Categorias
ENTRETERIMENTO

Atriz de ‘Harry Potter’ diz que ganhou mais no OnlyFans do que em toda a carreira


Jessie Cave, de ‘Harry Potter’, vai para OnlyFans com foco em fetiche capilar
Reprodução
A Atriz Jessie Cave, conhecida por interpretar Lilá Brown nos últimos três filmes da franquia “Harry Potter”, afirmou que já ganhou com seu perfil no OnlyFans mais dinheiro do que em toda a sua carreia como atriz.
A declaração foi dada ao jornal britânico The Times, em entrevista publicada na última sexta-feira (7). Aos 39 anos, Cave entrou na plataforma de conteúdo por assinatura em março do ano passado, inicialmente como uma forma de conseguir dinheiro para sustentar seus quatro filhos.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
O conteúdo publicado por ela, porém, não é explícito. Cave produz principalmente vídeos relacionados ao próprio cabelo, aparecendo em algumas gravações caracterizada como elfa, empregada doméstica e até como sua personagem em “Harry Potter”.
“Minha regra é que o cabelo é o personagem principal”, disse ao The Times. Segundo ela, o contepudo gira em torno da textura e do fetiche por cabelos e atende a um público bastante específico.
Agora no g1
A atriz contou que decidiu entrar na plataforma após passar por um período de dificuldades financeiras e abandonar temporariamente a ideia de continuar atuando.
Ela afirmou que não conseguia aceitar empregos convencionais porque não teria condições de pagar os custos de cuidados com os filhos.
A expectativa inicial era permanecer no OnlyFans por alguns meses e arrecadar cerca de 5 mil libras (cerca de R$ 34 mil) para ganhar tempo enquanto decidia os próximos passos profissionais. O resultado, no entanto, foi muito maior.
Segundo Cave, ela recebeu mais de 15 mil libras (aproximadamente R$ 102 mil) já no primeiro dia na plataforma.
Embora parte dos assinantes tenha deixado seu perfil depois de perceber que ela não publicaria material explícito, a atriz afirma que conseguiu manter uma base fiel.
“Ganhei facilmente mais do que toda a minha carreira como atriz em um ano”, afirmou.
Cave também contou que a experiência teve um impacto pessoal. Depois de ter quatro filhos, ela disse que passou a se sentir “invisível” e que a atenção recebida na plataforma foi parte do que a atraiu para o serviço.
Apesar dos ganhos, a atriz reconhece que o modelo pode não ser sustentável por muito tempo. Ao jornal britânico, ela afirmou que não pretende aparecer nua em seus conteúdos e que teme ter poucas possibilidades de continuar aumentando a renda sem mudar o tipo de material publicado.
OnlyFans e “Harry Potter”
A presença no OnlyFans também já teve consequências para a carreira de Cave. Em setembro do ano passado, ela afirmou em uma publicação no Substack que foi impedida de participar de uma convenção de fãs de “Harry Potter” por causa de seu perfil na plataforma.
Segundo a atriz, os organizadores justificaram a decisão dizendo que o evento era voltado para famílias e que o OnlyFans tinha associação com pornografia.
Cave considerou a justificativa contraditória, argumentando que diversos atores que participam de convenções já trabalharam em produções com cenas de sexo ou nudez. No caso dela, afirmou, seu conteúdo se resume a brincar com o próprio cabelo.
A atriz interpretou Lilá Brown pela primeira vez em “Harry Potter e o Enigma do Príncipe” e voltou ao papel em “Harry Potter e as Relíquias da Morte – Parte 1” e “Parte 2”.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Ator de ‘Highlander’ e ‘Mortal Kombat’ passa mal em evento e cancela participação


Christopher Lambert passou mal durante uma convenção na Pensilvânia
Reprodução Highlander e Mortal Kombat
Christopher Lambert, conhecido por “Highlander” e “Mortal Kombat”, passou mal durante uma convenção na Pensilvânia, nos Estados Unidos, no sábado (8), e foi levado de ambulância.
O ator não participará da programação deste domingo (9), informou a organização do evento, Steel City Con.
“Christopher Lambert não poderá comparecer hoje. Ele pede desculpas”, publicou o evento nas redes sociais por volta das 13h deste domingo.
Lambert estava dando autógrafos quando desmaiou, segundo uma testemunha ouvida pelo site americano TMZ. Ele foi retirado do local de ambulância.
Um representante do ator disse ao TMZ que Lambert estava “perfeitamente bem” e descansava no hotel. Segundo o representante, o ator não havia dormido na noite anterior e tinha comido pouco durante o dia, o que teria provocado uma queda no nível de açúcar no sangue.
