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‘Deixadas para trás’: termo criado pelo governo chinês para mulheres solteiras gera críticas; entenda


Como funciona o mercado de casamentos na China, onde pais anunciam os filhos
Na China, mulheres solteiras com mais de 27 anos passaram a ser chamadas oficialmente de “deixadas para trás” — uma expressão criada pelo governo para incentivar o casamento e a formação de famílias. O termo, no entanto, é alvo de críticas e simboliza o embate entre políticas públicas voltadas ao crescimento populacional e uma geração de mulheres que prioriza independência, carreira e realização pessoal.
A expressão surgiu em meio à preocupação das autoridades com a queda no número de casamentos e de nascimentos. Com a população encolhendo e envelhecendo rapidamente, o governo vê a redução na formação de novas famílias como um dos fatores que podem comprometer o crescimento econômico do país nas próximas décadas.
Mas a estratégia não parece surtir o efeito esperado.
Segundo uma pesquisa citada na reportagem, 70% das mulheres chinesas nascidas depois de 1990 afirmam que o casamento não é sua principal prioridade. Muitas delas dizem que preferem permanecer solteiras a entrar em um relacionamento apenas para atender às expectativas da família ou da sociedade.
A mudança de comportamento está ligada, em parte, à crescente independência financeira das mulheres. Uma jovem entrevistada resume essa transformação ao afirmar que elas “não dependem mais dos homens para nada”. Para a geração nascida depois dos anos 2000, afinidade, interesses em comum e bem-estar passaram a valer mais do que patrimônio ou estabilidade financeira na escolha de um parceiro.
Enquanto isso, parte da geração mais velha continua incentivando os filhos a se casar. Em Xangai, por exemplo, pais ainda frequentam o tradicional mercado de casamentos, onde divulgam anúncios com idade, profissão, renda e outras características dos filhos solteiros na tentativa de encontrar um pretendente.
‘Currículos para casamento’: conheça o mercado chinês em que pais anunciam os filhos solteiros
‘Deixadas para trás’: termo criado pelo governo chinês para mulheres solteiras gera críticas
Reprodução/TV Globo
Pressão social e crise demográfica
A discussão sobre as chamadas “mulheres deixadas para trás” acontece em um momento delicado para a China. O país enfrenta uma queda na população e uma redução da força de trabalho, enquanto o número de idosos cresce.
De acordo com a reportagem, até 2035 a China pode perder uma população equivalente à da França, cenário que aumenta os gastos com aposentadorias e reduz a quantidade de pessoas em idade produtiva.
Ao mesmo tempo, especialistas apontam que o país ainda sofre os efeitos da política do filho único, em vigor entre 1980 e 2015. A preferência histórica por meninos provocou um desequilíbrio entre homens e mulheres em idade de casar, deixando milhões de homens com mais dificuldade para encontrar parceiras.
No fim da reportagem, a decisão de muitas mulheres de adiar ou rejeitar o casamento é apresentada como uma resposta às expectativas impostas por décadas. Embora ainda ocupem pouco espaço nas principais instâncias de poder político do país, elas passaram a exercer sua autonomia na vida pessoal, questionando a ideia de que casar e ter filhos seja um destino obrigatório.
Como funciona o mercado de casamentos na China, onde pais anunciam os filhos solteiros
Reprodução/TV Globo
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Fonte: G1 Entretenimento

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Rachel Reis, Rosa Passos e Assucena se afinam na beleza do ‘Concerto do amor’ da Orquestra Sinfônica da Bahia


