Categorias
ENTRETERIMENTO

Shakira e outros famosos colombianos prestam solidariedade após terremoto no país


Prédio desaba em Pereira, na Colômbia, durante terremoto de magnitude 7,4
Um terremoto de magnitude 7,4 atingiu a Colômbia nesta segunda-feira (10) e causou destruição em diversas cidades do país. Alguns famosos colombianos usaram suas redes sociais para prestar solidariedade às vítimas das áreas atingidas.
Leia também: Terremoto atinge a Colômbia e causa destruição em várias cidades
O epicentro do tremor ocorreu em San José del Palmar, no oeste colombiano, a uma profundidade de 110 km, segundo a agência geológica dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês). A cidade fica a cerca de 230 km de Bogotá e a 150 km de Medellín e de Cáli.
Shakira
Shakira presta solidariedade ao povo colombiano
Reprodução
“Colômbia querida, meu coração está com todos os que hoje sentiram esse terremoto e com as famílias que estão passando momentos de angústia. Em momentos assim, os colombianos sabemos nos unir e nos sustentar uns aos outros. Toda a minha força e o meu amor para a minha terra. Vamos nos abraçar forte e ficar atentos às indicações para podermos ajudar assim que possível”.
Maluma e J Balvim prestam solidariedade ao povo colombiano
reprodução
Maluma
“Que dor tudo o que está acontecendo na Colômbia. Um abraço de alma a todos os familiares das vítimas e saibam que estamos à disposição para ajudar. Mais adiante, compartilharemos formas de ajuda para as pessoas que mais precisam. Força, Colômbia! Agora, mais do que nunca, precisamos dessa força e dessa união.”
J Balvin
“Muita força diante desta situação provocada pelo terremoto na Colômbia. Força para todo o povo colombiano e para as famílias que estão sendo afetadas. Vamos nos mobilizar para ajudar nessa situação.”
Nicky Jam
“Colômbia, acabei de ver o que está acontecendo e estou sem palavras. Meu coração está com vocês, com cada família. A Colômbia sempre me deu amor, e hoje é minha vez de retribuir. Força, irmãos, vocês não estão sozinhos”.
Carlos Vives
Carlos Vives presta solidariedade ao povo colombiano após o terremoto
Reprodução
“Toda a nossa solidariedade a quem hoje vive momentos de angústia após o forte terremoto em nosso país. Rezamos pela segurança das famílias colombianas, pelos feridos e pelas comunidades afetadas. É hora de nos unirmos, cuidarmos uns dos outros e nos apoiarmos mutuamente. Colômbia, permaneça forte e unida. #UnidosPelaColômbia”.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Vandal faz valer a identidade baiana ao cruzar rap, pagodão e samba-reggae na sinfonia afro do álbum ‘Vanguardah’


Pioneiro do grime e do drill no hip hop do Brasil, o rapper Vandal lança o álbum ‘Vanguardah’ na quinta-feira, 13 de agosto
Pedro Soares / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Nascido Luis Sidnei Barbosa Correia na cidade de Salvador (BA), o rapper Vandal faz valer a identidade soteropolitana ao cruzar rap com samba-reggae e com pagodão baiano na sinfonia afro do álbum “Vanguardah”. Gravado por Vandal sob direção musical de Russo Passapusso, um dos pilares da banda BaianaSystem, o álbum “Vanguardah” tem lançamento programado para quinta-feira, 13 de agosto, Dia de Santa Dulce dos Pobres no calendário religioso da Bahia.
Um dos pioneiros do grime e do drill no universo do hip hop brasileiro por conta da mixtape que o projetou há onze anos, “Tipolazvegazh” (2015), Vandal cresceu ouvindo pagodão antes de aderir ao rap. Através das dez músicas do álbum “Vanguardah”, o rapper tem a intenção de moldar um retrato contemporâneo da Bahia a partir das próprias vivências, em movimento de expansão sonora da discografia.
Artistas como DJ KL Jay, Giovanni Cidreira, Hiran, Josyara e Liz Reis, além de Russo Passapusso, impulsionam o movimento de Vandal, fazendo colaborações no álbum “Vanguardah”, formatado com produção musical de Tiago Simões, Calibre MC e Seko Bass sob direção artística de Phodismo e do próprio Vandal.
Ancestralidade, memória e religiosidade são alguns temas que atravessam repertório autoral composto por músicas como “Ah verdadeh dah cidadeh”, “Avemariah” (cantada por Vandal com a cantora Liz Reis), “Saveirozh”, “Pontoh deh revoltah” (faixa com samples e riscos do DJ KL Jay), “Supereh” (feat do rapper com Hiran), “Requiémh parah umh sonhoh” (composta e gravada por Vandal com Josyara) e “Anjoh bomh dah Bahiah”, tema gravado no disco com produção musical do maestro Ubiratan Marques, parceiro e convidado de Vandal na composição.
Como percebido pelas grafias estilizadas das músicas do álbum “Vanguardah”, Vandal tem o hábito de adicionar um h ao fim de cada palavra.
Capa do álbum ‘Vanguardah’, do rapper Vandal
Pedro Soares / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Atriz indiana é beijada à força por fã durante evento


