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Anitta anuncia data da edição do álbum ‘Equilibrium 2’ em meio a especulações sobre conexão com Maria Bethânia


Anitta revela que o álbum ‘Equilibrium parte II’ será lançado às 21h da próxima quinta-feira, 23 de julho
Reprodução / Teaser X Anitta
♫ NOTÍCIA
♬ Falta uma semana para os seguidores de Anitta ouvirem o álbum “Equilibrium Parte II”. A artista já anunciou que a sequência do oitavo álbum de estúdio da discografia será lançado às 21h da próxima quinta-feira, 23 de julho. O anúncio foi feito em meio a especulações de um feat da cantora com Maria Bethânia.
É que o jornalista e produtor musical Nelson Motta revelou em rede social que a apresentação do show “Equilibrium” na cidade de Niterói (RJ) – agendada para 22 de agosto no Museu de Arte Contemporânea de Niterói – terá participações de um “grande artista nordestino” e de uma cantora vista como uma “entidade da MPB”.
Desde então, os públicos de Anitta e Maria Bethânia alimentam a tese de que a tal “entidade da MPB” seria a intérprete baiana. Cabe ressaltar que o álbum “Equilibrium” tem repertório composto com alta carga de espiritualidade, traço recorrente na discografia de Bethânia.
Com ou sem Maria Bethânia na apresentação de Niterói (RJ), o fato é que Anitta estreia a “Equilibrium tour” em 1º de agosto em Porto Alegre (RS). Por ora, serão somente cinco apresentações do show, cujo roteiro estará calcado nos repertórios das duas partes do álbum “Equilibrium”.
Além da capital do Rio Grande do Sul, a turnê transita por São Paulo (SP), Fortaleza (CE), Niterói (RJ) e Salvador (BA) ao longo dos cinco sábados do mês de agosto.

Fonte: G1 Entretenimento

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Renato Machado morre aos 83 anos no Rio; veja FOTOS da carreira


Renato Machado, referência do telejornalismo brasileiro, morre aos 83 anos no Rio
O jornalista Renato Machado, ex-apresentador do Bom Dia Brasil, morreu na manhã desta quinta-feira (16), aos 83 anos, na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro. A causa da morte não foi divulgada.
Um dos principais nomes do telejornalismo brasileiro, Renato Machado teve uma carreira de mais de quatro décadas na TV Globo.
Além de comandar o Bom Dia Brasil, apresentou o Jornal da Globo e o RJTV, integrou a bancada do Jornal Nacional e atuou como correspondente internacional e repórter especial.
Entre 1996 e 2010, foi apresentador e editor-chefe do Bom Dia Brasil, período em que ajudou a reformular o telejornal.
Veja FOTOS da carreira do jornalista:
Renato Machado na redação do jornalismo da TV Globo
Acervo TV Globo
Renato Machado no estúdio do Bom Dia Brasil
Reprodução/ Memória Globo
Relembre a trajetória de Renato Machado
Renato Machado
TV Globo
O jornalista Renato Machado
Acervo/TV Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Renato Machado boicotou exame de diplomacia para contar a história do mundo de perto


