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Flagra ou invasão de privacidade? Fotos de Marquezine e Shawn dentro de casa levantam debate


No Carnaval de Salvador deste ano, Shawn Mendes e Bruna Marquezine curtem trio de Ivete Sangalo
Ag.Fpontes
Até que ponto a foto de um famoso é um mero flagra ou uma invasão de privacidade? O debate sobre os cliques de celebridades se ampliou após imagens de Bruna Marquezine e Shawn Mendes dentro da casa da atriz, em um apartamento no Rio, circularem em redes sociais e sites de famosos.
Para alguns, fotos de famosos desse tipo são normais. Para outros, os limites foram ultrapassados. Procurada pelo g1, a assessoria de Bruna disse que não comentará o caso.
Do ponto de vista jurídico, de acordo com especialistas ouvidos pelo g1, o clique é uma violação ao direito à intimidade. Segundo eles, há diversas medidas plausíveis contra os responsáveis pelas imagens e pela publicação.
“É possível, em um primeiro momento, o envio de notificação extrajudicial exigindo a retirada da imagem em tempo razoável ou a imediata adoção de providências judiciais”, afirma Pedro Amorim de Souza, advogado do Martins Cardozo Advogados Associados.
“É importante ressaltar, antes de tudo, que a prática tanto do registro fotográfico quanto da posterior divulgação de tais imagens para terceiros constitui ato ilícito na esfera cível e constitui crime, dando margem a diferentes consequências jurídicas”, afirma Pedro.
“Essa proteção garantida pela Constituição é irradiada por todo o sistema jurídico, tendo repercussões em várias áreas da vida. É por isso que uma eventual violação ao direito à intimidade tem repercussões tanto na esfera cível quanto na esfera criminal”, completa o advogado.
Bruna Marquezine canta ‘Chupa Toda’ para Shawn Mendes no trio de Ivete Sangalo
Pedro explica que a prática pode constituir alguns tipos de crimes previstos no Código Penal. Entre eles:
A captura de imagens íntimas em ambiente privado sem o consentimento dos fotografados fere o artigo 216-B do código penal, que cita que “produzir, fotografar, filmar ou registrar, por qualquer meio, conteúdo com cena de nudez ou ato sexual ou libidinoso de caráter íntimo e privado sem autorização dos participantes”;
E a conduta pode ser tipificada como crime de stalking (Art. 147-A): Perseguir alguém, reiteradamente e por qualquer meio, ameaçando-lhe a integridade física ou psicológica, restringindo-lhe a capacidade de locomoção ou, de qualquer forma, invadindo ou perturbando sua esfera de liberdade ou privacidade.
Flagra ou invasão de privacidade?
De acordo com Mário Henrique Nóbrega Martins, advogado do Martins Cardozo Advogados, o termo “flagra” não deve ser usado na situação, já que Bruna estava dentro de seu domicílio.
“A Constituição protege o direito à intimidade e à vida privada, inclusive como consequência do direito de propriedade. Assim, terceiros que violem direitos constitucionalmente protegidos não estão respaldados por terem realizado um suposto ‘flagra’, salvo se houver expresso consentimento das pessoas envolvidas”, explica Mário.
Bruna Marquezine e Shawn Mendes embarcam para Salvador no Rio de Janeiro
Dilson Silva/AgNews
“Mesmo em contextos em espaços públicos, a intimidade deve ser preservada. Não se trata de direito a ser garantido apenas em ambientes fechados e privados, mas de direito que todo e qualquer cidadão possui, na medida em que deve gozar de suas liberdades individuais sem ser acometido por terceiros que interfiram na sua vida cotidiana”, completa.
Mário ainda explica que o chamado “flagra”, conhecido por fotos em locais públicos, também pode ser configurado como violação de direitos fundamentais. Isso porque o critério central adotado pelos tribunais é o da “expectativa legítima de privacidade”.
Isso significa que, ainda que a pessoa esteja em local público, determinadas situações podem permanecer protegidas contra exposição indevida, especialmente quando não há interesse público relevante que justifique a divulgação.
O advogado também ressalta que a responsabilidade recai tanto para quem fez o registro das fotos quanto para quem as publicou. “Em ambas as situações há o flagrante desrespeito ao direito à intimidade e à vida privada.”