Atriz indiana é beijada à força por fã durante evento
Reprodução/X
A atriz indiana Nikita Rawal participava do evento Bright OTT & Style Awards neste sábado (08), em um hotel de Mumbai, na Índia, quando viveu um momento constrangedor. Segundo informações do jornal “El Heraldo de México”, ela posava para os paparazzi quando uma fã se aproximou e a beijou à força.
No vídeo que viralizou nas redes sociais, a atriz chega a tentar se desvencilhar da mulher e aparece visivelmente constrangida após a abordagem.
De acordo com o jornal, os seguranças imediatamente afastaram a fã para impedi-la de se aproximar da atriz novamente. Abalada, a atriz não conteve as lágrimas e foi amparada por integrantes de sua equipe.
Initial plugin text

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Quase 30 anos depois, o assassinato do rapper Tupac Shakur finalmente chega a julgamento; relembre caso


Duane Davis (à esquerda) foi indiciado pela morte de Tupac Shakur (à direita)
Reuters/Foto de arquivo
O julgamento contra o ex-líder de uma gangue acusado de orquestrar o assassinato do rapper Tupac Shakur começa nesta segunda-feira (10) em Las Vegas, 30 anos depois da morte do astro do hip-hop californiano.
É pouco provável que os argumentos expliquem quem atirou contra Shakur na noite de 7 de setembro de 1996, quando ele estava em Las Vegas para assistir a uma luta de boxe de Mike Tyson.
Mas o Ministério Público espera demonstrar que Duane “Keffe D” Davis, ex-líder dos South Side Compton Crips, mandou executar o assassinato e forneceu a arma do crime.
Aos 63 anos, ele pode pegar uma pena de prisão perpétua sem direito a redução da pena. O assassinato continua sendo um dos crimes não resolvidos mais famosos dos Estados Unidos.
Assassinado aos 25 anos, “2pac” era uma figura-chave da famosa rivalidade entre as cenas do hip-hop da costa oeste e da costa leste dos Estados Unidos.
Conhecido por sucessos como “California Love” e “All Eyez on Me”, Shakur – filho de uma integrante do partido de esquerda Panteras Negras – rapidamente se tornou o arquétipo do ‘bad boy’ da Califórnia quando assinou com a Death Row Records, sediada em Los Angeles.
O julgamento promete retomar a guerra de egos entre seu selo, fundado por Marion “Suge” Knight, e a Bad Boy Records, criada na costa leste por Sean “P. Diddy” Combs. Nesta última trabalhava Christopher “The Notorious B.I.G.” Wallace, renomado rapper assassinado seis meses depois da morte de Shakur.
Segundo a acusação, a Death Row Records era protegida pela Mob Piru, uma gangue de Los Angeles da qual Suge era membro.
VEJA TAMBÉM
Entrevistas e livro de memória transformam testemunha em suspeito da morte de Tupac
A Bad Boy Records, por sua vez, havia contratado para sua proteção a organização rival South Side Compton Crips, liderada por Duane Davis.
Após a luta de Mike Tyson no cassino MGM Grand, Suge e Tupac espancaram o sobrinho de Davis, Orlando “Baby Lane” Anderson, porque ele havia arrancado um medalhão do pescoço de um dos funcionários da Death Row.
Segundo a acusação, o chefe da gangue então teria organizado uma vingança.
Memórias comprometedoras
Diante da falta de provas, a investigação ficou estagnada por décadas, antes de ser retomada após a publicação das memórias de Duane Davis em 2019. Nelas, ele conta que estava no banco dianteiro do Cadillac branco de onde foram disparados os tiros que mataram Tupac.
Ele também explica que passou uma pistola para o banco de trás, sem nunca dizer quem atirou. Todos os ocupantes do veículo morreram desde então.
Declarações comprometedoras e coerentes com entrevistas anteriores concedidas à imprensa se voltaram contra ele e levaram à sua prisão em setembro de 2023. Mas o ex-líder da gangue agora nega estas confissões e se declara inocente.
“Sou inocente. Nunca matei ninguém. Eles não têm nenhuma prova contra mim”, afirmou em março de 2025 à ABC News, em uma entrevista da prisão.
O julgamento começará com a seleção do júri, que deve durar uma semana.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Teresa Cristina marca posição no bloco de sambas do primeiro álbum autoral da discografia, ‘Tudo que eu tenho’


