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Festival de Cannes anuncia seleção de 2026 com Pedro Almodóvar e coprodução brasileira


‘Elefantes na Névoa’, coprodução brasileira, selecionada para Cannes
Divulgação
O Festival de Cannes anunciou, nesta quinta-feira (9), a seleção oficial de sua 79ª edição.
Entre os destaques está a coprodução brasileira “Elefantes na Névoa”, dirigida pelo nepalês Abinash Bikram Shah, que fará sua estreia mundial na mostra Un Certain Regard.
O evento, que acontece de 12 a 23 de maio, revelou uma lista dominada por grandes nomes do cinema de arte, como Pedro Almodóvar, Asghar Farhadi e Hirokazu Kore-eda.
Confira lista completa abaixo.
Drama sobre líder comunitária
Veja os vídeos que estão em alta no g1
“Elefantes na Névoa” conta com a participação das produtoras brasileiras Bubbles Project e Enquadramento Produções.
Ambientado no Nepal, o filme acompanha a busca de uma líder comunitária por sua filha desaparecida em uma região habitada por elefantes selvagens.
O projeto foi viabilizado por meio de editais de coprodução do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA). No Brasil, o longa será distribuído pela Imovision.
Júri e programação completa
A competição pela Palma de Ouro deste ano inclui novos trabalhos de veteranos como Ira Sachs (“O Homem que Amo”), Paweł Pawlikowski (“1949”) e o espanhol Pedro Almodóvar, que apresenta “Natal Amargo”.
O diretor artístico Thierry Frémaux destacou que cinco dos filmes da seleção principal são dirigidos por mulheres.
Fora da competição, o festival terá a estreia de John Travolta na direção, com o filme “Propeller One-Way Night Coach”, e uma entrevista inédita de John Lennon dirigida por Steven Soderbergh nas sessões especiais.
O cineasta sul-coreano Park Chan-wook presidirá o júri principal, enquanto Peter Jackson e Barbra Streisand serão homenageados com a Palma de Ouro honorária pelo conjunto de suas carreiras.
A lista completa dos filmes da Seleção Oficial da 79ª edição foi revelada durante a conferência de imprensa em Paris, nesta quinta-feira (9).
Confira abaixo a programação completa da competição:

Minotauro , Andrey Zvyagintsev
El ser querido , Rodrigo Sorogoyen
O Homem que Amo , Ira Sachs
1949 , Paweł Pawlikowski
Moulin , László Nemes
Histórias da noite , Léa Mysius
Fiorde , Cristian Mungiu
Nossa Saudação , Emmanuel Marre
Monstro Gentil , Marie Kreutzer
Nagi Notes , Hiroshi Fukada
Esperança , Na Hong-jin
Ovelha na Caixa , Hirokazu Koreeda
O Desconhecido , Arthur Harari
De repente , Ryûsuke Hamaguchi
A Aventura Sonhada , Valeska Grisebach
Covarde , Lukas Dhont
A Bola Preta , Javier Ambrósi e Javier Calvo
A Vida de uma Mulher , Charline Bourgeois-Taquet
Contos Paralelos , Asghar Farhadi
Natal Amargo , Pedro Almodóvar

Fonte: G1 Entretenimento

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‘O drama’ é sanduíche de neurose irritante entre boas camadas de novela, fofoca e polêmica; g1 já viu


