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Sydney Sweeney revela que irmão está em missão no exterior e envia mensagens às tropas americanas


Mille (Sydney Sweeney) desconfia de que algo está muito errado com seus patrões em “A Empregada”
Divulgação
Sydney Sweeney revelou, através de uma postagem em seu Instagram, que seu irmão está em missão no exterior. Trent E. Sweeney tem 25 anos e é militar da Força Aérea dos EUA.
Na postagem da atriz nas redes sociais, nesta quarta-feira (25), ela ainda enviou uma mensagem às tropas americanas.
“Receber ligações do meu irmão quando ele está em missão sempre me deixa feliz. Pensando em todos os nossos rapazes e moças no exterior e enviando meu amor! Obrigada pelo seu serviço”, escreveu Sydney, de 28 anos.
Sydney Sweeney revela que irmão está em missão no exterior e envia mensagens às tropas americanas
Reprodução/Instagram
Na postagem da atriz, não ficou claro se Trend está entre os soldados enviados esta semana ao Oriente Médio para ampliar o reforço militar na região.
Em 2025, Sydney virou alvo de críticas sobre eugenia e objetificação após uma campanha da marca de moda American Eagle na qual a atriz aparece em imagens sensuais e faz um trocadilho com as palavras ‘jeans’ e ‘genes’. As críticas sugeriam que a campanha promove objetificação feminina, racismo e valores eugenistas.
Sydney Sweeney vira alvo de polêmica sobre racismo e erotização; entenda

Fonte: G1 Entretenimento

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Justas, mas com omissões, indicações do 33º Prêmio da Música Brasileira refletem mercado dividido em nichos