A organização do evento deu outra explicação à revista People: segundo a Steel City Con, Lambert estava se sentindo “um pouco superaquecido e desidratado”.
Lambert, de 69 anos, ficou famoso ao interpretar Connor MacLeod em “Highlander”, filme de 1986 sobre um guerreiro imortal. Ele também interpretou Lord Rayden na versão de “Mortal Kombat” lançada em 1995 e Tarzan em “Greystoke: A Lenda de Tarzan, o Rei dos Macacos”.
Depois do episódio, a Steel City Con chegou a informar que Lambert voltaria a participar do evento neste domingo.
“Christopher Lambert estará presente no domingo. Ele estará lá às 11h30. Lisa e Louise Burns participarão do painel das 12h. Além disso, Karen Gillan fará apresentações solo e em dupla no domingo .”
A previsão mudou. Por volta das 13h deste domingo, o evento informou que Lambert não compareceria.
A Steel City Con não explicou o motivo do cancelamento. Até a publicação desta reportagem, nenhum diagnóstico médico oficial foi divulgado.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Fafá de Belém chega aos 70 anos como uma personalidade do Brasil que vive e canta com a intensidade das pororocas


Nascida em 9 de agosto de 1956, Fafá de Belém completa 70 anos neste domingo
Aryanne Almeida / Divulgação
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ Fafá de Belém faz 70 anos hoje, domingo, 9 de agosto, com álbum à vista no horizonte. Por ser data redonda, um marco na vida de qualquer pessoa, esse 70º aniversário da cantora atiça a memória afetiva dos seguidores da artista. Eu entre eles, pois Fafá é uma voz presente na minha vida desde 1975, há 51 anos!
Não, não fiquei imune ao brilho daquela estrela radiante que irrompeu na MPB cantando um samba de roda, “Filho da Bahia”, na trilha sonora da novela “Gabriela”, exibida em 1975 pela TV Globo com grande sucesso. Acho que, ali, todo mundo se rendeu à alegria brejeira da cantora debutante. Acontece que Fafá não era baiana… Ela é do Pará, precisamente de Belém (PA), como já explicita no nome artístico.
Mas o fato é que Maria de Fátima Palha de Figueiredo chega aos 70 anos como uma personalidade do Brasil. A importância de Fafá transcende Belém (PA) e o próprio canto quente, grave. Basta falar Fafá que todo brasileiro sabe de quem se trata. Fafá é uma cantora popular, ouvida e querida da classe A à Z.
Entre tantas proezas, Fafá se tornou símbolo da resistência e das tradições da mulher amazônica. Uma Maria que não é como outra qualquer do planeta porque soube fazer a diferença, marcando posição na vida e na música. Uma alma que tem a força intensa das pororocas. Cantora de alma passional, Fafá se joga tanto no rodopio de um carimbó quanto no sentimento despudorado dos bregas a que dá voz com assumido orgulho.
Como cantora e como crítico musical, ela e eu já nos estranhamos ocasionalmente no cotidiano profissional. Mas ouso dizer que esses eventuais ruídos jamais macularam o carinho que acredito ser mútuo.
Fafá é de verdade, uma cantora e uma mulher de emoções reais! Por isso, as lágrimas podem brotar com a mesma intensidade e fartura da gargalhada sonora que a identifica no imaginário nacional.
Em essência, Fafá de Belém já dribla o próprio tempo. Já se sabe dona de um lugar no panteão das vozes imortais da música brasileira. Por isso mesmo, viva Fafá, a cantora que traduz na voz a alma sentimental do povo brasileiro!

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Imponente, Maria Bethânia assume o protagonismo em reencontro com Paulinho da Viola em festival no Rio


Encontro de Paulinho da Viola com Maria Bethânia na 4ª edição do festival Doce Maravilha é marcado pela moderada interação entre os artistas
Roncca / Divulgação Doce Maravilha
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Paulinho da Viola convida Maria Bethânia
Artistas: Paulinho da Viola e Maria Bethânia
Data e local: 8 de agosto de 2026 no festival Doce Maravilha no Jockey Club Brasileiro (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★
♬ Quando Paulinho da Viola puxou “Canção para Maria” (1966), samba que compôs com José Carlos Capinan e que foi apresentado há 60 anos em festival da canção, imagens da silhueta de Maria Bethânia requebrando ao som da cadência bonita do samba foram projetadas no telão. Ali, naquele momento, cresceu ainda mais a expectativa pelo reencontro dos artistas no palco principal da 4ª edição do festival Doce Maravilha, realizado no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro (RJ).
