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‘A pandemia não acabou’, diz premiê britânico antes de confirmar fim de restrições na Inglaterra em 19 de julho

Com a decisão, país é o 1º do Reino Unido a suspender a obrigatoriedade do uso de máscaras e medidas de distanciamento social. O primeiro-ministro britânico Boris Johnson disse nesta segunda-feira (12) que a pandemia do coronavírus “não acabou”, antes de confirmar o fim de restrições na Inglaterra em 19 de julho.
“Eu não posso ser enfático o suficiente para dizer isso: a pandemia não acabou”, disse o premiê. “Não podemos virar a chave na segunda, 19 de julho, e voltar a viver como antes da Covid-19. Vamos manter o plano de suspender as restrições legais e a obrigatoriedade de distanciamento social.”
Com a decisão, a Inglaterra se torna o primeiro país do Reino Unido a suspender a exigência legal de uso de máscaras e distanciamento social a partir de 19 de julho.
Mais cedo, o ministro da Saúde britânico, Sajid Javid, já havia antecipado que não houve mudança na data prevista para o fim das restrições impostas no país.
Ele ponderou, no entanto, que há um aumento no número de casos e com isso reforçou que a pandemia de Covid-19 “não acabou de forma alguma”.
No Reino Unido, 87% dos adultos já receberam ao menos uma dose da vacina contra a Covid-19. A porcentagem daqueles que tomaram as duas doses é de 66%. Os dados são do próprio governo.
O fim das regras para evitar o contágio não vale para todo o Reino Unido – Irlanda do Norte, País de Gales e Escócia ainda terão que observar as regras mesmo depois do dia 19 de julho.
Reportagem em atualização.

Fonte: G1 Mundo

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Pandemia ameaça agravar de forma duradoura fome no mundo, diz agência da ONU

Relatório estima que aumentou em 118 milhões o número de pessoas que enfrentaram a fome em 2020. A pandemia de Covid-19 contribuiu, em 2020, para o aumento do número de pessoas que passam fome e terá efeitos de longo prazo na segurança alimentar, alertou relatório daa Organização da ONU para a Alimentação e a Agricultura (FAO).
Esse agravamento da fome no mundo, o mais importante nos últimos 15 anos, compromete mais do que nunca a meta das Nações Unidas de erradicar a fome no mundo até 2030, segundo o relatório da FAO publicado nesta segunda-feira (12).
“Em 2020, entre 720 milhões e 811 milhões de pessoas no mundo enfrentaram a fome, ou seja, 118 milhões de pessoas a mais do que em 2010, se levarmos em conta a média dessa faixa (768 milhões)”, alerta a FAO.
O relatório foi publicado em colaboração com o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (IFAD), com o Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Programa Mundial de Alimentos (PMA) e a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Mais da metade das pessoas mal alimentadas vivem na Ásia (418 milhões), mais de um terço na África (282 milhões), e 8% delas (60 milhões), na América Latina. Comparado com 2019, o acréscimo foi de 46 milhões na África, 57 milhões a mais na Ásia e cerca de 14 milhões a mais na América Latina e no Caribe.
“Vemos que os números aceleraram ainda mais fortemente”, lamentou o diretor em Genebra do escritório da FAO nas Nações Unidas, Dominique Burgeon, em entrevista à AFP.
De forma mais ampla, o número de pessoas que não tiveram acesso à alimentação adequada ao longo do ano – ou seja, “quem, em alguns momentos do ano, pode ter dificuldades para se alimentar” – foi de 2,3 bilhões em 2020, afirmou Burgeon.
Isso significa “320 milhões mais pessoas” do que em 2019, acrescentou.
“Houve fatores que contribuíram para esta situação, essencialmente ligados a conflitos, ao impacto das mudanças climáticas, aos problemas econômicos que alguns países enfrentavam”, destacou Burgeon.
Em alguns países, “principalmente os mais pobres, onde foram aplicadas medidas para prevenir a propagação da pandemia, as restrições de movimento impediram, por exemplo, que os pequenos agricultores levassem sua produção para os mercados”, deixando-os sem renda para sobreviver.
Já “nas cidades, há, por vezes problemas de abastecimento, o que faz com que os preços aumentem”, sublinhou Burgeon, referindo-se a países da região do Sahel, ou da África subsariana, como o Congo.
Desnutrição no Brasil: 60% dos lares nacionais têm algum grau de insegurança alimentar
Atraso do crescimento infantil
“Mesmo antes da pandemia de Covid-19, não estávamos no caminho de eliminar a fome e todas as formas de desnutrição no mundo até 2030. Hoje, a pandemia tornou essa tarefa ainda mais difícil”, estima o relatório.
Pior ainda, de acordo com as projeções deste documento, “cerca de 600 milhões de pessoas poderão passar fome em 2030, em parte como resultado dos efeitos de longo prazo da pandemia da covid-19 na segurança alimentar global, o que é 30 milhões a mais do que em um cenário, no qual não teria ocorrido uma pandemia”.
“O mundo não está a caminho de cumprir as metas de 2030 para nenhum dos indicadores de nutrição”, diz o relatório, segundo o qual “a pandemia de covid-19 provavelmente teve um impacto na prevalência de múltiplas formas de desnutrição e pode ter efeitos duradouros”.
O relatório informa ainda que “22% (149 milhões) das crianças com menos de cinco anos são afetadas por retardo de crescimento”, destacando-se os “problemas de desenvolvimento cognitivo” que afetarão a vida desses menores.

