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Solange Couto é eliminada do ‘BBB 26’ com 94,17% da média dos votos


William Bonner e Sandra Annenberg invadem a casa do BBB!
Solange Couto foi eliminada da 26ª edição do “Big Brother Brasil” no Paredão desta terça-feira (31). A sister deixou a casa após receber 94,17% da média dos votos.
Treino viral de Samira no BBB expõe erros comuns na academia; veja como corrigir movimentos
Ela disputava a preferência do público com Jordana e Marciele, que ficaram com 3,54% e 2,29% da média, respectivamente.
Quem saiu do BBB 26? Solange Couto é a décima primeira eliminada do reality
Reprodução/TV Globo
A atriz Solange Couto tem 69 anos e é natural do Rio de Janeiro. Popularmente conhecida por sua personagem Dona Jura na novela O Clone (2001) com o bordão “Não é brinquedo, não”, seu último trabalho na TV foi em Garota do Momento (2024).

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026 anuncia Espaço Favela com Belo, Xamã e mais; veja line-up completo


O cantor Belo é uma das atrações do Rock in Rio 2026
Vitor Batista
O Rock in Rio anunciou nesta terça-feira (31) o line-up completo do Espaço Favela. O festival acontece no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro.
Entre os destaques deste ano estão Xamã e Belo, destaque também na TV, ambos atuando na novela “Três Graças”. Rodrigo do CN, Major RD, Dennis e Cabelinho também são atrações principais do palco.
Veja o line-up completo do Espaço Favela:
4 de setembro (sexta-feira)
Rodrigo do CN
Hitmaker
GBZ7N
5 de setembro (sábado)
Major RD
Canto Cego
Quantum
6 de setembro (domingo)
Xamã
Rael
Budah
7 de setembro (segunda-feira)
Belo
Mart’nália
Tiee
11 de setembro (sexta-feira)
Cabelinho convida TZ da Coronel
Puterrier & MC Carol
Caio Luccas
12 de setembro (sábado)
Timbalada
Priscila Senna
Soul de Brasileiro
13 de setembro (domingo)
Dennis
Suel
Marvvila
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Venda geral começa dia 26 de maio
A venda geral de ingressos começa no dia 26 de maio, às 12h, por meio da plataforma Ticketmaster Brasil. O ingresso custa R$ 870 a inteira, R$ 435 a meia-entrada e R$ 739,50 para clientes Itaú, e não há cobrança de taxa de serviço.
Os clientes podem comprar até quatro ingressos por dia de festival em seu CPF, sendo no máximo uma meia-entrada para cada dia.
A única exceção fica por conta das pessoas com deficiência, que poderão selecionar, além do seu ingresso, 01 ingresso meia-entrada adicional para o seu acompanhante para cada dia comprado.
A pré-venda para clientes Itaú e membros do Rock in Rio Club começa no dia 19 de maio, também às 12h. Neste caso, o público poderá comprar até dois ingressos por dia de festival por CPF, sendo até uma meia-entrada por dia.
Veja a seguir todas as atrações já anunciadas:
Dia 4
Foo Fighters (Palco Mundo) – headliner
Rise Against
The Hives
Nova Twins
Detonautas convidam Biquini e Di Ferrero
Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos
Hot Milk
Dia 5
Avenged Sevenfold (Palco Mundo) – headliner
Bring Me The Horizon (Palco Mundo)
Machine Gun Kelly
Sepultura
Bad Omens
Black Pantera convida Nervosa
Poppy
Malvada convida Day Limns
Dia 7
Elton John (Palco Mundo) – headliner
Gilberto Gil (Palco Mundo)
Jon Batiste (Palco Mundo)
Fatboy Slim (New Dance Order)
Laufey (Palco Sunset)
Luísa Sonza convida Roberto Menescal (Palco Mundo)
Péricles canta Motown (Palco Sunset)
Roupa Nova convida Guilherme Arantes (Palco Sunset)
Dia 11
Stray Kids (Palco Mundo) – headliner
Jamiroquai (Sunset)
Dia 12
Maroon 5 (Palco Mundo) – headliner
Demi Lovato (Palco Mundo)
Mumford & Sons (Palco Sunset)
João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira (Palco Sunset)

