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Com Covid em alta, Japão vai estender estado de emergência a outras partes do país


Tóquio, sede das Olimpíadas, já está em emergência. Rua de lojas em Tóquio, no Japão, nesta sexta-feira (30)
Kantaro Komiya/AP Photo
O governo do Japão aprovou nesta sexta-feira (30) um plano para colocar outras regiões do país em estado de emergência por causa do avanço da Covid-19. A capital Tóquio, sede das Olimpíadas e que vem registrando recordes de casos de coronavírus, já estava nesse patamar emergencial desde o fim de junho.
A medida terá efeito a partir de segunda-feira (2) até 31 de agosto em Osaka, Chiba, Kanagawa e Saitama — essa última, uma das subsedes do futebol nestes Jogos Olímpicos.
O estado de emergência é bem mais brando do que medidas de confinamento adotadas em outros países: apenas restringe o funcionamento de bares e restaurantes e recomenda o trabalho remoto.
O Japão vive uma onda perigosa de casos de Covid-19 , com a média móvel acima de 6,5 mil novos registros todos os dias. Mais da metade desses diagnósticos estão em Tóquio.
A vacinação demorou a começar no país asiático, e o governo japonês tenta acelerar o ritmo. Estima-se que 27% das pessoas no Japão tenham recebido as duas doses.
Coronavírus nas Olimpíadas
Pessoas passam em frente aos anéis olímpicos em Tóquio, no Japão, no domingo (25)
Eugene Hoshiko/AP Photo
Balanço divulgado nesta sexta mostra que houve 198 casos de coronavírus em pessoas relacionadas às Olimpíadas de Tóquio, o que inclui 25 atletas ou técnicos. Todas as pessoas envolvidas no evento são testadas cotidianamente, e a taxa de positividade — ou seja, percentual de testes positivos para a Covid — segue inferior a 0,1%.
Na quinta-feira, o time de atletismo da Austrália entrou em quarentena depois que alguns desses atletas tiveram contato com o saltador dos EUA Sam Kendricks, que está com Covid-19 e acabou excluído da competição. Todos passam bem.

Fonte: G1 Mundo

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Polícia de Hong Kong investiga vaia ao hino chinês durante Jogos de Tóquio


Apesar de Hong Kong competir separadamente, é o hino da China que toca quando há medalhas para atletas do território. Homem comemora com bandeira de Hong Kong a medalha de prata da nadadora Siobhan Haughey ao lado de manifestantes pró-China em um shopping de Hong Kong nesta sexta (30)
Tyrone Siu/Reuters
A polícia de Hong Kong informou nesta sexta-feira (30) que está investigando as vaias ao hino nacional da China e os cantos para abafar o hino durante a transmissão dos Jogos Olímpicos de Tóquio em um centro comercial na segunda.
Os torcedores estavam reunidos em um shopping para assistir à conquista de uma medalha de ouro para Hong Kong na esgrima, por Edgar Cheung.
Na cerimônia da medalha, alguns torcedores vaiaram o hino nacional chinês — que tocou após a entrega do ouro — e gritaram “Somos Hong Kong”, o que foi transmitido pela televisão.
Shopping de Hong Kong lotado nesta sexta-feira (30) durante transmissão da natação nos Jogos Olímpicos de Tóquio
Tyrone Siu/Reuters
“Somos Hong Kong” é uma canção comumente cantada pelos torcedores de futebol de Hong Kong, em cantonês — idioma majoritário no território e em outras partes do sul da China. Em Pequim, sede do poder chinês, fala-se o mandarim.
As autoridades de Hong Kong promulgaram novas leis no ano passado proibindo qualquer insulto ao hino nacional e à bandeira chinesa. Relembre no VÍDEO abaixo.
China aprova lei que amplia o poder central de Pequim sobre Hong Kong
Com uma semana de Olimpíadas, Hong Kong tem o melhor desempenho em Jogos Olímpicos com a conquista da medalha de ouro na esgrima por Edgar Cheung e as duas pratas na natação, com Siobhan Haughey.
Mas o sucesso esportivo coincide com tempos difíceis para a ex-colônia britânica que foi reintegrada à China em 1997. A potência asiática colocou em prática uma violenta repressão aos dissidentes políticos em resposta às gigantescas e muitas vezes violentas manifestações pró-democracia de dois anos atrás.
Hong Kong, China e Taipé Chinesa
Manifestantes pró-Pequim exibem bandeiras chinesas e de Hong Kong durante uma manifestação perto da sede do governo em Hong Kong nesta terça-feira (30)
Anthony Wallace / AFP
Desde os Jogos Olímpicos de Sydney, em 2000, Hong Kong compete com o nome “Hong Kong, China”. O motivo é a transferência do controle sobre o território semiautônomo, anteriormente britânico, para Pequim, efetivada três anos antes das Olimpíadas na Austrália.
Além de Hong Kong, competem nos Jogos Olímpicos os atletas de Taiwan sob o nome “Taipé Chinesa” — em referência à capital da ilha.
A razão para isso é que o governo taiwanês se reconhece como representante legítimo de toda a China, tanto que o nome oficial é “República da China”. Mas Pequim veta essa nomenclatura. A saída encontrada na década de 1980, portanto, foi a adoção do nome “Taipé Chinesa”.
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Fonte: G1 Mundo

