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Após ser absolvido pelo TSE, Temer tenta unificar base no Congresso nesta semana

PSDB reunirá executiva nacional para definir se permanece ou desembarca da base do governo. Senado discute reforma trabalhista; Câmara, participação estrangeira em companhias aéreas.

Depois de ter sido absolvido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na última sexta-feira (9), o presidente Michel Temer se dedicará a uma missão no Congresso Nacional nesta semana: unificar sua base de apoio.

A tarefa começa nesta segunda-feira (12), quando a executiva nacional do PSDB, um dos principais partidos da base, deve se reunir para definir se a legenda desembarca, ou não, do governo.

Apesar do resultado favorável a Temer no TSE, os tucanos estão divididos. Parte da legenda defende o rompimento com o Palácio do Planalto por causa da investigação em que o peemedebista é alvo no Supremo Tribunal Federal (STF).

Com base nas delações dos donos da JBS, a Corte apura se Temer cometeu os crimes de organização criminosa, corrupção e obstrução de justiça.

Os tucanos que querem o rompimento com o governo avaliam que a situação do presidente da República é instável. Para eles, isso pode comprometer o avanço das reformas trabalhista e previdenciária no Congresso.

Temer também terá que lidar com a posição de bancadas de PSB, PPS, PTN e PHS, que, após a delação da JBS, anunciaram que passariam a atuar na oposição.

Senado

Além da busca de Temer por sobrevivência política, a semana no Congresso também terá análise de projetos com impacto na economia e no campo social.

Uma delas é a reforma trabalhista, com mudanças na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), que será novamente discutida pelo Senado.

Na terça-feira (13), o senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) fará a leitura de relatório favorável ao projeto na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Depois disso, será concedido prazo para que os senadores analisem o relatório.

A previsão é de que a reforma trabalhista seja votada pela CAS na próxima semana. Já a votação no plenário do Senado deve ocorrer no dia 28 de junho.

Além disso, nesta semana, os senadores devem concluir a análise de duas Propostas de Emenda à Constituição (PECs) que, se forem aprovadas, serão encaminhadas para a Câmara.

Uma delas altera a Constituição para tornar imprescritíveis os crimes de estupro. A outra tem o objetivo de impedir o fechamento de tribunais de contas estaduais e municipais.

Capital estrangeiro em aéreas

Na Câmara, por conta do feriado de Corpus Christi na quinta-feira (15), as sessões de votação em plenário foram antecipadas e estão previstas para ocorrer entre esta segunda (12) e quarta (14).

Pela previsão do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), os deputados vão começar a semana debatendo o projeto que libera o controle de capital estrangeiro em companhias aéreas que atuam no Brasil.

Hoje, o Código Brasileiro de Aeronáutica (CBA) permite que estrangeiros tenham, no máximo, 20% do capital de empresas aéreas nacionais. Ou seja, o controle dessas empresas tem que ficar nas mãos de brasileiros.

Ao elevar esse limite para 100%, o governo permite que estrangeiros também controlem empresas aéreas que operam voos dentro do Brasil.

Na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) os deputados vão começar o debate sobre a proposta de emenda à Constituição (PEC) que estabelece eleições diretas no caso de vacância dos cargos de presidente e vice-presidente da República até seis meses antes do fim do mandato.

O presidente da comissão, Rodrigo Pacheco (PMDB-MG), afirmou na última semana que irá promover uma sessão na terça-feira (13), com pauta única, voltada exclusivamente à discussão da PEC.

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Aécio e Alckmin pressionam PSDB a ficar no governo

Senador afastado luta pela sobrevivência política e governador visa eleição presidencial ano que vem

BRASÍLIA – O PSDB chega ao dia da reunião de sua Executiva com um forte movimento contrário ao desembarque da base do governo Michel Temer, diferentemente do que se via na semana passada, quando a debandada era a hipótese mais provável no partido. Segundo tucanos da cúpula, a tendência, hoje, é que não haja o rompimento com o Palácio do Planalto, mas que todos fiquem livres para se posicionarem como quiserem sobre o governo.

A possível permanência dos tucanos foi conseguida às custas de muitas conversas com o Palácio do Planalto, capitaneadas, principalmente, por pressões do senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG), que luta por sua sobrevivência política, e do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, de olho nas eleições presidenciais de 2018.

