Categorias
ENTRETERIMENTO

Titãs falam sobre versão de ‘Bichos Escrotos’ gravada por Anitta para o filme ‘Corrida dos Bichos’


Elenco do filme “Corrida dos Bichos”
Divulgação
Integrantes do Titãs se manifestaram sobre a versão de “Bichos Escrotos” gravada por Anitta para o filme “Corrida dos Bichos”.
A faixa, que integra o filme de Fernando Meirelles, viralizou após geração Z ficar surpresa com o fato de que a música não é de Anitta. E, sim, da banda de rock brasileira.
Composta por Arnaldo Antunes, Sérgio Britto e Nando Reis, “Bichos Escrotos” integra o álbum “Cabeça Dinossauro”, lançado em 1986. Mas foi escrita anos antes e já integrava o repertório do grupo antes mesmo da chegada do disco.
“A gente fez há muitos anos, antes mesmo de gravar o primeiro disco dos Titãs. É uma ode, um elogio, a tudo o que é mal visto pela sociedade, pelo status quo”, explica Sergio Britto em uma postagem nas redes sociais.
“Curiosamente, vejo pontos de contato com o que se faz com o funk, porque é uma linguagem muito direta, mas é surpreendente e anárquica. Então acho que essa versão que fizeram agora para o filme do Meirelles, apesar de ser radicalmente diferente da nossa, tem ali uma leitura pertinente daquilo que a gente quis dizer.”
Britto ainda elogiou o trabalho de Anitta citando que ela é uma artista incrível, que está sempre se reinventando. “Fora a parte técnica dela como cantora. Uma pessoa também extremamente carismática, articulada e tudo mais”, completou.
O titã ainda celebrou a nova leitura da música por parte dos ouvintes. E a chegada de novas pessoas, que ainda não conheciam o trabalho do grupo.
Initial plugin text
“Acho muito bacana o que está acontecendo com a música e essa leitura que as pessoas estão fazendo do significado que ela tem. Cada um faz o seu.”
“Eu lembro que teve um tempo em que as pessoas viam esses bichos escrotos como se a gente tivesse mandando esses bichos escrotos se f****. Políticos corruptos, pessoas inescrupulosas, e por aí vai. Quando não era bem esse o sentido. Então é bacana que a música ganhe o mundo, tenha versões diferentes. E pessoas que não conheciam nosso trabalho possam conhecer.”
Em entrevista ao portal Popline, Paulo Miklos, que integrou o Titãs até 2016, também comentou a nova versão da faixa.
“Adorei a versão da Anitta com Tropkillaz para Bichos Escrotos. Sempre foi uma música muito divertida, ao mesmo tempo que um questionamento ao paladar refinado do homem civilizado. Anitta cantou com essa ironia fina e deu o recado.”
Lançado em agosto de 2026, o filme “Corrida dos Bichos” conta a história de um jovem destemido que se inspira no universo da loteria animal brasileira para vencer uma corrida mortal e salvar sua irmã em um futuro distópico onde cada animal do jogo agora representado por um corredor que disputa um prêmio.
Com direção de Fernando Meirelles, Rodrigo Pesavento e Ernesto Solis, o longa trás Anitta, Grazi Massafera, Rodrigo Santoro, Isis Valverde, Matheus Abreu, João Guilherme, entre outras estrelas em seu elenco.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

