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Gretchen diz que negou convite para BBB, mas não descarta ida: ‘Será que vou ter energia?’


Gretchen é entrevistada no programa g1 Ouviu, no estúdio do g1 em São Paulo
Fábio Tito/g1
Gretchen foi convidada para o BBB, mas negou o convite. Foi o que ela contou ao podcast g1 ouviu nesta terça-feira (3). Como a internet pede muito a participação da cantora no reality show, a cantora explicou por que não topou. Por enquanto.
“Fui convidada. Eu iria, mas não sei se iria agora”, ela disse. “Eu vi naquele dia que jogaram uma geleia colorida, eu tenho alopecia, eu uso lace. Eu fiquei me imaginando com aquela geleia na minha lace. Ou eu tiro e mostro para todo mundo e vou viver a vida ou vou ficar me podando.”
“Será que vou ter energia para fazer uma prova de resistência como eles? Eu já tenho 66 anos. Eu tenho que ver se aquilo é condizendo com que o público espera que eu faça.”
Gretchen foi entrevistada ao vivo no g1 Ouviu, o podcast e videocast de música do g1. A conversa fica disponível em vídeo e podcast no g1, no YouTube, no TikTok e nas plataformas de áudio.
Hit de novo
Gretchen no g1 Ouviu
Fábio Tito/g1
Lançada em 1979, a música ganhou fôlego novo nas redes sociais no início de 2026, impulsionada por desafios de dança. Para Gretchen, o segredo está na estrutura da canção.
“Nós, da galera dos 80 anos, temos músicas genuínas, que foram feitos com músicos de verdade. A melodia dos 80 anos é marcante. Essa galera fez música que vai atravessar gerações”, explicou a cantora.
Com quase 50 anos de carreira, a cantora acaba de lançar um EP com quatro versões de “Freak le boom boom”, um de seus maiores sucessos, lançado em 1979.
O remix ganhou a releitura do produtor Gab Miranda, filho de Gretchen, que incluiu percussões de escola de samba na faixa, já pensando no carnaval.
Na novela e nos memes
Gretchen é entrevistada pelas jornalistas Marília Neves e Dora Guerra no programa g1 Ouviu, no estúdio do g1 em São Paulo
Fábio Tito/g1
A cantora comentou a cena em que Grazi Massafera dançou “Freak le boom boom” na novela “Três Graças”. “Eu amei. A Arminda é aquilo. Ela registrou muito bem com a música aquele momento maluco que ela teve. Ela dançou muito lindo”, comentou ela.
Além das músicas, Gretchen também é figurinha fácil na internet, nos dois sentidos. Ela explicou que não se incomoda com o rótulo “Rainha dos memes”.
“Eu ressurgi de outra forma, para um público mais novo. Eu não sou da época da internet, eu tive que me adaptar também. Eu estou sempre me renovando por causa desses novos rótulos”.
Durante a entrevista, ela também explicou que tem vontade de fazer um feat com Pedro Sampaio. “Ele é muito a minha cara. Gosto do estilo dele.”
Outras novidades devem vir em breve, ela revelou: um documentário e um filme ou série com atores baseado na vida e carreira dela. Ela contou que gostaria de ver a atriz Juliana Paes interpretá‑la em uma produção sobre sua trajetória. “Acho que ela tem meu rosto, meu corpo, meu jeito de ser”, comparou. Para viver sua fase jovem, a artista ainda sugeriu o nome de Giullia Buscacio.

Fonte: G1 Entretenimento

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Filho da princesa herdeira da Noruega nega estupro, mas admite outras acusações em tribunal