Rachel Reis (à esquerda), Rosa Passos (ao centro) e Assucena se apresentam no Teatro Castro Alves com a Orquestra Sinfônica da Bahia
Taylla de Paula / Divulgação
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ SALVADOR (BA) – Estive na capital da Bahia na semana passada para assistir à gravação do primeiro álbum audiovisual do cantor Lazzo Matumbi em show majestoso apresentado na Concha Acústica do Teatro Castro Alves na noite de sexta-feira, 24 de julho.
Uma vez em Salvador (BA), soube que, no dia seguinte à apresentação de Lazzo, sábado, 25 de julho, a Sala Principal do Teatro Castro Alves – enfim reaberto em 1º de julho após três anos fechado para obras de restauração e modernização após incêndio acontecido em 2023 – abrigaria o “Concerto do amor”, último dos cinco espetáculos feitos pela Orquestra Sinfônica da Bahia (OSBA) com diversos convidados, ao longo deste mês de julho, para celebrar a reabertura do palco mais nobre de Salvador (BA).
E lá fui eu para conferir essa sinfonia do amor da orquestra regida pelo comunicativo maestro Carlos Prazeres, cuja imagem passa longe da sisudez associada a mestres desse ofício.
Além da OSBA, três nomes me atraíram para o teatro naquela noite. Três nomes de cantoras baianas. Duas, Rosa Passos e Assucena, eu já tinha visto em cena algumas vezes. Mas nunca tinha visto Rachel Reis. E foi justamente ela a primeira cantora a subir ao palco do Teatro Castro Alves no concerto orquestrado sob direção artística de Elísio Lopes Jr. e direção musical de Manno Góes.
Desde a primeira música, “Caju” (2023), composta por Rachel e gravada originalmente para a trilha sonora da série “Cangaço novo”, vi que a cantora tem boa presença no palco. Gostei do timbre macio do canto da Sereiona, epíteto pelo qual Rachel Reis é conhecida na Bahia.
Tem um suingue sereno no canto da artista, que também soltou a voz em músicas como “Bateu” (Rachel Reis, Mulú, Francisco Gil, José Gil e João Gil, 2023) e “Xuxu” (Gilson Gomes, Ed Nobre, Diggo e Arthur Ramos, 2024) – gravadas por Rachel com os grupos Gilsons e Filhos de Jorge, respectivamente – com arranjos criados por Alexandre Caldi para orquestra. “Maresia” (Rachel Reis, 2021) encerrou o bloco da artista.
Em seguida, foi a vez de Assucena, que fez somente um número solo, interpretando “As canções que você fez pra mim” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1966), música lançada por Roberto Carlos há 60 anos, mas hoje essencialmente conhecida pela regravação feita por Maria Bethânia em 1993 para o álbum justamente intitulado “As canções que você fez pra mim”. O arranjo do número de Assucena inclusive pareceu evocar intencionalmente o arranjo da gravação de Bethânia na parte instrumental porque a canção virou mesmo dela, Bethânia.
Veio então Rosa Passos, sagaz cantora e compositora. Nem posso dizer que fiquei surpreso com a excelência da atuação dessa artista no “Concerto do amor” porque Rosa Passos é sempre um acontecimento em cena. Uma maravilha contemporânea aplaudida pelos brasileiros de ouvidos mais antenados.
Iniciado com “Dunas” (Rosa Passos e Fernando de Oliveira, 1993) – samba que soou como declaração de amor a Salvador (BA) pela letra imagética que mapeia a beleza da fauna e flora da cidade em um fim de verão – em arranjo orquestral de Itamar Assiere, o set de Rosa Passos incluiu uma “Dindi” (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1959) em majestoso tempo de delicadeza, o bolero “Abajur lilás” (Rosa Passos e Ivan Lins, 1989, com letra posterior de Fernando de Oliveira, 1996) e duas incursões pelo cancioneiro de Djavan, compositor recorrente nos roteiros dos shows da cantora. “Açaí” (1981) veio em tom enérgico enquanto “Samurai” (1982) ganhou o coro do público com o incentivo da própria Rosa.
Após o bloco de Rosa Passos, entrou em cena Ruan Vitor, o Vaqueirinho, cantor de vozeirão poderoso que desmente os dez anos desse artista baiano que viralizou em 2024. Vaqueirinho ganhou o público do Castro Alves ao interpretar músicas como “Que Deus me livre” (Giannini Alencar e André da Mata, 2023) e o arrocha “Locutor” (Silvano Salles, 2019) com carisma de gente grande.
Finda a participação de Vaqueirinho, as três cantoras se reuniram no palco com a OSBA para arrematar o “Concerto do amor” com o samba “Chega de saudade” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958).
Saí do teatro feliz, pela reabertura do espaço e pela energia boa da sinfonia do amor com vozes femininas que mostraram um pouco do muito que a Bahia tem.
♪ O colunista e crítico musical do g1 viajou a Salvador (BA) a convite da produção do show “Matumbi canta a Bahia”, de Lazzo Matumbi.
O cantor Ruan Vitor, conhecido como Vaqueirinho, conquista o público com voz e carisma no ‘Concerto do amor’ da OSBA
Taylla de Paula / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Homem-Aranha: Um novo dia’ abre caminho para versão do herói mais madura e fiel às HQs; g1 já viu