Painel com fotos de artistas indicados à premiação agendada para 10 de junho no Theatro Municipal do Rio de Janeiro
Divulgação / Montagem g1
♫ ANÁLISE
♬ A relação de artistas indicados à 33ª edição do Prêmio da Música Brasileira foi revelada na noite de ontem, 25 de março, em cerimônia em São Paulo (SP) pontuada por números musicais em que cantores como Almério, Ney Matogrosso e Zé Ibarra interpretaram músicas de Cazuza (1958 – 1990), o homenageado na premiação deste ano de 2026. A cerimônia de entrega dos prêmios está programada para 10 de junho, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.
Com muitos mais justiças do que omissões, as indicações das 18 categorias refletem a pulverização de um mercado fonográfico estruturado em nichos e povoado por milhares de lançamentos semanais em que poucos artistas conseguem de fato chamar alguma atenção do público e da mídia.
Já eram esperadas as indicações de Daniela Mercury (por “Cirandaia”, um dos melhores álbuns da artista em muitos anos), Don L (pelo álbum “Caro vapor II – Qual a forma de pagamento?”), Gaby Amarantos (com o consagrador “Rock doido” enquadrado na categoria audiovisual), Lenine (pelo aclamado álbum “Eita”), Luedji Luna (duplamente indicada pelos álbuns “Um mar para cada um” e “Antes que a terra acabe”) e Zé Ibarra (pelo segundo álbum solo, “Afim”), este enquadrado na categoria MPB ao lado de Djavan, Dori Caymmi, Mateus Aleluia e Mônica Salmaso.
Esperada e merecida é também a indicação de “Dominguinho”, projeto do trio formado por João Gomes, Jota.Pê e Mestrinho que arrastou multidões Brasil afora para ver o show derivado do disco de estúdio. Sem falar na justa indicação de Daúde e Lia de Itamaracá pelo álbum conjunto “Pelos olhos do mar”.
Em contrapartida, é injusta a ausência de Mosquito entre os indicados da categoria Samba. O segundo álbum do artista, “Quinhão”, é irretocável. Eliana Pittman também merecia indicação pelo álbum “Nem lágrima nem dor”, no qual canta o repertório de Jorge Aragão com arranjos de Rodrigo Campos. A dupla injustiça se engrandece quando Alcione aparece entre os indicados por um dos álbuns mais irregulares da discografia da artista. Fica a impressão de que o corpo de jurados – do qual faz parte o colunista e crítico musical do g1 – por vezes julga um álbum pelo nome do artista e não pelo disco em si.
No mais, a categoria Canção popular novamente resulta sem foco, indicando artistas da música sertaneja, do universo forró e do pop de cepa mais genérica. Assim como na edição anterior, soa estranho o fato de singles estarem concorrendo em pé de igualdade com álbuns.
Na categoria de Melhor lançamento de rock, por exemplo, o trio Black Pantera concorre pelo potente single “Seleção natural”, disputando com o grupos que lançaram álbuns, caso do Terno Rei, indicado pelo álbum “Nenhuma estrela”.
São particularidades de uma premiação longeva, criada em 1987 pelo empresário José Maurício Machline e agora denominada Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira:
♫ Eis a lista completa de indicados à 33ª edição do Prêmio da Música Brasileira:
Axé – Melhor Artista
Daniela Mercury
Ivete Sangalo
Margareth Menezes
Olodum
Timbalada
Axé – Melhor Lançamento
Daniela Mercury – Cirandaia (Produzido por: Daniela Mercury, Juliano Valle, Gabriel Mercury)
Ivete Sangalo – O verão bateu em minha porta (Produzido por: Radamés Venâncio)
Margareth Menezes – Ramalhete de flor (Produzido por: Tito Oliveira, Margareth Menezes, Manoel EL Xiri)
Olodum, BaianaSystem – Ginga Olodum (Produzido por: Lucas Di Fiori, Pugah, Seko Bass, Titoxossi)
Timbalada – Fervo na cidade (Produzido por: Denny Denan, Reudes Nogueira)
Canção Popular – Melhor Artista
João Gomes
Joelma
Lucy Alves
Peninha
Simone Mendes
Canção Popular – Melhor Lançamento
Felipe Cordeiro, Otto, Duda Brack – Vem, Love (Produzido por: Cuper, Felipe Cordeiro)
João Gomes – Pé de Serrita (Produzido por: João Gomes, Daniel Mendes, Mestrinho)
Joelma – Lua dos apaixonados (Ao Vivo) (Produzido por: Diego Ramos)
Mariana Volker, Maria Gadu – Não quero te querer (Produzido por: Mariana Volker, Mayra Corrêa)
Simone Mendes – Cantando sua História 2 (Ao Vivo) (Produzido por: Eduardo Pepato)
Eletrônico – Melhor Lançamento
Africanoise – Cabaça (Produzido por: Africanoise)
Afterclapp, Furmiga Dub – Rabecada (Produzido por: Afterclapp, Furmiga Dub)
BADSISTA – Cuteboyz (Produzido por: Entropia)
DJ Memê – Saudade (Produzido por: DJ Memê)
Zopelar – Just Like Heaven EP (Produzido por: Zopelar)
Língua Estrangeira – Melhor Lançamento
Francisca Barreto – Habana (Produzido por: Victor Kroner, Francisca Barreto)
Guga Stroeter – Guga Stroeter e Orquestra HB apresentam: Elas cantam Chet (br) (Produzido por: Guga Stroeter)
Indiana Nomma, André Pinto – Mercedes Sosa: A voz dos sem voz – Volume II (Produzido por: Indiana Nomma)
João Fênix, Virginia Rodrigues – Alfonsina y El Mar (Produzido por: Jorge Helder)
Silvia Machete – Rhonda’s Boots & Legs (Live) (Produzido por: Lalo Brusco)
Erudito – Melhor Lançamento
Gabriele Leite – Gunûncho (Produzido por: Erika Ribeiro)
Guido Sant’Anna, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Thierry Fischer – Mendelssohn & Tchaikovsky: Violin Concertos (Produzido por: Ulrich Schneider)
Orquestra Ouro Preto – Villa-Lobos, Piazzolla & Mehmari: Orchestral Works (Produzido por: Maestro Rodrigo Toffolo)
Orquestra Sinfônica Brasileira, Claudio Cruz – Abertura Brasil 2014 (Ao Vivo) (Produzido por: Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira)
Orquestra Sinfônica Brasileira, Claudio Cruz – Sinfonia em Sol Menor (Ao Vivo) (Produzido por: Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira)
Projeto Especial – Melhor Lançamento
Caetano Veloso, Maria Bethânia – Caetano & Bethânia Ao Vivo (Produzido por: Lucas Nunes)
Inezita Barroso – Relicario: Inezita Barroso (Ao Vivo no Sesc 1978) (Produzido por: Selo Sesc)
Elas cantam Donato (Produzido por: Regina Oreiro)
João Gomes, Mestrinho, Jota.Pe – Dominguinho (Produzido por: Daniel Mendes, João Gomes, Jota.Pê, Mestrinho)