É bonito de se ver o show em que Dori Caymmi canta e honra a própria família


Dori Caymmi apresenta o show ‘Em família’ no Teatro Ipanema, no Rio de Janeiro (RJ), ao longo das terças-feiras de agosto
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Dori Caymmi em família
Artista: Dori Caymmi
Data e local: 11 de agosto de 2026 no Teatro Ipanema (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ “Ficou bonito, mas é estranho”, avaliou Dori Caymmi ao fim do número em que cantou “Andança” (Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós, 1968) – o maior sucesso do cancioneiro do irmão caçula Danilo – em andamento classificado pelo próprio Dori como “deprimente”.
Com humor demolidor, o cantor, compositor e violonista carioca já tinha usado o mesmo adjetivo “deprimente” para qualificar a abordagem jazzy do samba-exaltação “Aquarela do Brasil” (Ary Barroso, 1939) com que abriu na noite de ontem, 11 de agosto, o show que o trouxe de volta ao palco do Teatro Ipanema quatro meses após ter participado do projeto “Terças no Ipanema”, orquestrado com curadoria de Flávia Souza Lima.
Se Dori se apresentou sozinho com o próprio violão na temporada de abril, o artista agora divide o palco com virtuoso trio formado por Itamar Assiere (assombroso ao piano que muitas vezes valeu por uma orquestra), Jorge Helder (baixo) e Jurim Moreira (bateria) ao longo de quatro apresentações agendadas para as terças-feiras deste mês de agosto de 2026.
O título do show também é outro, “Dori Caymmi em família”. Para amenizar o clima de déjà vu, o show tem como mote homenagens do artista ao pai, um certo gênio Dorival Caymmi (1914 – 2008), e aos irmãos Danilo Caymmi e Nana Caymmi (1941 – 2025).
Não fosse por medley com singelas cantigas compostas por Nana na infância, por volta dos sete anos, o set em tributo à irmã teria soado sem novidade, pois Dori já cantou em abril o samba-canção “Se queres saber” (Peter Pan, 1947) e o bolero “Resposta ao tempo” (Cristovão Bastos e Aldir Blanc, 1998), grandes sucessos dessa cantora magistral que Dori soube trazer para o próprio universo com absoluto respeito às composições.
Como Dori também sempre cantou Dorival Caymmi, lembrado com “João Valentão” (1953) e com os sambas “Acontece que eu sou baiano” (1944) e “Você já foi à Bahia?” (1941), a grande novidade do show foi a incursão de Dori pelo repertório do irmão Danilo.
Única parceria de Danilo Caymmi com Hermínio Bello de Carvalho, apresentada na voz de Nana Caymmi no álbum “Mudança dos ventos” (1980), “Rama de nuvens” pareceu talhada para o canto denso de Dori. Bela canção que marcou pico de popularidade na trajetória de Danilo Caymmi como cantor por ter sido incluída na série “Riacho doce” (1990), sendo parceria do artista com Dudu Falcão, “O bem e o mal” (1990) soou como encanto doce na voz de Dori. Ficou bonito, e não ficou estranho…
Dori Caymmi se apresenta com o pianista Itamar Assiere, o baterista Jurim Moreira e o baixista Jorge Helder no projeto ‘Terças no Ipanema’
Rodrigo Goffredo
E o que foi mesmo bonito de se ver, beirando o sublime, foi o canto de “Quebra-mar” (Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro, 2009) com o trio tocando magistralmente um arranjo que evoca sons de ondas quebrando na praia e do vento estremecendo a vela da jangada na tela azul do mar.
Aliás e a propósito, Dori Caymmi nem precisa cantar Dorival para celebrar o pai porque a própria obra singular de Dori já é, em si, uma grande homenagem ao patriarca dessa dinastia que desbravou mares habitados por três gerações da família, já que Alice Caymmi, sobrinha de Dori, corre o Brasil neste ano de 2026 com show em que traz a correnteza de Dorival para a praia do século XXI.
Em apresentação marcada pela devoção ao clã, fez todo sentido Dori dar voz à canção “Delicadeza” (Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro, 2009), composta sob a emoção da perda quase simultânea dos pais, já que Dorival Caymmi e Stella Maris (1922 – 2008) partiram com intervalo de 11 dias, como Dori contou ao público que lotou o Teatro Ipanema.
Infelizmente, o brilho do show foi (um pouco) empanado na parte final por um problema humano no toque do violão que deixou o artista visivelmente desconfortável com a própria performance instrumental. “A mão esquerda engasgou”, sintetizou Dori, que, violão à parte, já mostrara certa dificuldade vocal para acompanhar o passo ágil do frevo “Ninho de vespa” (Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro, 1990), número no qual o trio deu show de entrosamento.
Ainda assim, sem poder tocar o violão que gostaria de tocar, Dori presenteou a plateia com envolvente abordagem de “Desenredo” (Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro, 1976), canção lançada há 50 anos na voz de Nana Caymmi antes de virar emblema do repertório do próprio Dori.
Na sequência, Dori então chegou a “Porto” (1975) – tema composto pelo artista e gravado pelo grupo MPB4 para a novela “Gabriela” (TV Globo) – e, no bis, sem sair do palco pela dificuldade de locomoção, cantou outra obra-prima, “Rio Amazonas” (Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro, 1990), tema caudaloso que mostrou, mais uma vez, como Dori Caymmi vem honrando o pai na própria praia.
“Rio Amazonas” encerraria o show, mas cantor e banda puxaram “Canção da partida” (1957), tema da suíte “Histórias de pescadores”, e o show terminou com a plateia cantando sozinha os versos da canção enquanto os músicos se retiravam de cena e as cortinas fechavam.
Entre refinados números “deprimentes” ou “estranhos” e entre canções entoadas com a encorpada “voz de mágoa”, Dori Caymmi fez um show bonito de se ver em homenagem a uma família musical da qual ele próprio faz parte, merecendo todas as reverências.
Dori Caymmi canta músicas como ‘Andança’, ‘Rama de nuvens’, ‘Se queres saber’, ‘João Valentão’ e ‘Desenredo’ no show ‘Em família’
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Candidatas ao Miss Universo no Canadá pedem desculpas por usar trajes indígenas