Fonte: G1 Entretenimento

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É o fim do sertanejo no topo? Funk atropela gênero musical e é maioria no top 10 do Spotify


Como funk desbancou sertanejo e se tornou maioria no Top 10 do Spotify
O domínio histórico do sertanejo no topo do Spotify Brasil encontrou um rival em 2026: o funk. Desde o fim do ano passado, o batidão passou a ocupar a maioria no Top 10 da plataforma. O feito é impulsionado por faixas curtas, virais de redes sociais e uma produção nacional em larga escala que desafia a longevidade dos ídolos sertanejos.
Se Jorge e Mateus, Zé Neto & Cristiano e Gusttavo Lima não costumavam deixar a lista das mais tocadas em 2019, agora, em 2026, os nomes que dominam o topo do ranking são DJ Japa NK, MC Jacaré, Dj Gu e MC Meno K.
Abaixo, veja infográfico e leia 6 motivos que explicam subida do funk.
Eles foram chegando aos poucos na plataforma, até o ponto de dividir espaço de igual para igual com o sertanejo. Desde o final de 2025, o funk explodiu e se tornou o gênero predominante no topo das nas listas das mais tocadas.
Evolução do Top 10 do Spotify por gêneros
Juan Silva/g1
A virada de chave aconteceu em outubro, quando a música “Posso até não te dar flores”, de DJ Japa NK, DJ Davi Dogdog, MC Ryan SP, MC Jacaré e MC Meno K, desbancou “P do Pecado”, do Menos é Mais com Simone Mendes. O pagonejo havia ficado 105 dias não consecutivos na primeira posição do ranking, batendo recorde de permanência por lá.
Mas o título já foi superado por “Posso até não te dar flores”, que bateu 121 dias não consecutivos no topo do ranking. A música carregou com ela outras faixas do DJ Japa NK para o Top 10. Só o artista tem garantido ao menos três posições nos últimos meses do ranking. DJ Gu, MC Jacaré e DJ Oreia também encontraram espaço na lista ao longo de 2026. Entre os sertanejos resistentes estão Panda e Murilo Huff.
6 fatores explicam esse fenômeno
Davi Dogdog com MC Meno K, DJ Japa NK e MC IG (foto 1) e com MC Meno K, MC Jacaré e DJ Japa NK (foto 2)
Reprodução/Instagram
1) Viralização dos funks no Tiktok e Reels
Muitos hits viralizam primeiro nas redes sociais. São músicas que não performam bem em rádios, mas explodem nas plataformas.
E se um trecho delas aparece no Tiktok e e Reels, cresce a chance de busca nas plataformas de streaming para ouvir a versão na íntegra para tocar nas festas, no treino da academia ou nas ruas.
2) Músicas mais curtas
Na era do TikTok, o público tem pressa (ou impaciência) na hora de ouvir as músicas. E os artistas de funk entenderam isso bem há algum tempo.