Ney Matogrosso – Homem com H (Produzido por: Amabis)
Funk – Melhor Artista
Deize Tigrona
Enme
Mac Júlia
MC Kevin o Chris
O Kannalha
Funk – Melhor Lançamento
Deize Tigrona – NÓS É FIRME, NÃO É CREME (Produzido por: Mahal Pita, KD SOUNDSYSTEM, DJ Chernobyl)
KING Saints – Músicas Para Marolar (Produzido por: Pharfa, DMAX, Neno, Maux, Mulú, PB Campos, Papatinho, Five, DetonaCry, TH4i, Los Brasileiros)
PEDRO SAMPAIO, Mc Meno K, Melody – JETSKI (Produzido por: PEDRO SAMPAIO, Pedro Breder)
Rico Dalasam – Dilema (Produzido por: Pedro Lima, Pedro Lucas Ferraz, Rico Dalasam)
Totonho e os Cabra – Aí Dentu: Funk de Embolada e Hip Hop do Mato (Produzido por: André Abujamra, Renato Oliveira, Marcelo Macedo, Furmiga Dub, Rica Amabis)
Instrumental – Melhor Artista
Alessandro Penezzi
Antônio Adolfo
Hamilton de Holanda
João Camarero
Rogério Caetano
Instrumental – Melhor Lançamento
Alessandro Penezzi – Sonhos (Produzido por: Alessandro Penezzi, Heloiza Manoel da Silva)
Andrea Ernest Dias, Aline Gonçalves, Eduardo Neves, Carlos Malta – Obra viva de Hermeto Pascoal – Vol. 1: flautas (Produzido por: Bernardo Ramos)
Antonio Adolfo – CARNAVAL – The Songs Were So Beautiful (Produzido por: Antonio Adolfo)
Hamilton de Holanda – Hamilton de Holanda Trio – Live in NYC (Produzido por: Hamilton de Holanda, Marcos Portinari)
João Camarero – Baden (Produzido por: Alexandre Fontanetti)
MPB – Melhor Artista
Djavan
Dori Caymmi
Marisa Monte
Mateus Aleluia
Mônica Salmaso
MPB – Melhor Lançamento
Djavan – Improviso (Produzido por: Djavan)
Dori Caymmi – Utopia (Produzido por: Jorge Helder)
Mateus Aleluia – Mateus Aleluia (Produzido por: Mateus Aleluia, Tadeu Mascarenhas, Tenille Bezerra)
Monica Salmaso – Minha Casa (Produzido por: Mônica Salmaso, Teco Cardoso)
Zé Ibarra – AFIM (Produzido por: Zé Ibarra, Lucas Nunes)
Pop – Melhor Artista
BaianaSystem
Lenine
Luedji Luna
Marina Sena
Os Garotin
Pop – Melhor Lançamento
BaianaSystem – O Mundo Dá Voltas (Produzido por: Daniel Ganjaman)
Lenine – Eita (Produzido por: Bruno Giorgi)
Lia de Itamaracá, Daúde – Pelo Olhos do mar (Produzido por: Marcus Preto, Pupillo)
Luedji Luna – Antes Que A Terra Acabe (Produzido por: Fejuca, Kato Change, Zudizilla, Lucas Cirillo, Duda Raup, Iuri Rio Branco, Toty S’amed, Luedji Luna)
Luedji Luna – Um Mar Pra Cada Um (Produzido por: Zudizilla, Duda Raupp, Lucas Romero, Curumin, Kato Change, Luedji Luna)
Raízes – Melhor Artista
Dona Onete
Geraldo Azevedo
João Gomes
Mestrinho
Orquestra Malassombro
Raízes – Melhor Lançamento
Boi da Macuca, Henrique Albino – Frevo da Macuca (Produzido por: Henrique Albino)
Dona Onete – Quatro Contas (Produzido por: Marcos Sarrazin)
Mestrinho – Macaco Sessions: Mestrinho (Ao Vivo) (Produzido por: Mestrinho, Daniel Mendes)
Orquestra Malassombro – Recife, Início, Meio e Fim (Produzido por: Rafael Marques)
Santanna O Cantador – Santanna “O Cantador” Canta Petrúcio Amorim (Produzido por: José Milton)
Rap / Trap – Melhor Artista
Baco Exu do Blues
BK
Don L
Emicida
Negra Li
Rap / Trap – Melhor Lançamento
Baco Exu do Blues – Hasos (Produzido por: Marcelo Delamare, Marcos Maurício, Dactes, JLZ)
BK – Diamantes, Lágrimas e Rostos para Esquecer (Produzido por: BK, MEC Life ENT, Theo Zagrae, Victor Senedesi, Gabriel Andrade)
Don L – CARO Vapor II –Qqual a forma de pagamento? (Produzido por: Don L, Iuri Rio Branco, Nave)
Emicida – Emicida Racional VL 2 – Mesmas Cores & Mesmos Valores (Produzido por: Emicida, Damien Seth, Fejuca)
FBC – Assaltos e batidas (Produzido por: Coyote Beatz, Pepito, DJ Cost, Nathan Morais)
Reggae – Melhor Artista
Alma Djem
Maneva
Maskavo
Ponto de Equilíbrio
Sintonize
Reggae – Melhor Lançamento
Alma Djem – Acústico Alma Djem (Ao Vivo) (Produzido por: Sarpa)
Bia Ferreira, Little Lion Sound – O Seu Silêncio (Produzido por: Little Lion Sound, Irie Yute)
Capilé, Chico César – Saci (Produzido por: Fernando Nunes)
Maskavo – Além-Mar (Produzido por: Maskavo, Alexandre Campos)
Sintonize – Original Brasileiro (Produzido por: Rafael Senegal)
Revelação
Fitti
Joaquim
Orquestra Malassombro
Pedro Emílio
Zaynara
Projeto Audiovisual
Ajuliacosta – O que a Julia vai ser? (Dirigido por: Fernanda Correrua)
Baco Exu do Blues, Zeca Veloso – Que eu Sofra (Dirigido por: Og Cruz)
Gaby Amarantos – Rock Doido (Dirigido por: Guilherme Takshy, Naré, Gaby Amarantos)
Lenine – EITA (Dirigido por: Lenine, Kabé Pinheiro, Laís Branco)
Luedji Luna, Seu Jorge, Arthur Verocai – Apocalipse (Dirigido por: Barbara Magri, Lucas Teixeira, Pedro Moura)
Rock – Melhor Artista
Black Pantera
Fresno
Mateus Fazeno Rock
Selvagens à Procura de Lei
Terno Rei
Rock – Melhor Lançamento
Black Pantera – Seleção Natural (Produzido por: Rafael Ramos)
Selvagens à Procura de Lei – Y (Produzido por: Gabriel Aragão, Matheus Brasil)
Supercombo – Caranguejo (Parte 1) (Produzido por: Supercombo, Victor de Souza (Jotta))
Terno Rei – Nenhuma Estrela (Produzido por: Gustavo Schirmer)
Vivendo do Ócio – Hasta La Bahia (Produzido por: André T)
Samba – Melhor Artista
Alcione
Jorge Aragão
Moacyr Luz e Samba do Trabalhador
Péricles
Xande de Pilares
Samba – Melhor Lançamento
Alcione – Alcione (Produzido por Alexandre Menezes)
Moacyr Luz e Samba do Trabalhador – 20 Anos (Produzido por Leandro Pereira)
Péricles – Pagode do Pericão (Ao Vivo Em São Paulo) (Produzido por Izaías Marcelo)
Xande de Pilares – Nos Braços do Povo, Vol. 1 (Ao Vivo) (Produzido por João Carlos Filho)
Xande de Pilares, Neguinho Da Beija Flor – Empretecendo (Produzido por Xande de Pilares, Luciano Broa)
Sertanejo – Melhor Artista
Ana Castela
Bruna Viola
Chitãozinho & Xororó
Lauana Prado
Yasmin Santos
Sertanejo – Melhor Lançamento
Ana Castela – Let’s Go Rodeo (Produzido por: Ender Thomas, Antony Albert Guajardo “Zsurround”, Eduardo Godoy)
Bruna Viola – Improvável (Live) (Produzido por: Flávio Guimarães)
Chitãozinho & Xororó – Meninos De Roça (Produzido por: Cláudio Paladini)
Lauana Prado – Raiz BH (Ao Vivo) (Produzido por: Lauana Prado, William Santos)
Yasmin Santos – Eu, Yasmin Santos (Ao Vivo) (Produzido por: Gabriel Pascoal)