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Casa desmorona e cai no mar com força das ondas durante ressaca na Argentina; veja VÍDEO

Cena foi filmada por bombeiros na noite de quarta-feira (28); proprietários não estavam no local. Moradores da região temem que outras residências tenham o mesmo destino em Mar del Tuyu, na província de Buenos Aires. VÍDEO: Ressaca derruba casa na Argentina
Uma casa desmoronou e caiu no mar no Mar del Tuyu, na província de Buenos Aires, na Argentina, na quarta-feira (28).
A cena foi registrada por bombeiros (assista acima) e mostra fortes ondas batendo contra a propriedade enquanto parte dela começa a ruir, até que ela finalmente despenca.
Os donos já estariam cientes do risco e haviam desocupado o local. Vizinhos afirmaram que tentaram entrar em contato com eles para saber se ainda haveria algo para tentar salvar de dentro da construção, mas não conseguiram, segundo o jornal “Clarín”.
Ainda de acordo com o jornal argentino, moradores da região temem que outras residências nas proximidades tenham o mesmo fim, com ondas cada vez mais fortes que tem atingido as praias a cada ressaca.

Fonte: G1 Mundo

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EUA exigirão que funcionários públicos estejam vacinados contra a Covid ou se submetam a testes semanais


País vem encontrando dificuldades em atingir a imunidade coletiva e tem experimentado uma ‘pandemia de não-vacinados’. Funcionário dos transportes em Nova York (EUA) recebe vacina contra a Covid-19 em 10 de março
Shannon Stapleton/Arquivo/Reuters
O governo dos Estados Unidos passará a exigir que funcionários públicos estejam vacinados contra a Covid-19 ou que apresentem testes semanais negativos para a doença, segundo um comunicado da Casa Branca divulgado nesta quinta-feira(29).
A medida, que será anunciada pelo presidente Joe Biden em um pronunciamento oficial, é uma resposta à situação da pandemia no país, que vem se agravando entre os não-vacinados por conta da alta transmissão da variante delta, já dominante no país.
O governo americano emprega cerca de 2 milhões de servidores públicos, que estarão sujeitos a esta nova normativa. O comunicado diz ainda que espera que esta iniciativa federal possa servir de modelo também para o setor privado.
A Casa Branca, entretanto, somente forçará aqueles funcionários que trabalham diretamente com pacientes em hospitais do departamento de Assuntos de Veteranos a serem vacinados.
Os outros funcionários do governo que optarem por não fazer a vacinação não serão demitidos, mas terão de ser testados frequentemente – possivelmente semanalmente – e somente poderão participar de viagens de trabalho essenciais.

