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Casa icônica de ‘Hannah Montana’ poderá ser alugada por fãs


Casa de Malibu da série Hannah Montana
Reprodução/Airbnb
No meio das comemorações de 20 anos da série “Hannah Montana”, da Disney, a icônica casa da personagem de Miley Cyrus ficará disponível para aluguel de temporada. A informação foi divulgada pela plataforma Airbnb, responsável pelos aluguéis, nesta quarta-feira (25).
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Segundo o Airbnb, a experiência é limitada a 10 estadias de uma noite entre os dias 6 e 16 de abril. Até quatro pessoas podem se hospedar na casa ao mesmo tempo.
As solicitações de reserva poderão ser enviadas a partir desta quinta-feira (26), às 10h, no horário de Brasília. Segundo a plataforma, a experiência custará U$ 0.
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A casa, que fica na cidade de Malibu, na Califórnia, a cerca de 50 km de Los Angeles, faz parte de uma ação conjunta da Disney com o Airbnb para recriar o cenário da série.
Anúncio da casa de Malibu de Hannah Montana no Airbnb
Reprodução/Airbnb
O anúncio da hospedagem já está disponível no site da plataforma e aparece como publicado pela própria personagem.
“Passe a noite no lugar onde criei alguns dos meus maiores sucessos, ri muito com meus melhores amigos e criei meus looks mais icônicos”, diz.
Peruca da Hannah Montana na casa de Malibu da série
Reprodução/Airbnb
Entre as atividades listadas para os hóspedes, estão uma visita ao famoso closet da pop star e uma ida à praia que está a poucos passos do quintal da casa.
“Não estarei lá com vocês, mas sei que vão aproveitar por nós dois”, diz a artista.
Closet da casa de Malibu da Hannah Montana
Reprodução/Airbnb
20 anos da série
Nesta terça-feira (24), estreou um especial de 20 anos da série no Disney+. No programa, Miley revisita a personagem que marcou o início de sua carreira.
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O especial dura cerca de uma hora e inclui Miley apresentando grandes sucessos da personagem, como “The Climb” e “The Best of Both Worlds”, a música de abertura da série.
Parte do elenco se reuniu em uma pré-estreia do episódio. Estiveram presentes, além de Miley, os atores: Jason Earles (Jackson), Moisés Arias (Rico) ,Cody Linley (Jake), Anna Maria Perez de Tagle (Ashley), e Shanica Knowles (Amber).
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Fonte: G1 Entretenimento

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Como youtuber assassino viu seu álibi com streaming de game ruir e acabou condenado