O que você faria se descobrisse, três dias antes do seu casamento, um episódio inegavelmente condenável do passado da pessoa com quem está prestes a jurar amor eterno em frente a amigos e famílias?
Com uma premissa promissora – e polêmica, neste caso – e um casal de estrelas do calibre de Zendaya (“Euphoria”) e Robert Pattinson (“Batman”), “O drama” tinha tudo para ser um novelão divertido, ideal para fofoqueiros iniciarem debates calorosos após os créditos.
O filme independente, que estreia nesta quinta-feira (9) nos cinemas brasileiros, até chega a funcionar muito bem como tal na leveza de sua abertura e no absurdo de sua conclusão.
Infelizmente, sanduícha entre elas um longo trecho focado na neurose irritante de seu protagonista, recheado de enquadramentos inexplicáveis e situações esdrúxulas.
Muitos bons filmes transformam uma situação pessoal em uma história universal. “O drama” pega uma ideia particular com tremendo potencial coletivo e infelizmente a condensa novamente sob um olhar muito específico.
Assista ao trailer de ‘O drama’
Entre o segredo e o spoiler
O roteiro do diretor norueguês Kristoffer Borgli (“O homem dos sonhos”) narra as repercussões da revelação do grande segredo da personagem interpretada por Zendaya, dias antes de seu casamento com o noivo vivido por Pattinson.
Sem a possibilidade de revelar exatamente a natureza da hecatombe, sob pena de acusações severas de spoiler, basta dizer que dá para entender a revolta de alguns espectadores americanos – mas não necessariamente concordar.
A indignação depende muito do poder de abstração do público. Algo cada vez mais raro, é verdade, mas aqueles que conseguirem ir além têm a chance de contemplar o universo de possibilidades contido na pergunta que abre este texto.
Ou teriam, pelo menos. Porque assim que joga a bomba na mente do espectador, o filme decide mergulhar de forma profunda na mente do protagonista – e abre mão completamente de qualquer possibilidade de empatia, à exceção de homens à beira da meia-idade, muito ingleses e muito neuróticos.
Robert Pattinson e Zendaya em cena de ‘O drama’
Divulgação
O que vocês fariam?
A escolha de Borgli também impede o desenvolvimento de uma química mais real entre os dois astros. Fica ainda mais difícil de entender as incertezas do personagem quando o próprio relacionamento nunca faz muito sentido.
“O drama” até volta a melhorar no final, ao abraçar novamente o ritmo de farsa e devolver o protagonismo à noiva, de longe a coisa mais interessante – e mais mal explorada – da trama.
A essa altura, no entanto, o gosto deixado pelo longo e cansativo trecho anterior não consegue ser superado totalmente. Pelo menos o debate ao final da sessão ainda promete ser animado.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1
Robert Pattinson e Zendaya em cena de ‘O drama’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Abacatudo, Moranguete… ‘Novelas de frutas’ viralizam e divertem, mas acendem alerta de psicólogos


‘Novelas de frutas’ divertem, mas acendem alerta de psicólogos
Um personal trainer musculoso termina o namoro porque a companheira está “gorda demais”. Uma esposa é agredida por se recusar a preparar o jantar do marido.
Os enredos, problemáticos, poderiam ser de uma novela das nove, mas os protagonistas são um abacate, um morango, uma banana e uma pêra.
Seja no TikTok ou no Reels do Instagram, as “novelinhas de frutas” estão tomando conta do algoritmo de muita gente.
O sucesso de audiência das frutas animadas por Inteligência Artificial (IA) também está inflando a venda de cursos que prometem “renda extra” através dos prompts (comandos de textos) que animam os personagens.
O problema, alertam especialistas, está na “embalagem”. A estética lúdica (que remete a desenhos infantis) é um convite para que crianças e adolescentes consumam, sem filtro, roteiros carregados de palavrões e de discursos preconceituosos.
Entenda o que está por trás das ‘novelas de frutas’:
Adaptação à brasileira
Cravar a origem exata de uma “trend” é sempre um desafio. Alguns usuários, contudo, apontam o perfil “AI.Cinema021” como um dos precursores dessa modinha no TikTok.
“Fruit Love Island”, reality show feito por Inteligência Artificial.
Reprodução: redes sociais
Em março deste ano, a conta viralizou ao adaptar o formato do reality show britânico “Love Island” para o universo das frutas. O resultado foi uma explosão de audiência que ultrapassou os 2,5 milhões de seguidores. Combinados, os conteúdos somam cerca de 30 milhões de curtidas.
As versões brasileiras, no entanto, seguem um caminho próprio. O que era uma paródia de reality show internacional foi adaptado com gírias e cenários locais que mais parecem com o estilo de programas como o “Casos de Família”.
Abacatudo, Moranguete e Bananildo são alguns dos personagens que dão rosto e voz sintética a tramas que comprimem, em 60 segundos, o suco de um típico dramalhão brasileiro mesmo. Com direito a fofocas, traições e até barracos em bailes funk.
Surfando no hype…