Marius Borg Hoiby da Noruega e a princesa herdeira Mette-Marit em Oslo.
Lise Aserud/NTB via AP
O filho da princesa herdeira da Noruega se declarou inocente das acusações de estupro e violência doméstica, mas admitiu acusações menos graves no primeiro dia de seu julgamento, nesta terça-feira (3), um caso que abalou a já conturbada família real.
Marius Borg Hoiby, de 29 anos, filho da princesa herdeira Mette-Marit e enteado do príncipe herdeiro Haakon, pode pegar vários anos de prisão se for considerado culpado das acusações mais graves entre as 38 que pesam contra ele.
Quando o julgamento começou, uma pesquisa apontou para uma erosão no tradicional apoio forte dos noruegueses à monarquia. O processo ocorre dias depois que a mãe de Hoiby se desculpou por seu “mau julgamento” ao manter contato com o falecido criminoso sexual norte-americano Jeffrey Epstein depois que ele foi condenado em 2008.
Nesta terça-feira, Hoiby se declarou inocente de quatro acusações de estupro e uma de violência doméstica.
Ele se declarou culpado de uma acusação de comportamento sexual ofensivo, dirigir em excesso de velocidade e dirigir sem carteira de habilitação válida, entre outras acusações.
Ele também se declarou parcialmente culpado — uma alegação permitida pela lei norueguesa — de agressão agravada e comportamento imprudente.
Após um breve intervalo, Hoiby — vestindo um suéter marrom sobre uma camiseta branca, calças verde-escuras e tênis brancos — voltou a sentar-se atrás de seus advogados, com o corpo às vezes tremendo e as mãos firmemente entrelaçadas.
O promotor principal Sturla Henriksboe disse que Hoiby seria tratado como qualquer outro norueguês. “Ele não será tratado com mais severidade ou mais brandura por fazer parte desta família”, afirmou Henriksboe em sua declaração inicial.
Em resposta, a advogada de Hoiby disse que o tratamento dado ao seu cliente tinha sido tudo menos justo.
“A cobertura da imprensa — qual réu vê 10.000 artigos de imprensa escritos sobre ele? … Ele viu livros sendo escritos sobre ele e mais estão por vir”, disse Ellen Holager Andenaes.
“Nosso cliente não recebeu, de forma alguma, um tratamento normal. E ele não recebeu nenhum tratamento positivo.”
O príncipe herdeiro Haakon declarou que ele e sua esposa não planejam comparecer ao julgamento.
Sobre Hoiby, Haakon disse: “Nós o amamos. Ele é uma parte importante da nossa família. Ele é um cidadão norueguês, então tem as mesmas responsabilidades que todos os outros, bem como os mesmos direitos.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Hit de Tim Maia é ouvido no Grammy! Descubra a origem da música que cruzou mares até chegar à premiação


Tim Maia (1942 – 1998) em foto da capa do álbum ‘O descobridor dos sete mares” (1983)
Reprodução
♫ NOTÍCIA
♬ O perfil oficial do cantor e compositor carioca Tim Maia (1942 – 1998) chamou atenção ontem para um detalhe tão delicioso quanto inusitado para o público brasileiro que assistiu pela televisão ou pela internet à cerimônia da 68ª edição do Grammy Awards, realizada em Los Angeles (EUA) na noite de domingo, 1º de fevereiro.
Não, não se trata do prêmio de Melhor álbum de música global para o álbum ao vivo de Caetano Veloso e Maria Bethânia, mas do fato de a orquestra do prêmio ter tocado a introdução do arranjo da música “O descobridor dos sete mares” (1983) – um dos maiores sucessos da discografia de Tim Maia, pioneiro do funk e soul brasileiros – quando foi anunciada a vitória da trilha sonora do filme norte-americano “Pecadores” (“Sinners”, no titulo original em inglês) na categoria Melhor trilha sonora compilada para mídia visual.
Lançada por Tim Maia no álbum também intitulado “O descobridor dos sete mares”, produzido e regido pelo próprio Tim em 1983 sob a direção artística de Jairo Pires, a composição dos então publicitários Miguel Leite de Oliveira Neto (conhecido e creditado artisticamente como Michel) e Gilson de Barros Mendonça foi tocada em registro instrumental assim que o prêmio para a trilha de “Pecadores” foi anunciado.
Ouviu-se a introdução do arranjo de metais criado pelo saxofonista João Batista Martins (o Tinho) e o trompetista Adonhyran Peçanha para a gravação original de 1983, na qual, além dos dois instrumentistas e arranjadores, também tocou o trompetista Carlos dos Santos, entre outros músicos da banda de Tim, Vitória Régia.
Michel e Gilson Mendonça compuseram “O descobridor dos sete mares” especialmente para Tim Maia. Inclusive por conta desse aliciante arranjo de metais, a música fez sucesso imediato e, a partir dos anos 1990, ganhou outras gravações do próprio Tim Maia (em 1990 e em disco ao vivo de 1992) e de cantores como Lulu Santos (em 1995 e em 2004), Pedro Mariano (em 1999), Edson Cordeiro (em 2001) e Diogo Nogueira (em álbum ao vivo de 2016).
Com a morte de Tim Maia em 1998, “O descobridor dos sete mares” permaneceu na memória nacional como uma das músicas mais famosas do cantor, ombreando na preferência popular com outros hits do artista, como “Azul da cor do mar” (1970), “Primavera” (Cassiano e Silvio Roachel, 1970), “Não quero dinheiro (Só quero amar)” (1971), “Gostava tanto de você” (Edson Trindade, 1973) e “Me dê motivo” (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1983), este um clássico da sofrência lançado por Tim no mesmo álbum de 1983 em que o cantor apresentou “O descobridor dos sete mares”.
Com letra escrita com inspiração no litoral brasileiro, a música “O descobridor dos sete mares” cruzou águas intercontinentais e chegou ao Grammy!

