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Quem é Mia Khalifa, ex-atriz pornô citada na CPI que ‘se ofereceu’ para ajudar o Brasil


A libanesa respondeu a um tuíte do senador Randolfe Rodrigues, que disse que o governo Bolsonaro negociou vacinas com uma empresa de produtos eróticos: ‘Estou a caminho’. ‘Vocês estão em crise… Estou a caminho’, disse Khalifa em resposta a senador brasileiro
BBC
A ex-atriz pornô libanesa Mia Khalifa, de 28 anos, foi um dos assuntos que dominaram as redes sociais no Brasil nos últimos dias.
Com quase 25 milhões de seguidores no Instagram, ela causou um furor ao responder o senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP) dizendo que está “a caminho” para depor na CPI da Covid.
Ex-atriz pornô Mia Khalifa responde Randolfe após referência na CPI da Covid: ‘Estou a caminho’
Randolfe tinha dito que, em vez de negociar com o Butantan, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello negociou vacinas da CoronaVac com uma empresa de produtos eróticos.
Num tuíte, ele disse: “Corre aqui @miakhalifa! Acho que estavam te usando de cortina de fumaça!”
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A atriz respondeu com a seguinte mensagem: “Vocês estão em crise… Estou a caminho”. A mensagem já tinha recebido mais de 53 mil curtidas até a tarde desta segunda-feira (19).
Mas, afinal, quem é Mia Khalifa?
Mia Khalifa: quem é a ex-atriz pornô citada em brincadeiras sobre a CPI da Covid
Ameaças do Estado Islâmico
A atriz atuou em filmes pornô até o fim de 2014 e ganhou fama mundial após aparecer em um vídeo usando um hijab (véu usado por algumas mulheres muçulmanas para cobrir a cabeça).
A cena pornográfica causou polêmica, mas Mia chegou a receber ameaças do grupo extremista Estado Islâmico (IS).
Mia contou em 2019 à BBC como entrou para a indústria da pornografia.
“Foi algo como: “Você é linda, gostaria de fazer uns trabalhos como modelo? Bem, é que você tem um corpo lindo. Mais tarde, quando fui ao estúdio, encontrei um lugar muito respeitável, magnífico, em Miami, na Flórida. Era limpo. Todo mundo que trabalhava lá era simpático. Todos os quartos eram decorados com fotos de família. Como se não fosse nada duvidoso ou que me deixasse desconfortável”, disse.
Apesar de sentir medo, Mia conta com humor como reagiu à ameaça do grupo extremista Estado Islâmico.
“Foi assustador. Mas usei o humor como mecanismo de defesa. A minha resposta foi: ‘Tudo bem, desde que você não corte meus peitos… Eles custaram muito dinheiro'”, afirmou a atriz.
Mia Khalifa gerou polêmica entre muçulmanos por vídeo pornográfico em que aparecia com véu islâmico
Getty Images/BBC
Mia contou que o passado como atriz pornô deixou marcas em sua imagem e diz que se sente desconfortável ao sair na rua.
“Sinto como se as pessoas pudessem ver através da minha roupa e me sinto profundamente envergonhada. Tenho a sensação de que perdi direito a toda a minha privacidade. E perdi, porque estou a um clique de distância no Google.”

Fonte: G1 Mundo

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Keiko Fujimori diz que vai reconhecer vitória ‘ilegítima’ de Pedro Castillo em eleição presidencial do Peru


