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Mais de 500 casos de hanseníase são notificados no TO esse ano; app é criado para mapear infectados


Pesquisadores da Universidade Federal do Tocantins (UFT) criaram ferramenta para ajudar poder público nas ações públicas relacionadas à incidência da doença. Pesquisadores da UFT criam aplicativo para mapear casos de hanseníase em Palmas
Mais de 500 casos de hanseníase foram identificados no Tocantins esse ano. Para ajudar nas ações públicas relacionadas à incidência da doença, pesquisadores da Universidade Federal do Tocantins (UFT) criaram uma plataforma. O objetivo é mapear os casos existentes no estado.
A hanseníase tem cura, mas pode trazer sequelas se não tratada. “É uma doença difícil. Além de ser difícil devido o tratamento, você tem que fazer cirurgias. Eu tive que fazer cirurgias nas pernas, nos braços, devido às sequelas”, conta uma paciente que preferiu não se identificar.
Pesquisadores da UFT estão desenvolvendo uma plataforma para mapear casos da doença na capital. O site não mostra a localização exata para não expor o paciente, mas disponibiliza a área, o que pode facilitar ações da gestão pública.
“É um ambiente que a gente chama de mineração de dados que vai trazer para o gestor conhecimento sobre o comportamento da doença, o comportamento da sociedade em relação à doença. No caso dessa pesquisa, a gente está trabalhando com marcos temporais e marcos geoespaciais. A partir disso, com essas características, o gestor pode definir normas, diretrizes, políticas públicas”, explicou o coordenador do projeto, Ary Henrique Morais.
App vai monitorar casos de hanseníase
Reprodução
Segundo dados da Secretaria Estadual da Saúde, neste ano, foram notificados 509 novos casos de hanseníase. Mas durante esse projeto, pesquisadores identificaram que no ano passado, houve subnotificação da doença em Palmas.
Ainda segundo a Secretaria de Saúde do Tocantins, neste ano, foram mais de 450 casos multibacilares, quando a doença ainda está transmissível.
“A gente identificou que do período de abril de 2020 até dezembro de 2020 teve um grande número de subnotificações decorrentes das restrições impostas pela pandemia que impossibilitaram ou dificultaram as pessoas a procurarem uma unidade de saúde. Essas subnotificações se agravam quando a gente pensa que no ano anterior mais de 95% dos casos notificados foram de multibacilares, que são pessoas que estão transmitindo a doença para pessoas próximas”, explicou a analista em T.I, Valéria Perim.
Foi assinado um termo de cooperação técnica com a Prefeitura de Palmas. A plataforma deve estar disponível nos próximos meses.
“A ferramenta é um complemento a todas aquelas ações de saúde pública que a prefeitura e o estado do Tocantins já executam. Essa ferramenta vai ser implantada na área de hanseníase e vai ser um complemento a mais de informações para a população estar acompanhando”, ressaltou o coordenador do projeto.
A hanseníase é uma doença transmissível, mas ainda é cheia de mitos e preconceitos. “O grande problema na hanseníase é o diagnóstico porque a quantidade de pessoas capacitadas para fechar o diagnóstico da hanseníase ainda é pouca e quando você tem uma diminuição da incidência não é porque houve cura naquela região, é porque não está tendo diagnóstico. Essa ferramenta vai ser importantíssima para você ir atrás dos casos em zonas endêmicas que estão em baixo diagnóstico”, explicou a hansenóloga Luciana Prado.
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Fonte: G1 Tocantins

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Tocantins tem mais dois pacientes mortos por coronavírus e número de casos passa de 225 mil


