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Eternizada como Nazaré Tedesco, Renata Sorrah vive desafio em ‘Por Você’: ‘Aprendendo a ser mãe de uma vilã’


Renata Sorrah no lançamento da novela ‘Por Você’
Anderson Bordê/Agnews
“Anta nordestina”, “songa monga” e “pitbull fêmea” foram alguns dos xingamentos eternizados por Nazaré Tedesco, de “Senhora do Destino”. Agora, Renata Sorrah vive um novo desafio em “Por Você”, novela das 19h: ela será mãe de uma vilã, personagem vivida por Alinne Moraes.
“Agora estou aprendendo como faço para ser mãe de uma vilã. É um assunto que fica na minha cabeça. Até que ponto o amor de mãe é incondicional? Até onde a gente acha que está tudo bem quando ela toma caminhos completamente diversos”, explica.
Evento lança próxima novela das sete
Na novela, Renata interpreta Pérola, dona do Hospital & Maternidade Luz, uma mulher descrita pela atriz como “direita, corajosa e ética”. Ao contrário da filha Vanessa (Alinne Moraes), ela admira o trabalho de Bela (Sheron Menezzes) e investe em sua carreira.
“A Bela quer ter no hospital uma ala que atenda grávidas em situação de vulnerabilidade (no modelo do SUS) e a Pérola também quer que tenha essa ala. A filha (Vanessa) é absolutamente contra. Ela foca em futilidades, como uma ala que oferece maquiagem para as parturientes”, conta.
Filha médica, de verdade
Mariana Sochaczewski, filha de Renata Sorrah, trabalha como pediatra e médica humanitária.
Reprodução/Instagram
A medicina humanizada não é um assunto distante para Renata Sorrah. Mariana Sochaczewski, filha da atriz com o diretor Marcos Paulo, atua como pediatra e médica humanitária.
“Ela faz um trabalho muito bonito. Vai para lugares onde os médicos não chegam. Ela vai com um grupo de médicos voluntários e viaja pelo Brasil, vai à África. É um trabalho lindo”.
Renata conta ainda que conversou com Mariana para compor a personagem. “Ela tem me dado algumas dicas e tudo. Eu tenho muito orgulho da minha filha”.
Entenda a trama de “Por Você”
“Por Você” acompanha a trajetória de Bela (Sheron Menezzes), cuja vida muda após a morte da melhor amiga, Juli (Lucy Ramos), em um acidente de carro. Ao assumir a responsabilidade de cuidar dos quatro filhos da amiga, Bela também se vê no centro de uma disputa pelo comando do Hospital & Maternidade Luz, onde é indicada por Pérola Romano (Renata Sorrah) para sucedê-la na presidência.
A decisão acirra a rivalidade com Vanessa (Alinne Moraes), herdeira da família Romano, em um conflito marcado por diferenças sociais, pessoais e profissionais que promete mudar o destino de todos os envolvidos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Influenciadora teve foto de biquíni transformada em imagem pornográfica por IA e denunciou caso à polícia

Influenciadora teve foto de biquíni transformada em imagem pornográfica por IA
Uma mulher que teve fotografias manipuladas por inteligência artificial para a criação de conteúdo pornográfico relatou ter sido vítima de chantagem e decidiu denunciar o caso à polícia. Em participação no Fantástico, ela afirmou que imagens publicadas em suas redes sociais foram alteradas e divulgadas em um site adulto.
Segundo o relato, criminosos utilizaram suas fotos e inseriram partes íntimas de outra pessoa para criar montagens falsas.
“As minhas fotos foram modificadas. Eu estou totalmente nua num site adulto”, contou a influenciadora digital Débora Sanchez.
Após descobrir a fraude, ela reuniu provas, registrou capturas de tela e procurou uma delegacia.
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Sentimento de culpa
A vítima afirmou que chegou a questionar se teria alguma responsabilidade pelo ocorrido por ter compartilhado uma foto de biquíni.
“Eu cheguei infelizmente a pensar: será que a culpa é minha? Eu postei uma foto de biquíni”, disse. Depois, concluiu que não havia feito nada de errado. “É tão comum a gente postar uma foto de biquíni. Qual que é o problema disso?”
Ela afirmou que decidiu não se calar diante da situação e defendeu que outras mulheres também denunciem esse tipo de crime.
Apoio da família
A vítima destacou que o apoio dos familiares foi fundamental para enfrentar o episódio. Segundo ela, o acolhimento do marido e dos parentes ajudou a superar o medo e o trauma causados pela exposição.
“A minha família ter me acolhido, meu esposo ter me acolhido, em nenhum momento ter pensado que a culpa era minha, foi o que mais me deu força”, afirmou.
Apesar do impacto emocional, ela disse que procurou não se deixar abalar pelo conteúdo produzido.
“Eu não me abalei porque não era eu, não era o meu corpo”, declarou.
Veja a reportagem completa no vídeo abaixo:
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Fonte: G1 Entretenimento