Contudo, a participação da cantora no show de Paulinho da Viola – apresentado no início da noite de ontem, sábado, 8 de agosto – frustrou essa alta expectativa pela reduzida interação entre os artistas.
Imponente como de hábito, Bethânia assumiu o protagonismo do reencontro com Paulinho e, após dividir o canto do samba “Falsa baiana” (Geraldo Pereira, 1944) com o anfitrião do show, foi dominando a cena a ponto de o sambista ter virado mero espectador da intérprete convidada quando Bethânia cantou sozinha a balada “As canções que você fez pra mim” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1966) e o samba “Reconvexo” (Caetano Veloso, 1989), músicas recorrentes nas apresentações da artista baiana.
Antes, Paulinho tocara e fizera sutis intervenções vocais em “Desde que o samba é samba” (Caetano Veloso, 1993) no que que pode ser classificada como colaboração afetiva no número – algo que se repetiria, com os papéis invertidos, quando o anfitrião puxou o samba que fez para exaltar a Portela, “Foi um rio que passou em minha vida” (Paulinho da Viola, 1969), e que teve alguns versos brevemente cantarolados por Bethânia.
Dueto propriamente dito, além do canto já mencionado do samba “Falsa baiana”, houve somente mais um, no samba “Sei lá, Mangueira” (Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho, 1968).
Paulinho da Viola e Maria Bethânia cantam juntos os sambas ‘Falsa baiana’ (1944) e ‘Sei lá, Mangueira’ (1968) em show no festival Doce Maravilha
Rodrigo Goffredo
Ao fim, após ressaltar que tinha sido “uma honra” cantar com Paulinho da Viola, Bethânia puxou alguns versos da canção praieira “O mar” (Dorival Caymmi, 1940) para sair de cena, deixando no espectador a sensação de que faltou à cantora disposição para mergulhar com mais vontade no universo de Paulinho da Viola.
Afinal, havia um histórico envolvendo esse reencontro, já que os artistas interagiram eventualmente no início das respectivas carreiras nos anos 1960 – e um desses encontros, de 1969, está perpetuado no filme “Saravah” (1972), do diretor francês Pierre Barouh (1934 – 2016) – e fizeram inclusive turnê por alguns países da Europa, em 1972, ocasião em que ambos os cantores fizeram gravações (individuais) para o raro álbum coletivo “Nova bossa nova”, lançado somente na Europa por selo alemão.
Antes da participação protocolar de Maria Bethânia, Paulinho da Viola reiterou a própria nobreza em set solo aberto com o menos conhecido samba “Nas ondas da noite” (Paulinho da Viola, 1971), ao qual se seguiu um punhado de irretocáveis standards atemporais do cancioneiro autoral do compositor, todos devidamente acompanhados em coro pelo público.
Depois do bloco de Bethânia, o cantor reviveu “Timoneiro” (Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho, 1996) e, em espécie de bis, saudou Clementina de Jesus (1901 – 1987) com o canto improvisado de “Tava dormindo”, tema tradicional de domínio público que Clementina gravou há 60 anos em álbum de 1966.
Ao sair do palco do festival Doce Maravilha, Paulinho da Viola foi devidamente reverenciado como um nobre do samba e do choro. Mas o fato é que até os nobres mais nobres da música brasileira viram meros súditos espectadores diante da imponência da Abelha Rainha da MPB…
Paulinho da Viola desfila standards do cancioneiro autoral em show apresentado no 4º festival Doce Maravilha
Roncca / Divulgação Doce Maravilha

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Marcas de moda fitness falham em atrair consumidores mais velhos


Moda pode fazer com que idosos tenham uma qualidade de vida melhor
Já citei, em algumas oportunidades, a organização britânica Age without limits (Envelhecer sem limites), que atua de forma criativa – e assertiva – para o empoderamento dos mais velhos. Recentemente, a entidade divulgou pesquisa mostrando que os consumidores maduros consideram que as marcas fitness os deixam de lado. Ao todo, foram entrevistados 4 mil adultos do Reino Unido, entre os dias 16 e 20 de janeiro de 2026, por meio de questionários on-line. Eis as principais conclusões:
Uma em cada cinco pessoas com 45 anos ou mais afirma que sua faixa etária é excluída da publicidade de roupas de ginástica
Age without limits
Publicidade: uma em cada cinco pessoas com 45 anos ou mais afirma que sua faixa etária é excluída da publicidade de roupas de ginástica.
Percepção: entre 55 e 64 anos, cerca de metade tem a percepção de que ser ignorado como um cliente em potencial é recorrente entre as empresas.