O youtuber Stephen McCullagh assassinou a sua namorada grávida, Natalie McNally, em 2022, e tentou usar uma transmissão pré-gravada no YouTube como álibi.
BBC/ Getty Images
Frio, brutal e extravagante — se o plano que Stephen McCullagh arquitetou para matar a sua companheira grávida fosse o enredo de um de seus jogos, poderia ter sido descartado por parecer absurdo demais.
Mas, desde a primeira vez que o criador de conteúdo compareceu ao tribunal, no início de 2023, era evidente que as autoridades acreditavam que ele não só matou Natalie McNally, mas também montou cuidadosamente um castelo de cartas para escapar da Justiça.
Houve lágrimas quando a polícia chegou à cena, em resposta à sua chamada para o 999 (número de telefone dos serviços de emergência), e suas afirmações de que outro ex-companheiro de McNally teria cometido o crime. Houve ainda sua presença com a família de McNally nos dias e semanas após a morte dela, e até sua tentativa de espionar suas conversas.
Aviso: Este artigo contém linguagem forte que pode ofender leitores
Natalie McNally estava com 15 semanas de gestação quando morreu em sua casa, em Lurgan, em dezembro de 2022.
Pacemaker
E, claro, havia o álibi — a “live” de seis horas de jogos em seu canal no YouTube, transmitida na noite anterior a McNally ser encontrada morta, que acabou sendo uma farsa pré-gravada.
Por mais de um mês após o assassinato, McCullagh, 36, acreditou ter sido descartado como suspeito na morte de McNally.
Mas, três anos após ser acusado, um julgamento de cinco semanas expôs suas mentiras a um júri.
O que aconteceu na noite em que Natalie McNally morreu?
É 18 de dezembro de 2022, por volta das 16h (horário local), e McCullagh publica para seus dezenas de milhares de inscritos que fará uma transmissão ao vivo de jogos a partir das 18h no YouTube.
O título da transmissão se chama Violent Night (Noite Violenta, em tradução livre).
Quando a transmissão apareceu, ela mostrava McCullagh jogando Grand Theft Auto: Vice City e Robot Wars, enquanto bebia, usava vape e comentava para a câmera.
De forma incomum, ele disse aos espectadores que não poderia interagir nem responder aos comentários — como os streamers costumam fazer — devido a problemas técnicos.
Mas a transmissão não era ao vivo.
Um analista forense digital disse no julgamento que as evidências indicavam que a transmissão de seis horas havia sido gravada quatro dias antes. O analista também afirmou que o arquivo pré-gravado foi interrompido às 00h05 de 19 de dezembro e depois apagado.
Foi durante a transmissão que McCullagh assassinou McNally.
Canais no YouTube pertencentes a McCullagh foram removidos pela plataforma.
Embora se saiba que a transmissão já havia sido desmonetizada, ela permaneceu em sua conta no YouTube durante todo o processo judicial.
‘Preciso acabar com ela’
Partes da transmissão foram exibidas ao júri durante o julgamento e continham, entre outros elementos, referências a violência, ao crime e a relacionamentos.
No período em que se acredita que Natalie McNally foi atacada, McCullagh jogava no vídeo uma missão de Grand Theft Auto (Grande Roubo de Automóveis, em tradução livre) em que é necessário matar uma mulher.
Durante isso, ele canta: “Preciso matar essa vadia, preciso acabar com ela.”
Cerca de 10 minutos depois, ele diz: “Abso-fucking not-ally, abso-fucking Natalie.” É a única vez em que ele se refere a ela pelo nome durante a transmissão.
Minutos depois, ele faz uma pausa, durante a qual um pôster do filme 007 – Sem Tempo Para Morrer aparece brevemente, e de um jeito deslocado na tela.
O que McCullagh quis dizer com essas referências não foi esclarecido — ele não depôs durante o julgamento.
Durante uma pausa na transmissão de Stephen McCullagh no YouTube, ele exibiu esta imagem do pôster do filme 007 – Sem Tempo Para Morrer.
BBC / YouTube
O assassinato brutal
Horas antes de a transmissão gravada de McCullagh ser publicada no YouTube, Natalie McNally estava na casa dos pais para assistir à final da Copa do Mundo (que fo em 18 de dezembro de 2022 no Catar) e aproveitar um almoço de domingo.
Ela e McCullagh trocaram mensagens pouco antes de ele publicar a transmissão — ele disse que estava prestes a “fazer uma live a noite toda” e ela disse que tentaria “dar uma espiada”.
Pouco tempo depois, McNally voltou de carro para sua própria casa, chegando por volta das 19h.
Nesse momento, McCullagh caminha cerca de 3,2 km de sua casa, em Lisburn, até Dunmurry, onde pega um ônibus para Lurgan, a cerca de 32 km de distância.
Ele veste roupas escuras, luvas, tem a parte inferior do rosto coberta e carrega uma sacola verde de compras.
Em 18 de dezembro, Stephen McCullagh pegou um ônibus para Lurgan e depois caminhou até a casa de Natalie McNally, em Silverwood Green
BBC
Mais cedo, ele havia pesquisado horários de ônibus e trem de ida e volta entre Lisburn, Dunmurry e Lurgan.
Quando chega, caminha pouco mais de 2,4 km até a casa de McNally, em Silverwood Green, onde a mata brutalmente.
A polícia afirma que o crime ocorreu entre 20h50 e 21h30. Ela é esfaqueada, estrangulada e sofre pelo menos cinco golpes fortes na cabeça.
O trajeto de retorno de McCullagh é amplamente registrado por câmeras de segurança.
O trajeto de McCullagh por Lurgan foi registrado por câmeras de segurança
BBC
Antes de partir, ele troca de roupa.
Promotores destacaram imagens de McCullagh, de suas redes sociais, que o mostram usando um chapéu preto e uma peruca que se assemelham ao homem que aparece nas imagens caminhando de volta pelo centro de Lurgan.
Acredita-se que ele pretendia pegar um ônibus ou trem para voltar para casa, mas chega tarde demais.
Em vez disso, ele vê um táxi estacionado. Convence o motorista de que foi ele quem chamou a corrida, mas que o destino mudou e ele precisa ir para Lisburn, até o portão de sua casa.
Quando chega em casa, ele encerra a transmissão e apaga o arquivo pré-gravado.
Uma imagem de redes sociais mostra Stephen McCullagh usando um chapéu preto e uma peruca. Promotores afirmaram no julgamento que a imagem se assemelha ao homem que aparece nas imagens caminhando pelo centro de Lurgan
BBC
A prisão e a liberação de McCullagh
McCullagh envia mensagens para o telefone de McNally e para sua amiga Anne para reforçar seu álibi.
Ele também encontra tempo para publicar uma análise em vídeo de um brinquedo sabre de luz de Star Wars.
Naquela noite, ele viaja até Lurgan, aparentemente para verificar como McNally estava, já que ninguém tinha notícias dela havia quase 24 horas.
Ele liga para o 999 da casa de McNally, chorando.
Ao longo de uma ligação de 10 minutos, os serviços de emergência são informados de que “ela se foi” e que há “sangue por toda parte”. Ele realiza reanimação cardiopulmonar (RCP).
Os promotores disseram ao tribunal que foi tudo uma encenação.
McCullagh diz à polícia, no local, que acredita que um “ex-companheiro abusivo” foi o responsável.
Ele também fala sobre a sua transmissão ao vivo na noite anterior. Ele é preso no local, mas depois é liberado.
A polícia aceitou o seu álibi e, na véspera de Natal, informou a McCullagh que ele não era mais considerado suspeito.
O ex-companheiro que McCullagh havia acusado também foi preso e interrogado, ele também tinha um álibi e foi liberado.
Esse álibi foi detalhado minuciosamente no tribunal durante o julgamento de McCullagh, com o júri assistindo a um vídeo dele dormindo em frente à TV durante a final da Copa do Mundo.
Stephen McCullagh é fotografado na vigília por Natalie McNally
BBC
Nas seis semanas seguintes, McCullagh encena o papel de namorado enlutado.
Ele comparece ao velório, onde recebe um momento a sós com ela. Visita o túmulo. Envia mensagens regularmente aos irmãos dela.
Ele faz um vídeo de homenagem com imagens antigas de família, exibido em uma vigília em sua memória.
Ele chega a deixar o próprio telefone na casa da família McNally, para gravar suas conversas privadas.
Após 39 minutos, retornou à casa alegando que havia esquecido o telefone.
Ele afirma que a gravação ocorreu devido a uma falha no aparelho, mas o tribunal ouviu que ele já havia gravado uma sessão privada de terapia de sua ex-companheira.
Por que ele fez isso?
É impossível apontar o motivo exato, pois McCullagh negou o assassinato, não ofereceu explicação para a transmissão pré-gravada e não depôs durante o julgamento.
Mas o tribunal ouviu que, nos meses que antecederam a sua morte, McNally vinha trocando mensagens com outros homens.
Algumas dessas mensagens eram sexualmente explícitas, e ela havia dito a um desses homens, na semana anterior à sua morte, que estava considerando terminar com McCullagh no Ano Novo.
O tribunal ouviu que se acreditava que McCullagh havia acessado o telefone de McNally e lido essas mensagens.
Também foi informado que ele já havia sido preso anteriormente por agredir uma ex-namorada após ler mensagens no telefone dela.
Mas o ciúme explica apenas parcialmente a dimensão do plano homicida que McCullagh colocou em prática.
Ele foi meticulosamente planejado, mas acabou sendo exposto como um frio e calculado castelo de cartas que desmoronou.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Corpo de Gerson Brenner, ator de ‘Rainha da Sucata’, é velado em SP


