumprir as restrições de alerta nível quatro e optou por ir embora”, diz um comunicado da polícia local.
Lockdown prorrogado
Também nesta sexta-feira, Ardern anunciou a extensão até 31 de agosto do lockdown em todo o país. O objetivo é tentar barrar um novo aumento de casos da variante Delta.
Ardern anunciou que apenas nesta sexta-feira foram registrados 70 novos casos vinculados ao foco inicial de Auckland, elevando a quantidade de contaminações a 347. Segundo a premiê, o lockdown já começa a apresentar os primeiros resultados. “Estamos vendo o começo de uma estagnação dos casos (…) Nosso trabalho é seguir com este duro esforço”, declarou.
A partir da próxima semana, o governo prevê uma leve flexibilização das medidas em todo o país, com exceção da cidade de Auckland e da região vizinha de Northland, que concentram quase todos os casos. Essas localidades deverão permanecer confinadas por ao menos duas semanas a mais.
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Fonte: G1 Mundo

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Dezenas de estudantes sequestrados há três meses são libertados na Nigéria


Homens fortemente armados invadiram um seminário em Tegina, estado do Níger, em 30 de maio, levando 136 alunos. Seis morreram em cativeiro e outros 15 conseguiram escapar em junho, de acordo com a direção da escola; todos os demais foram libertados agora. Mãe reencontra filho, um dos estudantes sequestrados em 30 de maio em uma escola em Tegina, na Nigéria, e libertado três meses depois, em foto de 27 de agosto
Reuters/Stringer
Dezenas de estudantes sequestrados há três meses no noroeste da Nigéria foram libertados por seus captores, informou o diretor da escola afetada nesta quinta-feira (26), acrescentando que nenhum deles permanece em cativeiro.
Homens fortemente armados invadiram um seminário em Tegina, estado do Níger, em 30 de maio, levando 136 alunos. Seis morreram em cativeiro e outros 15 conseguiram escapar em junho, de acordo com a direção da escola.
“Todos os alunos foram libertados. Estamos levando-os para casa”, disse o diretor Abubakar Alhassan à AFP por telefone.
Fati Abdullahi, pai de uma jovem de 18 anos e de um garoto de 15 anos que estavam entre os sequestrados, confirmou que seus filhos estavam em liberdade.
Nigéria: o ‘negócio lucrativo’ de sequestro em massa de crianças em idade escolar
O noroeste e o centro da Nigéria enfrentam um surto de ataques em massa, saques e sequestros. Desde dezembro, os criminosos têm como alvo estudantes, que sequestram para exigir resgate financeiro de suas famílias.
Estudantes sequestrados em 30 de maio em uma escola em Tegina chegam à sede do governo em Minna, na Nigéria, após serem libertados, em 27 de agosto
Reuters/Stringer
No vizinho estado de Kaduna, no noroeste, 15 de 100 estudantes sequestrados foram libertados, após um pagamento coletivo, informaram familiares.
Cerca de mil estudantes foram sequestrados desde dezembro na Nigéria.
A maioria foi libertada após negociações, mas muitos ainda estão em cativeiros.
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Fonte: G1 Mundo

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‘Não queria que nossa história acabasse pelas mãos do Talibã’, diz afegã de grupo de robótica feminino que escapou do Afeganistão