Fonte: G1 Entretenimento

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Rosalía interrompe show na Itália após passar mal no palco: ‘Tentei insistir até o final’


Rosalía durante apresentação no Lollapalooza 2023 em São Paulo
Fábio Tito/g1
A cantora Rosalía foi obrigada a interromper um show em Milão, na Itália, nesta quarta-feira (25), devido a uma intoxicação alimentar, segundo imagens gravadas por fãs e publicadas nas redes sociais.
A artista de 33 anos, vencedora de um Grammy, se apresentava no Unipol Forum de Milão quando interrompeu o espetáculo para informar ao público que não estava passando bem.
‘Estou no chão’
Veja os vídeos que estão em alta no g1
“Tentei fazer este show. Desde o início, estou doente. Tive uma intoxicação alimentar forte”, afirmou em inglês, segundo um vídeo postado no X.
“Tentei insistir até o final, mas estou me sentindo extremamente mal. Estou vomitando ali atrás. Eu realmente quero dar o meu melhor, mas estou no chão”, disse.
Depois de afirmar que tentaria continuar se a saúde permitisse, a artista enviou um beijo ao público e, com uma mão na barriga, abandonou o palco.
Turnê do novo álbum
Rosalía, elogiada por sua versatilidade, estava em Milão como parte de uma turnê que começou na França no início do mês e que terminará em Porto Rico em setembro.
Rosalía na capa do disco ‘Lux’
Divulgação
A cantora, que venceu o prêmio de melhor artista internacional no Brit Awards no mês passado, foi muito elogiada pelo seu quarto álbum, “Lux”, lançado no fim do ano passado.
O álbum contém letras cantadas em 13 idiomas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Filho do Piseiro comemora sucesso após viralizar com ‘boca de médio grave’: ‘Tenho até ônibus agora’