Fonte: G1 Mundo

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Homem vai fantasiado de tiranossauro para tomar a vacina na Malásia; veja vídeo

A ideia era divertir os profissionais de saúde e as outras pessoas que foram receber a vacina. VÍDEO: ‘T-Rex’ vai se vacinar contra a Covid-19 na Malásia
Na Malásia, um homem foi vestido com uma fantasia de tiranossauro para receber uma dose da vacina contra a Covid-19.
Kenny Sia, o homem que foi fantasiado, publicou o vídeo da vacinação em uma rede social no domingo (11).
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“Eu me protejo em multidões, e ao invés de usar só uma máscara, resolvi fazer tudo. A fantasia é uma roupa de proteção” disse Sia.
A meta era divertir os profissionais de saúde e as pessoas que estavam lá sendo vacinadas. “Só quero fazer as pessoas darem risada. Eles estão trabalhando dia e noite, vacinando 5 mil pessoas por dia. Devem estar cansados e qualquer coisa para melhorar o humor, estarei feliz”, afirmou ele.
No vídeo, o “tiranossauro” aparece seguindo todos os protocolos para ser vacinado —ele mostra a identificação, assina, aguarda no local sentado e é chamado para receber sua dose. Só então que Sia tira a fantasia.
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Fonte: G1 Mundo

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Piscina mais profunda do mundo é inaugurada no Dubai; veja fotos e vídeo


Deep Dive Dubai tem 60,02 metros de profundidade e 14,6 milhões de litros de água, o equivalente a 6 piscinas olímpicas. Atração foi reconhecida pelo Guinness Book. VÍDEO: mergulhadores podem alcançar 60 metros na piscina mais profunda do mundo
A piscina para mergulho mais profunda do mundo foi inaugurada em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, e reconhecida pelo Guinness Book.
A Deep Dive Dubai (mergulho profundo no Dubai, em tradução livre) tem 60,02 metros de profundidade e 14,6 milhões de litros de água, o equivalente a seis piscinas olímpicas.
“Quinze metros a mais do que qualquer outra piscina do mundo e o dobro do tamanho”, faz questão de ressaltar Jarrod Jablonski, diretor do projeto (veja mais abaixo).
Seu tema é uma “cidade submersa”, e ela foi aberta ao público na quarta-feira (7), em meio à tentativa do emirado no Golfo Pérsico de atrair novos turistas apesar da pandemia do novo coronavírus.
Mergulhador na Deep Dive Dubai, a piscina mais profunda do mundo, nos Emirados Árabes Unidos, em foto de julho de 2021
Deep Dive Dubai via Reuters
Mergulhador na Deep Dive Dubai, a piscina mais profunda do mundo, nos Emirados Árabes Unidos, em foto de julho de 2021
Deep Dive Dubai via Reuters
Dubai
Dubai é um dos 7 emirados dos Emirados Árabes Unidos, um país no Golfo Pérsico que faz fronteira com Arábia Saudita e Omã e tem cerca de 10 milhões de habitantes.
A cidade tem o prédio mais alto do mundo, o Burj Khalifa (veja no vídeo abaixo), e diversas atrações e recordes extravagantes entre seus arranha-céus e ilhas artificiais.
O emirado é um centro de turismo e negócios no meio do deserto, com temperaturas escaldantes durante o verão, e ao mesmo tempo grandes parques aquáticos e até uma pista de esqui coberta de neve.
Conheça os dez prédios mais altos do mundo
Em 2019, antes da crise sanitária, Dubai recebeu mais de 16 milhões de turistas. Mesmo com a pandemia, a cidade tem recebido para viajantes internacionais desde julho do ano passado.
Os Emirados Árabes Unidos têm 1.866 mortes por Covid-19 e 650 mil casos confirmados, segundo dados do “Our World in Data”, projeto ligado à universidade de Oxford.
Mais de 75% da população já recebeu ao menos uma dose da vacina e mais de 65% estão completamente imunizados.
A piscina
A Deep Dive Dubai fica no Pearl Diving Pool, uma instalação de aproximadamente 5 mil metros quadrados. A piscina é uma estrutura de concreto que tem um poço circular profundo e iluminado.
Os mergulhadores podem explorar as profundezas de uma “cidade perdida” reconstruída, repleta de objetos da vida cotidiana e coberta por uma vegetação exuberante.
Jablonski diz que a intenção do projeto é “relembrar a herança do mergulho nos Emirados e da pesca de pérolas”, por isso o formato de ostra da estrutura externa do complexo.
Uma sessão de uma hora custa entre 500 e 1,5 mil dirhams (entre US$ 135 e 410 ou entre R$ 700 e R$ 2,1 mil).
Mergulhador na Deep Dive Dubai, a piscina mais profunda do mundo, nos Emirados Árabes Unidos, em foto de julho de 2021
Deep Dive Dubai via Reuters
Imagem externa da Pearl Diving Pool, instalação onde fica a Deep Dive Dubai, a piscina mais profunda do mundo
Deep Dive Dubai via Reuters
VÍDEOS: as últimas notícias internacionais
e , e uma reputação de diversas atrações recordes entre seus arranha-céus e ilhas artificiais.