Fonte: G1 Entretenimento

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Os shows estão caros demais? Entenda por que valor de ingressos aumentou no Brasil e no mundo


Shows estão ficando mais caros? Entenda o que tem causado alta dos preços de ingressos
Ser fã de artista internacional nunca foi uma tarefa fácil, mas está mais custosa que nunca. Fãs de Harry Styles que o digam: os preços dos shows dele no Brasil, marcados para julho, surpreenderam até quem estava com a poupança em dia.
Nas redes sociais, não faltam comentários de fãs decepcionados com os preços de shows internacionais. Claro, ver um artista gringo sempre custou um pouco mais. Mas os ingressos não estão caros demais? E será que esse problema é só no Brasil?
O g1 ouviu especialistas em grandes shows para entender o que está por trás desses preços. Veja abaixo:
Aumento vai além da inflação
Não é novidade que a pandemia e os conflitos mundiais, como a guerra na Ucrânia, inflacionaram os preços. Mas não é só isso.
Ao g1, um produtor de shows internacionais explicou alguns fatores que causaram a alta de ingressos:
Aumento do cachê: artistas não conseguem mais se sustentar com streams e os shows são suas principais fontes de renda;
Shows mais robustos: artistas estão investindo cada vez mais em shows com grandes aparatos de luzes, vídeo, som e efeitos especiais — e claro, fica caro transportar e montar essas estruturas;
Tudo está mais caro: das passagens aéreas ao transporte de carga, salários, hotéis… tudo isso tem custado mais.
O g1 procurou as produtoras Live Nation e a 30e, responsáveis pela maior parte dos shows internacionais no Brasil, mas elas não quiseram responder.
Preços para o show de Harry Styles em 2022 (esquerda) e em 2026 (direita)
Divulgação
Estamos vendo os efeitos na prática. Fãs sofreram ao comparar os preços da “Love on Tour”, turnê que Harry Styles trouxe em 2022, e dos shows deste ano. Se, antes, a pista custava R$ 358 (inteira, sem taxas), hoje, o mesmo tipo de ingresso está R$ 700. Sim, os valores praticamente dobraram.
Essa alteração é muito acima da inflação: nesse tempo, a inflação acumulada ficou em torno de 20% a 25%, o que levaria um ingresso médio de R$ 400 a custar hoje cerca de R$ 450.
No caso de Styles, dá pra argumentar que o artista cresceu nesse tempo e que ele deve trazer um show mais robusto desta vez.
Mas nem uma banda estável como o Iron Maiden passou ilesa a esse aumento no Brasil: entre 2022 e 2026, no geral, os ingressos dos shows da banda em São Paulo ficaram cerca de 49% mais caros (ou seja, o dobro da inflação). Isso sem contar as taxas.
Harry Styles canta no Grammy 2023
REUTERS/Mario Anzuoni
O caso do Brasil
É claro que o Brasil tem suas próprias questões. Uma delas é a lei da meia-entrada, que não existe em vários outros países. Um produtor ouvido pelo g1 explica que, como muitos fãs compram a meia, é preciso jogar o preço da inteira lá no alto para que a conta feche.
Ele conta que outra questão é a tributação. O artista usa do cachê para despesas com passagens, transporte de carga, salários da equipe, alimentação, pagamento de empresários, ensaios, etc. Mas além disso, o cachê não chega inteiro para o artista, porque há a cobrança de impostos.
Em alguns países da Europa, é possível que as despesas do artista sejam descontadas antes dos impostos, ou seja, os impostos incidem basicamente sobre o lucro líquido. Mas no Brasil e em alguns países da América do Sul, o imposto é cobrado diretamente sobre o valor bruto do cachê que o artista recebe.
“Então, para trazer um artista, é preciso que exista um valor mínimo que justifique esses custos. E, para chegar a esse valor, é necessário cobrar um preço médio de ingresso relativamente alto — levando em consideração, ainda, a questão da meia-entrada”, explica o entrevistado.
Além disso, hoje, várias taxas incidem sobre o valor do ingresso: taxa de serviço, de processamento (ou meio de pagamento) e de administração. Essas tarifas existem em outros países, claro. Mas por aqui, o valor de um ingresso (que já não era barato, para início de conversa) acaba sendo inflado em cerca de 20% a 30% com as taxas.
Em comunicado emitido na última terça (27), o Procon-SP informou que “desde 2023, já aplicou 3 multas contra a Q2 Ingressos, a Eventim Brasil e a T4F Entretenimento e neste momento possui uma investigação em curso sobre a cobrança indevida de taxas.”
Mas problema também é mundial
Não é que os ingressos estão caros só no Brasil. Na verdade, até temos uma vantagem: por aqui, não há a prática do “preço dinâmico”, que infla os valores de acordo com a demanda. Isso rendeu um problema enorme para os fãs ingleses de Oasis em 2025.
Liam Gallagher durante apresentação do Oasis, em São Paulo
Joshua Halling/Divulgação
Em alguns lugares, como os Estados Unidos, há variação de preços mesmo dentro de um mesmo setor. Quanto mais perto do palco ou melhor a vista, mais caro o ingresso.
“Eu sempre digo para todo mundo: antes de chorar, olha quanto estão pagando os outros fãs dos Estados Unidos, que são realmente o mercado mais caro. É onde os artistas fazem a festa, onde o onde eles vão mais ganhar, vai ser nos EUA. Menos impostos, mais mercado, cobra-se mais caro, tem melhor infraestrutura para receber os shows”, diz o entrevistado.
Até o Trump já disse que os shows estão com “preços malucos”. Há anos, a Ticketmaster enfrenta processos de órgãos americanos, sob acusações de preços predatórios, taxas enganosas e monopólio da indústria (a ticketeria se tornou a principal do mundo após a fusão com a Live Nation, em 2010).
O sucesso desse tipo de ticketerias tem a ver com o modelo de negócio: se antes a casa de shows arcava com a operação de vendas, hoje, parte desses custos é paga pelo consumidor na compra online.
Taylor Swift no Estádio Nilson Santos, em 2023
Stephanie Rodrigues/g1
Tudo isso para um processo de compra que pode ser bem frustrante, além do preço exorbitante. Por isso, nem os artistas estão felizes: Taylor Swift, Pearl Jam, Robert Smith e Bruce Springsteen estão entre os nomes que já “compraram briga” com a Ticketmaster. Mas até hoje, encontraram poucas saídas.
Por enquanto, a perspectiva não é boa: se os shows continuam esgotando, infelizmente, o mercado não tem estímulo algum pra abaixar os preços. Resta aos fãs entender até onde dá pra pagar.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘A Empregada’ vira 1º fenômeno de bilheteria de 2026 no Brasil com reviravoltas e boca a boca