Teresa Cristina lança na sexta-feira, 14 de agosto, o primeiro álbum com repertório inteiramente autoral na discografia iniciada em 2002
Nana Moraes / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Tudo que eu tenho
Artista: Teresa Cristina
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ “Sou batuqueira, sim / Sou brasileira, sim / Meu estandarte é negro, é tupiniquim / Sou batuqueira, sim / Sou brasileira, sim / E no meu bloco ele não toca tamborim”, avisa Teresa Cristina, marcando posição nos versos do refrão de “Meu bloco”, parceria da compositora carioca com Raul Di Caprio.
“Meu bloco” é um dos dez sambas que compõem o repertório inédito do primeiro álbum inteiramente autoral de Teresa Cristina, “Tudo que eu tenho”, no mundo digital a partir da próxima sexta-feira, 14 de agosto.
Cantora revelada como intérprete em 1998 no circuito de bares da Lapa, o então revitalizado bairro boêmio do Centro do Rio de Janeiro (RJ), cidade do samba, Teresa Cristina é cria do subúrbio carioca, celeiro dos pagodes realizados nos quintais, terreiros e quadras.
A geografia carioca está entranhada na alma de “Tudo que eu tenho”, álbum gravado com produção musical e arranjos de Pretinho da Serrinha. Contudo, é a alma da própria Teresa Cristina que rege o samba de “Tudo que eu tenho”, álbum altivo de uma mulher que sabe o quer, inclusive na hora de dialogar com o produtor do próprio disco.
Portando um estandarte negro e feminino ao longo do álbum, Teresa se impõe como compositora em mercado que tentou abafar a produção autoral da artista, cuja discografia recente ficou centrada em songbooks de compositores como Cartola (1908 – 1980), Noel Rosa (1910 – 1937) e Zeca Pagodinho. Basta dizer que o último álbum em que a cantora tinha dado voz a músicas de lavra própria, “Melhor assim”, foi lançado em 2010, há longos 16 anos.
“Me solte em qualquer rua, eu canto / Impeça o meu cantar, eu grito / […] / Ganhei a rua, fui ouvir a voz do povo / E olha eu aqui de novo”, celebra a compositora bamba no samba-título “Tudo que eu tenho”, brado sereno de resistência tanto pessoal quanto política.
Em essência, o álbum “Tudo que eu tenho” simboliza a tomada de posição da artista na esfera da vida privada e também em âmbito social, político. “Tudo que eu tenho” é samba de terreiro com um toque rural que soa mais realçado em “Nostalgia”, samba que flerta com o universo do calango.
Como já sinalizara o single que anunciou o álbum em 19 de junho, com a gravação do samba “Quando a onda passar” (Teresa Cristina, Mosquito e Xande de Pilares), Teresa Cristina segue padrões do samba no repertório de “Tudo que eu tenho”, segura da própria inspiração, sem inventar moda e sem querer impressionar.
Talvez por sempre ter carregado no canto uma melancolia que dá sentido à sentença do poeta de que “o samba é a tristeza que balança”, Teresa Cristina logo tenha se imposto em cena como fiel tradutora das emoções de bambas como Paulinho da Viola, cujo cancioneiro abordou no primeiro álbum, lançado em 2002.
O balanço de “Notícia boa” – parceria da artista com o compositor e violonista baiano Cezar Mendes – embala essa melancolia na onda sedutora de versos resignados como “Deixo a maré levar / Que a onda vai trazer / Uma notícia boa / O que não deve ser / Não pode acontecer / É ilusão à toa / À toa / À toa” em gravação arranjada por Itamar Assiere.
A resignação também é senhora no samba “Pode acontecer”, parceria de Teresa com Marisa Monte que desliza macio em um salão no sopro do trombone de Antonio Neves. Samba buliçoso da lavra solitária de Teresa Cristina, “Taturana” evolui leve como a borboleta no ar mencionada em verso da letra, com arranjo que evoca gravações de discos de Zeca Pagodinho e do grupo Fundo de Quintal.
Parceria da compositora com Moacyr Luz, “Yabá” é samba doce que acarinha a entidade feminina afro-brasileira – senhora da natureza e da cura das dores humanas – no arranjo assinado por Paulão Sete Cordas. Ainda dentro do universo das religiões de afro-brasileira, “Bato pa ó” (Teresa Cristina, Mingo Silva e Bruno Barreto) é samba batuqueiro que adentra as matas para saudar caboclos e orixás.
No arremate do álbum, “Canto para Ogum” aponta a lança aguçada de um samba de toque africano para saudar o orixá nominado no título dessa composição. Esse samba já vinha sendo apresentado por Teresa Cristina em shows, nos últimos anos, ao longo do demorado período de maturação de álbum que se fazia necessário para expandir a obra dessa compositora que veste bem os próprios sambas com a voz que tem.
Capa do álbum ‘Tudo que eu tenho’, de Teresa Cristina
Nana Moraes / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Rosalía no Brasil: veja provável setlist e tudo o que você precisa saber sobre os shows