Fonte: G1 Mundo

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Variante delta será ‘em breve’ predominante no mundo, diz OMS


Ao menos 104 países já registram casos de infecção por esta variante do coronavírus, mais transmissível. Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, em entrevista coletiva na sede da agência em foto de arquivo
Christopher Black/OMS/Reuters
O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse nesta segunda-feira (12) que a variante delta do coronavírus será predominante no mundo “em breve”.
Ao menos 104 países já registram casos de infecção por esta variante do coronavírus, mais transmissível, segundo levantamento da agência de saúde das Nações Unidas.
“A variante delta está agora em mais de 104 países e esperamos que em breve seja a cepa da Covid-19 dominante em circulação mundial”, disse o chefe da OMS em entrevista coletiva.
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“O mundo está assistindo em tempo real enquanto o vírus da Covid-19 continua a mudar e a se tornar mais transmissível”, afirmou o cientista.
Ghebreyesus reforçou o que vem dizendo publicamente de que enquanto países ricos pensam em doses de reforço, países pobres seguem sem proteger profissionais de saúde na linha de frente.
O diretor-executivo de emergências da OMS, Mike Ryan, reforçou a importância de vacinar a população mais vulnerável e afirmou que “os números são claros, são eles que estão morrendo, desprotegidos”.
Variante delta
Em meados de junho, a cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, alertou que a variante delta do coronavírus vinha se tornando dominante no mundo por conta de sua “maior transmissibilidade”.
Uma variante é resultado de modificações genéticas que o vírus sofre durante seu processo de replicação. Um único vírus pode ter inúmeras variantes.
Quanto mais circula (transmitido de uma pessoa para outra), mais ele faz replicações – e maior é a probabilidade de ocorrência de modificações no seu material genético.
Veja 5 pontos sobre a variante delta
Mas isso não significa que ela seja resistente às vacinas. A chefe do programa de emergências da OMS, Maria van Kerkhove, afirmou que as vacinas conseguem reduzir casos graves de Covid-19.
Ela reafirmou, no entanto, que as duas doses da vacina – quando a aplicação é feita em duas doses – são importantes para garantir a proteção completa.
Kerkhove também e alertou para o surgimento de uma “constelação de variantes” no futuro que pode se tornar um problema para a imunização se ela não for acelerada.
“A boa notícia é que até agora as vacinas funcionam contra a delta”, disse a cientista. “Mas pode haver um momento em que surja uma ‘constelação de mutações’ e tenha uma contra a qual elas percam sua potência. É isso que queremos evitar o máximo que pudermos.”
YouTube do G1

Fonte: G1 Mundo

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Presidente de Cuba diz que protestos são consequência de embargo econômico promovido pelos EUA