As músicas de funk, em sua maioria têm pouco mais de 2 minutos. Claro que há exceções, como “Relíquia do 2T”, com 5:06. Ela é a atual medalha de prata do ranking.
Não é coincidência o fato de as duas atuais resistentes sertanejas no Top 10 serem faixas mais curtas também: “Eu te seguro”, do Panda, tem 2:28. E “Deixa eu”, de Murilo Huff, 2:38.
3) Hit com vários artistas
O feat entre dois artistas é comum na história da música. Mas uma faixa como “Posso até não te dar flores”, por exemplo, reúne cinco artistas — e os fãs de todos eles. Se somarmos os ouvintes mensais de cada um, são 85 milhões de pessoas de ouvido na faixa.
Para comparação, o sertanejo Panda, que se mantem firme no ranking desde que estourou em setembro de 2025, tem 19 milhões de ouvintes mensais.
4) Produção em larga escala
Não é raro que hits de funk sejam gravados e editados em um simples celular. A praticidade e acessibilidade fazem com que as faixas possam ser produzidas em larga escala e que surjam novidades semanalmente.
5) Expansão nacional
Há tempos que o funk não se restringe apenas ao carioca. O proibidão e o melody ganharam a companhia do MTG de Belo Horizonte, do brega-funk do Recife, do eletrofunk sulista e do mandelão de São Paulo. Esses e outros subgêneros cresceram muito e ajudaram na expansão da cena. E isso implica também no próximo ponto.
6) Efeito São Paulo
Boa parte dos funks que dominam as plataformas nos últimos meses são produzidos em São Paulo ou por artistas paulistas. MC Ryan SP, DJ Japa NK e DJ Davi DogDog são alguns deles.
Soma-se isso ao fato de São Paulo ser o maior mercado de streaming do Brasil. Com isso, se a faixa estoura no Estado, ela é empurrada rapidamente para o Top 50. Não só pelo consumo regional, mas porque o algoritmo da plataforma recomenda para outras cidades.
E o domínio sertanejo?
Diego e Victor Hugo
Alysson Estopa/Divulgação
Vale dizer que, apesar da nova estrutura no topo das plataformas, os artistas sertanejos seguem produzindo – e o gênero também se mantem estável nas plataformas.
Há anos, incluindo 2025, o hit mais ouvido do ano no Spotify é sertanejo. Nomes como o de Henrique e Juliano seguem no Top 50 com ajuda de músicas perenes. “Última saudade”, lançada pela dupla em 2024, aparece na 19ª do ranking atual, garantindo uma estratégia de cauda longa com fãs fiéis.
É uma características diferente do que acontece com os hits do funk: eles têm seu pico, mas despencam em seguida, dando lugar a um novo viral.
Resta saber se “Posso até não te dar flores”, a atual detentora do recorde de mais dias em primeiro lugar do ranking, vai ajudar a mudar essa história.