Rosalía se apresenta no Lollapalooza 2023 em São Paulo
Fábio Tito/g1
A artista catalã Rosalía se apresenta na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro, nesta segunda (10) e terça (11). Essa será a primeira vez que ela canta o disco “Lux” no Brasil, meses após promover o álbum com uma audição no Cristo Redentor.
Abaixo, o g1 conta tudo o que você precisa saber sobre os shows de Rosalía no Brasil.
Qual a fase atual de Rosalía?
Rosalía serve a Deus e à música clássica em novo álbum
Rosalía está na turnê do disco “Lux”, lançado em novembro de 2025. A religião é um tema central do trabalho. Ao longo das músicas, a artista reflete sobre sua relação com Deus e o mistério da vida, a partir de uma perspectiva feminina.
As músicas são cantadas em 13 idiomas, incluindo português (com sotaque de Portugal), no fado “Memória”. Na balada ao piano “Sauvignon Blanc”, sobre desapegar-se dos bens materiais em nome do amor, Rosalía esconde Santa Teresa de Ávila, que abriu mão das posses de uma família rica para seguir o caminho da devoção.
Em “Berghain”, divulgada em outubro como primeiro single, ela canta em alemão inspirada por Hildegard von Bingen, monja beneditina alemã conhecida pela atuação nas mais diversas áreas: da música à medicina natural. O disco é um prato cheio para quem gosta de pesquisar referências. Saiba mais.
Como devem ser os shows?
Nesta turnê, Rosalía mistura canto lírico, balé, religião e artes clássicas em um show teatral e grandioso. A apresentação é dividida em 5 atos, alternando entre canções dramáticas e outras mais dançantes, com diferentes cenografias.
Enquanto a cantora se apresenta no palco principal, em formato de cruz, uma orquestra reproduz os arranjos no meio da pista.
Chappell Roan foi uma das convidadas do ‘confessionário’ do show de Rosalía
Reprodução/YouTube
Além disso, há um segmento em que aparece um “confessionário” no palco. Nessa hora, Rosalía recebe um convidado (geralmente um famoso), que faz confissões sobre sua vida amorosa.
Na setlist, estão faixas dos discos “Lux”, “Motomami” e “Los Angeles”. Geralmente, não há nenhuma música do “El Mal Querer”. “Memória”, faixa em português do “Lux”, não costuma estar na setlist, mas a gente torce para que ela inclua nos shows por aqui (assim como fez em Portugal).
Qual é o provável setlist do show?
Ato I
Sexo, violencia y llantas
Reliquia
Porcelana
Divinize
Mio Cristo piange diamanti
Ato II
Berghain
SAOKO
LA FAMA
LA COMBI VERSACE
De madrugá
Ato III
El redentor
Can’t Take My Eyes Off You (cover)
La perla
Sauvignon blanc
La yugular
Ato IV
Dios es un stalker
La rumba del perdón
CUUUUuuuuuute
El atardecer
Ato V
BIZCOCHITO
DESPECHÁ
Focu ‘ranni
Bis
Magnolias