Gerson Brenner morre aos 66 anos
O ator Gerson Brenner está sendo velado na manhã desta quarta-feira (25) no Velório Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo. Ele morreu aos 66 anos em decorrência de falência de múltiplos órgãos.
Familiares, amigos e fãs participam da cerimônia, aberta ao público das 9h às 12h. Em seguida, o corpo será cremado no Crematório da Vila Alpina, em uma cerimônia restrita aos familiares.
O ator estava internado no Hospital São Luiz, no Itaim, em São Paulo. A morte foi confirmada pela esposa, Marta Brenner.
Amigos, familiares e fãs participam do velório do ator Gerson Brenner no Velório Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo.
Edu Araujo/Agnews
Conhecido por seus papéis como galã na TV Globo, ele enfrentava, há décadas, as sequelas de um tiro sofrido durante uma tentativa de assalto em 1998, o que o manteve afastado da vida pública.
“Ele tinha muito amor pela TV Globo. Não assistia nenhum outro canal. A vida dele era a televisão”, disse a esposa.
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Montagem antes e depois Gerson Brenner
Reprodução
Carreira
Gerson Brenner se destacou na televisão durante os anos 90, em novelas da TV Globo. Ele ficou famoso pelos papéis cômicos, quase sempre interpretando personagens fortões de bom humor e bom coração.
Em “Rainha da Sucata” (1990), interpretou um de seus papéis mais marcantes, como Gerson Giovanni, um instrutor de paraquedismo e filho mais velho de Armênia (Aracy Balabanian).
Outro papel de destaque foi o de Giovanni Barbieri na novela “Perigosas Peruas” (1992). Na trama, ele era um policial fortão, grosso, ignorante e trapalhão, que disputava o amor de Joana (Fabiana Scaranzi) com um colega.
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Na novela “Corpo Dourado” (1998), viveu Jorginho, um fazendeiro ingênuo que disputava o amor da protagonista Selena (Cristiana Oliveira) com o empresário Arturzinho (Marcos Winter). Jorginho era mais um personagem divertido, que acabou formando um casal com Alicinha (Danielle Winits) no final da trama.
Tentativa de assalto
Quando interpretava Jorginho, o ator sofreu a tentativa de assalto que interrompeu sua carreira no auge.
Em 17 de agosto de 1998, Gerson Brenner estava na estrada indo de São Paulo para o Rio gravar o último capítulo da novela das 8 quando foi baleado na cabeça, na Rodovia Dutra.
Pedras foram colocadas na pista por assaltantes e estouraram dois pneus de seu carro. Na troca dos pneus, dois homens tentaram assaltá-lo. Gerson reagiu e foi baleado na cabeça.
A bala atravessou o hemisfério esquerdo do cérebro e ficou alojada na altura da nuca. Áreas do cérebro responsáveis pela locomoção e fala foram atingidas. Brenner ficou na cadeira de rodas e desde então teve dificuldades para falar. Nunca mais atuou.
Ator Gerson Brenner foi vítima de assalto em SP que interrompeu sua carreira na TV; relembre o crime