Miguel Diaz-Canel fez um pronunciamento transmitido pela TV. Ele afirmou que protestos do último fim de semana aconteceram por problemas derivados das sanções econômicas que os Estados Unidos aplicaram. Presidente de Cuba, Miguel Diaz-Canel, dá entrevista neste domingo (11), dia de protestos em Havana
Reuters/Alexandre Meneghini
O presidente de Cuba, Miguel Diaz-Canel, afirmou nesta segunda-feira (12) que os protestos do último fim de semana aconteceram por problemas derivados das sanções econômicas que os Estados Unidos aplicaram.
Diaz-Canel fez um pronunciamento transmitido pela TV com os seus ministros. No texto, ele afirmou que o povo tem direito a defender o sistema cubano.
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Cuba tem protestos contra o governo em meio a grave crise e piora da pandemia
No domingo, milhares de cubanos se uniram a protestos de rua em cidades do país, as maiores manifestações antigoverno na ilha comunista em décadas.
Os manifestantes pediam a renúncia de Miguel Díaz-Canel, gritavam “liberdade” e
Os protestos aconteceram em meio à pior crise econômica de Cuba desde o fim da União Soviética, sua antiga aliada, e a uma disparada recorde de infecções de coronavírus. Pessoas expressaram revolta com a escassez de produtos básicos, as limitações às liberdades civis e à maneira como as autoridades lidam com a pandemia.
Milhares foram às ruas de várias partes de Havana, incluindo o centro histórico, e os gritos de “Díaz-Canel, renuncie” se sobrepuseram aos de grupos de apoiadores do governo que acenavam com bandeiras cubanas e bradavam “Fidel”.
Jipes de forças especiais com metralhadoras montadas nas traseiras foram vistos em toda a capital, e a presença policial era forte mesmo depois de a maioria dos manifestantes ter ido para casa em obediência ao toque de recolher das 21h resultante da pandemia.
“Estamos vivendo um momento muito difícil”, disse Miranda Lazara, professora de dança de 53 anos que se uniu aos milhares de manifestantes que marcharam por Havana. “Precisamos de uma mudança de sistema.”
Díaz-Canel, que também comanda o Partido Comunista, atribuiu o tumulto aos Estados Unidos, ex-inimigo da Guerra Fria que nos últimos anos endureceu seu embargo comercial de décadas contra a ilha, em um pronunciamento televisionado na tarde de domingo.
Dias-Canal já havia falado em campanha dos EUA
Antes do pronunciamento desta segunda-feira, o presidente já havia dito que muitos manifestantes são sinceros, mas manipulados por campanhas de rede social orquestradas pelos EUA e “mercenários” em solo cubano, e alertou que novas “provocações” não serão toleradas, pedindo aos apoiadores que as confrontem.
Julie Chung, subsecretário interino do Escritório de Assuntos do Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado norte-americano, disse que o órgão ficou profundamente preocupado com os “chamados ao combate” em Cuba e que apoia o direito do povo cubano a reuniões pacíficas.
Testemunhas da Reuters nos protestos em Havana viram forças de segurança, auxiliadas por possíveis agentes à paisana, prenderem cerca de duas dúzias de manifestantes. A polícia usou spray de pimenta e espancou alguns manifestantes, além de um fotógrafo trabalhando para a agência de notícias Associated Press.
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Fonte: G1 Mundo

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Sobe para 94 o número de mortos em desabamento na Flórida


Ao menos 22 pessoas seguem desaparecidas e podem estar sob os escombros, de acordo com as autoridades locais. Socorristas caminham diante do entulho do Champlain Towers South, em Surfside, região de Miami (EUA), nesta quinta (8)
Shannon Stapleton/Reuters
Autoridades dos Estados Unidos retiraram, nesta madrugada, mais quatro corpos sob os escombros do prédio que desabou na região de Miami. A contagem nesta segunda-feira (12) chegou a 94 mortos.
Após 19 dias de buscas, as equipes já identificaram 83 corpos de ex-moradores do edifício e seguem na busca por mais 22 desaparecidos que estariam no local na hora do desabamento.
Daniella Levine Cava, prefeita da região de Miami, explicou que as buscas precisaram ser suspensas temporariamente durante a noite por riscos de raios na região.
Ajuda israelense
A equipe israelense de busca e resgate chegou ao sul da Flórida logo depois que o prédio desabou em 24 de junho para ajudar na operação. Eles retornam para casa neste domingo.
A equipe israelense usou plantas do prédio para criar imagens 3D detalhadas do local do desastre para ajudar na busca.
Eles também coletaram informações de famílias de desaparecidos, muitos dos quais eram judeus, para construir uma maquete cômodo por cômodo, mostrando onde as pessoas teriam dormido durante o colapso antes do amanhecer.
Na noite de sábado, membros da comunidade caminharam pela Collins Avenue, a principal via da cidade, para celebrar as equipes que vieram de todo país e o auxílio de Israel e do México – que também enviou socorro.
Presidente do Paraguai vai a Miami
Entre as vítimas, está Sophia López Moreira, cunhada do presidente do Paraguai, Mario Abdo Benítez. Ele e a primeira dama paraguaia viajaram na sexta-feira a Miami.
Além de Sophia, o marido dela, os três filhos do casal e a babá da criança estavam no prédio que desabou.
O prédio abrigava dezenas de famílias de diferentes partes da América Latina — muitas vezes como residência temporária, na madrugada. Há, inclusive, brasileiros entre os desaparecidos.