Fonte: G1 Entretenimento

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Síndrome rara que afastou Céline Dion dos palcos pode causar rigidez incapacitante; entenda o quadro


Céline Dion revela diagnóstico de doença neurológica rara
A cantora canadense Céline Dion anunciou que pretende retomar gradualmente sua agenda de shows após um período afastada dos palcos por causa de uma doença rara: a síndrome da pessoa rígida, um distúrbio neurológico que pode provocar rigidez muscular progressiva e espasmos dolorosos.
Diagnosticada em 2022, a condição impactou diretamente a capacidade da artista de se apresentar —já que afeta justamente músculos essenciais para postura, movimento e controle corporal.
A seguir, entenda o que é a doença, por que ela pode ser incapacitante e como é feito o tratamento.
Céline Dion em julho de 2024
Evan Agostini/Invision/AP
O que é a síndrome da pessoa rígida
A síndrome da pessoa rígida (SPR) é uma doença rara do sistema nervoso, considerada autoimune —ou seja, ocorre quando o próprio sistema de defesa do organismo passa a atacar estruturas do corpo.
Segundo o neurologista Alex Baeta, da BP – A Beneficência Portuguesa de São Paulo, o quadro é caracterizado principalmente por:
rigidez muscular persistente
espasmos involuntários
dificuldade de locomoção
Esses sintomas costumam começar no tronco e podem se espalhar para braços e pernas. Em casos mais avançados, a rigidez pode comprometer atividades simples do dia a dia —e até impedir a pessoa de andar.
Por que a doença acontece
As causas ainda não são totalmente compreendidas, mas evidências indicam que a síndrome está ligada a uma resposta autoimune inadequada no cérebro e na medula espinhal.
De acordo com o Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos (NIH), muitos pacientes apresentam níveis elevados de um anticorpo chamado anti-GAD, que interfere na produção de um neurotransmissor essencial para o controle dos movimentos.
Esse desbalanço pode deixar os músculos em estado constante de contração.
A síndrome também costuma estar associada a outras doenças autoimunes, como:
diabetes tipo 1,
vitiligo,
doenças da tireoide,
anemia perniciosa.
Além disso, é mais comum em mulheres do que em homens.
Sintomas podem ser confundidos com outras doenças
Um dos principais desafios da síndrome da pessoa rígida é o diagnóstico.
Os sintomas podem ser confundidos com condições mais comuns, como doença de Parkinson, esclerose múltipla, fibromialgia e até transtornos de ansiedade, o que pode atrasar a identificação correta do problema.
Em geral, o diagnóstico envolve avaliação clínica detalhada e exames laboratoriais, incluindo testes para detectar os anticorpos associados à doença.
Tratamento controla sintomas, mas não cura
Não há cura para a síndrome da pessoa rígida, mas existem tratamentos que ajudam a controlar os sintomas e melhorar a qualidade de vida.
Entre as abordagens mais usadas estão:
relaxantes musculares, como diazepam e baclofeno;
imunoglobulina intravenosa (IgIV);
corticoides;
imunoterapia, como o uso de anticorpos monoclonais (ex: rituximabe);
plasmaférese (filtragem do sangue para remover anticorpos).
O tratamento é individualizado e depende da gravidade do quadro.
Por que a doença afastou Céline Dion dos palcos
No caso de Céline Dion, a doença afetou diretamente sua capacidade de se apresentar.
Os espasmos musculares e a rigidez podem comprometer movimentos finos e controle corporal —fundamentais para cantar, sustentar notas e se movimentar no palco.
Em relatos públicos, a cantora já afirmou que os sintomas impactaram inclusive sua voz e sua resistência física.
A retomada anunciada agora tende a ser gradual e depende da resposta ao tratamento.

Fonte: G1 Entretenimento

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Enfim cantor, Gabriel Leone estreia no Rio de Janeiro, em abril, o show de lançamento do álbum ‘Minhas lágrimas’


Gabriel Leone estreia em 28 de abril no clube Manouche, no Rio de Janeiro (RJ), o show de lançamento do álbum ‘Minhas lágrimas’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Carioca criado no bairro da Tijuca, entre discos de MPB e de rock, Gabriel Leone escolheu a cidade natal do Rio de Janeiro (RJ) para estrear o show do recém-lançado álbum “Minhas lágrimas”. A primeira apresentação está programada para 28 de abril no clube Manouche, casa com ares de cabaré que se tornou um dos palcos preferidos dos artistas que transitam fora do mainstream.
Álbum com que Leone se apresenta oficialmente como cantor, dez anos após ter ganhado progressiva projeção como ator dentro e fora do Brasil, “Minhas lágrimas” foi lançado em 6 de março. No álbum, gravado com produção musical de Tó Brandileone e direção artística de Marcus Preto, Leone aborda dez composições recolhidas no baú da MPB.
No show, o cantor apresentará pérolas raras do disco, como “Cara limpa” (Paulo Vanzolini, 1974), “Antes da chuva chegar” (Guilherme Arantes,. 1976), “Nós dois” (Celso Adofo, 1983), “Segredo” (Djavan, 1986) e “Assim sem mais” (João Bosco, Antonio Cícero e Waly Salomão, 1991).

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta lança em abril a parte do álbum ‘Equilibrium’ direcionada para o Brasil


