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‘Dark Horse’ foi filmado no Brasil de forma irregular, segundo Ancine


Jim Caviezel no pôster de ‘Dark Horse’
Reprodução/Instagram/therealjimcaviezel
A Agência Nacional do Cinema (Ancine) abriu um processo administrativo contra a produtora Go Up Entertainment, responsável pelo filme “Dark Horse”, cinebiografia de Jair Bolsonaro, por irregularidade na gravação do longa.
Em nota enviada ao g1, a agência afirmou que foi apresentada denúncia dando conta da “produção, em território brasileiro, de obra audiovisual estrangeira sem a prévia comunicação à agência”.
Ainda de acordo com a Ancine, foram realizadas duas tentativas frustradas de contato com a Go Up para esclarecimentos.
“Nos casos de obras estrangeiras filmadas no Brasil, é preciso que a ANCINE seja comunicada. Situação que não ocorreu no caso do filme ‘Dark Horse'”, diz a nota (confira o comunicado completo no final deste texto).
Agora no g1
Foi aberto um auto de infração para apuração, e a produtora agora precisará apresentar defesa.
O g1 entrou em contato com a Go Up Entertainment, mas não obteve retorno até a conclusão desta reportagem. O espaço será atualizado caso haja resposta.
Detalhes sobre Dark Horse
“Dark Horse” é uma cinebiografia que conta a história do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O longa é estrelado por Jim Caviezel, que interpreta o ex-presidente, atualmente em prisão domiciliar por tentativa de golpe de Estado. O ator americano de 57 anos é mais conhecido por “A paixão de Cristo” (2004) e por ter participado de filmes mais conservadores nos últimos anos, como “Som da liberdade” (2023).
Na direção está Cyrus Nowrasteh, um cineasta americano de 69 anos de filmes para a TV, como “Depois do atentado”, e para o cinema, como “O apedrejamento de Soraya M.”. Ele já esteve envolvido em uma coprodução entre Estados Unidos e Brasil ao escrever o roteiro de “Jenipapo” (1995) com a diretora Monique Gardenberg.
Dark Horse não tem pedido de registro para lançamento no Brasil
Ele assina o roteiro de “Dark Horse” com Mark Nowrasteh, baseado em argumento escrito por Mario Frias, ator e ex-secretário da Cultura durante o governo de Bolsonaro.
O elenco ainda tem Esai Morales (“Missão: Impossível – O Acerto Final”), Lynn Collins (“The Walking Dead”), Camille Guaty (“Duster”) como Michelle Bolsonaro e Jeffrey Vincent Parise (“General Hospital”).
Em 7 de abril, Caviezel publicou no Instagram que o filme estreia em 11 de setembro de 2026, uma sexta-feira. No Brasil, filmes normalmente estreiam às quintas.
O Deadline, no entanto, publicou em 21 de abril que não há data de lançamento, “ao contrário de algumas especulações online”, e que os cineastas ainda procuram vender o projeto.
A relação de Dark Horse com Daniel Vorcaro
A ponte entre o dinheiro de Vorcaro e a produtora de ‘Dark Horse’
O banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar a cinebiografia “Dark Horse” e as negociações envolveram contatos diretos com o filho do ex-presidente, o senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pressionava pelos pagamentos.
Vorcaro, dono do Banco Master, está preso em Brasília, acusado de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras que podem chegar a R$ 12 bilhões, segundo a PF.
As informações foram reveladas maio pelo portal Intercept Brasil, que teve acesso a mensagens trocadas entre os dois e a um áudio enviado por Flávio para o banqueiro em setembro de 2025.
Confira a nota completa da Ancine abaixo:
A ANCINE esclarece sobre a existência de processo administrativo em desfavor da empresa Go Up Entertainment, tendo em vista a apresentação de denúncia dando conta da produção, em território brasileiro, de obra audiovisual estrangeira sem a prévia comunicação à Agência.
Nos casos de obras estrangeiras filmadas no Brasil, é preciso que a ANCINE seja comunicada. Situação que não ocorreu no caso do filme “Dark Horse”.
Após duas tentativas frustradas de contato com a produtora para esclarecimentos, houve a lavratura do auto de infração, abrindo-se prazo para defesa e apresentação de recursos.
Por se tratar de processo em curso, a ANCINE não antecipa conclusões sobre o mérito do mesmo. Os resultados da apuração serão divulgados publicamente assim que concluídos (os processos sancionadores são de acesso restrito) e, se identificadas irregularidades, a ANCINE adotará as medidas cabíveis previstas em lei.
A Agência reafirma seu compromisso com a transparência e com a regularidade do setor audiovisual brasileiro.

