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Rod Stewart passa por cirurgia para implante no coração e cancela resto de turnê


Rod Stewart, aos 78 anos, faz turnê pelo Brasil, começando por Ribeirão Preto
Rogener Pavinski/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Rashid celebra poder do rap no álbum ‘Cumulonimbus’ entre citações de Caetano Veloso e Milton Nascimento


Rashid lança hoje, 11 de agosto, o álbum ‘Cumuloningus’ com 15 faixas formatadas por produtores como Ajaxx, Grou e Nave
Renato Nascimento / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Em rotação nos aplicativos de áudio a partir de hoje, terça-feira, 11 de agosto, o sexto álbum de estúdio de Rashid, “Cumulonimbus”, agrega grandes nomes do rap – Emicida, Kamau, Projota e Rael, entre eles – e as cantoras Luedji Luna, Paula Lima e Flávia K ao longo de 15 faixas formatadas por produtores como Ajaxx, Duda Raupp, Grou, Nave e Rodrigo Gorky (os dois últimos uniram beats e forças na música “Asas nos pés”).
A intenção de Rashid com o álbum “Cumulonimbus” é celebrar o rap como elemento agregador e sobretudo transformador de tantas vidas.
“Esse disco é também para lembrar que a nossa cultura não nasceu para ser apenas um produto, ela nasceu para mudar vidas. Existe uma coisa difícil de explicar para quem nunca viveu isso: quando o hip hop te encontra, alguma coisa muda para sempre. É como ser picado por um bicho que não te deixa em paz. Você passa a enxergar o mundo através dessa lente, e tudo o que faz carrega um pouco desse sentimento. Esse disco nasce dessa chama que continua acesa depois de todos esses anos”, explica Rashid no texto em que apresenta o álbum “Cumulonimbus”.
Por isso, os feats com tantos manos do hip hop, como Jota Ghetto, presente na faixa “Nas cordas”. Emicida e Projota, por exemplo, fazem feats com Rashid na faixa “Ouro, mirra e incenso”. Kamau e Luedji Luna se juntam com o rapper em “L’appel du vide”. Rael é o convidado de “Imune”. Já Paula Lima, cantora associada ao soul, marca presença em “8 de copas”.
Em duas das 15 faixas, Rashid cita músicas de grandes compositores da MPB. A música-título “Cumulonimbus” abre o álbum com gravação que embute citação da composição “Paula e Bebeto” (1975), primeira parceria de Caetano Veloso com Milton Nascimento. Em “Olha bem”, Rashid cita música pouco conhecida de Gonzaguinha, “O começo” (1982).
Capa do álbum ‘Cumulonimbus’, de Rashid
Marcelo Gomes

Fonte: G1 Entretenimento

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Gurizinho de Jaraguari ao fenômeno: Luan Santana divulga vídeo inédito ao celebrar 19 anos de carreira

Luan Santana divulga vídeo inédito ao celebrar 19 anos de carreira
O sul-mato-grossense Luan Santana, o eterno Gurizinho de Jaraguari, celebra nesta terça-feira (11) 19 anos de carreira. Para marcar a data, o cantor resgatou nas redes sociais uma gravação feita pelo pai em fita, na qual aparece cantando “A Loira do Carro Branco” ainda no início da trajetória que o levaria ao sucesso nacional. Veja o vídeo acima.
“É uma mistura de nostalgia, orgulho e uma saudade boa daquele tempo em que tudo tava começando”, relembrou o cantor no post.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez se casam


Cristiano Ronaldo e Georgina Rodríguez
Reprodução/Instagram
O jogador Cristiano Ronaldo e a modelo Georgina Rodríguez se casaram nesta terça-feira (11).
Segundo a revista “People”, o evento foi um “momento privado e íntimo” realizado em Portugal. Entre os presentes estavam apenas os cinco filhos do atleta — dois deles com Georgina.
Nas redes sociais, o casal compartilhou uma foto com as alianças e a legenda “C❤️G”.
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A publicação registra mais de sete milhões de curtidas e 300 mil comentários em apenas uma hora.
O casal oficializou o relacionamento em 2016. O noivado foi anunciado exatamente há um ano, também com uma postagem nas redes sociais.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Lei da atração? Três anos antes de ‘se confessar’ com Rosalía, Marina Sena fez post prevendo amizade com cantora