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Submissão’ ao Grammy Latino: por que artistas estão comemorando etapa burocrática da premiação?


Flay e Eliezer celebraram inscrição no Grammy Latino
Reprodução/Instagram
Flay e Eliezer viraram assunto nas redes sociais após publicarem vídeos celebrando suas inscrições no Grammy Latino 2026.
Autora de “Sertões”, a cantora postou um vídeo emocionado, falando sobre um “sonho realizado” com a inscrição. Já o ex-BBB comemorou pelo trabalho infantil idealizado junto com sua esposa, Viih Tube, ser considerado ao prêmio.
As publicações foram alvo de críticas por pessoas que consideraram exagero a celebração do trio por um mero rito burocrático: o ato de inscrever um trabalho na premiação.
No entanto, a decisão de Flay e Eliezer faz muito mais sentido do que parece.
Agora no g1
📝 Quem pode se inscrever
Nos EUA, é comum usar o termo “submission” para o cadastro de obras em premiações de música ou cinema. Em português, a tradução mais correta é inscrição.
Neste ano, podem concorrer ao Grammy Latino álbuns e faixas lançados entre 1º de junho de 2025 e 31 de maio de 2026.
Segundo a Academia Latina da Gravação, é considerado como álbum elegível um conjunto de no mínimo cinco músicas e 15 minutos (ou 30 minutos com qualquer número de canções), com 60% de letras em espanhol, português ou dialetos ibero-americanos e 51% de gravações inéditas.
Já uma faixa elegível é uma gravação, seja do próprio álbum ou não, sem existência autônoma, com 60% de letras em espanhol, português ou dialetos ibero-americanos.
No Grammy Latino, membros da Academia, além de gravadoras e selos cadastrados na instituição, podem inscrever um trabalho na premiação.
🤔 Quem pode ser um membro da Academia? Pessoas “envolvidas ativamente e de forma recente com a indústria”, desde cantores, produtores, até empresários e jornalistas. Há o pagamento de uma taxa anual, que varia conforme o local de nascimento, o tamanho do artista e outros fatores. No caso do Grammy, o valor é fixo: US$ 150.
Para quem já é membro, há a possibilidade de registro de até cinco obras, por categoria, de forma gratuita. A partir do quinto, a taxa é de US$ 20.
Já as gravadoras pagam um valor fixo de US$ 2 mil por inscrição. Isto é: a inscrição de uma faixa ou álbum custará esse valor por cada categoria.
Tabela de preços para inscrição no Grammy Latino
Reprodução
Segundo a instituição, a discrepância entre os valores é para estimular a “seletividade” das grandes empresas.
Ser considerado para uma indicação ao Grammy é uma questão meramente burocrática e não envolve nenhuma análise da qualidade artística.
Ou seja: se a sua música se encaixa nos critérios básicos estabelecidos pela Academia, se você envia as informações como são pedidas corretamente e paga a taxa necessária, você já está na lista de possíveis indicados.
Sendo assim, inscrito não é o mesmo que indicado. A lista de quem vai concorrer ao Grammy Latino é feita com o voto de membros da Academia e será divulgada no dia 16 de setembro.
🙏 Para sua consideração
Após a inscrição, é a hora de trabalhar para indicação. E é nesse momento que entra a estratégia de divulgação, chamado de “For Your Consideration” ou “Para Sua Consideração”, em tradução literal.
Na indústria da música e cinema, os profissionais costumam divulgar os trabalhos dando detalhes da produção, enaltecendo suas qualidades e chamando a atenção para impacto e relevância.
Também influenciadores digitais de destaque, Eliezer e Flay decidiram usar um formato mais informal, com um vídeo emocionado.
Initial plugin text
Nos dois casos, os artistas fizeram uma promoção, digamos, diferente do próprio trabalho. Para além de falar sobre suas qualidades, ambos destacaram a alegria de participar do Grammy – e não mencionaram que a consideração é mera formalidade burocrática.
De maneira mais tradicional, sem vídeo em primeira pessoa, artistas como Emicida, Gusttavo Lima, Luedji Luna, NandaTsunami e muitos outros também usaram as redes sociais para participarem da campanha “For Your Consideration”, detalhando seus lançamentos elegíveis.
Internacionalmente, é comum artistas comprarem espaços para propagandas na TV e em revistas especializadas, como Billboard e Rolling Stone, para divulgar seus projetos.
Lançado em outubro de 2025, “TurmaTube Vol. 2” é um disco voltado ao público infantil idealizado por Eliezer e sua esposa, Viih Tube.
No vídeo divulgado no Instagram, o ex-BBB se disse emocionado com a oportunidade de concorrer ao Grammy.
“Esse álbum que a gente fez, foi um álbum que a gente pegou todos relatos e dores de mães, famílias, e transformou em música. Sei que pode parecer música só pra entreter crianças, mas é fruto de um trabalho sério e acreditamos que podemos transformar a sociedade.”
Initial plugin text
Já Flay destacou que seu álbum “Sertões”, lançado em maio deste ano, foi inscrito para ter a possibilidade de concorrer.
“Estou falando de um povo, de uma identidade cultural. ‘Sertões’ não é uma obra contemporânea que tenta ser uma obra raiz, ele é realmente uma obra raiz, feita por jovens artistas nordestinos.”
A Academia lista uma série de regras para as campanhas “For Your Consideration” e proíbe, por exemplo, ligação para os membros votantes e divulgação de número de plays em plataformas de streaming. Resta saber qual será o impacto da propaganda feito por Eli e Flay.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Morre Anita Nobre, mãe de Dudu Nobre e Lucinha Nobre


