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Vídeo mostra mulher espancando dois cães com pedaços de madeira


Ela disse que começou a bater nos animais porque um pacote de fraldas descartáveis foi rasgado. Polícia Civil afirmou que está investigando o caso e mulher poderá responder criminalmente. Mulher se irrita e dá vassouradas em cachorra que está prenha
Um vídeo divulgado em uma rede social mostra uma mulher espancando dois cães com pedaços de madeira. O caso foi registrado durante o último fim de semana no distrito de Luzimangues, em Porto Nacional. As imagens teriam sido gravadas pelo ex-companheiro da agressora, que registra o crime sem tomar nenhuma atitude.
Nas imagens a mulher bate várias vezes nos animais com pedaços de madeira. Durante o espancamento, o homem que gravou as imagens afirma que um dos animais é uma cadela prenha. Os cães choram e tentam se esconder, mas são perseguidos até saírem do lote.
A TV Anhanguera conseguiu contato com a mulher que aparece nas imagens. Por telefone, ela disse estar arrependida das agressões e afirmou que começou a bater nos animais porque um deles rasgou um pacote de fraldas que tinha acabado de comprar.
Mulher bateu em cachorro com pedaço de madeira
Reprodução/TV Anhanguera
A mulher também afirmou que foi demitida do emprego, nesta segunda-feira (2), após as imagens viralizarem nas redes sociais.
A Polícia Civil, por meio da 72ª Delegacia de Polícia de Porto Nacional, informou que há elementos que indicam que o vídeo é recente e os fatos realmente ocorreram em Luzimangues. Informou ainda que a suspeita foi identificada, localizada e intimada para prestar declarações.
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Fonte: G1 Tocantins

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Galpão com borracha triturada pega fogo no distrito industrial de Araguaína


Suspeita dos bombeiros é que incêndio tenha sido provocado por um curto-circuito. Depósito pertence à prefeitura da cidade; Ninguém se feriu. Bombeiros combatem incêndio em um galpão no setor Daiara em Araguaína
Um galpão utilizado pela Prefeitura de Araguaína para guardar borracha triturada pegou fogo na manhã desta segunda-feira (2). O depósito fica dentro do Distrito Agroindustrial de Araguaína (Daiara). Os bombeiros foram chamados e seguem no local combatendo as chamas. Ninguém se feriu.
A suspeita é de que houve um curto-circuito na rede de energia. Um cabo teria se rompido e caído no mato seco ao lado do galpão, provocando o fogo.
material armazenado foi consumido pelo fogo
Bombeiros/Divulgação
Imagens feitas no local mostra que o galpão ficou bastante danificado e todo o material armazenado foi consumido.
O G1 entrou em contato com a Prefeitura de Araguaína e aguarda um posicionamento sobre o incidente.
Bombeiros combatendo incêndio em galpão
Bombeiros/Divulgação
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Fonte: G1 Tocantins

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Site com dados da Covid no TO fica fora do ar após prédio da Secretaria de Saúde ter apagão


A empresa de energia foi acionada e o boletim epidemiológico deve ser publicado no final da tarde, após a resolução dos problemas. Secretaria da Saúde do Tocantins ficou sem energia elétrica
Sesau/Divulgação
O site do Governo do Estado, Integra Saúde, que atualiza as informações sobre a Covid-19 no Tocantins está fora do ar. O prédio da Secretaria Estadual de Saúde (SES) está sem energia desde às 08h10 desta segunda-feira (2). O apagão ocorreu após um transformador apresentar problemas técnicos.
Com o site fora do ar, as atualizações dos dados do boletim epidemiológico serão publicados depois que a energia do prédio for estabelecida. A previsão é que isso aconteça até o final da tarde.
A SES informou que a concessionária de energia foi chamada ao local para verificar a situação. Até o momento não se sabe o que teria provocado os problemas no transformador elétrico. As atividades no prédio devem ser normalizadas quando a energia for reestabelecida.
Na semana passada, o Governo do Tocantins tinha tido problemas com outros sites da administração pública. Serviços como o Detran, Naturatins e Procon ficaram indisponíveis. Naquela situação, o problema era na área de tecnologia da informação, sem relação com a rede elétrica.
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Adolescente é encontrado inconsciente após se envolver em confusão com colega de quarto