Rosalía recebe Marina Sena em seu show no Rio de Janeiro, em 2026
Divulgação/Diego Castanho
Três anos antes de “se confessar” com Rosalía durante o show da cantora catalã na noite desta segunda-feira (10), Marina Sena fez uma postagem falando sobre seu desejo em ser amiga da artista:
“Rosalía, um dia vou ser sua amiga”, escreveu Marina em uma postagem no X (ex-Twitter) em março de 2023.
Fãs de Marina resgataram a publicação depois de Marina participar da apresentar de Rosalía e contar uma história sobre um relacionamento aberto, que teve no passado, e não deu certo.
“O poder das palavras” e “lei da atração” eram alguns dos comentários dos fãs que relembraram o post e celebraram o encontro.
Postagem de Marina Sena sobre Rosalía viraliza após show
Reprodução/X
Ao convocar Marina Sena para seu confessionário durante o show da turnê Lux, Rosalía afirmou:
“É alguém que admiro muito, porque ela é puro fogo, puro talento. Estou nervosa porque sou fã dela. E ela sabe.”
Já no palco, Marina relembrou um relacionamento amoroso.
“Quando a gente começou a namorar, ele queria uma relação aberta. Eu falei: não faz isso com você mesmo, porque eu vou aproveitar, vou dar tudo de mim. Aí a gente começou a brigar muito, comecei a aproveitar demais. E eu falei: eu te avisei. Nessas, brincando por aí, eu arrumei um outro namorado.”
Após a participação, Marina brincou que ia convencer Rosalía a nunca mais voltar para a Espanha.
“Ela gosta de pão de queijo, gosta de feijoada. Ela tem que ir para Minas Gerais. E eu vou fazer a Rosalía roer pequi e vou dar um feijão tropeiro para ela também, que ela nunca mais vai voltar para a Espanha. Ela vai querer morar lá em Montes Claros.”
Leia crítica sobre o show: Com orquestra e artes clássicas, Rosalía transforma disco ambicioso em seu melhor show
Rosalía se apresenta em show no Rio de Janeiro, em 2026
Divulgação/Diego Castanho

Fonte: G1 Entretenimento

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Testemunha da morte de Tupac diz que não vai cooperar em julgamento: ‘Me deixem fora disso’


O rapper Tupac e seu ex-empresário, ‘Suge’ Knight
g1
Marion “Suge” Knight, testemunha do assassinato do rapper Tupac Shakur em 1996, disse que não vai cooperar com informações durante o julgamento do caso.
O julgamento contra o ex-líder de uma gangue, Duane “Keffe D” Davis, acusado de orquestrar o assassinato do rapper, começa nesta segunda-feira (10) em Las Vegas, 30 anos depois da morte do astro.
Aos 63 anos, ele pode pegar uma pena de prisão perpétua sem direito a redução da pena. O assassinato continua sendo um dos crimes não resolvidos mais famosos dos Estados Unidos.
No dia do crime, “Suge” Knight, então empresário do cantor, dirigia o carro que tinha Tupac como passageiro. Após parar num semáforo, o veículo foi alvejado e ambos foram baleados. O rapper morreu no hospital, seis dias depois.
Agora no g1
Em entrevista para o canal de TV norte-americano “ABC”, o ex-empresário do rapper disse que não vai cooperar.
“Não sou pago para resolver homicídios […] Esse julgamento não tem nada a ver comigo, me deixem fora disso”, disse, justificando que a decisão é por “lealdade” ao músico .
Knight está preso por homicídio. Ele foi condenado a uma pena de 28 anos após um atropelamento em 2015.
A morte de Tupac
Assassinado aos 25 anos, “2pac” era uma figura-chave da famosa rivalidade entre as cenas do hip-hop da costa oeste e da costa leste dos Estados Unidos.
Conhecido por sucessos como “California Love” e “All Eyez on Me”, Shakur – filho de uma integrante do partido de esquerda Panteras Negras – rapidamente se tornou o arquétipo do ‘bad boy’ da Califórnia quando assinou com a Death Row Records, sediada em Los Angeles.
O julgamento promete retomar a guerra de egos entre seu selo, fundado por Marion “Suge” Knight, e a Bad Boy Records, criada na costa leste por Sean “P. Diddy” Combs. Nesta última trabalhava Christopher “The Notorious B.I.G.” Wallace, renomado rapper assassinado seis meses depois da morte de Shakur.
Segundo a acusação, a Death Row Records era protegida pela Mob Piru, uma gangue de Los Angeles da qual Suge era membro.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lucy Davis, atriz do ‘The Office’ original, revela diagnóstico de câncer de mama incurável