Fonte: G1 Entretenimento

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Jáder alarga eixo estético e transita por funk e pagode, entre ritmos do Nordeste, no álbum ‘Deixa o mundo acabar’


Jáder lança em 9 de abril o segundo álbum, ‘Deixa o mundo acabar’
Flora Negri / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Quatro anos após o primeiro álbum, “Quem mandou chamar???” (2022), Jáder apresenta em 9 de abril o segundo álbum, “Deixa o mundo acabar”, gravado com produção musical de Barro e Guilherme Assis.
Nascido Jáder Cabral de Mello no Recife (PE), o cantor e compositor pernambucano reflete em alguns temas do álbum a mudança para a cidade de São Paulo (SP).
Pautadas pelas diversidade rítmica, as onze faixas simbolizam a expansão do eixo estético do artista, que extrapola os gêneros musicais nordestinos – representados no disco por galope e xote, além do brega do estado natal – ao transitar no álbum “Deixa o mundo acabar” por funk, pagode, rock e bachata. “Eu queria de tudo um pouco e decidi me permitir”, avisa Jáder.
Para a primeira incursão pelo universo do pagode, o cantor convidou Joyce Alane, com quem Jáder faz feat na música “Fica comigo”. Mariana Aydar é a convidada de “Pessoa preferida”, faixa pontuada pelo toque da sanfona de Karol Maciel. Na música-título “Deixa o mundo acabar”, Jáder segue o passo ágil do galope.
“Enigma”, “Mormaço”, “Ralado”, “Sem você” e “Tô de volta” são outras músicas que compõem o repertório autoral do álbum gravado de maio de 2025 a fevereiro deste ano de 2026 entre estúdios de Pernambuco, Rio Grande do Norte e São Paulo.
O lançamento do álbum “Deixa o mundo acabar” foi precedido pelos singles “Xêro” (2025), “Volta” (2026, gravado com Jaloo) e “No mar” (2026, feat de Jáder com Totô de Babalong em faixa que flerta com a batida do funk).
Capa do álbum ‘Deixa o mundo acabar’, de Jáder
Hannah Carvalho com design de Gabi Mati e direção de arte de Igor Soares

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Super Mario Galaxy: O filme’ abre mão de diversão para expandir universo no cinema; g1 já viu


“Super Mario Galaxy: O filme” é a prova de que focar em uma história mais coesa que seu antecessor não significa muito se não for a história certa.
Em 2023, “Super Mario Bros.” arrecadou mais de US$ 1,3 bilhão ao redor do mundo ao apostar em uma série pesada de referências dos games, sem se importar tanto com o roteiro em si.
A decisão claramente deu certo, e a animação conquistou uma nova geração de fãs para a franquia – além dos pais que os acompanhavam nos cinemas.
Com tanto sucesso, a continuação era inevitável.
Ela estreia agora com visuais ainda mais impressionantes – cortesia da Illumination, estúdio dos “Minions” – e um enredo mais definido. Dá para ver claramente um começo, um meio e um fim na aventura dos irmãos encanadores, inspirada no jogo de mesmo nome de 2007.
CURIOSIDADE: Você sabia que o nome completo do Mario é Mario Mario? Sim. Mario é o nome de família. Eles são os irmãos Mario, afinal.
Dessa vez, após salvar o Reino dos Cogumelos, eles precisam se unir mais uma vez à princesa Peach em uma missão cósmica contra um novo, mas familiar, inimigo.
No meio do caminho, é claro, encontram tempo para apresentar alguns outros personagens icônicos da franquia e até de outros games da Nintendo, expandindo no geral esse universo cinematográfico da fabricante.
Infelizmente, não encontram tanto espaço para a diversão. Não me entendam mal, não deixa de ser um filme legal e colorido o suficiente para agradar o público infantil. Seus filhos certamente vão adorar.
Mas quem não se distrai tanto por caras e bocas e leis da física sem sentido inevitavelmente vai sentir falta de um pouco mais de substância – ainda mais sem a nostalgia constante gerada pela metralhadora de referências do primeiro filme.