Anitta lança às 21h de 16 de abril a primeira parte do álbum ‘Equilibrium’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Anitta programou para as 21h de 16 de abril o lançamento do álbum “Equilibrium”. O oitavo álbum de estúdio da artista carioca tem o título grafado estilisticamente como “EQUILIBRIVM” para aludir ao fato de ser o quarto álbum de Anitta para o mercado internacional.
Contudo, o que chegará primeiramente aos aplicativos de áudio na noite de 16 de abril é a parte de “Equilibrium” voltada para o público brasileiro com músicas inéditas cantadas em português. Nesta parte, a cantora e compositora faz feats com a cantora Luedji Luna (em música presumivelmente intitulada “Bemba”) e com os rappers Rincon Sapiência e King (na faixa “Nanã”).
De acordo com informações propagadas extraoficialmente após a audição promovida por Anitta em 12 de fevereiro em Salvador (BA), para seguidores escolhidos através de sorteio, o repertório em português do álbum “Equilibrium” seria composto por músicas como “De graça”, “Deus Existe”, “Respira” e “Vai dar caô”, além do já conhecido samba “Pinterest”, apresentado oficialmente em single editado na noite de 5 de março.
Nessa parte voltada para o mercado brasileiro, Anitta se equilibra entre gêneros musicais como funk, samba e reggae. A imagem promocional em que a cantora divulgou a data de lançamento de “Equilibrium” evoca uma aura de espiritualidade que parece emvolver algumas músicas do álbum que será editado pela gravadora Republic Records.
Imagem do teaser promocional em que Anitta revela a data de lançamento do álbum ‘Equilibrium’
Reprodução / Facebook Anitta

Fonte: G1 Entretenimento

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Celine Dion anuncia retorno aos palcos quatro anos após diagnóstico de Síndrome da Pessoa Rígida


Celine Dion na abertura das Olímpiadas em Paris
OLYMPIC BROADCASTING SERVICES/Pool via REUTERS
Celine Dion anunciou nesta segunda-feira (30) seu retorno aos palcos.
Matéria em atualização.

Fonte: G1 Entretenimento

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Como Alberto Cowboy, eliminado do BBB 26, tentou carreira sertaneja, mas viu primos estourarem


Alberto Cowboy está no ‘BBB 26’
Globo/Manoella Mello
Alberto Cowboy foi eliminado neste domingo (29) após sua participação no BBB 26. Anunciado como um dos veteranos da edição, ele chegou a ganhar uma festa do líder que relembrou sua tentativa de carreira musical.
Antes da participação mais recente no reality, Alberto já havia passado pelo BBB 7, exibido em 2007, quando foi apontado como um dos protagonistas da edição, ao lado de Diego Alemão. Aproveitando a repercussão de sua trajetória — apesar de ter sido rotulado como vilão por parte do público —, ele tentou investir na carreira sertaneja após deixar o programa.
‘BBB 26’: veja tudo que você precisa saber
Durante o confinamento da edição de 2026, Alberto relembrou o período em que tentou seguir como cantor. “Tem umas fotos ‘massa’ cantando, tem até música minha gravada que eles colocaram para tocar”, disse, ao comentar a expectativa para a festa do líder. Ele chegou, inclusive, a dar uma palinha dentro da casa.
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Alberto é parente da dupla sertaneja Victor e Leo e eles podem ter sido a inspiração para o ex-BBB. Em entrevista ao Gshow, na época, ele declarou o desejo de dividir o palco com eles.
“Temos isso na cabeça. Sou fã deles. Acho que um dia acontece. Agora não seria o momento porque preciso ter mais bagagem. Sempre gostei e acompanhei a carreira dos meus primos. Eu não escolhi a música, ela me escolheu. Depois que pisei no palco pela primeira vez, vi o quanto era gratificante. O pessoal começou a pedir para eu gravar um CD, e eu fiz isso”, explicou.
Apesar da tentativa, a carreira solo não deslanchou. Em 2017, ele tentou novamente, desta vez formando a dupla Cleo & Cowboy, ao lado da cantora Cleo Araújo. Os dois chegaram a se apresentar em bares e participaram de eventos como o Carnaval de Belo Horizonte, quando subiram em trio elétrico.
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O projeto, no entanto, não avançou. “Cada um foi caçar outra coisa e acabou dando aquela esfriada no projeto. Mas tem umas músicas gravadas que são muito boas”, contou durante o confinamento.
Mais uma vez eliminado antes da final do programa, Alberto afirmou dentro da casa que não pretende retomar a carreira musical após o fim do “BBB 26”.
Alberto Cowboy tentou a carreira musical
reprodução/instagram
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Com novo álbum, Letrux se diz mais criativa com chegada da filha: ‘Todo dia componho pra ela’