Representação: além disso, esse público avalia que essas marcas fazem um trabalho pior na representação da idade do que os segmentos de tecnologia, beleza, hotelaria e moda em geral.
Trata-se de um erro crasso preterir um mercado em franca expansão. Somente no Reino Unido, as pessoas acima dos 50 respondem por mais da metade dos gastos de consumo. Entre os entrevistados no levantamento, 26% disseram que se tornariam consumidores fiéis se a publicidade incluísse uma representação de indivíduos da sua faixa etária.
Quando o setor fitness se limita a apresentar modelos jovens se exercitando, alimenta a ideia de que os mais velhos não deveriam frequentar academias e praticar esportes.
Harriet Bailiss, codiretora da campanha Age Without Limits, declarou: “Sabemos que os 50 mais estão mais ativos do que nunca e se tornarão uma proporção cada vez maior da população nos próximos anos, além de terem um poder de compra enorme. Portanto, é absurdo que grande parte das marcas ainda aja como se essa massa de consumidores não existisse e não merecesse seus esforços para alcançá-la.”
Aliás, basta dar uma olhada nos sites das marcas brasileiras para também se deparar com situação semelhante. Para piorar, as modelagens parecem ter sido feitas exclusivamente para corpos esculturais – muitas vezes, nem a numeração G oferece o conforto necessário para quem tem uns quilinhos a mais.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Músicas de Taylor Swift são removidas de vídeos de Trump e da Casa Branca


Taylor Swift se apresenta durante a turnê “The Eras Tour”, em Vancouver, no Canadá, em 6 de dezembro de 2024
Jennifer Gauthier/Reuters
Algumas músicas de Taylor Swift foram removidas de vídeos publicados nas redes sociais pela campanha do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e pela Casa Branca, que usaram duas canções da artista americana na última semana.
🗒️ Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
A Casa Branca e um representante de Swift não responderam imediatamente aos pedidos de comentário da Reuters.
Swift não se manifestou recentemente sobre Trump, embora tenha apoiado sua rival democrata, a então vice-presidente Kamala Harris, nas eleições de 2024.
Durante a campanha presidencial de 2020, a cantora afirmou nas redes sociais que Trump estava “BEM CIENTE de que não o queremos como nosso presidente”.
Agora no g1
Trump, por sua vez, já criticou Swift diversas vezes. Depois que a cantora declarou apoio a Harris, ele escreveu nas redes sociais: “EU ODEIO TAYLOR SWIFT!”.
No ano passado, voltou a atacar a artista ao publicar: “Alguém percebeu que, desde que eu disse ‘EU ODEIO TAYLOR SWIFT’, ela não é mais ‘GOSTOSA’?”.
Dezenas de artistas, entre eles Sabrina Carpenter e Ariana Grande, já pediram ao governo Trump que não utilize suas músicas.
Na última semana, a campanha de Trump usou duas músicas de Swift em sua página no TikTok. Uma das publicações, que fazia referências a títulos de canções da artista, trazia a legenda “Red (Donald Trump’s Version)”, em alusão ao álbum “Red (Taylor’s Version)”.
O conteúdo associava títulos de músicas de Swift a temas políticos e ao próprio presidente. Entre as referências estavam:
“Everything Has Changed” (“Tudo mudou”) — relacionada às mudanças na fronteira sul dos Estados Unidos;
“We Are Never Ever Getting Back Together” (“Nunca mais vamos voltar”) — associada ao governo Biden-Harris;
“The Last Time” (“A última vez”) — ligada ao uso de uma caneta automática para assinar documentos presidenciais.
Trump ataca Taylor Swift nas redes sociais
Keilla Carvalho/GloboNews
Em junho, a campanha de Trump publicou outro vídeo no TikTok com “I Knew It, I Knew You”, música de Swift para o filme “Toy Story 5”. A publicação trazia a legenda: “Ninguém ama nosso país e o povo americano mais do que President Donald J Trump”.
O vídeo mostrava Trump interagindo com crianças na Casa Branca, dançando durante um evento do UFC e participando de um comício.
Foi a terceira vez nos últimos meses que o governo Trump ou sua campanha utilizaram uma música da cantora, vencedora de vários prêmios Grammy, em publicações nas redes sociais.
Em abril, a Casa Branca compartilhou um vídeo do encontro da equipe da missão Artemis II com Trump, realizado no dia anterior. A publicação usava “High Infidelity”, de Swift, e destacava um trecho da letra que faz referência à data de 29 de abril.
A Casa Branca também publicou, em novembro, um vídeo no TikTok com “The Fate of Ophelia”, do álbum “The Life of a Showgirl”, lançado no mês anterior. O conteúdo reunia imagens da bandeira dos Estados Unidos, monumentos e diversas fotos de Trump, incluindo a fotografia tirada quando ele foi fichado pela polícia em 2023.