Initial plugin text
Anita Nobre, mãe do cantor e compositor Dudu Nobre e da ex-porta-bandeira Lucinha Nobre, morreu neste domingo (9). A informação foi divulgada pelo sambista em uma nota de falecimento publicada nas redes sociais.
A causa da morte não foi informada.
“É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Anita Nobre, mãe de Dudu Nobre e Lucinha Nobre, neste domingo, 09 de agosto de 2026”, diz a publicação.
Na homenagem, a família destacou as lembranças deixadas por Anita.
“Anita deixa seu amor, sua história e suas lembranças eternizados nos corações de seus familiares, amigos e de todos que tiveram o privilégio de conviver com ela. Descanse em paz, Anita Nobre.”
Dona Anita, Lucinha e Dudu Nobre
Reprodução/Redes sociais

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Zendaya me viu no tapete vermelho e ficou boquiaberta — ainda estou em choque’


A reação de Zendaya ao look de Zainab teve 19 milhões de visualizações no TikTok.
Zainab Jiwa
“Não consigo fechar este zíper! Mãe?”
Essa era Zainab Jiwa, de 29 anos, pedindo ajuda para entrar em um espartilho enquanto gravava um vídeo de “arrume-se comigo” para o TikTok. É uma cena com a qual muitos jovens de vinte e poucos anos que ainda moram com os pais vão se identificar.
A diferença é que Zainab estava se arrumando para a recente estreia em Londres de A Odisseia, um dos maiores sucessos de bilheteria recentes.
Ela foi chamada para o evento como convidada e diz que chamou a atenção da megaestrela de Hollywood Zendaya, graças ao seu visual personalizado: um deslumbrante vestido dourado com capuz.
“Ela simplesmente passou por mim e me viu ali. Ficou boquiaberta, e eu também”, Zainab conta.
“Ficou só um duelo de olhares por um minuto, e ela disse tipo, ‘Meu Deus, incrível, incrível’, e aí simplesmente foi embora.”
Tom Holland e Zendaya falam sobre novo filme do Homem-Aranha
“Ainda estou em choque”, acrescenta. “A ideia de ela ter reparado na minha roupa me deixou perplexa.”
A interação viralizou, alcançando 19 milhões de visualizações no TikTok. O telefone dela não parou de tocar.
Enquanto Zendaya tem dominado os tapetes vermelhos com o “method dressing” da alta costura – onde as estrelas combinam suas roupas com os temas de um filme – Zainab parece estar provando que criadores independentes como ela podem dar trabalho a Hollywood.
Zainab, que é muçulmana e usa hijab o (véu ou lenço usado por muitas mulheres muçulmanas), costuma ser uma das poucas pessoas que cobrem o cabelo em estreias e tapetes vermelhos. Mas segundo ela, encontrar maneiras de incorporar roupas modestas faz parte da diversão.
“Mesmo estando preparado, você ainda pode encontrar uma maneira de se manter dentro do tema.”
Dave Benett-WireImage/Getty Images/HBO Max UK
BBC
Ao chegar para nossa entrevista na sede da BBC esta semana, seu visual estava impecável, com uma camisa verde-oliva, gravata e broches. “Me esforcei bastante hoje”, disse ela.
Ela se declara viciada em moda. “Desde o útero”, diz ela, quando pergunto quando começou sua paixão.
Sua outra paixão é o cinema, mas inicialmente ela manteve isso como um hobby. Mesmo assim, ela postava vídeos nas redes sociais por diversão sobre seus filmes favoritos e roupas inspiradas neles.
Em pouco tempo, os grandes estúdios perceberam seu talento. A Disney foi a primeira e a convidou para uma entrevista coletiva da série Cavaleiro da Lua, onde ela teve a oportunidade de entrevistar os astros.