Fonte: G1 Mundo

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Queda da Bastilha: 5 curiosidades sobre evento que mudou Europa


14 de julho é o dia mais importante do ano para muitos franceses. Saiba o que aconteceu naquele dia em 1789 e por que ele foi tão importante. Fogos de artifício na Torre Eiffel, em Paris
Getty Images via BBC
Todo dia 14 de julho, muitos franceses tiram sua bandeira tricolor do armário e saem às ruas para comemorar aquele que consideram ser o dia mais importante do ano.
Pela manhã, um pomposo desfile militar é organizado na famosa avenida Champs-Elysées e depois, ao pôr do sol, a Torre Eiffel oferece um show de fogos de artifício sincronizado com uma mistura de música clássica e sucessos do momento, a que os parisienses assistem com garrafas de champanhe de todos os cantos da cidade.
No entanto, o dia 14 de julho tem a sua origem num acontecimento um pouco menos festivo: a tomada inesperada e violenta de uma fortaleza medieval conhecida como Bastilha há mais de dois séculos, em 1789.
Foi um momento decisivo na história mundial, marcando o início da Revolução Francesa e com ela o início do fim de uma das monarquias mais poderosas da época.
O evento também gerou mudanças nas sociedades europeias e em todo o mundo, servindo de inspiração para muitas outras iniciativas revolucionárias, como a onda de independência que começaria algumas décadas depois na América Latina.
Confira abaixo cinco curiosidades sobre esse evento que mudou o curso da história.
1. O grande estopim
Demissão de Jacques Necker por rei Luís 16 causou grande descontentamento
Getty Images via BBC
Em 25 de agosto de 1788, Jacques Necker foi nomeado ministro das finanças do rei Luís 16, mas sua demissão quase um ano depois causou descontentamento e encorajou os parisienses a pegar em armas.
No início de 1789, a França passava por uma grande crise financeira causada pela enorme dívida do país e pelos gastos crescentes da monarquia nos conflitos com a Inglaterra.
Para enfrentar a crise, em maio daquele ano, o rei convocou uma assembleia geral extraordinária em Versalhes com representantes dos três estratos da sociedade francesa da época: o clero, a nobreza e as pessoas comuns (ou terceiro estado).
A renda do terceiro estado, a classe menos privilegiada, havia diminuído após um aumento de impostos com o objetivo de ajudar a aliviar a dívida.
Nessa assembleia, Necker era favorável à ideia de dar ao terceiro estado uma representação de acordo com a sua importância demográfica.
Esta proposta não agradou nem à nobreza e nem ao clero, minoria muito poderosa, que a considerou uma traição.
É por isso que o rei Luís 16 decidiu demiti-lo em 11 de julho.
A notícia de sua partida correu pelas ruas de Paris. O povo o via como o único político que pensava neles e temia as consequências de perder um “ministro patriota”.
O jornalista revolucionário Camille Desmoulins convidou os parisienses a protestar em frente ao Palácio Real no dia seguinte, mas eles foram dispersos à força.
E isso irritou os franceses ainda mais. Nos dias seguintes, a capital sofreu violentos saques, até que em 14 de julho os revolucionários decidiram pegar em armas e seguiram para a fortaleza da Bastilha.
Mal sabiam eles que uma grande revolução começaria naquele dia.
2. A Bastilha abrigava apenas sete prisioneiros
A Bastilha era um símbolo da tirania e opressão da monarquia absolutista de Luís 16
Getty Images via BBC
Desde o século 14, a Bastilha era uma das prisões favoritas dos reis, embora nos anos anteriores ao ataque já estivesse em declínio.
Tanto que a monarquia cogitou fechá-la e naquele 14 de julho a fortaleza medieval abrigava apenas sete prisioneiros.
Quatro eram infratores menores que estavam lá enquanto as queixas apresentadas contra eles por falsificação de letras de câmbio estavam sendo processadas.
Seus nomes eram Jean La Corrège, Jean Béchade, Bernard Laroche, também conhecido como Beausablon, e Jean-Antoine Pujade. Pouco depois de serem libertados pelos revolucionários, as autoridades os prenderiam novamente e os enviaram para outra prisão.
Também entre os presos estava Hubert, conde de Solages, que havia sido preso a pedido de sua família por “crimes hediondos” e por um “ato monstruoso”.
Ele e sua irmã Pauline teriam cometido incesto e sua família pagava regularmente uma quantia em dinheiro para garantir que ele não fosse libertado.
