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Cristalândia começa a vacinar jovens a partir de 20 anos contra a Covid-19


Vacinas para este público estarão disponíveis até quarta-feira (11) na feira coberta da cidade. Município também está aplicando a segunda dose dos imunizantes. Dose sendo aplicada em moradora da zona rural de Cristalândia
Divulgação
A partir desta terça-feira (10) começa a vacinação contra a Covid-19 para maiores de 20 anos em Cristalândia, na região centro-oeste do Tocantins. De acordo com o município, as doses para este público seguirão disponíveis até quarta-feira (11).
O atendimento será entre 8h e 17h na feira coberta da cidade. O município também está aplicando a segunda dose dos cidadãos que receberam a D1 no mês de maio.
A prefeitura informou que a mobilização está sendo feita também na zona rural, onde uma equipe foi enviada para vacinar o público alvo e fazer a busca ativa para a segunda dose.
Segundo levantamento do município, Cristalândia recebeu 6.609 doses e aplicou 5.394 vacinas, sendo 3.613 referentes à primeira dose, 1.526 da segunda e 255 em dose única.
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Fonte: G1 Tocantins

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Menos da metade das vagas em creches de Gurupi foram preenchidas e mais de 320 estão abertas


Prefeitura disse que 642 vagas foram disponibilizadas ainda em janeiro deste ano, período para cadastramento de crianças e renovação de matrículas para o ano letivo de 2021. Cmeis de Gurupi estão com vagas em aberto
Divulgação/Prefeitura de Gurupi
A procura por vagas em Centros Municipais de Educação Infantil (CEMEIs) de Gurupi, na região sul do estado, tem sido menor que o esperado. Segundo a Prefeitura, de 642 vagas foram disponibilizadas ainda em janeiro deste ano, período para cadastramento de crianças e renovação de matrículas, somente 319 foram preenchidas.
A educação infantil regular e integral no município é oferecida para crianças de um a cinco anos, do berçário ao maternal, além de pré-alfabetização nos níveis I e II. As matrículas para ano letivo de 2021continuam abertas com 323 vagas remanescentes. Veja abaixo a lista de creches com vagas disponíveis.
O diretor de gestão pedagógica da Secretaria Municipal da Educação de Gurupi (Semeg), Jônatas Barreto, explica que a matrícula pode ser feita em qualquer época. Segundo ele, quando uma vaga não for localizada próximo de casa é necessário procurar a secretaria por meio do departamento de inspeção escolar.
“Será feita uma busca da localização e disponibilidade dessa vaga. É imprescindível destacar que a SEMEG por meio da diretoria de gestão pedagógica, sempre esteve aposta para resolver todas as situações elencadas em relação às solicitações de vagas nas unidades de ensino, para que nenhuma criança deixasse de ser atendida”, disse.
Para garantir uma vaga é necessário que os pais ou responsáveis da criança apresente, no ato da matrícula, cópias do RG, CPF, comprovante de residência, cartão de vacina, cartão do SUS, Foto 3X4, Cartão Bolsa Família (se a família tiver) histórico de habilidades e laudo médico da criança (em casos necessários).
“Esse pai ou responsável que precise de uma vaga pode procurar diretamente as unidades de ensino do município, não só as creches e Cemeis mas as escolas que ofertam pré-alfabetização como também as instituições conveniadas”, explicou Jônatas Barreto.
Creches com vagas disponíveis em Gurupi
Creche Espírita e Pré-escola Maria Madalena (Centro)
Associação Berçário Espírita Maria de Nazaré (Centro)
Instituição Beneficente Irmã Dulce (Setor Novo Horizonte)
CEMEI Irmã Divina (Bairro Jardim dos Buritis),
CEMEI Oneide de Souza Coelho (Setor Campo Belo)
CEMEI Tânia Maria Marinho Scotta (Setor Nova Fronteira).
CEMEI Raimunda Regino (Setor Aeroporto)
CEMEI Senador João Ribeiro (Setor Nova Fronteira)
CEMEI Professor Josué Alves Moreira, no bairro (Jardim Medeiros)
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Fonte: G1 Tocantins