Desde o início da pandemia 3.800 moradores do Tocantins morreram por conta da doença. Profissionais trabalhando na linha de frente da pandemia
Mylena Ribeiro/Governo do Tocantins/Divulgação
O Tocantins registrou 121 novos casos de coronavírus nesta terça-feira (5). Segundo dados do boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria de Saúde (SES) são 43 diagnósticos das últimas 24 horas. Duas novas mortes também foram confirmadas. Com a atualização, o Tocantins agora contabiliza 225.058 casos da doença e 3.800 óbitos desde o início da pandemia.
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Os pacientes que não resistiram ao vírus tinham 46 e 49 anos. As vítimas são:
Homem de 46 anos, residente em Aguiarnópolis. Comorbidade: não relatado. Óbito em 09/06/2021 no Hospital Regional de Gurupi.
Homem de 49 anos, residente em Porto Nacional. Comorbidade: não relatado. Óbito em 27/08/2021 no Hospital Regional de Porto Nacional.
Novos diagnósticos
Palmas contabilizou 32 novos registros da Covid-19. A capital é a mais afetada pela doença com 52.272 casos positivos e 638 mortes.
Neste boletim, Augustinópolis registrou 19 novos casos da doença. Já Araguaína contabilizou 12 diagnósticos e segue como a segunda cidade mais afetada pelo vírus, somando 37.382 infectados e 536 óbitos.
Todos os 139 municípios do Tocantins têm casos confirmados da doença. Veja abaixo as 10 cidades mais afetadas pelo coronavírus. A lista completa pode ser conferida no site sobre coronavírus da Secretaria Estadual de Saúde.
Segundo a SES, do total de casos, 218.014 pacientes se recuperaram e 3.244 estão em isolamento. Ao todo, 97 pessoas estão hospitalizadas por causa da doença, sendo que 55 fazem tratamento em leitos de UTI públicos e 14 em unidades de terapia intensiva privadas.
Segundo o site do Integra Saúde, nenhum paciente está aguardando por vaga em leito clínico ou leito de UTI. A última atualização foi feita às 10h45 desta terça-feira (5). Veja os dados aqui.
Vacinação contra a Covid-19
Os dados do Vacinômetro, portal que monitora a imunização no Tocantins, mostram que o estado recebeu 2.049.065 doses de vacinas do Ministério da Saúde, sendo que 1.958.243 foram distribuídas aos municípios e 1.516.719 aplicadas.
São 979.978 referentes a aplicação de primeira dose, 498.263 da segunda dose da vacina e 30.846 da dose única. A atualização foi feita nesta terça (5), às 10h02.
Ocupação de leitos de UTI nos hospitais
Hospital Municipal de Campanha de Araguaína – 100% de ocupação
Hospital Estadual de Combate à Covid-19 – 30% de ocupação
Hospital Geral de Palmas (UTI Covid) – 23% de ocupação
Hospital Geral de Gurupi – 20% de ocupação
Hospital Regional de Augustinópolis – 30% de ocupação
Hospital Regional de Porto Nacional – 0% de ocupação
Hospital Regional de Araguaína – 41% de ocupação
Hospital Regional de Gurupi – 61% de ocupação
Veja como está a ocupação dos leitos particulares contratados pelo estado:
Hospital Oswaldo Cruz – 100% de ocupação
Hospital Dom Orione em Araguaína – 20% de ocupação
Instituto Sinai Araguaína – 10% de ocupação
Os dados de estatística hospitalar foram atualizados nesta terça-feira (5), às 10h45. Todas as unidades podem ser conferidos no portal Integra Saúde.
Cidades mais afetadas pela pandemia
Palmas – 52.272 casos e 638 mortes
Araguaína – 37.382 casos e 536 mortes
Gurupi – 15.074 casos e 271 mortes
Porto Nacional – 9.974 casos e 211 mortes
Paraíso do Tocantins – 8.236 casos e 183 mortes
Colinas do Tocantins – 7.870 casos e 158 mortes
Guaraí – 3.413 casos e 79 mortes
Formoso do Araguaia – 3.378 casos e 66 mortes
Miranorte – 2.559 casos e 58 mortes
Araguatins – 2.551 casos e 71 mortes
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Fonte: G1 Tocantins

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Em novo decreto, prefeitura de Gurupi libera realização de shows para até 3 mil pessoas


Segundo o documento, somente pessoas vacinadas com pelo menos uma dose contra a Covid-19 poderão participar dos eventos. Gurupi é a maior cidade da região sul do Tocantins
Divulgação/Prefeitura de Gurupi
A prefeitura de Gurupi, na região sul do Tocantins, flexibilizou medidas de enfrentamento à pandemia. De acordo com o novo decreto, agora está permitida a realização de shows para até 3 mil pessoas. Segundo o documento, nos eventos deve haver controle de entrada e somente pessoas vacinadas contra a Covid-19 poderão participar.
O novo decreto começa a valer nesta terça-feira (5). O documento afirma que os moradores só poderão frequentar shows artísticos após apresentação de comprovante vacinal de pelo menos uma dose contra a Covid-19, além de documento pessoal com foto. São considerados válidos para fins comprobatórios de vacinação o certificado digital da plataforma do Sistema Único de Saúde – Conecte SUS ou a caderneta de vacinação em impresso oficial da Secretaria Municipal de Saúde.
Segundo o documento, a prefeitura considerou a queda dos números de casos positivos de Covid-19 e avanço da vacinação para publicar as novas regras. Desde o início da pandemia a cidade registrou 15.069 diagnósticos e 271 mortes.
Também está liberado o funcionamento das boates e casas noturnas com apresentações musicais. Conforme o decreto, a lotação máxima no interior do estabelecimento é de 50% da capacidade, com a limitação de 200 pessoas.
A prefeitura informou que as novas medidas podem sofrer alterações de acordo com a evolução do cenário epidemiológico. Veja aqui todas as informações do decreto nº 1.316.
Segundo o decreto, “ficam suspensas todas as reuniões, eventos públicos e privados de qualquer natureza que favoreçam a aglomeração de pessoas”.
Quem for flagrado descumprindo as normas poderá ser penalizado e os responsáveis poderão, inclusive, ter o alvará cassado em caso de reincidência. As denúncias referentes ao descumprimento do decreto poderão ser realizadas de segunda a sexta-feira por meio da ouvidoria geral do município, através do telefone fixo e WhatsApp (63) 3315-0077. Os atendimentos são feitos entre 8h e 18h.
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Fonte: G1 Tocantins

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#Tofaz33: confira fotos e homenagens de internautas ao aniversário do Tocantins