Briga aconteceu em bairro de Araguaína, no norte do Tocantins. Homem afirmou que tinha sido perseguido por menor e se defendeu. Um adolescente de 17 anos foi encontrado desacordado depois de se envolver em uma briga no setor Morada do Sol, em Araguaína, no norte do Tocantins. A confusão envolveu um jovem de 18 anos com quem o menor dividia o aluguel de uma casa. Essa discussão aconteceu na madrugada de domingo (1°).
A Polícia Militar informou que quando chegou ao local encontrou o adolescente no chão, inconsciente. Um homem de 18 anos compareceu e disse que ao chegar em casa encontrou o colega de quarto embriagado.
Ele afirmou que os dois discutiram e foi perseguido pelo adolescente, armado com uma faca, até uma rua no setor Patrocínio. O homem teria sido ferido no braço e, supostamente, atingiu o menor com um tijolo para se defender.
A Polícia Militar informou que o Samu foi chamado e levou o adolescente para Unidade de Pronto Atendimento. No momento em que o caso era registrado o homem de 18 anos fugiu do local. A faca que teria sido utilizada pelo menor foi apreendida e o caso registrado na Polícia Civil.
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Mulher é esfaqueada em bar após a filha se envolver em discussão no norte do TO

Vítima, de 53 anos, foi atingida no rosto e no braço esquerdo. Segundo a Polícia Militar, confusão foi motivada por uma crise de ciúmes. Uma mulher, de 53 anos, foi esfaqueada em um bar de Araguaína, norte do Tocantins, após a filha dela, de 31, se envolver em uma discussão. O caso foi registrado no sábado (31) no setor Entroncamento.
Segundo a Polícia Militar, mãe e filha ingeriam bebida alcoólica em um estabelecimento comercial.
No momento, uma mulher que estava no bar começou uma discussão com a filha da vítima. A PM disse que a confusão foi motivada por uma crise de ciúmes.
A polícia informou que a suspeita do crime estava com uma faca e feriu a mulher com golpes no rosto e no braço. Há informações de que a vítima teria tentado defender a filha e acabou sendo atingida.
Ela foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e conduzida até a Unidade de Pronto Atendimento de Araguaína.
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Romaria do Senhor do Bonfim terá programação presencial com regras para visitação ao santuário


Maior evento religioso do estado tinha sido cancelado em 2020 por causa da pandemia. Igreja vai manter a transmissão online das missas. Igreja estabelece regras para a celebração do Senhor do Bonfim durante a pandemia
Após o cancelamento da programação presencial em 2020, por causa da pandemia, a romaria do Senhor do Bonfim voltará a ser realizada neste ano com algumas adaptações. Os visitantes poderão entrar no santuário, mas não será permitido nenhum acampamento de romeiros. A programação será realizada entre os dias 6 e 16 de agosto.
O autônomo Elmar Batista Borges diz que vai agradecer por ter superado a Covid-19 após passar 16 dias na UTI. “Além da importância histórica de participar do maior evento religioso do estado do Tocantins, a nossa caminhada é de fé, de esperança e agradecimento ao nosso milagroso Senhor do Bonfim”, afirmou.
No ano passado, após o cancelamento da programação presencial, as missas foram transmitidas pelas redes sociais e rádios do estado. Na época a Polícia Militar chegou a fazer uma operação para evitar aglomerações na região.
Milhares de fiéis se reúnem para homenagem ao Senhor do Bonfim
Emerson Silva/Governo do Tocantins
Neste ano, como a pandemia ainda não acabou, a programação seguirá com transmissão online, mas também permitindo a presença dos fiéis no santuário. Apenas os restaurantes vão funcionar no povoado.
Não haverá venda de bebidas alcóolicas e os romeiros não poderão ficar acampados em barracas. “O uso da máscara é indispensável e ninguém poderá entrar no santuário sem máscara. Nós teremos álcool em gel para os romeiros que forem”, disse o padre Leomar Sousa.
O acesso à imagem do Senhor do Bonfim, dentro da igreja, também passou por adequações. “Está permitido, nós colocamos marcações no chão para o distanciamento de um romeiro para outro. Nos degraus da rampa que dá acesso à imagem do Senhor do Bonfim nós colocamos uma pia com água e sabão.”
A Romaria do Senhor do Bonfim é a maior peregrinação religiosa do Tocantins. Na última edição, antes da pandemia, mais de meio milhão de pessoas foram agradecer ao santo. Uma tradição que atrai romeiros de todo o país para agradecer e pedir a intercessão por algum milagre.
“O romeiro é bem-vindo ao santuário do Senhor do Bonfim para fazer sua oração, sua visita com os cuidados que o tempo atual requer. Nós não podemos colocar a nossa vida, nossa saúde ou dos romeiros em risco. Então, nós queremos que participem, mas com a consciência cristã, o dever cristão: cuidar de mim também é cuidar do outro”, disse o padre.
Entenda
Celebração da missa no Senhor do Bonfim
Elisangela Farias/G1 TO
A romaria é a maior peregrinação religiosa em todo o estado e é realizada há mais de 200 anos no povoado do Senhor do Bonfim, perto de Natividade. A tradição é tão antiga quanto o município, que foi o primeiro a ser fundado no território que hoje pertence ao Tocantins.
Em 2019 a romaria atraiu cerca de 500 mil pessoas nos 11 dias de evento. A tradição é de que os romeiros saem do centro de Natividade a pé ou de bicicleta para ir até o povoado. São 23 quilômetros de distância de um ponto a outro.
Como demonstração de fé, muitos optam por percorrer caminhos ainda mais longos, com moradores de Gurupi, Porto Nacional e em alguns casos até Palmas indo ao local caminhando ou pedalando. As distâncias frequentemente chegam próximas a 200 km.
A tradição veio da Europa junto com a colonização portuguesa e acabou se tornando muito popular no Brasil. Eventos semelhantes também são realizados em outras partes do país.
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Fonte: G1 Tocantins