Duas candidatas ao concurso Miss Universo Canadá pediram desculpas por terem usado itens indígenas em um desfile.
“Se algum traje causou ofensa, mágoa ou mal-entendido, saibam que essa nunca foi nossa intenção”, afirmou a organização do concurso em comunicado.
Elas tinham sido criticadas por uma ex-vencedora do mesmo concurso, de origem indígena, que apresentou uma etapa da competição e as acusou de apropriação cultural indevida.
Os itens foram usados durante uma etapa da competição em que as candidatas devem usar trajes típicos do Canadá.
A participante Karisa Haverkamp usou um cocar de penas — item tradicionalmente usado por líderes indígenas na América do Norte.
Ela também exibia uma marca de mão vermelha pintada no rosto, um símbolo que representa a solidariedade ao movimento das Mulheres Indígenas Desaparecidas e Assassinadas (MMIW, na sigla em inglês).
“Reconheço e admito que minha roupa para [a etapa do] o traje nacional magoou e ofendeu pessoas da comunidade indígena”, escreveu Haverkamp em uma publicação no Instagram.
“Agradeço pelo que aprendi com essa experiência.”
Outra participante, Jasleen Kaily, usou uma roupa com o tema “Beleza Ártica”, que incluía um vestido e botas de pele, conhecidos como mukluks, e duas tranças.
Trançar o cabelo pode ter um profundo significado para os povos originários.
Kaily também pediu desculpas, dizendo que sua intenção “nunca foi desrespeitar ou deturpar a cultura indígena”, mas sim “reconhecer e celebrar um dos povos originários do Canadá”.
Ashley Callingbull, a mulher de origem indígena que já venceu o Miss Universo Canadá e fez as críticas, tinha assistido ao desfile delas e abordou o assunto quando apresentava outra etapa do concurso: “Estamos em 2026, deveríamos saber mais sobre isso.”
“Houve apropriação cultural em relação aos povos indígenas”, acrescentou ela, esclarecendo que não estava presente quando os trajes indígenas foram usados, mas que viu o ocorrido em um vídeo posteriormente.
Callingbull faz parte do povo enoch cree.
A organização do Miss Universo Canadá anunciou que vai criar um “guia de trajes completo” que “estabelecerá diretrizes e padrões claros para todas as etapas futuras do concurso, garantindo que cada apresentação seja cuidadosa e respeitosa”.
O diretor da competição, Sonny Borrelli, disse que também convidou Callingbull, a primeira indígena a vencer a competição canadense, para ser a coordenadora da etapa de trajes típicos daqui para frente.
Borrelli estava ao lado de Callingbull durante a final de sábado (08/08), quando ela criticou a organização do evento por não ter se desculpado de forma mais direta na declaração sobre os itens usados por Jasleen Kaily e Karisa Haverkamp.
Depois, Borrelli afirmou que o Miss Universo Canadá assume “total responsabilidade” pelo erro.
“Vamos aprender com isso, vamos melhorar, vamos consertar”, disse ele.
Callingbull agradeceu aos organizadores do concurso por terem sido receptivos quando ela entrou em contato para falar do ocorrido.
“Parte da reconciliação é educar, aprender, compreender e seguir em frente a partir dessas situações de uma forma positiva”, disse ela. “Vamos garantir que todos sejam respeitados e honrados como merecem.”
Callingbull também falou com a rede CBC Indigenous sobre sua reação ao ver os figurinos.
“Isso não pode ser real. Eu simplesmente não conseguia acreditar que aquilo estava acontecendo”, disse ela. “Quem permitiu isso no palco? Quem aprovou isso?”
“Nada do que é tradicional ou sagrado deveria ser permitido [na competição]. Fiquei muito, muito chateada.”
Não é a primeira vez que o Miss Universo Canadá é criticado por apropriação cultural.
Em 2015, a organização afirmou que houve um “mal-entendido” em relação à participante Paola Nunuz Valdez, que usou uma fantasia de totem durante o desfile de trajes típicos.
Tanto ela quanto a organização disseram que a intenção era fazer referência à sua herança dominicana.
Na época, Callingbull afirmou ter recomendado que a Miss Universo Canadá analisasse a possibilidade de contratar um consultor para assuntos culturais.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Vanessa Moreno joga outra luz sobre ‘Esfinge’ de Djavan no álbum em que canta nove músicas do compositor


Vanessa Moreno lança álbum com registro parcial do show que faz com o percussionista Felipe Roseno e o guitarrista Tarcísio Santos
Rapha Moraes – O Filme Produções / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Disco que expandiu a popularidade e as vendas de Djavan em 1982, por conta da explosão de músicas como “Samurai”, “Sina”, “Pétala”, “Açaí” – esta apresentada no ano anterior na voz de Gal Costa (1945 – 2022) em gravação feita para o álbum “Fantasia” (1981) – e “Capim”, o álbum “Luz” ainda guarda pérolas.
Embora tenha sido incluída na trilha sonora da novela “Sol de verão” (TV Globo, 1982 / 1983) e tenha merecido algumas regravações, como a do grupo Moreno + 2 em 2000 e a do cantor Augusto Martins em 2002, “Esfinge” se conserva rara e é uma das pérolas pescadas por Vanessa Moreno no baú de Djavan para o show em que a cantora dá voz e suingue ao cancioneiro do compositor com os músicos Felipe Roseno (percussão acústica e eletrônica) e Tarcísio Santos (guitarra e efeitos).
Em cena desde 2025, o show “Vanessa Moreno visita Djavan” virou disco gravado pelo trio no estúdio Gargolândia, em São Paulo (SP), nos dias 28 e 29 de outubro de 2025, com produção musical de Fi Maróstica. E a música escolhida para ser o primeiro single do álbum é justamente “Esfinge”. O single “Esfinge” tem lançamento programado para 21 de agosto, uma semana antes do álbum, agendado para 29 de agosto.
No álbum “Vanessa Moreno visita Djavan”, a cantora paulista interpreta nove músicas do compositor alagoano. Pela ordem como as faixas estão dispostas no disco, o repertório do álbum “Vanessa Moreno visita Djavan” é composto pelas músicas “Lilás” (1984), “Açaí” (1981), “Oceano” (1989), “Aquele um” (Djavan e Aldir Blanc, 1980), “Cigano” (1989), “Milagreiro” (2001, com palmas de Alice Moreno Maróstica), “Sim ou não” (1980), “Boa noite” (1992) e “Esfinge” (1982).
“Esfinge” é a última faixa do disco, mas primeiro single desse álbum que, assim como “Luz” fez com Djavan em 1982, pode expandir a popularidade de Vanessa Moreno, grande cantora do Brasil, dentro dos nichos em que a MPB é cultuada no universo pop em 2026.
Capa do single ‘Esfinge’, de Vanessa Moreno
Rapha Moraes – O Filme Produções / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