Estado mais novo do país completa 33 anos nesta terça-feira (5). O Tocantins, estado mais jovem do Brasil, completa 33 anos nesta terça-feira (5) e para comemorar, tocantinenses de nascença e do coração fazem homenagens nas redes sociais.
Apaixonados pelas cidades, símbolos regionais, famílias construídas no TO e pelas riquezas naturais do estado, os internautas usam a #Tofaz33, lançada pela TV Anhanguera. As fotos podem aparecer nos telejornais, ao longo da programação, e na galeria de fotos do g1.
Confira os posts:
Hugo Oliveira diz que é apaixonado pelo Tocantins
Reprodução
Praia de Araguanã é cenário de lindas fotos
Reprodução
Internauta aproveita as belezas naturais do estado
Reprodução
Cida Feitosa parabeniza Tocantins pelos seus 33 anos
Reprodução
Ludmylla e Helloysa no lago de Palmas
Reprodução
Eduardo posa para todo em Aguiarnópolis, no norte do TO
Reprodução
Família construída no Tocantins comemora aniversário do estado
Reprodução
Duplinha divertida curte a praia do Funil, em Miracema do Tocantins
Reprodução
Tocantinense curte belezas naturais do estado
Reprodução
Claudinha Martins posta foto com a #Tofaz33
Reprodução
Palmas é a capital do Tocantins
Reprodução
Flávio curte o aniversário do TO em Miracema do Tocantins
Reprodução
Região do Jalapão é frequentada por turistas de todo o mundo
Reprodução
Adriano Fonseca comemora aniversário do Tocantins
Reprodução
Equipe divertida comemora aniversário do Tocantins
Reprodução
Fruto do cerrado, caju alimenta tocantinenses
Reprodução
Praias de água doce são frequentadas em várias áreas do Tocantins
Reprodução
Keyla Cristina faz homenagem aos 33 anos do Tocantins
Reprodução
Laurena curte o feriadão de aniversário do Tocantins
Reprodução
Família de Gleive durante passeio na Praça dos Girassóis
Reprodução
Animas embelezam municípios do Tocantins
Reprodução
Lago e serra são quintais de palmenses
Reprodução
Lilian Batista Mascarenhas, de 12 anos mora em Porto Nacional e nasceu em Palmas
Arquivo pessoal
Praias de Palmas são visitadas por tocantinenses e turistas
Reprodução
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Fonte: G1 Tocantins

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Aos 33 anos, Tocantins é terra de oportunidades e cenário para realização de sonhos


Estado mais jovem do Brasil faz aniversário nesta terça-feira (5). Cheio de riquezas naturais, TO também encanta quem só está aqui de passagem. Tocantins 33 anos: estado é terra de oportunidades e cenário para realização de sonhos
O Tocantins é o estado mais jovem do Brasil e tem sido terra de oportunidades para muita gente. Tanto para quem nasceu em um dos 139 municípios, de norte a sul, quanto para quem vem tentar a vida. O estado, que completa 33 anos nesta terça-feira (5), é cheio de riquezas naturais e também encanta quem só está aqui de passagem. (Veja o vídeo)
José Arnaldo veio do Pernambuco há 30 anos. Há duas décadas está em Taquaralto, na região sul de Palmas, à frente de uma a loja de confecções que ele criou os filhos. O tocantinense de coração já criou raízes tão profundas que nem pensa em ir embora daqui.
“Já tenho família aqui no Tocantins, quando era Goiás. Vim passear em Dianópolis e conheci minha esposa que é tocantinense, casamos e estamos até hoje, há 20 anos em Palmas. Temos nossas duas filhas, todas formadas e trabalhando”, disse José Arnaldo.
Já o Leniel Carneiro é tocantinense de nascença e escolheu a Palmas para montar o próprio negócio e realizar o sonho de ser empresário. Depois de 14 anos ele resolveu expandir e agora está vendo o sonho se tornar realidade. O homem ousou e inaugurou uma loja maior há menos de uma semana.
“É uma luta diária, mas está sendo gratificante. É uma conquista estar em um novo ambiente. podendo atender nossos clientes bem. Deixando os clientes mais confortáveis. Isso é a realização de um sonho que a gente conquistou não foi da noite para o dia”, disse Leniel.
Tocantins acolhe pessoas de vários lugares do estado
Reprodução/TV Anhanguera
A dona Nilce Maria da Silva é mineira e chegou no Tocantins ainda durante as principais construções . “Era bem no início, em 1988. Nós moramos um ano e meio em Miracema e veio a inaugurar a capital e viemos para cá. Eu vim em novembro de 89”, disse a aposentada.
Ela lembra que esteve no estado quando o acesso aos recursos ainda eram limitados. “Eu fiquei aqui sem água, sem energia. Foi um sufoco, mas eu amo o Tocantins. Eu amo Palmas. Criei meus três filhos aqui”, contou.
Dona Nice diz que não se enxerga em outro estado.
Eu tenho orgulho, falo que não sou mineira, eu sou tocantinense. Dou os parabéns para esse estado tão lindo que a gente jamais pensa em sair daqui. Criamos raízes”, disse Nilce Maria.
Para muita gente o estado mais jovem do Brasil significa desenvolvimento em muitas áreas. A paraense Priscila Cordeiro é dentista e acabou de chegar em Palmas. A jovem já se encantou com o que viu, tanto que não deixou de registrar.
“Já conheço algumas cidades do Tocantins. Em Palmas é minha primeira vez. É uma cidade muito linda. É muito interessante, as pessoas são muito acolhedoras e estou gostando bastante”, disse.
Parabéns Tocantins e os filhos do estado que não desistem de crescer. Sejam eles legítimos ou adotivos.
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Fonte: G1 Tocantins

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Infecção causada pela variante delta avança e passa a predominar no estado, diz Lacen