A publicação provocou ampla repercussão nas redes sociais. Na ocasião, um porta-voz da Casa Branca afirmou a veículos de imprensa que o vídeo havia sido produzido porque o governo sabia que a mídia “iria amplificar esses vídeos com tanta emoção”.
A equipe de comunicação de Trump, que mantém forte presença nas redes sociais, também já utilizou músicas populares em vídeos sobre diferentes ações do governo, incluindo a política de repressão à imigração, operações militares dos Estados Unidos contra o Irã e a prisão do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro.
Candidato à presidência dos EUA, Donald Trump postou que odeia a cantora Taylor Swift
Reprodução/Redes sociais

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Anitta entoa mantra, saúda Ogum e rebola de costas no show da turnê ‘Equilibrivm’ em SP


Anitta durante show da ‘Equilibrvm Tour’ em SP
Fred Othero/Divulgação
Anitta trouxe a São Paulo, na noite deste sábado (8), no Parque Villa-Lobos, a turnê que apresenta ao vivo os álbuns “Equilibrivm” e “Equilibrivm II”, lançados por ela entre abril e julho deste ano.
A expectativa do público era gigante para espiar o que a artista que despontou no Brasil convocando as “poderosas” a descerem e rebolarem — e depois caiu nas graças do mundo com o reggaeton em espanhol “Envolver” — tinha preparado para essa nova fase “good vibes”.
Com direção criativa de Nídia Aranha, a curta excursão “Equilbrivm” estreou há uma semana, em Porto Alegre. Da capital paulista, seguirá agora para Fortaleza (CE), Niterói (RJ) e ancora, pelo menos por enquanto, em Salvador (BA). Tudo ainda neste mês de agosto.
Logo na abertura do show, com duração de cerca de 1h50, a cantora carioca de 33 anos apresentou as faixas “Ouro”, “Contemplação” e “Ternura”. Com os pés descalços e repetindo mantras (“Tô buscando algo que vale mais que ouro”), ela deixou claro que essa turnê seria mesmo completamente diferente dos seus “Ensaios”. Será?
‘Equilibrivm’: veja as principais referências religiosas do novo álbum de Anitta
Sambando miudinho
O ponto alto desse primeiro ato (o show é dividido em três, separados por trocas de roupas) é a ótima versão de “É d’Oxum”. Famoso na voz do baiano Gerônimo Santana, Anitta já havia interpretado o ijexá em outras oportunidades ao longo da carreira. Agora ele faz mais sentido para o seu repertório do que nunca.
O show vai seguindo assim, calminho, cantado mansamente, embalado por “Deus mãe”, “Sem pressa” e “Bemba”, até emendar “Caminhador” com um cover de “Andar com fé”, de Gilberto Gil (1982).
Do chão, o público tenta acompanhar esse novo “pique” mais sereno da cantora. Estranha algumas vezes. Vai requebrando devagarinho, sambando miudinho, ainda sem soltar muito.
Meiuca romântica não emociona
Anitta durante show da ‘Equilibrvm Tour’ em SP
Fred Othero/Divulgação
As coisas até começam a esquentar na sequência. Vestida inteira de vermelho, Anitta eleva a temperatura — literalmente, com vários e vários efeitos de fogos — entoando um mashup potente de “Desgraça”, “Mandinga” e “Feitiço”.
Mas, em seguida, diminui novamente a potência, na parte mais morna do show, que conta com as músicas “Pinterest” e “So Much Love”.
Curiosamente, a dupla de álbuns, que reúne mais de 20 feats, não teve nenhuma participação especial neste show de São Paulo. Mas não que Anitta precise também.
Tudo alinhado
Anitta durante show da ‘Equilibrvm Tour’ em SP
Fred Othero/Divulgação
É no terceiro ato, contudo e felizmente, que a experiência no palco encontra seu sentido completo: a promessa de uma nova Anitta encontra a Anitta que o público já conhece. Tudo se equilibra.
É, de longe, o melhor momento do show, com as percussões marcadíssimas e potentes de músicas que parecem ter nascido para o palco, como “Você já sabe”, “Choka choka” e “Oke”.
Aqui, Anitta incorpora de volta a persona que melhor lhe cabe, de diva pop, com coreografias bem frenéticas, como no seu número solo em “Sal Grosso”, em que dança brevemente ao lado de um Omulu.
Ou quando, ainda no refrão da mesma música, se apoia em duas dançarinas para fazer a coreografia viral da faixa.