Fonte: G1 Entretenimento

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Thami faz feats com Luedji Luna e com Rashid no segundo álbum, ‘Relevuras’


Thami (à esquerda) canta com Luedji Luna na música ‘Prisioneira de mim’, uma das dez faixas do álbum ‘Relevuras’
Gabryel Sampaio / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Antecedido pelo singles “Ainda é pouco” e “Fiquei assim”, o segundo álbum de Thami, “Relevuras”, chega na próxima sexta-feira, 7 de agosto, com 10 músicas que transitam entre neo soul, R&B e MPB.
Sucessor do álbum “Labirinto” (2024), “Relevuras” apresenta feats da cantora e compositora fluminense com Luedji Luna e com Rashid. Luedji participa da gravação da música “Prisioneira de mim”. Já o rapper figura na já mencionada faixa “Fiquei assim”, apresentada em 27 fevereiro como primeiro single do álbum “Relevuras”.
O repertório autoral do álbum “Relevuras” também traz as músicas “Cais”, “Degradê”, “Folhas de outono”, “No mudo”, “Sem medo do fim” e “Vazio imenso”, além da faixa-título “Relevuras”.
No mercado fonográfico desde 2020, ano em que lançou o single “Se eu pudesse escolher”, Thami lançou em 2022 o primeiro EP, “Nua”.
Capa do álbum ‘Relevuras’, de Thami
Gabryel Sampaio / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem era Cesar Gastelum, influencer mexicano morto a tiros durante transmissão ao vivo


O influenciador mexicano Cesar Gastelum
Reprodução/Instagram
O influenciador mexicano Cesar Gastelum, conhecido por seus vídeos de comédia no TikTok, foi morto a tiros enquanto fazia uma transmissão ao vivo na terça-feira (4). O crime ocorreu em frente a um restaurante de fast food em Culiacán, no noroeste do México, segundo autoridades locais.
Gastelum tinha 25 anos e quase 600 mil seguidores na plataforma. Ele produzia conteúdo voltado ao humor, com paródias e vídeos sobre seu cotidiano.
Um dos seus produtos era o podcast Al Estilo Culiacán, que divulgava como o “mais bélico” da plataforma.
Segundo a BBC, frequentemente fazia referência ao universo associado ao narcotráfico, exibindo carros de luxo, fazendas, mansões, roupas de grife e joias.
Influencer mexicano Cesar Gastelum é morto a tiros durante uma transmissão ao vivo
Há nove meses, anunciou que reduziria sua presença nas redes sociais para enfrentar o luto pela morte do pai e dedicar mais tempo à música. Apesar disso, continuou publicando vídeos e realizando transmissões ao vivo.
A morte
Na gravação da transmissão ao vivo, o motociclista dispara uma arma diretamente contra Gastelum. (Veja vídeo acima.)
LEIA TAMBÉM: Valeria Márquez, influencer mexicana, é morta durante transmissão ao vivo
Um oficial de segurança do estado de Sinaloa confirmou a morte de Gastelum e disse que uma grande operação de segurança estava em andamento.
O assassinato ocorre em meio à violência persistente em Culiacán, capital de Sinaloa, que tem sido o centro de um conflito entre facções rivais do crime organizado que disputam o controle.
O tiroteio também trouxe à tona o assassinato da influenciadora de beleza mexicana Valeria Marquez , em maio de 2025, que foi morta a tiros durante uma transmissão ao vivo no TikTok no salão onde trabalhava em Zapopan, no estado de Jalisco, oeste do país.
Marquez, de 23 anos, foi morta depois que um homem entrou no salão e abriu fogo, segundo a promotoria. Sua morte foi investigada sob o protocolo de feminicídio.
Em julho, as autoridades mexicanas anunciaram a prisão, em Jalisco, de Ramón Álvarez Ayala, conhecido como “El R-1”, identificado pelo Ministro da Segurança, Omar García Harfuch, como líder de uma célula criminosa ligada ao Cartel Jalisco Nova Geração (CJNG).
As autoridades ligaram Álvarez Ayala ao assassinato de Márquez e o acusaram de ordenar e financiar o assassinato do prefeito de Uruapan, Carlos Manzo, em novembro de 2025.
*Com informações de Reuters e BBC

Fonte: G1 Entretenimento

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Djavan tem vida e obra correlacionadas na biografia ‘Dizem que o amor atrai’