Conheça Filho do Piseiro, cantor que viralizou fazendo a ‘boca do médio grave’
“Buhhh, buhhh, e vai queimar as caixas, é?”. O bordão, que simula a potência de um sistema de som automotivo, tornou-se a marca registrada de Everton da Silva de Souza, o Filho do Piseiro.
Aos 23 anos, o amazonense que cresceu na comunidade do Caldeirão, em Iranduba, conseguiu realizar um feito nada simples: sem uma grande produtora por trás, alcançou o topo das plataformas. Com duas músicas. E em ambas, fazendo a famosa “boca do médio grave”.
“Você tem que procurar a ressonância na caixa dos peitos”, explica o cantor ao g1, detalhando a técnica que o levou ao Top 15 dos virais do Spotify, somando mais de 22 milhões de reproduções com as faixas “Raparigas” e “Meu Pai Paga a Minha Faculdade”.
‘Buh, buh… duh, duh’
A técnica é simples. Não depende de equipamentos de distorção, mas de encontrar uma frequência específica no tórax. Mas melhor do que tentar explicar, é deixar quem sabe, ensinar:
Filho do Piseiro durante apresentação
Laercio Freitas
“É igual naquele filme Procurando Nemo, quando a Dory fala ‘baleês’. Você tem que procurar esse ‘baleês’ dentro de você. Uuuhh, uuuuh…Quando achar, coloca a letra B e solta o ar”, explica, antes de soltar um Buh Buh com a boca.
Aniversários, resenhas e… golpes
Mas antes de aprender a fazer o Buh, virar o Filho do Piseiro, comandar uma equipe de 10 pessoas e viajar em ônibus adesivado com o próprio rosto, a realidade de Everton Silva era o “voz e violão” na calçada de um açougue em Manaus.
Filho do Piseiro prepara gravação de DVD com participação especial em Manaus.
Foto: Reprodução/Redes Sociais
Entre 2019 e 2020, ele cantava na frente do comércio do tio com o objetivo de atrair clientes e ser notado para cantar em festas de aniversário, confraternizações e resenhas.
“Lá em Manaus o pessoal costuma se reunir para fazer churrasco de fogo de chão. Meu primeiro show foi assim, em uma costelada”, relembra.
A “gestão da carreira” era feita pelo próprio artista, sem contratos formais. “Levei muito golpe. Eu não sabia cobrar, não entendia nada de contrato. Tudo o que eu queria era cantar e animar a galera”.
Investimento de R$ 1 mil
O início da carreira do artista foi financiado por um presente de R$ 1 mil dado pelo tio. Com o dinheiro, ele adquiriu o básico para as apresentações: violão, microfone, pedestal e uma caixa de som.
Na época, o Filho ainda não era do Piseiro, mas sim do sertanejo, moldado por referências como Eduardo Costa, Bruno & Marrone e Gusttavo Lima.
Everton Silva é o Filho do Piseiro
Enzo Souza
A mudança só veio depois, quando Everton passou a unir o forró de vaquejada ao teclado eletrônico e à técnica de imitação da caixa de bateria de um paredão, também conhecida como “caixa cachorra”.
O vídeo que mudou tudo
O reconhecimento veio no segundo semestre de 2025. Após participar de um show de Claudio Ney & Juliana, o vídeo de Everton cantando “Meu Pai Paga a Minha Faculdade” viralizou em redes sociais (a faixa foi regravada com a dupla posteriormente e bateu 7,5 milhões de reproduções no Spotify).
O conteúdo foi compartilhado por páginas de esportes e perfis de celebridades. “A Juliette postou e o Neymar colocou no story dele”, relembra o cantor.
Após a projeção na internet, a carreira deslanchou: em poucos meses, o artista trocou o Amazonas pelo Ceará para facilitar a logística de shows.
No mesmo período, conheceu desde influenciadores como Toguro a empresários como João Adibe, da Cimed, além de ter sido convidado para programas como The Noite, Domingo Legal e o podcast Podpah.
Filho do Piseiro no PodPah
Foto: Divulgação
“Estou vivendo coisas tão maravilhosas que acho que estou dormindo. Eu falo: ‘Oh, Deus, mas se eu estiver sonhando, não me acorde não'”, diz o artista.