O fenômeno furou a bolha do entretenimento e mobilizou grandes marcas. No último domingo (5), o perfil oficial do Flamengo surfou na onda após a vitória sobre o Santos, mas não foi o único.
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Empresas como Carrefour e Burger King, além da Prefeitura de Salvador, também aproveitaram o engajamento das frutas para interagir com o público nas redes sociais.
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Influenciadores digitais também vão na mesma linha e agora produzem versões “live-action” das tramas, pintando os próprios rostos e encenando os diálogos mais virais das animações.
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Também não faltam vídeos de usuários fazendo referências diretas a Abacatudo ou Moranguete enquanto fazem compras em hortifrutis e feiras. Todos utilizam a mesma trilha sonora de “suspense”, marca registrada das novelinhas.
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Brincadeira virou mercado
Apesar de terem surgido como entretenimento “inofensivo” nas redes, as frutinhas de IA já se converteram em um modelo de negócio.
Na plataforma Hotmart, o “Método Frutas Virais” é ofertado por diferentes vendedores por valores entre R$ 6,90 e R$ 47, com a promessa de ensinar ensinar qualquer aluno a criar seus próprios personagens e monetizar em dólar para fazer uma “renda extra”.
Cards de divulgação de cursos para criar “personagens virais” em formatos de frutas e legumes
Divulgação
Na descrição de um dos métodos, o programa promete capacitar o usuário a “criar personagens que prendem a atenção” e “montar cenas com alto potencial de viralização”.
A estratégia é transformar perfis comuns em verdadeiras “máquinas de conteúdo”. Tudo isso no anonimato, “sem precisar aparecer”.
Perfis no TikTok de contas que publicam as ‘novelinhas’ de frutas. Em alguns deles, propostas de parcerias. Em outros, links de cursos ensinando a “ganhar dinheiro com IA”.
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Estética de criança, roteiro de adulto
Apesar das cores vibrantes que remetem ao universo infantil, especialistas acendem o alerta para o fato de que o formato utiliza a aparência de desenho animado para mascarar conteúdos de ódio.
“A gravidade não está na forma, que parece inocente e colorida. Mas no conteúdo que é extremamente problemático, inclusive para adultos”, afirma a psicanalista Fabíola Barbosa, em entrevista ao g1.
O perigo reside em roteiros que, embora animados por IA, são escritos por pessoas.
“Eles aludem à objetificação feminina, gordofobia e relacionamentos tóxicos para validar a existência dos personagens”, observa.
Ao contrário de produções que permitem a reflexão, as novelas de IA apresentam cenas de violência física e psicológica sem qualquer consequência ou profundidade.
“É urgente que tenhamos uma legislação sobre o uso das redes por menores, mas, enquanto isso, precisamos estar mais próximos para abrir conversas sobre o que eles estão consumindo”, finaliza.
Como são as diretrizes das redes para menores?
De acordo com as diretrizes disponibilizadas pelas plataformas, é necessário ter pelo menos 13 anos para criar uma conta no TikTok ou no Instagram. As redes pedem comprovação via documento ou selfie de vídeo.
Perfis identificados como pertencentes a menores dessa faixa são excluídos permanentemente, sem exceções. Para o público entre 13 e 17 anos, os conteúdos e interações nas plataformas são limitados.
Segundo o Relatório de Transparência do primeiro trimestre de 2026, cerca de 1,2 milhão de conteúdos são removidos mensalmente por violações de regras infantis.
O sistema prioriza o banimento em até 24 horas para casos de “bullying, violência ou qualquer teor sexualizado envolvendo menores”, mantendo uma política de tolerância zero para contas que exponham crianças a situações de risco.