Djavan ganha biografia programada para ser lançada em 22 de agosto
Reprodução / Facebook de Djavan
♫ NOTÍCIA
♬ No ano em que Djavan percorre o Brasil com turnê retrospectiva em que celebra 50 anos de sucesso, contabilizados a partir do lançamento do primeiro álbum do artista, “A voz • O violão • A música de Djavan” (1976), o cantor tem vida e obra correlacionadas no livro “Djavan – Dizem que o amor atrai”, escrito por Tiago Ramos e Mattos, professor e doutor em Língua Portuguesa.
Batizado com o último verso da letra da música “Samurai” (1982), um dos maiores hits do cancioneiro autoral do compositor, o livro “Djavan – Dizem que o amor atrai” é caracterizado como “biografia-reportagem” e foi escrito à revelia de Djavan.
Com 240 páginas e prefácio de Sara Laisse, o livro repassa os principais passos de Djavan da infância em Maceió (AL), cidade onde o artista alagoano nasceu em 27 de janeiro de 1949, até a consagração como cantor, compositor e violonista, já no Rio de Janeiro (RJ), cidade para onde o artista migrou em 1972.
Com lançamento programado para 22 de agosto, em sessão de autógrafos em São Paulo (SP), o livro está em pré-venda e vem sendo promovido com a promessa de descortinar os bastidores da carreira de Djavan, revelando histórias inéditas sobre o processo de criação de músicas como o samba “Flor de lis”.
Capa da biografia ‘Djavan – Dizem que o amor atrai’, de Tiago Ramos e Mattos
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Álbum que firmou a identidade musical latina de Ney Matogrosso em 1976, ‘Bandido’ continua sedutor aos 50 anos


Ney Matogrosso é retratado na capa do álbum ‘Bandido’ (1976) com a imagem de cigano
Marta Viana / Reprodução da capa do álbum ‘Bandido’
♫ MEMÓRIA – DISCOS DE 1976
♬ Alçado instantaneamente ao posto de popstar ao ser revelado em 1973 como vocalista do grupo Secos & Molhados, Ney Matogrosso perdeu um pouco da popularidade inicial ao sair do trio em 1974.
Mesmo sem ter partido do zero, o cantor teve que buscar um caminho próprio e encontrar uma identidade musical para se firmar na carreira solo iniciada em 1975 com o álbum “Água do céu – Pássaro” e o show “Homem de Neanderthal”, trabalhos de atmosfera visceral e densa latinidade.
Naquele primeiro momento, Ney parecia encarnar um animal indomado, arredio, um pássaro já seguro do próprio voo. Começou a ser construído ali o universo musical da carreira solo do cantor em movimento alicerçado em 1976 pelo álbum e show seguintes, “Bandido”.
Produzido por Guilherme Araújo (1936 – 2007), sob direção musical da violonista Rosinha de Valença (1941 – 2004), “Bandido” é álbum que chega aos 50 anos em 2026 com o mesmo poder de sedução de 1976. O título do álbum foi tirado do nome do mix pop de bolero e tango que se tornou o hit radiofônico do álbum, “Bandido corazón”, presente de Rita Lee (1947 – 2023), solidária com o amigo que seguia trajetória parecida com a da própria Rita, que também teve que procurar a própria turma após a controversa saída do grupo Os Mutantes no fim de 1972.
A aproximação com Ney levou Rita a conhecer o futuro parceiro de vida e música Roberto de Carvalho, guitarrista e tecladista da banda Terceiro Mundo, arregimentada por Ney em 1975 para acompanhá-lo naquele momento decisivo da carreira solo.
