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Homem é condenado há mais de 20 anos de prisão por matar adolescente e esconder corpo em vala após término


Crime aconteceu em janeiro de 2019 na zona rural de Bandeirantes do Tocantins, no norte do estado. Julgamento foi nesta quarta-feira (20) e réu ainda pode recorrer da sentença. Homem é suspeito de matar adolescente com quem tinha relacionamento
Montagem G1
O Tribunal do Júri condenou Sivanildo Mariano de Souza Santos a mais de 20 anos de prisão pela morte da adolescente Railene da Silva Oliveira. O crime aconteceu em janeiro de 2019 na zona rural de Bandeirantes do Tocantins, no norte do estado. O julgamento foi nesta quarta-feira (20) e ele ainda pode recorrer da sentença.
A vítima tinha apenas 16 anos quando foi assassinada com 54 golpes de canivete às margens de uma rodovia. O corpo foi encontrado dentro de uma vala.
O julgamento ocorreu no Fórum de Arapoema. Os jurados acataram a tese sustentada pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO) e condenaram Sivanildo Mariano por homicídio triplamente qualificado: emprego de meio cruel, uso de recurso que dificultou a defesa da vítima e feminicídio. Ele também foi condenado por ocultação de cadáver.
Conforme apontado no processo, o crime aconteceu após a vítima romper o relacionamento amoroso que mantinha com o acusado e decidir ir morar com outro homem em Araguaína.
Motivado por ciúme, o condenado atraiu Railene da Silva para o local do assassinato. A vítima teria sido derrubada com um golpe de capacete e depois golpeada até a morte.
O réu foi preso após ser encontrado escondido na zona rural do município de Grajaú (MA). Na época, ele confessou o crime e foi levado para a cadeia de Arapoema.
Condenação
O Tribunal do Júri condenou o acusado a cumprir 19 anos e três pelo homicídio e um ano pela ocultação de cadáver, resultando na pena de 20 anos e três meses de prisão em regime fechado. Ele não poderá recorrer em liberdade.
O g1 não conseguiu contato da defesa de Sivanildo Mariano.
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Fonte: G1 Tocantins

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Instabilidade: política do Tocantins é marcada crises, cassações e renúncias há mais de uma década


O último mandato cumprido integralmente por um governador do estado terminou em 2006. Na quarta-feira (20), Mauro Carlesse foi afastado do cargo por 180 dias. Mauro Carlesse – governador do Tocantins está afastado do cargo
Esequias Araújo/Governo do Tocantins
O afastamento de Mauro Carlesse (PSL) do cargo de governador do Tocantins, determinado pela Justiça na quarta-feira (20), é o mais novo capítulo na história de um estado marcado por crises políticas. Desde 2006, os governadores escolhidos em eleições gerais para ocupar esta função não terminam o mandato.
O primeiro mandato de Marcelo Miranda (MDB), entre 2003 e 2006, foi o último a ser cumprido integralmente. Em 2009, quando exercia o segundo mandato, Miranda acabou sendo cassado pela Justiça Eleitoral.
Em seguida foi substituído no mandato-tampão por Carlos Gaguim, que não conseguiu uma reeleição. O substituto foi Siqueira Campos (DEM), que renunciou em 2014 para tentar viabilizar uma candidatura do filho ao cargo, que acabou nunca acontecendo.
O sucessor de Siqueira Campos foi Sandoval Cardoso, que acabou derrotado nas urnas pelo mesmo Marcelo Miranda. Apesar do retorno ao cargo, Miranda novamente não terminou o mandato e acabou cassado pela segunda vez em 2018. Ele foi substituído por Mauro Carlesse no mandato-tampão e o político acabou conquistando o Palácio Araguaia em uma eleição geral.
Agora, Carlesse se encontra afastado do cargo por suspeita de recebimento de propina e interferência em investigações policiais.
O estado foi criado em 1988 e sete políticos já ocuparam a função de governador ao longo da história. Apenas quatro deles chegaram ao cargo através do voto popular.
Governadores escolhidos em eleições diretas
Siqueira Campos – Eleições de 1988 (suplementar), 1994, 1998 e 2010.
Moisés Avelino – Eleição de 1990.
Marcelo Miranda – Eleições de 2002, 2006 e 2014.
Mauro Carlesse – Eleições de 2018 (suplementar e geral).
Governadores que assumiram sem eleição direta
Raimundo Boi – Era vice-governador e assumiu em 4 de abril de 1998 após a primeira renúncia de Siqueira Campos, ficou até o fim do ano.
Carlos Gaguim – Era presidente da Assembleia Legislativa e assumiu em 9 de setembro de 2009 após a primeira cassação de Marcelo Miranda.
Sandoval Cardoso – Era presidente da Assembleia Legislativa e assumiu em 4 de maio de 2014 após a segunda renúncia de Siqueira Campos, ficou até o fim do ano.
Mauro Carlesse – Antes de ser eleito, assumiu o cargo de forma interina em 19 de abril de 2018 após a segunda cassação de Marcelo Miranda.
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Fonte: G1 Tocantins