De endometriose a câncer no sangue: as questões de saúde da cantora Halsey


Halsey
Divulgação
“The End”, balada acústica lançada por Halsey em seu quinto álbum, o “Great Impersonator”, dá um pouco do tom da vida da cantora.
A artista americana de 31 anos lançou a faixa em 2024 citando que tinha sorte em estar viva. E, na música, ela canta que:
“A cada dois anos, mais ou menos, um médico diz que estou doente
Tira da cartola um truque novo e joga tudo em cima de mim
No começo era o meu cérebro, depois um esqueleto sentindo dor
E eu não gosto de reclamar, mas peço desculpas.”
Halsey não exagera no relato. E ainda encontra espaço para falar sobre o amor e sua importância na luta contra suas dores físicas e batalhas emocionais.
Nos últimos anos, Halsey já revelou sofrer com:
Distúrbio bipolar;
Endometriose;
Síndrome de Ehlers-Danlos;
Síndrome de Sjögren;
Síndrome de ativação de mastócitos;
Síndrome postural ortostática taquicardizante;
Lúpus;
Distúrbio linfoproliferativo raro de células T.
Um de seus últimos relatos sobre algumas de suas doenças aconteceu em 2025, quando ela afirmou que havia colocado um cateter e realizado algumas sessões de quimioterapia como parte do tratamento.
A cantora se apresenta no dia 13 de setembro, no Palco Mundo do Rock in Rio. (Veja programação completa.)
A saúde emocional de Halsey
Halsey posa com os prêmios de Melhor Cantora de Pop e Melhor Look no MTV EMA neste domingo (3), em Sevilha
Cristina Quicler/AFP
Aos 17 anos, Halsey foi diagnosticada com transtorno bipolar após uma tentativa de suicídio. Ao longo dos anos, a cantora aprendeu a lidar com suas crises e a se antecipar às oscilações de humor causadas por episódios maníaco-depressivos.
Em entrevista à revista Rolling Stone, em 2019, Halsey revelou que sua bem sucedida carreira a ajudou a se tornar mais consciente de suas responsabilidades. Inclusive sobre sua saúde mental.
“Fui internada duas vezes desde que me tornei a Halsey, e ninguém ficou sabendo. Mas não tenho vergonha de falar sobre isso agora”, afirmou a artista, que tem como nome de batismo Ashley Nicolette Frangipane.
Ela ainda lembrou que a escolha pela internação foi dela mesma e que comunicou seu empresário.
“Eu disse para ele: ‘Olha, não vou fazer nada de ruim agora, mas estou chegando a um ponto em que tenho medo de acabar fazendo, então preciso ir cuidar disso’. Isso ainda acontece no meu corpo. Eu só sei quando agir antes que a situação se agrave.”
Aborto no palco
Halsey revelou passar por tratamento para doença
Reprodução/Instagram/iamhalsey
Em 2017, Halsey compartilhou seu diagnóstico de endometriose. No ano seguinte, quando estava com 23 anos, ela revelou que estava no processo de congelamento de óvulos.
“Ter uma reserva de óvulos é importante para mim porque sou sortuda o bastante para ter isso como opção”, declarou ao programa televisivo médico “The Doctors”.
Na mesma época, a cantora revelou que sofreu um aborto espontâneo no meio de um show quando nem sabia que estava grávida.
Halsey falou da “sensação de olhar na cara de centenas de adolescentes enquanto você está sangrando pela roupa e ter que continuar fazendo o show”.
Em 2021, Halsey deu à luz seu primeiro filho, Ender.
Diagnóstico de síndromes raras
Apesar da alegria com a maternidade, Halsey declarou, em 2022, que sua saúde mudou muito desde que engravidou. “Comecei a ficar muito, muito doente”, revelou a cantora.
Halsey comentou que vinha apresentando quadros alérgicos com grande frequência. E, na busca por um diagnóstico, descobriu algumas síndromes consideradas raras:
Síndrome de Ehlers-Danlos [condição que gera “pele elástica” e hipermobilidade], Síndrome de Sjögren [que afeta as glândulas salivares e lacrimais], Síndrome de ativação de mastócitos [que libera mediadores inflamatórios de forma desregulada], e Síndrome postural ortostática taquicardizante [condição que provoca arritmia benigna].
“Ainda estou buscando por respostas para a causa de algumas dessas coisas, que pode ser algum outro tipo de doença autoimune. E eu sei que tive problemas autoimunes a maior parte da minha vida, principalmente por ter endometriose, mas tem sido exaustivo”, contou a artista.
Assim como na faixa “The End”, a cantora afirmou que estava confiante em seu tratamento. Mas foi nesta época qu a cantora fez uma pausa na carreira para cuidar da saúde.
Halsey
Divulgação
Em seu extenso relato sobre sua saúde, Halsey revelou, em 2024, ter sido diagnosticada com lúpus e com um distúrbio linfoproliferativo raro de células. A doença é uma forma de câncer no sangue e é caracterizada pelo crescimento descontrolado de células T (célula que tem como seu principal objetivo identificar e matar patógenos ou células infectadas).
Segundo a cantora, as duas doenças estão sendo gerenciados e tratados. “Provavelmente terei ambas durante toda a minha vida”.
“Em resumo, tenho sorte de estar viva. Alongando o resumo, escrevi um disco”, afirmou Halsey, em 2024, ao falar sobre algumas de suas questões de saúde em um vídeo publicado nas redes.
Na mesma postagem, ela afirmou:
“Eu disse a mim mesma que me daria mais dois anos para ficar doente. Quando eu fizer 30 anos, vou renascer e não estarei mais doente. Vou ficar com um visual incrível, ter muita energia e poder reviver meus vinte e poucos anos agora na casa dos trinta.”
Halsey retorna ao Brasil após dez anos e prestes a completar 32 anos (ela faz aniversário em 29 de setembro).