Além de Roberto, que teria contribuído para o polimento pop do arranjo da gravação original de “Bandido corazón”, a banda Terceiro Mundo era formada por Elber Bedaque (bateria), Elias Mizrahi (piano, moog e bandolim), Jorge Carvalho (baixo), Jorge Omar (violão, viola e arranjos) e Marcelo Salazar (percussão) – músicos fundamentais para a unidade sonora alcançada por “Bandido”.
Na capa do LP, editado pela gravadora brasileira Continental (a mesma que lançara os dois álbuns do Secos & Molhados), Ney Matogrosso era visto em foto de Marta Viana com o visual de cigano que ajudou a moldar a imagem do cantor, turbinada com adereços como bandana, brincos e colares.
No repertório do álbum “Bandido”, Ney se permitiu ser livre, dando voz tanto a uma canção de Luhli (1945 – 2018) que tangenciava a forma de um blues rasgado, “Aqui e agora”, quanto a uma música inédita de Odair José (cantor popular que vivia então o auge da carreira), parceiro de Maxine em “Cante uma canção de amor”, composição nunca regravada pelo autor, talvez por não figurar entre as criações mais inspiradas de Odair.
Já mostrando a habilidade para pescar pérolas, Ney remexeu no baú latino e tirou de lá “Pa-ran-pan-pan”, rumba do compositor cubano Sergio de Karlo (1911 – 2020) lançada em Cuba em 1939 e gravada pela primeira vez no Brasil vinte anos depois, em 1959, após ter se tornado standard latino na década de 1940, antecipando a era áurea do chá-chá-chá nos anos 1950.
Mais antiga ainda é a outra pérola do álbum, “Trepa no coqueiro” (Ary Kerner Veiga de Castro), música de 1929 em que Ney imprimiu a malícia sensual que se tornaria recorrente na discografia solo do cantor.
Nessa linha mais brejeira, o álbum “Bandido” também reapresenta o samba “Pra não morrer de tristeza” (João Silva e K-Boclinho, 1965) em gravação de picardia sublinhada pelo sopro do clarinete de Abel Ferreira (1915 – 1980), um dos músicos convidados da estelar ficha técnica que inclui também instrumentistas do naipe do violoncelista Jaques Morelenbaun, creditado somente como Jacques.
Em tom mais poético, o álbum voa alto por ares andinos na canção “A gaivota”, composta por Gilberto Gil para Ney enquanto o artista baiano estava preso pelo uso de maconha. O próprio Gil toca violão na gravação de “A gaivota”, música que o compositor registrou em single editado em 1977.
De outro gigante da MPB, Chico Buarque, Ney ganhou “Mulheres de Atenas”, música em que Chico usou de fina ironia para denunciar o jugo do patriarcado que ainda expõe as garras em Atenas e no Brasil (o compositor também gravou “Mulheres de Atenas” no álbum “Meus caros amigos”, lançado naquele mesmo ano de 1976).
Dentre o trio feminino que assina músicas no repertório do álbum “Bandido”, há a diretora musical Rosinha de Valença – compositora e violonista excepcional da canção ruralista “Usina de prata”, também gravada por Rosinha no álbum “Cheiro de mato” (1976) – e há Marlui Miranda, que recolheu “Airecillos”, canção espanhola do século XVI, além da já mencionada Luhli.
“Airecillos” fecha o álbum com o canto de Ney em espanhol, ressaltando a latinidade que seria um dos traços determinantes da identidade musical delineada pelo cantor com este segundo álbum solo.
Já cinquentenário, mas atemporal pelo repertório sem prazo de validade, “Bandido” é retrato bem acabado da personalidade forte de Ney Matogrosso como intérprete. Por isso, aos 50 anos, o disco preserva intacto o poder de sedução de 1976.