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Diário Oficial do Tocantins publica termo que coloca Wanderlei Barbosa no comando do governo


Documento está assinado pelo próprio governador em exercício e também pelo secretário-chefe da Casa Civil, Rolf Vidal. Wanderlei Barbosa é o governador em exercício do Tocantins
João Guilherme Lobasz/g1
O Diário Oficial do Estado do Tocantins trouxe, na noite desta quarta-feira (20), a publicação do ‘Termo de Assunção da Chefia do Poder Executivo’, que coloca Wanderlei Barbosa (Sem partido) no comando do Governo do Tocantins. Ele deve cumprir a função pelos próximos seis meses, enquanto durar o afastamento de Mauro Carlesse (PSL) do cargo, determinado pelo Superior Tribunal de Justiça.
O termo foi assinado pelo próprio Wanderlei e pelo secretário-chefe da Casa Civil do Tocantins, Rolf Vidal, que foi responsável por lavrar o documento. Segundo apuração da TV Anhanguera, a posse foi ainda durante a manhã, em um evento reservado na sede da Procuradoria-Geral do Estado. O deputado Antônio Andrade (PSL), que é presidente da Assembleia Legislativa, é que deu posse a Wanderlei.
Mauro Carlesse foi afastado por suspeita de recebimento de propina e também por suposta interferência em investigações policiais. Ele foi alvo de duas operações simultâneas da Polícia Federal nesta quarta-feira (20).
O Diário Oficial não trouxe publicações relacionadas aos servidores públicos que também tiveram o afastamento determinado pela Justiça, nem nomes de eventuais substitutos. Entre as secretarias afetadas pela operação, a única a publicar algo foi a de Parcerias a Investimentos, com uma portaria assinada por Aleandro Lacerda Gonçalves, identificado como Diretor-Presidente da pasta. O nome de Clausinei Quaresemin, que é um dos secretários afastados do cargo, não é citado. Cristiano Sampaio, da Segurança Pública, também não aparece no Diário.
Durante a tarde, Wanderlei Barbosa esteve na sede da Justiça Federal, onde ficou por cerca de 20 minutos. Ele não quis dar declarações e disse ainda estar se atualizando sobre a situação. Afirmou ainda que a população pode ficar tranquila. Ao ser perguntado se acreditava na inocência de Mauro Carlesse, preferiu não responder.
Quem é Wanderlei Barbosa?
Wanderlei tem 57 anos e é natural de Porto Nacional, na região central do estado. Ele começou a carreira política em 1989, quando se elegeu vereador pelo município. Em 1996 migrou para a capital e se elegeu vereador por Palmas, cargo que ocupou por vários mandatos sucessivos até 2010, chegando a presidir a câmara municipal ao longo de quatro anos.
Em 2010 se elegeu para o primeiro de dois mandatos como deputado estadual. Ele permaneceu nesta função até 2018, quando se afastou para disputar a eleição suplementar ao lado de Carlesse como vice-governador na chapa que acabou vencedora. A disputa foi convocada por causa da cassação de Marcelo Miranda e Claudia Lelis dos cargos de governador e vice.
Wanderlei é casado com Blandina Vieira Leite Castro e pai de Ygor Leonardo Castro Leite, Rérison Antonio Castro Leite e Rosa Maria Castro Leite. Ele também é filho de Fenelon Barbosa, o primeiro prefeito de Palmas, quando a cidade foi fundada em 1989.
Um dos filhos do governador em exercício, Rérison Antonio, foi nomeado presidente da Agência de Metrologia do Tocantins em 2019 e segue ocupando o cargo.
Ao longo dos últimos anos, Wanderlei Barbosa trabalhou em sintonia com o governador Mauro Carlesse e evitou se envolver em polêmicas. Ele foi escolhido para encabeçar ações como o combate à queimadas no último período de estiagem, representou o governo em entregas de obras e também em reuniões a que o governador não pode comparecer.
As investigações
As investigações que resultaram no afastamento de Calesse são resultado de duas operações da PF, denominadas Éris e Hygea.
O foco da Éris é desarticular uma suposta organização criminosa, que atuaria na Secretaria de Segurança Pública obstruindo investigações e vazando informações aos investigados.
A Hygea busca desmantelar um suposto esquema de pagamento de vantagens indevidas relacionadas ao Plansaúde, plano de saúde dos servidores estaduais.
A apuração, que teve início há cerca de dois anos, estima que cerca de R$ 44 milhões tenham sido pagos a título de vantagens indevidas. Os valores podem ser maiores, já que a participação de outras empresas no esquema ainda é investigada.
Pela manhã, a Polícia Federal fez buscas na casa de Carlesse e na sede do governo do Tocantins. Foram apreendidos dois veículos do governador, levados para a sede da PF em Palmas.
Segundo a PF, as buscas desta quarta-feira fizeram parte de duas operações complementares, que investigam:
pagamento de propina relacionada ao plano de saúde dos servidores estaduais;
obstrução de investigações;
incorporação de recursos públicos desviados.
Além do governador, também foram alvos de mandados de busca e apreensão secretários estaduais, entre os quais Cristiano Sampaio, da Secretaria de Segurança Pública do Tocantins, que também teve o afastamento do cargo determinado pelo STJ.
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Fonte: G1 Tocantins