“Achei que fosse um golpe”, diz ela. “Não consigo rever aquilo. Eu NÃO fui boa nisso.”
Hoje, Zainab é criadora e apresentadora em tempo integral, entrevistando celebridades como Denzel Washington, Paul Mescal, Tom Hiddleston e a própria Zendaya – sempre vestida da cabeça aos pés com roupas que homenageiam os filmes.
Ela é uma das muitas criadoras de conteúdo digital que participa de tapetes vermelhos, juntamente com outros como a britânica Amelia Dimoldenberg e os americanos Reece Feldman e Jake Shane.
Nem sempre é fácil. Às vezes, Zainab recebe convites para estreias na noite anterior, o que significa uma correria louca para arrumar o visual antes de ir ao evento – geralmente de transporte público (“e eu fico ridícula”).
Ela trabalha com diversos designers e marcas, mas afirma que também reduz custos reutilizando itens sempre que possível.
Suas roupas são propositalmente ousadas, permitindo que ela “quebre o gelo” com as estrelas.
Para a estreia da segunda temporada da série House of the Dragon, ela usou um vestido vermelho de um estilista estudante com três rostos usando hijab.
“Sou um pouco extravagante, mas gosto de adicionar cultura a tudo o que faço”, diz ela.
Para o filme Homem-Aranha: Um Novo Dia, ela personalizou seu visual com henna em formato de teia de aranha. Para Gladiador II, ela usou uma armadura dourada.
Ela admite que se preocupar em se vestir de forma modesta dificulta seu sucesso nessa indústria, mas também encontra prazer nisso.
“Eu me divirto muito trabalhando em conjunto com o fato de que cubro meu cabelo ou meus braços”, diz ela. “Eu diria que é como ‘halalizar’ o visual. Eu sempre me pergunto: ‘Mas como eu halalizo isso?'”, brinca, empregando o termo usado pelos muçulmanos para tudo o que está de acordo com as leis da Sharia.
“É essa parte que eu mais gosto, porque mostra que realmente não há restrições aqui.”
Mas, embora Zainab passe grande parte do tempo convivendo com a realeza de Hollywood, sua vida em casa, em Harrow, no noroeste de Londres, é completamente diferente.
“Meu Deus, minha casa é um caos”, ela ri. Espaço para guardar coisas é escasso, e as roupas muitas vezes acabam “jogadas em qualquer lugar”.
Ela tem um gato, irmãos que aparecem de surpresa e pais que são frequentemente chamados para resolver emergências de vestuário.
Apesar de não ser a trajetória profissional que esperavam para a filha, Zainab diz que seus pais agora a apoiam muito.
Com 660 mil seguidores no TikTok e quase 400 mil no Instagram, ela está se tornando uma criadora de conteúdo importante nessa área. Mas também enfrenta críticas, inclusive de quem afirma que suas roupas não são suficientemente recatadas.
“Sempre há ódio nesta indústria”, diz ela.
Mas ela acrescenta: “Para cada comentário negativo, existem muitos positivos.”
“Se eu estiver fazendo isso para inspirar outras pessoas, entreter outras pessoas ou educar outras pessoas, se isso ainda estiver acontecendo, então eu realmente não me importo com o resto.”
Por enquanto, porém, Zainab está aproveitando uma série de filmes de grande sucesso.
“O verão foi bom para o cinema – acho que é emocionante”, diz ela.
“E tem muito mais por vir. Temos Duna. Temos Juízo Final”, diz ela.
“Adoro cinema e televisão. Acho que é uma forma muito divertida de construir comunidade”, acrescenta. “No fim das contas, sou apenas uma fã.”

