Categorias
MUNDO

Paralimpíadas: o médico judeu que fugiu do nazismo e está por trás da origem do evento


Ludwig Guttman cuidava de ex-soldados feridos na guerra em hospital inglês quando notou efeito positivo da prática de esportes sobre eles. Guttmann comandou a divisão de tratamento de lesões de coluna em hospital britânico
BBC
Um médico judeu que escapou da Alemanha nazista está na origem da Paralimpíada, evento que começa em 24 de agosto em Tóquio, no Japão.
Ludwig Guttmann ajudou a fundar e comandou a divisão de tratamento de lesões de coluna no hospital de Stoke Mandeville, na Grã-Bretanha.
Lá, muitos dos pacientes eram ex-combatentes de guerra e Ludwig usou o esporte para mudar suas vidas.
“Nós começamos com ex-soldados, ainda durante a guerra, primeiro com jogos simples, como dardo, sinuca e uma espécie de boliche”, disse o alemão naturalizado britânico em imagens de arquivo da BBC. Ele morreu em 1980.
“Aí vi como aqueles homens reagiam, não apenas fisicamente, mas psicologicamente.”
Guttmann promoveu as primeiras competições públicas para pessoas com deficiência na abertura dos Jogos Olímpicos de Londres de 1948.
Nos anos 1960, essas práticas foram incorporadas aos Jogos Olímpicos. Nasciam, assim, as Paralimpíadas.
‘Rígido’ e carinhoso
O tenista de mesa Philip Lewis, que participou das Paralimpíadas de 1962, disse à BBC que Ludwig era “um tanto rígido com sua equipe e com os atletas”.
“Mas por trás de tudo havia aquele enorme carinho. Ele fazia você perceber que ele queria o melhor e que você tinha que encontrar um caminho.”
Uma das maiores atletas paralímpicas britânicas, Grey Thompson afirmou, em entrevista à BBC, que pessoas com deficiência têm uma dívida com o médico.
“Ele acreditava que nós deveríamos viver uma vida normal. E foi persistente num tempo em que as pessoas provavelmente imaginavam que ele fosse um tanto louco por acreditar que portadores de deficiência poderiam ser ativos.”
Vídeos: Os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias
Initial plugin text

Fonte: G1 Mundo

Categorias
MUNDO

Polícia responde a tiroteio perto de Toronto, no Canadá


Shopping ficou fechado durante ação policial. Não há informação sobre mortos ou feridos. Mapa identifica local de tiroteio no Canadá em 13 de agosto de 2021
G1 Mundo
A policia de Toronto, maior cidade do Canadá, informou nesta sexta-feira (13) que respondeu a um tiroteio em um shopping em Etobicoke, na região metropolitana. O local foi fechado — ou seja, foi colocada uma ordem para que ninguém entrasse ou saísse do estabelecimento.
Segundo a corporação, as autoridades canadenses ainda investigam o que aconteceu no local. Até a última atualização deste texto, não havia informação sobre feridos, nem sobre presos ou motivações para o possível crime.
Reportagem em atualização

Fonte: G1 Mundo

Categorias
MUNDO

Mulher usa mira a laser de arma para brincar com gato e acerta tiro em amigo nos EUA