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Após vaias no Lolla, Luísa Sonza se diz ‘pronta’ para haters no Rock in Rio: ‘Sei muito bem o que fazer’


Lolla 2026: Sabrina Carpenter ‘algema’ Luisa Sonza antes de cantar ‘Juno’
Luísa Sonza subirá ao Palco Mundo do Rock in Rio no dia 7 de setembro para um show diferente. Segundo ela, uma apresentação fora da zona de conforto.
Junto com Roberto Menescal, ela apresentará seu projeto “Bossa Sempre Nova”, lançado em janeiro deste ano e que, como o próprio nome já adianta, traz releituras de clássicos da MPB.
Quem imagina uma Luísa Sonza rebolando a raba vai encontrar algo incomum.
“Será algo diferente de qualquer coisa que eu já tenha feito em qualquer lugar. Eu trabalho com um setlist que trabalha num lugar seguro. Geralmente faço show pop, onde o público é muito “safe” e está ali para me ver. Mas sinto que vai ser algo histórico”, diz a cantora ao g1.
Pronta para tudo e todos
Luisa Sonza se apresenta no Bloco dos Gêmeos Beagá
Divulgação / Luísa Sonza
No Lollapalooza deste ano, última aparição de Sonza em um festival no Brasil, ela foi “recebida” com vaias.
Em um momento tradicional do show de Sabrina Carpenter, a cantora brasileira foi convidada a ser uma personagem que é “presa” pela artista americana por ser “gostosa demais”.
A brasileira apareceu no telão para o público do Lolla, interagiu com Sabrina e foi bastante vaiada por parte dos presentes no Autódromo de Interlagos.
No Rock in Rio, ela abrirá os trabalhos para Jon Batiste, Gilberto Gil e Elton John.
Questionada sobre a expectativa de se apresentar até mesmo para haters, ela relembrou o início da carreira, quando cantava em festas de casamento mesclando os variados gêneros.
“Sei dessas diferenças de público e de repertório. Modéstia à parte, eu sei muito bem o que fazer, faço isso desde os sete anos e sei puxar o público para onde eu quiser.”
“Este show não está focado no ‘eu sei o que estou fazendo’, mas em existir algo maior do que eu no momento: o Roberto Menescal, a banda dele e o respeito que tenho pela Bossa Nova. Isso é maior do que a Luísa Sonza em si.”
O futuro da música, segundo Luísa Sonza
Luisa Sonza no Lollapalooza 2024
Fabio Tito/G1
Durante os dez minutos de entrevista, Luísa Sonza fez questão de reforçar não apenas que o show a tirava de uma zona de conforto por sair do pop e apresentar ao público um show de MPB, mas também pelo seu desejo de apresentar o que ela considera o futuro da música.
Ela aponta que a inteligência artificial retira a sinceridade dos trabalhos e que artistas sinceros e com várias “facetas” serão cada vez mais buscados pelos fãs – o que ela considera ser seu próprio caso.
“Aos poucos, talvez não agora ou não neste show, as pessoas vão entender o óbvio: a música não tem caixa.”
“Por muito tempo, pela falta de entendimento ou de interesse das pessoas, fui confundida com uma pessoa que ‘faz de tudo um pouco, então não faz nada’. Acho que só sou uma pessoa extremamente sincera com o que acredito sobre a música e sobre a experiência humana.”

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Como Memphis Depay aproveitou passagem pelo Corinthians para investir na carreira musical