Divididas e pensadas para crescer gradualmente — da meditação à festa, do sagrado ao profano — as cerca de 30 faixas da setlist, no fim das contas e com o perdão do péssimo trocadilho, se equilibram mesmo muito bem.
Entre homenagens a grandes nomes da MPB, saudações a Ogum e Nanã, faixas-meditações incentivando o público a olhar com mais calma para dentro de si e seus bons funkões, Anitta vai tateando e encontrando junto com o público a sua versão mais madura enquanto artista até aqui.
Anitta durante show da ‘Equilibrvm Tour’ em SP
Fred Othero/Divulgação
Se enganou quem achou que, para isso, ela precisaria abandonar completamente eras antigas.
Nos momentinhos finais da apresentação, avisa: “Esse projeto é especial porque é onde eu me senti à vontade para ser Larissa com vocês mas não achem que me envergonho de nada do que fiz na minha carreira”.
Para provar, manda os fãs abrirem uma grande roda para “presenteá-los” com “Lose Ya Breath”.
Depois, faz do show que foi pensado para ser mais “intimista” um verdadeiro Carnaval fora de época com “Lugar Perfeito”, que contém os versos “Cheio de fé e positividade, avisa lá que hoje eu vou ter que chegar mais tarde”.
Todas as eras estão ali.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Anitta reage à polêmica sobre fãs vestidos de orixás em shows: ‘Se não tiver desrespeitando ninguém, tudo bem’


Anitta reage a polêmica envolvendo fãs ‘fantasiados’ de Orixás
g1
Antes de subir ao palco montado no Parque Villa Lobos, em São Paulo, neste sábado (8), Anitta reagiu às críticas que alguns dos seus fãs têm sofrido nas redes após se “fantasiarem” de orixás para o show da turnê “Equilibrivm”.
Ao g1, a cantora que está rodando capitais pelo país neste mês de agosto com o novo projeto, disse:
“Cada um faz o que quer. Eu não sou de ficar apontando o que os outros têm ou não têm que fazer. Mas se não tiver desrespeitando ninguém…tudo bem.”
‘Equilibrivm’: veja as principais referências religiosas do novo álbum de Anitta
Entenda a polêmica
Imagens registradas durante o show de Anitta em Porto Alegre, na última sexta-feira (1º), acenderam um debate nas redes sociais sobre apropriação cultural e respeito às religiões de matriz africana.
Uma das fotos mostrava um fã caracterizado como Omulu, orixá cultuado no candomblé e na umbanda.
Initial plugin text
Internautas passaram a discutir se o uso da caracterização, durante os shows da turnê, poderia ser interpretado como simples homenagens ou se seria desrespeito religioso.
Um dos perfis disse: “Teria vergonha. Religião não é fantasia. Isso já é apropriação.”
Initial plugin text
Algumas pessoas que se identificaram como praticantes de religiões de matriz africana concordaram com as críticas. Defenderam que símbolos sagrados não deveriam ser tratados como fantasia.
Outros usuários, contudo, defenderam o fã. Argumentaram que a intenção seria celebrar a estética e a espiritualidade presentes na obra da cantora.
Fã de Anitta usa adereços em referência ao candomblé em show da turnê ‘Equilibrvm’
Redes sociais
A turnê da cantora passará ainda por Fortaleza (15/08), Niterói (22/08) e Salvador (29/08). O novo projeto apresenta ao vivo os álbuns “Equilibrium” e “Equilibrivm II”, lançados por ela entre abril e julho deste ano.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Fran Gil anuncia o segundo álbum solo, ‘Onda’, com single que traz as músicas ‘Reconstruir’ e ‘Mancha de dendê’


Fran Gil lança em 18 de agosto o single com duas músicas inéditas do repertório autoral do álbum solo ‘Onda’
Reprodução / Instagram Fran Gil
♫ NOTÍCIA
♬ Fran Gil anunciou a chegada do segundo álbum solo, “Onda”, ao celebrar o aniversário da mãe, Preta Gil (1974 – 2025), que faria 52 anos neste sábado, 8 de agosto. Sucessor do já longínquo álbum “Raiz” (2020) na discografia solo de Fran Gil, “Onda” será promovido antes do lançamento com single duplo programado para 18 de agosto com as músicas autorais “Reconstruir” e “Mancha de dendê”.
Em ação de marketing similar à adotada pelo grupo Gilsons ao lançar o segundo álbum de estúdio, “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão” (2026), o cantor e compositor carioca apresentará de cara duas músicas de cepas distintas, mas complementares no universo temático e musical do álbum “Onda”.