Fonte: G1 Entretenimento

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Disney aposta em parceria com TikTok para atrair público jovem ao Disney+


Ícone do aplicativo de compartilhamento de vídeos TikTok.
AP/Matt Slocum/Arquivo
A Walt Disney e o TikTok anunciaram nesta quarta-feira (5) um acordo que permitirá aos criadores de conteúdo da plataforma usar personagens e cenas de filmes e séries da Disney em vídeos curtos. Trata-se da primeira parceria desse tipo entre a rede social e uma empresa tradicional de mídia.
Pelo acordo, uma seleção de vídeos será exibida tanto no TikTok quanto no serviço de streaming Disney+, informaram as empresas em comunicado.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
No Disney+, o conteúdo ficará disponível em uma aba chamada Verts, criada para atrair o público mais jovem, acostumado a consumir vídeos verticais pelo celular. Será a primeira vez que vídeos do TikTok serão exibidos em outra plataforma.
🔎 O TikTok dará aos criadores acesso a materiais de centenas de filmes e séries da Disney, incluindo produções de marcas como Pixar, Marvel, Star Wars e FX, segundo as empresas.
Agora no g1
Um programa-piloto será lançado nos Estados Unidos nos próximos meses, com previsão de expansão para outros mercados. Os valores do acordo não foram divulgados.
O Disney+ e outros serviços de streaming vêm adotando cada vez mais os vídeos em formato vertical, que ganham espaço rapidamente nos Estados Unidos.
O Peacock, da Comcast, e o Paramount+ já passaram a oferecer séries nesse formato, enquanto a Netflix disponibiliza os Clips, vídeos curtos no estilo TikTok.
Além de ampliar a oferta de conteúdo do Disney+, a parceria com o TikTok pode ajudar a atrair mais espectadores para a plataforma.
Segundo dados do TikTok, os usuários da plataforma compartilharam, em média, 6,5 milhões de publicações por dia relacionadas a filmes e programas de TV no ano passado.
Quase metade dos participantes de uma pesquisa afirmou ter assistido a um filme ou a uma série depois de descobrir esse tipo de conteúdo no TikTok.
“Os melhores contadores de histórias são, antes de tudo, fãs”, afirmou Asad Ayaz, diretor de marketing e de marca da Disney. “Essa colaboração cria uma nova ponte entre as histórias que contamos e a criatividade que elas inspiram.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Cleo Pires fala sobre luta contra compulsão alimentar, relação com Fábio Jr. e sexualidade: ‘As pessoas tentaram me reduzir’