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Apagamento de Tuca, cantora lésbica vítima de gordofobia, é analisado em livro da coleção ‘Vidas sequestradas’


Morta aos 33 anos, vítima de inanição e parada cardíaca, Tuca (1944 – 1978) tem obra analisada em livro escrito por Renato Gonçalves
Divulgação
♫ CRÍTICA DE LIVRO
Título: Tuca – A cantora lésbica exilada da história
Autor: Renato Gonçalves
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Fala-se pouco sobre Tuca, nome artístico da cantora, multi-instrumentista, arranjadora e produtora musical paulistana Valeniza Zagni da Silva (17 de outubro de 1944 – 8 de maio de 1978). Mas conhece-se menos ainda a obra da artista falecida há 48 anos, aos breves 33 anos, vítima de parada cardíaca provocada por inanição. Consta que essa inanição foi consequência da gordofobia sofrida por Tuca, que teria se submetido a um regime severo para se adequar ao padrão estético do mercado.
Desde que foi revelada em 1962, Tuca era comumente mencionada na mídia com referências explícitas às formas fartas do corpo. Tanto que o último capítulo da sucinta e recém-lançada biografia de Tuca se chama “A gordofobia que mata uma obra e uma artista”.
Primeiro título da coleção “Vidas sequestradas”, organizada por César Braga Pinto, “Tuca – A cantora lésbica exilada da história” é um livro de bolso recém-lançado pela editora O Sexo da Palavra. E, nesse bolso, cabe uma narrativa em que o autor, o pesquisador Renato Gonçalves, pode surpreender quem desconhece a trajetória da artista que lançou três álbuns – “Meu eu” (1965), “Tuca” (1968) e “Drácula, I love you” (1974), disco que se tornaria cultuado em nichos e que é tido com a obra-prima de Tuca – entre trabalhos importantes feitos em Paris com as cantoras Nara Leão (1942 – 1980) e Françoise Hardy (1944 – 2024).
Em 1971, autoexilada na capital da França para escapar da repressão do regime militar que asfixiava as liberdades no Brasil, Tuca fez arranjos para o álbum que marcou a adesão fonográfica de Nara ao cancioneiro da bossa nova, “Dez anos depois”, e deu forma como produtora e arranjadora a um dos discos mais conhecidos de Hardy, “La question”, assinando com a parceira francesa músicas como a canção que deu nome ao álbum.
Antes, no Brasil, Tuca ganhara projeção na era dos festivais ao defender em 1966 a canção “Porta estandarte”, de Geraldo Vandré (em parceria com Fernando Lona), contribuindo para dar visibilidade a Vandré, de quem Tuca foi parceria na composição “O cavaleiro”, também apresentada pela artista em festival de 1966.
Mais do que recolher e compilar os dados biográficos de Tuca no livro, o mérito de Renato Gonçalves é analisar, em perspectiva, a contribuição relevante de uma artista que, nos anos de chumbo da ditadura brasileira, construiu e propagou um pioneiro discurso homoerótico em músicas como “Girl” e “Sorvete”, ambas compostas por Tuca em parceria com a artista plástica Jeannette Priolli e apresentadas no já mencionado álbum “Drácula, I love you”.
Poliglota e violonista virtuosa, Tuca atuou em várias frentes da música brasileira e, como Gonçalves mostra no livro, nem sempre recebeu o devido crédito por tantas contribuições relevantes, tendo atuado geralmente à margem do mercado após a volta ao Brasil na década de 1970.
O fato de o álbum “Drácula, I love you” continuar indisponível nas plataformas de streaming – nas quais somente se pode ouvir o segundo dos três álbuns da cantora, o “Tuca” de 1968 – contribui para manter o apagamento da artista, amenizado um pouco pelo simpático e oportuno livro de bolso que inaugura a coleção “Vidas sequestradas”.
Capa do livro ‘Tuca – A cantora lésbica exilada da história’, de Renato Gonçalves
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Shawn Mendes se declara a Bruna Marquezine: ‘Você mudou minha vida’