Jovem de 19 anos, que não teve sua identidade divulgada, foi acusada de uso negligente de uma arma, que ela diz ter achado que estava descarregada. Homem baleado irá enfrentar acusações por violar as condições de uma condicional, que o impediam de portar pistola. Policiais são vistos em frente ao local onde mulher disparou acidentalmente em amigo após usar arma para brincar com gato, em Kenosha, nos EUA
Terry Flores/The Kenosha News via AP
Uma mulher baleou acidentalmente um amigo ao usar a mira a laser de uma pistola para brincar com um gato em Wisconsin, na quinta-feira (12), segundo autoridades locais.
A jovem de 19 anos, que não teve sua identidade divulgada, foi acusada de uso negligente de uma arma. Ela estava visitando um apartamento na cidade de Kenosha quando seu amigo, de 21 anos, chegou ao local com a pistola.
A mulher, que segundo uma testemunha tinha bebido, pegou a arma, “ligou a mira e apontou o laser para o chão para que o gato perseguisse o ponto de luz”. Foi então que a pistola disparou, segundo o boletim de ocorrência.
O homem, que estava parado na porta, foi baleado na coxa. Ele saiu e foi até o apartamento vizinho, onde foi encontrado por policiais que atenderam a um chamado, segundo o jornal “Kenosha News”.
Ele foi levado a um hospital e não há informações sobre seu estado, mas as autoridades dizem que ele irá enfrentar acusações por violar as condições de uma condicional, que o impediam de portar uma arma.
A autora do tiro disse à polícia que pensou que a arma estava descarregada e que ela disparou “acidentalmente”, ainda de acordo com o boletim de ocorrência.
Vídeos: Os mais assistidos do G1 nos últimos 7 dias

Fonte: G1 Mundo

Categorias
MUNDO

Argentina: oposição pede impeachment de Alberto Fernández por ter comemorado o aniversário da esposa com uma festa com menos de 12 pessoas


O líder é acusado de ter violado as regras de quarentena do país ao realizar uma pequena festa em sua residência. Fotos da festa ocorrida na moradia presidencial vieram a público. Imagem de Alberto Fernández, da Argentina, em 6 de agosto de 2021
Gabriel Bouys/Reuters
Um grupo de parlamentares de oposição da Argentina apresentará nesta sexta-feira (13) um pedido de impeachment contra o presidente Alberto Fernández por causa do “desempenho ruim na administração da pandemia de Covid-19”, disseram os parlamentares.
O pedido é essencialmente simbólico, e vem em um momento de tensões políticas crescentes antes das eleições parlamentares marcadas para 14 de novembro — até patrocinadores da medida admitiram que não têm votos para aprová-la.
Entre outras coisas, eles acusam o líder peronista de ter violado as regras de quarentena do país ao realizar uma pequena festa em sua residência. O escândalo estourou quando fotos de uma festa ocorrida na moradia presidencial vieram a público.
A reunião de menos de uma dúzia de pessoas teria sido uma comemoração do aniversário da primeira-dama Fabiola Yañez, em julho do ano passado. Um decreto governamental impedia tais reuniões à época.
Presidente argentino, Alberto Fernández, anuncia quarentena rigorosa de nove dias
Um projeto de lei a ser apresentado por membros do partido Juntos pela Mudança ainda nesta sexta-feira pede o impeachment de Fernández “por violação de medidas adotadas pelas autoridades para evitar a disseminação de uma epidemia”.
O país de 45 milhões de habitantes acumula 108.500 mortes relacionadas à Covid-19, de acordo com dados oficiais.
Também nesta sexta-feira, o chefe de gabinete do presidente, Santiago Cafiero, reconheceu que a reunião foi “um erro”.
Veja os vídeos mais assistidos do G1