Os últimos dois prisioneiros da Bastilha eram James Francis Xavier Whyte, conde de Malleville, e Auguste-Claude Tavernier, que também haviam sido presos a pedido de suas respectivas famílias, que alegavam que eram loucos.
3. Voltaire foi prisioneiro na Bastilha
E não uma, mas duas vezes.
Com apenas 23 anos, o escritor e filósofo francês François-Marie Arouet, mais conhecido como Voltaire, foi enviado à Bastilha em 1717 por ordem da monarquia.
Ele havia escrito versos satíricos sobre um suposto caso de amor entre o duque Filipe 2º de Orleans e uma de suas filhas e, por isso, foi condenado a 11 meses de prisão.
A prisão lhe deixou uma marca e, ao ser solto, ele adotou o pseudônimo de Voltaire, dedicando-se a escrever poesia e outros tipos de textos.
Mas em 1726 ele voltou a ser preso por duas semanas após ter uma pequena discussão com o cavalheiro Guy-Auguste de Rohan-Chabot, conhecido por sua arrogância.
A poderosa família Rohan-Chabot obteve uma ordem do rei e mandou Voltaire para a prisão em retaliação.
Depois de tanta humilhação, o agora famoso escritor foi forçado ao exílio na Inglaterra por dois anos.
4. A Bastilha abrigou a Guilhotina de Paris
Imediatamente após a sua captura, um certo Pierre-François Palloy, empreiteiro, tomou a iniciativa de organizar e supervisionar a destruição da Bastilha.
Assim, ele emergiu como uma das figuras mais proeminentes do início da Revolução Francesa e nessa mesma noite, com a ajuda de cerca de 400 trabalhadores, começaram as obras de demolição.
Alguns meses depois, o secretário da Assembleia Nacional Constituinte, Joseph-Ignace Guillotin, propôs um projeto de reforma para tornar os delitos de certa natureza “puníveis com o mesmo tipo de penas”.
E ele propôs o uso de um dispositivo mecânico para sentenças de morte.
Assim nasceu a guilhotina francesa na qual a rainha Maria Antonieta e o rei Luís 16 morreriam anos depois.
Durante a Revolução Francesa, o artefato foi instalado em várias praças parisienses, como a Place de la Revolution em 1793 e 1794 (hoje Place de la Concorde), onde a família real francesa foi decapitada, e a Place de la Bastille em junho de 1794, onde já não havia vestígios da antiga construção medieval.
5. A tomada da Bastilha não é a única coisa comemorada nesse dia
14 de julho é uma data duplamente simbólica.
Os franceses também lembram a Festa da Federação, uma celebração comemorativa que aconteceu exatamente um ano após o assalto à Bastilha e que surgiu como símbolo da unidade da nação francesa.
Sob forte chuva, cerca de 400 mil cidadãos se reuniram no Champ-de-Mars, a oeste de Paris, em 14 de julho de 1790. Eles compareceram à missa e aclamaram o rei, celebrando a revolução ao mesmo tempo.
Luís 16 estava indeciso sobre entre ir para o exílio, como alguns nobres já haviam feito, ou ficar no Palais-Royal, que se tornara uma espécie de prisão para ele e sua família.
Ele sabia que a qualquer momento a cena de outubro de 1789 poderia se repetir, quando vários cidadãos invadiram o castelo de Versalhes, nos arredores de Paris, demonstrando seu descontentamento com a monarquia.
Mas ele estava confiante de que a percepção das pessoas comuns sobre sua família estava mudando.
“Eu, Rei da França, juro à nação usar todo o poder delegado a mim pela lei constitucional do Estado, para manter a Constituição e fazer cumprir suas leis”, disse Luís 16 após a missa.
Por sua vez, o General La Fayette, que comandava a Guarda Nacional e se tornaria uma figura-chave na Revolução Francesa, jurou aos presentes que permaneceria fiel à nação, à lei e ao rei.
Mas a multidão aparentemente dócil que o monarca pensava ter visto em Champ-de-Mars não correspondia à realidade.
Ao cair da noite, a caminho de sua residência em Saint-Cloud, a oeste de Paris, o rei encontrou um grupo muito menos amigável, que o insultou e tentou atacá-lo.
Uma vez dentro das imensas muralhas do castelo, ele se perguntou pela enésima vez se a coisa sensata a fazer era fugir. Mas isso não aconteceu.
Somente em 6 de julho de 1880 é que 14 de julho se tornou o feriado nacional francês, após a aprovação da chamada “lei Raspail”.
Na verdade, o texto não especifica qual dos dois eventos é comemorado. Seu único artigo diz: “A República adota o dia 14 de julho como feriado nacional anual.”
Pouco antes de sua aprovação, em um discurso proferido na câmara alta do Parlamento francês, o senador Henri Martin disse:
“Não se esqueça de que depois do dia 14 de julho de 1789, tivemos o dia 14 de julho de 1790 em Paris. Esse dia não pode ser lembrado por derramamento de sangue.”