Lucy Davis em cena do ‘The Office’ original
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Spotify lançará selo para identificar música criada com IA


Perfil da cantora Tocanna no Spotify.
Reprodução/Spotify
A gigante do streaming Spotify anunciou, nesta terça-feira (11), que lançará em meados de setembro um novo selo, chamado “AI Persona”, para identificar claramente criadores de conteúdo que não são pessoas reais, mas foram gerados por inteligência artificial.
“Os ouvintes nos disseram claramente que não gostam de ver um perfil de artista que parece humano e depois descobrir que a pessoa foi gerada por IA”, afirmou a empresa em comunicado.
A medida é a iniciativa mais recente da companhia sueca para aumentar a transparência sobre como as músicas disponíveis em sua plataforma são produzidas, em meio à crescente preocupação da indústria musical com conteúdos gerados por IA.
Em abril, a empresa lançou o selo “Verificado pelo Spotify”, que indica que um perfil foi analisado e atende aos critérios de autenticidade.
“Além dos perfis de artistas que se declararem como AI Persona, também começaremos a aplicar esses selos aos perfis pertinentes”, informou a empresa.
O Spotify acrescentou que perfis identificados como “AI Persona” não serão incluídos em recomendações editoriais ou personalizadas, a menos que determinado usuário siga um desses criadores fictícios.

Fonte: G1 Entretenimento

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Aos 30 anos, Priscilla proclama a independência com a edição de ‘Eco’, terceiro álbum após a conversão ao pop


Capa do álbum ‘Eco’, de Priscilla
Divulgação
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♬ Cinco anos após Priscilla ter se convertido ao pop com o álbum “Você aprendeu a amar?” (2021), a cantora e compositora paulistana lança o álbum “Eco” às 21h da próxima quinta-feira, 13 de agosto.
O anúncio de “Eco” chegou sem o clichê da nova era, termo usado por nove entre dez textos sobre lançamentos de discos feitos em estúdio com repertório inédito, mas o fato é que o álbum abre ciclo na trajetória fonográfica da artista.
Já desvinculada da gravadora Sony Music, companhia fonográfica multinacional pela qual editou o álbum anterior, “Priscilla” (2024), a artista proclama a independência com a edição de “Eco” – aos 30 anos completados em junho – e alardeia que agora orquestra a gestão da carreira de forma “100 % independente”.
Com dez faixas, o álbum “Eco” abre com um interlúdio, “Esse é o meu eco”, e na sequência apresenta as músicas inéditas “Nosso lugar”, “Não testa”, “Sua demais”, “Obsessão”, “Melhor sozinho”, “Destino”, “Meu santo me guarde”, “Doce com amargo” e “Respirar”.
Cabe lembrar que Priscilla Alcântara – o sobrenome somente foi retirado do nome artístico da cantora em novembro de 2023 – lançou cinco álbuns de estúdio com música cristã entre 2009 e 2018.