Fonte: G1 Mundo

Categorias
MUNDO

Há 60 anos era erguido o Muro de Berlim, símbolo da Guerra Fria


Após a 2ª Guerra, a atual capital alemã fora dividida politicamente, mas a circulação era livre. Até que, em 13 de agosto de 1961, uma construção literalmente cimentou a divisão entre o mundo comunista e o capitalista. Muro de Berlim
Sem Fronteiras
“Portão de Brandemburgo fechado”. Com essa manchete, nas primeiras horas de 13 de agosto de 1961 a agência de notícias Associated Press (AP) anunciava um acontecimento decisivo para a história mundial: a construção do Muro de Berlim.
Nesse dia foi bloqueada a marca registrada da metrópole alemã, situada diretamente na junção entre o Leste e o Oeste. Simultaneamente, soldados do Exército Nacional do Povo (NVA) e tropas de operários da comunista República Democrata Alemã (RDA) obstruíam todos os demais caminhos para Berlim Ocidental, de início com arame farpado.
ESPECIAL: Marcas do Muro de Berlim
A operação “Salvaguarda das Fronteiras”, comandada pelo futuro chefe de Estado alemão-oriental Erich Honecker, era o último passo para literalmente cimentar a divisão de Berlim. Pois em breve se começaria a erguer um quase intransponível muro de pedra e concreto, de 3,60 metros de altura.
Desse modo, selava-se a última e maior brecha por onde, desde a divisão estatal da Alemanha, em 1949, escapara grande parte dos cerca de 2,6 milhões de refugiados da RDA – na esperança de uma vida melhor, dos pontos de vista material, cultural e político, na República Federal da Alemanha (RFA), no oeste.
Queda do Muro de Berlim completou 30 anos em 2019, relembre
Símbolo concreto da Guerra Fria
O êxodo em massa empurrara o Estado alemão-oriental cada vez mais à beira da ruína econômica. Faltavam urgentemente sobretudo operários especializados e médicos. Para evitar a continuação da sangria demográfica e, desse modo, colocar uma tranca diante da RDA, os dirigentes em Berlim Oriental só viam uma saída: o Muro.
Na propaganda oficial, contudo, o fechamento da fronteira é justificado de modo bem diferente: “A manutenção da paz exige exige que se dê um fim às atividades dos revanchistas alemães-ocidentais.” Essa retórica agressiva era típica de uma época em que a superpotência comunista União Soviética (URSS) e seu rival capitalista Estados Unidos travavam um duelo implacável pelo modelo social supostamente melhor.
Muro de Berlim
Sem Fronteiras
Na disputa, a RDA estava do lado e sob a influência da URSS, enquanto a RFA integrava a facção dos EUA. O perigo de uma terceira guerra mundial, desta vez atômica, era muito real. Ambos os lados expandiam constantemente seus arsenais militares. Fala-se de um “equilíbrio do terror”. Essa era, que só terminaria com a queda do Muro de Berlim, em 1989, entraria para a história como Guerra Fria.
Os quatro setores do pós-guerra
Em todas essas décadas, a Berlim dividida foi foco da disputa dos sistemas. Símbolo político da dominação dos nacional-socialistas, de 1933 a 1945, ela fora seccionada em quatro setores pelas potências vencedoras da Segunda Guerra Mundial.
Na parte leste, os soviéticos é que mandavam; no oeste, os americanos, britânicos e franceses. Todas as tentativas dos comunistas de colocarem a metrópole inteiramente sob seu controle fracassaram diante da resistência dos Aliados ocidentais.
O então presidente americano John F. Kennedy definiu Berlim Ocidental democrática como uma “ilha de liberdade no mar comunista”. No entanto, foi forçado a aceitar a construção do Muro, da mesma forma que os diretamente atingidos: os mais de 3 milhões de residentes de ambos os lados da “muralha anti-imperialista”, como o regime da RDA denominava a proteção de fronteira de cerca de 155 quilômetros de extensão.