Fonte: G1 Mundo

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Nova onda de calor atinge os EUA e o Canadá


Na cidade de Las Vegas a temperatura chegou a 47,2ºC, uma marca que havia sido registrada pela primeira vez em 1942 e voltou a se repetir três vezes desde 2005. Local atingido por incêndio no distrito da Colúmbia Britânica, no Canadá, em 9 de julho de 2021
Darryl Dyck/AP
Uma nova onda de calor chegou ao oeste dos Estados Unidos e do Canadá no domingo (11). Em consequência, estradas foram fechadas, o tráfego ferroviário foi limitado e há ordens para que famílias se retirem de suas casas.
No Canadá, onde os incêndios florestais continuam a se espalhar com mais 50 focos nos últimos dois dias, o governo anunciou novas medidas emergenciais para prevenir o fogo.
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O termômetro subiu em grande parte da costa do Pacífico e no interior. A região entre o mar e a cadeia das Montanhas Rochosas é a mais atingida.
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“Uma onda de calor perigosa afetará grande parte do oeste dos Estados Unidos, com temperaturas provavelmente recordes”, disse o Serviço Meteorológico Nacional (NWS) no domingo. Meteorologistas canadenses preveem máximas próximas a 32ºC em partes do oeste do país, bem acima dos padrões sazonais.
De acordo com o NWS, na cidade de Las Vegas a temperatura chegou a 47,2ºC, uma marca que havia sido registrada pela primeira vez em 1942 e voltou a se repetir três vezes desde 2005. Os meteorologistas emitiram um boletim de alerta para a área metropolitana da cidade, bem como vários outros centros urbanos, incluindo Phoenix e San José, no Vale do Silício.
“Mais de 30 milhões de pessoas permanecem sob alerta de calor extremo ou alerta de calor”, disse o NWS no sábado. As perigosas altas temperaturas e secas devem continuar.
Essa é a segunda onda de calor em menos de um mês. No final de junho, houve altas temperaturas recordes por três dias consecutivos na província canadense da Columbia Britânica. Lá, o recorde histórico de altas temperaturas foi quebrado por três dias consecutivos.
Fechamento de estradas
No domingo, o ministro canadense dos Transportes, Omar Alghabra, anunciou novas medidas de emergência para evitar incêndios florestais na região, incluindo a desaceleração e limitação do tráfego ferroviário.
“As condições climáticas sem precedentes na Columbia Britânica continuam representando uma séria ameaça para a segurança pública e as operações ferroviárias”, disse o ministro em nova divulgada ontem.
Um decreto ministerial no Canadá anunciou “medidas de segurança preventivas contra os incêndios florestais”, incluindo a redução da velocidade dos trens quando a temperatura superar os 30°C e o nível de perigo de incêndio para a área for “extremo”.
Além disso, até 31 de outubro nenhuma locomotiva vai operar nestas áreas, a menos que tenha sido inspecionada nos 15 dias anteriores, para garantir que “os sistemas de escape estejam livres de materiais combustíveis”.
Os trens são uma das causas comuns de incêndios florestais, geralmente devido à falta de manutenção de seus dispositivos anticentelhas.
Várias estradas e rodovias na área da Colúmbia Britânica foram fechadas, porque o governo classificou o risco de incêndio florestal como “extremo”. Várias cidades e vilas seguem sob ordens de evacuação.
O governo canadense enviou investigadores à cidade de Lytton para verificar se a passagem de um trem de carga poderia ter causado o incêndio que destruiu 90% da cidade no final de junho.
Na manhã de domingo, o número de incêndios florestais na Columbia Britânica continuou a aumentar, chegando a 298, de acordo com as autoridades.
Junho mais quente da América do Norte
O mês passado foi o junho mais quente já registrado na América do Norte, de acordo com dados divulgados pelo serviço de monitoramento do clima da União Europeia.
Até agora, a atividade humana causou um aumento da temperatura global de cerca de 1,1ºC, o que resultou em tempestades mais destrutivas, ondas de calor mais intensas, secas e aumento de incêndios florestais.
De acordo com a Organização Meteorológica Mundial (OMM) e com o Serviço Meteorológico Britânico, há 40% de chance de que a temperatura média global anual ultrapasse temporariamente 1,5°C acima das temperaturas pré-industriais nos próximos cinco anos.
Os últimos seis anos até 2020 são mais quentes já registrados.
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Fonte: G1 Mundo

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O que é o doxing, alvo de disputa entre Hong Kong e gigantes da tecnologia