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem foi Abbas Kiarostami, cineasta que Irã diz que teve casa atacada na guerra


Foto de arquivo tirada em dezembro de 2007 mostra o diretor iraniano Abbas Kiarostami durante um curso com os alunos da escola de arte Villa Arson em Nice, na França. Kiarostami morreu nesta segunda (4) em Paris aos 76 anos
Eric Estrade/AFP/Arquivo
Abbas Kiarostami (1940-2016) foi um dos nomes centrais do cinema iraniano e uma das vozes mais influentes do cinema mundial nas últimas décadas. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, disse, na manhã desta quarta-feira (25), que a casa do cineasta foi atingida durante um bombardeio conjunto de Estados Unidos e Israel.
Nascido em Teerã, em 1940, o diretor ganhou destaque por um estilo marcado pela simplicidade narrativa, com histórias construídas a partir de gestos cotidianos, silêncios e ambiguidades.
A importância de Kiarostami vai além da filmografia premiada. Ele ajudou a projetar o cinema iraniano para o público internacional, especialmente a partir dos anos 1990, quando suas obras passaram a circular com força nos grandes festivais europeus.
Em vez de apostar em enredos convencionais ou em dramaticidade explícita, ele preferia histórias contidas, construídas a partir de gestos mínimos, silêncios e ambiguidades. Esse estilo acabou se tornando sua marca registrada.
Filmes como “Close-Up”, “Onde Fica a Casa do Meu Amigo?”, “O Vento nos Levará” e “Gosto de Cereja” consolidaram sua reputação de autor rigoroso e inventivo.
Em “Gosto de Cereja”, premiado com a Palma de Ouro no Festival de Cannes, Kiarostami levou ao centro da narrativa um tema duro e delicado: a decisão de um homem diante da morte.
Já em “Close-Up”, embaralhou ficção e realidade para transformar um caso real em reflexão sobre identidade, desejo e representação.
Sua obra ficou conhecida também pela presença em seus filmes de atores não profissionais, pela atenção à infância, pelas estradas e pelas paisagens do Irã, e por uma relação muito particular com o tempo.
Em vez de acelerar a narrativa, Kiarostami costumava prolongar a observação, como se pedisse ao espectador que olhasse com mais cuidado para o que normalmente passaria despercebido. Essa escolha deu às suas obras uma “força contemplativa”.
Além do cinema, ele atuou como fotógrafo, poeta e artista visual. Essa formação ampla ajuda a explicar a precisão estética de seus filmes, muitas vezes construídos com a delicadeza de uma imagem fixa e a economia de uma página de poesia.
Kiarostami morreu há quase uma década, mas permanece como referência para quem estuda cinema autoral, linguagem cinematográfica e a produção cultural iraniana.

Fonte: G1 Entretenimento

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Alceu Valença vislumbra álbum autoral com músicas inéditas em meio ao show da turnê comemorativa dos 80 anos


Alceu Valença tem prontas músicas como ‘Samba do Vidigal’
Leo Aversa / Facebook Alceu Valença
♫ NOTÍCIA
♬ Em 1976, há 50 anos, o cantor e compositor paulista Sérgio Ricardo (1932 – 2020) se instalou no Morro do Vidigal e lá permaneceu por décadas, morando em uma das principais favelas da zona sul da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
A vivência de Sérgio Ricardo na comunidade carioca foi uma das inspirações para Alceu Valença compor “Samba do Vidigal”. O samba é uma das músicas feitas pelo artista nos últimos tempos.
Com fluxo criativo contínuo, Alceu planeja a gravação de álbum com composições inéditas em meio ao show da turnê comemorativa dos 80 anos que o artista completará em 1º de julho.
No show “80 girassóis”, em giro pelo Brasil desde 14 de março, o cantor repisa passos importantes da caminhada no espelho cristalino em que revê a própria obra. Contudo, como costuma dizer, citando versos da música “Embolada do tempo” (2005), Alceu vive presente, passado e futuro ao mesmo tempo.
E é por isso que, enquanto festeja o passado no show “80 girassóis”, o artista já vislumbra álbum autoral com músicas inéditas para um futuro próximo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Mumuzinho registra show no Rio com roteiro que inclui sucessos de Agepê e Beth Carvalho entre pagodes inéditos