Memphis comemora o gol que abriu o placar para o Corinthians contra o Bahia
Marcos Ribolli / ge
O Corinthians anunciou nesta terça-feira (11) que não renovará o contrato com o holandês Memphis Depay. E o atleta também causou impacto fora dos campos, com uma série de lançamentos musicais.
Em sua passagem pelo Corinthians, Memphis disputou 79 jogos, fez 20 gols e deu 15 assistências. Ele conquistou três títulos: Campeonato Paulista e Copa do Brasil em 2025 e Supercopa Rei em 2026.
Anunciado em setembro de 2024, o jogador aproveitou a permanência no Brasil para aumentar seu currículo musical, misturando seu rap freestyle com o funk paulistano.
A carreira na música pré-Corinthians
Fã da cultura hip-hop, Memphis iniciou a carreira musical junto com sua trajetória profissional no futebol com a camisa do PSV, em 2011.
Na época, ele tinha proximidade com músicos do RotterdamAirlines, coletivo e selo holandês que reunia diversos jovens da cena independente local, e participava de várias faixas e videoclipes.
Sabendo da relação do atleta com a música, o técnico do PSV em 2011, Fred Rutten, deu uma bronca pública no atacante e disse que, caso ele seguisse com as atenções divididas, não conseguiria ser bom em nenhuma das duas áreas.
Enquanto esteve atuando na Holanda, Memphis lançou alguns singles. Em 2015, ele se transferiu para o Manchester United, da Inglaterra, e a música ficou em segundo plano.
Após uma passagem apagada pela Inglaterra, Memphis se transferiu para o Lyon, da França, onde retomou o bom futebol e os lançamentos musicais.
Em “Kings & Queens”, ele cantava principalmente em holandês e falava sobre as dificuldades da vida. A música soma pouco mais de um milhão de visualizações em seu canal no YouTube.
Memphis então passou a ter lançamentos mais regulares. Em 2020, ele lançou seu primeiro álbum, “Heavy Stepper”, que tinha como single a canção “2 Corinthians 5:7”, uma referência à passagem bíblica que em português se chama Coríntios e seria apontada como premonição para sua chegada ao clube paulista.
A chegada ao Corinthians
Em novembro de 2024, o holandês lançou sua primeira canção como atleta do Corinthians: “YM$”, em parceria com o rapper Lusho.
Naquele momento, o jogador já buscava uma imersão na cultura local, com direito a trançar o cabelo e curtir um pagode no Jardim Santa Cristina, bairro de Santo André, na Grande São Paulo.
Durante o passeio, Memphis teve como companheiro o funkeiro paulistano (e corintiano) MC Hariel. Nascia ali uma amizade que renderia frutos musicais.
Em fevereiro de 2025, Hariel e Memphis lançaram “Falando Com as Favelas”, EP com quatro músicas, entre elas “Peita do Coringão”.
Ao se esforçar, o holandês chegou a cantar o refrão em português, enquanto sua parte própria ficou em inglês.
Toda a concepção do EP nasceu durante uma viagem do MC com o atleta para Gana, em dezembro de 2024. O pai de Memphis é ganês e o jogador mantém projetos sociais no país africano.
Lá, os dois gravaram o videoclipe do single que leva o nome do projeto.
Treta com Neto e homenagem a trabalhadores
Em março de 2025, o Corinthians venceu o Campeonato Paulista sobre seu maior rival, o Palmeiras.
No entanto, mesmo com o título e os bons números em campo, os vencimentos de Memphis eram alvo de constantes críticas do ex-jogador e apresentador Neto, ídolo corintiano.
Em junho, o atacante lançou a música “São Paulo Freestyle” como resposta. Um trecho da letra em inglês, traduzido para o português, diz:
“Neto agindo como um louco e eu penso: talvez ele esteja apaixonado pelo jogo ou talvez, sempre que ele menciona meu nome, suas contas estejam sendo pagas. Acho que todos nós sabemos a resposta.”
Sua última música lançada como jogador do Corinthians foi “Work A Lot”.
Junto com o single, Memphis publicou em seu canal no YouTube um minidocumentário que conta com o depoimento de vários trabalhadores explicando o significado da expressão “work a lot” (trabalhar muito, em tradução literal).

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Selton Mello, Andrea Beltrão e mais de 40 obras: saiba tudo sobre o Festival de Cinema de Gramado, que começa nesta quarta-feira