Entre todos os filmes do herói na Marvel, “Homem-Aranha: Um novo dia” só não é melhor que “Sem volta para casa” (2021) – mas, para muitos fãs dos quadrinhos, pode até superar.
O novo filme, que estreia nesta quarta-feira (29) nos cinemas brasileiros, não tem a extravagância do último, mas acerta exatamente ao ir para o lado oposto e apostar numa aventura um pouco mais pé no chão.
Essa quarta adaptação solo feita pelo próprio estúdio da editora abre caminho para um Homem-Aranha mais maduro, um pouco mais fiel aos gibis e até mais emocional.
Mas não se preocupem, ele continua engraçado. Não seria o Aranha caso contrário.
Em “Um novo dia”, nosso Peter Parker se afunda no trabalho como o herói Amigão da Vizinhança de Nova York para tentar superar a solidão – depois de ter usado um encantamento para fazer o mundo inteiro esquecer de sua existência no filme anterior.
Como se não bastasse ter de enfrentar uma nova ameaça, que consegue controlar pessoas aleatórias, ele ainda precisa encarar mudanças estranhas em seu corpo e em seus poderes.
Nada cósmico. Nada que ameace esta e outras realidades. Mas mais do que suficiente para um jovem sem amigos, sem família e sem o amor de sua vida.
Assista ao novo trailer de ‘Homem-Aranha: Um novo dia’
Todo esse contexto mais humano tira o melhor de Tom Holland, ator que pode nunca ter passado muito do esforçado, mas que sabe muito bem equilibrar carisma com humor e uma carinha de filhote entristecido.
O roteiro também eleva a participação de Zendaya, cuja MJ pela primeira vez tem algum nível de complexidade além de “namorada do herói”.
Mas são as novidades no elenco que realmente se destacam. Liza Colón-Zayas, de “The Bear”, valoriza um papel pequeno que, com sorte, deve aparecer de novo nos filmes do Aranha.
Já como a grande personagem misteriosa sobre a qual qualquer informação deve gerar gritos desesperados de “SPOILER” por nerdolas por aí, a jovem Sadie Sink prova por que é o nome mais promissor do elenco de “Stranger things” – e uma baita adição ao Universo Marvel em geral.
Um diretor em Nova York (?)
O trabalho mais difícil em “Um novo dia” era o do diretor Destin Daniel Cretton, que herdou a função de Jon Watts, responsável pela trilogia anterior.
Só que o cineasta não foi contratado à toa. No filme, ele mostra a mão certeira para ação que já tinha exibido em “Shang-Chi e a lenda dos dez anéis”.
A Marvel tem evoluído aos poucos a exploração dos poderes aracnídeos de Peter, e Cretton tira o melhor deles até agora ao colocar o espectador junto do herói em grande parte de seus passeios saltitantes pelos arranha-céus de Nova York.
Às vezes, a obra chega perigosamente perto até demais de parecer um videogame, mas logo se controla novamente.
“Um novo dia” também recupera um dos aspectos mais vitais para os quadrinhos do protagonista. Pela primeira vez nos filmes da Marvel, Nova York se torna quase um personagem no panteão do Aranha.
Incrível, considerando que tudo foi rodado na Escócia, do outro lado do Atlântico.
Tirando alguns exageros de roteiro, algumas tramas paralelas que poderiam ser deixadas para uma outra ocasião, ou o fato de ninguém se preocupar com como diabos Peter paga as contas sem um emprego, “Um novo dia” é mais um ótimo passo na jornada do herói nos cinemas.
O gênero até passa por uma crise – mas essa crise, por sorte, passa longe do Aranha.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ariana Grande processa hackers por vazamento de músicas inéditas