Renato Machado, referência do telejornalismo brasileiro, morre aos 83 anos no Rio
O jornalista Renato Machado, ex-apresentador do Bom Dia Brasil, morreu na manhã desta quinta-feira (16), aos 83 anos, na Clínica São Vicente, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro.
Um dos principais nomes do telejornalismo brasileiro, Renato construiu uma carreira de mais de quatro décadas na TV Globo, onde também apresentou o Jornal da Globo e o RJTV, integrou a bancada do Jornal Nacional e atuou como correspondente internacional e repórter especial.
Filho de militar e formado em Direito, ele chegou a passar no concurso do Itamaraty, mas boicotou o exame de vista para seguir sua verdadeira vocação: ver o mundo de perto e relatar a história.
Antes de estrear nas redações, experimentou a vida artística como ator e dublador, até ingressar no serviço brasileiro da rádio BBC, em Londres, no fim da década de 1960, e posteriormente atuar por 14 anos como repórter e editor internacional no Jornal do Brasil.
Sua trajetória na TV Globo começou em 1982, a convite do então diretor Armando Nogueira. Rapidamente adaptado à dinâmica da televisão, Renato estreou na cobertura da Guerra das Malvinas.
Renato Machado no estúdio do Bom Dia Brasil
Reprodução/ Memória Globo
Pouco depois, em 1983, viajou pela América Central para produzir reportagens especiais para o Globo Repórter, onde enfrentou cenários perigosos de conflitos civis e conseguiu uma entrevista exclusiva com o então líder guerrilheiro e futuro presidente nicaraguense, Daniel Ortega.
Ainda em 1983, o jornalista assumiu o posto de correspondente no escritório de Londres, que foi sua base por seis anos de intensa produção.
Desse período, destacam-se coberturas históricas e de alto risco, como o desastre nuclear de Chernobyl, em 1986 — acompanhado a partir da Suécia devido às restrições de entrada na Ucrânia —, e os atentados terroristas em Paris no mesmo ano, ocasião em que chegou a ser detido pela polícia francesa ao filmar nos arredores de um presídio.
“Para ser telejornalista, é necessário um acúmulo de conhecimento. É saber curiosidades sobre grua, tráfego de câmera, enquadramento, cores, texto, edição. É uma troca. Um universo de aprendizado que, a cada dia, você vê que você erra”, disse ao “Memória Globo”.
Ele também registrou de perto as comemorações dos 40 anos do Dia D e a ascensão de Ayrton Senna na Fórmula 1.
De volta ao Brasil em 1988 como repórter especial, protagonizou momentos extremos, incluindo um voo supersônico a bordo de um caça Mirage da Força Aérea Brasileira. Após uma breve e bem-sucedida passagem pela TV Manchete em 1990 — onde cobriu a Guerra do Golfo direto do Oriente Médio —, Renato retornou à Globo no ano seguinte.
Na emissora, participou ativamente de coberturas cruciais para a história do país, como o processo de impeachment do ex-presidente Fernando Collor e a trágica morte de Ayrton Senna.
Em 1996, Renato Machado assumiu a bancada e a edição-chefe do Bom Dia Brasil, onde permaneceu por 15 anos e liderou uma grande reformulação editorial. Sob seu comando, o telejornal matinal ganhou um formato mais dinâmico, informal e focado no comentário ao vivo, aproximando a notícia do telespectador.
Ao lado de parceiras de bancada como Leilane Neubarth e Renata Vasconcellos, ele consolidou a identidade do programa e ancorou transmissões marcantes, como a cobertura das enchentes históricas que pararam o Rio de Janeiro em 2010.
Renato Machado e Leilane Neurbath no cenário do Bom Dia Brasil
Acervo TV Globo
O jornalista regressou a Londres em 2011 para uma nova temporada como correspondente, cobrindo crises europeias e ataques terroristas, além de produzir crônicas e séries especiais sobre comportamento e cultura.
Em 2016, transferiu-se de volta ao Rio de Janeiro como repórter especial do Globo Repórter — trabalho que lhe rendeu uma indicação ao Emmy Internacional pelo documentário “A Arte como Passaporte”.
Apaixonado por vinhos e gastronomia, Renato encerrou seu ciclo na emissora em novembro de 2021, deixando um legado inestimável de carisma, precisão e elegância na televisão brasileira.

Fonte: G1 Entretenimento

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20 hits em 20 anos: como a história de uma tia inspirou ‘Infiel’, hino de Marília Mendonça


A descoberta de uma traição é uma história comum, mas quando aconteceu com Cristiane Dias, foi diferente. Porque ela contou para a sobrinha dela… alguém capaz de transformar dores cotidianas em hinos que emocionariam multidões. A jovem em questão era Marília Mendonça.
Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop aqui!
Na época, a jovem Marília já brilhava nos bastidores como uma compositora de caneta afiada, assinando sucessos para diversos artistas.
Ao ouvir a história da tia, ela decidiu escrever exatamente o que gostaria que a parente fizesse e não fez: colocasse o parceiro para fora de casa.
Marília Mendonça cantando antes da fama, em 2011
Reprodução/YouTube de Marília Mendonça
Com versos como “Estou te expulsando do meu coração / Assuma as consequências desta traição”, a letra trouxe um olhar inédito no universo sertanejo: o de uma mulher que, mesmo de coração partido, confronta o traidor e a amante.
A composição ficou na gaveta até 2015, quando Marília recebeu o aval para gravar seu primeiro DVD, no interior de São Paulo. O repertório incluía faixas como “Meu Cupido é Gari” e “Como Faz Com Ela”.
“Infiel” não era nem single de trabalho. Mas foi a história da mulher traída, que mesmo assim não abaixa a cabeça, que chamou a atenção do público.
Marília Mendonça em gravação de ‘Marília Mendonça ao vivo’, seu primeiro DVD
Divulgação
O sucesso não foi por acaso. Composta somente por Marília, a música mostra o que ela sabia fazer de melhor: construir versos quase cinematográficos e um refrão emotivo para ser cantado a plenos pulmões.
No fim, o drama de uma tia transformou a vida de milhares de mulheres — inclusive a da própria sobrinha.
“Infiel” tornou-se a segunda música mais tocada nas rádios brasileiras em 2016 e rendeu a Marília Mendonça o título definitivo de “Rainha da Sofrência”. Foi a canção que abriu caminho para uma das carreiras mais inigualáveis da história da música nacional.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘A Odisseia’ trilha jornada entre épico deslumbrante e exagero hollywoodiano; g1 já viu