Presidente dos EUA à época, John Kennedy observa o lado oriental de Berlim por cima do muro, de uma plataforma, em foto de junho de 1963
AP/Arquivo
Nos 28 anos de sua existência, mais de 140 cidadãos morreram por causa do Muro de Berlim. Hoje, para recordar esses destinos há o memorial central da rua Bernauer Strasse, onde ainda se manteve um trecho de mais de 200 metros do Muro. Curiosos de todo mundo vão até lá para ter uma ideia do que significou a divisão da atual capital alemã.
O homem que cavou um túnel para os outros
Testemunhas da época relatam suas experiências, entre as quais histórias mirabolantes. Como a de Joachim Rudolph, que, após conseguir escapar, cavou um túnel de 140 metros do Oeste para o Leste, a fim de abrir para outros o caminho da liberdade.
Passados 60 anos da construção do Muro, o ex-cúmplice de evasão é um homem extremamente solicitado. Numa roda de debates da fundação federal para avaliação da ditadura comunista da RDA (Bundesstiftung Aufarbeitung), ele conta sobre uma vivência decisiva, quando inspecionava a área com um amigo, pouco após o bloqueio da fronteira.
“Nós vimos uma cerca de arame farpado atravessada sobre a Bernauer Strasse. Na frente, estavam cinco ou seis soldados de fronteira, de kalashnikov pendurada no pescoço e capacete de aço na cabeça.” De repente, os amigos ouviram os brados: “O que é que estão pensando, não sabem ler? Aqui é zona de fronteira! Proibido entrar!”
Nesse momento, Rudolph sentiu que a situação era séria, pois os soldados não deixaram a menor dúvida: se ele e o amigo não dessem meio volta imediatamente, eles iam fazer uso das armas.
O Muro e os muros para os jovens
Testemunhas da época e locais autênticos como a Bernauer Strasse são um ponto de atração em especial para os jovens interessados na história do Muro de Berlim. Lennart Siebels, de 26 anos, cresceu nos limites de Berlim, onde hoje corre o Mauerweg, a “trilha do Muro”.
“Morando tão perto do bosque, com essa trilha e essa faixa de areia do lado, naturalmente você se pergunta, desde cedo: ‘Por que ela está aí?’ Acho que assim o interesse nasceu muito mais cedo do que se eu morasse na cidade.”
A relação é bem diferente para Lena Quincke, de 22 anos, nascida no Camarões, filha de pai alemão, e crescida na Etiópia. Apesar de só ter vindo para a Alemanha em 2017, estudava na África numa escola alemã, e o Muro de Berlim fazia parte do currículo.
Desde que está no país, contudo, conseguiu ter uma noção melhor de como er a da Berlim antes dividida tornou-se muito mais diferenciada: “Quando se vê estes restos de construção e sabe que antes aqui havia um muro, e que a gente não podia simplesmente passar, isso desencadeia muitos sentimentos.” E questões, como “com que parte da Alemanha você se associa”.
Apesar de suas biografias tão diversas, ambos partilham uma característica típica de sua geração: ao escutar a palavra “muro”, não pensam imediatamente no que cortou Berlim de 1961 a 1989, mas naquele planejado pelo ex-presidente americano Donald Trump, entre os EUA e o México. O de Berlim, afinal, “eu nem vivenciei”, explica Siebels.
Quincke vê paralelos entre os velhos e os novos muros. Sobretudo os perigos são iguais: onde está um, há sempre alguma brecha, os seres humanos sempre encontram um jeito de ultrapassar, “e isso termina para muitos de modo muito sangrento ou perigoso”.
Como exemplo, ela cita a divisão entre Israel e os territórios palestinos, especificamente o muro de Jerusalém. Lá se vê o impacto sobretudo sobre a população civil. Não importa de que muro se fale, a reação de Quincke é de repulsa: “Com certeza, para mim é sempre uma ‘bandeira vermelha’.”