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Estudantes da rede estadual iniciam 2º semestre com live de boas-vindas


Transmissão é realizada na manhã desta segunda-feira (2), para profissionais da educação e estudantes de todo o estado. Estudantes da rede estadual relatam experiência durante aulas remotas
Reprodução/Youtube
Estudantes da rede estadual iniciaram o segundo semestre, nesta segunda-feira (2), com uma live de boas-vindas, realizada pela Secretaria de Educação. A transmissão começou por volta das 8h no Youtube e seguirá ao longo da manhã com apresentações musicais, palestra e depoimentos de alunos sobre as experiências durante a pandemia.
Mais de 7 mil pessoas, entre estudantes e profissionais da educação, acompanham o acolhimento, o qual apresentará também as bases para o início das atividades letivas. As atividades retomam no formato híbrido, respeitando as medidas de prevenção contra a pandemia adotadas em cada município.
Assim como ocorreu no início do primeiro semestre, o acolhimento também irá apresentar o talento dos estudantes de diferentes diretorias regionais que realizarão apresentações, destacando as manifestações artísticas e culturais dos municípios.
“Esse será um momento importante de diálogo com a comunidade escolar, para apresentarmos todas as medidas e cuidados que estamos adotando na volta às aulas. E evidenciaremos a qualidade do trabalho realizado nas nossas escolas para toda a comunidade escolar da rede estadual de ensino”, destacou a titular da Seduc, Adriana Aguiar.
Formato híbrido
Na rede estadual, o formato híbrido será novidade para a maioria dos estudantes. No começo do ano houve retorno das aulas presenciais em parte das unidades escolares, principalmente em cidades menores. Isso precisou ser revisto diante do agravamento da pandemia e de colapso do sistema de saúde e muitas escolas voltaram com o ensino à distância.
Segundo a Secretaria da Educação (Seduc), em cidades do no interior do Tocantins a volta às aulas vai respeitar as medidas de prevenção contra a pandemia adotados em cada município. Em cidades onde existem decretos em vigência, suspendendo atividades presenciais nas escolas, os estudantes continuarão realizando as atividades não presenciais.
O governo informou que todas as 494 escolas da rede estadual foram reorganizadas para garantir a segurança em saúde.
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Fonte: G1 Tocantins

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Ônibus do transporte público começam a circular com 70% da capacidade em Palmas


Decreto publicado pela prefeitura da capital começa a valer nesta segunda-feira (2). Medida foi tomada considerando o retorno das aulas no formato híbrido. Ônibus do transporte coletivo começam a operar com lotação máxima de 70% da capacidade em Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
A partir desta segunda-feira (2), os ônibus do transporte público começam a circular com lotação máxima de 70% da capacidade do veículo. A medida foi tomada pela prefeitura por causa do retorno das aulas no formato híbrido, a partir desta semana.
No decreto publicado no Diário Oficial, a prefeitura diz que a volta das atividades presenciais “demandará a utilização do transporte coletivo no deslocamento dos alunos”.
Aulas do 2º semestre começam nesta semana no Tocantins; veja como será em Palmas e no interior
O texto lembra também o início da vacinação dos profissionais de educação e do transporte coletivo. Os motoristas foram colocados no calendário de vacinação no final de junho, assim como os professores e outros profissionais das escolas. Em Palmas, não há vacinação para o público menor de 18 anos, já que isso não está previsto no Plano Nacional de Imunização. Por esse motivo, os estudantes não estão recebendo doses de vacinas.
O transporte coletivo de Palmas teve a lotação limitada em fevereiro, no começo da segunda onda de contaminações na cidade. Mesmo assim, durante todo este período foram comuns situações em que as regras foram desrespeitadas, com os veículos circulando lotados e enormes aglomerações nas estações que ficam espalhadas pela cidade.
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Fonte: G1 Tocantins