Fonte: G1 Entretenimento

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Joia de Cassiano e do soul brasileiro, o álbum ‘Cuban soul 18 kilates’ chega aos 50 anos sem perda da luminosidade


Cassiano (1943 – 2021) na foto exposta na capa do álbum ‘Cuban soul 18 kilates’ (1976)
Paulo Ricardo / Reprodução
♫ MEMÓRIA – DISCOS DE 1976
♬ Álbum ora reeditado (pela segunda vez) no formato original de LP, 50 anos após o lançamento em 1976 pelo selo Polydor (braço popular da gravadora Philips), “Cuban soul 18 kilates” é uma das três preciosas pedras fundamentais da discografia de Genival Cassiano dos Santos (16 de setembro de 1943 – 7 de maio de 2021) – gênio da soul music à moda brasileira – ao lado dos dois antecessores “Imagem e som” (1971) e “Apresentamos nosso Cassiano” (1973).
Sob o prisma mercadológico, “Cuban soul 18 kilates” exemplifica o paradoxo que pautou a trajetória deste cantor, compositor e músico que, na virada dos anos 1960 para os 1970, contribuiu decisivamente para a sedimentação da cena de funk e soul brasileiros, alicerçando em 1970 o primeiro álbum do cantor Tim Maia (1942 – 1998), voz sobressalente nessa cena em que também foram relevantes o pianista Dom Salvador e o cantor Tony Tornado, entre outros nomes.
A contradição reside no fato de que “Cuban soul 18 kilates” se tornou o álbum mais popular de Cassiano por ter sido impulsionado com a inclusão de duas grandes canções do repertório, “A lua e eu” (1975) e “Coleção” (1976), nas trilhas sonoras de duas novelas da TV Globo, “O grito” (1975 / 1976) e “Locomotivas” (1977), respectivamente, mas nem por isso garantiu a continuidade da carreira do artista. Ao contrário.
Após o álbum, Cassiano saiu da Philips e foi para a CBS (tornada Sony Music em 1991) gravar álbum abortado e até hoje dado como perdido. O cantor somente gravaria o quarto álbum em 1991, “Cedo ou tarde”, 15 anos após a edição de “Cuban soul 18 kilates”, já no esquema de feats, regravações e eventuais músicas inéditas.
Hits do álbum que atravessaram gerações, “A lua e eu” e “Coleção” são duas grandes canções românticas de alma soul, com melodias de recorte absolutamente original. Balada de tom melancólico, “A lua e eu” chegou antes do álbum, no fim de 1975, como faixa do LP editado pela gravadora Som Livre com a trilha sonora nacional da novela “O grito”, estreada em outubro daquele ano de 1975.
Já “Coleção” ganharia popularidade e se tornaria um hit radiofônico somente em 1977, veiculada diariamente na novela “Locomotivas” como tema de Fernanda (Lucélia Santos), uma das protagonistas da trama blockbuster das 19h.
Tanto “A lua e eu” como “Coleção” foram compostas por Cassiano com Paulo Zdanowski (28 de fevereiro de 1954 – 29 de setembro de 2023), cantor, compositor, guitarrista e produtor musical carioca que se tornou fundamental na criação e formatação deste terceiro álbum solo do parceiro revelado nos anos 1960 em grupos como Bossa Rio e Os Diagonais.
Conhecido artisticamente como Paulinho Motoka, Zdanowski não somente orquestrou a produção musical do álbum “Cuban soul 18 kilates” ao lado de Gastão Lamounier (1942 – 2001), como assinou com Cassiano todas as nove músicas que compõem o repertório inteiramente autoral do álbum.
Além de “A lua e eu” e “Coleção”, o álbum “Cuban soul 18 kilates” traz pepitas como “Ana”, angustiada balada elevada por Cassiano aos céus em gravação que exemplifica a arquitetura majestosa dos arranjos orquestrados para o disco pelo pianista Don Charles (falecido em 2017) e pelo maestro Miguel Cidras (1937 – 2008)., sendo que o arranjo de “Ana” é de Charles.
Aberto com “Hoje é Natal”, primeira canção natalina do soul brasileiro, o álbum “Cuban soul 18 kilates” é álbum de soul e funk com influências de música brasileira e ecos do som do cantor Otis Redding (1941 – 1967) e do grupo Sly & The Family Stone, referências do soul norte-americano.
Como em 1976 a disco music já começava a dominar as pistas dos Estados Unidos, em ascensão que já reverberava no Brasil, Cassiano bebeu dessa fonte dançante e pop da black music na música “De bar em bar”.
Baixada a maré da inebriante disco music, o tempo fez mais justiça a faixas como “Onda”, tema que se tornaria cultuado desde que foi sampleado em 2002 pelo grupo de rap Racionais MC’s na gravação de “Da ponte pra cá” (Mano Brown), música que fecha o álbum duplo “Nada como um dia após o outro dia” (2002).
Se o groove do funk “Central do Brasil” é puro baile à moda Black Rio, movimento que vivia momento de grande visibilidade naquele ano de 1976, o balanço frenético de “Saia dessa fossa” evoca o suingue de Sly Stone (1943 – 2025) enquanto “Salve essa flor” reveste o álbum de lirismo com apelo poético pela vida e pelo cultivo do amor diante de tantas ervas daninhas no jardim de um Brasil cujo solo vivia então irrigado pelo sangue derramado pela aparelho repressivo da ditadura.
Contudo, essa possível interpretação política da letra nunca foi exposta por Cassiano, soulman romântico e melancólico que legou joias como “Cuban soul 18 kilates”, álbum que fecha a fundamental trilogia fonográfica desde artista paraibano que, embora cultuado, passou anos em injusto e cruel ostracismo, longe dos estúdios de gravação.
O tempo rei se encarregou de consagrar o artista e de lhe garantir lugar de honra na posteridade. O álbum “Cuban soul 18 kilates” chega aos 50 anos sem perda da luminosidade.
Capa do álbum ‘Cuban soul 18 kilates’ (1976), de Cassiano
Paulo Ricardo com arte de Luiz Trimano