Fonte: G1 Mundo

Categorias
MUNDO

Enchentes na Turquia deixam 31 mortos e obrigam 1,7 mil a deixarem suas casas


A Turquia enfrenta, ao mesmo tempo, enchentes no norte e incêndios florestais no sul do país. Equipes de resgate atuam em meio a enchente no norte da Turquia em 13 de agosto de 2021
Onder Godez/Governo da Turquia
Ao menos 31 pessoas morreram nas enchentes que atingem o norte da Turquia, informaram as autoridades do país nesta sexta-feira (13). A força da água destruiu casas, derrubou pontes e arrastou carros na região do Mar Negro.
Cerca de 1.700 pessoas precisaram deixar suas casas em áreas consideradas de risco. Mais de 300 vilas locais continuam sem energia elétrica e algumas estradas seguem intransitáveis por conta da água e de deslizamentos.
LEIA TAMBÉM
Mulher vestida de sereia é fotografada em meio a enchente na Escócia
Grécia e Turquia enfrentam situação crítica pelos incêndios
VÍDEO: Cachorro ‘ajuda’ dona a empurrar carro em enchente
Alagamentos são comuns na região durante o verão do hemisfério norte, mas o ministro do Interior turco disse que essa foi a pior enchente já registrada. O presidente Recep Tayyip Erdogan visitou a região mais afetada.
“A tristeza de vocês é a de todos nós. O Estado está com vocês com todos os meios disponíveis”, disse Erdogan.
Vídeo: Imagens feitas com drone mostram resgate de mulher isolada em enchente na Turquia
Enchentes e incêndios ao mesmo tempo
Ao mesmo tempo, o sul do país enfrenta uma seca e incêndios que já queimaram milhares de quilômetros quadrados de florestas.
Vários turistas e moradores foram evacuados das áreas afetadas. Na ilha grega de Eubeia, alguns monges foram retirados à força, após se negarem a abandonar seus mosteiros.
Na turística Gytheio, no sul do Peleponeso, 5.000 pessoas foram obrigadas a deixar suas casas e ir para uma cidade vizinha.
Lideranças políticas e associações pediram ao governo turco que tome medidas radicais para reduzir as emissões de gases causadores do efeito estufa, já que atribuem estes desastres à mudança climática.
A Turquia não ratificou o Acordo de Paris sobre o Clima de 2015, que estabeleceu metas a serem atingidas para se conter o aquecimento global.

Fonte: G1 Mundo

Categorias
MUNDO

Plano de Biden reduz número de crianças com fome nos EUA, segundo estudo


O plano de resgate de US$ 1,9 trilhão foi aprovado pelo Congresso em 10 de março e assinado no dia seguinte pelo presidente. O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, durante pronunciamento na Casa Branca, na terça-feira (3)
Win McNamee/Getty Images/AFP
O plano de atendimento emergencial às famílias promovido pelo governo Joe Biden, em vigor desde março, está produzindo uma redução no número de crianças em situação de insuficiência alimentar, segundo estudo publicado esta semana pelo Escritório de Estatísticas dos Estados Unidos.
O plano de resgate de US$ 1,9 trilhão foi aprovado pelo Congresso em 10 de março e assinado no dia seguinte pelo presidente dos EUA.
Alta dos preços ao consumidor nos EUA desacelera em julho; inflação permanece alta
A pandemia de covid-19 lançou luz sobre as desigualdades nos Estados Unidos, onde não há rede de segurança social e onde a taxa de poupança é baixa ou mesmo inexistente para as famílias mais modestas, bem como para os pobres e as minorias hispânicas.
“Uma queda no número de famílias com crianças relatando escassez de alimentos e dificuldade em pagar as despesas domésticas pode estar relacionada às transferências de crédito para crianças emitidas no mês passado”, observa uma pesquisa que mede “o pulso das famílias americanas” (em inglês, House Pulse Survey).
EUA aprovam dose de reforço da vacina contra Covid para pessoas com comprometimento do sistema imunológico
Quando chegou à Casa Branca, o presidente Biden lamentou “o escândalo” de tanta gente passar fome na maior potência econômica do mundo.
Para fazer frente a essa situação, uma das medidas emblemáticas do plano é a ampliação dos créditos tributários para o cuidado dos filhos, dos quais antes estavam excluídos os domicílios mais modestos.
“Uma em cada sete famílias nos Estados Unidos, e mais de uma em cada cinco famílias negras e latinas, relatam que não têm o suficiente para comer”, enfatizou ele em fevereiro, enquanto defendia seu plano de resgate. “Isso inclui quase 30 milhões de adultos e 12 milhões de crianças”.
O serviço de impostos (IRS) começou a emitir um crédito fiscal mensal antecipado para as crianças em meados de julho, lembra o Escritório de Estatísticas.
Senado dos EUA aprova projeto de infraestrutura de US$1 trilhão
“Aproximadamente 35 milhões de famílias receberam o primeiro pagamento mensal de até US $ 300 para cada criança de 5 anos ou menos e até US $ 250 para cada criança de 6 a 17 anos”, aponta.
Acrescenta que os agregados familiares com crianças que reportaram insuficiência alimentar registaram um decréscimo de 3 pontos percentuais entre as pesquisas realizadas antes e depois destes pagamentos.
“Adultos em lares sem filhos não tiveram mudança na insuficiência alimentar durante o mesmo período”, observa.
Muitas pessoas que participaram da pesquisa indicaram que os cheques recebidos lhes permitiam assumir uma infinidade de pagamentos. No entanto, quase metade, 47%, declarou que seus gastos se concentravam na alimentação.
Além disso, 17% dos domicílios com pelo menos um filho menor de 5 anos dedicam o auxílio à creche. Os pagamentos continuarão mensalmente até dezembro.