Fonte: G1 Entretenimento

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Matthew Perry: veja quem são os condenados pela morte do ator e quais as penas


Matthew Perry, de 54 anos, foi encontrado morto na sua casa em Los Angeles em 2023, depois de anos de luta contra a depressão e a dependência.
Reprodução/BBC
A traficante Jasveen Sangha, conhecida como “a rainha da cetamina”, foi condenada a 15 anos de prisão pela morte do ator Matthew Perry nesta quarta-feira (8). Ela é a terceira condenada por envolvimento no caso, se juntando aos médicos Salvador Plasencia e Mark Chavez.
➡️O astro de “Friends” foi encontrado morto aos 54 anos em casa, em 2023. Um relatório de autópsia concluiu que Perry morreu pelos “efeitos agudos da cetamina”, que, combinados com outros fatores, fizeram com que o ator perdesse a consciência e se afogasse em uma banheira de hidromassagem.
O primeiro condenado pela justiça norte-americana foi o médico Salvador Plascencia. Ele injetou cetamina no ator em várias oportunidades.
Matthew Perry morreu devido a “efeitos agudos” da substância quetamina, diz laudo
Segundo a agência Reuters, Plasencia se declarou culpado em julho de 2025. Seu julgamento aconteceu em 3 de dezembro e ele foi condenado a dois anos e meio de prisão.
Já o médico Mark Chaves foi condenado a oito meses de prisão domiciliar em 16 de dezembro de 2025. Ele se declarou culpado pelo crime de conspiração para distribuir o anestésico controlado e entregou sua licença médica em novembro.
Ainda de acordo com a agência Reuters, como parte de seu acordo de confissão, Chavez admitiu ter vendido cetamina para Plasencia, que repassou a droga ao ator, embora não fosse a dose que acabou matando o ator.
Erik Fleming, o intermediário, e o assistente pessoal, Kenneth Iwamasa, também se declararam culpados no caso e receberão as sentenças ainda neste mês, segundo a NBC News.
Rainha da cetamina é sentenciada a 15 anos de prisão por morte de Matthew Perry
Montagem/g1
A condenação da “rainha da cetamina”
Em setembro de 2025, Sangha assumiu a culpa por cinco crimes ligados ao tráfico de drogas. Ela também reconheceu que operava, em sua casa em North Hollywood, um ponto de armazenamento e distribuição de substâncias ilícitas.
Matthew Perry, lembrado pelo papel de Chandler Bing na série “Friends”, já havia falado abertamente sobre anos de dependência química, inclusive durante o período em que alcançou grande popularidade com o programa.
Pouco antes de morrer, o ator dizia estar sóbrio. Ainda assim, conforme as autoridades, ele fazia tratamento com infusões de cetamina para depressão e ansiedade em uma clínica — onde teria desenvolvido uma nova dependência.
Após ter o aumento da dose negado pelos médicos, Perry buscou alternativas ilegais. Nesse contexto, Sangha confessou ter repassado 51 frascos de cetamina a um intermediário, Erik Fleming, que depois fez chegar a substância ao ator por meio de seu assistente pessoal, Kenneth Iwamasa.
De acordo com a acusação, Kenneth aplicou ao menos três doses de cetamina, utilizando substâncias fornecidas por Sangha, no dia da morte de Perry.
Sangha também reconheceu que tinha conhecimento de que os frascos vendidos ao intermediário Erik Fleming seriam destinados a Perry. Além disso, admitiu ter comercializado cetamina para outra pessoa, em agosto de 2019, que morreu poucas horas depois em decorrência de uma overdose.

Fonte: G1 Entretenimento

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Da vida de luxo à condenação: quem é a ‘rainha da cetamina’ envolvida na morte de Matthew Perry