Letrux em divulgação do novo disco
Bruna Latini/Divulgação
De toalha na cabeça, óculos escuros e citando Fernanda Torres: foi assim que Letrux conversou com o g1 em plena correria do dia de lançamento do seu novo álbum, “SadSexySillySongs”, na última sexta-feira (27).
“Sou uma pessoa boba, que não liga muito para formalidades. Sou sexy quando eu quero e triste também, afinal, quem não está triste em pleno 2026 com guerras e robôs?”, indagou a artista no início da entrevista.
O seu quarto disco solo aposta em baladinhas com texturas de sintetizadores para acompanhar a base de voz e violão e é definido pela cantora como o mais “minimalista” e “cru” dos projetos até aqui. Essa mesma atmosfera ditará o tom da sua nova turnê, que estreia em abril.
Letrux conta como conheceu Rafaela Azevedo
Fim da trilogia de ‘água’
O novo projeto, que começou a ser gestado em um caderninho de anotações ainda em 2023, reúne 12 faixas que dividem o repertório entre o português e o inglês.
O título brinca com uma aliteração em “S” (no inglês) e resume as três atmosferas que regem a obra e a própria personalidade da artista: a tristeza, a sensualidade e o bobo.
Para Letrux, a data de lançamento de um disco é uma escolha que vai além do calendário comercial.
Seus três álbuns anteriores (“Noite de Climão”, “Aos Prantos” e “Mulher Girafa”) foram publicados entre o fim de fevereiro e o início de março e eram regidos pelo elemento água.
Desta vez, a cantora rompe o ciclo ao levar “SadSexySillySongs” para o final de março, inaugurando sua era de fogo sob o signo de Áries. “O fogo também serve para queimar”, explica.
Cantora carioca Letrux, em imagens de divulgação do novo disco
Bruna Latini
“Depois de uma trilogia de água, é o momento de queimar e começar de novo”.
‘Cadelinha’ da própria música
Para tirar o projeto do papel, Letrux distribuiu “temas de redação” para parceiros como Mahmundi, Jadsa e Bruno Capinam.
“Dava um tema para cada amigo: vamos fazer uma música triste? Vamos fazer uma sexy?”, explica.
Letícia Novaes, a Letrux, em fotos de divulgação do novo álbum
Bruna Latini
O resultado é um álbum que foge de uma unidade sonora propositalmente. “Não sou fã daquela sensação de ir para um show e achar que a pessoa está tocando a mesma música há quatro faixas”, afirma.
A artista buscou um caminho “minimalista”, nas palavras dela, focando em uma produção voltada para a voz e violão. Embora às vezes o estúdio ditasse novas regras.
“Algumas canções pediam uma produção eletrônica, uma programação, um beatzinho… E nós ficávamos ali, cadelinhas das músicas e acabávamos atendendo”, relembra.
O disco conta com a produção de Bebelo, baixista que acompanha a artista desde o início da carreira solo, em 2017. Segundo Letrux, a abordagem “rebuscada e chique” do músico trouxe uma nova perspectiva para sua obra.
Maternidade e criatividade
Letrux em divulgação do novo disco
Bruna Latini
A chegada da filha, Yoko, trouxe um novo fôlego ao processo de escrita de Letrux. Ela mantém um relacionamento de 12 anos com o músico Thiago Vivas e, há quatro, vive uma união com a alemã Katja, com quem divide a maternidade.
Em entrevistas, a cantora revelou que o trio chegou a cogitar o formato de trisal, mas a ideia não avançou. “Tenho um parceiro e uma parceira”, resumiu.
Ela rebate a ideia de que a criatividade seja um talento inato, definindo-a como um “exercício diário” que foi intensificado pelo “jogo de cintura” exigido pela maternidade.
“Todo dia eu componho uma música para ela. Se é bom ou ruim, sabem os deuses, mas estou com uma prática da criatividade muito forte”, afirma.
Reações às críticas
A nova rotina também alterou a forma como a cantora lida com a recepção de sua obra e as críticas nas redes sociais.
Letícia Novaes, a Letrux, em fotos de divulgação do novo álbum
Bruna Latini
Comparando com o lançamento de trabalhos anteriores, Letrux afirma que hoje estabelece prioridades diferentes e sente-se menos abalada por comentários negativos.
“Tem uma miniatura de ser humano me olhando e isso importa muito mais do que alguém no meu Instagram me dizendo se gostou ou não da minha música”, pontua.
Espiritualidade em um ano ‘pesadinho’
A espiritualidade é um pilar central na vida de Letrux. Umbandista, ela ressalta que a conexão com o sagrado vem de berço, influenciada pelo pai, que é médium.
“A religião preenche algumas lacunas perigosas e buracos que todo mundo tem na vida”, explica.
A busca por uma casa nova também entrou no roteiro da artista, guiada por um conselho familiar.
Letrux em divulgação do novo disco
Bruna Latini
“Não acredito na Igreja Católica, mas acredito na minha avó. Ela disse que eu deveria ir à missa de São Pedro pedir a chave e eu fui”, recorda.
Copa do mundo e eleições
Apaixonada por futebol, a cantora critica a realização da Copa do Mundo em um contexto de conflitos bélicos entre os Estados Unidos e o Irã, classificando a situação como “maluquice”.