Um artista completo
Hoje, o Filho do Piseiro opera como uma “empresa independente”, sem gravadora, mas com cachês que batem a casa dos R$ 80 mil, como o que embolsou na apresentação que fez em 15 de fevereiro, domingo de Carnaval, em Itapipoca, no Ceará.
Nas redes sociais, soma mais de 3 milhões de seguidores (Instagram e Tiktok). Com referências que vão de Toca do Vale a Júnior Vianna, ele agora encara uma logística de um verdadeiro popstar.
“Tenho banda, staff, videomaker, produtor, camarim e até ônibus agora… É tudo o que eu sempre quis.”
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Apesar do sucesso, o artista afirma que tudo que ganha atualmente está sendo reinvestido na estrutra da sua carreira.
“Tem gente que pensa que já estou rico, milionário. Eu falo: ‘Ô, Jesus, eu recebo’. Mas o pirão mesmo, ainda não caiu”, brinca o cantor.
Poeta do médio grave
A sigla “FDP”, que significa Filho do Piseiro, é utilizada pela equipe do cantor em materiais de divulgação e capas de repertórios como um recurso de humor, acompanhada de slogans como “O Rei do Médio Grave” e “Só Poesias no Médio Grave”.
O primeiro álbum, “Só Poesias no Médio Grave (Vol.1), lançado em dezembro do ano passado, tem sete faixas com letras que refletem o universo das vaquejadas, o cotidiano do interior e algumas “piadas” de cunho sexual.
Como em “Lo Lorena” e no hit “Raparigas”. Ou em “Vaqueiro gay”, que diz: “Todo mundo tem aquele amigo vaqueiro que confunde o rabo do boi. Ei, vaqueiro véi, pare com isso”.
Muído grande
O período de São João é um dos principais momentos do ano para o mercado musical do Nordeste, com alta demanda por shows. O Filho do Piseiro já tem 26 shows fechados, e quer ainda mais.
“Até brinco com os meninos da equipe: ‘tomem seus remédios, tomem suas vitamina’, porque a pisadinha vai ser grande. Eu quero 80 dias seguidos de forró”, conta.
Embora tenha se projetado no Norte e consolidado a carreira no Nordeste, o maior volume de público do Filho do Piseiro concentra-se atualmente no Sudeste.
Segundo o artista, a região lidera as estatísticas de ouvintes e engajamento em suas redes sociais, seguida pelo Nordeste e, em terceiro lugar, pelo Norte. O primeiro show em São Paulo já tem data para acontecer: 25 de abril.
“A expectativa está muito alta. Leio muita mensagem da galera perguntando quando teria um show em São Paulo. Agora tem e vai ser um muído grande, viu?”, diz.
Primeiro DVD, e em casa
Em maio, no dia de seu aniversário de 24 anos, o Filho do Piseiro retorna a Manaus para a gravação de seu primeiro DVD.
O evento, marcado para o dia 16, representa um marco na trajetória do artista que iniciou a carreira na região. “Quando eu saí de Manaus e as coisas começaram a acontecer, meus amigos diziam que quando eu fosse voltar, teria que ser algo gigante”, relembra.
A apresentação contará com o show de abertura da dupla Claudio Ney & Juliana, responsáveis pelas primeiras oportunidades do cantor no gênero.
Além de regravar sucessos anteriores com novos arranjos de piseiro, o artista planeja o lançamento de músicas inéditas.
“Estou muito feliz de realizar esse sonho de fazer o primeiro DVD na minha casa, perto do meu povo. Foi a minha terra que primeiro me abraçou no início da minha carreira”, afirma.

Fonte: G1 Entretenimento

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Por que é tão difícil cantar The Cranberries? Especialistas explicam técnica de Dolores O’Riordan