Assista ao trailer do filme ‘A Empregada’
“A Empregada” é o primeiro grande fenômeno de bilheteria neste ano no Brasil. Longe das franquias de super-heróis ou das animações infantis, quem domina as conversas e as salas de cinema nessas primeiras semanas é o suspense psicológico baseado no livro de mesmo nome.
A adaptação do best-seller de Freida McFadden, protagonizada por Sydney Sweeney e Amanda Seyfried, se consolidou como o filme favorito dos brasileiros neste início de temporada.
Segundo dados da Comscore, o longa rompeu a barreira impressionante dos 3 milhões de espectadores no Brasil. O filme está há três semanas consecutivas no primeiro lugar. O suspense assumiu a ponta do ranking na metade de janeiro, destronando “Avatar: Fogo e Cinzas”.
Parte do sucesso é explicada pela força do boca a boca. Impulsionado pelas reviravoltas da trama, a ida ao cinema virou evento obrigatório para evitar spoilers nas redes sociais.
Quais as cifras de ‘A empregada’?
Cartazes do filme ‘A empregada’ em português, inglês e espanhol
Reprodução
Renda acumulada: O filme rendeu R$ 68 milhões apenas nas bilheterias brasileiras, segundo a Comscore;
Resistência a estreias: Em sua terceira semana na liderança, permaneceu o topo mesmo com a chegada de “Zootopia 2”;
Sucesso nos EUA: No mercado norte-americano, arrecadou US$ 45 milhões apenas no primeiro fim de semana;
Fenômeno boca a boca: O filme teve nota “A-” no CinemaScore, métrica que avalia a satisfação do público na saída das sessões;
Fenômeno do BookTok: Antes da estreia, a hashtag de “A empregada” já somava mais de 1 bilhão de visualizações no TikTok.
Para quem ainda não foi ao cinema, o g1 responde abaixo outras perguntas sobre o thriller:
Qual a história?
A trama é um suspense de “gato e rato”. Millie Calloway (Sydney Sweeney) é uma jovem com um passado conturbado que vive em seu carro e precisa desesperadamente de um recomeço. Ela acredita ter tirado a sorte grande ao ser contratada como empregada doméstica para trabalhar na mansão luxuosa da sofisticada Nina Winchester (Amanda Seyfried).
No entanto, o emprego dos sonhos se torna um pesadelo psicológico. Nina se revela uma patroa imprevisível, manipuladora e instável, tornando a vida de Millie um inferno. Enquanto isso, o marido de Nina, o charmoso Andrew, parece ser a única pessoa sã na casa.
Millie logo percebe que a família Winchester esconde segredos sombrios e perigosos, e que ela mesma pode não ser tão inocente quanto aparenta.
Nina (Amanda Seyfried) encara Mille (Sydney Sweeney) numa cena de ‘A Empregada’
Divulgação
Por que tem feito tanto sucesso?
O êxito de “A empregada” é resultado de três fatores:
“Star Power”: O filme uniu duas gerações de estrelas. Sydney Sweeney é o controverso ícone atual da Geração Z (após “Euphoria” e o sucesso “Todos Menos Você”). Amanda Seyfried é uma atriz consagrada, indicada ao Oscar e com apelo popular desde “Meninas Malvadas”. Vê-las em um embate direto uniu esses dois públicos;
O estilo: Thrillers domésticos com reviravoltas geram engajamento natural. As pessoas saem da sessão falando do final, o que alimenta o boca a boca.
A base literária: O livro de Freida McFadden já era um fenômeno no “BookTok” (a comunidade literária do TikTok). O filme já nasceu com uma audiência gigantesca esperando pela adaptação.
Quem está no elenco?
Sydney Sweeney e Amanda Seyfried estrelam o suspense ‘A Empregada’
Divulgação
A força do filme está no duelo central, mas o elenco de apoio é fundamental:
Sydney Sweeney (“Todos Menos Você”): Millie Calloway, a jovem com um passado misterioso que aceita o emprego na mansão Winchester desesperada por um recomeço.
Amanda Seyfried (“Meninas Malvadas”): Nina Winchester, a sofisticada, manipuladora e imprevisível dona da casa que transforma a rotina de Millie em um inferno psicológico.
Theo James (“Divergente”): Andrew Winchester, o marido rico, charmoso e aparentemente perfeito que parece ser a única ilha de sanidade na mansão.
Margo Martindale (“Álbum de Família”): Uma figura chave do passado da família Winchester que detém informações cruciais sobre a dinâmica perigosa da casa.
Quais as diferenças entre livro e filme?
Embora a adaptação seja fiel à espinha dorsal da história de McFadden, houve mudanças para adequar a trama ao novo formato. A principal diferença está no ritmo: o filme acelera a primeira metade da história, chegando mais rápido aos confrontos diretos entre Millie e Nina. No livro, a autora gasta mais tempo construindo a tensão diária. Além disso, certas histórias secundárias foram simplificadas.
Porém, a mudança mais debatida nas redes sociais envolve o terceiro ato e a cena final. O filme optou por um desfecho de visual mais impactante e um pouco diferente do epílogo do livro, o que tem dividido a opinião dos leitores mais puristas.
Quem é diretor e a roteirista?
O filme é dirigido por Paul Feig, conhecido por seu trabalho em comédias de sucesso como “Missão Madrinha de Casamento” e por transitar para o gênero de suspense com estilo em “Um Pequeno Favor”. A adaptação do livro ficou a cargo de Rebecca Sonnenshine. A roteirista e produtora tem experiência em criar atmosferas de tensão e mistério, tendo trabalhado em séries como “The Boys”, “The Vampire Diaries” e “Archive 81”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Chuck Negron, do Three Dog Night e voz por trás de ‘Joy to the World’, morre aos 83 anos