Carnaval de Salvador 2026 – Shawn Mendes e Bruna Marquezine curtem trio de Ivete Sangalo em Salvador
Ag.Fpontes
Shawn Mendes se declarou para sua namorada, Bruna Marquezine, nesta terça-feira (4).
Em um carrossel publicado em sua conta do Instagram, o cantor desejou feliz aniversário para a atriz com uma série de vídeos.
Nas imagens, os dois aparecem cercados de crianças na Casa Amarela Providência, um centro cultural artístico no Rio de Janeiro.
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Misturando português e inglês, Shawn Mendes agradeceu a companhia de Marquezine.
“Feliz aniversário, my baby. Você é luz e ‘mãe’ em cada espaço que participa. Não quero ser muito piegas, mas você mudou minha vida e sou muito grato por ter você. Eu te amo muito muito muito!”, escreveu na legenda do post.
Carnaval de Salvador 2026 – Bruna Marquezine e Shawn Mendes curtem desfile de Ivete Sangalo
Zain Zamec/Ag.FPontes

Fonte: G1 Entretenimento

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OutroEu anuncia dissolução do duo por ‘percepções artísticas inconciliáveis’


Guto Oliveira (à esquerda) e Mike Túlio se separam artisticamente dez anos após terem entrado em cena no reality ‘Superstar’ em 2016
Gilberto Dutra / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Dez anos após ter entrado profissionalmente em cena em 2016 para participar do programa “Superstar”, reality musical exibido pela TV Globo, OutroEu anuncia a saída de cena.
Em comunicado postado nas redes sociais do duo OutroEu, o fim da dupla é justificado pelas “percepções artísticas e empresariais inconciliáveis” dos dois integrantes, Guto Oliveira e Mike Túlio, que partem para caminhos diferentes, com Guto se dedicando aos ofícios de compositor, músico e produtor enquanto Mike seguirá cantando e compondo. De acordo com o comunicado, Mike Túlio também continuará dirigindo a produtora OutroEu, criada para gerir a carreira da dupla.
Inicialmente um quarteto formado por Guto Oliveira (guitarra) e Mike Túlio (voz) com Felipe Lopes, o Fil (baixo) e Rennan Azevedo (bateria), amigos de Nova Iguaçu (RJ) que começaram postando vídeos de cover no YouTube em 2013, OutroEu lançou somente um álbum como banda em 2017.
No meio do processo de divulgação desse álbum, intitulado “OutroEu”, o quarteto foi reduzido a um duo, ainda em 2017, somente com Guto e Mike, os integrantes que sempre se destacavam na criação e no canto do repertório do OutroEu.
Seguindo como duo, o OutroEu lançou o EP “Encaixe” (2019) e os álbuns “ O outro é você” (2020), “A mágica por trás da forma” (2023) e “Quarto” (2025). Lançado em outubro do ano passado, o quarto e derradeiro álbum do OutroEu apresentou canções autorais entre abordagem da balada “À primeira vista” (1995), de Chico César.
Nessa caminhada de dez anos, o OutroEu fez feats com artistas como Lulu Santos e Sandy.
♪ Eis o comunicado em que o OutroEu anuncia o fim do duo, sem turnê de despedida, ação de marketing recorrente na indústria da música:
“Aos fãs e amigos que curtem a OutroEu, estamos chegando ao fim de um ciclo. Decidimos seguir por caminhos diferentes.
Com respeito e gratidão por tudo que construímos juntos.
O tempo fez com que as nossas percepções artísticas, empresariais e de agenda ficassem inconciliáveis.
O Guto já vem construindo sua trajetória como produtor, músico e compositor. E o Mike também seguirá sua caminhada artística, cantando, compondo e dirigindo a OutroEu.
Pedimos carinho e a força de sempre para iluminar ambos os caminhos”.
OutroEu