Festival do Cinema já movimenta Gramado
A 54ª edição do Festival de Cinema de Gramado acontece de 12 a 22 de agosto na Serra Gaúcha. Neste ano, o evento reúne mostras competitivas de longas brasileiros, documentários, longas gaúchos e curtas-metragens, além de homenagens a nomes consagrados do audiovisual nacional, pré-estreia de uma série brasileira e a presença de artistas, diretores e produtores de destaque.
Entre os homenageados desta edição estão:
Andrea Beltrão, que receberá o Troféu Oscarito;
Marcos Caruso, agraciado com o Troféu Cidade de Gramado;
Renata Almeida Magalhães, vencedora do Troféu Eduardo Abelin;
Selton Mello e Maria Fernanda Cândido, que receberão o Kikito de Cristal. Pela primeira vez, a honraria será entregue a dois artistas na mesma edição.
📲 Acesse o canal do g1 RS no WhatsApp
O filme de abertura será “Antártida”, de Bruno Safadi, exibido fora de competição na sexta-feira (14), quando acontece a abertura oficial do evento. A produção, estrelada por Andrea Beltrão, Marina Ruy Barbosa, Leandra Leal, Antonio Calloni, Lázaro Ramos e João Vitor Silva, acompanha uma investigação em uma base brasileira na Antártida após um episódio de violência que transforma todos os homens do local em suspeitos.
Já a sessão de encerramento contará com “La Perra”, coprodução entre Chile e Brasil dirigida por Dominga Sotomayor. O longa, que estreou em Cannes, tem Selton Mello no elenco e na produção executiva. A trama acompanha uma mulher solitária que resgata uma cachorra filhote e passa a confrontar traumas e episódios de seu passado.
A programação também inclui a pré-estreia da série “Emergência 53”, criada por Claudio Torres, Márcio Maranhão e Andrucha Waddington. O primeiro episódio será exibido em 17 de agosto no Palácio dos Festivais. Com dez episódios, a produção acompanha médicos, enfermeiros e motoristas de uma unidade móvel de urgência que tentam salvar pacientes enquanto enfrentam dramas pessoais e profissionais.
O elenco inclui Yara de Novaes, Emílio Dantas, Valentina Herszage, Ana Hikari e Raquel Villar, além de participações especiais de Fernanda Montenegro, Julia Lemmertz e Antonio Grassi.
Mostra competitiva de longas brasileiros
Troféu Kikito
Diego Vara/ Pressphoto
Seis longas de ficção disputam o Kikito na principal mostra competitiva do festival. Todos são inéditos no Brasil. Os selecionados são:
“Chorão: Só os Loucos Sabem” (SP), de Hugo Prata e Felipe Novaes;
“Feito Pipa” (CE), de Allan Deberton;
“Justino – Nos Bastidores do Reino” (DF), de José Eduardo Belmonte;
“Leite em Pó” (MG/SP/RN), de Carlos Segundo;
“Nosso Segredo” (MG), de Grace Passô;
“Pele de Rinoceronte” (RJ), de Marcello Ludwig Maia.
Documentários e longas gaúchos
A mostra competitiva de documentários terá quatro produções:
“Afrontosa” (SP);
“Empeleitada” (PE);
“Gonzaguinha, Da Maior Liberdade” (RJ);
“O Projeto” (SP).
Os filmes abordam temas como trajetória de lideranças sociais, memória indígena, a obra de Gonzaguinha e reflexões sobre colonialismo e desigualdade racial.
Já a Mostra Competitiva Sedac Iecine de Longas-Metragens Gaúchos contará com:
“A História Mais Triste do Mundo”;
“Darcy Fagundes Meu Famoso Pai Desconhecido”;
“Filhas da Lua”;
“Morro da Cruz – Memória Popular”;
“Remanente – Voltagem”.
As produções transitam entre ficção, terror, documentário e memória popular, retratando diferentes aspectos da identidade gaúcha.
Curtas brasileiros e gaúchos
A competição nacional de curtas reúne 12 produções de sete estados brasileiros, selecionadas entre quase mil obras inscritas. Confira os indicados da Mostra Competitiva de Curtas-Metragens Brasileiros:
“A Menina que Queria Ser Pedra” (MG), de Jackson Abacatu;
“As Gêmeas” (RJ), de Vanessa Aguiar;
“Divino: Sua Alma, Sua Lente” (MT), de Clea Torres e Gilson Costa, com codireção de Divino Tserewahú;
“Fúrias” (RS), de Nica Maleoa;
“Graxa e o Zepelim” (PE), de Camilo Soares;
“Maior que a Casa Toda” (RO), de Fabiano Barros e Neto Cavalcanti;
“Mulher Papaya” (SP), de Camila Tarifa;
“Pão Doce” (SP), de Wesley Gabriel Silva Santos;
“Pique-Pega” (RJ), de Mia Lima Rocha;
“Revelação” (RJ/SP/FR), de Gabriela I. Gaia;
“씨발 (Shibal)” (SP), de João Rubio Rubinato;
“Um Passeio” (SP), de Thalles Cabral e Fernanda Rocha.
Já no tradicional Prêmio Assembleia Legislativa de Cinema – Mostra de Curtas Gaúchos, voltado ao cinema gaúcho, 18 curtas disputam troféus e premiações em dinheiro. As exibições ocorrem nos dias 15 e 16 de agosto.
“O Acumulador de Memórias” (Pelotas), de Camisla;
“Banho Maria” (Porto Alegre), de Gabriel Faccini;
“Batidão de Botas” (Pelotas), de Camila Santos (Camisla), Daniel Galuppo, Esther Costa, Maria Eduarda Bandeira e Stella Mahle;
“Braço Forte” (Pelotas), de Rubens Fabricio Anzolin e João Fernando Chagas;
“Claudete” (Santa Cruz do Sul), de Gabriela Kopp;
“Coisa Ruim” (Porto Alegre), de Lucas Tergolina;
“Drunken Car” (Garibaldi), de Brunella Martina;
“Elisete Tem que Casar!” (Caxias do Sul), de Gaby Buffon;
“Estátuas Também Morrem?” (Brasil/Hungria/Portugal/Bélgica), de Thais Fernandes;
“Grão” (Rio Grande), de Gianluca Cozza e Leonardo da Rosa;
“Manjericão” (Xangri-Lá), de Raphaela Serafim Maciel e Eric Pauli;
“Mizandrika” (Pelotas), de Kali Breder;
“Procura-se Ator” (Imbé/Tramandaí), de Airton Tomazzoni e Laura Lautert;
“Raidinalha” (Porto Alegre), de Marco Arruda;
“O Retorno” (Porto Alegre), de Cesar Meneghetti e Mario Gianni;
“Terra Bruta” (Canoas), de Allan Riggs e Guilherme Suman;