Chuck Negron, ex-vocalista da banda Three Dog Night, canta para uma plateia durante uma festa de véspera de Natal, em 24 de dezembro de 1997, na Union Rescue Mission, em Los Angeles.
AP/John Hayes
Chuck Negron, membro fundador do Three Dog Night, cuja voz principal impulsionou uma série de sucessos, incluindo “Joy to the World”, “One” e “An Old Fashioned Love Song”, para uma das principais bandas de rock do final dos anos 1960 e início dos anos 1970, morreu na segunda-feira. Ele tinha 83 anos.
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Ele morreu em decorrência de complicações de insuficiência cardíaca e doença pulmonar obstrutiva crônica em sua casa no bairro de Studio City, em Los Angeles, de acordo com seu assessor de imprensa, Zach Farnum.
Negron também cantou como vocalista principal em “Easy To Be Hard” e “The Show Must Go On”. Outros sucessos da banda incluem “Black and White”, “Mama Told Me (Not to Come)”, “Never Been to Spain” e “Shambala”.
Em dezembro de 1972, a banda apresentou e se apresentou na edição inaugural do “New Year’s Rockin’ Eve” de Dick Clark.
Em 1975, as vendas de álbuns haviam diminuído e a banda teve seu último sucesso na Billboard Hot 100 com “Til the World Ends”. Conflitos internos fragmentaram o grupo, que se desfez no ano seguinte.
Em 1981, o grupo se reuniu, mas Negron foi demitido no final de 1985 devido a problemas recorrentes com drogas.
Em 1967, Negron juntou-se a Danny Hutton e Cory Wells para formar o Three Dog Night, um trio vocal com raízes no R&B, rock ‘n’ roll e doo-wop urbano. Eles alcançaram o sucesso dois anos depois com seu primeiro single, “One”, que vendeu mais de um milhão de cópias e foi escrito por Harry Nilsson
Negron fez uso intenso de drogas durante a ascensão meteórica da banda ao topo das paradas. Gastou sua fortuna com drogas e chegou a morar na Skid Row, em Los Angeles, por um tempo.
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Após inúmeras internações em clínicas de reabilitação, ele se livrou do vício em 1991 e seguiu uma carreira solo de sucesso, lançando sete álbuns entre 1995 e 2017. Seu livro de 1999, “Three Dog Nightmare”, detalhou seus altos e baixos.
Após décadas de afastamento entre ele e Hutton, os dois se reconciliaram no ano passado. Hutton e Michael Allsup são os únicos membros sobreviventes.
Nascido Charles Negron II em 8 de junho de 1942, ele cresceu no Bronx cantando em grupos de doo-wop desde cedo. Seus pais se divorciaram quando ele tinha 2 anos. Ele foi recrutado pela Universidade Estadual da Califórnia para jogar basquete, o que o levou a Los Angeles, onde começou a trabalhar na indústria da música.
Em seus últimos anos, Negron continuou em turnê mesmo sofrendo de DPOC crônica por três décadas. A pandemia de COVID-19 o afastou dos palcos permanentemente.
Negron deixa esposa, Ami Albea Negron, e cinco filhos, incluindo Berry Oakley Jr., filho do baixista da Allman Brothers Band, Berry Oakley, que morreu em um acidente de motocicleta em 1972. Negron foi casado por um tempo com Julia Negron, mãe de Berry Oakley Jr., e ajudou a criar o pequeno Berry Jr.