Cleo Pires é a convidada de hoje no quadro “Pode Perguntar?”
A atriz e cantora Cleo Pires abriu espaço para falar sobre alguns dos momentos mais delicados da vida pessoal durante participação no Pode Perguntar. Em conversa conduzida por pessoas autistas, ela respondeu a perguntas sobre compulsão alimentar, sexualidade, família em um bate-papo marcado por reflexões e relatos sinceros.
Um dos momentos mais emocionantes da entrevista aconteceu quando Cleo falou sobre a compulsão alimentar. Ela contou que convive com o transtorno desde muito cedo, mas só conseguiu entender o que estava acontecendo depois dos 30 anos.
“Eu acho que tive compulsão a vida inteira. E fui descobrir o que era compulsão depois dos 30.”
Segundo a atriz, o tratamento foi construído em várias etapas, com acompanhamento médico, medicamentos, terapia e mudanças de comportamento.
“Foi um trabalho profundo. Até hoje eu tenho que sempre ficar de olho.”
‘Achei que seria libertador’
Ao responder uma pergunta sobre a decisão de falar publicamente da própria sexualidade, Cleo afirmou que acreditava estar ajudando outras mulheres ao tratar o tema com naturalidade. Com o tempo, porém, percebeu que parte do público reagiu de forma diferente.
“Eu pensava que falar abertamente sobre o que era natural para mim seria algo libertador. Mas a gente vive numa sociedade bem preconceituosa e machista.”
Ela disse que a exposição acabou provocando o efeito contrário ao esperado.
“As pessoas, ao invés de isso virar uma coisa legal, tentaram me reduzir.”
Segundo Cleo, isso teve impacto tanto na carreira quanto na vida afetiva.
“Muitos homens se aproximavam de mim já com as ideias erradas, confundindo as coisas.”
Relação com Fábio Jr. e Orlando Morais
Também houve espaço para falar sobre família. Ao ser questionada sobre o que mais admirava em Fábio Jr., seu pai biológico, e em Orlando Morais, que a criou, Cleo destacou características diferentes de cada um.
Sobre Fábio Jr., ela disse admirar a autenticidade.
“Ele era ele, não importa o que acontecesse. Sempre me causou essa impressão, e isso é uma coisa que eu quis alcançar.”
Já ao falar de Orlando Morais, ressaltou a forma como ele enxerga o mundo.
“Ele tem uma visão muito inovadora, muito livre, muito amorosa, muito humana. É uma coisa que eu sempre admirei.”
Em outro momento da entrevista, Cleo comentou a polêmica em torno do fato de chamar Orlando de pai e afirmou que nunca conseguiu entender por que isso gerou debate público.
Segundo ela, Orlando ajudou a preencher lacunas deixadas pela ausência do pai biológico.
“Ele sempre foi um cara muito amoroso. Acho que me mostrou também que existem homens legais.”

Cleo Pires é a convidada de hoje no quadro “Pode Perguntar?”
Reprodução/TV Globo
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Quero ser vista inteira e não só a parte que rebola’: Anitta fala sobre amadurecimento e nova fase da carreira


Anitta no palco do Show da Vida para falar sobre o novo álbum ‘Equilibrium II’
Anitta afirmou que precisou desacelerar a rotina após enfrentar problemas de saúde provocados pelo excesso de trabalho. Em entrevista ao Fantástico, exibida neste domingo (2), a cantora contou que a mudança de vida foi motivada por um período de reflexão e autoconhecimento, que também inspira seu novo projeto musical, “Equilibrium 2”.
Segundo a artista, a virada começou após ler uma biografia de Carmen Miranda.
“Eu estava trabalhando demais e até fiquei bastante doente. Alguém me deu o livro da Carmen Miranda e falou: ‘Mude o final dessa história’. Foi muito importante para mim.”
Ela contou que, depois da leitura, participou de um retiro e passou a cuidar mais da saúde física e mental.
“Comecei a me cuidar e comecei a ficar bem de saúde novamente. Me transformei por dentro. Não é que eu seja outra pessoa, mas me percebo de outra maneira. Tenho mais tranquilidade, consigo viver, consigo ficar com a minha família.”
‘Quero ser vista inteira e não só a parte que rebola’
Durante a entrevista, Anitta também refletiu sobre a relação com a fama e disse que mudou a forma como enxerga o sucesso.
A cantora relembrou que, no início da carreira, acreditava que precisava estar constantemente em evidência.
“Eu tinha que estar sempre nas notícias, porque essa era a minha percepção de sucesso.”
Hoje, segundo ela, essa necessidade ficou para trás.
“Hoje em dia tenho zero necessidade que as pessoas estejam falando de mim. Quero, sim, que as pessoas escutem minha música.”
Anitta explicou que “Equilibrium 2” traz composições mais pessoais e íntimas, inspiradas em experiências vividas nos últimos anos.
Anitta também afirmou que a nova fase não significa abandonar as características que marcaram sua carreira. Segundo ela, o novo álbum reúne diferentes facetas de sua personalidade.
“Eu ainda rebolo, tem funk ainda, tem deboche, também tem a parte que fala, que eu acredito que esteja em constante evolução interna. Então eu acho que isso é importante para mim, ser vista inteira e não só a parte que rebola.”
Religião e combate ao preconceito
Outro tema abordado foi a decisão de falar publicamente sobre sua fé e sua ligação com o candomblé. A cantora disse que durante muito tempo evitou expor sua religião por medo das consequências na carreira.
“Eu tinha muito medo. Diziam que, se eu falasse que era do candomblé, perderia muitas coisas.”
Ela afirmou que decidiu deixar esse receio para trás e criticou a intolerância religiosa.
“Existe muito preconceito, muita intolerância e racismo religioso. As pessoas julgam sem saber.”
Anitta disse ainda que espera incentivar outras pessoas a viverem sua fé livremente, independentemente da religião.
Conselho para novos artistas
A cantora também falou sobre sua participação como uma das conselheiras do programa “Estrela da Casa” e deixou uma mensagem para quem sonha em seguir carreira artística.
Segundo ela, é importante ter clareza sobre os próprios objetivos e entender que o mercado se tornou mais competitivo com o crescimento das redes sociais.
Apesar das dificuldades, Anitta afirmou que acredita ser possível construir uma trajetória autêntica.
Nova missão
Ao ser questionada sobre qual é sua missão atualmente, depois de conquistar sucesso nacional e internacional, Anitta respondeu que seu objetivo vai além da carreira.
“Que a gente possa abrir caminho para mais pessoas e construir uma onda. É assim que se faz uma revolução, uma mudança de sociedade, livre de intolerância, de preconceito e de apontar o dedo para o outro.”
‘Não preciso mais que estejam falando de mim’, diz Anitta ao comentar nova fase
Reprodução/TV Globo
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Homem-Aranha: Um novo dia’ entra para top 5 dos filmes do herói: veja lista (do pior para o melhor)