Parte da equipe formada apenas por garotas desembarcou no México nesta semana. As estudantes deixaram casa, família e amigos para trás em busca de um sonho. Garota afegã de grupo de robótica feminino que fugiu do regime Talibã e desembarcou no México em 24 de agosto de 2021
Eduardo Verdugo/AP
A jovem Saghar, de 17 anos, abandonou sua casa, família e amigos no Afeganistão para fugir do Talibã, que voltou ao poder após o fim das duas décadas de ocupação americana.
Ela é uma das cinco garotas da equipe feminina de robótica que deixou o país na semana passada com medo da perseguição do regime extremista.
“Eu não queria que nossa história acabasse pelas mãos do Talibã”, disse Saghar em entrevista à Associated Press. Seu sobrenome foi preservado para proteger a família que segue no Afeganistão.
“Nós queríamos continuar nosso caminho, seguir com nossas conquistas e realizar nossos sonhos”, disse a jovem. “Foi por isso que decidimos deixar o Afeganistão e ir para um lugar seguro.”
Meninas afegãs de grupo de robótica escapam do Talibã e desembarcam no México
Na terça-feira (24), Saghar e mais três companheiras de equipe desembarcaram no México, onde receberam refúgio temporário, após passar por ao menos seis países (veja no vídeo acima).
Outra parte da equipe de robótica segue no Catar, para onde todas fugiram na semana passada em um dos voos de retirada organizados pelo exército americano.
A preocupação das garotas agora é de tentar a ajudar familiares que continuam no país a conseguirem sair em um dos poucos voos que ainda restam até a data limite de 31 de agosto.
Meninas da equipe de robótica do Afeganistão em entrevista coletiva no México em 24 de agosto de 2021
Eduardo Verdugo/AP
“Muitas pessoas estão indo embora, mas ainda existem meninas que têm sonhos, pessoas que têm sonhos, e queremos que os países ao redor do mundo ajudem o Afeganistão”, afirmou a estudante.
Mulheres sob o Talibã
Desde seu retorno ao poder, no dia 15 de agosto, o Talibã tenta convencer a população e a comunidade internacional de que mudou e que o novo governo será menos brutal do que quando comandou o país pela primeira vez, entre 1996 e 2001.
Na época, o Talibã adotava uma visão extremamente rigorosa da lei islâmica (Sharia) e impunha restrições sobretudo às mulheres, que eram impedidas de trabalhar e estudar.
Afeganistão: entenda os riscos para as mulheres sob o regime talibã
As estudantes da equipe de robótica receberam prêmios internacionais e mais recentemente foram destacadas pela revista Forbes após criarem um ventilador mecânico para o tratamento de pacientes com Covid-19.
“A situação fora de nossas casas era de risco real”, disse Saghar. “Especialmente para nossa equipe que tem um perfil, um status, que não é algo que defende o regime talibã.”
Inicialmente, o governo mexicano concedeu uma autorização temporária para as jovens ficarem ao menos seis meses no país.
No entanto, a secretária assistente de Relações Exteriores Martha Delgado afirmou que serão elas – as jovens – que poderão decidir se quiserem ficar por mais tempo.

Fonte: G1 Mundo

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Conselheiros dizem a Joe Biden que um novo ataque em Cabul é provável, segundo mídia dos EUA


Ataque foi executado pelo braço do Estado Islâmico no Afeganistão. Os próximos dias serão os mais perigosos da operação de retirada de pessoas do país, segundo conselheiros do governo dos EUA. Explosões no Aeroporto de Cabul deixa feridos
Os militares dos Estados Unidos que estão em Cabul, estão se preparando para mais ataques do Estado Islâmico no Afeganistão, de acordo com reportagens publicadas na mídia norte-americana.
De acordo com o “Washington Post”, um comandante afirmou que o ataque pode ser por um carro bomba ou um foguete direcionado ao aeroporto.
Corpos de afegãos mortos no atentando no aeroporto de Cabul são colocados no chão em um hospital da capital do Afeganistão em 27 de agosto de 2021, um dia após as explosões que deixaram dezenas de vítimas. Dois homens-bomba e homens armados atacaram uma multidão de afegãos e soldados americanos em um dos portões do aeroporto.
Wali Sabawoon/AP
Segundo a agência Reuters, o presidente Joe Biden foi avisado por conselheiros que os próximos dias serão os mais perigosos da operação de retirada.
Os avisos foram dados em um encontro entre Biden e funcionários dos setores militar e diplomático do governo dos EUA.
Os conselheiros afirmaram que um novo ataque em Cabul é provável, mesmo enquanto os EUA preparam planos para retaliar o Estado Islâmico-Khorasan pelo primeiro ataque.
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Mais de 180 mortos
Uma explosão do lado de fora do aeroporto de Cabul na quinta-feira (26) deixou 13 militares e cerca de 170 afegãos mortos.
Foi o ataque mais mortal para as forças norte-americanas em uma década no Afeganistão.
Um braço do Estado Islâmico no Afeganistã, o Estado Islâmico-Khorasan, o reivindidou a autoria do ataque. Esse grupo é rival do Talibã.
Mochilas e pertences de afegãos estavam do lado de fora do aeroporto de Cabul e esperavam ser evacuados do Afeganistão, um dia após os atentados suicidas de 26 de agosto que mataram dezenas de pessoas, incluindo 13 soldados americanos
Wakil Kohsar/AFP
“Acreditamos que eles querem continuar com esses ataques, e esperamos que isso aconteça”, disse o general Kenneth McKenzie, do comando central dos EUA, na quinta-feira.
De acordo com ele, os militares dos EUA estão compartilhando informações com os talibãs que gerenciam os pontos de passagem do lado de fora do aeroporto. McKenzie afirmou que os EUA vão continuar a “coordenar” com os talibãs.
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Fonte: G1 Mundo