Fonte: G1 Mundo

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Navio que encalhou no Canal de Suez chega, enfim, ao porto de Rotterdam


Megaembarcação interrompeu o tráfego marítimo de uma das passagens mais importantes para o comércio mundial em março. Embarcação foi liberada para seguir viagem apenas no começo de julho. Ever Given chega ao porto de Rotterdam, na Holanda, em 29 de julho de 2021
Reuters
O navio Ever Given, que encalhou no Canal de Suez em março deste ano, chegou nesta quinta-feira (29) ao porto de Rotterdam, na Holanda.
A megaembarcação ficou encalhada por seis dias, e interrompeu o tráfego marítimo de uma das passagens mais importantes para o comércio mundial.
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VÍDEO do navio encalhado
O impacto foi sentido no mundo inteiro: outros navios não conseguiam passar, o comércio internacional ficou comprometido, e até o preço do barril do petróleo sofreu mudanças.
Após a liberação da passagem, o navio foi impedido de seguir viagem por mais de 100 dias, enquanto as autoridades egípcias avaliavam uma multa pelos prejuízos.
VÍDEO: As principais imagens do meganavio que fechou o canal de Suez por 6 dias
A Autoridade do Canal de Suez (SCA, na sigla em inglês) não revelou os detalhes da negociação, mas liberou a embarcação para seguir viagem em 7 de julho.
Em abril, a SCA chegou a dizer que exigiria quase US$ 1 bilhão para compensar os danos. Depois, em junho, baixou o valor para US$ 550 milhões.
O navio deverá desembarcar sua carga em 3 de agosto, e depois seguirá viagem para o porto de Felixstowe, na Inglaterra.
A ‘baliza’ errada no Canal de Suez que afetou o mundo

Fonte: G1 Mundo

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Fatia do bolo de casamento do príncipe Charles com princesa Diana vai a leilão após passar 40 anos guardado


Lances iniciais estão previstos entre 200 e 300 libras. Alimento foi dado para uma das empregadas da residência oficial da rainha Elizabeth II quem o manteve protegido dentro de uma lata. Pedaço do bolo de casamento do príncipe Charles com a princesa Diana, em 29 de julho de 1981, foi preservado por 40 anos
Reprodução/Dominic Winter
Uma fatia do bolo do casamento da princesa Diana com o príncipe Charles da Inglaterra, celebrado em 1981, foi colocada em leilão após ficar guardada por 40 anos.
Os lances iniciais estão previstos, segundo a casa de leilões Dominic Winter Auctioneers, para sair entre 200 e 300 libras (cerca de R$ 1,4 mil e R$ 2 mil).
O alimento foi dado para Moyra Smith, uma das empregadas da residência oficial da rainha Elizabeth II na época da boda, quem o manteve protegido dentro de uma lata.
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Em 2008, a família Smith vendeu a relíquia para um colecionador privado – ele é quem agora oferece a fatia do bolo para leilão.
Junto com o bolo há um cartão com a mensagem: “Com os melhores cumprimentos de Suas Altezas Reais, o Príncipe e a Princesa de Gales”.
Apesar de estar envolto em plástico filme, a empresa que anuncia a venda o bolo alertou que pode não ser uma boa ideia tentar provar um pedacinho do doce.
Segundo a casa de leilões, existe um pequeno grupo de colecionadores dedicado a preservar pedaços de bolos dos casamentos reais.
YouTube do G1: As tretas da família real

Fonte: G1 Mundo

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Ronaldinho Gaúcho vai ao Líbano para prestar homenagem a vítimas de explosão e atrai multidão em Beirute