Assim, os quatro ministros da legenda — Antonio Imbassahy (Secretaria de Governo), Aloysio Nunes (Relações Exteriores), Bruno Araújo (Cidades) e Luislinda Valois (Direitos Humanos) — ficarão à vontade para se manterem em seus cargos e não haverá fechamento de questão em relação ao apoio a Michel Temer, que deverá enfrentar um pedido de denúncia por parte da Procuradoria-Geral da República (PGR) nos próximos dias, a ser chancelado ou não pela Câmara.

A postura não significará que os deputados do PSDB serão obrigados a votar contrariamente à eventual denúncia de que Temer deve ser alvo. Mas já existem articulações para substituir tucanos que pensem em votar pelo acatamento da denúncia na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, colegiado que será responsável por emitir um parecer sobre o caso, antes de ser levado ao plenário da Câmara.

“PENA DE TUCANO PARA TODO LADO”

A única unanimidade no partido deve ser sobre a união em torno das reformas trabalhista e da Previdência.

— A tendência é essa, de liberdade para cada um agir como quiser. Vai ser pena de tucano para todo lado — afirma um dirigente do PSDB.

Mesmo afastado do mandato de senador e da presidência do partido desde que foi revelada gravação em que pedia R$ 2 milhões ao dono da JBS, Aécio Neves tem estado à frente de movimentação pela permanência do PSDB na base aliada. Ele enfrenta processo de cassação do mandato no Conselho de Ética do Senado, e precisa do PMDB, o maior partido na Casa, com 22 senadores, para escapar. O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, reiterou na semana passada o pedido de prisão de Aécio. Caso perca o foro privilegiado que seu mandato parlamentar lhe confere, é considerada alta a probabilidade de ser preso, a exemplo do que ocorreu com o ex-assessor de Temer, Rodrigo Rocha Loures, detido logo após deixar a vaga de deputado na Câmara.

Nos bastidores, emissários do Planalto avisaram sobre o risco de Aécio ser “abandonado” no Senado, caso houvesse um rompimento com o governo. O movimento de Aécio irritou tucanos que defendiam a saída do governo. Para esse grupo, o mineiro pensou apenas em sua sobrevivência e pode comprometer o futuro do partido.

— Está tendo um movimento do Aécio de tentar segurar, é muito evidente. Ele está se movendo pela própria sobrevivência, o que seria legítimo em outras circunstâncias. Mas, nesse caso, está comprometendo a instituição a favor de interesses próprios — afirma um senador tucano.

Em outra frente, Geraldo Alckmin atua fortemente na contenção dos tucanos de São Paulo que, em um primeiro momento, pressionaram pelo desembarque. Segundo interlocutores de Alckmin, ele estaria preocupado com o apoio do PMDB nas eleições presidenciais em 2018. Para parlamentares do PSDB mais próximos de Aécio, Alckmin teria adotado essa estratégia com o objetivo de enfrentar um concorrente mais fraco no próximo ano.

— Alckmin não quer um novo presidente em condições de disputar a reeleição no ano que vem. Para ele, é melhor o Temer mancando em 2018 do que, por exemplo, um Rodrigo Maia (presidente da Câmara) andando — afirma esse tucano.

Um integrante das articulações contra o governo considera que a permanência na base pela qual Alckmin vem trabalhando pode acabar se mostrando um “abraço de afogados”.

O próprio presidente Michel Temer atuou diretamente para evitar uma ruptura do PSDB. O ministro Aloysio Nunes esteve ontem em São Paulo para conversar com Geraldo Alckmin. O prefeito de São Paulo, João Doria, telefonou para Temer e debateu o tema. Além disso, emissários do presidente, como o vice-líder do governo Beto Mansur (PRB-SP), estiveram em São Paulo conversando com Doria, que estaria com o discurso de que o partido deve manter apoio pelas reformas. É provável que Doria viaje a Brasília ao lado de Alckmin. Já o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso não deve comparecer. Os três, segundo os próprios tucanos, estão trabalhando por uma solução mais favorável a Temer, contra uma decisão de rompimento.