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Veículos ‘desaparecem’ no meio da poeira ao trafegar por rodovia sem asfalto no norte do TO


A TO-423, que liga Araguaína a vários povoados, é usada para o escoamento da produção. Governo diz que está trabalhando no projeto de pavimentação da via. Motoristas reclamam da estrada de terra na TO-423, que dá acesso a povoados em Araguaína
Quem precisar passar pela TO-423, rodovia que liga Araguaína a povoados, enfrenta problemas já conhecidos nessa época do ano. A poeira é tanta que os veículos praticamente desaparecem ao trafegar pela via.
A areia solta na rodovia, que não tem asfalto, é outro problema enfrentado por quem passa pela rodovia. A via é movimentada e dá acesso a povoados, como Mato Verde, Cebola, chegando até o município de Babaçulândia.
“A estrada está péssima, já deveria ter sido arrumada há muitos anos. A gente trafega aqui constantemente, o carro falta desmanchar, é costela demais, é buraco. Arrebenta com tudo”, reclamou o chacareiro Pio Dias Wanderley.
Estrada de terra dificulta passagem de motoristas e poeira trabalha a visão do caminho
Reprodução/TV Anhanguera
Os moradores dependem da rodovia para escoar a produção. Mas a TO-423 não oferece condições para isso. “Eu espero que melhore, porque se não melhorar nós estamos rodados porque esse lugar não dá para encarar. Eu já fiz planos de vender porque acaba com o carro”, disse o chacareiro Cícero Alves.
Revoltados, moradores chegaram a interditar a via. A reivindicação é pelo asfalto. Os problemas não acabam, já que no período da chuva, a lama deixa a rodovia praticamente intransitável. Um vídeo feito durante a época das chuvas mostra a situação do local.
A Agência de Transportes e Obras do Tocantins informou que está trabalhando no projeto de pavimentação desse trecho e que a licitação, estimada em R$ 12 milhões deve ocorrer assim que o projeto for finalizado. Enquanto isso, a agência informou que faz manutenção no local.
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Fonte: G1 Tocantins

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Polícia encontra pneus roubados após caminhoneiro ser rendido em posto de combustíveis


O roubo foi em Tabocão e os pneus estavam escondidos em uma mata na zona rural de Palmas. O caminhoneiro foi amordaçado enquanto as rodas e o combustível eram retirados do veículo pelo bando. A carreta foi abandonada na zona rural de Miranorte após o assalto
Divulgação/Polícia Civil
A Polícia Civil recuperou nesta segunda-feira (9) 24 dos 36 pneus que foram roubados de um caminhão no fim de julho após o motorista ser rendido por criminosos em um posto de combustíveis. Na época, o caminhoneiro foi ameaçado com uma arma ao estacionar em um posto de combustíveis de Tabocão, na região central do estado. Ele foi obrigado a acompanhar o bando até a zona rural de Miranorte para que o crime fosse concluído.
Os pneus foram localizados na zona rural da capital por uma equipe da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos Automotores (DERFRVA).
O delegado Anderson Casé, que comandou a operação, explicou que as rodas e aros serão periciados e restituídos ao verdadeiro proprietário. As investigações agora estão focadas em identificar e localizar os autores.
Pneus estavam na zona rural de Palmas
Divulgação/Polícia Civil
A polícia informou que o assalto foi na madrugada de 31 de julho, por volta da 4h, o motorista foi rendido enquanto manobrava no pátio do posto. Ele ficou amordaçado e amarrado durante o roubo.
Os criminosos retiraram 36 pneus, com rodas, aros e tambores da carreta, além de todo o combustível que havia nos tanques do veículo e fugiram em seguida.
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Fonte: G1 Tocantins

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Grupo que tentou matar homem perto de parque de diversão em Araguaína é condenado

Justiça entendeu que crime foi motivado por disputa de espaço entre organizações criminosas. Penas aos réus variam de 15 a 17 anos de prisão. Quatro homens investigados por participação em uma tentativa de homicídio em Araguaína há dois anos foram condenados. Segundo o Ministério Público do Tocantins, o crime foi motivado por disputa de espaço entre organizações criminosas e aconteceu perto de um parque de diversão. As penas aos réus variam de 15 a 17 anos de prisão.
O crime aconteceu em agosto de 2019. Conforme o MP na época a vítima, Elias Pereira de Jesus, integrava uma facção criminosa diferente da que pertence os condenados.
Segundo o Ministério Público os réus são: Amaurir de Sousa Oliveira (condenado a 16 anos e cinco meses de prisão) João Vítor Ribeiro Lopes (condenado a 16 anos e cinco meses de prisão) Ricardo Santos Lima (condenado a 15 anos e cinco meses de prisão) Lucas Lino dos Reis (condenado 17 anos, seis meses e 11 dias de prisão). O G1 não conseguiu localizar as defesas dos citados.
No dia do crime, o trio tentou matar o homem no setor Costa Esmeralda. Os disparos foram efetuados perto de residências e de um parque frequentado por crianças.
“Ao localizar a vítima caminhando pela rua, um deles efetuou disparos à distância. Elias encontrava-se desarmado e foi atingido de surpresa pelas costas, mas conseguiu correr e se abrigar em uma casa, sendo encaminhado para tratamento médico e conseguindo sobreviver ao atentado”, afirmou o Ministério Público.
Durante o júri foram acolhidas as teses sustentadas pelo MP, que caracterizaram a tentativa de homicídio qualificado por três motivos: torpe, emprego de meio que dificultou a defesa da vítima e perigo comum.
Além da tentativa de homicídio qualificada, comum a todos os réus, alguns foram condenados também por outros crimes, como posse irregular de arma de fogo, receptação e organização criminosa armada com participação de adolescente.
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Fonte: G1 Tocantins

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Venda de leite in natura em feiras e comércios de Gurupi volta a ser alvo dos órgãos de fiscalização


Ministério Público abriu inquérito para apurar se município e Procon estão fiscalizando. Comercialização do leite cru é proibida por lei, mas pequenos produtores não têm condições de regularizar. MP pede para que prefeitura de Gurupi fiscalize a venda de leite in natura nas feiras
A venda de leite in natura voltou a ser alvo dos órgãos de fiscalização em Gurupi, na região sul do estado. Desta vez, depois de denúncias, o Ministério Público Estadual abriu um inquérito para apurar se a Vigilância Sanitária de Gurupi e o Procon estão fiscalizando a venda do produto cru nas feiras da cidade.
A venda de leite in natura é proibida por lei federal há cerca de 40 anos. Mas só no ano passado a Prefeitura de Gurupi começou a cobrar o cumprimento da lei pelos vendedores locais. A medida segue gerando polêmica entre produtores rurais da região.
O MPE deu 30 dias para a prefeitura fiscalizar este comércio e apresentar um relatório sobre a condição em que o leite tem sido vendido em Gurupi. O secretário de produção rural e meio ambiente, Pedro Dias, admitiu que a fiscalização desse mercado foi deixada de lado na pandemia.
“No período da pandemia nós tivemos aí uma paralisação dessas atividades do serviço de fiscalização, vamos dizer que a gente acomodou um pouco. Então eu acho que realmente tem sentido a preocupação do Ministério Público, está correto, nós não queremos criar nenhum obstáculo à atuação do MPE. Nós estamos aqui para cumprir o que determina a lei”, disse.
Venda de leite cru é proibida por lei federal
Reprodução/TV Anhanguera
A saída para os produtores rurais seria começar a pasteurizar o leite e conseguir as licenças sanitárias. Só que o investimento é alto.
“O custo para regularizar fica muito alto. Hoje uma máquina de pasteurização é em torno de R$ 6 mil. A gente passou a trazer o leite para ganhar um extra no meio dessa pandemia e a gente não tem condição de regularizar. Meu leite é muito pouco, para uma feira dessas tenho em torno de 50 litros só”, disse o produtor rural Antônio Cesar.
A feirante Girleide Faustino vende o queijo e também está autorizada a vender o leite pasteurizado. Ela conta que o precisou investir quase R$ 30 mil pra comprar as máquinas de pasteurização e conseguir o selo de inspeção municipal.
“Quando nós fomos regularizar não foi fácil, foi muito difícil. O custo é muito alto e foi no início da pandeia, aí tudo ficou muito difícil”, contou.
A prefeitura diz que vai buscar incentivos para ajudar os pequenos produtores que serão atingidos pela proibição. “Nós vamos criar mecanismos para incentivar principalmente a pequena indústria para que ela possa prestar um serviço de qualidade e a custo compatível com o que o produtor possa arcar”, prometeu o secretário.
O Procon informou à TV Anhanguera que não iria se manifestar sobre o inquérito do MPE.
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Fonte: G1 Tocantins

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MP vê ‘flagrante ilegalidade’ e pede anulação de edital para alugar aeronaves de luxo para governador do Tocantins


Governo pretende pagar até R$ 28,9 milhões por ano para que Carlesse possa viajar em jatinho, helicóptero e bimotor nos compromissos oficiais. Promotoria criticou a falta de pesquisa de preço e apontou indícios de direcionamento da licitação. Jatinho será utilizado nos deslocamentos do governador Mauro Carlesse (PSL)
Reprodução/TV Anhanguera
O Ministério Público do Tocantins entrou na Justiça pedindo a anulação do edital para alugar três aeronaves de luxo para transportar o governador do estado, Mauro Carlesse (PSL). A promotoria disse que há ‘flagrante ilegalidade’ na proposta e apontou indícios de direcionamento da licitação. O pedido ainda não foi analisado.
Veja como são os aviões e o helicóptero
O documento é assinado pelo promotor de Justiça Vinícius de Oliveira e Silva. Ele criticou principalmente a falta de pesquisa de preços, dizendo que apesar da contratação ser milionária, o levantamento que embasou o edital foi feito com apenas três empresas.
“Apesar da magnitude da licitação em questão, que visava contratação de fretamento de aviões a jato executivo, bimotor e até helicóptero simplesmente não realizaram um levantamento minimamente razoável, satisfazendo-se com 3 orçamentos, sendo 02 empresas do Amazonas e 01 do Ceará. Ora porque não realizar uma pesquisa de preços ampla, com empresas de grandes centros, como São Paulo, Rio de Janeiro, e Belo Horizonte, onde é sabido que existem as maiores frotas de aeronaves do Brasil?”.
O Governo do Tocantins foi procurado e ainda não comentou o pedido judicial. Quando a licitação foi questionada no Tribunal de Contas do Estado, o Palácio Araguaia justificou citando um agenda cheia do governador e questões de segurança.
O próprio Mauro Carlesse defendeu a contratação como sendo ‘fundamental’. Ao falar sobre o assunto, ele se referiu às aeronaves como ‘UTIs Aéreas’, sendo que nenhuma das três tem equipamentos para prestar este serviço. A previsão do próprio governo é que o contrato deve chegar a quase R$ 29 milhões por ano. (Reveja a entrevista do governador ao fim da reportagem)
Helicóptero servirá para levar Carlesse a áreas remotas, segundo o governo
Reprodução/TV Anhanguera
Além da falta de pesquisas de preço, o promotor apontou que problemas também identificados pelos auditores do TCE podem ter prejudicado a concorrência da licitação. Os itens que mais chamam a atenção são a exigência de altura mínima para cabine do jato executivo (1,70m) e o ano de fabricação máximo (2005) das aeronaves. Para o MP, as medidas são descabidas e podem indicar que a licitação foi direcionada para a única empresa que poderia atender a estes critérios.
“Chama atenção que as exigências restritivas do edital/termo de referência, ou seja, a altura da cabine em 1,70 para o jato, e o ano das aeronaves, 2005, coincidam exatamente com especificações das aeronaves da empresa amazonense Mill, que foi uma das consultadas na restrita pesquisa prévia à licitação e, ainda, cujo helicóptero PR-ECO da Mill tenha sido visto no ano passado, no Tocantins”.
Esta questão dos itens restritivos no edital também tinha sido apontada pelos autores do TCE no relatório sobre o assunto, mas foi contornada no parecer do conselheiro Severiano Costandrade, que liberou a contratação.
Para o MP, o fato de as aeronaves serem de luxo já pode representar dano para os contribuintes. “O mero transporte de integrantes do Governo, se existem alternativas mais econômicas e suficientes, sob pena de se pagar o luxo, em franco desperdício do dinheiro público, tudo isso em plena crise econômica e diante de tantas demandas da população tocantinense em face da pandemia do Coronavírus”.
O MP quer que o governo seja multado em R$ 50 mil por dia caso a contratação seja realizada e pediu a anulação total do edital.
MPE abre investigação e governador defende contratação de aeronaves
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Fonte: G1 Tocantins

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Corpo de idoso sem parte do dedo indicador aguarda identificação no IML de Palmas


Ele tem aproximadamente 70 anos e era morador de Conceição do Tocantins. Corpo está no IML de Palmas
Divulgação/SSP
O corpo de um idoso de aproximadamente 70 anos está no Instituto Médico Legal (IML) de Palmas aguardando identificação. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), falta parte de um dedo em uma das mãos da vítima. O homem era morador de Conceição do Tocantins e está na unidade desde o último dia 24 de julho de 2021.
O idoso pode se chamar Geraldo Ramos Maia. O suposto nome consta em um cartão SUS encontrado no momento em que o homem foi levado para à Unidade Básica de Saúde (UBS) de Conceição do Tocantins. Segundo constatado pelo médico plantonista, ele deu entrada já sem vida. A SSP não informou a causa da morte.
Segundo a pasta, o homem tem 1,73 m de altura, pesa 90 kg e é pardo. Conforme a ocorrência, ele estava vestindo shorts verde água, camiseta bege, e apresentava ausência da falange distal do dedo indicador da mão esquerda.
Quem tiver informações que possam auxiliar na identificação e localização de familiares do idoso, pode comparecer até a sede do IML ou repassar as informações através do telefone do órgão que é o (63) 3218 6840.
O prédio fica localizado na Quadra 304 Sul, Avenida NS 04, Lote 02, Palmas.
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Fonte: G1 Tocantins

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Indígena relata perdas culturais sofridas com a morte de anciões na pandemia: ‘Nossa biblioteca’


Dados do Ministério da Saúde apontam que estado teve 1.224 casos de coronavírus entre indígenas e 11 não resistiram. Historiadora destaca a diversidade cultural e a importância do conhecimento indígena. Indígenas falam sobre as perdas culturais que tiveram durante a pandemia
A pandemia tem colocado em risco a manutenção da cultura de povos indígenas que habitam o Tocantins. São mais de 13 mil pessoas de dez etnias vivendo no estado nos dias atuais. A perda dos anciões para o coronavírus tem causado impactos incalculáveis, pois além das vidas, o vírus também leva embora o conhecimento ancestral.
De acordo com dados do Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI), no Tocantins foram 1.224 casos de coronavírus entre indígenas no Tocantins, sendo que 11 não resistiram. A rica cultura Javaé já sofre os impactos da pandemia.
“Nós perdemos anciões da nossa aldeia e anciã artesã. Nós perdemos. É muito doloroso, mas essa doença veio para levar essas pessoas mais importantes da nossa vida, que são a nossa biblioteca da cultura. É ali que nós aprendemos, com eles que nós aprendemos”, contou o Ademir Kurisiri Javaé.
Quando um indígena morre de forma repentina parte da história daquele povo também se perde. Isso porque entre os povos indígenas a maior parte dos ensinamentos, vivências e experiências é repassada verbalmente. Os relatos escritos não são tão frequentes, pois a cultura vive e se multiplica a partir do conhecimento dos anciãos.
Quando se fala em cultura indígena é preciso se lembrar da diversidade que cerca esses povos milenares. O Tocantins tem dez etnias indígenas: cada povo tem língua, tradições e ritos próprios.
Para que toda essa sabedoria não se perca é preciso primeiro respeitar esse conhecimento como legítimo e único.
“É uma cultura muito valiosa, que entre eles tem muito respeito e os povos são diversos. O povo Apinajé e um povo com a sua cultura, o povo Karajá é outro povo com outra língua, com outras festas e outros rituais. Muitas vezes a sociedade acha que os povos indígenas são todos iguais, mas não são. No Brasil nós temos 274 línguas faladas por 305 povos. É uma diversidade imensa e muito valiosa”, conta a historiadora Eliane Franco Martins.
Respeito pelas diferenças e incentivos reais à manutenção da cultura indígena são itens básicos para manter viva não só a história do Tocantins, mas tradição dos primeiros moradores dessa terra.
Indígenas lamentam mortes de anciãos
Reprodução/TV Anhanguera
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Fonte: G1 Tocantins

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Jiboia fica com rabo de iguana pra fora da boca ao tentar devorá-la em parque de Palmas; veja o vídeo


Inspetor da Guarda Metropolitana de Palmas disse que muitas pessoas ficaram assustadas, mas a maioria parou para fotografar o momento da refeição. Veja vídeo de jiboia no parque Cesamar em Palmas
Imagens feitas no parque Cesamar, na região central de Palmas, mostram o momento em que uma jiboia matava e engolia uma iguana. Para a segurança do animal, o local precisou ser parcialmente interditado. Foram mais de cinco horas até a cobra ter condições de sair da pista e voltar para a área de mata. Um vídeo feito no local mostra a jiboia imobilizando a iguana. Sem conseguir comer tudo, parte do rabo da iguana ficou para o lado de fora da boca. Assista acima
O inspetor José de Ribamar Martins Araújo, da Guarda Metropolitana de Palmas, era chefe do plantão no último sábado (6) e participou da operação. Ele conta que um homem que fazia caminhada no parque avisou sobre a presença do animal. Imediatamente a GMP interditou o local com fitas e cones.
“Cheguei as 15h e a ação terminou 20h30. Quando desloquei pra lá, a jiboia estava com um terço do animal na boca. A iguana já estava morta, provavelmente, há mais de uma hora”, disse.
Jiboia devorou iguana no Parque Cesamar, em Palmas
Divulgação/Guarda Metropolitana de Palmas
O inspetor conta que a situação chamou atenção dos frequentadores do parque. Muitos ficaram com medo, mas a maioria parava para fotografar. Também houve quem reclamou da operação afirmando que a situação estava atrapalhando a prática de exercício.
“Tinha gente que via e voltava. Ficava com medo e não tinha coragem de passar por perto. A gente explicava que ela estava ocupada e que não ia chegar a atacar ninguém. Não poderíamos retirar os animais de lá e nem interromper. Lá é o habitat natural deles. Uma mulher olhando para o celular quase pisava na cobra. As pessoas estavam atrapalhando a jiboia e o pessoal achando que quem estava atrapalhando era ela”.
A ação durou até a cobra ficar em segurança. “Ela ficou um tempo parada, esperando recuperar as forças. Quando foi embora estava com cerca de 20 centímetros do rabo para fora da boca. Não coube tudo dentro do seu estômago”, disse o inspetor Ribamar.
Iguana é devorada por jiboia no parque Cesamar
Divulgação/Guarda Metropolitana de Palmas
O inspetor conta que e a segunda vez que uma jiboia é vista se alimentando na área de caminhada. “Desta vez provavelmente ela pegou a iguana em uma árvore e caiu. Como ao lado da pista é íngreme, elas devem ter rolado e caído na pista”, explicou.
Curiosos fotografaram jiboia devorando iguana
Divulgação/Guarda Metropolitana de Palmas
O parque Cesamar é um dos pontos mais frequentados de Palmas. O espaço é cercado por árvores nativas preservadas e abriga muitos animais silvestres no parque, como sicuris, jacarés, macacos e as capivaras, que são vistas em grande quantidade e com frequência.
O inspetor Ribamar conta que gostou de estar na operação e explica que as pessoas devem respeitar os animais que moram na área. “Fiquei muito satisfeito. Morei muito tempo no interior e eu via isso sempre. Mas sei que não é comum na cidade. Muita gente viu pela primeira vez”.
Jiboia vai embora com parte de jiboia para fora da boca
Divulgação/Guarda Metropolitana de Palmas
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Fonte: G1 Tocantins