Reinha da cetamina
Reprodução/X
A traficante Jasveen Sangha, conhecida como a “rainha da cetamina”, é apontada como uma peça central em um esquema de distribuição de drogas voltado a clientes ricos e celebridades.
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Nesta quarta-feira (8), Sangha foi sentenciada a 15 anos de prisão por envolvimento na morte do ator Matthew Perry.
Como mostrou um documentário da BBC, a mulher levava uma vida dupla: enquanto mantinha uma imagem de luxo, influência e conexões sociais, operava, segundo as autoridades, um ponto ativo de venda de drogas.
Matthew Perry morreu devido a “efeitos agudos” da substância quetamina, diz laudo
Vida de luxo
Sangha tem dupla nacionalidade, britânica e americana, e cresceu em uma família rica. Filha de empresários, foi criada na Califórnia e estudou em Londres, onde concluiu um MBA. Amigos ouvidos pela BBC dizem que ela sempre aparentou ter uma vida estável, cercada por festas, viagens e um amplo círculo social.
Ela frequentava eventos, viajava em jatos particulares e mantinha presença constante nas redes sociais, onde exibia uma rotina de ostentação. Também teria participado de eventos como o Oscar e o Globo de Ouro.
Relatos ouvidos pela BBC descrevem uma rotina intensa de festas em Los Angeles, muitas vezes com duração de dias. Sangha fazia parte de um grupo de amigas que organizava eventos com presença de celebridades, onde o consumo de drogas, incluindo cetamina, era frequente.
Apesar da proximidade com amigos, muitos afirmam que desconheciam completamente o envolvimento dela com drogas.
“Eu não sabia de nada”, disse um ex-colega à BBC.
LEIA TAMBÉM: cetamina, usada como anestésico e antidepressivo, pode causar perda de consciência e até levar à morte
Vida no crime
Quando se declarou culpada pelos crimes relacionados à morte de Perry, Sangha admitiu operar em sua casa em North Hollywood. Durante buscas no local, agentes encontraram mais de 80 frascos de cetamina, além de milhares de pílulas, incluindo metanfetamina, cocaína e Xanax.
De acordo com as investigações, o esquema atendia principalmente clientes ricos e famosos. Um agente do departamento antidrogas dos Estados Unidos, Bill Bodner, afirmou à BBC que Sangha usava o dinheiro do tráfico para financiar sua imagem como influenciadora.
O processo que julgava o envolvimento na morte do ator indicava que Sangha vendia entorpecententes para milionários e celebridades.
O envolvimento na morte de Perry
Rainha da cetamina é sentenciada a 15 anos de prisão por morte de Matthew Perry
Montagem/g1
Em setembro de 2025, Sangha assumiu a culpa por cinco crimes ligados ao tráfico de drogas no julgamento da morte de Perry
➡️O astro de “Friends” foi encontrado morto aos 54 anos em casa, em 2023. Um relatório de autópsia concluiu que Perry morreu pelos “efeitos agudos da cetamina”, que, combinados com outros fatores, fizeram com que o ator perdesse a consciência e se afogasse em uma banheira de hidromassagem.
A sentença de 15 anos foi definida pela juíza federal Sherilyn Garnett, que uma punição superior à aplicada aos outros dois médicos envolvidos no caso.
Sangha foi responsável por parte do processo de fornecimento da droga para o ator. Ela confessou ter repassado 51 frascos de cetamina a um intermediário, Erik Fleming, que depois fez chegar a substância a Perry por meio de seu assistente pessoal, Kenneth Iwamasa.
Sangha também reconheceu que tinha conhecimento de que os frascos vendidos ao intermediário Erik Fleming seriam destinados a Perry. Além disso, admitiu ter comercializado cetamina para outra pessoa, Cody McLaury, que morreu poucas horas depois em decorrência de uma overdose.
Segundo os registros, um familiar da vítima chegou a enviar uma mensagem direta a Sangha afirmando que a droga vendida por ela havia causado a morte. Dias depois, ela teria pesquisado na internet se a cetamina poderia ser listada como causa de morte — o que, para os investigadores, sugere que ela tinha conhecimento dos riscos envolvidos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Destaque no teatro e figurante em ‘Game of Thrones’, Michael Patrick morre aos 35 anos