Por que é tão difícil cantar Cranberries?
A banda irlandesa The Cranberries completaria 35 anos em 2026. Mesmo após a morte da vocalista Dolores O’Riordan, em 2018, o grupo segue lembrado por covers, principalmente de artistas queridinhos do indie pop (e rock).
A presença constante de versões em shows e nas redes sociais, no entanto, esbarra em uma execução técnica complexa. Afinal, por que é tão difícil reinterpretar as canções do Cranberries?
O g1 ouviu os técnicos vocais Rafael Dantas e Janaina Pimenta para entender as características que tornam o canto de Dolores tão singular. Eles também avaliaram oito versões: de homenagens que funcionaram a tentativas que causaram certo estranhamento.
A técnica do ‘soluço’
Dolores O’Riordan, do Cranberries, em show de 2016
GUILLAUME SOUVANT / AFP
Dolores O’Riordan (1971-2018) não teve estudo formal de canto, mas sua vivência em igrejas e a herança cultural irlandesa moldaram seu estilo.
A marca registrada é o uso constante do yodel, uma técnica que consiste na troca ou quebra das formas de cantar: fica mais agudo e depois grave, alternando rapidamente.
Segundo o especialista Rafael Dantas, a técnica consiste na “troca ou quebra de registros”, feita de forma saudável e com uso de voz mista. Na música country americana, o yodel costuma ser um enfeite, mas Dolores o transformou em um recurso central para seu estilo.
“Ela usava yodel em praticamente todas as frases. Isso virou a marca registrada da banda”, completa Dantas. “Quando ouvimos e vemos algumas homenagens, muitas funcionam, e outras, o nosso ouvido tem um estranhamento, por ser muito diferente da original.”
Sofrência suave
A vocalista Dolores O’Riordan (sentada), o baixista Mike Hogan, o baterista Fergal Lawler e o guitarrista Noel Hogan, do Cranberries, em 2012
Joël SAGET / AFP
Janaína Pimenta, que também é fonoaudióloga, destaca a alternância na interpretação da irlandesa. “Ela tem uma voz suave e ao mesmo tempo um ar de sofrência. É o ponto chave”, analisa ela.
“Tecnicamente, ela usa registro de peito e cabeça, fazendo essas mudanças que dão a sensação de dualidade.”
“Você precisa ter técnica para fazer essas mudanças de registro e sustentá-las”, explica Janaína. “Tecnicamente, ela usa registro de peito e cabeça, faz essas mudanças de registro que dá essa sensação dessa dualidade.”
Para a coach vocal, várias versões falham justamente por não captarem essa entrega: “A forma como a Dolores cantava pegava a gente porque a emoção estava à flor da pele”.
Veja o veredito de covers do Cranberries, de acordo com o g1 e com ajuda dos especialistas:
➖✅ FUNCIONOU
Chappell Roan – “Dreams”: A americana, atração do Lollapalooza 2026, entendeu a lição. Ela adaptou a tonalidade para o brilho correto de sua voz, mantendo sua originalidade. A interpretação é respeitosa, mas adaptada ao estilo de sua voz.
Hayley Williams – “Dreams”: A vocalista do Paramore apostou em uma versão acústica e intimista em um show na Irlanda. Manteve a essência sem imitar os maneirismos de Dolores, o que garantiu uma homenagem honesta, suave e bem executada.
➕➖ MAIS OU MENOS
Japanese Breakfast – “Dreams”: A versão divide opiniões técnicas, mas ganha na “vibe”. Existem problemas de afinação, mas a sonoridade e a entrega emocional da banda indie americana garantem o saldo positivo.
Royel Otis – “Linger”: Esse cover que dominou o TikTok é do duo australiano e ele cantaram uma versão no Lolla 2026. É inegável: o timbre encanta, mas é fácil sentir quase um desconforto vocal na performance. É arriscado, mas cansa o ouvido atento.
Rosé (Blackpink) – “Linger”: A estrela do K-pop trouxe sua assinatura vocal para uma versão competente. Só que a cover perde um pouco daquela “sujeira” emocional e orgânica que tornava a original tão impactante.
❌ NÃO FUNCIONOU
Jão – “Linger”: O cantor baixou o tom. E também baixou o impacto. Menos visceral, a versão calminha vale pela homenagem. A cover apresentada no Lolla 2025 mostrou que ele topa correr riscos, mas o resultado final soa morno.
Angélica – “Linger”: A versão brasileira “Se a gente se entender” é um clássico da TV. Faz lembrar dos tempos em que a apresentadora era também cantora. Mas a dona do hit “Vou de táxi” entrega uma versão apenas inusitada.
Jack Antonoff (Bleachers) – “Dreams”: O produtor de Taylor Swift e Lana Del Rey escorregou feio. A avaliação é que a voz ficou muito fora de sua região mais natural, faltando “punch”. Falta impacto vocal, apesar de o instrumental ser bem construído.

Fonte: G1 Entretenimento

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FKA twings processa Shia LaBeouf por acordo ilegal referente a acusação de assédio sexual e agressão


Cantora FKA twigs processa ator Shia LaBeouf
Reprodução/Instagram/FKA twigs, REUTERS/Brendan McDermid/File Photo
A cantora FKA twigs está processando novamente seu ex-namorado, o ator Shia LaBeouf. Desta vez, a acusação é que o acordo de confidencialidade assinado por ambos após o processo por agressão sexual movido FKA em 2020 é ilegal. As informações são da “Variety”.
Segundo a revista, os advogados da cantora apontam que LaBeouf forçou um acordo que continha cláusulas ilegais, segundo a lei da Califórnia, onde o processo foi aberto.
Ainda de acordo com a defesa de FKA, seu ex-namorado entrou com uma queixa para receber uma multa por violação do acordo de confidencialidade.
LaBeouf alega que, em outubro de 2025, durante entrevista ao site The Hollywood Repórter, a cantora teria falado abertamente sobre o caso.
Os advogados de FKA dizem que, mesmo se o acordo de confidencialidade tivesse cláusulas legais, ela tratou do tema de forma “genérica e benigna”, diz a publicação.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Relembre o caso
Em 2020, a cantora FKA twigs entrou com um processo de agressão e assédio sexual contra o ator Shia LaBeouf. Eles namoraram por alguns meses no ano de 2019.
A cantora de 32 anos descreveu diversas situações, ao longo do relacionamento dos dois, em que LaBeouf foi agressivo e violento. Além disso, ela diz que ator lhe transmitiu doença sexualmente transmissível “conscientemente”.
Em uma das ações descritas, Twigs narra que acordou sendo enforcada pelo ex. Em outra situação, ela conta que foi pressionada e teve a vida colocada em risco por ele.
Ele dirigia de “forma imprudente, removendo o cinto de segurança e ameaçando bater se ela não declarasse seu amor por ele”. Quando a cantora saiu do carro, “LaBeouf a seguiu, agrediu e jogou-a contra o carro enquanto gritava com ela. Depois, obrigou-a a entrar novamente no automóvel”, descreve o jornal “New York Times”.
Em resposta ao jornal um dia antes do envio do processo ao tribunal, ele disse que não estava em posição de comentar os efeitos de suas ações sobre as pessoas.
“Não tenho desculpas para o meu alcoolismo ou agressividade, apenas racionalizações. Tenho sido abusivo comigo mesmo e com todos ao meu redor por anos. Tenho um histórico de ferir as pessoas mais próximas de mim. Tenho vergonha dessa história e sinto muito por aqueles que magoei. Não há mais nada que eu possa dizer.”
O “New York Times” ouviu outra ex-namorada de LaBeouf, a estilista Karolyn Pho, que também descreveu momentos de violência por parte dele.
Ao longo dos últimos anos, o ator de “Transformers” foi detido inúmeras vezes por se envolver em brigas e situações de perturbação da ordem.