Autoridades locais planejam alterar lei de proteção de dados para coibir prática, mas consórcio que reúne empresas como Google, Facebook, Twitter e Apple diz que única maneira de evitar sanções propostas é ‘se abster de investir e oferecer serviços’ no território. O que é o doxing, alvo de disputa entre Hong Kong e gigantes da tecnologia
Getty Images via BBC
Um projeto de reforma da lei de proteção de dados de Hong Kong, que tem como alvo o doxing, deixou em alerta gigantes de tecnologia, como Facebook, Google, Apple e Twitter.
“O doxing (também grafado como doxxing) consiste em revelar informações de identificação sobre uma pessoa — como seu nome real, endereço residencial, local de trabalho ou dados financeiros — na internet e, em seguida, divulgá-las ao público sem a permissão da vítima”, explica a empresa de segurança Kaspersky Lab.
Facebook, Google e Twitter podem deixar Hong Kong
As autoridades de Hong Kong afirmam que esta atividade se espalhou por seu território desde os protestos em massa de 2019 e que precisam contê-la para proteger os dados pessoais dos seus cidadãos.
Para isso, planejam reformular a lei de proteção de dados.
Mas a Asia Internet Coalition (AIC), um consórcio de empresas de tecnologia com sede em Cingapura que inclui Google, Facebook, Twitter e Apple, manifestou preocupação, pois acredita que as mudanças propostas na legislação a tornarão “ampla demais”.
Por que mudar a lei?
Em maio, o governo de Hong Kong anunciou planos para mudar a lei de privacidade de dados depois que, de acordo com as autoridades, o doxing foi amplamente usado durante os protestos pró-democracia de 2019.
O que é o doxing, alvo de disputa entre Hong Kong e gigantes da tecnologia
Reuters
A tática, segundo as autoridades, foi usada para tornar públicos os nomes dos policiais que participaram da repressão aos protestos e de funcionários do judiciário envolvidos em ações judiciais contra ativistas.
Se as mudanças na lei forem aprovadas, o doxing seria criminalizado — e isso daria às autoridades o poder de forçar as empresas de rede social e sites a remover dados pessoais de suas plataformas.
Em 1997, a ex-colônia britânica de Hong Kong voltou ao domínio chinês — e é hoje, junto a Macau, ex-colônia portuguesa, uma das duas regiões administrativas especiais que existem na República Popular da China.
Mas ativistas pró-democracia dizem que Pequim está minando as liberdades, especialmente devido a uma polêmica lei de segurança nacional que foi introduzida no ano passado. A China nega essas acusações.
‘Barreiras ao comércio’
Em carta dirigida ao Gabinete do Comissário de Privacidade de Dados Pessoais de Hong Kong, datada de 25 de junho, mas tornada pública na segunda-feira, a AIC manifestou preocupação com os funcionários das empresas que compõem o consórcio, uma vez que, se a nova legislação for aprovada, eles poderiam enfrentar multas e até penas de prisão.
A proposta prevê multas de até 1 milhão de dólares de Hong Kong (cerca de US$ 130 mil) e cinco anos de prisão para quem revelar dados de outras pessoas sem autorização, que possam ser usados ​​para ameaçar ou intimidar.
“A equipe das plataformas que trabalha em Hong Kong não é responsável pelas operações das plataformas, nem tem direito de acesso ou controle para administrar o conteúdo”, diz a carta da AIC.
“A única maneira de evitar estas sanções para as empresas de tecnologia seria se abster de investir e oferecer seus serviços em Hong Kong, privando assim as empresas e os consumidores de Hong Kong, enquanto [o governo de Hong Kong] cria novas barreiras ao comércio”, acrescenta o texto.
A AIC esclareceu à BBC que a carta não se refere a nenhuma empresa em particular e que nenhum membro do consórcio planeja deixar Hong Kong.
Por sua vez, o Google e a Apple não responderam imediatamente aos pedidos de comentários da BBC. Já o Facebook e o Twitter encaminharam à BBC a carta original da AIC.
‘Combatendo o doxing ilegal’
O texto foi dirigido ao Gabinete do Comissário de Privacidade de Dados Pessoais de Hong Kong, que disse em resposta que as mudanças afetariam apenas a prática ilegal de doxing.
A chefe-executiva de Hong Kong, Carrie Lam, afirmou que alguns funcionários vão se reunir com representantes das empresas preocupados com as mudanças — e rejeitou as preocupações ao ser questionada sobre o assunto na terça-feira passada (6/7).
“Estamos combatendo o doxing ilegal e capacitando os comissários de privacidade para que investiguem e conduzam operações, isso é tudo”, explicou Lam a jornalistas em entrevista coletiva.
Ela também afirmou que seu governo continuará agilizando a aprovação da nova legislação.
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Fonte: G1 Mundo