Mumuzinho grava o show ‘Simples assim’ no Rio de Janeiro para plateia de convidados, formada por amigos e fãs do artista
Eduardo Carvalho / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Mumuzinho fez na tarde de ontem, 24 de março, o registro audiovisual do show “Simples assim” no Parque Glória Maria, situado em área bucólica de Santa Teresa, bairro da zona central da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Sob direção de Gabriel Vasconcelos, diante de pequena plateia de convidados, formada por amigos e fãs do artista, Mumuzinho seguiu roteiro calcado no pagode, alternando climas românticos e festivos.
Uma das surpresas foi a abordagem de “Andança” (Danilo Caymmi, Edmundo Souto e Paulinho Tapajós, 1968), música que projetou o canto de Beth Carvalho (1946 – 2019) na era dos festivais. Houve também medley com “Deixa eu te amar” (Agepê, Camillo e Mauro Silva, 1984) e “Desejo de amar” (Gabu e Marinheiro, 1991), sucessos dos cantores Agepê (1942 – 1995) e Eliana de Lima, respectivamente.
Entre as novidades registradas pelo cantor para o vindouro álbum ao vivo “Simples assim”, estão músicas inéditas como “Amor de ontem” (Thales Lessa, BG, Prateado e Rodrigo Oliveira), “Ela gosta de pagodeiro” (Kleber Paraíba e Marco Esteves), “Encontro marcado” (André Renato e Sereno), “Fechadão com o amor” (Ayla, Gabrielzinho e Enry Sanches), “Linda e consciente” (Lary, Henrique Casttro, Da Paz, Dan Ferreira e Ricardus), “O amor é mais que isso” (Joel Jota e Allan Lima), “Skin de solteira” (Ricardo Vismarck, Ronael, Elvis Elan, BG e Rodrigo Oliveira). “Solteiro apaixonado” (Elvis Elan, Ricardo Vismarck, Ronael, Ricardus e Prateado) e “Te amo de qualquer jeito” (Lary, Diggo, Leo Menezes, Prateado e Junior Garça).

Fonte: G1 Entretenimento

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De volta ao Brasil, Mac DeMarco está sóbrio, tranquilão e ri de fama de ‘sujo’: ‘Eu só cheiro a cigarro’