Em relação as eleições, a cantora demonstra preocupação com o “avanço da inteligência artificial” como um combustível para a propagação de desinformação e fake news.
Mesmo diante de um cenário que classifica como “perigoso”, a artista manifesta o desejo de manter o diálogo vivo.
“Tomara que a gente tenha força e gogó para dialogar com as pessoas que pensam diferente da gente”.
Clipes e turnê
Os próximos passos incluem a transformação de SadSexySillySongs em um álbum visual. Letrux está em processo de gravação de clipes para quase todas as faixas.
“Demora um pouquinho, mas o ano acabou de começar. Estou superanimada, faltam poucos para gravar”, revela.
A turnê de lançamento já tem as primeiras datas confirmadas e deve priorizar teatros e casas de shows mais “intimistas”.
Letícia Novaes em momento performático do show ‘Letrux como mulher girafa’
Bruna Latini / Divulgação
Em São Paulo, as apresentações ocorrem nos dias 4 e 5 de abril, no Sesc Pinheiros. No Rio de Janeiro, o show está marcado para o dia 6 de maio, no Teatro Claro Mais. Para Letrux, o palco teatral potencializa a performance:
“Tocar e cantar em teatro me dá um tesãozinho. É quase uma peça, mas por acaso eu estou cantando”, brinca.

Fonte: G1 Entretenimento

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Influenciadora relata momentos de tensão após explosão de motor de avião em SP: ‘Foi desesperador’