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Antes do afastamento, Carlesse foi alvo de outras operações e chegou a ficar preso na Assembleia Legislativa do TO


Ele ficou preso na sede da AL por causa de um processo sobre pagamento de pensão alimentícia em 2015. Mauro Carlesse na época em que ficou preso em um gabinete na Assembleia Legislativa
Reprodução/TV Anhanguera
Mauro Carlesse tem 61 anos, nasceu no Paraná, mas ingressou na vida política no Tocantins. Primeiro disputou a prefeitura de Gurupi, em 2012, mas não venceu. Em 2014 se elegeu deputado estadual e chegou ao cargo de governador interino em 2018 por ser o presidente da Assembleia Legislativa. Na época, o então governador Marcelo Miranda teve o mandato cassado, junto com a vice Cláudia Lélis.
A primeira vez que Carlesse teve problemas com a Justiça foi enquanto ainda era deputado estadual. Ele ficou preso dentro da sede da Assembleia Legislativa por causa de um processo relacionado ao pagamento de pensão alimentícia. As partes discordaram sobre o valor a ser pago e a situação se tornou tão complexa que ele acabou tento a liberdade restrita.
Governador Mauro Carlesse foi afastado do cargo por seis meses
Esequias Araújo/Governo do Tocantins/ Divulgação
Situações do tipo continuaram após ele tomar posse como governador interino. Ainda em 2018, quando concorria ao segundo turno da Eleição Suplementar, foi alvo da Polícia Federal. A PF cumpriu mandados de busca e apreensão de documentos no Palácio Araguaia, secretarias e, ainda em outros locais, durante investigação de supostas irregularidades na liberação de emendas parlamentares ao longo do governo interino.
Mesmo na condição de investigado, ele foi eleito e permaneceu no cargo. Concorreu novamente nas eleições regulares em outubro e foi reeleito, comandando o Poder Executivo até esta quarta-feira (20).
O ano de 2018 nem tinha acabado e o governo enfrentou a primeira grande crise. A delegacia regional da Polícia Civil em Araguaína abriu uma investigação sobre o descarte irregular de lixo hospitalar por empresas supostamente ligadas à família do deputado estadual Olyntho Neto (PSDB), que era líder do governo. O parlamentar sempre negou qualquer irregularidade. Em novembro, o delegado responsável pelo caso foi transferido de delegacia.
Veja outras operações que tiveram Mauro Carlesse como alvo
A situação resultou em um decreto que ficou conhecido como ‘Lei da Mordaça’. A determinação do governo, publicada em março de 2019, estabeleceu diversas limitações para a Polícia Civil e, entre outros pontos, proibia que delegados fizessem críticas ao governo e limitava entrevistas. O governo sempre negou que estivesse interferindo no trabalho da polícia.
Além disso, no final de 2018, uma operação da Polícia Civil do estado cumpriu mandados de busca e apreensão no Palácio Araguaia. A investigação apurava a contratação de funcionários fantasmas. Menos de um mês depois, dois delegados responsáveis pela ação também foram transferidos.
Em março de 2020, uma nova investigação, desta vez da PF, também apurou a existência de supostos funcionários fantasmas no governo do estado. A operação foi chamada de Assombro e corre no mesmo tribunal que determinou o afastamento do governador.
Já durante a pandemia, em junho de 2020, a suspeita da PF foi em relação ao suposto superfaturamento de máscaras por parte da Secretaria de Saúde do estado. No mesmo ano, em setembro, a PF e a Controladoria-Geral da União (CGU), apuraram outro possível supertaturamento, desta vez de camas hospitalares.
Agora, Carlesse é investigado por supostamente chefiar uma organização criminosa. Ele foi acusado pela PF e pelo Ministério Público Federal de recebimento de propina e ainda de interferir em operações policiais. O afastamento dele de cargo está previsto para durar pelo menos 180 dias.
A defesa do governador segue dizendo que ainda não teve acesso ao teor da denúncia e que por isso ainda não pode se manifestar.
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Fonte: G1 Tocantins