“DECISÃO TIPICAMENTE TUCANA”

Os líderes da legenda em São Paulo atuaram para acalmar os chamados “cabeças pretas”, os mais jovens, da bancada paulista, que são enfáticos na defesa do rompimento. A mudança de discurso já era sentida na última sexta-feira e se intensificou no fim de semana, com as novas conversas.

— Acompanho a bancada. Há um grupo que quer manter os ministros no governo, fazer defesa das reformas e outro grupo que quer sair. Tem que haver uma decisão nacional — disse o deputado federal Ricardo Tripoli (SP) ao GLOBO, na noite de sexta.

Um deputado do partido brincou que será uma decisão “tipicamente tucana”, ou seja, que não terá vencedores e nem vencidos. Os líderes tucanos trabalham para um script de uma reunião em que não haja votação sobre a posição, para não expor o racha no partido. O discurso, segundo um dirigente, será de manter uma postura crítica sobre denúncias, mas que é preciso dar estabilidade ao país e apoio às reformas, principalmente.

O ministro da Secretaria-Geral, Moreira Franco, que esteve com Temer ontem, disse ao GLOBO que é preciso aguardar uma decisão do PSDB para que o governo se manifeste. Ele admite que Aécio Neves continua tendo influência no partido e trabalha pela permanência do PSDB. Para Moreira, caso a ruptura de fato não se concretize, o Planalto ganhará fôlego para as reformas.

— Temos que esperar para ver. O empenho do governo é de retomar o mais brevemente possível o esforço de fazer as reformas que o Brasil precisa. O PSDB ficando na base, ajuda, facilita. Teve muita conversa com o PSDB nos últimos dias. Isso mantém no nosso espírito a confiança de que a melhor alternativa para o país é a continuidade do esforço de criar um ambiente que não contamine os ganhos econômicos, de manter um programa em cima do qual a base aliada foi construída. O Aécio está conversando com o PSDB direto e creio que a posição dele no partido é bastante importante — afirma Moreira.

Apesar do esforço por uma postura “light”, há expectativa de reações na reunião da Executiva. O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), relator da reforma trabalhista, afirma que continuará a defender o desembarque:

— Continuo defendendo que as denúncias em relação ao governo são devastadoras e é insustentável a manutenção de um governo que vá gastar tempo majoritário com sua defesa, comprometendo o aprofundamento das reformas.

Fonte : OGLOBO.GLOBO.COM /JÚNIA GAMA / CRISTIANE JUNGBLUT

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MUNDO

Polícia identifica 3º terrorista envolvido em atentado em Londres

polícia britânica divulgou a identidade do 3º terrorista envolvido no ataque em Londres, ocorrido na noite de sábado (3). Youssef Zaghba, que seria um cidadão italiano de origem marroquina, não estava nos radares do serviço de inteligência. Em comunicado divulgado nesta terça-feira (6), a polícia afirmou que ele tinha 22 anos e vivia no leste da capital britânica.

No sábado (3), três terroristas usaram uma van para atropelar pedestres na London Bridge e ainda golpearam várias pessoas com facas. Sete pessoas morreram e quase 50 pessoas ficaram feridas. Os três agressores foram mortos pela polícia.

O jornal italiano “Corriere Della Sera” afirma que mãe de Zaghba é italiana e o pai, marroquino. O periódico diz ainda que, em 2016, ele foi detido ao tentar embarcar para Turquia, com a intenção de seguir até a Síria.

Na segunda-feira, a polícia britânica divulgou a identidade de dois terroristas: Khuram Shazad Butt e Rachid Redouane.

Khuram Shazad Butt, de 27 anos, era britânico de origem paquistanesa. Ainda de acordo com a polícia, ele era “conhecido das autoridades”, mas nada indicava que um ataque estava sendo planejado. De acordo com a BBC, ele era casado e tinha filhos.

A imprensa inglesa afirma que ele aparece em um documentário de televisão exibido no ano passado pela emissora channel 4 e que trata de extremistas britânicos. No programa, chamado “The jihadis next door” (os jihadistas da porta ao lado) o terrorista foi filmado em eventos com a presença de dois notórios pregadores islâmicos.

O terrorista havia trabalhado anteriormente para a empresa de transporte londrina e numa rede de fast food, disseram os vizinhos.

Rachid Radouane, 30 anos, era marroquino de origem líbia. Ele não estava nos radares do serviço de segurança do Reino Unido.

“Os investigadores gostariam de escutar qualquer pessoa que tenha qualquer informação sobre esses homens, e que possa colaborar com a investigação. Há um interesse específico em saber sobre quais lugares eles podem ter frequentado e sua movimentação nos dias e horas antes do ataque”, afirmou o chefe da unidade antiterrorista da polícia britânica, Mark Rowley.

Ambos os homens residiam em Barking, bairro na região leste de Londres, e que no último domingo (4) foi alvo de uma operação da polícia que prendeu suspeitos de colaborarem com o atentado.

Detidos

A Polícia Metropolitana de Londres (Met) anunciou na manhã desta terça a prisão de um homem de 27 anos no bairro de Barking, na zona leste de Londres, por suspeita de envolvimento com o ataque. Na noite de segunda-feira (5), 12 pessoas que estavam sob custódia foram liberadas sem nenhuma acusação, segundo a agência Efe.

Minuto de silêncio

O Reino Unido fez nesta manhã um minuto de silêncio em homenagem aos mortos e feridos no ataque. O som do sino do Big Ben às 11h (7h de Brasília) foi o sinal para que os londrinos interrompessem suas atividades e recordassem as vítimas do terceiro atentado no país em menos de três meses.

Entre as 7 vítimas do ataque da noite de sábado, há uma canadense, um francês e uma australiana.

 Por : G1
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MUNDO SLIDE

Cinquenta vítimas do atentado de Manchester seguem internadas

Cinquenta vítimas do atentado de Manchester, no Reino Unido, seguem internadas nesta terça-feira (30). Dezessete delas estão em estado grave, de acordo com a Reuters. A explosão que ocorreu no fim do show de Ariana Grande deixou um total de 22 mortos e 116 feridos.

O atentado completou uma semana nesta segunda-feira (29) com uma nova detenção e a revelação de que o serviço de inteligência britânico investigará porque as advertências sobre o perigo representado pelo autor do ataque, Salman Abedi, foram ignoradas.

O chefe da polícia de Manchester, Ian Hopkins, afirmou à BBC Radio Manchester que a investigação tem progredido rapidamente. Ele confirmou que o homem-bomba era conhecido da polícia, mas por “crimes relativamente menores”, incluindo roubos, cometidos em 2012, e não por suas posições extremistas, segundo a France Presse.

Nesta terça, a estação de trem Victoria de Manchester, que fica ao lado da arena onde aconteceu o atentado, foi reaberta. O ataque forçou o fechamento da estação por medidas de segurança e também para permitir que os agentes pudessem realizar a perícia no local.

A polícia afirmou estar realizando buscas em um endereço em Wigan, perto de Manchester, e confirmou que a operação está ligada ao atentado da semana passada.

“Nós estamos atualmente realizando buscas em uma propriedade na rua Springfield em Wigan, em relação com o ataque da última segunda-feira na Arena de Manchester”, disse a polícia de Manchester em comunicado.

“Há um cordão de isolamento e nós estamos pedindo que as pessoas evitem a área”.

Investigações

A polícia britânica ainda tenta traçar os passos do homem-bomba desde 18 de maio, quando voltou para o Reino Unido depois de uma estadia na Líbia, segundo a France Presse. Salman Abedi, que tem origem líbia, havia alugado um apartamento no centro de Manchester, sua cidade natal, onde provavelmente montou o explosivo antes de utilizá-lo, de acordo com os investigadores.

Na segunda-feira, a polícia lançou um alerta sobre uma mala azul que se acredita que esteve em poder de Abedi.

Graças aos avanços na investigação, o nível de alerta terrorista no Reino Unido foi rebaixado no sábado de “crítico” para “grave”, o que significa que um ataque é “altamente provável”, mas não “iminente”.

O exército, que esteve de prontidão para apoiar a polícia durante todo o fim de semana em locais públicos, retirava-se das ruas gradualmente nesta terça-feira.

Esta noite, o ex-vocalista do Oasis, Liam Gallagher, vai se apresentar em Manchester em um show cuja renda será doada para as vítimas do ataque.

Política

O atentado colocou a segurança no centro da campanha eleitoral de 8 de junho, retomada na sexta-feira depois de ser suspensa em razão do ataque. Durante um programa de televisão na segunda-feira à noite, a primeira-ministra Theresa May foi interrogada várias vezes sobre os cortes orçamentários impostos pelo governo conservador à polícia.

 Fonte: g1
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MUNDO

Diretor de comunicação de Trump vai deixar a Casa Branca

Após três meses no cargo, o diretor de comunicação de comunicação do governo Donald Trump, Mike Dubke, irá deixar a Casa Branca, mas a data para deixar o cargo ainda não foi definida.

Dubke, de 47 anos, afirmou à CNN que entregou sua carta de renúncia no dia 18 deste mês, antes da primeira viagem internacional de Donald Trump. Ele relatou ter tido uma boa conversa com Trump após anunciar sua decisão de deixar a função por razões pessoais.

Em um e-mail enviado para amigos e colegas na manhã da terça, ele escreveu: “Foi uma grande honra servir ao presidente Trump e a sua administração. Também foi um imenso prazer trabalhar lado-a-lado, todos os dias com a equipe de comunicação e o departamento de imprensa”, segundo o jornal “Washington Post”.

Ainda de acordo com o jornal, ele era considerado um “novato” na Casa Branca. Apesar da sua proximidade com o presidente, ele enfrentou dificuldades para se aproximar dos colegas, porque não havia trabalhado nem na campanha nem na equipe de transiçao do Trump.

Antes de entrar para o governo, em feveiro deste ano, ele ajudou a fundar a Crossroads Media, uma empresa que prestava serviços de comunicação para o Partido Republicano.

A saída de Dubke acontece em um momento em que se especula a intenção de Donald Trump reformular a sua equipe.

fonte: g1

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MUNDO SLIDE

Trump critica a Alemanha por relação comercial com EUA e participação na Otan

O presidente Donald Trump usou o Twitter nesta terça-feira (30) para reclamar do déficit comercial dos Estados Unidos com a Alemanha e criticar este país por considerar que deveria pagar mais para financiar a aliança militar na Otan.

“Nós temos um déficit comercial MASSIVO com a Alemanha, que além disso paga BEM MENOS do que deveria na Otan e (aliança) militar. Muito ruim para os Estados Unidos. Isto vai mudar”, escreveu o presidente em sua conta @realDonaldTrump.

O presidente americano se pronunciou depois que a Alemanha o criticou ao final de sua primeira viagem ao exterior, concluída no domingo e que o levou a Arábia Saudita, Israel, Bélgica e Itália para a reunião do G7.

No domingo, a chanceler Angela Merkel questionou a confiabilidade da aliança com Estados Unidos e Reino Unido.

“Os laços transatlânticos são de uma importância primordial para nós… mas na atual situação há ainda mais razões para tomarmos o destino em nossas mãos”, disse Merkel nesta terça-feira em uma entrevista coletiva.

“A Europa deve ser um ator mais ativo nas questões internacionais, considero isso extremamente importante”, afirmou a chanceler.

Na segunda-feira, o ministro das Relações Exteriores alemão, o social-democrata Sigmar Gabriel, foi muito franco ao falar a respeito do presidente americano, acusando-o de “enfraquecer” o Ocidente e trabalhar contra os interesses da União Europeia.

Durante a viagem, Trump rejeitou a pressão dos aliados do G7 para que respalde o acordo de Paris sobre o clima e criticou 23 dos 28 membros da Otan, incluindo a Alemanha por “ainda não pagar o que deveria pagar” para financiar a aliança.

fonte: g1

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Britânicos rolam colina abaixo na tradicional ‘corrida do queijo’

Todos os anos, milhares de pessoas assistem à tradicional “corrida do queijo” na colina de Copper’s Hill, em Gloucestershire, no interior da Inglaterra.

Na edição de 2017, ocorrida na última segunda-feira, os participantes correram atrás de quatro blocos redondos de 3,5 kg e dois menores, de 1,5 kg, do famoso queijo local Gloucester, lançados em etapas do topo de um morro íngreme.

Muitos participantes acabam machucados, mas alguns saem vitoriosos.

O campeão deste ano foi o recordista Chris Anderson, que ganhou 20 queijos em 13 anos.

Ao comentar a vitória, ele disse que estava exausto, mas feliz com o feito. E promete voltar no ano que vem.

A ganhadora da corrida feminina foi Keavy Morgan, de apenas 18 anos – foi sua segunda vitória desde 2015.

A corrida do queijo data do século 19. Originalmente, tinha como objetivo comemorar o início da primavera.

O evento é organizado por voluntários – as autoridades se recusam a fazer uma competição oficial, alegando questões de segurança. São 200 metros de descida na ladeira íngreme e irregular.

 fonte: g1
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G7 pede a empresas de internet que aumentem esforços para remover conteúdo extremista

As sete nações mais industrializadas do mundo pediram que provedores de serviços de internet e redes sociais aumentem seus esforços para remover conteúdo extremista.

O pedido, feito nesta sexta-feira (26), chega quatro dias após um ataque de um homem-bomba radical islâmico ter deixado 22 pessoas mortas em Manchester.

“Vamos combater o uso indevido da internet por terroristas. Embora seja uma das realizações tecnológicas mais importantes nas últimas décadas, a Internet também provou ser uma poderosa ferramenta para propósitos terroristas”, disseram em declaração conjunta os líderes do G7 (Alemanha, França, Itália, Grã-Bretanha, do Canadá e do Japão e Estados Unidos) reunidos na Itália.

“O G7 pediu que provedores de serviços de comunicação e empresas de redes sociais elevem significativamente seus esforços para combater conteúdo terrorista”, declararam.

 fonte:g1
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British Airways sofre 3º dia de interrupções por falha em sistema de computação

A British Airways enfrenta nesta segunda-feira (29) o terceiro dia de interrupções em suas operações, depois que uma falha global no sistema de computadores deixou milhares de passageiros sem conseguir voar em um final de semana prolongado que se transformou em um desastre de relações públicas para a empresa.

A companhia aérea disse estar mantendo o cronograma no aeroporto de Gatwick, em Londres, nesta segunda-feira e que pretende operar todos seus voos de longa distância a partir de Heathrow, mas alguns voos de curta distância foram cancelados.

A British foi obrigada a cancelar todos os seus voos de Heathrow, o aeroporto mais movimentado da Europa, e de Gatwick no sábado (27) depois que um problema de suprimento de energia interrompeu suas operações em todo o mundo e ainda atingiu os centros de atendimento ao cliente e o site da empresa.

A interrupção persistiu no domingo (28). Alguns passageiros dormiram no chão dos terminais embrulhados em cobertores.

“As desculpas foram boas e tal, mas não bastam. A BA perdeu mais um cliente fiel #uma desgraça”, tuitou Tom Callway, que tinha um voo para Budapeste.

As ações espanholas da holding IAG, que também opera as linhas aéreas Iberia, Aer Lingus e Vueling, caíram 2,7% nesta segunda-feira em reação à pane.

Stephen Furlong, analista da consultoria Davy, disse que o custo de um dia de interrupções nas operações da British Airways é de cerca de 30 milhões de libras em receita e 4 milhões de libras de lucro operacional.

Além disso, a empresa irá ressarcir seus clientes pelos atrasos, embora tenha acrescentado que o desembolso deve ser limitado graças à retomada dos voos no domingo e na segunda.

Vários passageiros se queixaram da falta de informações dos funcionários da BA no aeroporto, e outros relataram a perda de bagagens.

A companhia aérea disse estar trabalhando para devolver as bagagens aos passageiros depois que muitos pertences foram deixados em Heathrow no final de semana, embora funcionários tenham alertado pelo Twitter que isso “pode levar algum tempo”.

fonte:g1

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Premiê canadense, Justin Trudeau, se encontra com Papa Francisco no Vaticano

O primeiro-ministro canadense, Justin Trudeau, compareceu a uma audiência privada com o Papa Francisco no Vaticano.

De acordo com a imprensa canadense, os dois devem discutir a luta contra o aquecimento global e a importância da diversidade religiosa e cultural.

Na última semana, o papa recebeu a visita do mandatário americano, Donald Trump, no Vaticano. Na ocasião, o republicano afirmou que está determinado a semear a paz no mundo e acabar com a fome do planeta.

fonte:g1