Fonte: G1 Entretenimento

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Chappell Roan vestiu prótese para look que oscila entre provocação e elegância; entenda


Chappell Roan usou prótese para vestido que a deixou seminua no Grammy 2026
Chappell Roan vestiu um look ousado, criativo e conceitual no tapete vermelho do Grammy Awards 2026, deste domingo (1º). A cantora fez jus à sua extravagância fashion e, com um vestido da Mugler, se tornou uma das celebridades mais comentadas nas redes durante a premiação.
A repercussão do visual de Chappell tem a ver com os seios da cantora, que ficaram à mostra. Mas ao contrário do que muita gente pensa, a artista usava uma prótese sobre eles, explicou Andrew Dahling, maquiador da cantora, à revista “Elle”.
A referência de Chappell
O look de Chappell se trata de uma releitura de um vestido icônico da marca francesa Mugler. O original foi criado em 1998, sendo apresentado em um desfile de alta-costura e vestido por Erica Vanbrel.
Em 2025, esse mesmo vestido serviu de inspiração para outro look da Mugler. Assinada por Miguel Castro Freita, a peça compõe a coleção de primavera-verão 2026 da marca.
Agora, foi a vez de Chappell Roan recriar o look. Diferentemente dos modelos anteriores, o tecido dela ficou sustentado em um piercing que perfura próteses em vez de mamilos reais — o que evitou acidentes, caso alguém pisasse na longa calda do seu vestido.
Transparente, sua peça trazia linhas delineantes. O tom vermelho-vinho harmonizava com seu cabelo ruivo.
“É uma fantasia medieval da Mugler para o tapete vermelho. Queríamos uma maquiagem sensual e esfumada, com um toque dos anos 90 para homenagear a época de onde vem este vestido”, afirmou Dahling a “Elle”.
Diferentes modelos de um vestido icônico da Mugler. À esquerda, a peça de 1998; ao centro, a peça de 2025; e à direita, a peça de 2026
Reprodução/Getty Images/AFP
Da sensualidade à elegância
Apesar de sua seminudez, o look de Chappell vai na contramão do visual de Bianca Censori no Grammy em 2025. A empresária, que foi totalmente pelada à premiação, estava interessada somente em polemizar — ou pelo menos, era o que ela e seu marido Kanye West deram a entender.
Já a cantora, que também apostou no naked dress, se dedicou a escolher qual conceito por trás do look. Os seios (e prótese) à mostra têm apelo sexual, de sofisticação, provocação e elegância. Tudo isso ao mesmo tempo.
O propósito estético da peça usada por Chappell se alinha à intenção Thierry Mugler, estilista do vestido original. “Eu tinha piercings nos mamilos e acho que a notícia se espalhou muito rápido. De repente, o Thierry disse: ‘Tenho um vestido para você e vou pendurá-lo nos seus mamilos’. O Thierry ficou super empolgado, e eu também. Ele achou a ideia ótima e queria um estilo de deusa grega”, contou a modelo Erica Vanbrel em uma entrevista.
Mesmo com todas as adaptações em relação à peça original, o vestido de Chappell deixou a artista com ar de mítica, intocável e poderosa. É como se ela fosse a própria vestimenta de si mesma.
Chappell Roan no Grammy 2026
Mario Anzuoni/Reuters/Amy Sussman/Getty Images/AFP
Nudez no Grammy
Após a passagem de Bianca Censori pelo tapete vermelho do Grammy 2025, levantou-se o questionamento: Afinal, existe um código de vestimenta no Grammy?
Na época, o g1 procurou representantes de artistas brasileiros que já foram indicados na premiação para saber se o Grammy envia algum tipo de comunicado com o convite. E alguns deles informaram que nunca souberam de nada que fosse proibido, mas que devido à importância do evento, o traje oficial é gala.