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Polícia prende suspeito de tentar matar homem com golpes de faca dentro de estabelecimento comercial

Crime aconteceu em Ponte Alta do Bom Jesus. Um jovem de 23 anos foi preso em Ponte Alta do Bom Jesus por suspeita de tentativa de homicídio qualificado. Segundo a Polícia Civil, ele teria esfaqueado outro homem dentro de um estabelecimento comercial. O crime aconteceu durante o dia onde havia grande movimentação de pessoas.
O caso foi em setembro de 2021. Investigações apontam que, antes de ser ferido, o homem teria dito à companheira do suspeito que ela poderia estar sendo traída. “A vítima teria relatado a existência de um possível relacionamento extraconjugal que ele mantinha com outra mulher, o que ocasionou um desentendimento familiar”, disse a polícia.
Quando os dois homens estavam em um estabelecimento da cidade a vítima foi atingida por quatro golpes de faca no peito. A polícia afirmou que uma pessoa que presenciou os ataques segurou o suspeito pelos braços e a vítima conseguiu fugir das agressões.
Com a identificação do suspeito, policiais cumpriram um mandado de prisão preventiva. Após ser indiciado ele foi levado à Cadeia Pública de Taguatinga, onde permanece à disposição da Justiça.
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Fonte: G1 Tocantins

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Vice evita defender Mauro Carlesse e diz estar se atualizando sobre situação


Wanderlei disse estar ‘tomando pé’ sobre como fica a administração. Ao ser perguntado se acreditava na inocência de Mauro Carlesse, preferiu não responder. Wanderlei Barbosa fala pela primeira vez após o afastamento de Mauro Carlesse
O vice-governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, que assumiu interinamente o poder executivo por causa do afastamento de Mauro Carlesse, disse que ainda está se atualizando sobre as determinações da Justiça. Ao ser questionado sobre como fica a administração do estado ele respondeu que está ‘tomando pé da situação’ e disse que a população pode ficar tranquila.
Tudo que se sabe sobre o afastamento
Quando foi perguntado sobre Mauro Carlesse e se acredita na inocência do governador, Wanderlei preferiu não responder e disse que falará nesta quinta-feira (21) sobre o assunto.
As declarações foram dadas pelo governador interino ao g1 nesta tarde. Por volta das 3h30 ele esteve na sede da Justiça Federal em Palmas. Wanderlei ficou no prédio por 20 minutos antes de ir embora. A assessoria da Justiça Federal não divulgou o que ele foi fazer no edifício, mas o local é o mesmo em que estava o ministro do STJ Mauro Campbell, que autorizou as operações e que viajou de Brasília a Palmas para acompanhar a operação.
Wanderlei Barbosa falou ao sair do prédio da Justiça Federal
João Guilherme Lobasz/g1
Quem é Wanderlei Barbosa?
Wanderlei tem 57 anos e é natural de Porto Nacional, na região central do estado. Ele começou a carreira política em 1989, quando se elegeu vereador pelo município. Em 1996 migrou para a capital e se elegeu vereador por Palmas, cargo que ocupou por vários mandatos sucessivos até 2010, chegando a presidir a câmara municipal ao longo de quatro anos.
Em 2010 se elegeu para o primeiro de dois mandatos como deputado estadual. Ele permaneceu nesta função até 2018, quando se afastou para disputar a eleição suplementar ao lado de Carlesse como vice-governador na chapa que acabou vencedora. A disputa foi convocada por causa da cassação de Marcelo Miranda e Claudia Lelis dos cargos de governador e vice.
Wanderlei é casado com Blandina Vieira Leite Castro e pai de Ygor Leonardo Castro Leite, Rérison Antonio Castro Leite e Rosa Maria Castro Leite. Ele também é filho de Fenelon Barbosa, o primeiro prefeito de Palmas, quando a cidade foi fundada em 1989.
Um dos filhos do governador interino, Rérison Antonio, foi nomeado presidente da Agência de Metrologia do Tocantins em 2019 e segue ocupando o cargo.
Ao longo dos últimos anos, Wanderlei Barbosa trabalhou em sintonia com o governador Mauro Carlesse e evitou se envolver em polêmicas. Ele foi escolhido para encabeçar ações como o combate à queimadas no último período de estiagem, representou o governo em entregas de obras e também em reuniões a que o governador não pode comparecer. Como Carlesse não poderia disputar a reeleição, Wanderlei tenta se viabilizar como pré-candidato à sucessão dele no comando do Poder Executivo.
As suspeitas
As investigações que resultaram no afastamento de Calesse são resultado de duas operações da PF, denominadas Éris e Hygea.
O foco da Éris é desarticular uma suposta organização criminosa, que atuaria na Secretaria de Segurança Pública obstruindo investigações e vazando informações aos investigados.
A Hygea busca desmantelar um suposto esquema de pagamento de vantagens indevidas relacionadas ao Plansaúde, plano de saúde dos servidores estaduais.
A apuração, que teve início há cerca de dois anos, estima que cerca de R$ 44 milhões tenham sido pagos a título de vantagens indevidas. Os valores podem ser maiores, já que a participação de outras empresas no esquema ainda é investigada.
Pela manhã, a Polícia Federal fez buscas na casa de Carlesse e na sede do governo do Tocantins. Foram apreendidos dois veículos do governador, levados para a sede da PF em Palmas.
Segundo a PF, as buscas desta quarta-feira fizeram parte de duas operações complementares, que investigam:
pagamento de propina relacionada ao plano de saúde dos servidores estaduais;
obstrução de investigações;
incorporação de recursos públicos desviados.
Além do governador, também foram alvos de mandados de busca e apreensão secretários estaduais, entre os quais Cristiano Sampaio, da Secretaria de Segurança Pública do Tocantins, que também teve o afastamento do cargo determinado pelo STJ.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

