O ‘Tributo a Tim Maia’, trará o cantor, instrumentista, arranjador e compositor Leandro Macedo e alguns dos melhores músicos da Capital em um show que promete ser contagiante.
Fonte Fundação Cultural de Palmas
A sétima edição de 2019 do projeto ‘Quarta Clássica’ chega com a proposta de agitar o público em um espetáculo emocionante em homenagem a um dos maiores representantes do soul e funk no Brasil. O ‘Tributo a Tim Maia’, trará o cantor, instrumentista, arranjador e compositor Leandro Macedo e alguns dos melhores músicos da Capital em um show que promete ser contagiante. O espetáculo acontece na quarta-feira, 28, a partir das 20h, no Theatro Fernanda Montenegro, no Espaço Cultural José Gomes Sobrinho.
Responsável pela introdução dos gêneros soul e funk na música popular brasileira e reconhecido como um dos maiores ícones do Brasil, Tim Maia (1942-1998) continua embalando fãs da boa música, independente de idade, mesmo após 20 anos de sua morte.
Com mais de uma hora de duração, o Tributo a Tim Maia promoverá um passeio sonoro pelos maiores sucessos de Tim Maia, desde as canções que alçaram o artista ao estrelato nos anos de 1970, como ‘Não quero dinheiro (Só quero amar)’ e ‘Gostava tanto de você’, passando pela fase em que aderiu à doutrina filosófico-religiosa conhecida por Cultura Racional, ‘Que beleza’ e ‘O caminho do bem’, chegando aos anos de 1980/90 com canções românticas ‘Me dê motivo’, ‘Ela partiu’, dançantes ‘Descobridor dos sete mares’ e trilhas para novelas ‘Um dia de domingo’. Ao todo, o repertório reúne cerca de 60 músicas.
No palco do teatro, Leandro Macedo estará acompanhado dos músicos Ailton Yabeta (guitarra), Júnior 7 Cordas (contrabaixo), Pedro Junior (teclados), Diego Paula (bateria) e Teógenes Sá (violino).
O artista
Há cerca de três anos, o cantor, instrumentista, arranjador e compositor Leandro Macedo trocou sua cidade natal, Imperatriz (MA), pela capital tocantinense. Desde então, o artista vem consolidando sua presença nas tardes e noites palmenses com seu repertório diversificado.
Trouxe em sua bagagem o sonho de viver da música, sendo hoje uma das referências do samba, do forró e da música brasileira em Palmas, com apresentações em vários bares/restaurantes, festas particulares e por projetos de entidades como o Sesc Tocantins.
O amor pela música nasceu na infância, na convivência de uma família de jornalistas apaixonados pela música. Instrumentista autodidata, estudou canto no Coral Municipal de Imperatriz, começou a se apresentar na noite em 2000, aos 19 anos, e não parou mais, tendo participado também de vários projetos musicais de sua cidade.
Serviço
Quarta Clássica – Leandro Macêdo – Tributo a Tim Maia;
Quando: 28 de agosto às 20h;
Local- Theatro Fernanda Montenegro – Espaço Cultural José Gomes Sobrinho;
Ingressos: R$ 10 inteira e R$ 5 a meia na sede da FCP, das 13 às 18h e no Cine Cultura a partir das 18h, ambos no Espaço Cultural de Palmas
Foto: Emerson Silva.

Dia 17 e 18 de agosto: O Rei do Lixo busca






Emanuel Vitor de Oliveira Aguiar, conhecido como Leromanual é desenhista. Além do desenho, o artista também estuda pintura, escultura e grafite. Em 2017, foi vencedor do II Salão Palmense de Novos Artistas na categoria infanto-juvenil. Como prêmio, realizou a exposição intitulada “Ler o Manual”, com 17 telas e audioguia, na Galeria Municipal de Artes.
A primeira temporada do espetáculo “Tumbeiro”, do Coletivo Agulha Cenas, foi um sucesso. Com o objetivo de ampliar ainda mais a oportunidade de prestigiar o espetáculo, o coletivo retorna à cena com mais duas apresentações – no próximo final de semana, nos dias 17 e 18 de agosto, às 19h, no Teatro Sesc Palmas. Os ingressos serão vendidos na bilheteria do teatro nos valores de R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia). A classificação é livre.
De origem quilombola, da Comunidade Kalunga do Mimoso-Albino, localizada entre os municípios de Arraias e Paranã, a dramaturga de Tumbeiros, Fátima Salvador, destaca que a construção do espetáculo é mais uma forma de resistência, de provocar uma reflexão sobre o que é estar na trincheira, marcando frente a um mundo com julgamentos de origens, cor de pele e status social. “Um grito de dor ainda tão presente nos corpos afrodescendentes que ainda lutam uma guerra tão desleal que é a de afirmar o seu lugar no mundo”, descreve.
Agulha Cenas