Ariana Grande no clipe da música ‘Yes, And?’
Reprodução/YouTube
A cantora Ariana Grande processou hackers nesta segunda-feira (27) pelo vazamento de músicas e vídeos inéditos.
Segundo a imprensa norte-americana, a estrela afirma que um grupo atacou contas digitais de pessoas que trabalham no seu staff, como fotógrafos e produtores musicais.
Após conseguir o acesso ao conteúdo, os hackers tentavam vendê-lo na internet.
Ainda de acordo com o processo, em 2019, eles acessaram uma conta do Dropbox do fotógrafo da cantora, e no ano seguinte, invadiram um dispositivo móvel de um produtor musical, obtendo canções inéditas de Ariana Grande.
Os advogados da artista não indicaram nenhuma pessoa em específico e destacaram que a ação judicial visa “descobrir as identidades dessas pessoas inescrupulosas”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Roberta Sá em noite de gala


Roberta Sá reapresenta o show ‘Tudo que cantei sou’ com a Nova Orquestra no Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Rodrigo Goffredo
♫ ANÁLISE
♬ A emoção de Roberta Sá ao pisar no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro para fazer show com uma orquestra na noite de ontem, segunda-feira, 27 de julho, extrapolou a proeza musical.
A voz da cantora embargou ao dizer que a filha Lina – nascida em 19 de dezembro de 2022, dia do 42º aniversário da artista, e atualmente com três anos e meio – estava na plateia do mais nobre teatro da cidade do Rio de Janeiro (RJ). Foi quando Roberta falou do sonho de “um futuro para nossas meninas com mais escolhas e liberdade”.
Se a plateia abrigava homens e mulheres de várias gerações, o palco era território ocupado quase que somente por mulheres. À frente da Nova Orquestra, com formação inteiramente feminina sob a regência da maestra Ludhymila Bruzzi, a cantora reapresentou o show “Tudo que cantei sou” (2025) em moldura sinfônica. A apresentação inaugurou a série “Encontros”.
Com a orquestra e os músicos Alaan Monteiro (bandolim) e Gabriel de Aquino (violão), Roberta Sá seguiu o mesmo roteiro da estreia do show na cidade, em junho de 2025, mas a orquestra não foi a cereja do bolo.
Com as instrumentistas vestidas de preto, assim como Roberta e os dois músicos que já acompanhavam a cantora neste show idealizado em, 2025 para celebrar os 20 anos de carreira da artista, contabilizados a partir da edição do álbum “Braseiro” (2005), a Nova Orquestra foi a própria massa do bolo.
Essa massa sonora leve e elegante revestiu canções como “Pavilhão de espelhos” (Lula Queiroga, 2012), se harmonizando com o canto límpido da artista e potencializando a beleza do repertório de Roberta Sá. Com razão, a cantora se gabou de ter ganhado sambas de Adriana Calcanhotto (“Me erra”) e Martinho da Vila (“Amanhã é sábado”), ambos apresentados por Roberta no álbum “Delírio” (2015).
Independentemente da moldura orquestral, o refrão do samba “Sem avisar” (2022) inebriou pela inspiração do compositor Wanderley Cardoso. E o que dizer do ijexá “Água doce” (2010), iguaria do bamba baiano Roque Ferreira, presente com outras duas músicas no roteiro? Que obra-prima! De cantar rezando.
Foi, enfim, uma noite de gala para Roberta Sá, como a própria artista celebrou em cena. “Já estive neste palco (do Municipal), mas nunca com o meu repertório”, ressaltou a cantora na primeira fala dirigida ao público.
O show “Tudo que cantei sou” fluiu perfeito no formato orquestral e foi filmado. Se o registro audiovisual foi feito com intenções profissionais, a noite de Gala de Roberta Sá será merecidamente eternizada.
Roberta Sá faz a primeira apresentação no Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Thaty Aguiar / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Antigos donos do Globo de Ouro processam compradores por fraude