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O que se sabe sobre o afastamento do governador do Tocantins Mauro Carlesse


Mauro Carlesse (PSL) foi afastado em apuração sobre suposto pagamento de propina e obstrução de investigações. Defesa diz que só se manifestará após acessar conteúdo da decisão. Palácio Araguaia, sede do Governo do Tocantins
Reprodução/TV Anhanguera
Mauro Carlesse (PSL) deve ficar fora do Governo do Tocantins pelos próximos seis meses. A determinação é do Superior Tribunal de Justiça e foi motivada por denúncias apresentadas pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal.
A decisão individual foi tomada pelo ministro Mauro Campbell em apuração sobre suposto pagamento de propina e obstrução de investigações. “É uma medida drástica, mas reconheço que muito necessária”, afirmou o relator.
Pela manhã, a Polícia Federal fez buscas na casa de Carlesse e na sede do governo do Tocantins para cumprir mandados de busca e apreensão de duas operações. Foram apreendidos dois veículos do governador, levados para a sede da PF em Palmas. Os policiais entraram na casa do governador Mauro Carlesse, no Palácio Araguaia (sede administrativa do governo) e em vários órgãos estaduais, entre eles a Secretaria de Segurança Pública.
Veja abaixo o que se sabe sobre o caso:
Porque Mauro Carlesse foi afastado?
Quem são os investigados?
Quem assume o governo?
Como fica o andamento administrativo do estado?
O que motivou as investigações?
O que dizem os citados?
Por que Mauro Carlesse foi afastado?
Segundo a PF, o afastamento desta quarta-feira fez parte de duas operações complementares, que investigam:
pagamento de propina relacionada ao plano de saúde dos servidores estaduais: a investigação, que teve início há cerca de dois anos, estima que cerca de R$ 44 milhões tenham sido pagos a título de vantagens indevidas;
obstrução de investigações: A PF acredita que o governo estadual removeu indevidamente delegados responsáveis por inquéritos de combate à corrupção conforme as apurações avançavam e mencionavam expressamente membros da cúpula do estado;
incorporação de recursos públicos desviados: dados do Coaf mostram movimentações financeiras de grandes quantias, em espécie, sem comprovação de capacidade econômica, realizadas por pessoas ligadas ao governo;
Quem são os investigados?
Além do governador, são investigados e também foram afastados:
Cristiano Barbosa Sampaio – Secretário de Segurança Pública
Raimunda Bezerra de Souza – Diretora-geral da Polícia Civil
Claudinei Quasresemin – Secretário de Parcerias e Investimentos
Delegados da Polícia Civil, policiais civis que estavam cedidos para o Ministério Público Estadual, policiais militares e outros servidores públicos que não tiveram as identidades reveladas também foram afastados.
Quem assume o governo?
Governador interino Wanderlei Barbosa
Carlos Eller/Governo do Tocantins
Com o afastamento de Carlesse, quem assume o Poder Executivo durante este período é o vice-governador, Wanderlei Barbosa (sem partido). Ele tomou posse ainda na manhã desta quarta-feira (20), na Procuradoria Geral do Estado.
Wanderlei tem 57 anos e é natural de Porto Nacional. Ele começou a carreira política em 1989, quando se elegeu vereador pelo município em que nasceu. Em 1996 migrou para a capital e se elegeu vereador por Palmas, cargo que ocupou por mandatos sucessivos até 2010, chegando a presidir a câmara municipal por quatro anos.