Em pronunciamento, ela afirmou que irá cumprir ‘o que mandam a lei e a Constituição que jurei defender’; anúncio foi feito no mesmo dia em que a Justiça Eleitoral informou que rejeitou seus últimos recursos e irá declarar Castillo presidente eleito esta semana. Posse está prevista para o dia 28 de julho. A ex-candidata Keiko Fujimori, durante declaração à imprensa na qual anunciou que irá reconhecer o resultado das eleições presidenciais do Peru, em Lima, na segunda-feira (19)
Reuters/Sebastian Castaneda
A ex-candidata Keiko Fujimori admitiu nesta segunda-feira (19) que irá reconhecer a vitória de seu adversário Pedro Castillo nas eleições presidenciais do Peru, disputadas em junho, apesar de continuar chamando o resultado de “ilegítimo”.
“Anuncio que cumprindo os meus compromissos assumidos com todo o poco peruano, com Mario Vargas Llosa, com a comunidade internacional, reconhecerei os resultados porque é o que mandam a lei e a Constituição que jurei defender”, declarou, durante um pronunciamento transmitido ao vivo pela TV.
“Nossa defesa da democracia não termina com a proclamação ilegítima de Castillo”, acrescentou.
O anúncio foi feito no mesmo dia em que a Justiça Eleitoral peruana informou que rejeitou os últimos recursos de Fujjimori para evitar sua derrota eleitoral e que vai proclamar nesta semana Castillo como vencedor.
A posse do novo presidente está prevista para o dia 28 de julho.
O Júri Nacional de Eleições (JNE) afirmou no Twitter que declarou por unanimidade a improcedência dos cinco recursos apresentados na semana passada pelo partido Força Popular, de Fujimori.
O candidato à presidência do Peru pelo partido Peru Livre, Pedro Castillo, saúda eleitores da sede de seu partido, em Lima, em 9 de junho
Reuters/Sebastian Castaneda
De acordo com a contagem dos votos da eleição de 6 de junho, Castillo, um professor de 51 anos, obteve 50,12% dos votos, ante 49,88% obtidos pela filha do ex-presidente Alberto Fujimori, que está preso.
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Castillo surpreendeu logo no primeiro turno, ao superar figuras tradicionais da política peruana em uma eleição bastante embolada. No segundo turno, ele enfrentaria Keiko Fujimori — herdeira do fujimorismo, corrente política de linha dura que dominou o Peru na década de 1990. A adversária disputaria a presidência pela terceira vez consecutiva.
Em 6 de junho, dia da votação, foi impossível declarar um vencedor. A apuração mostrava margens minúsculas de diferença entre os dois candidatos. Ao fim, Castillo terminou na frente com uma diferença de 44 mil votos, mas Keiko se recusou a aceitar o resultado, acusou o adversário de fraude e entrou com processos na justiça eleitoral.
O esquerdista Pedro Castillo e a direitista Keiko Fujimori disputaram o segundo turno da eleição presidencial no Peru
Ernesto Benevides/AFP e Gian Masko/AFP
Nenhum desses questionamentos, porém, foi bem sucedido. Houve até um pedido de demissão por parte de um dos componentes do Júri Eleitoral para tentar atrasar o processo, mas a vaga logo foi preenchida e a manobra, criticada. Manifestantes dos dois lados foram às ruas em Lima e outras partes do país para pedir respeito ao voto.
Finalmente, na tarde de 12 de julho, o Júri Nacional terminou a análise de todos os questionamentos feitos por Keiko e seus partidários, abrindo caminho para a oficialização da vitória de Castillo.
Quem é Pedro Castillo
O candidato presidencial do Peru, Pedro Castillo, durante coletiva de imprensa antes de votar, em Chugur, Peru.
REUTERS / Alessandro Cinque
Castillo, de 51 anos, foi uma grande surpresa no primeiro turno das eleições presidenciais no Peru, um país com eleitores profundamente decepcionados com seus políticos tradicionais.
O presidente eleito ficou conhecido no cenário nacional em 2017, após liderar uma greve de professores de quase três meses exigindo aumento de salários dos professores. Na campanha, ele prometeu um aumento para professores públicos.
Também ao longo da corrida eleitoral, o esquerdista chegou a prometer desativar o Tribunal Constitucional, a mais alta corte do país, porque afirma que ela defende a “grande corrupção”. Além disso, ele argumentou que caso se torne presidente fecharia também o Congresso se este não aceitar seus planos. No entanto, com a vaga no segundo turno encaminhada, Castillo voltou atrás e disse que só faria isso caso a população aprovasse.
Manifestantes favoráveis a Pedro Castillo criticam em protesto em Lima neste sábado (26) a tentativa de Keiko Fujimori em anular parte dos votos nas eleições presidenciais do Peru
Sebastian Castaneda/Reuters
Castillo é muito conservador socialmente: se recusa a legalizar o aborto, é contra o “enfoque de gênero” na educação e tem relutado em reconhecer os direitos das minorias sexuais. Depois das eleições, ele declarou que não é comunista — em resposta a uma das alegações feitas pelos fujimoristas.
O novo presidente peruano nasceu na pequena cidade andina de Puña, na província de Chota, onde os moradores costumam usar chapéu de aba larga, como Castillo usava em suas viagens e até mesmo no único debate presidencial realizado nesta campanha. Também dirigente sindical, ele foi votar a cavalo no domingo na região andina de Cajamarca, onde reside.
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Fonte: G1 Mundo