Michael Patrick em cena de ‘My right foot’
Divulgação
O ator Michael Campbell, que utilizava o nome artístico de Michael Patrick, morreu nesta terça-feira (7). Ele participou da série “Game of Thrones” e foi destaque no teatro do Reino Unido.
A morte de Michael foi confirmada pela sua esposa em postagem nas redes sociais nesta quarta-feira (8).
Em 2023, ele foi diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA), doença sem cura e que causa a perda do controle muscular.
Michael fez uma pequena participação no sétimo episódio da sexta temporada de “Game Of Thrones”. Ele também participou das série policial “Blue Lights”.
No entanto, foi no teatro que ele teve seu auge como ator. Em 2025, ele venceu o “The Stage Awards”, uma das maiores premiações do teatro no Reino Unido, pela criação e atuação em “A Tragédia de Richard III”, peça adaptada de William Shakespeare.
“Mudamos a história para que, no início da peça, Richard receba a informação de que tem uma doença terminal, algo como ELA”, disse à BBC.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O que é a ELA
De caráter progressivo, a esclerose lateral amiotrófica (ELA) afeta os neurônios responsáveis pelos movimentos do corpo e causa a perda do controle muscular.
Além de ser uma doença ainda sem cura, a esclerose amiotrófica tem um diagnóstico difícil. São necessários cerca de 11 meses para detectar a doença.
A dificuldade existe porque não há nenhum exame de laboratório que indique alguma substância no sangue ou marcador de precisão para detectar a doença.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Rainha da cetamina’ é sentenciada a 15 anos de prisão por morte de Matthew Perry


Matthew Perry em foto de novembro de 2022
Willy Sanjuan/Invision/AP
A traficante conhecida como a “rainha da cetamina” foi sentenciada a 15 anos de prisão por envolvimento na morte do ator Matthew Perry, nesta quarta-feira (8).
O astro de Friends foi encontrado morto aos 54 anos em casa, em 2023.
Jasveen Sangha foi acusada de fornecer a dose que tirou a vida de Perry.
Uma autópsia concluiu que Perry morreu devido aos efeitos agudos da cetamina que, combinados com outros fatores, fizeram com que o ator perdesse a consciência e se afogasse em sua banheira de hidromassagem em 28 de outubro de 2023.
Perry, mais conhecido por seu papel como Chandler Bing na comédia televisiva “Friends”, sucesso da NBC nos anos 1990, reconheceu publicamente décadas de abuso de substâncias, inclusive durante o auge de sua fama no programa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Leandro Boneco, do BBB 26, é encaminhado para exames após passar mal


Leandro do BBB 26
Globo/ Manoella Mello
Leandro Boneco, participante do BBB 26, pediu atendimento médico na manhã desta quarta-feira (8). O brother não se sentiu bem e foi ao confessionário, onde recebeu atendimento da equipe médica do programa.
Em nota, a TV Globo explicou que o participante deixou o confinamento para realização de exames. “Depois de ter sido atendido pela equipe médica do programa na casa, o participante Leandro foi encaminhado para realização de exames. Lembramos que o atendimento médico faz parte de um procedimento padrão do reality e está disponível para todos os participantes sempre que necessário”.
Os demais participantes foram avisados de que Leandro estava em atendimento médico e que seu estado de saúde era bom. “Atenção, todos. Para ciência de todos, o Leandro está em atendimento médico. Ele está bem”, anunciou a produção da casa.
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Chico Buarque vai à Havana gravar com o cantor cubano Silvio Rodríguez


Chico Buarque (à esquerda) posa em Havana com o cantor e compositor cubano Silvio Rodríguez
Francisco Proner / Reprodução Facebook Chico Buarque
♫ NOTÍCIA
♬ Composta em 1974 pelo artista cubano Silvio Rodríguez e lançada na voz do autor no ano seguinte, em gravação feita para o álbum “Días y flores” (1975), a canção “Sueño con serpientes” ganhou amplitude no Brasil ao ser interpretada por Milton Nascimento no álbum “Sentinela” (1980) em dueto com a cantora argentina Mercedes Sosa (1935 – 2009).
Decorridos 46 anos da gravação de Milton, a canção ganha a voz de outro ícone da MPB. Ontem, 7 de abril. Chico Buarque desembarcou em Havana – após 34 anos sem ir a Cuba – para gravar “Sueño con serpientes” com o cantor e compositor Silvio Rodríguez, de quem Chico é amigo há cerca de 50 anos.
Anunciada hoje nas redes sociais de Chico Buarque, a gravação do dueto está programada para ser feita em estúdio, amanhã, quinta-feira, 9 de abril.