Essa informação não está escrita no convite, mas entre eles, “é algo que já é óbvio”. E dentro disso, os estilistas já trabalham nos figurinos, pensando tanto no red carpet quanto na cerimônia de premiação.
As páginas internacionais reforçam o que foi dito por esses representantes e explicam que a Recording Academy nunca divulgou publicamente um código de vestimenta para a cerimônia de premiação.
Mas, em 2013, um suposto documento sobre o assunto teria sido enviado aos convidados pela CBS, emissora que transmite o evento.
Este memorando (publicado pelo site Deadline na época), nunca foi confirmado pela CBS. Mas, segundo o site, o documento fazia um alerta sobre figurinos, citando, por exemplo, que “as nádegas e os seios femininos tinham que estar adequadamente cobertos”.
Além disso, “trajes do tipo tanga” e com as curvas dos seios à mostra também eram listados como problemáticos.
Outro tópico dizia que bumbuns visíveis através de roupas transparentes eram desaconselhados. E órgãos genitais à mostra eram proibidos.
Esse mesmo documento também proibia acessórios de campanhas, como aqueles pins de lapela que se tornaram tão comuns em tapetes vermelhos.
No Grammy deste ano, vários artistas usaram um pin azul em formato de coração que fazia parte de uma campanha em apoio às vítimas dos incêndios na Califórnia.
Depois de toda repercussão com o vestido transparente de Bianca, um produtor executivo responsável pela transmissão do Grammy informou à revista People que o código de vestimenta indicado para os convidados é “black-tie artístico”, mas que, se tratando da indústria da música, ele acha que isso fica aberto a interpretações.
Resta saber se agora as premiações vão aderir algum código que assinale de forma mais explícita se há algo proibido para a passagem no tapete vermelho.

Fonte: G1 Entretenimento

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Roberta Campos reaviva canções do álbum ‘Coisas de viver’ com feats com Jota.Pê, Zélia Duncan e Jorge Vercillo


Roberta Campos (de camisa preta) regrava a canção ‘Peito aberto’ com Zélia Duncan no álbum ‘Coisas de viver a dois’
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♫ NOTÍCIA
♬ Em 5 de fevereiro de 2025, Roberta Campos lançou o sexto álbum de estúdio, “Coisas de viver”, com repertório inteiramente autoral. Na próxima quinta-feira, 5 de fevereiro, exatamente um ano após o lançamento do álbum, a cantora, compositora e violonista mineira apresenta o primeiro single do reboot desse cancioneiro.
“Coisas de viver a dois” é o título do projeto fonográfico em que Roberta rebobina as nove músicas do álbum de 2025 com feats com nomes como Jota.Pê, Zélia Duncan e Jorge Vercillo. Vários singles serão lançados até que o álbum “Coisas de viver a dois” fique disponível na íntegra em maio.
O single inicial que será lançado na quinta-feira é o feat da artista com Jota.Pê na música-título “Coisas de viver”, parceria de Roberta com o letrista Paulo Novaes. Mais tarde, o público reouvirá a canção “Peito aberto” em dueto de Roberta Campos com Zélia Duncan.
Além das vozes dos convidados, as músicas do álbum “Coisas de viver” reaparecem em “Coisas de viver a dois” com novos arranjos, executados pelos músicos Diogo Ville (teclados), Amanda Barbora (bateria), Jackson Antunes (baixo) e João Elbert (guitarra). A música-título “Coisas de viver”, por exemplo, volta adornada com quinteto de cordas na regravação arranjada por Thiago Faria.
Ao longo de cinco dias de estúdio, Roberta Campos gravou todos os feats e captou as imagens dos encontros com os convidados de “Coisas de viver a dois”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é Chappell Roan, cantora que chamou atenção com look transparente no Grammy 2026