Longa e árdua tende a ser a jornada de qualquer um louco o bastante para adaptar o poema clássico “A Odisseia” para os cinemas, num espelho irônico da jornada do protagonista. O cineasta (e sir) Christopher Nolan faz parecer fácil – apesar de alguns escorregões pelo caminho.
Ao estrear no Brasil nesta quinta-feira (16), o filme do diretor de “Oppenheimer” (2023) mistura fotografia deslumbrante e edição de som estremecedora para criar uma experiência cinematográfica épica rara.
Ao longo de quase três horas, “A Odisseia” do britânico transita entre um respeito que beira o dogmático pela obra de Homero e a humanização de uma história sobre homens e deuses – com uma sensibilidade que imprime um pouco de contemporaneidade ao poema escrito há quase 3 mil anos.
Humano como Odisseu, no entanto, Nolan não resiste a alguns de seus impulsos mais primitivos e faz as concessões necessárias para o orçamento de um projeto tão – com o perdão da palavra – homérico.
Agora no g1
Entre elas, a escolha por um elenco estrelado até demais, que impede uma conexão mais profunda com personagens que representam as diferentes facetas do homem por milênios.
Por mais carismático que seja, Matt Damon nunca foi daqueles atores famosos por se perderem nos papéis. Com duas indicações ao Oscar por atuação (e uma vitória pelo roteiro de “O gênio indomável”), o americano de 55 anos é ótimo, mas sempre é, invariavelmente, uma versão de Matt Damon.
O mesmo pode ser dito de alguns de seus companheiros de cena mais notáveis, como Tom Holland (o jovem por trás da máscara da trilogia mais recente do Homem-Aranha) e Anne Hathaway (“O diabo veste Prada”).
Não é que o trio não esteja bem. Longe disso. Mas a presença de rostos tão conhecidos e, de certa forma, hollywoodianos afasta o filme da realidade das acrópoles – por mais que o esforço de filmar em locações reais salte aos olhos ao longo de toda a produção.
A grande exceção é Robert Pattinson (“Batman”), que aproveita a completa falta de complexidade de seu vilão – um covarde ambicioso e invejoso – para produzir uma das interpretações mais deliciosas de sua carreira.
Do terror à beleza
Assim como no poema, o roteiro de Nolan narra a saga do retorno do protagonista (Damon) para casa ao longo de anos, e como ele usa a engenhosidade que deu aos gregos a vitória na guerra de Tróia para superar a fúria dos deuses e de outros seres mitológicos.
No caminho, o britânico escorrega na maior casca de banana da adaptação de clássicos literários com alguns diálogos que soam teatrais ou engessados demais, mas usa seu dom quase inigualável para criação de ambientações tensas e sufocantes para superar tais deslizes.
Seu maior trunfo talvez seja a transformação de momentos retratados à exaustão em outras obras em sequências dignas dos melhores filmes de terror. Os urros de dor do ciclope que prende o herói e seus soldados em uma caverna, por exemplo, devem ecoar por dias nas memórias de qualquer espectador.
Além da edição de som, contribuem para a realização do cineasta os trabalhos sempre espetaculares do diretor de fotografia Hoyte van Hoytema e do compositor Ludwig Göransson – parceiros de longa data do diretor.
À exceção de alguns excessos bobos na direção de arte, com algumas armaduras exageradas que parecem ter saído de um episódio com o maior orçamento de “Power Rangers”, “A Odisseia” chega o mais perto possível de ser tecnicamente perfeito. Uma realização que merece ser apreciada na melhor projeção disponível.
Reflexo de Nolan
Se perde a mão no tamanho da celebridade de seus protagonistas, Nolan traduz a universalidade responsável pelo sucesso do poema original na diversidade do elenco, salpicado de atores de diferentes nacionalidades e etnias.
Com a consciência do tamanho da bobagem que é pedir autenticidade em uma obra de ficção com monstros fictícios como gigantes e espíritos do inferno, o cineasta brinca com possibilidades e expectativas.
No processo, ainda expõe o racismo de quem critica a escalação de uma atriz negra, como Zendaya, para a deusa Atena – uma escolha que não só faz sentido em sua versão, como a humaniza.
“A Odisseia” de Nolan é o reflexo de seu criador. Imperfeito e exagerado, mas em total controle de sua grandiosidade.

Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Harry Styles no Brasil: veja provável setlist e tudo o que você precisa saber sobre shows


Harry Styles em foto para o disco ‘Kiss All The Time Disco Occasionally’
Divulgação
Harry Styles chega ao Brasil para uma série de shows no Morumbis, em São Paulo, nos dias 17, 18, 21 e 24 de julho. Ele vem com a turnê “Together Together”, que já teve várias datas esgotadas na Europa, com apresentações elogiadas.
Abaixo, o g1 conta tudo o que você precisa saber sobre os shows de Harry Styles em São Paulo.
Qual a fase atual de Harry Styles?
Harry Styles surge mais ‘experimental’ e dançante em disco novo
Harry está promovendo o disco “Kiss All The Time. Disco, Occasionally”, lançado em março. O álbum é inspirado por um tempo “low profile” que o músico passou pela Europa, frequentando festinhas e shows do ponto de vista da multidão.
Nas músicas, a voz de Harry aparece quase sempre processada, mergulhada em efeitos e dobras, e raramente é a protagonista. Apesar de ter “disco” no nome, o álbum não segue a modinha disco pop que cansamos de ouvir nos últimos anos. Ele resvala em influências da música disco oitentona, sim, mas as faixas são menos redondinhas que se esperaria.
O conjunto está mais para um dance pop indie, na linha de Metronomy e Bloc Party, com nítida influência de LCD Soundsystem. Alguns destaques são “Aperture” e “Dance No More”, que devem fazer sucesso ao vivo nos shows.
Como devem ser os shows?
O show costuma ter, em média, duas horas de duração e prioriza faixas dançantes. Ao longo do repertório, ele mescla músicas de todos os quatro álbuns com arranjos encorpados e uma ótima banda. Ele toca guitarra, teclado, violão, canta e dança durante o show.
Na seção final, ele inclui uma música surpresa do próprio repertório.
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O show não tem pista premium, mas a estrutura do palco é dividida em quatro “pits”, isto é, setores separados por longas plataformas que Harry percorre durante o show. Como o cantor também se tornou maratonista, ele não se importa em dar boas corridinhas e passeadas — o que faz com que boa parte da pista consiga vê-lo bem.
Além disso, a julgar pelos shows na Europa, também dá para esperar belos visuais e grandes telões em cima do palco.
Quem é a banda de abertura?
Duo Fcukers será ato de abertura dos shows de Harry Styles
Divulgação
Em todas as quatro noites de Harry no Brasil, o ato de abertura será a dupla Fcukers. O duo novaiorquino tem um repertório eletrônico com pegada indie, divertido e estiloso. Vale conferir o disco “Ö”, lançado em março deste ano.
Qual é o provável setlist do show?
Are You Listening Yet?
Golden
Adore You
Watermelon Sugar
Music for a Sushi Restaurant
Taste Back
Coming Up Roses
Fine Line
Italian Girls
American Girls
Two Ghosts
Keep Driving
Ready, Steady, Go!
Dance No More
Treat People With Kindness
Pop
Season 2 Weight Loss
Carla’s Song
Aperture
Música surpresa
Sign of the Times
As It Was

Fonte: G1 Entretenimento

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Como MCs mais ouvidos do Brasil viraram empresários e revolucionaram o funk