Mac DeMarco para o disco ‘Guitar’
Divulgação
Mac DeMarco não é mais aquele roqueiro indie com shows doidões. É o que ele diz, pelo menos. Aos 35 anos, ele se define como um “homem velho”, vivendo no meio do mato em uma área rural no Canadá.
Low-profile, o canadense é uma anomalia para o bem: consegue vender shows e discos sem ter que se vender no caminho (ele mal usa as redes sociais, por exemplo). No álbum “Guitar”, lançado em 2025, ele aposta em um som mais caseiro, orgânico e introspectivo que nunca. É uma espécie de Bob Dylan de Vans orgulhosamente surrados.
Entre 3 e 16 de abril, ele fará uma série de shows pelo Brasil, passando por Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília, Recife, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre. E está feliz por incluir cidades menos visitadas por artistas internacionais.
“Eu também venho de um lugar no Canadá onde as bandas demoravam a chegar, então eu gosto de ir a esses lugares. É uma aventura para nós. Esses são os shows que você acaba lembrando, não a nona milésima vez que você toca em Nova York”.
Em entrevista ao g1, Mac disse que está curioso com a volta ao Brasil, a primeira desde o Lollapalooza em 2018. E eu tive a oportunidade de contar que alguém escreveu, nas paredes da UFMG, algo como “Mac DeMarco, lave suas partes” (em versão um pouco mais explícita). A isso, ele respondeu:
“Fique sabendo que acabei de sair do banho [risos]. Ao contrário da crença popular, eu não cheiro mal. Antigamente as pessoas achavam isso, mas eu só cheiro a cigarro. De qualquer forma, elas foram lavadas. Meus tênis podem não estar em bom estado, mas garanto que não cheiram mal.”
Shows ‘menos selvagens’
Fui a um show de Mac em 2017, na Holanda. Teve crowdsurfing, sutiãs e baseados arremessados no palco, que a banda acabou acendendo (era a Holanda, afinal). Aqui no Lolla, Mac fumou cigarro, plantou bananeira e mostrou a barriga.
Perguntei a ele por que os shows tinham essa energia caótica, mesmo quando ele está cantando melancolicamente sobre solidão e o medo de ficar parecido com o pai.
“Minhas músicas são relaxantes, mas talvez tenham um tom perturbador sublimina. Talvez essa colisão seja o suficiente para enlouquecer as pessoas. Antigamente, a gente trazia a festa e as pessoas respondiam”.
Mac DeMarco durante show no Lollapalooza 2018, em São Paulo
Marcelo Brandt/G1
Mas ele garante que, dessa vez, a proposta não é a festa. “Os shows que vocês verão no Brasil não são mais exatamente assim. Não tem mais tanto crowd surfing. Estou focando muito mais nas minhas músicas do que em fazer covers hoje em dia”.
A parte dos covers é importante, porque tá aí alguém que sabe brincar com isso. Quem foi ao Lolla em 2018 se lembra que Mac se apresentou ao mesmo tempo que o headliner Red Hot Chili Peppers. Em tom de brincadeira, ele tocou o riff de “Can’t stop” várias vezes e até arriscou um cover inteiro de “Under The Bridge”, com cervejinha na mão.
Sanduíche de pernil e Mac Miller
Daquela vinda ao Brasil, Mac se lembra carinhosamente do sanduíche de pernil na lanchonete Estadão, em São Paulo. Ele mencionou esse lanche durante o show e até em entrevistas dadas anos depois. E reforça: “Voltarei ao Estadão o máximo possível para comer aquele sanduíche”.
Mac também sabia aproveitar uma vinda para festivais. Junto de colegas de line-up como Anderson .Paak, ele passou por Brasil, Chile e Argentina marcando presença em “festas grandes e estranhas”. Palavras dele.
“Foi nessa viagem [à América do Sul] que conheci o Mac Miller, o que foi um privilégio. Acabamos em um estúdio de gravação”.
Os Macs (Miller e DeMarco) ficaram bem amigos na época, entrando em estúdio e tocando juntos várias vezes. Miller morreu meses depois, em setembro de 2018, uma perda muito sentida por DeMarco, .Paak e vários músicos em alta naquela época. Ele foi homenageado na música “Heart to Heart” do canadense.
Mac DeMarco em foto do disco ‘Guitar’
Divulgação
Rockstar sóbrio?
O mesmo Mac que entrou de cerveja na mão no Lollapalooza 2018 (e chegou a tocar bateria sem abrir mão da garrafa) está sóbrio há anos. Durante a entrevista, parou para tomar um chazinho. Em todos os sentidos, está bem diferente do fanfarrão que sempre pareceu ser.
“Acho que muitas emoções eram abafadas pelo abuso de substâncias no passado. Enfrentar o cansaço das viagens e o palco ‘sem filtro’ pode ser insano às vezes. Acordar sem ressaca e ser apenas um ser humano na turnê é legal, mesmo que eu sinta um ‘novo estilo de dor’. É bom estar sentindo algo, seja bom ou doloroso”.
É engraçado ouvir tudo isso de um artista que, por muito tempo, foi o maior representante dos hipsters festeiros. Até eles amadurecem, afinal. Em um artigo publicado em 2025, a revista “New Yorker” chamou Mac de “o último rockstar indie”. Ele não sabe se concorda.
“Se eu sou um rockstar? Não sei sobre isso. Quanto mais o tempo passa, mais percebo que não tenho ideia do que estou fazendo”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Francesca e Michaela? Atrizes falam sobre virada dramática em ‘Bridgerton’ e futuro da série


Francesca e Michaela: atores de ‘Bridgerton’ falam sobre novas relações na série
Se você já assistiu à quarta temporada de “Bridgerton”, sabe que uma virada bem dramática tomou conta dos últimos episódios.
Enquanto a quarta temporada foca em Benedict e Sophie, também vemos Francesca (Hannah Dodd) e John (Victor Alli) em um casamento feliz. Eles lidam com a chegada de Michaela (Masali Baduza), uma prima de John que acaba se tornando amiga do casal.
Mas no fim da temporada (alerta de spoiler), John morre repentinamente e a série passa a ter um tom mais sério e pesado.
“Não tínhamos visto a série ir nessa direção antes. Foi horrendo e emocionante”, diz a atriz Hannah Dodd (Francesca) ao g1.
A transição prepara o terreno para a próxima temporada que, como a própria Netflix anunciou nesta terça (24), contará a história de Francesca e Michaela. A relação das duas marcará a primeira história LGBTQ+ de “Bridgerton”.
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‘Bridgerton’ ficou séria
“Bridgerton” é aquela série que muita gente assiste para ver algo leve, romântico e divertidinho, e de fato foi assim na maior parte do tempo. Mas também é uma história sobre sociedade, paixão e família. Em meio a tudo isso, às vezes tem o luto.
“A morte seguiu a família Bridgerton desde o primeiro dia, por causa da morte do pai deles. E eu acho que é algo que está no tecido da família Bridgerton”, diz Hannah.
Lord John Sterling e Francesca Bridgerton em ‘Bridgerton’
Divulgação
Mesmo antes da morte de John, a história do trio não era simples de conduzir e exigiu cuidado dos atores e da equipe. Afinal, o público tinha que acreditar no amor entre John e Francesca e sentir a morte dele… sem sentir que Michaela estava “estragando” a história dos dois.
Os atores dizem que existiu, sim, uma preocupação em “tratar com delicadeza” essa história. Para Hannah, isso partiu especialmente de Victor, que interpreta John Sterling.
“Victor fez um trabalho incrível para garantir que as pessoas se apaixonassem por John antes da partida dele. E isso fez tudo ficar ainda mais devastador”.
“A falta [de John/Victor] será sentida imensamente. Éramos os três mosqueteiros”, diz Masali.
Construindo ‘Franchaela’
Francesca e Michaela no velório de John em ‘Bridgerton’
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Nos livros que inspiram a série, Francesca se apaixona por Michael – não Michaela – após a morte de John. Agora, a história deve ganhar novas nuances, já que começa a partir de uma amizade entre duas mulheres.
“Embora Michaela desperte algo em Francesca, não é algo que ela perceba. No momento, o que se sente é principalmente frustração, mas também amizade, e isso é algo igualmente valorizado e importante na série: a amizade feminina”, diz Hannah.
Até então, as duas já disseram que o processo de desenvolver a química entre as personagens tem sido bastante divertido.
“É tão fácil trabalhar com a Hannah, ela é o Diamante da Temporada. Realmente, conseguir dar vida aos personagens juntos tem sido uma verdadeira alegria. E estou muito animada para ver o que acontece no futuro e… sim, estou sempre tão animada por trabalhar com ela”, diz Masali.
Sobre o futuro das duas, a intérprete de Michaela preserva o mistério: “Você vai ter que esperar e ver o que acontece”.
Michaela (Masali Baduza) e Francesca (Hannah Dodd) em ‘Bridgerton’
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘E vagabundo tá lá’: Ator fala sobre resgate do personagem de ‘Zorra Total’ em meme com Neymar


O personagem Jajá e o jogador Neymar
Reprodução/TV Globo e Thiago Bernardes/Reuters
Nas últimas semanas, as redes sociais foram inundadas pela frase: “E vagabundo tá lá…”, ligada ao jogador do Santos Neymar e ao personagem Jajá, do programa “Zorra Total”, interpretado pelo humorista Welder Rodrigues.
A frase surgiu durante uma discussão futebolística. Ao criticar o debate sobre a possibilidade de convocação do atleta para a Seleção Brasileira, no que seria a primeira lista do técnico Carlo Ancelotti, no ano passado, o comentarista esportivo Walace Borges, da TNT Sports, disse:
“E vagabundo tá lá: ‘será que Carlo Ancelotti vai convocar o Neymar? E o Neymar não consegue andar em linha reta. Porra, não é possível. Não dá, cara. Simplesmente não dá. ‘Será que deveria convocar ele já nessa primeira convocação?’. E o Neymar andando igual o Tô Doido, do ‘Zorra Total’”, criticando a condição física do jogador.
Foi o suficiente para a internet adotar o trecho “e vagabundo tá lá” como slogan das críticas a Neymar.
Mas, na verdade, o personagem citado por Walace não se chama “Tô Doido”. Se chama Jajá, um marido ciumento que, na possibilidade de perder sua amada, Juju (Adriana Nunes), perdia a compostura, andando todo desengonçado, pulando, quebrando objetos e gritando repetidamente a frase “tô doido!”.
Ao g1, Welder falou que ficou feliz com o “resgate” do personagem.
“As pessoas não param de me marcar. Estou em milhares de posts, vi tudo o que publicaram. Achei tudo muito engraçado”, diz.
Entre os memes espalhados pelas redes estão a transformação do vídeo em diálogos nas mais variadas línguas, dentro do universo do desenho animado “Bob Esponja” e carta da série e anime “Yu-Gi-Oh!”.
O próprio Welder entrou na brincadeira, publicando uma foto em preto e branco com a pose clássica de Martin Scorsese com os braços abertos, mas sem a frase “absolute cinema”.
Na legenda, ele escreveu: “‘E vagabundo tá lá’. Borges, Walace”.
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Nos últimos anos, outros personagens do humorista ganharam uma nova conexão com um público mais novo graças a cortes no TikTok e Instagram.
Porém, o ator acredita que os fãs levem um tempinho para associá-lo ao personagens como Joseph Climber, do grupo “Melhores do Mundo”, e Jorge Bevilacqua, do programa “Tá no Ar”.
“Essa falta de link automático é algo bom, inclusive. Não estou marcado a um personagem. E não fazem essa associação porque uso caracterizações muito diferentes e os personagens ganham uma vida própria”, explica.
Será que Carlo Ancelotti vai convocar o Neymar?
Vascaíno fanático, ele relembra que a conexão do seu personagem com o futebol remete a 2006, quando Jean, atacante do Vasco, comemorou um gol imitando Jajá: colocando as mãos no chão, entre suas pernas e saltando como um sapo.
“Lembro que até aquele cara meio desconhecido, um tal de Ronaldinho Gaúcho, fez também jogando pelo Barcelona”, comenta.
Já sobre a polêmica futebolística que envolve Neymar, Welder lembrou da discussão envolvendo Romário, que ficou fora da Copa de 1998 por lesão, e disse que a decisão final para a lista de 2026 está em boas mãos.
“O Neymar é um nome que levanta muitas opiniões, né? Se não tiver condições, não tem que ir. E quem tem que decidir não sou, pô. O nosso técnico é muito bom, muito profissional, muito sério”.
Ator Welder Rodrigues
Fábio Tito/g1
Como nasceu o viral “e vagabundo tá lá”
A origem do meme vem de um vídeo do programa “De Sola”, da TNT Sports, publicado no dia 15 de maio.
Além do autor do célebre comentário, estavam no programa os jornalistas Piero Fiorelli e Pedro Certezas. O assunto era o contrato milionário de Neymar com o Santos, divulgado em reportagem do portal UOL naquele mesmo dia, e o que os três fariam caso recebessem esse valor.
Em dado momento, Certezas comenta que Neymar ganha um salário multimilionário e passa o dia no departamento médico do clube. Na sequência, Walace complementa com a famosa frase.
Vale lembrar que o técnico italiano foi anunciado pela CBF no dia 12 de maio de 2025, três dias antes da publicação do vídeo, e a primeira convocação foi feita no dia 26 de maio – e o atleta não foi chamado. A convocação final para a Copa do Mundo será no dia 18 de maio.

Fonte: G1 Entretenimento

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Personificado pelo guitarrista Fernando Catatau, o grupo Cidadão Instigado lança o primeiro álbum em onze anos


O guitarrista Fernando Catatau é o produtor e autor das 13 músicas que compõem o repertório inédito e autoral do álbum ‘Cidadão Instigado’
Juno B / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Personificado pela figura do guitarrista Fernando Catatau, o grupo cearense Cidadão Instigado volta ao mercado fonográfico onze anos após o lançamento do álbum “Fortaleza” (2015).
Lançado hoje, 25 de março, o álbum “Cidadão Instigado” é o quinto da discografia da banda de rock e chega ao mundo 30 anos após a criação do grupo em Fortaleza (CE) em 1996.
O álbum começou a ser gestado no período de isolamento social imposto pela pandemia de covid-19, em 2020, época em que Catatau retornou a São Paulo (SP), após período no Ceará, e passou a experimentar o sampler Roland MV-8800. A partir da experiência, surgiram batidas e texturas eletrônicas que originaram as 13 músicas que compõem o inédito repertório autoral do álbum, calcado no mix de guitarras com batidas eletrônicas lo-fi e ruídos digitais.
Duas músicas, “Sangue no chão” e “O grande vazio”, foram compostas e gravadas por Catatau com Juçara Marçal, uma das convidadas do álbum “Cidadão Instigado”. Mateus Fazeno Rock também integra o time de colaboradores do disco, figurando como parceiro e convidado de Catatau em “Sobrevivendo”.
Já a gravação da faixa “Tudo vai ser diferente” reúne Catatau com Clayton Martin (bateria), Dustan Gallas (piano), Regis Damasceno (guitarra) e Rian Batista (baixo), músicos que formavam com o guitarrista o núcleo criativo original da banda.
Gravado entre 2020 e 2024, sob direção musical de Catatau e Dustan Gallas, o álbum “Cidadão Instigado” também traz no repertório músicas como “Medo do invisível” (parceria de Catatau com Kiko Dinucci), “Tremendo” (gravada com Ava Rocha), “Insônia” e “Daqui desse lugar”, faixa com vocais de Jadsa, também presente com voz, guitarra e/ou coautoria em “Nuvem movimento” e em “Pressão”.
Precedido pelo single “Consciência” em 3 de março, o álbum “Cidadão Instigado” chega ao mercado fonográfico em edição do Selo Risco em parceria com a Nublu Records.
Capa do álbum ‘Cidadão Instigado’, do grupo Cidadão Instigado
Juno B

Fonte: G1 Entretenimento