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Aulas do 2º semestre começam nesta semana no Tocantins; veja como será em Palmas e no interior


formato adotado pela prefeitura de Palmas e pelo governo estadual é o híbrido, com turmas divididas em duas e se revezarão entre as aulas presenciais e online. Aulas retomam no dia 3 de agosto, no formato híbrido, em Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
As aulas municipais de Palmas e nas escolas estaduais do Tocantins começam nesta semana. Na rede estadual o retorno ocorre nesta segunda-feira (2). Já nas escolas públicas da capital o segundo semestre tem início na terça-feira (3).
Agora os estudantes poderão frequentar as escolas após um semestre tendo apenas aulas remotas. É que o formato adotado pela prefeitura de Palmas e pelo governo estadual é o híbrido: as turmas serão divididas em duas e se revezarão entre as aulas presenciais e as atividades online.
Na rede estadual este formato será novidade para a maioria dos estudantes. No começo do ano houve retorno das aulas presenciais em parte das unidades escolares, principalmente em cidades menores. Isso precisou ser revisto diante do agravamento da pandemia e de colapso do sistema de saúde e muitas escolas voltaram com o ensino à distância.
Segundo a Secretaria da Educação (Seduc), em cidades do no interior do Tocantins a volta às aulas vai respeitar as medidas de prevenção contra a pandemia adotados em cada município. Em cidades onde existem decretos em vigência, suspendendo atividades presenciais nas escolas, os estudantes continuarão realizando as atividades não presenciais.
O governo informou que todas as 494 escolas da rede estadual foram reorganizadas para garantir a segurança em saúde.
Em Palmas, no primeiro semestre, os alunos ficaram em casa, com aulas remotas, estudando por meio da ferramenta online Palmas Home School. O retorno presencial, no formato híbrido, tinha sido anunciado para o início do ano, mas foi adiado duas vezes por causa do avanço da Covid-19 e do agravamento do cenário epidemiológico.
Saiba como será as aulas para alunos dos ensinos infantil, fundamental e médio, nas redes pública e privada da capital.
Ensino médio
O governo estadual autorizou o retorno das aulas presenciais em formato híbrido e com revezamento de 50% das turmas. O retorno, no entanto, está condicionado a decretos municipais que permitam aulas presenciais. Em Palmas, há decreto em vigor autorizando o retorno no formato híbrido, o que indica que estudantes do ensino médio voltarão para as salas de aula.
Segundo a Seduc, as unidades estaduais contam com demarcação gráfica dos espaços a fim de manter o distanciamento, ampla oferta de álcool 70%, e de locais para higienização das mãos, e termômetro para a aferição da temperatura corporal antes do acesso ao ambiente escolar.
Além disso, foram distribuídas máscaras para estudantes, servidores e protetor facial para os professores, garantiu o Estado.
A Secretaria Estadual da Educação disse ainda que elaborou o Plano de Retomada das Atividades Escolares Presenciais ou Híbridas, que apresenta um conjunto de práticas pedagógicas, de gestão e promoção da saúde, para orientar as escolas estaduais na condução deste processo de implementação gradativa de aulas presenciais, levando em conta todas as medidas de segurança.
Na rede privada, as escolas já tinham começado o ano no formato híbrido, permanecerão da mesma forma no segundo semestre.
Na capital são cerca de 70 escolas particulares, com 15 mil alunos e cinco mil profissionais. O sindicato que representa as escolas particulares disse que solicitou à prefeitura o retorno de todos os alunos para as salas de aula e que aguarda um posicionamento por parte do município.
Ensino fundamental
As turmas do ensino fundamental da rede municipal de Palmas serão subdivididas em grupos. O Grupo 1 será composto pelos primeiros nomes da lista de chamada, organizada em ordem alfabética, com aulas presenciais durante uma semana, enquanto o restante dos alunos farão aulas online. Na semana seguinte, o Grupo 2, composto pelos demais alunos, terão as aulas presenciais e o Grupo 1, aulas online.
As escolas terão horários diferenciados para entrada e saída dos estudantes e, também, para o lanche. Ainda não foi informado o cronograma de entrada dos alunos. O objetivo é evitar aglomerações tanto nas portas das escolas, como no transporte público.
A prefeitura prometeu providenciar dispensadores com sabonete líquido nos banheiros e com álcool em gel nos pontos de maior circulação. Nas entradas, de acordo com o plano, serão instalados pia e totem de acionamento por pedal para higienização das mãos com água e sabão ou álcool em gel, assim como tapetes sanitizantes.
A previsão é de que todos tenham a temperatura medida nas entradas por termômetros infravermelhos. Segundo a prefeitura, a medição será repetida a cada duas horas. Como em todos os ambientes públicos, o uso de máscaras será obrigatório e os profissionais receberão equipamentos de proteção individual (EPIs).
Na rede privada, os alunos do ensino fundamental continuarão os estudos no formato híbrido, assim como é feito desde o início do ano. Para se adequar, as instituições instalaram pias e recipientes de álcool em gel na entrada dos prédios, além de definirem portas diferentes para alunos e professores.
Nas salas de aula, além do distanciamento entre as mesas, há também uma proteção em acrílico separando o lugar de cada aluno. Todos devem estar de máscaras.
Ensino infantil
A prefeitura informou que, neste primeiro momento, o retorno híbrido acontece apenas para os alunos da pré-escola II, que abrange crianças a partir de 5 anos. As normas são as mesmas adotadas para os estudantes do ensino fundamental, conforme detalhado no tópico anterior.
Já as crianças do Berçário I e II, que atende bebês a partir dos seis meses e crianças com um ano de idade, respectivamente; Maternal I e II, que atende crianças a partir de dois e três anos, respectivamente e Pré-escola I, que abrange estudantes de 4 anos, continuarão com as atividades disponibilizadas na ferramenta online Palmas Home School.
Na rede particular, atividades em berçários, creches e escolas estão autorizadas a funcionar no formato híbrido.
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Fonte: G1 Tocantins