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EUA corrigem informação e afirmam que houve uma única explosão no atentado em Cabul

Forças Armadas disseram nesta sexta-feira que atentado teve uma bomba, e que não houve explosão em hotel perto do aeroporto. Vídeo mostra pessoas correndo enquanto tiros são ouvidos em Cabul
As Forças Armadas dos Estados Unidos afirmaram nesta sexta-feira (27) que o ataque na quinta-feira (26) do lado de fora do aeroporto de Cabul, no Afeganistão, foi feito com uma bomba, e não houve duas explosões, como havia sido dito anteriormente.
O general Hank Taylor afirmou, durante uma entrevista coletiva nesta sexta-feira (27), que não se sabe como a informação de que houve duas explosões foi passada.
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Foi o porta-voz das Forças Armada dos EUA, John Kirby, que havia afirmado em uma rede social que eram duas explosões —a segunda teria acontecido perto de um hotel ou mesmo dentro do estabelecimento.
Nesta sexta-feira, Taylor corrigiu a informação: “Eu posso confirmar que nós não acreditamos que houve uma segunda explosão no hotel ou perto do hotel”, disse ele.
Taylor afirmou que em eventos confusos e dinâmicos como esses, eventualmente, as informações são relatadas com problemas. “Nós achamos que era importante corrigir o dado com vocês aqui”, disse ele.
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As Forças Armadas também disseram pode haver mais ataques como o de quinta-feira. “Ainda acreditamos que há ameaças”, disse à imprensa o porta-voz do Departamento da Defesa americano, John Kirby.
O ataque de quinta-feira foi reivindicado pelo braço afegão do grupo extremista Estado Islâmico. Segundo a mídia dos EUA, 180 pessoas morreram no ataque.
Mais de 100 mil pessoas foram retiradas do Afeganistão por aviões desde o dia 14 de agosto. Taylor disse que outras 5.400 ainda estão no aeroporto, esperando sair do país.
Estados Unidos, que estabeleceram como prazo 31 de agosto para completar a retirada do país depois de 20 anos de guerra, poderão transportar pessoas por via aérea “até o último momento”, afirmou Taylor.
Nas 24 horas anteriores às 03h00 de Washington, 12.500 pessoas foram retiradas do Afeganistão em 89 voos americanos e de seus aliados, disse.
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Fonte: G1 Mundo

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Subsecretário da Economia da Itália renuncia após dizer que um parque deveria receber o nome do irmão de Mussolini


Claudio Durigon, membro do partido de direita Liga, disse no início deste mês que estava comprometido a dar o nome de Arnaldo Mussolini a uma praça na cidade de Latina. Imagem do governante fascista italiano
Reprodução
Um subsecretário da Economia da Itália renunciou depois de causar furor ao dizer que um parque de sua cidade-natal deveria ser rebatizado com o nome do irmão do ditador fascista Benito Mussolini.
Claudio Durigon, membro do partido de direita Liga, disse no início deste mês que sua sigla está comprometida a restaurar o nome original do parque de Latina, uma cidade de cerca de 120 mil habitantes do centro da Itália: Arnaldo Mussolini.
O parque foi rebatizado em 2017 para homenagear Giovanni Falcone e Paolo Borsellino, dois magistrados antimáfia destacados que foram assassinados pela máfia siciliana em 1992. Latina foi fundada em 1932, durante o governo fascista, e é associada a Mussolini.
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“Esta é nossa história, que alguém quis cancelar mudando o nome daquele parque. Ele precisa voltar a ser o parque Mussolini”, disse Durigon a apoiadores em uma manifestação falando ao lado do líder da Liga, Matteo Salvini.
Seus comentários provocaram uma reação política negativa. Partidos de centro-esquerda do governo de união, que inclui a Liga, disseram que apresentariam uma moção de desconfiança ao Parlamento a menos que o subsecretário renunciasse.
Sem ver sinais de que a polêmica arrefeceria, Durigon renunciou na noite de quinta-feira, reconhecendo que cometeu um erro e pedindo desculpas às famílias de vítimas da máfia.
“Não sou, e nunca fui, um fascista”, disse ele em um comunicado.
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Fonte: G1 Mundo