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Príncipe Harry publicará livro de memórias no final de 2022


Obra fornecerá um ‘relato definitivo das experiências, aventuras, perdas e lições de vida que ajudaram a moldá-lo’. Príncipe Harry em Londres, em foto de 5 de março de 2020
Paul Edwards/Pool via REUTERS
O príncipe Harry está escrevendo um livro de memórias sobre sua vida que será publicado no final de 2022, informou a editora Penguin Random House em um comunicado nesta segunda-feira (19).
O livro fornecerá um “relato definitivo das experiências, aventuras, perdas e lições de vida que ajudaram a moldá-lo”, disse a editora.
Harry e sua esposa, Meghan, formalmente conhecidos como duque e duquesa de Sussex, deixaram os deveres reais no início de 2020 e estão morando na Califórnia com seus dois filhos.
O casal abalou a monarquia britânica em março ao dar uma entrevista à apresentadora norte-americana Oprah Winfrey, em que Meghan acusou um membro da família real de levantar preocupações sobre o quão escura a pele de seu filho poderia ser e de levá-la à beira do suicídio.
Harry disse que estava escrevendo suas memórias “não como o príncipe que nasci, mas como o homem que me tornei”.
“Tenho assumido muitos papéis ao longo dos anos, tanto literal quanto figurativamente, e minha esperança é que, ao contar minha história –os altos e baixos, os erros, as lições aprendidas– eu possa ajudar a mostrar que não importa de onde viemos, temos mais em comum do que imaginamos”, disse ele em comunicado.

Fonte: G1 Mundo

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Ben & Jerry’s anuncia que não irá mais vender sorvetes em assentamentos israelenses na Cisjordania e Jerusalém Oriental