Preparativos para o Globo de Ouro 2025
Jordan Strauss/Invision/AP
A Associação de Imprensa Estrangeira processou a Penske Media, alegando que a dona do conglomerado de mídia promoveu um boicote contra o Globo de Ouro para, em seguida, comprá-lo.
Relevância e polêmicas
O Globo de Ouro 2026 foi um passo atrás na tentativa da recuperar relevância da premiação, impactada por uma série de polêmicas nos últimos anos.
De acordo com o site especializado em Hollywood The Ankler, a nova organização do evento passou a oferecer pacotes de parceria de mídia a possíveis indicados à sua nova categoria de melhor podcast.
Por valores de US$ 25 mil a US$ 75 mil, eles poderiam participar de eventos e receber maior cobertura da revista “Variety”, que faz parte do conglomerado de mídia Penske Corporation.
A empresa, por sua vez, pertence à Dick Clark Productions, que comprou o Globo de Ouro em 2023 após as polêmicas da antiga dona da premiação, a Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood (HFPA, na sigla em inglês), que levaram a boicotes de estrelas e das emissoras americanas.
Em 2021, o jornal “LA Times” revelou que não havia nenhum membro negro entre os votantes da HFPA, que também era acusada de outros comportamentos de ética questionável.
Como parte do esforço para aumentar a diversidade entre os votantes, os novos donos expandiram o número de membros para cerca de 300 jornalistas ao redor do mundo — nenhum deles, é claro, parte da Academia de Cinema que escolhe os vencedores do Oscar.
*Reportagem em atualização

Fonte: G1 Entretenimento

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Xuxa ironiza comentários sobre figurino da turnê: ‘Último voo da virilha’


Xuxa inicia a turnê do “Último Voo da Nave”, no Nubank Parque, em São Paulo
Tomzé Fonseca/ Agnews
A apresentadora Xuxa rebateu os comentários que criticavam o figurino usado na estreia da turnê “O Último Voo da Nave”. Nas redes sociais, alguns perfis disseram que o body usado pela artista estava cavado demais, e a apresentadora usou ironia para responder às críticas.
“Tô até agora lendo, ouvindo e vendo tanto carinho de vcs pra mim. NADA é melhor ou maior que amor de verdade, e quem não gostou continue divulgando, por favor, com suas ‘críticas’, pois quem sabe com isso vou viajar pra mais lugares e mostrar o último voo da virilha (ops)… da nave”, escreveu em seu perfil no Instagram.
O último voo da nave da Xuxa!
O show de estreia da turnê, que celebra sua carreira, aconteceu no último sábado (25), em São Paulo. Na apresentação, Xuxa revisitou quatro décadas de trajetória fonográfica, iniciada em 1985 com o álbum de duetos “Xuxa e Seus Amigos” e impulsionada no ano seguinte com o lançamento de “Xou da Xuxa” (1986), o primeiro de uma série de sete álbuns.
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Xuxa revê 40 anos de sucesso no mercado infantil nos seis atos do espetáculo ‘O último voo da nave’
Moriva Filmes / Divulgação 30e
Xuxa inicia a turnê do “Último Voo da Nave”, no Nubank Parque, em São Paulo
Tomzé Fonseca/ Agnews
Comentários sobre o figurino:
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Fonte: G1 Entretenimento