Dentre as últimas 30 amostra sequenciadas pelo estado, 24 casos eram da delta ou de suas mutações. Delta avança pelo Tocantins; variante é considerada a mais transmissível
A variante delta do coronavírus está avançando no Tocantins, segundo o que mostram os dados do sequenciamento genético realizado pela Universidade Federal do Tocantins (UFT) em parceria com o Laboratório Central do Tocantins (Lacen). Desde o início das análises foram encontradas 29 amostras no estado.
“Nós sequenciamos mais de 322 amostras, das quais 29 nós tivemos o diagnóstico, a identificação da variante delta”, explicou a diretora do Lacen, Jucimaria Dantas.
O rápido avanço é uma preocupação. No Tocantins a delta foi confirmada pela primeira vez em 17 de agosto, quando foi identificada em um paciente atendido na capital. No último sequenciamento, dentre 30 amostra analisadas, foram encontrados 24 casos da delta ou de suas mutações.
“Nós estamos acompanhando todo o cenário epidemiológico nacional e vemos isto sendo descrito. O Tocantins vem apresentando uma maior prevalência da variante delta, dentre as que estão sendo sequenciadas”, explicou.
Os casos estão presentes em pelo menos outras seis cidades além de Palmas. “O vírus, na verdade, surpreendeu. A gente imaginava que com o tempo você ia ter variantes menos patogênicas e não foi isso que aconteceu, por exemplo, a gama. Olha o que ela fez com o Brasil, estourou e pessoas morrendo por falta de oxigênio. Um cenário muito complicado”, explicou o Fabrício Campos, pesquisador da UFT.
A variante foi inicialmente identificada na índia. Ela tem uma mutação na chamada proteína spike, na coroa do vírus. Com isso penetra mais na célula e se replica mais, o que a deixa mais contagiosa. “Por erros na própria duplicação do vírus é que nós podemos ficar mais fragilizados ainda com a Covid-19”, explica a neurologista Lorena Bochenek.
A vacinação também está avançando e por isso os números da pandemia seguem em queda, mas como o vírus replica muito rápido e só pouco mais de 30% dos tocantinenses estão com a imunização completa, as medidas de segurança ainda precisam ser mantidas.
Estrutura do coronavírus tem formato de coroa
Radoslav Zilinsky/Getty Images/Arquivo
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Fonte: G1 Tocantins

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Tocantins 33 anos: avanço da seca e gestão sustentável dos recursos hídricos são desafios em 2021