Ao longo dos últimos anos, Wanderlei Barbosa trabalhou em sintonia com o governador Mauro Carlesse. Ele foi escolhido para encabeçar ações como o combate à queimadas no último período de estiagem, representou o governo em entregas de obras e também em reuniões a que o governador não pode comparecer. Como Carlesse não poderia disputar a reeleição, Wanderlei é visto como um dos principais pré-candidatos a sucessão dele no comando do Poder Executivo.
Com fica o andamento administrativo do estado?
A maioria das secretarias e dos serviços do estado não devem ser afetados pelo afastamento. Porém, quando Marcelo Miranda foi cassado em março de 2018 alguns contratos e inclusive concursos públicos chegaram a ser suspensos.
Atualmente o estado tem dois concursos em andamento: da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Ainda não se sabe como fica a situação destes certames. O governador interino Wanderlei Barbosa foi questionado sobre como fica o estado e disse apenas “estou tomando pé da situação”.
O que motivou as investigações?
O afastamento decorre de investigações que acontecem há cerca de dois anos e que apuram suspeitas de pagamento de propina relacionada ao plano de saúde dos servidores estaduais e obstrução de investigações.
Ao todo, 12 delegados regionais do Tocantins foram exonerados dos cargos de chefia desde novembro de 2018, depois que Carlesse assumiu o governo interinamente, em março daquele ano.
O governo disse, em 2018, que as exonerações estavam dentro das medidas tomadas para reorganizar a administração pública e implantar um novo modelo de gestão. Afirmou também que o objetivo era reduzir despesas e equilibrar as contas públicas.
Em 11 de março de 2019, o governador Mauro Carlesse publicou um decreto, apelidado de “lei da mordaça”, proibindo delegados da Polícia Civil de criticar autoridades públicas em entrevistas ou divulgar nomes de pessoas investigadas em operações policiais.
Agentes da polícia civil usaram mordaças como protesto na época
Heitor Moreira/TV Anhanguera
A norma proibiu também que o cumprimento de mandados de busca e apreensão fossem acompanhados pela imprensa. Determinava ainda que buscas em repartições públicas só poderiam ser realizadas com o conhecimento e autorização do Delegado-Geral de Polícia, cargo que é preenchido por indicação direta do governador.
Dias depois da publicação do decreto, a Ordem dos Advogados do Brasil recomendou que o governo alterasse ou revogasse pontos do texto considerados inconstitucionais.
No mesmo dia, o governo decidiu acatar parte da recomendação da OAB. Mas trechos polêmicos foram mantidos, como os que proíbem delegados de emitir opiniões pessoais em entrevistas e a imprensa de acompanhar operações sem autorização do Delegado-Geral seguem em vigor. Também continua valendo a parte que impede a divulgação dos nomes de pessoas investigadas.
O que dizem os citados?
A defesa de Mauro Carlesse diz que só se manifestará após acessar conteúdo da decisão.
O Palácio Araguaia foi procurado ainda pela manhã, mas até o fim da tarde não tinha se manifestado.
A Secretaria de Segurança Pública ainda não respondeu os questionamentos feitos pelo g1 Tocantins.
O Ministério Público do Tocantins (MPTO) informou que “foi comunicado na manhã desta quarta-feira, 20, sobre o afastamento de dois policiais civis, alvos da operação realizada pela Polícia Federal em Palmas. Esclarece ainda que os policiais eram cedidos à instituição e que os supostos fatos atribuídos a eles são anteriores ao ingresso no Ministério Público”.
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Fonte: G1 Tocantins

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Governador do Tocantins recebeu R$ 200 mil em depósito de auxiliar, aponta relatório do Coaf