Fonte: G1 Mundo

Categorias
MUNDO

VÍDEO: Carro é ‘engolido’ em garagem dos EUA


Buraco se formou em frente a uma casa na Flórida. Autoridades do estado americano estudam o que pode ter causado o incidente. Ninguém ficou ferido. VÍDEO: Carro é ‘engolido’ em garagem dos EUA
Um carro foi “engolido” enquanto estava estacionado na garagem de uma casa nos Estados Unidos nesta sexta-feira (13).
Imagens feitas por uma equipe de televisão mostram o incidente registrado no município de Palm Harbor, na Flórida, que fica a 37km da cidade de Tampa.
Carro afunda em segundos em estacionamento na Índia após chuvas; assista
VÍDEO: Homem arremessa martelo contra carro em briga de trânsito nos EUA
Carro afunda em buraco na garagem de casa nos EUA
Reprodução
O automóvel do tipo sedan ficou com toda a sua parte dianteira afundada no buraco que se abriu durante a madrugada. Outro carro, um SUV estacionado ao lado, também corre risco de afundar.
As autoridades americanas ainda estudam o que pode ter causado o incidente, mas informaram que ninguém ficou ferido.
Veículos afundam em garagem da Flórida nos EUA
Reprodução
Esse tipo de fenômeno é bastante comum na Flórida. Isso porque o solo da região é formado por rochas calcárias que podem se dissolver com a acidez dos lençóis freáticos.

Fonte: G1 Mundo

Categorias
MUNDO

China afirma que controlou o surto da variante delta do coronavírus


No começo da semana, a China anunciou que registrou o maior número de novos casos diários em sete meses. O governo impôs medidas de restrição e afirma que controlou Chineses fazem fila para testes de Covid-19 em em Nanjing, na província de Jiangsu, no leste da China, em 28 de julho de 2021
Li Bo/Xinhua via AP
As autoridades de saúde da China afirmaram, nesta sexta-feira (13), que controlaram o surto recente de Covid —no começo desta semana, houve o maior número diário de casos em sete meses no país: na terça-feira, foram 108.
Houve vários focos de infecções causadas pela variante delta em 48 cidades em 18 províncias do país. No total, 1.282 pessoas foram infectadas.
LEIA TAMBÉM
Variante delta avança e ameaça ‘tolerância zero’ a Covid na China
China registra maior número de casos diários de Covid desde janeiro
O governo então decretou medidas rígidas para conter o vírus, e isso interrompeu as novas infecções na maioria das cidades onde houve contágio: “Dessas 48 cidades, 36 não registraram novos casos nos últimos cinco dias”, afirmou à imprensa He Qinghua, um representante do Centro para o Controle e Prevenção de Doenças da China.
“Nessas circunstâncias, o risco de um surto a nível nacional é geralmente controlável e há relativamente pouco risco de que ocorra um surto em grande escala”, disse o responsável.
Nesta sexta-feira foram 99 novos casos de coronavírus, 47 deles por transmissões locais.
Vacinação na China
A mídia estatal descreveu o foco da variante delta como o mais grave desde que o vírus surgiu pela primeira vez na cidade de Wuhan.
Mais da metade da população da China (777 milhões de pessoas) já recebeu o esquema de imunização completo até o momento, com mais de 1,83 bilhão de doses administradas em todo o país, anunciou um porta-voz da Comissão Nacional da Saúde nesta sexta-feira.
Infecção por variantes de outros países
O último foco surgiu em meados de julho na cidade oriental de Nanjing, depois que nove pessoas do serviço de limpeza de aeroporto também se contagiaram.
Desde então, dezenas de funcionários públicos foram sancionados pela má gestão do surto, enquanto o governo chinês se esforça para frear a propagação da covid-19.
“Segundo os resultados do sequenciamento genético, as fontes de infecção vêm do exterior”, destacou He.
A China também reforçou os controles anticovid nos voos internacionais e transporte de carga como resposta ao último surto da doença.
Um terminal do porto de Ningbo-Zhoushan, o terceiro maior do mundo por volume de carga, suspendeu as operações na quarta-feira depois que um trabalhador apresentou um teste positivo.
Veja os vídeos mais assistidos do G1