Fonte: G1 Entretenimento

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Filme sobre Tribalistas revela a gênese da criação sem refletir sobre o impacto da música do trio no Brasil e no mundo


Arnaldo Antunes (à esquerda), Carlinhos Brown e Marisa Monte compõem em estúdio de Salvador (BA) para o primeiro álbum do trio
Reprodução /Vídeo
♫ CRÍTICA DE DOCUMENTÁRIO MUSICAL
Título: Tribalistas – O baú da hora fértil
Direção: Dora Jobim
Roteiro: Pablo Ribeiro e Christiana Albuquerque
Elenco: Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ O filme de Dora Jobim sobre o grupo Tribalistas é bom no que se propõe – desvendar a gênese da criação de músicas que se tornaram standards da canção brasileira do século XXI – e seria ainda melhor se tivesse ido além e também tivesse proposto uma reflexão sobre o impacto no Brasil e no mundo da música do trio formado por Arnaldo Antunes, Carlinhos Brown e Marisa Monte em 2002.
Contudo, seguindo a ideia da diretora e do próprio grupo, o roteiro de Pablo Ribeiro e Christiana Albuquerque apenas encandeia raras imagens de arquivo que, sim, contam uma história. Já em exibição em festivais do Brasil e do mundo, o documentário “Tribalistas – O baú da hora fértil” tem estreia programada no Canal Curta! para o primeiro semestre de 2027, celebrando os 25 anos do álbum “Tribalistas” , lançado em novembro de 2002.
Como Dora Jobim acompanhou o trio desde os primeiros encontros no estúdio Ilha dos Sapos, em Salvador (BA), em abril de 2001, a cineasta desvenda o momento em que os parceiros deram à luz canções como “Carnavália”, “Já sei namorar”, “Passe em casa” – esta com a adesão de Margareth Menezes na parceria – e “Velha infância”.
O processo posterior de gravação das músicas do primeiro álbum – formatado ao longo de abril de 2002 em estúdio da cidade do Rio de Janeiro (RJ) – já foi documentado no DVD “Tribalistas” (2002). O que o documentário “Tribalistas – O baú da hora fértil” descortina são os bastidores das composições dessas músicas. O momento exato da criação.
Cartaz do documentário ‘Tribalistas – O baú da hora fértil’, de Dora Jobim
Divulgação
Através desses registros, o espectador entra dentro do estúdio e sai de lá com a impressão de que, embora o processo de composição do trio tenha sido sempre coletivo e gregário, com um artista potencializando a inspiração do outro, Arnaldo Antunes tendia a cuidar mais do sentido e do acabamento dos versos (até por também ser poeta) enquanto Carlinhos Brown era uma usina de ritmos em ebulição (até por ter sido projetado como percussionista) e enquanto Marisa Monte sobressaía como a principal arquiteta das melodias doces que encantaram o público Brasil e mundo afora porque, sem uma melodia sedutora, até a letra mais refinada tende a cair no esquecimento.
Após mostrar a criação e gravação das músicas nos primeiros 44 minutos, o filme pula para agosto de 2003 e mostra o trio na Feira de São Cristóvão – tradicional reduto nordestino da cidade do Rio de Janeiro (RJ) – com o álbum já lançado e em contato direto com populares.
Na sequência, há take do show feito pelo trio em setembro de 2003, em Paris, na França. E então, momentos depois, o roteiro pula para 2018, ano da primeira e por ora única turnê dos Tribalistas, feita após a edição do segundo álbum do grupo, lançado em agosto de 2017.
Ao longo de 34 apresentações realizadas entre agosto de 2018 e abril de 2019, o trio arrastou multidões para estádios, arenas e grandes casas de shows do Brasil, Europa, Estados Unidos e de Argentina e Uruguai, países vizinhos do Brasil na América do Sul.
Vistas em sequência, as imagens da turnê impressionam pela adesão popular. É grande a devoção do público estrangeiro ao trio. E é aí que o filme de Dora Jobim podia ter ido um pouco além da proposta documental, refletindo sobre a força e os frutos daqueles momentos de fertilidade criativa no estúdio de Salvador (BA) em abril de 2001.
Carlinhos Brown (à esquerda), Marisa Monte e Arnaldo Antunes em estádio de Salvador, em 2018, horas antes do primeiro show da turnê mundial dos Tribalistas
Reprodução / Vídeo

Fonte: G1 Entretenimento