Marca afirmou que vendas em territórios buscados por palestinos são ‘inconsistentes’ com seus valores. Ação enfureceu autoridades israelenses: primeiro-ministro Naftali Bennett disse se tratar de ‘decisão imoral’. Sorvete sendo produzido em fábrica da Ben & Jerry’s em Waterbury, Vermont, em foto de 23 de março de 2010
AP Photo/Toby Talbot
A marca de sorvetes Ben & Jerry’s anunciou nesta segunda-feira (19) que irá parar de vender seus produtos na Cisjordânia ocupada por Israel e em Jerusalém Oriental, dizendo que as vendas nos territórios buscados pelos palestinos são “inconsistentes com nossos valores”.
O anúncio foi uma das críticas mais fortes feitas por uma empresa famosa em relação à política de Israel de estabelecer seus cidadãos em terras obtidas em uma guerra (leia mais abaixo). Os assentamentos são amplamente vistos pela comunidade internacional como ilegais e como obstáculos à paz.
A ação da empresa de sorvetes com sede em Vermont, nos EUA, atraiu reprovação rápida do primeiro-ministro israelense Naftali Bennett, um ex-líder do movimento de assentamento na Cisjordânia, que a chamou de “uma decisão imoral e que acredito acabará sendo um erro comercial, também”.
A empresa informou ao seu licenciado de longa data – responsável pela fabricação e distribuição do sorvete em Israel – que não renovará o contrato quando ele expirar no final do ano que vem, de acordo com um comunicado publicado em seu site.
A declaração da Ben & Jerry’s citou “as preocupações compartilhadas conosco por nossos fãs e parceiros de confiança”.
A empresa não identificou explicitamente essas preocupações mas, no mês passado, um grupo chamado Vermonters for Justice in Palestine pediu à Ben & Jerry’s que “acabasse com a cumplicidade na ocupação de Israel e com os abusos dos direitos humanos palestinos”.
“Por quanto tempo mais a Ben & Jerry’s permitirá que seu sorvete fabricado em Israel seja vendido em assentamentos apenas para judeus enquanto terras palestinas estão sendo confiscadas, casas palestinas estão sendo destruídas e famílias palestinas em bairros como Sheik Jarrah estão enfrentando despejo para abrir caminho para colonos judeus?”, questionou Ian Stokes, da organização, em um comunicado à imprensa em 10 de junho.
Em um comunicado na segunda-feira, a mesma organização disse que as ações de Ben & Jerry não foram longe o suficiente.
“Ao manter uma presença em Israel, a Ben & Jerry’s continua a ser cúmplice da matança, prisão e expropriação do povo palestino e da ostentação do direito internacional”, disse Kathy Shapiro do grupo de Vermont.
O Ministério das Relações Exteriores de Israel chamou a decisão da Ben & Jerry’s de “uma rendição à pressão contínua e agressiva de grupos extremistas anti-Israel” e disse que a empresa estava cooperando com o “terrorismo econômico”.
“A decisão é imoral e discriminatória, pois destaca Israel, prejudica israelenses e palestinos e encoraja grupos extremistas que usam táticas de intimidação”, disse o ministério em um comunicado, que também apelou à Ben & Jerry’s para retirar a sua decisão.
Embora os produtos da Ben & Jerry não sejam vendidos nos assentamentos, a empresa disse que ficará em Israel por meio de um acordo diferente. Mas será difícil fazer isso. As principais redes de supermercados israelenses, o principal canal de distribuição da sorveteira, operam nos assentamentos.
Causas sociais
Fundada em Vermont em 1978, mas atualmente de propriedade do conglomerado de bens de consumo Unilever, a Ben & Jerry’s não se esquivou das causas sociais. Enquanto muitas empresas agem levemente na política por medo de alienar os clientes, a fabricante de sorvetes adotou a abordagem oposta, muitas vezes defendendo causas progressistas.
A Ben & Jerry’s se posicionou contra o que chamou de políticas regressivas do governo Trump, renomeando um de seus sabores Pecan Resist em 2018, antes das eleições de meio de mandato.
A empresa disse que Pecan Resist homenageava os ativistas que resistiam à opressão, práticas ambientais nocivas e injustiça. Como parte da campanha, a Ben & Jerry’s anunciou que doaria US$ 25 mil para cada uma de quatro entidades ativistas.
Dois territórios
A Cisjordânia e Jerusalém oriental foram capturadas por Israel na guerra de 1967 no Oriente Médio. Cerca de 700 mil colonos israelenses vivem agora nos dois territórios – cerca de 500 mil na Cisjordânia ocupada e 200 mil em Jerusalém Oriental.
Israel trata as duas áreas separadamente, considerando Jerusalém Oriental como parte de sua capital. Enquanto isso, Israel considera a Cisjordânia como um território disputado cujo destino deve ser resolvido nas negociações. No entanto, a comunidade internacional considera ambas as áreas como territórios ocupados. Os palestinos buscam a Cisjordânia como parte de um futuro estado independente, com Jerusalém Oriental como sua capital.
O Conselho Yesha, um grupo que representa os cerca de 500 mil israelenses que vivem em assentamentos na Cisjordânia, disse que “não há necessidade de comprar produtos de empresas que boicotam centenas de milhares de cidadãos israelenses por causa do lugar que escolheram para morar”. Ele disse que a decisão da Ben & Jerry “trouxe um mau espírito a uma indústria tão doce” e convocou os israelenses a comprar sorvete produzido localmente neste verão.
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Fonte: G1 Mundo

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Explosão de bomba deixa mortos em mercado no Iraque

Atentado, que as autoridades consideram como terrorismo, ocorreu em mercado em bairro de maioria xiita na véspera de um feriado religioso. Nenhum grupo assumiu a autoria do ataque. Uma bomba explodiu em um mercado nos subúrbios de Bagdá, no Iraque, e deixou 18 mortos nesta segunda-feira (19), confirmaram autoridades de segurança do país.
De acordo com uma fonte ouvida pela agência France Presse, o governo trata o ato como um caso de terrorista. Nenhum grupo extremista reivindicou o ataque até o momento. O mercado Al Howeilat estava cheio por ser véspera do feriado religioso islâmico Eid al-Adha.
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Uma fonte do Ministério do Interior informou que quatro menores estão entre os mortos. Muitos membros das forças de segurança foram enviados ao local da explosão e os feridos, pelo menos 15, foram levados para um hospital.
Região de maioria xiita
A explosão ocorreu na cidade de Sadr, de maioria xiita — que é a corrente do islamismo minoritária no Iraque. Lá é o reduto dos partidários do líder xiita Muqtada al Sadr, cuja influência costuma ser decisiva na política nacional.
Este é o primeiro ataque na região da capital iraquiana desde janeiro, quando 32 pessoas morreram quando dois homens-bomba atacaram um mercado no centro da cidade. O grupo extremista Estado Islâmico (EI) assumiu a responsabilidade por esse ataque.
VÍDEOS: Notícias internacionais