Ex-jogador de futebol foi deixar uma coroa de flores no pé de uma estátua em homenagem aos bombeiros que morreram para tentar controlar os danos da explosão que aconteceu em 2020. Ronaldinho Gaúcho presta homenagem às vítimas de explosão em Beirute, em 29 de julho de 2021
Bilal Hussein/AP
O ex-jogador de futebol Ronaldinho prestou uma homenagem às vítimas da explosão de um armazém no porto de Beirute, no Líbano, que deixou 211 mortos e milhares de feridos.
Nesta quinta-feira (29), o atleta levou uma coroa de flores para colocar nos pés de uma estátua em homenagem aos bombeiros que morreram na tragédia.
Em Beirute, fã segura placa com imagem de Ronaldinho Gaúcho, que foi país prestar homenagens às vítimas da explosão na cidade, que aconteceu em 2020
Bilal Hussein/AP
Uma multidão de fãs, fotógrafos e cinegrafistas acompanhou o brasileiro, que teve dificuldade para chegar à estátua.
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Ronaldinho Gaúcho em Beirute, no Líbano, em 29 de julho de 2021
Bilal Hussein/AP
Megaexplosão de 2020
Sobreviventes relembram dia da explosão que matou 158 em Beirute, no Líbano
A megaexplosão aconteceu em 4 de agosto de 2020. O incidente foi provocado por um incêndio em um armazém no porto da cidade onde estavam guardadas 2.750 toneladas de nitrato de amônio.
A substância, que é matéria-prima para fertilizantes químicos, tem alto potencial explosivo.
A cidade foi muito atingida: quase 86 mil unidades de moradia ou imóveis comerciais foram atingidos.
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Fonte: G1 Mundo

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Portugal anuncia o fim das restrições contra a Covid com plano em 3 etapas


Medidas incluem fim do toque de recolher, ampliação do horário do comércio e a volta de torcedores a eventos esportivos. Máscaras permanecerão obrigatórias em ambientes fechados Pessoas mostram passe sanitário para entrar em restaurante na cidade de Porto, em Portugal, em 10 de julho de 2021
Violeta Santos Moura/Reuters
Portugal anunciou nesta quinta-feira (29) um plano de três etapas para suspender as restrições da Covid-19, incluindo o fim do toque de recolher noturno, à medida que a vacinação no país avança, ajudando a controlar um recente surto de infecções.
A partir de domingo (1º), às 23h no horário local, o toque de recolher não estará mais em vigor e as restrições ao horário de funcionamento de restaurantes e lojas também serão suspensas, informou o primeiro-ministro de Portugal, António Costa, em entrevista coletiva.
Os torcedores poderão retornar aos eventos esportivos sob determinadas condições, que ainda não foram anunciadas, e embora o trabalho remoto ainda seja recomendado, não será mais obrigatório.
“A vacinação contribuiu significativamente para essas medidas”, disse Costa. “Mas não podemos ignorar o fato de que o vírus continua circulando, a pandemia não desapareceu.”
Mais restrições serão gradualmente suspensas nos próximos meses, à medida que mais e mais pessoas tomarem vacinas contra a Covid-19. Cerca de metade da população está agora totalmente vacinada e todos os maiores de 18 anos já podem agendar a vacinação.
Na segunda fase do plano, que começará em setembro, quando 70% da população estiver totalmente vacinada, terminará a obrigatoriedade do uso de máscaras em áreas externas, mas ela ainda será exigida em grandes aglomerações. As máscaras permanecerão obrigatórias em ambientes fechados.
Casas noturnas e bares, que estão fechados desde março do ano passado, devem reabrir no mês seguinte, mas será requisitado o certificado digital da União Europeia ou um teste negativo para coronavírus para liberar a entrada.

Fonte: G1 Mundo

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França registra aumento nas internações de jovens não vacinados contra a Covid-19