Fonte: G1 Mundo

Categorias
MUNDO

San Francisco, nos EUA, impõe duras restrições a não vacinados


Pessoas que não estiverem totalmente imunizadas não poderão comer em ambientes fechados e frequentar bares, baladas, academias, cinemas, teatros e shows na cidade californiana. Juan Avellan (ao centro) e outras pessoas treinam de máscara em academia, em 24 de novembro de 2020, durante a pandemia do novo coronavírus em San Francisco, no estado da Califórnia, nos Estados Unidos
Jeff Chiu/AP
A cidade de San Francisco, no estado da Califórnia, anunciou na quinta-feira (13) a imposição de algumas das mais duras restrições a pessoas que não estão vacinadas contra a Covid-19 nos Estados Unidos.
Quem não tiver tomado as duas doses dos imunizantes (ou uma da vacina da Janssen, que é dose única) será impedido de comer em ambientes fechados e frequentar bares, baladas, academias, cinemas, teatros, shows e outros eventos que não forem realizados ao ar livre.
A nova regra, que entra em vigor na próxima sexta-feira (20), se aplica inclusive a pessoas que tiverem feito um teste negativo de Covid-19.
VEJA TAMBÉM:
Por que a vacinação contra a Covid está ficando mais lenta nos EUA?
Empresas e governos estaduais adotam políticas para aumentar a vacinação no país
‘Pandemia dos não-vacinados’: como os EUA podem estar perdendo de novo controle sobre a Covid-19
Ela é ainda mais rigorosa que a anunciada por Nova York, que vai passar a exigir um comprovante de vacinação a partir de segunda-feira (16), porque os nova-iorquinos terão direito ao “passe livre” com a primeira dose de qualquer imunizante.
Nova York também está pagando US$ 100 (cerca de R$ 500) para quem se vacinar contra a Covid-19 (veja no vídeo abaixo).
Prefeitura de Nova York começou a pagar US$ 100 para quem se vacinar
A prefeita de San Francisco, London Breed, afirmou que a medida “é um passo importante”. “Todos temos que fazer a nossa parte. Precisamos ser vacinados”.
As exigências das prefeituras surgem em meio a um aumento de casos e mortes por Covid-19 no país, devido ao avanço da variante delta, e a uma série de medidas semelhantes sendo adotadas por várias empresas e para funcionários públicos.
Medidas similares têm sido adotadas em outros lugares do mundo também, como na França, e gerado protestos.
Mitchell Bryant (de costas) e Darla Scott comem dentro do Buena Vista Cafe, em 12 de novembro de 2020, durante a pandemia do novo coronavírus em San Francisco, no estado da Califórnia, nos Estados Unidos
Jeff Chiu/AP

Fonte: G1 Mundo