“A Vaidade é a Última Que Morre” (Porto Alegre), de Natália Zambon;
“O Véu” (Porto Alegre), de Gabriel Motta.
Presenças confirmadas e júri
Além dos homenageados, já confirmaram participação artistas como Lázaro Ramos, Leandra Leal, Marina Ruy Barbosa, Débora Falabella, Caio Blat, Bianca Comparato, José Loreto, Augusto Madeira, Emilio Dantas, Valentina Herszage, Teca Pereira, Grace Passô e Vinícius de Oliveira, entre outros.
Os vencedores dos Kikitos das mostras competitivas serão escolhidos por jurados do audiovisual brasileiro. Na categoria de longas-metragens brasileiros, o júri é formado por Cris Vianna, Fabio Meira, Helena Ranaldi, Kênia Freitas e Marcelo Serrado.
Uma novidade desta edição é a ampliação dos recursos de acessibilidade. Todos os longas das mostras competitivas e parte dos curtas terão audiodescrição, Libras e legendas por meio do aplicativo MovieReading.
Confira a programação
Montagem do 54º Festival de Cinema de Gramado
Edison Vara/ Ag.Pressphoto
Quarta-feira (12)
13h30 – 2ª Mostra Nacional de Cinema Estudantil
13h30 – IX Mostra de Filmes Universitários
Quinta-feira (13)
19h – Mostra Educavídeo
Sexta-feira (14)
15h – Abertura Oficial do 54º Festival de Cinema de Gramado
17h – Abertura do Tapete Vermelho
18h – Sessão Hors-Concours: “Antártida”
Sábado (15)
10h – Debate Filme “Antártida”
13h – Mostra Competitiva de Curtas Gaúchos
18h – Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros: “Feito Pipa”
20h – Mostra Competitiva de Documentários Brasileiros: “O Projeto”
Domingo (16)
9h – Sessão Reprise: “Feito Pipa”
15h – Coletiva de Imprensa – Homenageado Marcos Caruso
18h – Entrega de Troféu Cidade de Gramado para Marcos Caruso
18h – Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros: “Pele de Rinoceronte”
20h – Cerimônia de Premiação Mostra de Curtas Gaúchos
Segunda-feira (17)
9h – Sessão Repise: “Pele de Rinoceronte”
9h – Mostra Infantil Petrobrás: “O Tubarão Martelo”
14h – Mostra Competitiva Longas-Metragens Gaúchos: “Remanente – Voltagem”
18h – Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros: “Chorão – Só os Loucos Sabem”
20h – Sessão Hors-Concours Lançamento de Série: “Emergência 53”
Terça-feira (18)
9h – Sessão Reprise: “Chorão – Só os Loucos Sabem”
14h – Mostra Competitiva Longas-Metragens Gaúchos: “A História Mais Triste do Mundo”
14h – Mostra Infantil Petrobrás: “DPA 4 – O Fantástico Reino de Ondion”
15h – Coletiva de Imprensa – Homenageada Renata Almeida Magalhães
16h – Exibição Especial: “Dream Team”
18h – Entrega de Troféu Eduardo Abelin para Renata Almeida Magalhães
18h – Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros: “Leite em Pó”
20h – Mostra Competitiva de Documentários Brasileiros: “Empeleitada”
Quarta-feira (19)
8h30 – Sessão Infantil: “D.P.A. 4 – O Fantástico Reino de Ondion”
9h – Sessão Reprise: “Leite em Pó”
14h – Mostra Competitiva Longas-Metragens Gaúchos: “Darcy Fagundes Meu Famoso Pai Desconhecido”
16h – Exibição Especial: “Anita”
18h – Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros: “Justino – Nos Bastidores do Reino”
20h – Entrega de Troféu Kikito de Cristal para Selton Mello
20h – Mostra Competitiva de Documentários Brasileiros: “Afrontosa”
Quinta-feira (20)
8h30 – Sessão Juvenil: “Era Uma Vez Minha 1ª Vez”
9h – Sessão Reprise: “Justino – Nos Bastidores do Reino”
9h – Mostra Infantil Petrobrás: “A Turma do Folclore”
14h – Mostra Competitiva Longas-Metragens Gaúchos: “Morro da Cruz – Memória Popular”
14h – Mostra Infantil Petrobrás: “Os Novos Brinquedos de Lupita”/”Anacleto”/”Mareu”
14h – Coletiva de Imprensa com o Homenageado Selton Mello
16h – Exibição Especial: “Grenal – O Maior Clássico das Américas”
18h – Entrega de Troféu Kikito de Cristal para Maria Fernanda Cândido
18h – Mostra Competitiva de Longas-Metragens Brasileiros: “Nosso Segredo”
20h – Mostra Competitiva de Documentários Brasileiros: “Gonzaguinha”
Sexta-feira (21)
9h – Sessão Repise: “Nosso Segredo”
14h – Mostra Competitiva Longas-Metragens Gaúchos: “Filhas da Lua”
15h – Coletiva de Imprensa com a Homenageada Maria Fernanda Cândido
16h – Exibição Especial: “Santiago”
18h – Sessão Hors-Concours de Encerramento: “La Perra”
20h – Cerimônia de Premiação das Mostras de Longas-Metragens Gaúchos e Curtas-Metragens Brasileiros
Sábado (22)
20h – Cerimônia de Premiação das Mostras de Longas-Metragens Brasileiros e Documentários
VÍDEOS: Tudo sobre o RS

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Pabllo Vittar faz participação especial em show de Rosalía no Rio


Pabllo Vittar e Rosalía durante show no Rio
Guilherme Guedes/g1
A cantora Pabllo Vittar fez uma participação especial no show da Rosalía no Rio de Janeiro nesta terça-feira (11).
Em certo momento da “Lux Tour”, a artista espanhola convida uma pessoa para o tradicional “confessionário”. Foi nesse momento que a brasileira subiu ao palco.
Na apresentação de segunda-feira (10), a convidada foi Marina Sena (leia como foi o show aqui).
Initial plugin text
Na noite desta terça, Rosalía fez uma grande apresentação da brasileira e pediu aplausos para o público presente na Farmasi Arena.
“Ela é uma verdadeira estrela. Façam barulho para a diva das divas”, disse.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Rod Stewart passa por cirurgia para implante no coração e cancela resto de turnê


Rod Stewart, aos 78 anos, faz turnê pelo Brasil, começando por Ribeirão Preto
Rogener Pavinski/g1

Fonte: G1 Entretenimento