Fonte: G1 Mundo

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Avião faz pouso de emergência em ponte de Nova Jersey, nos EUA


Avião de pequeno porte fez pouso de emergência em uma ponte de Ocean City, em Nova Jersey, nos EUA. Foto de 19 de julho de 2021
Reprodução/NBC
Avião faz pouso de emergência em ponte de Nova Jersey, nos EUA
Reportagem em atualização.

Fonte: G1 Mundo

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Presidente da Coreia do Sul cancela ida a Tóquio após comentário de diplomata: ‘Inaceitável’


Moon Jae-in iria para a abertura das Olimpíadas e teria na cidade a primeira reunião com o premiê japonês. Declaração de diplomata sobre o presidente coreano estar ‘se masturbando’ irritou autoridades, que desistiram da viagem. O presidente sul-coreano, Moon-Jae-in, em foto de agosto de 2019
South Korea Presidential Blue House via AP
O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, desistiu de viajar a Tóquio para acompanhar a abertura dos Jogos Olímpicos e para ter o primeiro encontro oficial com o primeiro-ministro do Japão, Yoshihide Suga, informou o gabinete do governo nesta segunda-feira (19).
O motivo foi um incidente diplomático entre os dois países que colecionam rivalidades: um diplomata da embaixada do Japão em Seul havia afirmado, segundo reportagem, que o presidente sul-coreano estava “se masturbando” ao descrever suas tentativas de melhorar relações entre os dois países.
Essa declaração saiu na imprensa na sexta-feira e repercutiu mal na Coreia do Sul. O gabinete de Moon afirmou que ele ficou “cético” sobre a viagem após o comentário “inaceitável” do diplomata japonês.
“O presidente Moon decidiu não visitar o Japão”, afirmou o secretário de imprensa, Park Soo-hyun, em entrevista coletiva, acrescentando que os dois lados exploraram maneiras de lidar com disputas históricas e aumentar a cooperação, mas não chegaram a um acordo.
“As discussões foram amigáveis e houve um progresso considerável, mas ainda não chegaram ao ponto de serem consideradas o resultado de uma cúpula, e levamos outras circunstâncias em consideração”, disse Park, sem entrar em detalhes.
Imagem noturna dos arredores do Estádio Olímpico de Tóquio, no Japão, nesta sexta (16), uma semana antes da abertura das Olimpíadas
Charly Triballeau/AFP
Moon enviará o ministro da Cultura à cerimônia de abertura das Olimpíadas na sexta-feira como chefe da delegação sul-coreana, disse seu gabinete, desejando ao Japão uma edição dos Jogos Olímpicos segura e de sucesso.
Do lado japonês, Suga se recusou a comentar a decisão de Moon. Porém, ele descreveu os comentários do diplomata japonês como “inadequados”.
VÍDEOS: Notícias internacionais

Fonte: G1 Mundo

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Biden descarta inflação duradoura nos EUA