PF apura suposta propina paga a Mauro Carlesse, afastado do cargo nesta quarta, e chegou a pedir prisão de investigados. Empresas citadas movimentaram R$ 9,5 milhões em três anos. A Polícia Federal apontou ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) indícios de movimentações financeiras suspeitas envolvendo o governador do Tocantins, Mauro Carlesse (PSL). Ele foi afastado do cargo por seis meses, nesta quarta-feira (20), no âmbito de uma operação que apura suposto pagamento de propina e obstrução de investigações.
A TV Globo apurou que dados do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mostram que Carlesse recebeu um depósito de R$ 200 mil em dinheiro em sua conta particular. O repasse foi feito por uma secretária particular de sua governadoria no dia 24 de março deste ano.
O Coaf apontou ainda que empresas investigadas movimentaram, entre maio de 2018 e janeiro de 2021, R$ 9,5 milhões. Essas empresas entraram no radar porque têm sócios que, atualmente ou no passado, já tiveram empreendimentos em conjunto com Carlesse.
Para os investigadores, há indícios do crime de lavagem de dinheiro.
Os mandados de busca e apreensão da operação deflagrada nesta quarta-feira (20) foram assinados pelo ministro do STJ, Mauro Campbell. O ministro atendeu a um pedido da PF do Tocantins. Veja detalhes no vídeo abaixo:
STJ determina afastamento do governador do Tocantins Mauro Carlesse por 6 meses
A Polícia Federal chegou a pedir a prisão dos investigados, inclusive do governador, mas a Procuradoria-Geral da República se manifestou contra a medida. A PGR avaliou que seria melhor esperar as diligências para, na sequência, avaliar a necessidade da prisão.
O ministro considerou que as prisões não eram imprescindíveis neste momento da apuração. Em contrapartida, decidiu afastar Mauro Carlesse do cargo por seis meses – na tarde desta terça, a Corte Especial do STJ confirmou a decisão individual de Campbell em placar unânime.
‘Organização criminosa’
Segundo os investigadores, há uma organização criminosa que teria se enraizado no governo do Tocantins e que, em tese, seria comandada pelo governador.
A PF afirma que as buscas desta quarta-feira fizeram parte de duas operações complementares, que investigam:
pagamento de propina relacionada ao plano de saúde dos servidores estaduais;
obstrução de investigações;
incorporação de recursos públicos desviados.
Conforme apuração da TV Anhanguera, a investigação, que teve início há cerca de dois anos, estima que cerca de R$ 44 milhões tenham sido pagos a título de vantagens indevidas. Os valores podem ser maiores, já que a participação de outras empresas no esquema ainda é investigada.
Pela manhã, a Polícia Federal fez buscas na casa de Carlesse e na sede do governo do Tocantins. Foram apreendidos dois veículos do governador, levados para a sede da PF em Palmas.
Além do governador, também foram alvos de mandados de busca e apreensão secretários estaduais, entre os quais Cristiano Sampaio, da Secretaria de Segurança Pública do Tocantins, que também teve o afastamento do cargo determinado pelo STJ.

Fonte: G1 Tocantins

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Saiba quem é Wanderlei Barbosa, vice que assume o governo do Tocantins durante o afastamento de Carlesse