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Filha de Tom Cruise e Katie Holmes, Suri retira legalmente o sobrenome do pai, diz revista


Tom Cruise e Katie Holmes
AP/Reuters/Arquivo
Suri, filha de Tom Cruise e Katie Holmes, passou a assinar com o sobrenome Noelle, de acordo com os registros eleitorais obtidos pela revista “People” .
A estudante da Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, fez seu registro eleitoral no condado de Allegheny durante o primeiro ano da faculdade, em outubro de 2024. No documento, ela aparece como Suri Noelle.
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Noelle também é o nome do meio de Katie Holmes.
Em sua formatura do ensino médio, em 2024, Suri já havia optado por não usar o sobrenome Cruise. Tom Cruise e Katie Holmes se casaram em 2006, sete meses depois do nascimento de Suri. Eles se divorciaram em 2012.
Em dezembro de 2024, Katie negou publicamente que a filha tenha herdado um fundo fiduciário do ator após completar 18 anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Queda nos casamentos vira preocupação para governo da China; entenda


Como funciona o mercado de casamentos na China, onde pais anunciam os filhos
A queda no número de casamentos entre os jovens chineses deixou de ser apenas uma mudança de comportamento e passou a preocupar o governo do país. Em meio ao envelhecimento acelerado da população e à redução do número de nascimentos, Pequim vê a formação de novas famílias como uma peça importante para conter a crise demográfica que ameaça a economia nas próximas décadas.
O cenário ajuda a explicar por que tradições como o mercado de casamentos de Xangai, onde pais anunciam os filhos solteiros em busca de pretendentes, continuam existindo. Apesar disso, elas têm perdido força diante de uma geração que valoriza cada vez mais a independência e a realização pessoal.
‘Currículos para casamento’: conheça o mercado chinês em que pais anunciam os filhos solteiros
Segundo uma pesquisa citada na reportagem, para 70% das mulheres chinesas nascidas depois de 1990, casar não é prioridade. Entre os homens, 32% também afirmam que o casamento deixou de ocupar o primeiro lugar em seus planos.
A mudança representa um desafio para o governo chinês, que enfrenta uma queda contínua da população. A reportagem destaca que, até 2035, a China pode perder um número de habitantes equivalente à população da França, reduzindo a força de trabalho e aumentando a pressão sobre o sistema de aposentadorias.
70% das mulheres nascidas após 1990 dizem que casamento não é prioridade na China
Reprodução/TV Globo
Independência feminina mudou cenário
Um dos fatores apontados para a transformação é a maior independência das mulheres chinesas. Com maior acesso ao mercado de trabalho e autonomia financeira, muitas passaram a rejeitar a ideia de que o casamento seja uma etapa obrigatória da vida.
“A verdade é que a gente não depende mais dos homens para nada”, afirma uma jovem entrevistada na reportagem. Para a geração nascida depois dos anos 2000, afinidade e compatibilidade passaram a pesar mais do que patrimônio ou estabilidade financeira na escolha de um parceiro.
A reportagem também mostra que algumas mulheres preferem permanecer solteiras caso não encontrem alguém com quem realmente se identifiquem.
Herança da política do filho único
A China ainda convive com outro efeito de decisões tomadas no passado. A política do filho único, que vigorou entre 1980 e 2015 para conter o crescimento populacional, provocou um grande desequilíbrio entre homens e mulheres.
Segundo a reportagem, muitas famílias recorreram ao aborto seletivo de meninas ou as entregaram para adoção, criando um déficit de milhões de mulheres em idade de casar. O resultado é um mercado matrimonial com muito mais homens em busca de parceiras do que mulheres disponíveis.
Governo tenta estimular casamento
A preocupação com a baixa taxa de casamentos também aparece no discurso oficial. O governo criou o termo “mulheres deixadas para trás” para se referir às solteiras com mais de 27 anos, numa tentativa de estimular o casamento e a formação de famílias.
Para muitas chinesas, porém, a estratégia reforça pressões sociais que já não fazem sentido diante da nova realidade. Enquanto o governo busca incentivar casamentos e nascimentos para enfrentar a crise demográfica, cresce o número de jovens que colocam liberdade, carreira e qualidade de vida acima das expectativas tradicionais.
Como funciona o mercado de casamentos na China, onde pais anunciam os filhos solteiros
Reprodução/TV Globo
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Prêmio para Martinho da Vila em 2027 coroa 60 anos de carreira pavimentada com coerência no samba e na vida