Estado tem área onde a seca é história e região onde fenômeno é agravado pelo avanço da agricultura. Especialistas apontam que efeitos das mudanças climáticas estão sendo antecipados e colocando em risco a existência da Ilha do Bananal. Imagens mostram bancos de areia na bacia do rio Formoso e lavouras verdes durante estiagem
Situado no coração do Brasil, o Tocantins tem cerca de 90% das sua vegetação composta pelo cerrado. O bioma – que também abrange pelo menos outros dez estados do país – é considerado o ‘berço das águas’ e a ‘caixa d’água do Brasil’, alimentando seis das oito grandes bacias hidrográficas brasileiras. Da região também depende a recarga de três grandes aquíferos: Bambuí, Urucuia e Guarani. As águas que nascem e correm pelo Tocantins tem importância incalculável para economia, turismo e geração de energia elétrica.
Apenas no rio que dá nome ao estado, por exemplo, são sete usinas de geração de energia elétrica: Serra da Mesa (GO), Cana Brava (GO), São Salvador (TO), Peixe Angical (TO), Lajeado (TO), Estreito (MA) e Tucuruí (PA). Mesmo com todo esse potencial, aos 33 anos o estado tem enfrentado desafios para gerir o uso dos recursos hídricos e registrado aumento da seca.
No período chuvoso entre 2020 e 2021 o Tocantins teve um volume de água abaixo da média e registrou seca em 100% de seu território com avanço nas áreas onde a situação é considerada moderada e grave. O estado tem áreas onde o fenômeno é histórico e prolongado, mas na região sudoeste a seca tem sido agravada pelo avanço da fronteira agrícola e captação da água dos rios para irrigação de lavouras. Especialistas apontam que os efeitos das mudanças climáticas estão sendo antecipados e colocando em risco, inclusive, a existência da Ilha do Bananal, a maior ilha de água doce do mundo.
A avaliação da Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Semarh) é de que a seca deste ano se assemelha a registrada entre 2016 e 2017, quando o país passou pela maior crise hídrica das últimas décadas.
“Está praticamente igual ao ano de 2017. Neste ano choveu metade do que choveu em 2020. Há uma preocupação muito grande em 2021, apesar de estamos no final do período da seca [no Tocantins], mas tivemos grandes problemas em algumas regiões com essa estiagem prolongada e o índice de chuva menor”, comentou o diretor de planejamento e gestão de recursos hídricos da Semarh, Aldo Azevedo.
O Tocantins tem períodos chuvosos e de estiagem bem definidos, no qual as chuvas historicamente ocorrem entre meados de outubro e abril. A seca predomina durante todo o restante do ano, com altas temperaturas e índices pluviométricos quase sempre zerados.
O meteorologista José Luiz Cabral, no núcleo de Meteorologia da Universidade Estadual do Tocantins (Unitins), afirma que tem chovido menos devido a uma série de fatores. “Nós últimos cinco anos eu tenho acompanhado e tenho verificado déficit em várias regiões do estado. Tem faltado chuva.”
Evolução da seca no Tocantins durante todo o ano, desde dezembro de 2019
Monitor da Seca/Reprodução
A última atualização do Monitor de Secas, entre julho e agosto, revela que houve avanço da área com seca grave, chegando a 31% do território tocantinense durante o período de estiagem de 2021. Esta foi a 2ª condição mais severa desde que o Tocantins passou a integrar o monitor, sendo superada somente pelos 48% de seca grave registrados em janeiro deste ano – em pleno período chuvoso.
Os dados também mostram que as áreas com seca moderada saltaram de 46% para 68% do território tocantinense, com o avanço principalmente na região sudoeste, onde o crescimento das lavouras irrigadas têm sido exponencial. No restante do estado houve seca considerada fraca desde maio de 2021. Não há registro de áreas de seca extrema ou excepcional no estado.
Seca na região Sudeste
Na região sudeste, que abrange 20 municípios com uma extensão territorial de 52.986,53 km² e uma população de 125.228 mil habitantes, a seca é histórica e prolongada. Em Paranã, durante o período de estiagem a água que chega às comunidades da zona rural tem sido levada por meio de caminhões-pipa.
“O município e a região passam por um ano atípico e tem gerado vários problemas. Hoje nós temos três caminhões entregando a água para amenizar a seca. Estamos também conseguindo poços artesianos para as comunidades e fomos alertados pela Agência Nacional de Águas para o monitoramento de situações de emergências com essas famílias”, disse o prefeito Fábio Augustus (PTB).
A região corresponde ao semiárido tocantinense e tem, em média, apenas 400 milímetros de chuva por ano. “Os rios são praticamente temporários, tirando três ou quatro grandes rios que são permanentes, todas as redes pequenas de drenagem são temporárias com água apenas no período da chuva”, explicou o diretor de recursos hídricos do Tocantins, Aldo Azevedo.
Na última década alguns projetos vêm sendo desenvolvidos na região, principalmente com o objetivo de reter a água nos meses chuvosos para utilização no período de estiagem. Uma destas ações é o projeto Barraginhas, que prevê a construção de bacias de infiltração.
Construção de bacia de infiltração de água da chuva do projeto Barraginhas na região centro-sul do estado, em 2019
Governo do Tocantins/Divulgação
Os reservatórios são abertos em propriedades rurais e ajudam a conter enxurradas, erosões e o assoreamento dos corpos d’água. Segundo a Semarh, o projeto está na terceira etapa e desde o início foram construídas mais de 4.360 mil pequenas bacias em propriedades rurais de 21 municípios das regiões sudeste e central .
Outro projeto que busca amenizar a seca na região sudeste prevê a instalação de cisternas de polietileno com capacidade para armazenar 16 mil litros de água. A iniciativa do governo federal, executada pela Agência Tocantinense de Saneamento (ATS), começou ainda em 2013 com o nome de Tocantins Sem Sede. O investimento inicial era de R$ 90 milhões para construção de 11.350 cisternas na zona rural de 27 municípios.
Desde o início da execução ocorreram inúmeros atrasos e cerca de 300 reservatórios pegaram fogo em um depósito na cidade de Taguatinga. O governo do estado informou que o projeto foi finalizado em 2017, com a instalação de 10.763 cisternas de captação e armazenamento de água pluvial.
“São medidas que o estado vem tomando para amenizar o problema que é recorrente, um problema climático que a gente não tem como mudar isso. Podemos fazer projetos e programas para melhorar. Também temos o programa de recuperação de nascentes, repovoando as matas ciliares para melhorar a situação da região”, afirmou o diretor.
Região Sudoeste
Bancos de areia no leito do rio Formoso
MPE/Divulgação
Por outro lado, na região sudoeste do Tocantins, conforme especialistas, o avanço da seca tem sido agravada com a demanda crescente pelos recursos hídricos na região. Onde antes havia abundância de água, nos últimos anos tem sido comum surgirem bancos de areia e a possibilidade de se atravessar a seco grandes afluentes como os rios Formoso e Javaés.
O cacique Wagner Javaé, da aldeia Boto Velho, conta que os grandes empreendimentos agrícolas têm afetado drasticamente os rios e influenciado, inclusive, a cultura e a alimentação do povo Javaé que vive na Ilha do Bananal.
“A estiagem é grande, seca frequentemente todo ano. Quando eu aprendi a ser gente, nós tínhamos a muita água, não tinha essas areias aqui, não tinha grandes empreendimentos. Agora, a cada ano que passa está vindo grandes empreendimentos o rio está mais vulnerável, não está aguentando mais. O rio está secando direto. Não está tendo enchente, não está tendo chuva. A cada ano que passa os grandes produtores estão sugando o rio”.
Os grandes empreendimentos apontados pelo cacique fazem parte do projeto de irrigação Rio Formoso, considerado o maior da América Latina em áreas contínuas. Em 2021, segundo a Associação de Produtores Rurais do Sudoeste do Tocantins (Aproest) foram plantados 130 mil hectares de agricultura irrigada através de um sistema de captação da água dos rios da região.
São mais de 90 bombas retirando água para produção de arroz, soja, feijão e melancia. Em toda a bacia do Rio Formoso – que inclui os rios Dueré, Urubu e Xavante – também há pelo menos 15 barragens elevatórias que servem para reter a água no período chuvoso para utilização durante a estiagem.
Bomba captando água enquanto o rio está praticamente seco ao fundo, em 2017
MPE/Divulgação
Cada bomba utilizada na irrigação tem capacidade para retirar, em média, 1.500 L/s dos rios e chega a operar 24h por dia entre janeiro e agosto. A título de comparação, a principal estação elevatória que é responsável por abastecer cerca de 70% de Palmas retira 800 L/s do curso d’água.
O monitoramento do volume retirado dos rios é feito por um sistema desenvolvido em parceria entre a Secretaria de Estado do Meio Ambiente, Agência Nacional de Águas (ANA) e Instituto de Atenção às Cidades (IAC) da Universidade Federal do Tocantins (UFT).
A bacia do rio Formoso é considerada pela Semarh e pelos próprios produtores rurais como a “mais monitorada do Brasil”, mas isso não impede que excessos sejam cometidos e os acordos para captação sejam descumpridos.
Neste ano, por exemplo, a Justiça chegou a determinar que uma das barragens elevatórias fosse desmontada após o curso do Rio Dueré ser totalmente interrompido, causando a morte de milhares de peixes. Em anos anteriores a suspensão da captação virou uma batalha judicial.
Morte de peixes é registrada em estação elevatória em uma fazenda de Dueré