“Reconstruir” é canção erguida sobre base de sintetizadores de Rodrigo Tavares. Já “Mancha de dendê” se assenta sobre a percussão de Kainã do Jêje, coprodutor da faixa.
Francisco Gil revelou a existência do álbum solo e a do single duplo ao discorrer em rede social sobre a viagem à Índia que planejara fazer com Preta, mas que, por força das circunstâncias, acabou fazendo sozinho neste ano de 2026.
“(Lá na Índia) Fizemos um filme para o meu segundo disco solo. o último que você escutou. Aas últimas músicas minhas que você ouviu quando ainda estava por aqui. Levei essas músicas pro mundo comigo, antes de deixar elas irem pro mundo sozinhas”, poetizou Fran, a respeito do repertório do álbum “Onda”, em recado póstumo para a mãe Preta Gil em rede social.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Simone veste muito bem a ‘nova roupa colorida’ de Ana Frango Elétrico no frescor do show ‘Que mulher é essa?’


Simone apresenta na casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro (RJ), o show ‘Que mulher é essa?’, sob direção musical de Ana Frango Elétrico
Rodrigo Goffredo
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Que mulher é essa?
Artista: Simone
Data e local: 7 de agosto de 2026 no Vivo Rio (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ Show que marca o encontro de Simone com Ana Frango Elétrico, “Que mulher é essa?” cumpre a expectativa de ser um sopro de renovação na trajetória da cantora, em cena desde 1973 com um timbre singular e com grande força cênica.
Desde que se libertou das fórmulas do mercado fonográfico que a aprisionaram nos anos 1980 e 1990, Simone vem tendo rasgos de ousadia na carreira em movimentos de renovação iniciados há 25 anos com o álbum “Seda pura” (2001).
Alguns desses impulsos se revelaram efêmeros. Outros tiveram mais fôlego. Mas nenhum resultou com o real frescor e potencial evidenciados em “Que mulher é essa?”, o melhor show solo de Simone no século XXI, a julgar pela apresentação da noite de ontem, 7 de agosto, na estreia carioca da turnê em apresentação que lotou a casa Vivo Rio (os encontros da cantora com Ivan Lins em 2018 e com Francis Hime, em maio deste ano, também resultaram em shows antológicos).
A centelha de novidade reside na direção musical de Ana Frango Elétrico, artista que vem sobressaindo na cena alternativa desde 2019, sobretudo como arranjadora. A timbragem sui generis de Ana é a faísca que acende Simone neste show dirigido por Ronaldo Fraga, estilista – criador do elegante figurino da cantora – que teve a humildade e a sabedoria de se tornar imperceptível como diretor, deixando Simone ser ela própria no palco, emoldurada pela bela cenografia e luz criadas por Mari Pitta.
Simone é a idealizadora do show dirigido pelo estilista Ronaldo Fraga, criador do figurino da cantora
Rodrigo Goffredo
Ao viço dos arranjos, soma-se a construção de um roteiro – assinado por Simone com Fraga e com Ana Frango Elétrico – que contribui para soprar em cena os ventos da renovação.
Também elaborado com frescor, esse roteiro harmoniza as novidades com alguns emblemas do repertório de Simone – “Face a face” (Sueli Costa e Cacaso, 1977), “Jura secreta” (Sueli Costa e Abel Silva, 1977) e “Yolanda” (Pablo Milanés, 1970), apaixonada canção entoada por Simone com a letra original em espanhol – e essas músicas são necessárias para estabelecer a conexão entre a cantora e um público fiel e nem sempre aberto às mudanças.
Como o título “Que mulher é essa?” já sinaliza, o show tem como mote a abordagem de questões femininas que, a rigor, sempre foram recorrentes no repertório de Simone, intérprete de músicas como “Mulher, e daí?” (1980) – composição em que Gonzaguinha (1945 – 1991) deu drible nas expectativas machistas em letra escrita sob ótica feminina – e dona de um álbum chamado “Desejo” (1984) e um disco ao vivo intitulado “Feminino” (2002).
O traço de novidade está na forma como essas questões são reorganizadas no roteiro sob a ótica de uma mulher de 76 anos que exprime a força de estar viva, plena, com voz ativa. Sob esse prisma, é emblemático que o roteiro abra com um rock de Roberto Carlos e Erasmo Carlos (1941 – 2022), “Se você pensa” (1968), que, na voz de uma mulher, adquire outro sentido. É a mulher que está no comando, cheia de vida e vontades.