Dados da Agência de Saúde Pública da França apontam, pela primeira vez desde o início da crise sanitária, que a média de idade dos pacientes nas UTIs do país está abaixo dos 60 anos. Foto mostra profissional de saúde Covid-19 em Saint-Denis, perto de Paris, na França, no dia 4 de maio de 2021.
Benoit Tessier/Reuters
O aumento das hospitalizações de jovens não vacinados contra a Covid-19 nas UTIs francesas preocupa as autoridades sanitárias da França.
Enquanto os médicos intensivistas tentam conscientizar adultos com idades entre 20 e 29 anos sobre a importância da imunização, a campanha do governo mira nos adolescentes, antes do início do ano letivo, previsto para setembro.
O jornal francês “Le Parisien” destacou em sua manchete nesta quinta-feira (29) que, nas UTIs, os pacientes estão mais jovens e não foram vacinados.
“Em um momento em que as internações aumentam”, descreve a reportagem. “Os médicos veem que os doentes que necessitam de tratamento intensivo fazem parte de faixas etárias bem inferiores em relação às ondas anteriores da Covid-19”. 
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Segundo os dados da Agência de Saúde Pública da França, pela primeira vez desde o início da crise sanitária, a média de idade dos pacientes nas UTIs do país está abaixo dos 60 anos.
O jornal “Le Parisien” afirma que, ao darem entrada nos hospitais, a primeira pergunta que os médicos fazem aos doentes é se eles estão vacinados e, na maioria das vezes, a resposta é negativa. 
Como argumento, os não vacinados sempre apresentam a mesmas justificativa: que não há muitas pesquisas sobre os efeitos colaterais a longo prazo das vacinas. Muitos reconhecem ter medo de se vacinar, mas também de estarem mal informados. 
Os jovens de 20 a 29 anos, dizem acreditar que, no caso de se contaminarem, não terão sintomas graves. Eles não se sentem implicados, dizem que não têm tempo de se vacinar, “mas, ao se infectarem, transmitem o vírus como qualquer outro indivíduo”, ressalta a publicação.
Prioridade: vacinar adolescentes 
Outros jornais tratam também do objetivo do governo francês de acelerar a vacinação de adolescentes de 12 a 17 anos para o início do ano letivo, em setembro.
O novo protocolo sanitário apresentado na quarta-feira (28) pelo ministro francês da Educação, Jean-Michel Blanquer, determina que o passaporte sanitário não será exigido nas escolas.
No entanto, o jornal “Les Echos” lembra que, em caso de contaminação em uma classe, o isolamento dos alunos não vacinados será obrigatório e eles deverão acompanhar as aulas de casa, enquanto os outros estudantes vacinados poderão continuar indo presencialmente à escola. 
O jornal “Libération” afirma que a vacinação dos adolescentes é a grande prioridade do governo neste momento. Quase 32% dos jovens da faixa etária dos 12 aos 17 anos receberam ao menos uma dose da vacina na França; 11,6% estão completamente imunizados.
“Lembrando que os cientistas acreditam que cerca de 90% da população deve estar vacinada contra a Covid-19 para que uma vida normal possa ser retomada”, destaca o jornal. No entanto, com cerca de 70% dos franceses sem a imunização completa até o momento, essa meta está longe.

Fonte: G1 Mundo

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Presidente do México diz que vai soltar milhares de presos por decreto


Pessoas pressa sem sentença, idosas ou que foram torturadas e que estão em prisões federais serão libertadas, afirmou Andres Manuel Lopez Obrador. Andrés Manuel López Obrador, presidente do México, durante evento na Cidade do México em dezembro de 2020
Henry Romero/Reuters
O presidente do México, Andres Manuel Lopez Obrador, disse nesta quinta-feira (29) que vai libertar por decreto milhares de prisioneiros federais detidos em circunstâncias especiais (por exemplo, os que foram torturado).
O decreto prevê a liberdade dos presos federais nas seguintes condições:
Detentos vítimas de tortura;
Pessoas com mais de 75 anos que não cometeram crimes graves;
Presos com mais de 65 anos com doenças crônicas e que não cometeram crimes graves;
Detentos que estão presos há mais de 10 anos sem sentença e que não são acusados de crimes graves.
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“É importante levar em conta que há muitos detentos que não têm sentenças, e não só na jurisdição federal, mas também na jurisdição comum”, afirmou ele.
Organizações de direitos humanos já criticaram o México pelo uso de tortura para obter confissões de acusados de crimes. Em 2015, a Anistia Internacional afirmou que a tortura no país estava fora do controle.
O decreto deve ter implicações para casos famosos, como o desaparecimento de 43 estudantes no estado de Guerrero, em 2014 (alguns suspeitos presos pelo crime afirmaram terem sido vítimas de tortura).
Lopez Obrador afirmou que vai assinar o decreto na semana que vem.
No México, há cerca de 94,5 mil pessoas presas sem sentença, segundo a ministra do Interior, Olga Sanchez Cordero. Dessas, uma parte relativamente pequena (12,3 mil) está em prisões federais.
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Fonte: G1 Mundo