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Homem é alvo de operação da PF pela 2ª vez por suspeita de usar documentos falsos para praticar fraudes no TO


Investigações começaram em maio, quando homem apresentou documentação falsa durante fiscalização da Marinha, no lago de Palmas. PF faz operação contra suspeito falsificar documentos para praticar fraudes no Tocantins
Divulgação/Polícia Federal
Uma operação da Polícia Federal cumpre, nesta quinta-feira (19), mandados de prisão e de busca e apreensão contra um homem suspeito de falsificar documentos para praticar fraudes no Tocantins. Essa é a segunda vez, em menos de três meses, que ele é alvo de uma operação da PF no estado.
A operação Liar – que em inglês significa mentiroso – tem como objetivo apurar a prática dos crimes de falsificação de documento público, falsidade ideológica e uso de documento falso.
A investigação começou em agosto do ano passado, quando o homem teria apresentado documentos falsos à Marinha do Brasil, durante fiscalização no lago de Palmas e no rio Tocantins.
O investigado é suspeito de usar várias identidades falsas, com a finalidade de praticar fraudes e se passar por outras pessoas. Se condenado, as penas podem passar de 11 anos de prisão.
A PF apurou que o suspeito era um conhecido estelionatário no estado do Tocantins, com diversas passagens pelos órgãos policiais locais, inclusive foi alvo da Operação “Abre-te Sésamo”, realizada pela Polícia Federal em maio deste ano.
Na época, a polícia investigou fraudes no seguro-desemprego. Os investigados supostamente utilizavam empresas fictícias para criar vínculos trabalhistas e depois solicitar o benefício pago pelos cofres públicos. O prejuízo estimado chega a R$ 600 mil.
A nome da operação, realizada nesta quinta-feira, se refere às características apresentadas pelo investigado durante a apuração, cuja personalidade se mostrou voltada à enganação, fraude e engodo, uma alusão a palavra mentiroso, que em inglês significa “LIAR”.
Destaca-se que em razão da Pandemia causada pela COVID-19, foi adotada logística especial de prevenção ao contágio, com distribuição de EPI’s a todos os envolvidos, a fim de preservar a saúde dos policiais, testemunhas e investigados.
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Fonte: G1 Tocantins