Chappell Roan chama atenção com vestido ousado no Grammy 2026
Amy Sussman / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
A cantora Chappell Roan chegou ao Grammy Awards 2026, na noite deste domingo (1º), com um look que chamou atenção. A artista estava indicada a dois prêmios nesta edição e apareceu com um vestido que deixava os seios à mostra, preso apenas por piercings no corpo.
Cantora lésbica e festeira é nova queridinha da música pop; veja entrevista do g1 com Chappell
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Hoje uma das principais estrelas da nova geração do pop, Chappell Roan era um nome pouco conhecido até 2024. A cantora americana de 27 anos cresceu exponencialmente nos últimos anos, graças aos seus hits divertidos e performances teatrais.
Ela vem ao Lollapalooza 2026 como uma das headliners, mesmo sendo sua primeira vez no Brasil. Saiba mais sobre a cantora:
Quem é Chappell Roan
Chappell Roan leva o prêmio de Melhor Artista Revelação
Chris Pizzello/Invision/AP
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Nascida no Missouri, Chappell iniciou sua trajetória postando vídeos no TikTok e atuando como artista independente até estourar após apresentações marcantes em festivais como o Coachella.
Como coroação dessa trajetória, ela levou o Grammy de melhor artista revelação em 2025.
Seu estilo musical, influenciado por divas dos anos 2010 como Lady Gaga e Katy Perry, combina hits dançantes com letras que exploram abertamente sua identidade lésbica e experiências da comunidade LGBT+, o que a aproximou de um público jovem que busca autenticidade e representatividade.
Além do sucesso comercial, com milhões de ouvintes diários e músicas como “Good Luck, Babe” nas paradas globais, Chappell Roan é reconhecida por seu posicionamento político e apoio à cena local.
A moda é um aspecto importantíssimo da identidade artística dela; esse lado “extravagante” faz parte da persona Chappell Roan, que ela mesma define como uma “drag queen”.
Em suas turnês, ela frequentemente convida artistas drags regionais para fazer a abertura dos shows, buscando engajar e fortalecer a comunidade LGBT+ por onde passa.
Chappell Roan chama atenção com vestido ousado no Grammy 2026
Amy Sussman / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP

Fonte: G1 Entretenimento

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Supla recicla, ao lado de Bazie, Jyrki e Os Punks de Boutique, música lançada há 30 anos com a banda Psycho 69


Supla e Os Punks de Boutique lançam hoje, 2 de fevereiro, o single ‘Trip scene’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Banda norte-americana de punk rock integrada por Supla entre 1994 e 1999, período em que o artista brasileiro morou em Nova York (EUA), Psycho 69 lançou em 1996 um álbum homônimo que trazia no repertório uma parceria de Supla com Louie Gasparro, “Trip scene”.
É essa até então esquecida composição “Trip scene” que Supla rebobina, 30 anos depois, em single gravado com o grupo Os Punks de Boutique e disponível a partir de hoje, 2 de fevereiro, nos aplicativos de áudio e em clipe.
Além dos Punks de Boutique, o single “Trip scene” junta Supla com o guitarrista Bazie e o cantor Jyrki 69, ambos integrantes da banda finlandesa The 69 Eyes, conhecida no universo roqueiro europeu pela mistura de glam, punk e hard rock. Como ressalta Supla, a arquitetura instrumental do atual registro de “Trip scene” é similar à da gravação original de 1996.
Originado da gravação feita em estúdio de São Paulo (SP), o clipe de “Trip scene” mistura takes captados no estúdio com trechos de apresentações da banda Psycho 69 em Nova York (EUA), costurando presente e passado através das imagens.
Capa do single ‘Trip scene’, de Supla com Os Punks de Boutique. Jyrki 69 e Bazie
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento