Em ‘Street Fighter’, Jason Momoa interpreta mais um brasileiro
Após interpretar personagens brasileiros em “Velozes e Furiosos 10” (2023) e no novo “Street Fighter”, no qual interpreta um dos maiores representantes nacionais dos games, Jason Momoa garante que tudo não passa de uma coincidência. Assista ao vídeo acima.
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Sangue, suor e ruptura: Elenco sofreu, mas nada perto do caos do filme de 94
Na nova adaptação da franquia clássica de jogos de luta, que estreou nesta quinta-feira (15) nos cinemas, o ator dá vida a ninguém menos que a besta elétrica verde Blanka.
Três anos antes, o havaiano de 47 anos já tinha aparecido como o vilão brasileiro Dante Reyes na franquia de carros e espiões estrelada por Vin Diesel.
“Bem, eu coloquei no meu contrato que, sim, eu devo ser brasileiro em todos os personagens”, brinca ele, em entrevista ao g1.
“Mas, com o Lobo, eles falaram: ‘Não sei. Ele é de outra galáxia. Não sei se ser do Brasil vai fazer sentido’. Eu tento. O épico havaiano (‘Chief of war’) foi tipo: ‘Pode ser um cara brasileiro. Ele estava num barco e foi pra lá’.”
Jason Momoa em cena de ‘Street Fighter’
Divulgação
Em “Street Fighter”, além da função de produtor, a participação de Momoa é pequena, mas importante, e passa de rival a salvador do protagonista Ryu (Andrew Koji).
No caminho, encontra espaço até para contar melhor a história absurda do personagem, desde a criação por enguias, que ativaram sua mutação, até nome de batismo Jimmy. Bem incomum para um brasileiro, a escolha vem dos games, onde há décadas motiva um debate sobre a verdadeira origem da criatura.
A desenvolvedora do jogo, a japonesa Capcom, garante que Blanka é mesmo brasileiro – para sorte de Momoa.
“Eu estive no Brasil muitas vezes. Pode ter tido um pouco de coincidência. Quero dizer, acho que antes de eu assinar para cada um dos personagens eles já eram do Brasil. Eu amo o Brasil”, diz Momoa.
Jason Momoa em cena de ‘Velozes e furiosos 10’
Divulgação
Família do mundo
O roteiro coescrito pelo diretor Kitao Sakurai (“Bad trip”) conta a história da relação entre dois lutadores de artes marciais afastados após crescerem juntos – e da mulher misteriosa que os convida para um torneio criado por um ditador megalomaníaco.
Com foco no trio, Koji e os intérpretes de Ken (Noah Centineo) e Chun-Li (Callina Liang) tiveram chance de passar um tempo juntos na Austrália antes do começo das gravações.
“Tivemos muita sorte de passar seis semanas fazendo treinamento de dublês juntos, nós três. Malhando na academia, nos recuperando, comendo juntos, trabalhando com o Jon Valera, nosso coordenador de dublês, para trazer à realidade nossas lutas”, afirma Centineo (“Adão Negro”).
“E então, conforme todo mundo começou a chegar e a trabalhar, nos tornamos uma família – que cresceu pessoa a pessoa.”
Noah Centineo e Andrew Koji em cena de ‘Street Fighter’
Divulgação
Uma família marcada por escalações ousadas, que misturam nomes de mundos diversos, como luta livre (Cody Rhodes, Joe “Roman Reigns” Anoa’i e Hirooki Goto), MMA (Alexander Volkanovski), comédia (Andrew Schulz) e música (Curtis “50 Cent” Jackson e Orville Peck).
“‘Street Fighter’ como jogo, para mim, é sobre o conjunto. É um elenco maluco de personagens e, sem todos eles, não parece de verdade o game. Eles são do mundo todo e são muito diferentes entre si”, fala Sakurai.
“Então, pareceu mais apropriado trazer pessoas de diferentes partes da cultura – atletas, atores, músicos do mundo todo e artistas marciais – para encarnar esses personagens, porque esse é o sentimento de ‘Street Fighter’. Quando você joga, tem essa diferença na essência de cada um que é muito divertida de explorar.”
Callina Liang em cena de ‘Street Fighter’
Divulgação
Após interpretar personagens brasileiros em “Velozes e Furiosos 10” (2023) e no novo “Street Fighter”, no qual interpreta um dos maiores representantes nacionais dos games, Jason Momoa garante que tudo não passa de uma coincidência. Assista ao vídeo acima.
g1 já viu: Galhofa criativa não salva filme de lutas fracas e sem foco
Sangue, suor e ruptura: Elenco sofreu, mas nada perto do caos do filme de 94
Na nova adaptação da franquia clássica de jogos de luta, que estreou nesta quinta-feira (15) nos cinemas, o ator dá vida a ninguém menos que a besta elétrica verde Blanka.
Três anos antes, o havaiano de 47 anos já tinha aparecido como o vilão brasileiro Dante Reyes na franquia de carros e espiões estrelada por Vin Diesel.
“Bem, eu coloquei no meu contrato que, sim, eu devo ser brasileiro em todos os personagens”, brinca ele, em entrevista ao g1.
“Mas, com o Lobo, eles falaram: ‘Não sei. Ele é de outra galáxia. Não sei se ser do Brasil vai fazer sentido’. Eu tento. O épico havaiano (‘Chief of war’) foi tipo: ‘Pode ser um cara brasileiro. Ele estava num barco e foi pra lá’.”
Jason Momoa em cena de ‘Street Fighter’
Divulgação
Em “Street Fighter”, além da função de produtor, a participação de Momoa é pequena, mas importante, e passa de rival a salvador do protagonista Ryu (Andrew Koji).
No caminho, encontra espaço até para contar melhor a história absurda do personagem, desde a criação por enguias, que ativaram sua mutação, até nome de batismo Jimmy. Bem incomum para um brasileiro, a escolha vem dos games, onde há décadas motiva um debate sobre a verdadeira origem da criatura.
A desenvolvedora do jogo, a japonesa Capcom, garante que Blanka é mesmo brasileiro – para sorte de Momoa.
“Eu estive no Brasil muitas vezes. Pode ter tido um pouco de coincidência. Quero dizer, acho que antes de eu assinar para cada um dos personagens eles já eram do Brasil. Eu amo o Brasil”, diz Momoa.
Jason Momoa em cena de ‘Velozes e furiosos 10’
Divulgação
Família do mundo
O roteiro coescrito pelo diretor Kitao Sakurai (“Bad trip”) conta a história da relação entre dois lutadores de artes marciais afastados após crescerem juntos – e da mulher misteriosa que os convida para um torneio criado por um ditador megalomaníaco.
Com foco no trio, Koji e os intérpretes de Ken (Noah Centineo) e Chun-Li (Callina Liang) tiveram chance de passar um tempo juntos na Austrália antes do começo das gravações.
“Tivemos muita sorte de passar seis semanas fazendo treinamento de dublês juntos, nós três. Malhando na academia, nos recuperando, comendo juntos, trabalhando com o Jon Valera, nosso coordenador de dublês, para trazer à realidade nossas lutas”, afirma Centineo (“Adão Negro”).
“E então, conforme todo mundo começou a chegar e a trabalhar, nos tornamos uma família – que cresceu pessoa a pessoa.”
Noah Centineo e Andrew Koji em cena de ‘Street Fighter’
Divulgação
Uma família marcada por escalações ousadas, que misturam nomes de mundos diversos, como luta livre (Cody Rhodes, Joe “Roman Reigns” Anoa’i e Hirooki Goto), MMA (Alexander Volkanovski), comédia (Andrew Schulz) e música (Curtis “50 Cent” Jackson e Orville Peck).
“‘Street Fighter’ como jogo, para mim, é sobre o conjunto. É um elenco maluco de personagens e, sem todos eles, não parece de verdade o game. Eles são do mundo todo e são muito diferentes entre si”, fala Sakurai.
“Então, pareceu mais apropriado trazer pessoas de diferentes partes da cultura – atletas, atores, músicos do mundo todo e artistas marciais – para encarnar esses personagens, porque esse é o sentimento de ‘Street Fighter’. Quando você joga, tem essa diferença na essência de cada um que é muito divertida de explorar.”
Callina Liang em cena de ‘Street Fighter’
Divulgação
Fonte: G1 Entretenimento