Wanderlei tem 57 anos e ocupou um cargo público pela primeira vez em 1989. Governador Mauro Carlesse e vice Wanderlei Barbosa no dia em que tomaram posse para o segundo mandato
Ezequias Araújo/Secom
A Corte Especial do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a decisão de afastar por seis meses o governador do Tocantins, Mauro Carlesse (PSL), por suspeitas relacionadas ao pagamento de propina e a obstrução de investigações. Com isso, quem assume o Poder Executivo durante este período é o vice-governador, Wanderlei Barbosa (Sem partido).
Wanderlei tem 57 anos e é natural de Porto Nacional, na região central do estado. Ele começou a carreira política em 1989, quando se elegeu vereador pelo município. Em 1996 migrou para a capital e se elegeu vereador por Palmas, cargo que ocupou por vários mandatos sucessivos até 2010, chegando a presidir a câmara municipal ao longo de quatro anos.
Em 2010 se elegeu para o primeiro de dois mandatos como deputado estadual. Ele permaneceu nesta função até 2018, quando se afastou para disputar a eleição suplementar ao lado de Carlesse como vice-governador na chapa que acabou vencedora. A disputa foi convocada por causa da cassação de Marcelo Miranda e Claudia Lelis dos cargos de governador e vice.
STJ determina afastamento do governador do Tocantins Mauro Carlesse por 6 meses
Wanderlei é casado com Blandina Vieira Leite Castro e pai de Ygor Leonardo Castro Leite, Rérison Antonio Castro Leite e Rosa Maria Castro Leite. Ele também é filho de Fenelon Barbosa, o primeiro prefeito de Palmas, quando a cidade foi fundada em 1989.
Um dos filhos do governador interino, Rérison Antonio, foi nomeado presidente da Agência de Metrologia do Tocantins em 2019 e segue ocupando o cargo.
Ao longo dos últimos anos, Wanderlei Barbosa trabalhou em sintonia com o governador Mauro Carlesse e evitou se envolver em polêmicas. Ele foi escolhido para encabeçar ações como o combate à queimadas no último período de estiagem, representou o governo em entregas de obras e também em reuniões a que o governador não pode comparecer. Como Carlesse não poderia disputar a reeleição, Wanderlei tenta se viabilizar como pré-candidato à sucessão dele no comando do Poder Executivo.
Entenda como fica a gestão estadual do Tocantins durante afastamento do governador
As suspeitas contra Carlesse
As investigações que resultaram no afastamento de Calesse são resultado de duas operações da PF, denominadas Éris e Hygea.
O foco da Éris é desarticular uma suposta organização criminosa, que atuaria na Secretaria de Segurança Pública obstruindo investigações e vazando informações aos investigados.
A Hygea busca desmantelar um suposto esquema de pagamento de vantagens indevidas relacionadas ao Plansaúde, plano de saúde dos servidores estaduais.
A apuração, que teve início há cerca de dois anos, estima que cerca de R$ 44 milhões tenham sido pagos a título de vantagens indevidas. Os valores podem ser maiores, já que a participação de outras empresas no esquema ainda é investigada.
Pela manhã, a Polícia Federal fez buscas na casa de Carlesse e na sede do governo do Tocantins. Foram apreendidos dois veículos do governador, levados para a sede da PF em Palmas.
Segundo a PF, as buscas desta quarta-feira fizeram parte de duas operações complementares, que investigam:
pagamento de propina relacionada ao plano de saúde dos servidores estaduais;
obstrução de investigações;
incorporação de recursos públicos desviados.
Além do governador, também foram alvos de mandados de busca e apreensão secretários estaduais, entre os quais Cristiano Sampaio, da Secretaria de Segurança Pública do Tocantins, que também teve o afastamento do cargo determinado pelo STJ.
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Fonte: G1 Tocantins

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Palmas amplia pontos de vacinação contra a Covid; veja locais de atendimento até sexta-feira (22)


Confira as Unidades de Saúde da Família que aplicam primeira dose, segunda dose e dose de reforço. Vacina contra o coronavírus é aplicada em pessoas com mais de 12 anos em Palmas
Raiza Milhomem/Prefeitura de Palmas
A Prefeitura de Palmas ampliou os pontos de vacinação contra a Covid-19. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, mais três pontos estarão abertos nesta quinta-feira (21) e sexta-feira (22). Os locais atendem quem precisa da aplicação da primeira e segunda doses, além da vacina de reforço.
Além das 21 Unidades de Unidades de Saúde da Família (USFs) que já aplicavam os imunizantes, os moradores também podem ser atendidos nos postinhos da Asr-se 75 (712 Sul) e Arse 82 (806 Sul) de 13h às 17h, e no postinho da Arse 13 (108 Sul), entre 8h às 12h. A prefeitura divulgou qual tipo de vacina estará sendo ofertada em cada posto de vacinação. Veja a lista completa abaixo.
Em Palmas a primeira dose está disponível para toda a população acima de 12 anos. Antes de vacinar, um agendamento deve ser feito pelo site Vacina Já.
Também está sendo aplicada a dose de reforço em idosos acima de 60 anos, profissionais da saúde e imunossuprimidos. Neste caso s idosos e profissionais da saúde devem observar o intervalo de seis meses (180 dias) da aplicação da segunda dose e os imunossuprimidos, de 28 dias.
Quem ainda não conseguiu ir a um posto de saúde também pode ser vacinado, ao longo desta semana, nas feiras cobertas da capital. Confira aqui a programação
Unidades para primeira dose, dose de reforço e segunda dose (13h às 17h)
USF 603 Norte
USF 403 Norte
USF 405 Norte
USF 207 Sul
USF 210 Sul
USF 403 Sul
USF 1103 Sul
USF 1206 Sul
USF 712 Sul
USF 806 Sul
USF Laurides
USF Aureny II
USF Santa Bárbara
USF José Lúcio
USF Morada do Sol
USF Bela Vista
USF Santa Fé
USF Novo Horizonte
USF 108 Sul (8h às 12h)
USF 1004 Sul (13h às 20h)
Unidades para segunda dose da Astrazeneca e Coronavac (13h às 17h)
USF 406 Norte (D2 AstraZeneca)
USF 1304 Sul (D2 AstraZeneca e Coronavac)
USF José Hermes (D2 AstraZeneca)
USF Taquari – D1+D2+Dose de Reforço (Pfizer) e D2 (Astrazeneca)
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Fonte: G1 Tocantins