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem é MC Poze do Rodo, cantor que diz ter sido mantido refém em assalto dentro de casa


MC Poze do Rodo diz ter sido mantido refém em assalto dentro de casa
O MC Poze do Rodo, nome artístico de Marlon Brendon Coelho Couto Silva, ganhou notoriedade no cenário do funk do Rio de Janeiro no fim da década de 2010. Entre as músicas mais conhecidas estão “Diz aí qual é o plano?”, “Me sinto abençoado”, “Madrugada é solidão”, “Essência de cria” e “A cara do crime”.
Na madrugada desta terça-feira (31), o cantor relatou à polícia que foi mantido refém e agredido por assaltantes que invadiram e roubaram sua casa, em um condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. O cantor afirmou que os ladrões levaram R$ 15 mil em espécie, celulares, roupas, perfumes, relógios e joias, em um prejuízo estimado em R$ 2 milhões.
Quem é MC Poze do Rodo?
Conhecido por ostentar um estilo de vida exuberante, tem mais de 15 milhões de seguidores em uma rede social. As canções de Poze falam sobre a vida nas comunidades do Grande Rio. É casado com a influenciadora e empresária Viviane Noronha e tem cinco filhos.
Poze do Rodo é um dos artistas mais requisitados do momento. Cada show custa, em média, R$ 200 mil, com uma agenda de aproximadamente cinco apresentações por semana.
Quando era adolescente, chegou a trabalhar para o tráfico de drogas na comunidade do Rodo, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. Ao programa Profissão Repórter de outubro do ano passado, ele disse que busca passar para os jovens que o crime não oferece futuro.
“Já troquei tiro, fui baleado e preso também. E eu pensei: vou querer ficar nessa vida aqui ou viver uma vida tranquila? Então, eu foquei em viver uma vida tranquila, batalhei e hoje em dia eu passo isso para a molecada: o crime não leva a lugar nenhum”, disse Poze.
MC Poze do Rodo fala sobre passado no crime e como a música transformou sua vida
O cantor chegou a ser preso em 2019 durante um show em Sorriso, em Mato Grosso, por apologia ao crime. Em 2022, lançou o primeiro álbum, “O Sábio”, com a participação de nomes do rap, trap e funk, como Cabelinho, Orochi e Oruam.
Poze afirmou ao Profissão Repórter que as letras de suas canções são o reflexo da vida que vivia.
“Nada nessa vida vai mudar minha essência cria, onde tudo começou foi com esse tipo de música. Tem umas do meu passado que eu canto, mas oriento para as crianças não cantarem. Eu tenho que ter esse controle mesmo, porque é muita criança que me me vê, né?”, disse o cantor.
Poze foi uma das atrações da última edição do Rock in Rio. Durante a apresentação, ele pediu Viviane Noronha em casamento, mas o relacionamento acabou no final de 2025.
Em novembro de 2024, Poze do Rodo foi alvo da Operação Rifa Limpa, ação da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra sorteios divulgados nas redes sociais. Em abril de 2025, uma decisão da Justiça restituiu ao cantor os bens que haviam sido apreendidos na ocasião, como carros de luxo e joias.
Poze do Rodo no Rock in Rio
Reprodução/Bis