Fonte: G1 Entretenimento

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Ariana Grande fala pela primeira vez sobre pausa na carreira: ‘Não foi reação impulsiva’


Ariana Grande na 83ª cerimônia de entrega do Globo de Ouro em Los Angeles, em janeiro de 2026.
Sthanlee Mirador/PA Wire
A cantora Ariana Grande falou pela primeira vez sobre sua pausa na carreira.
Segundo disse seu agente à “People”, Ariana buscará não fazer aparições públicas após o fim de sua turnê “Eternal Sunshine”, que termina em 1º de setembro.
Nesta segunda-feira (3), a estrela pop se apresentou em uma arena nos EUA e falou com o público sobre a decisão.
“Não foi uma reação impulsiva. É algo que decidi depois de um plano que pensei em silêncio por muito tempo e é uma decisão tomada de forma ponderada e consciente.”
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Ariana também fez questão de tranquilizar seus fãs ao dizer que não era verdade que a “negatividade” estava arruinando sua carreira.
“Não importa o que aconteça lá fora, nada será capaz de distorcer a minha realidade, nem ser mais ou menos real para mim do que o amor que compartilhamos”, afirmou.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Pussycat Dolls anuncia show no Brasil pela primeira vez


Pussycat Dolls
Pussycat Dolls anuncia show no Brasil pela primeira vez
Divulgação
Pussycat Dolls virá ao Brasil pela primeira vez com a turnê “PCD Forever Tour”. A apresentação com Nicole Scherzinger, Ashley Roberts e Kimberly Wyatt acontece no dia 30 de outubro, em São Paulo.
A turnê celebra os 20 anos do álbum PCD (2005). Hits com faixas como “Don’t Cha”, “Buttons”, “Beep”, “Stickwitu”, “Wait a Minute”, “When I Grow Up” e “I Hate This Part” estarão no repertório.
Ao longo da carreira, as Pussycat Dolls venderam mais de 15 milhões de álbuns e 40 milhões de singles, emplacaram cinco músicas no Top 10 da Billboard Hot 100.
A pré-venda exclusiva para clientes Itaú acontece a partir do dia 5 de agosto, às 10h. Já a venda geral tem início em 7 de agosto, ao meio-dia, pela Eventim. Os ingressos variam de R$197,50 (referente a meia pista) a R$1.295,00 (Stickwitu Vip Package).
SERVIÇO:
Pussycat Dolls em São Paulo
Data: 30 de outubro de 2026
Local: Nubank Parque
INGRESSOS
CADEIRA SUPERIOR R$147,50 (meia) | R$250,75 (cliente Itaú) | R$295,00 (inteira)
PISTA R$197,50 (meia) | R$335,75 (cliente Itaú) | R$395,00 (inteira)
CADEIRA INFERIOR R$292,50 (meia) | R$497,25 (cliente Itaú) | R$585,00 (inteira)
PISTA PREMIUM ITAÚ PERSONNALITÉ R$397,50 (meia) | R$675,75 (cliente Itaú) | R$795,00 (inteira)
CADEIRA GOLD (HOT SEAT LESTE) R$442,50 (meia) | R$752,25 (cliente Itaú) | R$885,00 (inteira)
CADEIRA GOLD (HOT SEAT OESTE) R$442,50 (meia) | R$752,25 (cliente Itaú) | R$885,00 (inteira)
STICKWITU VIP PACKAGE R$897,50 (meia) | R$1.175,75 (cliente Itaú) | R$1.295,00 (inteira)

Fonte: G1 Entretenimento

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Voz de Elza Soares ecoa na trilha da novela ‘Por você’ com canto esfuziante de ‘Rio de Janeiro’, samba-rap de 2003