Fonte: G1 Entretenimento

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Segurança envolvido em confusão com filha de Jorginho nega participação de Chappell Roan


Jorginho, do Flamengo, critica Chappell Roan após confusão com criança
Reprodução/Instagram/Jordan Strauss/Invision/AP
O segurança Pascal Duvier negou, nesta quarta-feira (25), envolvimento da cantora Chappell Roan em confusão com a filha do jogador de futebol Jorginho.
Em publicação no Instagram, ele afirmou que falou com a mãe da criança, mas que a abordagem foi “calma e com boas intenções, e o resultado do encontro é lamentável”.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Harry Potter’: Série ganha primeiro trailer; ASSISTA

Assista ao trailer da série ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’
“Harry Potter e a Pedra Filosofal”, série que adaptará o primeiro livro da saga do bruxinho, ganhou o primeiro trailer nesta quarta-feira (25).
A nova adaptação vai estrear na plataforma de streaming HBO Max no “Natal de 2026”, mas sem data específica.
A Warner também não especificou se o título será esse de forma definitiva ou se mudará para cada temporada, de acordo com o livro adaptado. No total, a saga contou com sete livros, já transformados em oito filmes.

Fonte: G1 Entretenimento

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Modelo mais velha do mundo, Daphne Selfe morre aos 97 anos


A modelo Daphne Selfe
Reprodução/Instagram
Considerada pelo Guiness Book a modelo mais velha do mundo, Daphne Selfe morreu aos 97 anos.
Ao jornal “The New York Times”, a filha de Selfe, Rose Wordsworth, informou que a morte aconteceu na última segunda-feira (23), na casa de repouso onde a idosa estava.
Segundo comunicado divulgado pela família no Instagram, seu último trabalho como modelo foi em junho de 2025, em um evento da Vogue. “Ela continuará inspirando. Sempre e para sempre”, diz um trecho da postagem nas redes sociais.
Nascida em Londres, em 1928, ela começou a trabalhar como modelo aos 21 anos. Segundo a revista “People”, a primeira oportunidade surgiu após Selfe vencer uma competição para ser destaque de um estabelecimento local.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Após casar com um profissional da televisão, em 1954, ela pausou a carreira para cuidar da família, tendo feito apenas pequenas participações na TV e cinema, como no filme “007 contra Octopussy”, de 1983.
Com a morte do marido, em 1997, ela voltou a trabalhar como modelo, tendo participado de comerciais de TV, videoclipes, campanhas para marcas como Dolce & Gabanna e editoriais para revistas como “Marie Claire”.
Em entrevista ao jornal britânico “The Telegraph”, ela revelou parte do seu segredo. “Acho que eu sempre comi razoavelmente bem, me comportei e fiz exercícios”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Suspeita de atirar na casa de Rihanna se declara inocente da acusação de tentativa de homicídio


Rihanna durante show do intervalo no Superbowl 2023
Mark J. Rebilas/USA TODAY Sports
A suspeita de atirar contra a casa da cantora Rihanna nos Estados Unidos foi acusada oficialmente de tentativa de assassinato e outros 13 tipos de crimes, incluindo ataque a uma pessoa com uma arma semiautomática, nesta terça-feira (10).
O promotor do caso, Nathan Hochman, afirma que a Rihanna, seu parceiro A$AP Rocky e os três filhos do casal estavam no local na hora do ataque, quando dez tiros foram disparados contra a residência, neste domingo (8). Ninguém se machucou.
A mulher é identificada como Ivanna Lisette Ortiz, americana de 35 anos, e teve fiança estabelecida em US$ 1,8 milhão.
O juiz emitiu uma medida restritiva para Rihanna e Rocky contra a suspeita, que não pode se aproximar da casa do casal.
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento