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Aplicativo da PM tem ‘botão do pânico’ para mulheres que sofrem violência doméstica pedirem socorro no TO


Nesta quarta-feira, Polícia Militar lança aplicativo e entrega viatura da Patrulha Maria da Penha, com o objetivo de reforçar o combate à violência contra a mulher no Tocantins. PM lança aplicativo para ajudar vítimas de violência doméstica
Um aplicativo da Polícia Militar, lançado nesta quarta- feira (17), conta com uma função que ajudará vítimas de violência doméstica no Tocantins. É o ‘botão do pânico’. Em caso de perigo a mulher poderá acionar esse botão para pedir socorro. A intenção é que a vítima tenha uma ferramenta rápida e fácil para acionar a polícia.
A nova plataforma oi lançada durante uma cerimônia realizada no Quartel do Comando Geral.
O aplicativo PM TO Mulher vai ser disponibilizado inicialmente para as vítimas que já são atendidas pela Patrulha Maria da Penha e que possuem medidas protetivas de urgência. A coordenadora estadual da patrulha Maria da Penha, capitã Flávia Roberta, contou que essas mulheres receberão um link e farão o primeiro cadastro para utilizar a ferramenta.
“Dentro do PM TO Mulher tem esse ícone ‘botão do pânico’. Ao acionar, ao invés de ela ter que falar com atendente, passar informações do local, onde está, o nome, não precisará mais disso porque já teremos isso no sistema. Quando ela apertar o botão, o encaminhamento será feito direto para o despachante, que é quem encaminha a viatura. O atendimento vai ficar muito mais rápido e eficiente”, disse a capitã.
Aplicativo da PM no Tocantins conta com botão do pânico para ajudar vítimas de violência
Charles Barros/TV Anhanguera
Durante a cerimônia, também foi entregue uma viatura da Patrulha Maria da Penha, caracterizada, com o objetivo de reforçar o combate à violência doméstica. Também realizada a assinatura do ato de inclusão da disciplina de atendimento à ocorrência de violência doméstica no curso de formação de policiais da Polícia Militar.
As ações integram a campanha “Agosto Lilás”, de enfrentamento à violência doméstica e familiar com o objetivo de intensificar a divulgação da Lei Maria da Penha, bem como sensibilizar e conscientizar a sociedade sobre o tema.
“É a primeira vez que essa disciplina está sendo incluída dentro do Curso de Formação. É muito importante que os nossos policiais saiam da academia já com a percepção, principalmente da vítima, porque não é uma ocorrência fácil de ser atendida. Eu tenho certeza que o atendimento será muito melhor”, argumentou a capitã.
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Fonte: G1 Tocantins