Martinho da Vila é homenageado da edição de 2027 do Prêmio da Música Brasileira
Leo Aversa / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Se o Prêmio da Música Brasileira seguiu a toada de recentes e merecidos tributos a Cazuza (1958 – 1990) na edição deste ano de 2026, sem fazer diferença na onda de homenagens ao Exagerado, a próxima edição da premiação criada pelo empresário José Maurício Machline em 1987 – a 34ª, prevista para ser realizada em meados de 2027 – acerta e surpreende ao escolher Martinho da Vila como o homenageado do ano que vem.
A ocasião não poderia ser mais adequada. Cantor, compositor e ritmista fluminense, um dos maiores bambas do samba, Martinho José Ferreira completará 60 anos de carreira em 2027. Foi em 1967 que o artista entrou em cena, no palco de festival da canção, para defender o partido alto “Menina moça”, de lavra própria. Nascido em 12 de fevereiro de 1938, em Duas Barras (RJ), o cantor debutante tinha então 29 anos.
O sucesso massivo viria dois anos depois, em 1969, com o primeiro álbum, intitulado “Martinho da Vila”. Sim, na ocasião, Martinho já era da Vila, em alusão ao envolvimento definidor e definitivo do artista com a escola de samba Unidos de Vila Isabel, agremiação na qual entrou em 1965, tendo ingressado na ala de compositores da escola já em 1966.
Na Vila, Martinho logo ocupou lugar de destaque – a ponto de assinar (em parceria com Gemeu) o samba-enredo do desfile da escola em 1967, “Carnaval de ilusões”. O primeiro de muitos.
De 1967 para cá, Martinho da Vila pavimentou um caminho seguido com extrema coerência, marcando época e posição na música brasileira. O compositor contribuiu para propagar o partido alto além dos quintais e terreiros cariocas, além de ter modernizado o samba-enredo, tornando o gênero menos caudaloso sem perda da beleza melódica e poética – como comprovam obras-primas como “Quatro séculos de modas e costumes” (1968), “Yayá do Cais Dourado” (1969), “Onde o Brasil aprendeu a liberdade” (1972), “Sonho de um sonho” (1980) e “Pra tudo se acabar na quarta-feira” (1984).
Como compositor, Martinho da Vila é dono de obra grandiosa, construída em torno da cadência plural do samba, mas com eventuais incursões por outros gêneros musicais como blues, choro e calango. Tradutora de anseios e conquistas da negritude, essa obra também abrange livros, com o ofício de escritor tendo sido intensificado nos últimos anos.
Como cantor e como cidadão, Martinho da Vila sempre se alinhou à democracia, dando voz à luta por justiça social e igualdade racial. Sob prisma social, a obra do bamba o entronizou como um herói da liberdade e da resistência contra toda forma de opressão. Com o manemolente larará do canto e da fala pausada, no estilo devagar devagarinho, Martinho da Vila jamais baixou a cabeça e a voz. Na música e na vida.
A música e a ideologia de Martinho da Vila sempre caminharam juntas e misturadas nestes 60 anos de carreira que serão completados em 2027. Ambas credenciam o bamba a receber a homenagem que lhe será prestada pelo Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira em 2027.

Fonte: G1 Entretenimento