Fonte: G1 Entretenimento

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Silva volta à leveza em ‘Rolidei’, álbum solar para curtir a vida boa à beira-mar


Silva lança ‘Rolidei’, álbum com canções pautadas pela alegria e compostas em março de 2025 durante férias do artista
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♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Rolidei
Artista: Silva
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ “Rolidei”, álbum que Silva lança hoje, 8 de abril, pode ser encarado como movimento de retrocesso do artista em direção ao básico, à leveza pop que fez o cantor, compositor e multi-instrumentista capixaba migrar do circuito indie para o mainstream em travessia feita ao longo dos últimos dez anos.
Antecedido em novembro por “Virá” (2025), single que deu a pista certeira de “Rolidei” ao apresentar música imersa nas boas vibrações do axé, o álbum soa como um movimento natural de um artista que viu parte do público debandar quando lançou “Encantado” (2024), disco mais ambicioso, pautado pela diversidade rítmica, por feats inusitados (com as cantoras Carminho e Leci Brandão, entre outros nomes) e pelo contraste entre luzes e sombras.
“Rolidei” aposta tudo na luz do sol. “Rolidei” é álbum para curtir a vida boa à beira-mar, como já direciona a música boa que abre o disco, “Sudamérica”, faixa escolhida para promover esse sétimo álbum autoral gravado em estúdio por Silva.
Entre ecos da bossa nova, dos boleros havaianos de Lulu Santos, da pulsação do axé, das canções mergulhadas em sal e da batida do samba, Silva apresenta um cancioneiro filtrado pela alegria.
Composta em março de 2025, durante férias do artista, a safra autoral do álbum “Rolidei” – quase toda assinada por Silva com o irmão Lucas Silva, parceiro habitual – inclui músicas em estilo good vibes como “Areia” e “Deus de batom” entre a faixa-vinheta “Dias assim”, interlúdio feito de sons de mar, vocais e violão.
Com ágil batida synth pop, a música-título “Rolidei” pode até ser seguida pelo público que costuma ir atrás do Bloco do Silva – o mesmo podendo ser dito de “Sorriso de pura beleza”, parceria do cantor com Samuel Emery.
Orquestrada pelo próprio Silva, a produção musical do álbum “Rolidei” serve bem às músicas. Desta vez, não há feats, samples e maiores pretensões. A ideia do artista parece ter sido mergulhar em águas tranquilas, como exemplifica “Ondina”, outra música dessa safra marítima de canções suaves.
“Sinto que esse é o meu álbum mais alegre até aqui. Alegria como necessidade básica mesmo, pra gente encarar a vida. Fiz o ‘Rolidei’ para me acompanhar nos dias mais solares e para atravessar melhor os dias ruins. Que esse álbum lhe traga uma sensação de férias e de tempo bem vivido”, conceituou Silva em texto postado nas redes sociais do artista.
Com título que abrasileira a palavra holiday (feriado, em inglês), em alusão à homônima caravana mambembe que atravessava o país no filme “Bye bye Brasil” (Cacá Diegues, 1979), o álbum “Rolidei” vai para onde tem sol e mar com músicas como “Hotel Pasárgada” e “Ouvir a maré”.
Por mais que soe (levemente) repetitivo na medida em que avançam as 12 faixas, o álbum “Rolidei” sustenta o conceito básico que o gerou, inclusive quando esboça certo intimismo na vinheta instrumental “Atlântico Sul” e quando caminha para a introspecção final na balada de voz e violão “Algo bom”, cuja letra otimista cita verso de “Até quem sabe” (João Donato e Lysias Ênio, 1973).
Enfim, “Rolidei” pode não ser o álbum mais ambicioso de Silva, mas cai bem nesse momento em que o mundo doente e em guerra necessita de paz e alegria.
Capa do álbum ‘Rolidei’, de Silva
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Contracapa do álbum ‘Rolidei’, de Silva
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Fonte: G1 Entretenimento