Como funkeiros viraram empresários e assumiram o controle das próprias carreiras
“Pau Pra Toda Obra” e “Cuida do Pet”, duas das três músicas mais ouvidas no Spotify Brasil nesta semana, revelam uma nova tendência no mercado do funk: MCs agora são empresários de si mesmos e passaram a gerir não apenas a própria carreira, mas também a de colegas.
2º lugar do Top 50 do Spotify e acumulando 10 milhões de visualizações no YouTube em uma semana, “Pau Pra Toda Obra” tem como intérpretes MC Jacaré, MC Ryan SP, MC IG e MC Lele JP.
Fora do eixo Rio-SP, Jacaré vem de Goiânia (GO) e é dono da Croco Hits. MC Ryan SP é o responsável pela Bololô Records. E MC IG comanda a Gringos World Produtora, empresa que gerencia sua carreira e a de artistas como Lele JP.
Já “Cuida do Pet” tem como participantes MCs Negão Original, Aaron Modesto, Willian, Iguinho CT, Du’l, com produção de Oldilla e Alladin. A faixa ocupa a 3ª posição no Top 50 do Spotify.
Negão Original é dono da Rauls Produtora, que cuida da carreira de Iguinho CT. Willian e Alladin são agenciados pela Cria Hit, empresa de DJ Loirin. Du’l e Aaron Modesto são da GLife Records, escritório do funkeiro MC GP. Já Oldilla tem sua própria produtora, a Oldilla Records.
“É um novo momento. Os artistas entenderam que, com conhecimento de como funciona a burocracia da indústria da música, era possível ter uma empresa. Dá trabalho? Sim. Muito. Mas a gente vive disso”, explica DJ Loirin.
Funkeiros mais ouvidos do Brasil também são empresários
infográfico/g1
Esse modelo de negócios foi idealizado por MC Kevin (1998-2021) que, por conta da sua morte, não conseguiu implementá-lo na totalidade.
Seguindo os passos do amigo, esses funkeiros mexeram no tabuleiro do gênero, assumiram as rédeas das próprias carreiras e passaram a agenciar colegas com o discurso: “quem melhor que a gente para entender o que um artista precisa?”.
Na prática, o discurso ainda encontra algumas falhas, mas as ações já transformaram o mercado musical que está entre os mais ouvidos do país.
MC IG, MC Lele JP, MC Ryan SP e MC Jacaré, autores de ‘Pau Pra Toda Obra’
Reprodução/YouTube
Como era antes
Desde que se estabeleceu em São Paulo, o mercado do funk foi gerido por empresas de médio porte, responsáveis por cuidar das carreiras, agendar shows, etc. As primeiras foram Máximo e Nois Por Nois, que cuidavam da gestão de nomes como MC Guimê, Rodolfinho, Nego Blue e outros que marcaram época nos anos 2010.
Desde meados dos anos 2010, a GR6 passou a dominar o mercado com a estratégia de agenciar o máximo de artistas possível e, assim, dominar o booking das casas de show especializadas em funk no estado São Paulo – e, consequentemente, em boa parte do país.
Esse modelo deu certo e a empresa comandada por Rodrigo Oliveira se tornou uma referência de gestão de carreira em contraponto às grandes gravadoras.
No entanto, pouco antes da pandemia, MCs como Pedrinho e Kevin, dois dos principais nomes do cast da produtora, passaram a alegar falta de transparência da empresa com relação a repasses relacionados às plataformas digitais.
Kevin, então, foi pioneiro em rescindir com a GR6 e tentar gerenciar 100% da carreira. No fim de 2020, ele criou a Revolução Records, escritório que cuidaria dos seus lançamentos musicais e da sua agenda de shows.
Mesmo com poucos meses de existência, a operação da produtora foi bem tumultuada, com dificuldade de fechar contratos para apresentações e lançamentos musicais com pouca divulgação e estratégia. Em maio de 2021, o funkeiro morreu em um acidente no Rio de Janeiro.
Semente plantada
MC Ryan SP e MC Kevin
Reprodução/Instagram
Mesmo com os problemas, a ideia de Kevin chamou a atenção dos colegas, que viram ali uma oportunidade de cuidar da própria carreira.
No entanto, até 2025, nenhum funkeiro atingiu grande sucesso sendo empresário e MC. Músicos e pessoas que trabalham nos bastidores explicaram ao g1 que a GR6, principal produtora no segmento, oferecia uma estrutura de qualidade, não fazendo sentido sair da empresa até então.
“A GR6 oferece uma estrutura completa para o artista, que muitas vezes só se preocupa em cantar, não pensa em mais nada — contrato, produção de clipe, de show”, explica MC IG.
O primeiro funkeiro a pensar em algo a mais e conseguir um resultado mais sólido foi MC Ryan SP, em outubro de 2025, com “Posso Até Não Te Dar Flores”. Produzida pela Bololô Records, a canção chegou ao topo das paradas de sucesso e transformou o mercado.
O funkeiro virou o exemplo a ser seguido.
Como é agora
Bololô Records, de Ryan, e Gringos, de IG, são as maiores produtoras lideradas por MCs em São Paulo. Elas fornecem estrutura para gravação de videoclipes, distribuição das músicas e um staff para produção dos shows.
Os artistas que decidem assinar contratos com produtoras comandadas por outros funkeiros dizem que a grande vantagem é terem um empresário que conhece suas necessidades no detalhe e passou por dores parecidas.
Entre os pontos levantados como diferenciais estão:
Casting pequeno: produtoras focam num trabalho individualizado, com no máximo uma dezena de artistas;
Contratos mais diluídos: acordos de uma década com divisão igualitária viram contratos com ganhos variáveis e maior controle e conhecimento sobre faturamento;
Mais informalidade: mesmo sob contratos, artistas não enfrentam amarras para, por exemplo, fazer músicas com produtores ou MCs de outros escritórios.
“Quando estou numa reunião, sinto que sou ouvido diferente. Sei que meu empresário passou por algo que já passei, sente a mesma coisa que eu. Os conselhos são diferentes”, conta MC Lele JP.
As produtoras comandadas por MCs ainda enfrentam dois obstáculos. O primeiro é com relação à estrutura formal.
A ideia da informalidade, algumas vezes, esbarra na necessidade de uma burocracia básica para formulação de contratos.
“Às vezes, tem gente que acha que é só entrar em estúdio e subir a música no YouTube. Mas, com certeza, o problema aparece depois na divisão do dinheiro. Tem que ter tudo sob contrato, não dá para ficar só na palavra”, explica DJ Loirin, dono da Cria Hit
Porém, o principal obstáculo apontado pelos artistas/empresários é: construir um bom setor de venda de shows.
Com mais de 15 anos de bagagem, a GR6 domina essa reserva de mercado, conseguindo implementar um modelo que garante sua hegemonia no setor.
Porém, com a mudança de mercado, o escritório comandado por Rodrigo Oliveira flexibilizou contratos com artistas e passou a fechar acordos pontuais com as produtoras de MCs/empresários, cuidando apenas das suas agendas.
É o caso de Lele JP: enquanto toda a parte artística, de produção e distribuição das músicas, gravação de videoclipes, etc, fica sob responsabilidade da Gringos, quem vende seus shows é a GR6.
Essa grande mudança de rumos fez com que o mercado do funk ganhasse ainda mais capilaridade, com mais opções de empresas com organização e uma maior cobrança por profissionalismo por parte dos artistas.
Mesmo após a revolução sugerida por Kevin, muitos MCs seguem com dificuldades de entender até mesmo o que é um fonograma e como funciona a divisão de ganhos da sua música.
Com o passar do tempo, esses artistas vão ficando no passado e uma nova geração vem surgindo com mais conhecimento e um desejo ainda maior de independência.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sam Neill morreu de pneumonia; causa da morte é divulgada por assessor de ator de ‘Jurassic Park’