“Muito que andar por aí / Muito que viver por aí / Muito que aprender / Muito que aprontar por aí”, alerta Simone nos versos de “Petúnia resedá” (Gonzaguinha, 1978), música turbinada com a mesma energia roqueira do rock que abre o roteiro. A eletricidade da banda – formada por Chico Lira (teclados), Filipe Coimbra (guitarra), Giordano Bruno (baixo) e Vitor Cabral (bateria) – garante a vibe jovial dos arranjos.
Simone canta músicas de Dona Onete, Erasmo Carlos (1941 – 2022), Gonzaguinha (1945 – 1991) e Rita Lee (1947 – 2023) no show ‘Que mulher é essa?’
Rodrigo Goffredo
Sob esse aspecto, é sintomática a inclusão no roteiro do rock, “Velha roupa colorida” (1976), em que Belchior (1946 – 2017) sentenciou há 50 anos que o novo sempre vem.
E às vezes o novo vem na forma do antigo, como “Morena”, o samba-canção de Dalto que abriu em 1973 o primeiro álbum de Simone – então ainda em formação como cantora, com a voz ainda dura – e que volta repaginado no roteiro do show “Que mulher é essa?”.
Se a morena de 1973 é impedida de lançar pelas ruas o olhar de paixão por conta da chuva, metáfora para denunciar a repressão da sociedade machista e ditatorial da época, a mulher desinibida do bolero “Sob medida” (Chico Buarque, 1979) já dá as cartas no jogo do amor e vivencia desejo cotidiano que também irrompe nos versos sensuais de “Quando eu te conheci” (2013), carimbó chamegado de Dona Onete lançado pela cantora Lia Sophia, propagado na voz da própria Onete em gravação do álbum “Banzeiro” (2016) e ora revivido por Simone em um dos números mais vivazes do show “Que mulher é essa?”.
É a mulher que dá a decisão nesse roteiro feminino em que Simone, em outro movimento surpreendente, traz à tona a canção “Migalhas”, composição do gigante gentil Erasmo Carlos apresentada por Simone no álbum “Na veia” (2009). Mas talvez nada surpreenda ou enterneça mais no show do que a abordagem íntima de “Baby” (Caetano Veloso, 1968) feita por Simone somente com a voz e o violão da artista. Nem é preciso ler na camisa da Cigarra que esse canto delicado é dedicado a Gal Costa (1945 – 2022), amor do passado que ressoa na forma de uma saudade do Brasil.
Simone aborda questões femininas, sob ótica contemporânea, na grande maioria das 22 músicas do roteiro do show ‘Que mulher é essa?
Rodrigo Goffredo
Após o canto de “Baby”, a abordagem de música de Ana Frango Elétrico e Ava Rocha – “Mulher bicho homem” (2020), gravada por Ana há seis anos com ecos do pop feito pelo casal Rita Lee (1947 – 2023) e Roberto de Carvalho na era 1979 / 1983 – devolve ao show a energia roqueira do início, temperatura mantida na sequência por “Fullgás” (Marina Lima e Antonio Cicero, 1984), música que entrou no roteiro na estreia carioca, substituindo “Grávida” (1991), parceria de Marina Lima cantada por Simone na estreia nacional do show em São Paulo (SP) no sábado passado, 1º de agosto.
A vitalidade com que Simone cantou dois sucessos do casal Rita Lee & Roberto de Carvalho – “Cor de rosa choque” (1979) e “Bem me quer” (1980), encadeados em medley enérgico encerrado no toque heavy da guitarra de Filipe Coimbra – sublinhou a superioridade do show “Que mulher é essa?” em relação aos (ótimos) espetáculos recentes de Simone.
É uma diferença sutil, mas determinante. É que inexiste um clima de barzão nesse show em que Simone também celebra a memória de Lô Borges (1952 – 2025), cantando “Tudo que você podia ser” (1972), parceria de Lô com Márcio Borges gravada por Simone nos primórdios. Até “Maria Maria” (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1976) faz todo o sentido no roteiro, já no bis, com Simone elencando os nomes de grandes mulheres do Brasil.
Por isso mesmo, também faz sentido a inclusão de “Quando eu estiver cantando” (João Rebouças e Cazuza, 1989) no arremate do roteiro, antes do bis. Quando Simone estiver cantando e se redimindo com o canto, e se mantendo viva em cena, fique em silêncio. E aplauda forte no fim porque o show “Que mulher é essa?” é apenas o jeito de Simone viver como mulher o que é amar em 2026 e, nesse cenário, é justo ressaltar que a cantora vestiu muito bem a nova roupa colorida de Ana Frango Elétrico nessa cena cheia de frescor.
Simone mostra vitalidade no show ”Que mulher é essa?’ e, no fim, insere no figurino de Ronaldo Fraga um adereço que alude ao apelido de ‘Cigarra’
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento