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Leques dominam Lollapalooza 2026; FOTOS


Os leques ganharam destaque no público do Lollapalooza 2026.
Fábio Tito/g1
Os leques ganharam destaque no público do Lollapalooza 2026.
Fábio Tito/g1
Os leques ganharam destaque no público do Lollapalooza 2026.
Fábio Tito/g1
Os leques ganharam destaque no público do Lollapalooza 2026.
Fábio Tito/g1
Os leques ganharam destaque no público do Lollapalooza 2026.
Fábio Tito/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Claudia Leitte aposta em faixas serenas ao completar o álbum ‘Especiarias’


Capa do álbum ‘Especiarias’, de Claudia Leitte
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Lançado por Claudia Leitte em três partes, apresentadas paulatinamente desde outubro de 2025, o álbum “Especiarias” já está disponível na edição integral que totaliza 15 faixas.
Na quarta-feira, 18 de março, a cantora apresentou a terceira parte, composta por cinco músicas inéditas – “Colecionando despedidas”, “Domingo tranquilo”, “Par imperfeito”, “Oh coisa linda” e “Viagem bonita” – caracterizadas como “românticas” e “solares”.
Essas cinco novas faixas se juntam à já conhecida “Acostumei”, canção de Renato Poeta lançada por Claudia de forma avulsa em single editado em 17 de fevereiro, logo após o encerramento do Carnaval.
Se a terceira e última parte do álbum “Especiarias” prioriza músicas de tom mais sereno, a segunda parte, apresentada em 13 de novembro, concentrou as faixas de pegada carnavalesca, casos de “Plugin da bagaceira” e “Vuco vuco”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Jorginho, do Flamengo, critica Chappell Roan após confusão com criança: ‘Sem fãs você não seria ninguém’


Chappell Roan no tapete vermelho do Grammy 2026
Jordan Strauss/Invision/AP
O meio-campo Jorginho, do Flamengo, fez um desabafo no Instagram neste sábado (21) criticando a cantora Chappell Roan, que se apresenta no Lollapalooza Brasil.
Segundo o atleta, sua filha de 11 anos e sua esposa, Catherine Harding, estão hospedadas no mesmo hotel que a estrela do pop e, ao encontrá-la no restaurante do local, “como qualquer criança, reconheceu e ficou empolgada’.
Jorginho explicou que a jovem não abordou a cantora e foi sentar com Catherine para tomar café. Nesse momento, um segurança teria abordado as duas de forma “extremamente agressiva”, pedindo mais respeito pela cantora.
“Sinceramente, não sei em que momento passar por uma mesa e olhar para ver se é alguém é considerado assédio […]. É triste ver esse tipo de tratamento vindo de quem deveria entender o peso que os fãs têm. Sem os seus fãs você não seria ninguém”, escreveu.
Jorginho, do Flamengo, critica Chappell Roan após confusão com criança
reprodução/instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2026: famosos vão ao 2º dia de festival; FOTOS


Apresentadora Astrid Fontenelle com o filho Gabriel no segundo dia de Lollapalooza 2026
Rogério Fidalgo/Agnews
Cantora Vitória, da dupla Anavitória, no segundo dia de Lollapalooza 2026
Tomzé Fonseca/Agnews

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2026: veja fotos do 2º dia de festival


Cantora Agnes Nunes no segundo dia de Lollapalooza 2026
Van Campos/AgNews
Cantora Jadsa no segundo dia de Lollapalooza 2026
Van Campos/AgNews
Hurricanes no segundo dia de Lollapalooza 2026
Tomzé Fonseca/ Agnews
Público no segundo dia de Lollapalooza 2026
Tomzé Fonseca/ Agnews
Público no segundo dia de Lollapalooza 2026
Tomzé Fonseca/ Agnews
Público no segundo dia de Lollapalooza 2026
Tomzé Fonseca/ Agnews

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2026: fãs transformam fila do 2º dia em celebração da cultura drag inspirada por Chappell Roan


Danielly de Jesus Oliveira é fã da cantora norte-americana Chappell Roan.
João de Mari/g1
Na manhã do segundo dia de Lollapalooza, em São Paulo, a fila antes da abertura dos portões, que registrou correria às 11h, virou uma extensão do próprio festival. Muito antes do primeiro show, fãs já se reuniam em frente ao Autódromo de Interlagos com maquiagens elaboradas, roupas chamativas e uma estética que misturava pop, teatralidade e referências diretas à cultura drag.
O movimento tinha um nome recorrente entre o público: Chappell Roan, que estreia no Brasil com um show pra lá de aguardado pelos fãs. Ela é uma das maiores revelações do pop dos últimos anos, com um repertório repleto de hits bem “karaokê”. Ela faz uma apresentação teatral com um palco meio medieval, ornamentado, e muito capricho nos looks.
A artista, que se apresenta no line-up deste sábado (21), se tornou um símbolo de identificação para jovens fãs — especialmente mulheres e pessoas LGBTQIA+ — que encontraram em sua obra um caminho de aceitação da própria sexualidade. É a primeira vez dela no Brasil.
A estudante Julia da Rocha, que veio de Curitiba, chegou ainda de madrugada. “Consegui pegar esse lugar às 16h da manhã”, brinca. Ela conta que saiu do festival na noite anterior, dormiu apenas duas horas e voltou direto para a fila já pronta para o segundo dia. O esforço tinha um motivo claro: ver de perto o show de Roan.
Sábado é o segundo dia do festival Lollapalooza em SP
“Ela me fez me descobrir como uma pessoa queer. Eu tinha isso muito fechado dentro de mim, e a partir dela isso se explorou”, diz. Julia também destaca o impacto da estética da cantora.
“Ela é uma mulher drag. A gente não vê representatividade de mulheres fazendo drag, então isso foi muito foda.”
A poucos metros dali, a carioca Marina Serra, de 19 anos, reforça o sentimento. “É muito bom ver uma cantora grande que representa a comunidade lésbica de forma tão aberta. Ela me deixou mais confortável com a minha sexualidade”, afirma.
A estudante Julia da Rocha, que veio de Curitiba, chegou ainda de madrugada para o segundo dia de Lollapalooza.
João de Mari/g1
Para Marina, o diferencial da artista está na autenticidade. “Ela tá revolucionando a área artística sendo extremamente autêntica e sendo uma drag queen mesmo sendo mulher.”
Veja programação completa do festival
A influência da estética drag — com maquiagens marcadas, brilho, cores vibrantes e figurinos performáticos — era visível em boa parte do público que aguardava a entrada. Para muitos, mais do que um visual, trata-se de um gesto político e de pertencimento.
Os amigos Pedro Aluísio, 19, e Karol Pelágio, 18, também viajaram para o festival motivados pela artista. “Ela é uma artista que investe nas causas que acredita e deixa isso muito claro”, diz Pedro.
Karol completa: “É importante ter uma artista abertamente lésbica que luta por esses movimentos”.
Os amigos Pedro Aluísio, 19, e Karol Pelágio, 18, também viajaram para o festival motivados pela artista.
João de Mari/g1
Além da identificação estética e pessoal, fãs também citam o posicionamento político de Chappell Roan como um fator de admiração. A cantora é conhecida por discursos em defesa da comunidade LGBTQIA+ e por apoiar iniciativas voltadas à população queer nos lugares por onde passa.
O Globoplay vai transmitir o Lollapalooza ao vivo.
Atrações
Chappell Roan canta ‘Pink Pony Club’ no Grammy 2025
KEVIN WINTER / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Skrillex também é um dos principais nomes do dia e encerra a programação do palco Samsung. Ele veio ao Lolla também em 2023 e costuma animar fãs com um set “frito”, agitado, com seu estilo dubstep.
Além deles, o escocês Lewis Capaldi vai passar pelo palco principal com seu repertório pop soul. Não vai faltar cantoria em “Someone You Loved”, um dos maiores sucessos radiofônicos dos últimos anos.
O icônico grupo de rap Cypress Hill também está entre as atrações. O dia tem a estreia do k-pop no Lolla com o grupo Riize, além do duo alemão de techno Brutalismus 3000 no palco de música eletrônica.
Skrillex se apresenta no Lollapalooza 2023
Luiz Gabriel Franco/g1
Veja a programação completa do Lollapalooza neste sábado (21)
PALCO BUDWEISER
12h45 – 13h40: Jadsa
14h45 – 15h45: Agnes Nunes
16h55 – 17h55: Marina
19h05 – 20h05: Lewis Capaldi
21h30 – 23h00: Chappell Roan
PALCO SAMSUNG GALAXY
12h00 – 12h45: Hurricanes
13h40 – 14h40: Varanda
15h50 – 16h50: Foto em Grupo
18h00 – 19h00: Cypress Hill
20h10 – 21h25: Skrillex
PALCO FLYING FISH
12h45 – 13h40: Artur Menezes
14h45 – 15h45: Cidade Dormitório
16h55 – 17h55: The Warning
19h05 – 20h05: TV Girl
21h30 – 22h30: Riize
PALCO PERRY’S
12h00 – 12h45: Blackat
13h00 – 13h45: Marcelin o Brabo
14h15 – 15h15: Crizin da Z.O.
15h30 – 16h30: Febre90s
16h45 – 17h45: N.I.N.A
18h00 – 19h00: Hamdi
19h15 – 20h15: 2hollis + Rommulas
20h30 – 21h30: Mu540
22h00 – 23h30: Brutalismus 3000

Fonte: G1 Entretenimento

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Protesto de Cesar Camargo Mariano contra remixagem de álbum de Elis Regina reacende o debate sobre os limites da interferência na obra alheia


Capa do álbum ‘Elis’, gravado em 1973 por Elis Regina (1945 – 1982) e relançado em edição remixada e remasterizada na última terça-feira, 17 de março
Divulgação
♫ OPINIÃO
♬ Pianista, arranjador e diretor musical do álbum lançado em 1973 por Elis Regina (1945 – 1982), Cesar Camargo Mariano expressou em rede social a insatisfação com a remixagem do álbum “Elis”. Orquestrada por João Marcelo Bôscoli, filho primogênito e herdeiro de Elis, com o engenheiro de som Ricardo Camera, a edição remixada e remasterizada do álbum “Elis” foi disponibilizada pela gravadora Universal Music na última terça-feira, 17 de março, como celebração pelos 81 anos de nascimento de Elis Regina.
“…Ouvi (a edição) com tristeza. Tristeza por ouvir todo o trabalho de meses de criação do conceito musical, dos arranjos e das execuções, dos planos de gravação e mixagem, todos estudados e muito bem pensados por nós, jogados no lixo. Estas questões, para mim, não são passiveis de alterações por terceiros. […] Não se pode mexer tecnicamente em uma obra final a este ponto, alterar os planos de mixagem, a voz, os arranjos, os timbres dos instrumentos dos músicos escolhidos a dedo, incluir instrumentos que foram rejeitados, mutilar toda uma dinâmica originalmente muito bem pensada e trabalhada. E não digo estas coisas por estar envolvido visceralmente no projeto original, mas sim pelo respeito que tenho a qualquer obra e seus criadores. Esta é a minha opinião“, conclui Mariano após expor detalhes técnicos que o descontentaram na remixagem das faixas do disco.
O protesto público de Cesar Camargo Mariano contra a remixagem do álbum “Elis” reacende o debate sobre os limites éticos da interferência alheia na obra de artistas, sobretudo os já falecidos. No caso do álbum de Elis, não há o que contestar sob o prisma jurídico, já que João Marcelo Bôscoli é um dos herdeiros de Elis e os fonogramas do referido disco, lançado originalmente pela gravadora Philips, pertencem à Universal Music, companhia fonográfica que encampou em 1999 o acervo da Philips / Polygram. Tudo foi feito com o aval da empresa Universal Music.
A questão é mesmo ética. Particularmente, defendo que um álbum possa ser remixado desde que esse álbum continue disponível no formato original, tal como foi concebido pelo artista com o arranjador e com o produtor musical. Nesse caso, a edição remixada funcionaria como uma versão alternativa do disco, sem substituir a obra original.
Se a edição original continua ao alcance dos ouvintes, não vejo problema na proposta de uma outra experiência sonora, desde que fique evidenciado que a versão remixada é tão somente uma alternativa para a fruição da obra, jamais a edição definitiva. Futuras gerações têm direito a ouvir o disco tão como ele foi concebido. E remixar um álbum é, sim, alterar a forma original. Nesse ponto técnico, Cesar Camargo Mariano tem toda a razão.
É fato que, decorridos 53 anos do lançamento do álbum “Elis”, somente Cesar Camargo Mariano pode analisar e apontar com precisão o que maculou a concepção original dos arranjos. Elis já não está aqui para se posicionar.
Seja como for, não é o caso de apontar culpados. Como diretor musical do álbum, concebido por ele ao lado de Elis Regina, Mariano tem razão na indignação. Contudo, João Marcelo Bôscoli também tem o direito de propor uma nova mixagem de álbum gravado em época de limitações técnicas. Mal nenhum há nisso. O importante, como dito, é ressaltar que se trata de uma alternativa de som, não do som definitivo que deve ser tomado como referência a partir de então. Por maiores e melhores que sejam os ganhos técnicos, a referência de qualquer álbum será sempre a edição original.
♫ Eis, na íntegra, o texto em que Cesar Camargo Mariano expressou em rede social o descontamento com a remixagem do álbum “Elis”:
“Estou sendo procurado para dar minha opinião sobre o lançamento da nova versão remixada e remasterizada do álbum “Elis 1973”, do qual fui o diretor musical, arranjador e pianista. Na madrugada de hoje ouvi este lançamento. E respondo que ouvi com tristeza. Tristeza por ouvir todo o trabalho de meses de criação do conceito musical, dos arranjos e das execuções, dos planos de gravação e mixagem, todos estudados e muito bem pensados por nós, jogados no lixo. Estas questões, para mim, não são passiveis de alterações por terceiros.
Nada justifica a alteração no final da faixa “É com esse que eu vou”, onde o track do teclado RMI foi “arrastado” e antecipado em 4 compassos (!), prejudicando a parte final da canção que foi pensada, exaustivamente, entre mim e Elis, pois tinha um forte sentido aquele espaço que deixei em suspense no arranjo, em função da sua interpretação e da história que estava sendo contada e cantada por ela.
Na faixa “Doente, Morena” agora há DUAS guitarras(!). O arranjo final não foi concebido assim. Agora aparecem duas guitarras fazendo um ‘duelo’ atrapalhado, tirando toda a singeleza e o lirismo da interpretação, do nosso conceito final para a canção. Na faixa “Oriente”, há agora um corte súbito em sua voz, no princípio da frase “a possibilidade de ir pro Japão” que, a meu ver, resultou muito mais problemático do que qualquer deficiência na dicção da voz de Elis que pudesse haver na gravação original.
Em “Caçador de esmeraldas”, a percussão agora está exagerada, e foi incluído um tímpano que, a princípio, era para ser apenas um detalhe sutil no arranjo, criando um ambiente, mas que decidi tirar, pois estava pesado demais. Agora ele aparece ‘misteriosamente’ e bem à frente, se sobrepondo à voz de Elis e mudando todo o clima do nosso conceito final da obra. Em “É com esse que eu vou”, além do novo plano e timbragem dos instrumentos tirarem todo o clima do groove e swing intencional, agora está totalmente fora de sincronismo.
E parei por aqui…
Todos sabem que sempre fui a favor da tecnologia, quando bem utilizada. Há 22 anos, em 2004, aceitei produzir a remixagem e remasterização do Álbum “Elis & Tom” em 5.1 e DVD Áudio, novíssimas tecnologias na época, com a competência técnica dos sensíveis profissionais, Luís Paulo Serafim e Carlos Freitas, mantendo sempre o maior respeito por toda a obra original.
O álbum original ‘Elis 1973,’ que agora completa 53 anos, pode não agradar a gregos e troianos. E é assim mesmo, tudo certo. Mas agradou a quem mais importava. Os planos técnicos de gravação e mixagem foram construídos de acordo com a intenção da interpretação de Elis e, principalmente, aprovados por ela.
Não se pode mexer tecnicamente em uma obra final a este ponto, alterar os planos de mixagem, a voz, os arranjos, os timbres dos instrumentos dos músicos escolhidos a dedo, incluir instrumentos que foram rejeitados, mutilar toda uma dinâmica originalmente muito bem pensada e trabalhada. E não digo estas coisas por estar envolvido visceralmente no projeto original, mas sim pelo respeito que tenho a qualquer obra e seus criadores. Esta é a minha opinião“.
CCM

Fonte: G1 Entretenimento

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Ary Fontoura, Adriane Galisteu e mais lamentam morte de Juca de Oliveira; ator morreu aos 91 anos


Juca de Oliveira morre aos 91 anos; relembre trajetória do ator
A morte de Juca de Oliveira provocou comoção de famosos nas redes sociais neste sábado (21). O ator, que morreu aos 91 anos, foi um dos nomes mais importantes da dramaturgia brasileira, com uma carreira que atravessa teatro, televisão e cinema. Ele estava internado desde 13 de março em um hospital em São Paulo.
Adriane Galisteu foi uma das personalidades que lamentou publicamente a morte do ator. Na legenda de uma galeria de fotos em que aparece com Juca, ela falou do “privilégio de ter aprendido” com ele.
“Juca era esse elo raro entre gigantes, o último dos moicanos de uma geração que ensinou elegância, inteligência e paixão pela cena”, escreveu Galisteu.
Adriane Galisteu sobre a morte de Juca de Oliveira.
Reprodução.
O ator Ary Fontoura, de 93 anos, também comentou a morte do colega de ofício em uma publicação. “Juca de Oliveira se foi… e levou com ele um pedaço do nosso palco, da nossa história, do nosso coração. Obrigado por tudo. Que a eternidade te receba com aplausos”, escreveu.
Ary Fontoura sobre a morte de Juca de Oliveira.
Reprodução;
Quem também repercutiu a morte do ator foi a colega Letícia Spiller, que compartilhou nos Stories uma publicação do colunista do g1 Mauro Ferreira.
Letícia Spiller sobre a morte de Juca de Oliveira.
Reprodução
Debora Bloch, que contracenou com Juca em “As Pupilas do Senhor Reitor” (1994), compartilhou uma foto dos bastidores da novela para falar sobre a morte do ator.
“Juca foi um gigante do teatro, um ator maravilhoso, um parceiro generoso, divertido e apaixonado pelo seu ofício. Aqui na foto, ele, eu e Luciana Braga, estávamos fazendo Pupilas do Senhor Reitor. Eu amei trabalhar e conviver com ele. Te amo pra sempre Juca ❤️”, escreveu.
Debora Bloch sobre morte de Juca de Oliveira.
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Giovani Cidreira dispara em abril álbum gravado ao vivo em show em São Paulo sob a direção artística de Rodrigo Gorky


Giovani Cidreira lança em 9 de abril o álbum ‘Coração disparado’, gravado ao vivo em show de voz e violão feito pelo artista em outubro de 2025
Rony Hernandes / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ “Coração disparado”, álbum ao vivo que Giovani Cidreira lançará em 9 de abril, é a primeira metade de projeto duplo que ainda prevê a edição de um segundo volume gravado em estúdio – ambos feitos sob a direção artística de Rodrigo Gorky.
O primeiro “Coração disparado” traz o registro de show de voz e violão, captado em apresentação feita pelo artista em 2 de outubro de 2025 no Porão da Casa de Francisca, em São Paulo (SP), cidade que abriga esse cantor e compositor baiano nascido em Salvador (BA) e projetado na cena indie há nove anos com a edição do primeiro álbum, “Japanese food” (2017).
“É um disco de voz, violão e presença, onde cada silêncio, cada respiração e cada reação da plateia fazem parte da música. Também é um retorno à forma mais direta da canção: composições simples, honestas, que falam de amor, de memória e dos afetos que nos atravessam”, conceitua Cidreira.
Precedido pelo single lançado em 5 de março com a música “Denga”, o álbum “Coração disparado” alinha outras oito músicas entre parcerias inéditas de Giovani Cidreira com o guitarrista e produtor musical Benke Ferraz (Boogarins) – “Controle de fadas” e “Música de trabalho” – e regravações do cancioneiro do próprio Cidreira, casos de “Farol” e de “Saudade de casa”, músicas gravadas originalmente pelo artista nos álbuns “Estreite” (2020) e “Nebulosa baby” (2021).
O repertório da versão ao vivo do álbum “Coração disparado” inclui releitura de “Timidez” (Francisco Ferreira Filho e Romulo César, 1994), sucesso da banda de forró Cavalo de Pau entranhado na memória afetiva de Cidreira por conta das festas de São João vivenciadas pelo artista, criado no interior da Bahia.
Capa do álbum ‘Coração disparado’, de Giovani Cidreira
Rony Hernandes

Fonte: G1 Entretenimento

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A trajetória de Juca de Oliveira: seis décadas de personagens marcantes na TV e no cinema


Juca de Oliveira em ‘Torre de Babel’
Jorge Baumann/Globo
O ator Juca de Oliveira, que morreu neste sábado (21) aos 91 anos, foi um dos nomes mais importantes da dramaturgia brasileira, com uma carreira que atravessa teatro, televisão e cinema. Ele estana internado desde 13 de março em um hospital em São Paulo.
Nascido em março de 1935, em São Roque (SP), José Juca de Oliveira Santos descobriu a vocação artística ainda jovem, quando abandonou a faculdade de Direito para ingressar na Escola de Arte Dramática de São Paulo.
Ali, dividiu os primeiros palcos com nomes como Aracy Balabanian e Glória Menezes, antes de seguir para o Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), onde atuou em montagens de obras clássicas como O Pagador de Promessas e A Morte do Caixeiro Viajante
A carreira televisiva de Juca começou na TV Tupi, durante os anos 1960, quando participou de teleteatros e humorísticos. Mas foi em 1969 que alcançou enorme popularidade ao interpretar Nino, protagonista da novela Nino, o Italianinho, de Geraldo Vietri. O ator participou de 304 episódios da produção entre 1969 e 1970, consolidando-se como um rosto conhecido do grande público.
Na década seguinte, Juca emplacou uma sequência de papéis marcantes. Viveu João Gibão na primeira versão de Saramandaia (1976), personagem lembrado até hoje por seu carisma e pela mistura de realismo mágico presente na trama. Ainda nos anos 1970, integrou novelas como Cuca Legal (1975), À Flor da Pele (1976) e Pecado Rasgado (1978), interpretando figuras centrais e reforçando seu estilo dramático, frequentemente associado a personagens densos e de forte presença emocional.
Nos anos 1990, voltou a se destacar na TV Globo com o papel de Praxedes de Menezes na novela Fera Ferida (1993) e, posteriormente, com Egisto Ghirotto, em Os Ossos do Barão (1997). Em 1998, atuou em Torre de Babel como Agenor da Silva, mostrando sua versatilidade em tramas contemporâneas e familiares ao grande público. [adorocinema.com]
Entre os personagens mais lembrados da fase recente de sua carreira está o geneticista Dr. Augusto Albieri, de O Clone (2001–2002). A novela, sucesso absoluto no Brasil e no exterior, apresentou o ator para uma nova geração, que acompanhou a história envolvente sobre clonagem humana e dilemas éticos da ciência. Albieri se tornou um dos papéis mais emblemáticos de Juca, frequentemente lembrado entre seus maiores trabalhos.
Outros destaques na TV incluem Santiago, o misterioso antagonista de Avenida Brasil (2012), uma das novelas de maior repercussão da década, além de participações em Flor do Caribe (2013), Os Experientes (2015) e O Outro Lado do Paraíso (2017–2018), no qual interpretou o juiz Natanael Montserrat. Cada personagem reforçou seu domínio em papéis complexos, muitas vezes moralmente ambíguos ou emocionalmente intensos.
Cinema
No cinema, Juca também construiu um caminho sólido. Em 1967, interpretou Sebastião Naves no longa O Caso dos Irmãos Naves, baseado em uma história real de injustiça durante o Estado Novo. Décadas depois, retornou às telas em papéis como o Professor Ceresso, no filme Bufo & Spallanzani (2001), e Aníbal, em O Signo da Cidade (2007), além de atuar em De Onde Eu Te Vejo (2016). Sua filmografia inclui ainda Outras Estórias (1998) e trabalhos como roteirista, entre eles a comédia Caixa Dois (2007) e a peça que deu origem a Qualquer Gato Vira-Lata (2011).
Além da atuação, Juca se destacou como autor teatral, escrevendo peças de sucesso como Meno Male, Hotel Paradiso e Caixa Dois. Com a carreira atravessando mais de seis décadas, o ator acumulou prêmios importantes, incluindo o Troféu APCA de Melhor Ator em 1973 e o prêmio de Melhor Ator Coadjuvante no Festival de Gramado em 2001, pelo filme Bufo & Spallanzani.
Apaixonado pelo teatro — que ele próprio descreve como seu “porto seguro” —, Juca de Oliveira segue sendo uma referência artística no Brasil. Sua trajetória é marcada pela intensidade dos personagens, pela consistência de sua carreira e pela capacidade de se reinventar ao longo das gerações. Dos palcos paulistas às novelas que marcaram época, sua contribuição permanece viva na memória do público e na história da dramaturgia nacional.

Fonte: G1 Entretenimento