Fonte: G1 Entretenimento

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Marcos Sacramento revive afrosambas ao gravar no Rio álbum com Roberta Sá, Ney Matogrosso e Pedro Miranda


Marcos Sacramento (à esquerda) grava com Ney Matogrosso no estúdio da gravadora Biscoito Fino
Reprodução / Instagram Marcos Sacramento
♫ NOTÍCIA
♬ Marcos Sacramento atravessou este mês de março de 2026 entre os palcos, as rodas de samba e o estúdio da gravadora Biscoito Fino, no Rio de Janeiro (RJ).
Na sequência da estreia em 5 de março do show “Os afrosambas 60 anos”, no qual o cantor reaviva o repertório do álbum “Os afro-sambas de Baden e Vinicius” (1966) com o violonista Zé Paulo Becker, Sacramento começou a gravar o álbum em que rebobina as músicas desse antológico e já sexagenário disco que reuniu oito afrosambas compostos entre 1962 e 1965 com melodias do compositor e violonista Baden Powell (1937 – 2000) com letras de Vinicius de Moraes (1913 – 1980). No álbum, Sacramento canta os afrosambas com convidados como Ney Matogrosso, Pedro Miranda e Roberta Sá.
Tal como no show, o cantor extrapola no álbum o repertório do LP de 1966, abarcando afrosambas como “Berimbau” e “Consolação”, ambos lançados em 1963, três anos antes do disco.
Marcos Sacramento (à esquerda), Roberta Sá e o violonista Zé Paulo Becker posam no dia da gravação da participação da cantora no álbum
Reprodução / Instagram Marcos Sacramento
Com as músicas “Canto do caboclo Pedra Preta”, “Tempo de amor”, “Canto de Ossanha” (a composição mais famosa do repertório por conta da gravação feita pela cantora Elis Regina naquele mesmo ano de 1966), “Bocochê”, “Canto de Xangô”, “Tristeza e solidão”, “Canto de Iemanjá” – faixa em que a voz da cantora carioca Dulce Nunes (1929 – 2020) simboliza o canto da orixá saudada como a rainha das águas – e “Lamento de Exu”, o álbum “Os afro-sambas de Baden e Vinicius” foi formatado com arranjos e regências do maestro César Guerra-Peixe (1914 – 1993).
Os arranjos foram criados por Guerra-Peixe com ênfase em instrumentos de percussão recorrentes nos terreiros de Candomblé (agogô, afoxé, atabaque e bongô), já que os ritmos e harmonias dos temas das religiões de matriz africana foram a principal inspiração de Baden e Vinicius na composição dos afrosambas. Mas há também sopros e violão (instrumento no qual Baden se consagrou um dos músicos mais relevantes do Brasil) na arquitetura desses arranjos.
O álbum “Os afro-sambas de Baden e Vinicius” foi orquestrado pelo produtor musical carioca Roberto Quartin (1941 – 2004) com a colaboração do músico Wadi Gebara (1937 – 2019), de quem Quartin era sócio na gravadora Forma, companhia fonográfica que editou o álbum “Os afro-sambas de Baden e Vinicius”.
Pedro Miranda (à esquerda) é um dos convidados do álbum em que Marcos Sacramento canta os afrosambas de Baden Powell e Vinicius de Moraes
Reprodução / Instagram Marcos Sacramento

Fonte: G1 Entretenimento

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Flagra ou invasão de privacidade? Fotos de Marquezine e Shawn dentro de casa levantam debate


No Carnaval de Salvador deste ano, Shawn Mendes e Bruna Marquezine curtem trio de Ivete Sangalo
Ag.Fpontes
Até que ponto a foto de um famoso é um mero flagra ou uma invasão de privacidade? O debate sobre os cliques de celebridades se ampliou após imagens de Bruna Marquezine e Shawn Mendes dentro da casa da atriz, em um apartamento no Rio, circularem em redes sociais e sites de famosos.
Para alguns, fotos de famosos desse tipo são normais. Para outros, os limites foram ultrapassados. Procurada pelo g1, a assessoria de Bruna disse que não comentará o caso.
Do ponto de vista jurídico, de acordo com especialistas ouvidos pelo g1, o clique é uma violação ao direito à intimidade. Segundo eles, há diversas medidas plausíveis contra os responsáveis pelas imagens e pela publicação.
“É possível, em um primeiro momento, o envio de notificação extrajudicial exigindo a retirada da imagem em tempo razoável ou a imediata adoção de providências judiciais”, afirma Pedro Amorim de Souza, advogado do Martins Cardozo Advogados Associados.
“É importante ressaltar, antes de tudo, que a prática tanto do registro fotográfico quanto da posterior divulgação de tais imagens para terceiros constitui ato ilícito na esfera cível e constitui crime, dando margem a diferentes consequências jurídicas”, afirma Pedro.
“Essa proteção garantida pela Constituição é irradiada por todo o sistema jurídico, tendo repercussões em várias áreas da vida. É por isso que uma eventual violação ao direito à intimidade tem repercussões tanto na esfera cível quanto na esfera criminal”, completa o advogado.
Bruna Marquezine canta ‘Chupa Toda’ para Shawn Mendes no trio de Ivete Sangalo
Pedro explica que a prática pode constituir alguns tipos de crimes previstos no Código Penal. Entre eles:
A captura de imagens íntimas em ambiente privado sem o consentimento dos fotografados fere o artigo 216-B do código penal, que cita que “produzir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, conteúdo com cena de nudez ou ato sexual ou libidinoso de caráter íntimo e privado sem autorização dos participantes”;
E a conduta pode ser tipificada como crime de stalking (Art. 147-A): Perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade.
Flagra ou invasão de privacidade?
De acordo com Mário Henrique Nóbrega Martins, advogado do Martins Cardozo Advogados, o termo “flagra” não deve ser usado na situação, já que Bruna estava dentro de seu domicílio.
“A Constituição protege o direito à intimidade e à vida privada, inclusive como consequência do direito de propriedade. Assim, terceiros que violem direitos constitucionalmente protegidos não estão respaldados por terem realizado um suposto ‘flagra’, salvo se houver expresso consentimento das pessoas envolvidas”, explica Mário.
Bruna Marquezine e Shawn Mendes embarcam para Salvador no Rio de Janeiro
Dilson Silva/AgNews
“Mesmo em contextos em espaços públicos, a intimidade deve ser preservada. Não se trata de direito a ser garantido apenas em ambientes fechados e privados, mas de direito que todo e qualquer cidadão possui, na medida em que deve gozar de suas liberdades individuais sem ser acometido por terceiros que interfiram na sua vida cotidiana”, completa.
Mário ainda explica que o chamado “flagra”, conhecido por fotos em locais públicos, também pode ser configurado como violação de direitos fundamentais. Isso porque o critério central adotado pelos tribunais é o da “expectativa legítima de privacidade”.
Isso significa que, ainda que a pessoa esteja em local público, determinadas situações podem permanecer protegidas contra exposição indevida, especialmente quando não há interesse público relevante que justifique a divulgação.
O advogado também ressalta que a responsabilidade recai tanto para quem fez o registro das fotos quanto para quem as publicou. “Em ambas as situações há o flagrante desrespeito ao direito à intimidade e à vida privada.”

Fonte: G1 Entretenimento

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É o fim do sertanejo no topo? Funk atropela gênero musical e é maioria no top 10 do Spotify


Como funk desbancou sertanejo e se tornou maioria no Top 10 do Spotify
O domínio histórico do sertanejo no topo do Spotify Brasil encontrou um rival em 2026: o funk. Desde o fim do ano passado, o batidão passou a ocupar a maioria no Top 10 da plataforma. O feito é impulsionado por faixas curtas, virais de redes sociais e uma produção nacional em larga escala que desafia a longevidade dos ídolos sertanejos.
Se Jorge e Mateus, Zé Neto & Cristiano e Gusttavo Lima não costumavam deixar a lista das mais tocadas em 2019, agora, em 2026, os nomes que dominam o topo do ranking são DJ Japa NK, MC Jacaré, Dj Gu e MC Meno K.
Abaixo, veja infográfico e leia 6 motivos que explicam subida do funk.
Eles foram chegando aos poucos na plataforma, até o ponto de dividir espaço de igual para igual com o sertanejo. Desde o final de 2025, o funk explodiu e se tornou o gênero predominante no topo das nas listas das mais tocadas.
Evolução do Top 10 do Spotify por gêneros
Juan Silva/g1
A virada de chave aconteceu em outubro, quando a música “Posso até não te dar flores”, de DJ Japa NK, DJ Davi Dogdog, MC Ryan SP, MC Jacaré e MC Meno K, desbancou “P do Pecado”, do Menos é Mais com Simone Mendes. O pagonejo havia ficado 105 dias não consecutivos na primeira posição do ranking, batendo recorde de permanência por lá.
Mas o título já foi superado por “Posso até não te dar flores”, que bateu 121 dias não consecutivos no topo do ranking. A música carregou com ela outras faixas do DJ Japa NK para o Top 10. Só o artista tem garantido ao menos três posições nos últimos meses do ranking. DJ Gu, MC Jacaré e DJ Oreia também encontraram espaço na lista ao longo de 2026. Entre os sertanejos resistentes estão Panda e Murilo Huff.
6 fatores explicam esse fenômeno
Davi Dogdog com MC Meno K, DJ Japa NK e MC IG (foto 1) e com MC Meno K, MC Jacaré e DJ Japa NK (foto 2)
Reprodução/Instagram
1) Viralização dos funks no Tiktok e Reels
Muitos hits viralizam primeiro nas redes sociais. São músicas que não performam bem em rádios, mas explodem nas plataformas.
E se um trecho delas aparece no Tiktok e e Reels, cresce a chance de busca nas plataformas de streaming para ouvir a versão na íntegra para tocar nas festas, no treino da academia ou nas ruas.
2) Músicas mais curtas
Na era do TikTok, o público tem pressa (ou impaciência) na hora de ouvir as músicas. E os artistas de funk entenderam isso bem há algum tempo.
As músicas de funk, em sua maioria têm pouco mais de 2 minutos. Claro que há exceções, como “Relíquia do 2T”, com 5:06. Ela é a atual medalha de prata do ranking.
Não é coincidência o fato de as duas atuais resistentes sertanejas no Top 10 serem faixas mais curtas também: “Eu te seguro”, do Panda, tem 2:28. E “Deixa eu”, de Murilo Huff, 2:38.
3) Hit com vários artistas
O feat entre dois artistas é comum na história da música. Mas uma faixa como “Posso até não te dar flores”, por exemplo, reúne cinco artistas — e os fãs de todos eles. Se somarmos os ouvintes mensais de cada um, são 85 milhões de pessoas de ouvido na faixa.
Para comparação, o sertanejo Panda, que se mantem firme no ranking desde que estourou em setembro de 2025, tem 19 milhões de ouvintes mensais.
4) Produção em larga escala
Não é raro que hits de funk sejam gravados e editados em um simples celular. A praticidade e acessibilidade fazem com que as faixas possam ser produzidas em larga escala e que surjam novidades semanalmente.
5) Expansão nacional
Há tempos que o funk não se restringe apenas ao carioca. O proibidão e o melody ganharam a companhia do MTG de Belo Horizonte, do brega-funk do Recife, do eletrofunk sulista e do mandelão de São Paulo. Esses e outros subgêneros cresceram muito e ajudaram na expansão da cena. E isso implica também no próximo ponto.
6) Efeito São Paulo
Boa parte dos funks que dominam as plataformas nos últimos meses são produzidos em São Paulo ou por artistas paulistas. MC Ryan SP, DJ Japa NK e DJ Davi DogDog são alguns deles.
Soma-se isso ao fato de São Paulo ser o maior mercado de streaming do Brasil. Com isso, se a faixa estoura no Estado, ela é empurrada rapidamente para o Top 50. Não só pelo consumo regional, mas porque o algoritmo da plataforma recomenda para outras cidades.
E o domínio sertanejo?
Diego e Victor Hugo
Alysson Estopa/Divulgação
Vale dizer que, apesar da nova estrutura no topo das plataformas, os artistas sertanejos seguem produzindo – e o gênero também se mantem estável nas plataformas.
Há anos, incluindo 2025, o hit mais ouvido do ano no Spotify é sertanejo. Nomes como o de Henrique e Juliano seguem no Top 50 com ajuda de músicas perenes. “Última saudade”, lançada pela dupla em 2024, aparece na 19ª do ranking atual, garantindo uma estratégia de cauda longa com fãs fiéis.
É uma características diferente do que acontece com os hits do funk: eles têm seu pico, mas despencam em seguida, dando lugar a um novo viral.
Resta saber se “Posso até não te dar flores”, a atual detentora do recorde de mais dias em primeiro lugar do ranking, vai ajudar a mudar essa história.