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Maioria das capitais retoma atividades presenciais no ensino infantil com início do segundo semestre; entenda


Maior parte das crianças pequenas nas capitais terá aulas híbridas no segundo semestre, mas algumas já escolheram o modo totalmente presencial e outras ainda não têm definição. Foto mostra aula em novembro Escola Municipal de Aplicação Carioca Coelho Neto, no Rio de Janeiro, enquanto algumas escolas retomam a abertura gradual.
Pilar Olivares/Reuters
Alunos do ensino infantil das redes municipais terão mudanças no formato de ensino com o início do segundo semestre letivo.
Em 17 das 27 capitais brasileiras, os alunos poderão voltar às aulas presenciais pela primeira vez, segundo um levantamento do G1.
Em Aracaju, Belém, Brasília (rede distrital), Campo Grande, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, Macapá, Maceió, Natal, Palmas, Recife, Salvador, São Luís e Vitória, as aulas no primeiro semestre foram totalmente remotas; no próximo semestre, serão híbridas. Em Cuiabá, também será híbrido, mas o reinício será apenas em outubro. Em Porto Alegre, as aulas serão totalmente presenciais, com ida obrigatória à escola.
Além de Porto Alegre, outras duas capitais terão o retorno às aulas majoritariamente presencial na rede municipal: Belo Horizonte e Rio de Janeiro. As crianças poderão ficar em casa e ter aulas remotas.
Por outro lado, apenas uma capital vai manter o ensino 100% remoto na rede municipal, adotado também no primeiro semestre: Boa Vista.
Outras, que já adotavam o formato híbrido no primeiro semestre, vão mantê-lo no segundo: é o caso das redes municipais de Florianópolis, Manaus e São Paulo.
Três capitais ainda estavam em discussão sobre a data de retomada ou não tinham modelo de ensino determinado até a sexta-feira (30) : João Pessoa, Porto Velho e Teresina.
Formato heterogêneo
Apesar de a maioria das capitais ter adotado alguma forma de ensino híbrido, o modo como ele está sendo ou será executado é bastante diferente entre as capitais: várias fizeram algum tipo de revezamento de alunos.
Outras suspenderam totalmente as atividades para uma parte dos estudantes, conforme a idade – caso da rede distrital de Brasília e da rede municipal de Vitória.
Essa disparidade será mantida no segundo semestre: em São Luís, por exemplo, apenas algumas escolas municipais terão o modelo híbrido. Outras manterão o ensino 100% remoto.
Especialistas ouvidos pelo G1 pontuam o acesso à internet como um dos problemas das aulas remotas na pandemia.
O pediatra Marcelo Otsuka, coordenador do Comitê de Infectologia Pediátrica da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI), lembra que muitas crianças não têm acesso à internet – e, quando têm, é só pelo celular.
“Já são situações que limitam muito essa possibilidade [de aula à distância]. As crianças precisam estar num ambiente propício para ter um ensino à distância adequado. Dar uma aula à distância não é a mesma coisa que aula presencial. Tem que ter capacitação dos professores para conseguir isso. É possível captar a atenção [das crianças] através dessas aulas? Sim, é possível, mas requer uma técnica muito mais apurada. Não é tão simples assim. Além de todos esses fatores, tem a questão do tempo de tela. Isso também é um problema, a gente sabe”, pontua.