O Ministério Público do Tocantins (MPE), por meio da Promotoria Regional Ambiental da Bacia do Alto e Médio Araguaia, vem atuando na região desde 2016, quando ocorreu uma seca severa potencializada pelo aumento do volume de água retirado dos rios.
“O que se percebe é que a partir do momento que se ampliava a fronteira agrícola na região de Lagoa da Confusão e Formoso do Araguaia os cursos hídricos e a própria seca, nesse período que vai de maio a outubro/novembro no estado do Tocantins, se tornava mais severa”, explicou o promotor de Justiça Francisco Brandes Júnior.
Desde então foram inúmeros pedidos e decisões judiciais buscando regular a captação de água. “A gente teve um aumento exponencial das áreas plantadas, aumento exponencial do desmatamento ilícito, inclusive de áreas que trazem toda essa proteção aos mananciais, às nascentes, e a questão da erosão dos rios. Juntamente com as ausências de chuvas tradicionais neste período acabaram se tornando mais constantes as secas de rios, mortandade de peixes, modificações significativas nos ambientes naturais. São danos ambientais irreparáveis que acabam colocando em risco não só o meio ambiente como os próprios empreendimentos”, pontou.
Um relatório produzido pelo Centro de Apoio Operacional de Habitação, Urbanismo e Meio Ambiente (Caoma), órgão técnico do Ministério Público Estadual, apontou que a bacia atingiu o nível crítico bem antes do registrado em 2020. No ano passado, a estação Barreira da Cruz, que é utilizada como referência para concessão das outorgas de captação, chegou a 63 cm de água no dia 6 de agosto. Em 2021, esse nível foi atingido bem antes, em 29 de junho.
O relatório apontou ainda que todas as barragens elevatórias situadas no Rio Formoso, sem exceção, foram encontradas em situação bem mais crítica em relação ao registrado em 2020.
Barramento Tartaruga, no rio Urubu, em 2021
Caoma/MPE/Divulgação
O superintendente da Associação de Produtores Rurais do Sudoeste do Tocantins (Aproest), Wagno Milhomem, defende que as barragens elevatórias melhoraram a situação hídrica da região, retendo mais o volume de água adquirido no período chuvoso.
Segundo ele, todos os anos é feito um planejamento por meio do Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Formoso, definindo o calendário para plantio, o ciclo da cultura, a cota de água para captação, assim como o momento de iniciar o revezamento das bombas e suspender a retirada. A Aproest também faz o monitoramento do nível dos rios e atua junto aos produtores que descumprem os acordos.
“O produtor que vem a descumprir o que está estabelecido na gestão hídrica da região a gente não defende, tem que ter punição. Defendemos que sejam punidos aqueles que não atenderem as recomendações e as notificações da própria associação. Estamos trabalhando para que a região tenha cada vez mais segurança hídrica e capacidade de receber mais investimentos em produção de água e com isso ampliar a nossa produção na região”, afirmou.
Lavoura verde mesmo durante o período de estiagem no Tocantins
Caoma/MPE/Divulgação
Ilha do Bananal ameaçada
A Ilha do Bananal, considerada a maior ilha fluvial de água dose do mundo, é formada pelos rios Araguaia e Javaés. Em 2021, assim como nos últimos anos, em muitos trechos o leito dos afluentes deu lugar a grandes faixas de areia. Em setembro, estações de monitoramento chegaram a registrar níveis crítico entre 25 e 30 cm de água.
Segundo pesquisadores da Universidade Federal do Tocantins (UFT), não se tem registro de transbordamento destes rios que formam a ilha desde 2004.
Indígena anda por trecho de rio quase seco na Ilha do Bananal
Pedro Barbosa/TV Anhanguera
“A gente fica muito triste. É o local onde a gente tirava o sustento da comunidade, tirava o sustento para nós e hoje a gente está nessa situação onde o rio não tem mais água, não tem vida. Cada ano que passa isso só vai agravando mais. A gente vê muitas pessoas falando que conhece o rio e ele seca. Realmente ele secava, mas não da forma que está hoje, da velocidade que está hoje”, lamentou o indígena Renato Krahô, da aldeia Takaiurá, em Lagoa da Confusão.
Estudo feito pelo MapBiomas, uma iniciativa multi-institucional que reúne universidades, ONGs e empresas de tecnologia, mostra inclusive que houve redução na superfície de água no trecho da Ilha do Bananal entre 1985 e 2020.
No início do monitoramento eram cerca de 170 mil hectares de água – que correspondem aos trechos de rios -, enquanto o último registro feito em 2020 mostra 115 mil hectares. A estimativa de perda é de 30%.
“É uma região que teve uma perda importante de superfície de água ao longo dessas três décadas. Nós avaliamos essa superfície de água mês a mês em todos esses períodos e a gente consegue capturar as variações que a gente tem ano a ano, nos períodos de cheia e de seca. O que a gente percebe é que é ao longo dos anos está diminuindo, ou seja, a permanência de água está diminuindo nessa região”, explica o coordenador do Mapbiomas, Tasso Azevedo.
A situação que avança no Tocantins, assim como em todo país, não pode ser analisada de maneira isolada. Segundo os especialistas, o sistema hídrico da bacia do Araguaia – que forma a Ilha do Bananal – sofre influência de diversos fenômenos como as mudanças climáticas, o desmatamento na Amazônia e o avanço da fronteira agrícola, com aumento da demanda pelos recursos hídricos na região sudoeste.
“A agricultura é muito importante, é uma atividade econômica e social importantíssima para o Brasil, mas quando ocorre uma atividade agropecuária muito forte, predatória, sem nenhuma forma de sustentabilidade […] ela inibe a entrada de água na bacia hidrográfica”, explica o pesquisador da Universidade de Brasília (UNB), Ludgero Vieira.
Gráfico mostra redução na superfície de água no trecho da Ilha do Bananal entre 1985 e 2020
MapBiomas/Reprodução
Segundo o pesquisador, o que vem acontecendo com o rio Javaé precisa ser analisado no contexto local, mas também do ponto de vista da bacia acima da Ilha do Bananal, que também tem sofrido uma grande redução no volume de água.
“Quando a gente soma tudo isso, dá para predizer que em algum momento, se já não chegou esses momentos, a ilha deixará de ser uma ilha se nada for feito. Ninguém gosta de ouvir notícia ruim, essas falas nossas parecem pessimistas, alarmistas, mas são os dados acumulados via ciência, universidade e grupos de pesquisa. Temos problemas sérios que precisam ser tratados com muita coragem, mas que ainda dá tempo de resolver”, afirmou.
Caminhos para gestão sustentável
O ponto comum para todos é a necessidade de diálogo e a busca por uma gestão cada vez melhor dos recursos hídricos. Desde 2016 houve avanços como a ampliação do sistema de monitoramento das bacias hidrográficas do Tocantins. Também foi estabelecido um sistema semafórico para regular a captação de água pelos produtores do projeto Rio Formoso no biênio 2018-2019, inclusive, com a previsão de revezamento e data limite para retirada de água.
Para o Ministério Público, o governo estadual também precisa avançar na gestão dos recursos hídricos, por meio de estudos prévios e revisão de outorgas, entre outras ações, assim como ampliar a fiscalização por parte dos órgãos ambientais.
“Houve importantes conquistas. Nós evoluímos em alguns aspectos como alguns grupos de empreendedores que acabaram se auto-reculamentando e restringindo o nível de plantio nesse período restritivo, mas o que a gente tem visto é que só isso não tem bastado. O que acontece é que ano a ano a gente acaba não tendo uma imposição do estado em nível de suspender as captações ou atuar de forma antecipada […] Por outro lado a gente vê muitos produtores que deixam de cumprir esses acordos. Nós do Ministério Público também não temos meios de fiscalizar e fazer todo o trabalho que deveria ser feito pelos órgãos ambientais”, diz o promotor Francisco Brandes Júnior.
A Aproest afirma que busca se aproximar do Ministério Público para entender quais as pendências e o que ainda estaria errado na bacia. “A gente está construindo um ambiente melhor de conversação para que efetivamente a gente possa partir para resolver esses apontamentos do que eventualmente se esteja descumprindo, de alguma forma, a legislação ambiental”, afirmou o superintendente da Aproest, Wagno Milhomem.
O diretor de planejamento e gestão de recursos hídricos da Semarh, Aldo Azevedo, afirma que o governo estadual tem avançado por meio dos comitês de bacias hidrográficas. Atualmente são cinco colegiados compostos por representantes dos usuários de água, sociedade civil organizada e poder público, em várias regiões do estado.
“Esses comitês de bacias têm tido um amadurecimento muito grande neste sentido de fazer uma gestão e dirimir esses primeiros conflitos pelo uso da água […] O comitê está lá onde tem o problema e tenta resolver isso lá com as reuniões, trazendo todos para uma mesa de negociação”, afirmou.
Além de avançar na gestão sustentável também é preciso adotar medidas práticas e urgentes, segundo explica o pesquisador Ludgero Vieira. “Primeiro nós precisamos reflorestas as áreas degradadas tanto na Ilha do Bananal quanto na bacia hidrográfica do Araguaia como um todo. Temos que regulamentar melhor toda a retirada de água do rio, calcular o quanto de água nós podemos retirar ano a ano e ficar dentro deste limite. Também é preciso combater o fogo de origem antrópica e anual, que é uma ameaça para o cerrado. Estes são os três principais pontos para a gente reverter com agilidade esse caminho ruim que tomamos”, finalizou.
Trecho do rio formoso entre as elevatórias Canaã e Ilha Verde, em 2021
Caoma/MPE/Divulgação
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Fonte: G1 Tocantins