Quem era Sam Niell, ator de ‘Jurassic Park’
O ator Sam Neill, conhecido pelo filme “Jurassic Park”, morreu aos 78 anos por causa de uma pneumonia. A causa da morte foi revelada à revista “Entertainment Weekly” por um assessor de longa data do neozelandês, Philip Grenz, nesta quarta-feira (15).
“Já que Sam era um homem muito privado que odiava atenção, sua família vai honrá-lo com uma cerimônia familiar privada em sua fazenda na Nova Zelândia em data ainda a ser determinada”, afirmou Grenz, em nota.
“Gostaria de agradecer aqueles que eram realmente próximos a Sam por considerarem sua privacidade com o respeito que ele merecia e que seus entes queridos precisam e merecerem nesse tempo incrivelmente difícil.”
O assessor também disse que Neill tinha trabalho em quatro filmes no último ano, e que todos serão lançados nos próximos meses, como a comédia romântica “The last resort” e o próximo capítulo da franquia de monstros “Godzilla x Kong: Supernova”.
O ator morreu na última segunda-feira (13).
Ator Sam Neill morre aos 78 anos
Com carreira iniciada nos anos 1970, Sam Neill tinha dezenas de trabalhos no cinema e na TV, incluindo a série “Peaky Blinders” e o filme “O Piano”.
Recentemente, ele havia informado que estava recuperado de um câncer após cinco anos de tratamento. Segundo ele, a remissão foi possível graças a uma terapia genética que modificou seu sistema imunológico.
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Em 2023, Neill escreveu em seu livro de memórias que estava “possivelmente morrendo” após ser diagnosticado com linfoma não Hodgkin em estágio três.
Em entrevista exibida no fim de semana pelo Canal 7 da Austrália, o ator contou que conviveu com a doença por cinco anos e que o tratamento com quimioterapia deixou de fazer efeito. “Eu estava desorientado e parecia que estava de saída, o que obviamente não era o ideal”, afirmou.
Neill passou então por uma terapia conhecida como CAR-T, que utiliza células de defesa do próprio paciente, modificadas em laboratório, para atacar o câncer. “Acabei de fazer uma tomografia e não tenho câncer. É algo extraordinário”, disse.
CAR-T: entenda como funciona o tratamento
O ator também pediu que governos federais e estaduais da Austrália ampliem o financiamento desse tipo de tratamento para pacientes com a doença no país.
Sam Neill
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Liam Gallagher, do Oasis, critica técnico após eliminação da Inglaterra na Copa do Mundo