Influenciadora Patrícia Fernandes relata momentos de tensão após explosão de motor de avião em SP: ‘Foi desesperador’
Reprodução/Instagram
A influenciadora Patrícia Fernandes postou um vídeo em suas redes sociais relatando o momento de tensão que viveu durante um voo em que o motor de um avião explodiu logo após a decolagem no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, na noite deste domingo (29).
“Gente, ontem nós vivemos um dos momentos mais desesperadores da vida. Nós estávamos no voo da Delta cuja turbina explodiu. O avião saiu de Guarulhos, ia para Atlanta e, no momento da decolagem, nós escutamos uma explosão do lado esquerdo. Eu estava na fileira do meio, então não dava para ver muito bem o que estava acontecendo. Só sei que o pessoal que estava na janelinha começou a gritar que estava muito quente e falava: ‘fogo, fogo!’”, contou.
O avião da Delta Airlines decolou às 23h49 com destino a Atlanta, nos Estados Unidos, e, após alguns segundos, houve uma explosão no motor do lado esquerdo. Com as explosões, parte do material chamuscado caiu no gramado ao lado da pista, o que deu início a um incêndio em uma área de mata.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
“De repente teve uma outra explosão. Eu não sei quantas foram, mas só sei que havia chamas acesas e eram faíscas. Não dava para saber o que tinha acontecido. As pessoas gritavam muito. Era muita gente chorando, gente passando mal. Foi desesperador mesmo. Eu nunca, na minha vida, pensei que fosse ver alguma coisa parecida com isso”, relatou.
Patrícia falou que estava acompanhada de seu filho Luís, que ficou desesperado com a situação. “Eu tentava acalmar o Luís, porque ele percebeu que não tinha noção do que tava acontecendo lá fora, mas percebeu o desespero das pessoas. Começou a ficar desesperado, então começou a chorar, e eu tinha que acalmar ele. Eu não sabia o que eu fazia, eu rezava. Aí eu passei por coisas. Só uma coisa, na minha cabeça, eu pensava que era certo, eu pensava que era tudo errado, e eu pensava que eu ia morrer ali mesmo”, disse.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Sophie Charlotte solta a voz suave em gravações de músicas de João Donato, Celso Fonseca e José Miguel Wisnik


Sophie Charlotte em estúdio na gravação de ‘Cacilda’ feita para o ainda inédito EP ‘Mais simples’, de José Miguel Wisnik
André Hawk / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Sophie Charlotte ainda não tem um álbum para chamar de seu, como o ator Gabriel Leone, que se assume cantor com o recém-lançado álbum “Minhas lágrimas”. Contudo, a atriz tem soltado cada vez mais a voz suave em gravações dissociadas de trabalhos em séries e novelas.
No álbum “Gal 80 – Uma homenagem sinfônica”, disponível nos aplicativos de áudio desde ontem, 29 de março, Sophie canta duas músicas do repertório de Gal Costa (1945 – 2022), cantora interpretada pela atriz na cinebiografia “Meu nome é Gal” (2023).
Com o toque da Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA), sob regência e direção musical do maestro Carlos Prazeres, Sophie divide com Wilson Simoninha a interpretação da canção “Sorte” (Celso Fonseca e Ronaldo Bastos, 1985) – reeditando o dueto feito por Gal com Caetano Veloso na abertura do álbum “Bem-bom” (1985) – e canta “Flor de maracujá” (João Donato e Lysias Ênio, 1974), música lançada por Gal no álbum “Cantar” (1974).
As duas gravações fazem parte do concerto sinfônico apresentado em 26 de setembro de 2025, dia do 80º aniversário de Gal Costa, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador (BA), cidade natal de Gal. É por isso que, no canto de “Sorte”, Sophie altera o verso “Acende a noite aqui na Guanabara”, cantando “Acende a noite aqui na Concha”, enquanto Simoninha opta por manter o verso na forma original. O arranjo orquestral das duas gravações de Sophie no concerto “Gal 80” foram feitos por Tiago Djape Pallone.
“Me marcou profundamente: Sophie Charlotte lembra encontros com Gal Costa antes de interpretá-la nos cinemas
Além da dupla participação no tributo sinfônico a Gal, Sophie Charlotte poderá ser ouvida em “Mais simples”, EP que José Miguel Wisnik lançará em 10 de abril com gravações inéditas de músicas do compositor nas vozes de intérpretes como Caetano Veloso e Djavan.
No EP “Mais simples”, Sophie canta “Cacilda”, música composta por Wisnik em homenagem à atriz Cacilda Becker (1921 – 1969) – para peça sobre a artista. encenada em 1998 sob direção de José Celso Martinez Corrêa (1937 – 2023) – e lançada em disco na voz de Maria Bethânia no álbum “A força que nunca seca”, em 1999, trinta anos após a saída de cena de Cacilda.
No songbook de Wisnik, Sophie Charlotte revive “Cacilda” com o toque do violonista João Camarero.

Fonte: G1 Entretenimento