“A maior parte dos aumentos de preços que vemos é previsível e temporário”, disse o presidente dos EUA, em discurso na Casa Branca. O presidente dos EUA, Joe Biden (centro); o Secretário de Estado americano, Antony Blinken; e secretária de Comércio dos EUA, Gina Raimondo, participam da cúpula entre União Europeia e Estados Unidos em Bruxelas, na Bélgica, em 15 de junho de 2021
Kevin Lamarque/Reuters
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, considerou nesta segunda-feira (19) que os aumentos de preços nos Estados Unidos são “previsíveis” e “temporários”, em resposta aos temores de um impulso inflacionário no país.
“A maior parte dos aumentos de preços que vemos é previsível e temporário”, disse ele, em discurso na Casa Branca, em que atribuiu a situação à reabertura da economia após a pandemia, que provoca “desafios” na oferta de materiais e bens.
“Nenhum economista sério” está sugerindo que haverá uma inflação descontrolada, destacou.
“Não é possível relançar a economia mundial e esperar que algo assim (um aumento dos preços) não ocorra”, acrescentou, citando como exemplo a escassez mundial de microchips que freou “a produção de automóveis e fez subir temporariamente o preço dos carros”.
Biden deu outro exemplo: o da madeira usada para construir casas nos Estados Unidos, cujos preços “aumentaram no início da reativação, mas nas últimas semanas diminuíram mais de 50%”.
As declarações de Biden respaldam as da secretária do Tesouro Janet Yellen e também as do presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, que reconheceu que a magnitude do aumento de preços o surpreendeu, mas afirma que vai começar a ceder em alguns meses.
Powell admitiu na semana passada que a inflação continuará “elevada” nos próximos meses, mas disse que diminuirá assim que os “gargalos” do abastecimento de materiais e outros problemas temporários forem resolvidos.
A inflação nos Estados Unidos disparou nos últimos meses e o índice de preços ao consumidor (IPC) subiu 5,4% desde junho de 2020, a taxa mais alta em 12 meses desde agosto de 2008.
Os preços de atacado também aumentaram, com o índice de preços ao produtor em 7,3% nos 12 meses terminados em junho, o mais alto desde que o Departamento do Trabalho começou a medir em novembro de 2010, segundo dados publicados na semana passada.
Biden voltou a defender seu gigantesco plano de gastos sociais e infraestrutura, que será submetido a uma primeira votação no Senado na quarta-feira (21).

Fonte: G1 Mundo

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Tóquio 2020: a ‘praga’ de ostras que ameaça local de competição das Olimpíadas


Mais de US$ 1 milhão foram gastos para eliminar toneladas de moluscos perigosos na baía do Sea Forest Waterway de Tóquio. Mais de US$ 1 milhão foram gastos para eliminar toneladas de moluscos perigosos na baía da Sea Forest Waterway de Tóquio
Getty Images via BBC
Autoridades em Tóquio estão cada vez mais preocupadas com as águas de um importante local olímpico, onde um visitante indesejado já custou US$ 1,28 milhão (R$ 6,55 milhões) em reparos de emergência.
O Sea Forest Waterway, na Baía de Tóquio, que sediará os eventos de canoagem e remo, ficou pronto antes do previsto.
Mas a única coisa com que ninguém contava eram as ostras.
Um grande número delas se prendeu a flutuadores destinados a impedir as ondas de ricochetear sobre os atletas.
As ostras foram descobertas quando funcionários intrigados começaram a investigar por que as boias estavam afundando.
Resolver o problema tem sido uma tarefa enorme e demorada.
O equipamento colocado em um vão de 5,6 km teve que ser arrastado para a costa e reparado ou limpo no local por equipes de mergulhadores. No total, eles retiraram 14 toneladas de ostras.
Ostras são muito populares no Japão
Getty Images via BBC
E não eram quaisquer frutos do mar. As autoridades descobriram que se tratava de ostras magaki, uma iguaria extremamente popular durante o inverno no Japão. No entanto, elas foram descartadas.
“Não pensamos em consumi-las”, disse um membro da equipe ao jornal local Asahi Shimbun. “Para isso, seriam necessárias verificações de segurança.”
Enormes quantidades de equipamento tiveram que ser retiradas da água para serem limpas
Governo de Tóquio via BBC
Uma pena porque, embora os preços variem em todo o mundo, essas ostras podem facilmente valer dezenas de milhares de dólares.
O Sea Forest Waterway é o único curso de remo de padrão internacional em todo o país. Com um orçamento de apenas US$ 1,5 milhão (R$ 7,67 milhões) por ano para sua manutenção após o término dos Jogos Olímpicos, as autoridades esperam encontrar uma solução de longo prazo para o dispendioso problema com as ostras.

Fonte: G1 Mundo

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VÍDEOS: Relembre acidentes em parques de diversões


Veja registros de acidentes com atrações em parques no Brasil e no mundo. Veja registros de acidentes com atrações em parques no Brasil e no mundo.

Fonte: G1 Mundo