Liam Gallagher em show do Oasis em Cardiff
Scott A Garfitt/Invision/AP
Liam Gallagher, do Oasis, foi ao X (antigo Twitter) criticar o técnico da Inglaterra, Thomas Tuchel, após a derrota para a Argentina nesta quarta-feira (15).
A seleção inglesa levou a virada e perdeu a semifinal da Copa do Mundo por 2 a 1.
Nas redes sociais, o cantor de “Wonderwall”, música que embalou os ingleses na competição, reclamou da falta de “sabedoria” dos jogadores e do técnico.
“A Inglaterra não vai ganhar uma Copa do Mundo até conseguirmos pegar a sabedoria das ruas. E isso vale para o treinador. Está tudo muito técnico. Deixem as crianças correrem livres por aí”, escreveu.
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O cantor, que gosta de interagir nas redes sociais, já xingou um internauta brasileiro de “otário” no X depois que o usuário criticou a escolha de “Wonderwall” como tema da Inglaterra na Copa.
“Imagina ser o país dos Beatles, Queen e Rolling Stones, mas escolher uma música do Oasis como tema da trajetória da seleção inglesa na Copa do Mundo”, publicou o brasileiro.
Na resposta, Liam xingou o usuário brasileiro de spunk bubble, gíria em inglês para inútil.
“Imagina só que isso não tem porra nenhuma a ver com você, seu inútil.”
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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João Bosco reaviva ‘Perfeição’ com Tiago Iorc em álbum de duetos


João Bosco regrava canção de 2009 com Tiago Iorc no álbum comemorativo dos 80 anos do artista mineiro
Reprodução / Facebook Tiago Iorc
♫ NOTÍCIA
♬ Canção de aura suave com a qual João Bosco abriu o álbum “Não vou pro céu, mas já não vivo no chão” (2009), evocando a leveza da bossa nova no toque do violão de Bosco, “Perfeição” integra o álbum de duetos que festeja os 80 anos completados pelo artista mineiro na última segunda-feira, 13 de julho.
Parceria de João com Francisco Bosco, a canção “Perfeição” ganha releitura que junta o cantor com Tiago Iorc. A faixa integra o EP que apresentará em 31 de julho as seis primeiras faixas do álbum “Amigos novos e antigos – João Bosco 80 anos”.
Além de Tiago Iorc, o time de convidados do álbum “Amigos novos e antigos – João Bosco 80 anos” inclui Bruna Black, Caetano Veloso, Cesar Camargo Mariano, Chico Buarque, Hamilton de Holanda, Ivete Sangalo, Jota.Pê, Mart’nália, Mestrinho e Zeca Pagodinho.

Fonte: G1 Entretenimento