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Após pedir que leitores não comprem seu livro, a navegadora e escritora Tamara Klink se retrata: ‘Errei’


Tamara Klink fala sobre sua última grande aventura ao cruzar a Passagem Noroeste
A escritora e navegadora Tamara Klink voltou atrás neste domingo (9), após pedir que leitores evitassem comprar seu livro “Bom Dia, Inverno”.
Em uma publicação nas redes sociais, ela reconheceu que não havia considerado o impacto da recomendação sobre o mercado editorial.
“Errei em não ver outros pontos de vista. Precisamos da leitura. Precisamos de autores. Pequenos, grandes e independentes. Sou leitora antes de ser autora e não levei em conta toda a cadeia que alimenta as editoras”, escreveu.
Por que Tamara pediu para não comprarem o livro
Antes da retratação, Tamara havia defendido que os leitores recorressem a empréstimos, bibliotecas e doações em vez de comprar novos exemplares de “Bom Dia, Inverno”.
A autora afirmou que o aumento da produção de livros físicos significa maior consumo de papel e energia e, consequentemente, pode ampliar a emissão de gases poluentes.
“Se vocês puderem, se vocês têm acesso a uma biblioteca, pessoas da família, colegas do trabalho, façam os livros circularem”, disse.
Reação e retratação
A recomendação para que os leitores não comprassem a obra provocou reação de jornalistas e escritores, que criticaram a declaração e destacaram as dificuldades de profissionais que vivem da escrita no Brasil.
Após a repercussão, Tamara afirmou ter passado a enxergar outras formas de defender a leitura e a circulação de livros. Na retratação, citou autores, editoras, livrarias, sebos e bibliotecas como parte da cadeia envolvida no setor.
“Nesses dois dias soube de muita gente defendendo os livros, as editoras, os autores, as vendas, as bibliotecas, as livrarias, os sebos”, escreveu.
Apesar de voltar atrás no pedido para que o público evitasse novas compras, Tamara manteve a preocupação ambiental. Em outra publicação, afirmou que a produção de um exemplar físico envolve o uso de papel e energia.
Livro conta experiência no Ártico
Lançado em maio, “Bom Dia, Inverno” é um relato da experiência de Tamara Klink durante uma expedição ao Ártico. O livro acompanha os oito meses em que a autora viveu isolada em um veleiro, entre outubro de 2023 e maio de 2024, no mar congelado da Groenlândia.
Durante o período, Tamara teve comunicação mínima com o restante do mundo. A experiência vivida a bordo é o ponto de partida da obra, que reúne o relato da preparação para a viagem e dos meses passados em isolamento na região.
A aventura corajosa da primeira mulher a passar o inverno sozinha no Ártico
A obra ganhou destaque nas listas de vendas. Na Amazon, chegou ao terceiro lugar entre os livros mais vendidos, atrás apenas de “A Metamorfose”, de Franz Kafka, e “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos. Segundo Tamara, o livro estava entre os mais vendidos do país havia três meses quando ela fez a recomendação para que os leitores evitassem novas compras.
O livro está entre os mais vendidos do país há três meses. Na Amazon, ocupava neste domingo a terceira posição, atrás de “A Metamorfose”, de Franz Kafka, e “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos.

Fonte: G1 Entretenimento