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Análise: Retomada rápida do Talibã e ataques do Estado Islâmico mostram que história no Afeganistão não é bem como EUA e aliados contavam

Casa Branca passou quase 20 anos enviando a mensagem de que guerra estava sendo ganha e que grupos terroristas estavam enfraquecidos, mas retirada catastrófica de tropas mostra que realidade não era bem essa. História no Afeganistão não é bem como EUA e aliados contavam
Durante os governos de três presidentes – Bush, Obama e Trump – os norte-americanos receberam a mesma mensagem da Casa Branca: os Estados Unidos e seus aliados estão vencendo a guerra no Afeganistão, o Talibã e grupos terroristas estão enfraquecidos e não são mais uma ameaça.
Por isso, ninguém entendeu como, ainda com as tropas ocidentais no país, o Talibã voltou a controlá-lo.
E agora surge ainda outra ameaça. Só se fala no Isis-K, o braço afegão do grupo terrorista Estado Islâmico, que teria mais de 3 mil combatentes espalhados pelo país e que assumiu a responsabilidade pelo ataque que matou dezenas, entre civis afegãos e militares norte-americanos no aeroporto de Cabul na quinta-feira (26).
Mas, aos poucos, fica claro que ao longo dos últimos 20 anos, o que era dito oficialmente sobre o desempenho dos EUA e seus aliados não condizia com a realidade dos soldados nos campos de batalha.
Um livro recém-lançado por um renomado jornalista do jornal “Washington Post” traz documentos ultrassecretos do Pentágono, que reforçam como informações importantes eram ocultadas.
Uma delas é que o então vice-presidente Dick Chenney quase foi atingido, e poderia ter sido morto, por um homem-bomba durante a visita que fez ao Afeganistão em 2007.
Agora, a retirada catastrófica das tropas ocidentais mostra que, com exceção da morte de Osama bin Laden (uma missão que foi bem-sucedida), a guerra estava perdida há anos e a história que foi contada ao mundo ocidental desde 2001 parece ter sido uma grande fake news.
Vídeos: Explosões no aeroporto de Cabul

Fonte: G1 Mundo

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Com mais de 100 mil hospitalizações por Covid, EUA registram nível mais alto de internações em 8 meses


As hospitalizações de Covid-19 mais que dobraram no último mês. A alta de casos de Covid-19 é impulsionada pela variante delta Pandemia – Paciente com Covid na Califórnia, nos EUA
ARIANA DREHSLER / AFP
O número de pacientes de Covid-19 nos hospitais dos Estados Unidos passou de 100 mil na quinta-feira (26), o patamar mais alto em oito meses, de acordo com o Departamento de Saúde, conforme uma ressurgência de casos de Covid-19 impulsionada pela variante delta, que é altamente contagiosa.
As hospitalizações de Covid-19 mais que dobraram no último mês. Ao longo da semana passada, mais de 500 pessoas com Covid foram internadas a cada hora em média, de acordo com dados do Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA (CDC).
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Os EUA atingiram seu pico histórico de hospitalizações no dia 6 de janeiro, quando havia 132.051 pacientes de coronavírus em leitos hospitalares, segundo uma contagem da Reuters.
No início de 2021, quando a campanha de vacinação se expandiu rapidamente, as hospitalizações caíram, atingindo o nível mais baixo no ano em 28 de junho, com 13.843.
Mas as internações de Covid-19 aumentaram repentinamente em julho, quando a variante delta se tornou a linhagem predominante. O sul norte-americano é o epicentro do surto mais recente, mas as hospitalizações aumentam nacionalmente.
Flórida bate recordes diários de novos casos de Covid e tem hospitais lotados
A Flórida tem o maior número de pacientes de coronavírus hospitalizados, seguida por Texas e Califórnia, de acordo com dados do Departamento de Saúde. Mais de 95% dos leitos de unidades de tratamento intensivo do Alabama, da Flórida e da Geórgia estão ocupados no momento.
A variante delta, que se dissemina rapidamente sobretudo entre a população não-vacinada, também envia um número recorde de crianças aos hospitais: atualmente há mais duas mil hospitalizações pediátricas de Covid-19 confirmadas e suspeitas, segundo o Departamento de Saúde.
Califórnia, Flórida e Texas respondem por cerca de 32% do total de hospitalizações pediátricas de Covid-19 confirmadas e suspeitas no país.
No momento, as crianças representam cerca de 2,3% das hospitalizações nacionais de Covid-19 –as de menos de 12 anos não estão liberadas para receberem vacinas.
O país torce por uma autorização de vacinas para crianças mais novas até o outono com o imunizante da Pfizer.
O doutor Anthony Fauci, o maior especialista em doenças infecciosas dos EUA, disse nesta semana que a nação pode controlar a Covid-19 até o início do ano que vem se a vacinação acelerar.
Os EUA deram ao menos uma dose de vacina a cerca de 61% de sua população, de acordo com o CDC.
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Nos EUA, ninho de vespas assassinas é encontrado e eliminado; veja vídeo

Vespas Assassinas têm como alvo abelhas e não atacam humanos se não forem incomodadas. Insetos foram encontrados pela primeira vez no país no final de 2019, em Washington. VÍDEO: Ninho de vespas gigantes asiáticas é destruído no estado de Washington
O estado de Washington, nos Estados Unidos, conseguiu acabar com o primeiro ninho de vespas assassinas neste ano com o uso de um aspirador, informou a agência de agricultura local na quinta-feira (26).
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As vespas assassinas podem chegar a 5 centímetros. Elas são chamadas dessa forma porque quando atacam abelhas e vespas de outras espécies matam toda a população.
Como as vespas assassinas matam consomem tudo o que tem nas colmeias, elas prejudicam a polinização.
Essa espécie de vespa não é nativa da América do Norte, mas, sim, da Ásia.
Foi justamente no estado de Washington que se identificou sua presença inicialmente.
O ninho de vespas que foi erradicado estava na base de uma árvore podre. Os insetos tentaram atacar os trabalhadores que ficaram responsáveis por acabar com o foco. A roupa protetora impediu que eles fossem picados.
Veja abaixo um vídeo sobre as primeiras vespas dessa espécie encontradas nos EUA.
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Fonte: G1 Mundo

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Alberto Fernández, da Argentina, é indiciado por ter participado de festa de aniversário quando havia restrições


Em julho do ano passado, presidente da Argentina participou de um evento para comemorar o aniversário da primeira-dama. Na época, aglomerações estavam proibidas. Imagem de comemoração na residência oficial do presidente da Argentina em que Alberto Fernández aparece
Reprodução/Twitter
O presidente Alberto Fernández, da Argentina, foi indiciado na quinta-feira (26) por ter quebrado as regras da quarentena que o seu próprio governo havia imposto.
Em julho do ano passado, Fernández participou de uma festa da sua mulher, Fabiola Yanez, na residência presidencial, quando havia restrições a aglomerações.
Imagem de Alberto Fernández, da Argentina, em fevereiro de 2021
Marco Ugarte/AP
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Recentemente, fotos da festa vazaram. A oposição chegou a pedir impeachment de Fernández por ter participado de um evento que, na época, era proibido. No entanto, como os governistas dominam o Legislativo na Argentina, o caso não tem muita chance de progredir.
Na quinta-feira, Fernández participou de uma audiência no caso e ofereceu pagar uma multa. Ele propôs doar metade de seu salário de quatro meses ao Instituto Malbrán, de pesquisas e laboratórios.
Além de Fernández, também foram indiciadas a primeira-dama e cinco outras pessoas que participaram da festa.
O promotor do caso, Ramiro González, fez com que todos os que participaram da comemoração fossem notificados de que são investigados por um possível delito. Fernández, que é advogado, afirma que não houve delito no caso —ele apresentou-se na Justiça sem um representante.
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