Por outro lado, ele avalia que mesmo a volta no formato híbrido ainda é melhor do que ter um ensino completamente remoto.
“O que é melhor? Não ter nada ou ter alguma coisa com o ensino híbrido? As crianças estão extremamente prejudicadas no desenvolvimento neuropsicomotor. Por pior que seja o ensino híbrido, é melhor do que nada”, diz.
Olavo Nogueira Filho, diretor-executivo do Todos pela Educação, concorda. Além da questão do acesso, ele salienta que o ensino remoto infantil tem “baixíssima efetividade pedagógica”.
“Mesmo que tenha baixa efetividade, cumpre um papel relevante de manutenção do vínculo com o professor, com seus pares. Por isso que é importante lançar mão disso num cenário em que as escolas não podem abrir. É a melhor opção. Mas tem que entender que o ensino remoto é uma solução emergencial – dura um tempo limitado. No Brasil, estamos falando de quase 16 meses de escolas fechadas”, lembra.
Mas, no caso dos alunos menores, essa manutenção do vínculo remotamente não é tão eficaz, explica.
“Do ponto de vista dos [alunos] menores, é claro que a solução remota tem ainda menos eficácia – mesmo no que diz respeito à manutenção do vínculo. O que os especialistas indicam, mais do que soluções tecnológicas, [é que] o que deve se estimular são atividades físicas – em que a própria família possa ajudar”, diz.
Pública x privada
A diferença nos modelos de ensino também muda se a escola for pública ou privada: nenhuma rede particular, até agora, anunciou um modelo 100% remoto para o segundo semestre – mas algumas ainda não comunicaram decisões. A maioria terá aulas híbridas; mesmo as escolas que decidiram pelo formato presencial terão que oferecer o ensino remoto.
Olavo Nogueira Filho, do Todos pela Educação, explica que os impactos da pandemia no ensino só serão conhecidos quando as crianças voltarem às salas de aula – mas que eles serão sentidos com maior intensidade pelas crianças pobres – que, no Brasil, são em sua maioria também pretas e pardas.
“Os impactos são muito heterogêneos – tem o acesso [à internet no ensino remoto], o quanto os pais conseguem apoiar – mesmo dentro de uma mesma região, mesma escola”, explica.
“O que a gente consegue mais ou menos saber das pesquisas que estão saindo, e olhando para pesquisas de outros cenários de fechamentos prolongados de escolas em função de outros contextos, como pandemias localizadas, desastres naturais e pós-guerra, é que os efeitos são de múltiplas naturezas. Não estamos falando apenas de impactos educacionais– mas de efeitos emocionais, sociais, e em alguns casos de ordem física”, afirma Nogueira Filho.
“A gente também já sabe que os efeitos são de repercussão duradoura. O melhor exemplo para materializar isso é a experiência de New Orleans, que em 2005 teve o furacão [Katrina]. Lá as escolas ficaram fechadas por 4 meses. O que aconteceu em termos de impacto? Os patamares de aprendizagem só foram recuperados depois de 2 anos. Isso mostra o tamanho do que a gente deve ter em termos de impacto”, avalia.
*Colaboraram G1 AC, G1 AL, G1 AP, G1 AM, G1 BA, G1 CE, G1 DF, G1 ES, G1 GO, G1 MA, G1 PA, G1 PB, G1 PR, G1 PE, G1 PI, G1 RJ, G1 RN, G1 RS, G1 SE, G1 SP e G1 TO.

Fonte: G1 Tocantins