Fonte: G1 Entretenimento

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Síndrome rara que afastou Céline Dion dos palcos pode causar rigidez incapacitante; entenda o quadro


Céline Dion revela diagnóstico de doença neurológica rara
A cantora canadense Céline Dion anunciou que pretende retomar gradualmente sua agenda de shows após um período afastada dos palcos por causa de uma doença rara: a síndrome da pessoa rígida, um distúrbio neurológico que pode provocar rigidez muscular progressiva e espasmos dolorosos.
Diagnosticada em 2022, a condição impactou diretamente a capacidade da artista de se apresentar —já que afeta justamente músculos essenciais para postura, movimento e controle corporal.
A seguir, entenda o que é a doença, por que ela pode ser incapacitante e como é feito o tratamento.
Céline Dion em julho de 2024
Evan Agostini/Invision/AP
O que é a síndrome da pessoa rígida
A síndrome da pessoa rígida (SPR) é uma doença rara do sistema nervoso, considerada autoimune —ou seja, ocorre quando o próprio sistema de defesa do organismo passa a atacar estruturas do corpo.
Segundo o neurologista Alex Baeta, da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, o quadro é caracterizado principalmente por:
rigidez muscular persistente
espasmos involuntários
dificuldade de locomoção
Esses sintomas costumam começar no tronco e podem se espalhar para braços e pernas. Em casos mais avançados, a rigidez pode comprometer atividades simples do dia a dia —e até impedir a pessoa de andar.
Por que a doença acontece
As causas ainda não são totalmente compreendidas, mas evidências indicam que a síndrome está ligada a uma resposta autoimune inadequada no cérebro e na medula espinhal.
De acordo com o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH), muitos pacientes apresentam níveis elevados de um anticorpo chamado anti-GAD, que interfere na produção de um neurotransmissor essencial para o controle dos movimentos.
Esse desbalanço pode deixar os músculos em estado constante de contração.
A síndrome também costuma estar associada a outras doenças autoimunes, como:
diabetes tipo 1,
vitiligo,
doenças da tireoide,
anemia perniciosa.
Além disso, é mais comum em mulheres do que em homens.
Sintomas podem ser confundidos com outras doenças
Um dos principais desafios da síndrome da pessoa rígida é o diagnóstico.
Os sintomas podem ser confundidos com condições mais comuns, como doença de Parkinson, esclerose múltipla, fibromialgia e até transtornos de ansiedade, o que pode atrasar a identificação correta do problema.
Em geral, o diagnóstico envolve avaliação clínica detalhada e exames laboratoriais, incluindo testes para detectar os anticorpos associados à doença.
Tratamento controla sintomas, mas não cura
Não há cura para a síndrome da pessoa rígida, mas existem tratamentos que ajudam a controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.
Entre as abordagens mais usadas estão:
relaxantes musculares, como diazepam e baclofeno;
imunoglobulina intravenosa (IgIV);
corticoides;
imunoterapia, como o uso de anticorpos monoclonais (ex: rituximabe);
plasmaférese (filtragem do sangue para remover anticorpos).
O tratamento é individualizado e depende da gravidade do quadro.
Por que a doença afastou Céline Dion dos palcos
No caso de Céline Dion, a doença afetou diretamente sua capacidade de se apresentar.
Os espasmos musculares e a rigidez podem comprometer movimentos finos e controle corporal —fundamentais para cantar, sustentar notas e se movimentar no palco.
Em relatos públicos, a cantora já afirmou que os sintomas impactaram inclusive sua voz e sua resistência física.
A retomada anunciada agora tende a ser gradual e depende da resposta ao tratamento.

Fonte: G1 Entretenimento