‘Homem-Aranha: Um novo dia’ é melhor que ‘Sem volta para casa’? Qual o melhor de todos?
“Homem-Aranha: Um novo dia” já se tornou a segunda maior bilheteria de estreia de todos os tempos, com cerca de US$ 930 milhões em todo o mundo em quatro dias. No Brasil, o quarto filme com Tom Holland foi lançado no último dia 29 de julho.
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Até por isso, é válido discutir em que colocação esse filme ficaria entre todas as 11 aventuras solo do herói desde que ele se tornou um fenômeno do cinema, com Tobey Maguire e Sam Raimi, lá em 2002.
Para celebrar a expansão do multiverso aracnídeo, o g1 aproveitou para atualizar sua lista com todos os filmes do Homem-Aranha, do pior para o melhor, sem considerar as participações do personagem em outras três produções dos estúdio Marvel.
Veja abaixo:
Cenas dos onze filmes do Homem-Aranha, com Tobey Maguire, Andrew Garfield e Tom Holland
Divulgação
11 – ‘O espetacular Homem-Aranha’ (2012)
Confira trailer do filme ‘O Espetacular Homem-Aranha’
A estreia de Andrew Garfield como um Peter Parker skatista e rebelde tinha o peso de substituir o trabalho icônico de Tobey Maguire. A performance em si foi ok, mas a nova velha história de origem conta com algumas das piores cenas da história do cinema, como a famigerada sequência das gruas de construção se alinhando sobre a cidade de Nova York.
10 – ‘Homem-Aranha 3’ (2007)
Para muitos este talvez seja o mais infame dos filmes do herói, com a (infelizmente) inesquecível dancinha de Tobey Maguire sob a influência nefasta do simbionte. Conclusão triste de uma grande trilogia, “Homem-Aranha 3” ainda deu ao mundo o magrelo Topher Grace, de “That ’70s show”, como o musculoso Venom. Credo.
9 – ‘O espetacular Homem-Aranha 2: A ameaça de Electro’ (2014)
Também tem muita gente que considera “A ameaça de Electro” o pior de todos. Dá pra entender. Principalmente porque errar uma vez é humano, insistir no erro é inaceitável. Difícil determinar o que é mais descartável nesse filme, desde um Jamie Foxx azul e esquisito a um Dane Dehaan aguado e ainda mais esquisito.
8 – ‘Homem-Aranha: De volta ao lar’ (2017)
Assista ao novo trailer de ‘Homem-Aranha: De volta ao lar’
A quinta colocação de “De volta ao lar” apenas atesta a qualidade das demais produções estreladas pelo Aranha. A estreia solo do herói no Universo Cinematográfico da Marvel – o retorno oficial aconteceu em “Capitão América: Guerra Civil” (2016) – evitou repetir a morte do tio Ben para entregar direto uma bela e inocente aventura do personagem contra o grande vilão interpretado por Michael Keaton, Abutre. LEIA A RESENHA COMPLETA.
7 – ‘Homem-Aranha’ (2002)
Pouca gente diria que a união entre o jovem Tobey Maguire no papel principal e o diretor de filmes B de terror Sam Raimi daria tão certo. Por mais que o Homem-Aranha fosse um dos personagens mais populares dos quadrinhos, também era um dos mais difíceis de adaptar. Mas a dupla mostrou que não estava de brincadeira. O resultado da parceria foi um sucesso tão grande que se tornou um dos responsáveis pela atual onda do gênero de super-heróis.
6 – ‘Homem-Aranha: Longe de casa’ (2019)
‘Homem-Aranha: Longe de Casa’ ganha segundo trailer
Em 2019, “Longe de casa” entrou para a lista logo em terceiro, mas agora para a quarta colocação graças à qualidade de “Sem volta para casa”. O segundo filme protagonizado por Holland é, junto de “Aranhaverso”, o mais divertido de todos, mas apesar de um começo lento e um ritmo inconstante. Mesmo assim, o herói dificilmente terá outra adaptação tão boa de seus poderes quanto na luta final contra Mystério. LEIA A RESENHA COMPLETA.
5 – ‘Homem-Aranha: Um novo dia’ (2026)
Assista ao novo trailer de ‘Homem-Aranha: Um novo dia’
O quarto filme de Tom Holland no papel só não supera o terceiro por pouco. “Um novo dia” não tem a extravagância do anterior e aposta numa aventura um pouco mais pé no chão, com um Homem-Aranha mais maduro, um pouco mais fiel aos gibis e até mais emocional. Tirando alguns exageros de roteiro, algumas tramas paralelas que poderiam ser deixadas para uma outra ocasião, ou o fato de ninguém se preocupar com como diabos Peter paga as contas sem um emprego, é um ótimo começo para uma nova fase do herói nos cinemas. LEIA A RESENHA COMPLETA.
4 – ‘Homem-Aranha: Sem volta para casa’ (2021)
‘Homem-Aranha: Sem volta para casa’ ganha novo trailer; ASSISTA
“Sem volta para casa” ainda é o melhor dos estúdios Marvel. É compreensível até que alguns mais empolgados o coloquem no topo de suas listas — por motivos que ainda não devem ser discutidos. Afinal, a nona aventura “solo” do amigão da vizinhança fecha um belo ciclo de histórias iniciado lá em 2002, atende às expectativas de fãs e até as supera, com algumas surpresas emocionantes. Só não está mais alto aqui porque, de certa forma, “Aranhaverso” veio primeiro. E porque “Homem-Aranha 2” é praticamente insuperável. LEIA A RESENHA COMPLETA.
3 – ‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ (2023)
‘Homem-Aranha: Através do Aranhaverso’ ganha novo trailer
“Homem-Aranha: Através do Aranhaverso” explora com beleza as possibilidades oferecidas por diferentes dimensões, cada uma com estilo próprio de arte e animação, e amadurece protagonistas e seus relacionamentos. Se o antecessor passou a impressão de se assistir a um filme de quadrinhos pela primeira vez, “Através” se assume como uma obra mais madura – mas igualmente emocionante. LEIA A RESENHA COMPLETA.
2 – ‘Homem-Aranha 2’ (2004)
A verdade é que deveria haver um empate técnico na liderança. O segundo filme dirigido por Sam Raimi é um dos melhores do gênero, com uma atuação icônica de Alfred Molina como o Dr. Octopus e cenas inesquecíveis, como as do trem ou o confronto final. Em 2021, aliás, uma versão anterior desta mesma lista colocava “Homem-Aranha 2” no topo – e nada garante que ele não volte no futuro.
1 – ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’ (2018)
Veja o trailer de ‘Homem-Aranha no Aranhaverso’
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Fonte: G1 Entretenimento

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Rapper Predella, do Costa Gold, é processado por suposto calote envolvendo colaborações musicais pagas


O rapper Predella
Reprodução/Instagram
O rapper Predella, integrante do grupo Costa Gold, é alvo de processos envolvendo uma série de acordos não cumpridos de parcerias musicais, os chamados feats.
A reportagem ouviu diversos relatos de pessoas que, entre 2023 e 2026, compraram uma espécie de pacote para a participação do cantor em músicas e não tiveram retorno do artista ou reembolso do valor. As parcerias custaram entre R$ 1,5 e R$ 5 mil.
O artista confirmou ao g1 que recebeu os pagamentos e não realizou as colaborações. Ele alega que enfrenta problemas pessoais e está buscando uma solução para a questão.
Nome de destaque na cena do rap nos anos 2010, Predella é um dos líderes do Costa Gold, que lançou cinco álbuns de estúdio e marcou uma geração de jovens com letras que abordavam carros, mulheres e dinheiro. Em setembro de 2023, o grupo informou que faria uma pausa por tempo indeterminado.
Nas últimas semanas, o rapper anunciou a venda de diversos itens relacionados a sua trajetória no Costa Gold alegando problemas financeiros.
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Oportunidade virou dor de cabeça
Em dezembro de 2023, Carlos Otávio Guilhon viu nos stories do Instagram do rapper um anúncio para feats. Pela DM da rede social, ele acordou o pagamento de R$ 4.500 por uma música em parceria com Predella.
O depósito da quantia foi feito no dia 11 de dezembro daquele ano, via PIX.
A sequência, então, era: o interessado enviaria a música para Predella, que acrescentaria sua parte e enviaria o material de volta — o que nunca aconteceu.
“Por mais de 18 meses, o Otávio tentou contato de todas as formas com o artista, que sempre dava uma desculpa diferente. Ele é fã de rap e o Predella é um cantor reconhecido, com renome. Ter uma parceria musical com ele é algo de prestígio”, explica ao g1 o advogado da possível vítima, Leonardo Andreazza Anjos.
Carlos entrou com processo na Justiça do Paraná por danos morais. Além do ressarcimento do valor pago, com juros e correção monetária, ele pede uma indenização de R$ 6 mil.
‘Sempre um novo prazo’
Outro que pagou e não recebeu o feat foi Roberto Zens. Ele explica que, em janeiro de 2025, viu a oportunidade de parceria com Predella também via Instagram, fez o pagamento e não recebeu a faixa.
No primeiro contato com Roberto, o rapper enviou um roteiro de como seria o processo, incluindo divulgação nas redes sociais:
Realiza o pagamento;
Envia o comprovante;
Recebe o contato de Predella via WhatsApp;
Envia sua música que terá participação do rapper;
Predella devolve a música gravada em até 15 dias.
Print mostra como era negociação feita via Instagram
Reprodução
Depois do pagamento e comprovante enviado, Roberto passou a ter contato com o rapper pelo WhatsApp. Ele enviou a música e, na primeira semana de atraso, recebeu como resposta que o cantor estava reescrevendo um trecho da canção.
Ao g1, Roberto disse que um dos fatores que chamou sua atenção foi a chance de fazer um trabalho raro com Predella, já que o rapper afirmou em postagem que abriria “vaga” para apenas duas colaborações no primeiro semestre de 2025.
No entanto, a multiplicação de postagens com oportunidades de colaborações fez com que ele suspeitasse da oportunidade oferecida.
“Pelo menos uma vez por mês ele postava que havia vaga para feat. Não era nada raro ou exclusivo. Depois, fiquei sabendo de muitas pessoas com o mesmo problema que o meu. Se eram dois por semestre, como encontramos tanta gente nessa situação?”, conta.
“Comigo foram mais de 50 desculpas diferentes, sempre tinha um prazo novo. Fiz o pagamento em janeiro de 2025. Estamos em agosto de 2026 e não tenho nem resposta. Depois que falei que acionaria os advogados, em junho, ele deixou de me responder”, explica.
Mensagens mostram sequência de novas datas dadas por Predella
Reprodução
Boletim de ocorrência registrado
Victor Augusto de Paula conta que, em setembro de 2025, pagou R$ 1.500 ao artista pela participação dele em uma música.
Desde então, recebe como resposta que o trabalho vai ser concluído “em breve”, mas não tem um retorno claro.
“Tenho toda a negociação documentada, incluindo conversas, comprovante de pagamento e outros registros. Diante da situação, inclusive, registrei um boletim de ocorrência”, explica.
Victor também explica que encontrou outras pessoas reclamando da mesma questão em comentários nas redes sociais.
Por que pagar por um feat?
Todos os envolvidos disseram ao g1 que só realizaram o pagamento pois confiaram na credibilidade de Predella e entenderam que a prática de comprar a participação de um artista reconhecido em uma música era normal.
No universo do rap e funk, a dinâmica de pagamento para parceria musical se tornou comum nos últimos anos, mesmo sendo vista com certa desconfiança.
Isso porque a ideia original das colaborações é uma união entre cantores por identificação artística. O pagamento torna a relação meramente comercial.
Nos últimos anos, ter um feat com um artista renomado é importante para quem deseja ter destaque nas plataformas digitais, inflando número de ouvintes mensais no Spotify, por exemplo, o que pode acabar resultando em contratação para shows ou outros benefícios.
O que diz Predella
Em áudio enviado ao g1, o artista explicou que está “de prontidão pra resolver” os casos e que disponibilizou opções de contato pelas redes sociais.
“Eu tenho 20 anos de carreira, nunca tive problema com esse tipo de coisa. De uns tempos pra cá, passei por situações delicadas, difíceis, financeiras, de familiar doente. Fiquei praticamente 60 dias sem poder trabalhar. Por isso que encavalou uma série de entregas.”
Predella também voltou a reforçar que vai sugerir um novo prazo para entrega das parcerias musicais.
“Eu vou dar um prazo, não vai ser um prazo exorbitante, um prazo longo. Vai ser um prazo curto para resolução.”

Fonte: G1 Entretenimento