Elza Soares (1930 – 2022) é retratada em arte da capa do álbum ‘Vivo feliz’ (2003), no qual lançou o samba-rap ‘Rio de Janeiro’
Reprodução
♫ NOTÍCIA
♬ Ao longo de 64 anos de carreira fonográfica, Elza Soares (1930 – 2002) gravou dois sambas intitulados “Rio de Janeiro”, de estilos diferentes, mas ambos compostos para exaltar a cidade onde nasceu a cantora carioca, dona de uma das vozes mais expressivas do mundo.
O primeiro samba-exaltação foi o “Rio de Janeiro” composto por Guinga com Aldir Blanc (1946 – 2020), apresentado há 30 anos em álbum do pianista Sergio Mendes (1941 – 2024), “Oceano” (1996), e regravado por Elza no álbum “Trajetória” (1997).
O segundo samba “Rio de Janeiro” da discografia da cantora é um samba-rap de autoria de Anderson Lugão lançado pela cantora em 2003 no álbum “Vivo feliz”, disco de arquitetura eletrônica gravado por Elza com produção musical de Arthur Joly.
É esse registro fonográfico de 2003 – cuja parte em rap evoca a gravação do samba-rap-funk “Rio 40 graus” (Fernanda Abreu, Carlos Laufer e Fausto Fawcett, 1992) pela cantora Fernanda Abreu – que reverbera, 23 anos após o lançamento, na trilha sonora da próxima novela das 19h da TV Globo, “Por você”, que estreia em 17 de agosto.
Desde as primeiras chamadas da novela, o canto esfuziante de Elza Soares em “Rio de Janeiro” tem sido propagado em todo o Brasil, revitalizando gravação que passou despercebida porque, em que pese a potência do álbum “Vivo feliz”, um dos títulos mais subestimados da discografia de Elza Soares, esse trabalho alcançou pouca repercussão. Talvez por ter sido lançado somente um ano após o aclamado “Do cóccix até o pescoço” (2002), este, sim, um álbum que teve grande repercussão, sobretudo na mídia, e muita influência na trajetória posterior de Elza Soares.

Fonte: G1 Entretenimento

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Alinne Moraes define vilã de ‘Por Você’: ‘Ela é elitista, racista’


Alinne Moares vive a vilã Vanessa, em “Por Você”
Lucas Teixeira/Globo
Alinne Moraes retorna às novelas com uma nova vilã, tipo de personagem que já interpretou com sucesso em papéis como o de Silvia, de “Duas Caras”. Agora, em “Por Você”, ela vive Vanessa, médica que utiliza sua posição administrativa em um hospital particular para destilar preconceitos contra a protagonista Bela, interpretada por Sheron Menezzes.
“Ela é elitista, racista. Ela deveria estar presa, né?”, comenta Alinne sobre Vanessa.
A caracterização da personagem foi planejada para reforçar essa imagem de privilégio, com cabelos sempre muito bem estruturados, unhas e batom vermelhos, além de uma maquiagem pesada. A atriz explica que sua personagem utiliza a própria aparência e vaidade para marcar diferenças sociais e reforçar preconceitos.
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“Acho que a personagem acaba tentando esfregar a branquitude na cara da Bela. E ela acha que a afeta”, diz.
Para Alinne, Vanessa não chega ao mesmo nível de crueldade de Sílvia, vilã que marcou sua trajetória em “Duas Caras”. Ao comparar as personagens, a atriz também relembra a época em que interpretou a antagonista da novela de Aguinaldo Silva.
“Ela é um pouquinho mais leve do que a Silvia. Eu tinha 25 anos quando eu fiz a Silvia. É, foi muito louco pensar hoje vendo, revendo algumas cenas assim, como eu era nova, dando vida a uma personagem que até hoje está aí viva nas redes sociais”.
A atriz afirma que tenta compreender as motivações para as atitudes de Vanessa, mas não a defende. “Tento me colocar no lugar dela para entender, pela ótica dela, o porquê age dessa forma e qual é o seu passado. Aí vou acrescentando algumas camadas à personagem”.
“Eu acho que a gente vai odiar, mas vai se divertir também. Talvez odiar gostar, é o que eu espero”, fala sobre Vanessa.
Alinne Moraes e Sheron Menezzes no lançamento da novela ‘Por Você’
Anderson Bordê/Agnews
Entenda a trama de “Por Você”
“Por Você” acompanha a trajetória de Bela (Sheron Menezzes), cuja vida muda após a morte da melhor amiga, Juli (Lucy Ramos), em um acidente de carro. Ao assumir a responsabilidade de cuidar dos quatro filhos da amiga, Bela também se vê no centro de uma disputa pelo comando do Hospital & Maternidade Luz, onde é indicada por Pérola Romano (Renata Sorrah) para sucedê-la na presidência.
A decisão acirra a rivalidade com Vanessa (Alinne Moraes), herdeira da família Romano, em um conflito marcado por diferenças sociais, pessoais e profissionais que promete mudar o destino de todos os envolvidos.
Alinne Moraes, Sheron Menezzes e Lucy Ramos no lançamento da novela ‘Por Você’
Globo/ Lucas Teixeira

Fonte: G1 Entretenimento

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Antes de pausa, Ariana Grande refletiu sobre fama em disco delicado, mas pouco marcante


Antes de anunciar pausa, Ariana Grande cantou sobre relação com holofotes no disco ‘Petal’
Título: “Petal”
Artista: Ariana Grande
Nota: 7/10
Dias antes de anunciar uma pausa na carreira, Ariana Grande deixou pistas de que estava revendo sua relação com os holofotes. No disco “Petal”, lançado nesta sexta (31), ela se debruça sobre sua relação com a fama, dor e amor — romântico, sim, mas principalmente o amor dos fãs.
“Todas as minhas histórias favoritas / Terminam em algum tipo de catástrofe / Mas eu não preciso que alguém me salve / Porque esta música e eu nunca morreremos”, entoa a cantora no início da faixa-título.
Por que Ariana Grande vai pausar sua carreira e evitar aparições públicas
O nome “Petal” vem do verso “petal on the pavement” (pétala na calçada): algo delicado e frágil, solto em meio hostil, que vai se desgastando com o tempo.
É curioso o uso dessa metáfora da fragilidade. Nos últimos anos, a cantora alarmou seus fãs ao perder peso continuamente (e agora, anuncia que vai se afastar dos holofotes devido ao “escrutínio público incessante”).
Ninguém sabe o que está acontecendo com Ariana, uma figura pública cuja imagem, mais do que nunca, tem se tornado ponto de discussão. E, por isso, esse álbum poderia contar um pouco do lado dela.
Ariana Grande em imagem de divulgação do disco ‘Petal’ (2026)
Divulgação
Em um vídeo publicado no Instagram, a artista disse que “Petal” seria um disco honesto, feito com uma certa raiva até. Em algumas letras, ela mostra que tem suas questões com a fama e se pergunta o que deixou de viver por ser famosa.
“Algum dia, todas as sementes vão abrir / Toda a vida humana que eu sonhei / Será real se eu começar de novo”, canta em “Freak”.
Mas, ao mesmo tempo que há pinceladas de como Ariana vem se sentindo, o álbum soa meio nebuloso — e é mais melancólico que raivoso.
Talvez seja culpa da combinação entre letras e som. Musicalmente, “Petal” continua a transição sonora que ela começou nos últimos discos. Há menos do pop com influências de R&B e trap que a firmou (mas que aparece levemente na faixa-título) e ela caminha para um som mais etéreo e eletrônico, calcado na influência de sua ídola Imogen Heap (nítida na faixa final, “Nobody Nowhere”).
O disco “Eternal Sunshine” (2024) já abria esse caminho, mas soava mais cristalino e esperançoso; “Petal” é mais abafado e, em várias músicas, Ariana soa escondida na mixagem.
Ainda há ecos daquela persona sexy e ousada de outrora, como em “Big Feelings”. Mas, pelos vocais, parece que nem ela quer mais o papel da “mulher perigosa” que já encarnou. Afinal, ela agora é uma pétala.
Ariana Grande em imagem de divulgação do disco ‘Petal’ (2026)
Divulgação
Nada no som desse disco é brutal, nem mesmo os vocais. Aqui, Ariana deixa o belting de lado quase por completo e prefere harmonias que servem de “cama” para uma linha de voz também contida.
Em vez disso, o foco está mais na produção, que Ariana assina ao lado do sueco Ilya. Ela até arrisca umas novas sonoridades, como o garage “Oh Well” e o interlúdio “Warning Signs”, que brinca com synths e distorções para terminar em um verso dolorido: “Eu só quero que alguém me ouça”.
De modo geral, esse é o tom de “Petal”: há boas ideias em músicas delicadas, que mostram uma artista refletindo sobre sua vida. Mas o resultado é pouco marcante, esmaecido, como nas fotos de divulgação.

Fonte: G1 Entretenimento