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Principais cidades suspendem vacinação contra a Covid durante feriado de aniversário do Tocantins


Em Palmas, Araguaína e Gurupi não haverá aplicação das doses nesta terça-feira (5). Vacinação contra Covid-19 fica suspensa nas principais cidades do estado durante feriado
Raiza Milhomem/Prefeitura de Palmas
As principais cidades do estado suspenderam a vacinação contra a Covid-19 nesta terça-feira (5) por causa do feriado em que se comemora o aniversário de 33 anos do Tocantins.
Os municípios de Palmas, Araguaína, Gurupi e Porto Nacional confirmaram que não haverá imunização no feriado. A aplicação das doses volta ao normal na quarta-feira (6).
Palmas
Nesta segunda-feira (4), ponto facultativo para servidores públicos municipais de Palmas, mais de 20 Unidades de Saúde da Família foram abertas para receber moradores com mais de 12 anos. O agendamento foi aberto na plataforma da Secretaria de Saúde.
Nas unidades também houve atendimentos dos idosos com mais de 70 anos, profissionais da saúde e imunossuprimidos que puderam tomar a dose de reforço. Vale destacar que os idosos e profissionais da saúde devem observar o intervalo de seis meses da aplicação da segunda dose e os imunossuprimidos 28 dias.
Araguaína
Araguaína também abriu unidades de saúde para aplicação das doses nesta segunda-feira. A prefeitura da cidade também decretou ponto facultativo. A vacinação foi oferecida das 8h às 13h, no Ginásio Poliesportivo Pedro Quaresma, na Via Lago, e nas 19 Unidades Básicas de Saúde do município. A aplicação da terceira dose está sendo realizada apenas no ginásio.
Gurupi
Em Gurupi, também não houve vacinação nesta segunda-feira em função do ponto facultativo. A prefeitura disse que na quarta-feira (6) será aplicada a dose de reforço nos profissionais da saúde.
O secretário municipal de Saúde, Vânio Rodrigues, explicou que caso o profissional de saúde tenha 06 meses que recebeu a segunda dose da vacina contra Covid-19, ou, dose única, está apto a receber a dose reforço do imunizante Pfizer, que será aplicada no Sesi e Escola Municipal Antônio de Almeida Veras, entre 08 e 16 horas.
Quem for receber a vacina deve levar os documentos pessoais e o cartão de vacinação.
O município ressaltou que a imunização do público acima de 12 anos continua, assim como a aplicação da segunda dose e a dose reforço para os idosos acima de 70 anos e pessoas com comorbidades. O local a ser procurado para receber o imunizante, nestes casos, também é o Sesi e Escola Municipal Antônio de Almeida Veras, entre às 8h e 16h.
Porto Nacional
Em Porto Nacional, a vacinação volta a ser realizada na próxima quarta-feira (6) em todas as unidades de saúde do município e do distrito de Luzimangues para os seguintes públicos:
12 a 17 anos;
Reforço para idosos acima de 60 anos;
Reforço para imunossuprimidos;
Reforço para profissionais da saúde
Segundo o município, com exceção dos inunossuprimidos que devem observar o intervalo de 28 dias desde a 2ª dose, os demais públicos serão vacinados após seis meses.
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Fonte: G1 Tocantins

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Tribunal de Justiça divulga resultado da 1ª etapa de seleção para contratos temporários


São 60 vagas para funcionários com salários que variam entre R$ 5.625,38 e R$ 9.417,98. Divulgação da lista precisou ser adiada depois que quase 20 mil pessoas se inscreveram. Tribunal de Justiça em Palmas
Divulgação
O Tribunal de Justiça do publicou nesta segunda-feira (4) o resultado da primeira etapa do processo seletivo simplificado para contratação de profissionais. São 60 vagas para funcionários temporários com salários que variam entre R$ 5.625,38 e R$ 9.417,98. A próxima etapa será para envio de documentação comprobatória.
Confira o resultado
A publicação do resultado da primeira etapa deveria ter ocorrido na semana passada, mas o TJ acabou adiando o prazo devido ao grande volume de interessados. Foram quase 20 mil inscrições para cargos de técnico judiciário de nível médio e analista judiciário de nível superior.
Ao todo são cinco vagas para profissional graduado em ciências da computação, cinco para graduados em ciências contábeis e 50 para profissionais de nível médio, além da formação de cadastro reserva, com 300 vagas (250 nível médio e 50 nível superior).
Os contratos terão duração de 24 meses, contado a partir da data de assinatura do primeiro contrato, prorrogável por igual período. O resultado final da seleção está previsto para sair no dia 23 de novembro de 2021. O cronograma completo está disponível no edital.
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Fonte: G1 Tocantins

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Cidades do Tocantins têm alerta de chuvas intensas até esta terça-feira (5)


Há previsão de até 50 milímetros de chuva por dia, com ventos que podem atingir até 60 km/h. Aviso vale para algumas cidades da região sul, oeste e sudoeste, inclusive para a região da Ilha do Bananal. Alerta de chuva para o Tocantins
Inmet/Reprodução
Um alerta de chuvas intensas para parte do Tocantins foi publicado nesta segunda-feira (4) pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O aviso vale até esta terça-feira (5) para algumas cidades da região sul, oeste e sudoeste, inclusive para a região da Ilha do Bananal, que tem sofrido com a longa estiagem registrada neste ano.
O grau de severidade do alerta é de perigo potencial. Há previsão de até 50 milímetros de chuva por dia, com ventos que podem atingir até 60 km/h. Também existe baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas.
Os municípios que podem registrar fortes chuvas são: Abreulândia, Alvorada, Araguacema, Araguaçu, Cariri do Tocantins, Caseara, Cristalândia, Crixás do Tocantins, Divinópolis do Tocantins, Dueré, Figueirópolis, Formoso do Araguaia, Lagoa da Confusão, Marianópolis do Tocantins, Pium, Sandolândia, Santa Rita do Tocantins e Talismã.
Orientações:
Em caso de rajadas de vento não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas;
Não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda;
Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada;
Em caso de emergências procure a Defesa Civil (telefone 199) e o Corpo de Bombeiros (telefone 193).
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Fonte: G1 Tocantins