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De flopada a headliner do Lolla: a evolução de Sabrina Carpenter a cada show no Brasil


De flopada a headliner do Lolla relembre vindas de Sabrina Carpenter ao Brasil
Sabrina Carpenter se apresenta no Lolla nesta sexta (20), em sua primeira vez como headliner do festival. Mas já é a quinta vez no Brasil — e se tem algo que Sabrina fez, foi batalhar pelo sucesso que ela tem aqui e no resto do mundo.
A cantora já veio em todo tipo de ocasião: abriu para Ariana Grande, quando o público mal a conhecia; fez pocket show, voz e violão; se apresentou no MITA com um público médio; e mais recentemente, abriu shows para Taylor Swift na gigantesca “Eras Tour”.
Figurinha carimbada no país, Sabrina vai ver, pela primeira vez, uma multidão de dezenas de milhares de brasileiros só para vê-la. Mas a história prova que ela conquistou o posto de headliner na base do esforço mesmo. Relembre como Sabrina ‘cresceu’ como artista a cada vinda:
2017: Abriu para Ariana Grande
Sabrina Carpenter foi ato de abertura em show de Ariana Grande no Brasil
Reprodução/YouTube
Quanto tempo de carreira musical? 2 anos
Quantos álbuns lançados? 2 (“Eyes Wide Open” e “Evolution”)
Tinha hits? Não
A primeira vez de Sabrina Carpenter (uma versão quase irreconhecível dela, por sinal) no Brasil foi em junho de 2017, como ato de abertura da “Dangerous Woman Tour”, de Ariana Grande. Ela cantou nos shows logo após o DJ Ronaldinho.
Na época, Sabrina era conhecida como estrela da Disney e tentava provar que não era igual às anteriores, como Miley, Selena e Demi, mas merecia um sucesso próprio. Ela tinha uma calça jeans rasgada, um cropped e um sonho.
2019: Pocket show econômico
Sabrina Carpenter fez pocket show no Brasil em 2019
Reprodução/YouTube
Quanto tempo de carreira? 4 anos
Quantos álbuns lançados? 3 (“Eyes Wide Open”, “Evolution” e “Singular: Act I”)
Tinha hits? Não
Sabrina voltou em abril de 2019 para promover o disco “Singular: Act I”. Durante sua passagem por São Paulo, ela visitou uma rádio local para um pocket show e fez um meet & greet.
Dessa época, a música “Sue Me” até fez algum sucesso entre os fãs. Mas não dá pra chamar de hit — não chegou perto dos fenômenos que ela lançaria nos anos seguintes.
2023: MITA
Sabrina Carpenter no MITA em 2022
Reprodução/YouTube
Quanto tempo de carreira? 8 anos
Quantos álbuns lançados? 5 (“Eyes Wide Open”, “Evolution”, “Singular: Act I”, “Singular: Act II” e “Emails I Can’t Send”)
Tinha hits? Sim! “Nonsense” estava fazendo sucesso…
Na vinda para o festival MITA, em maio de 2023, já dá pra reconhecer os traços da mega popstar que ela se tornaria dali a um tempo. Estavam lá a bota branca, o repertório sensual e milhares de fãs.
Sabrina estava, de fato, muito perto de chegar lá. Ela já vinha tendo um sucesso viral com as versões de “Nonsense”, quando fazia trocadilhos de acordo com o lugar em que se apresentava. Antes do show, a música chegou ao top 10 do Spotify americano e no top 20 do Spotify global.
2023, de novo: Abriu para Taylor Swift
Sabrina Carpenter abre show de Taylor Swift em 2023
Stephanie Rodrigues/g1
Quanto tempo de carreira? 8 anos
Quantos álbuns lançados? 5 (“Eyes Wide Open”, “Evolution”, “Singular: Act I”, “Singular: Act II” e “Emails I Can’t Send”)
Tinha hits? Sim! “Nonsense” e “Feather”
Em novembro de 2023, Sabrina foi o ato de abertura da “Eras Tour”, turnê de Taylor Swift que teve 5 datas no Brasil. Foi um dos principais marcos na carreira dela (que já ia bem), com o empurrãozinho de uma das maiores popstars do mundo.
Mesmo vindo pouco tempo após o MITA, Sabrina já tinha mais um hit em mãos: “Feather” foi lançada naquele mês e se tornou um dos maiores sucessos dela até então.
Meses depois, Sabrina lançaria “Espresso” — lançada em abril de 2024, a música se tornou um dos maiores hits da década, consolidando Sabrina como uma popstar que não precisaria mais ser ato de abertura de ninguém.
2026: Finalmente, headliner
Sabrina Carpenter canta ‘Manchild’ no Grammy
REUTERS/Daniel Cole
Quanto tempo de carreira? 11 anos
Quantos álbuns lançados? 7 (“Eyes Wide Open”, “Evolution”, “Singular: Act I”, “Singular: Act II”, “Emails I Can’t Send”, “Short ‘n’ Sweet” e “Man’s Best Friend”)
Tem hits? Muitos! “Espresso”, “Please Please Please”, “Manchild”, “Feather”, “Tears”, “Taste”…
Quem acredita sempre alcança: com onze anos de carreira musical (e quase uma década após a primeira vinda), Sabrina finalmente vem neste ano com status de megapopstar. Desta vez, o problema dela é o oposto, de talvez ter hits demais para um show só.
A headliner desta sexta (20) no Lollapalooza está no auge da carreira: já levou dois Grammys, teve seis músicas no top 10 da Billboard e por aí vai. Um baita caminho pra ela e pra quem, por acaso, a conheceu quando era uma menina de calça jeans abrindo o show de Ariana Grande.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2026 tem 1º dia eclético com Sabrina Carpenter, Doechii e Deftones


Sabrina Carpenter no Grammy 2025
KEVIN WINTER / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
A edição de 2026 do Lollapalooza começa nesta sexta-feira (20), dia eclético com pop, metal, hip-hop e até reggae. Neste primeiro dia de festival, até um ídolo do basquete vai assumir os palcos em sua versão DJ. O Globoplay vai transmitir o Lollapalooza ao vivo.
O principal nome do dia é Sabrina Carpenter, que já veio algumas vezes no Brasil — mas nenhuma vez nesse porte de headliner.
Ela já veio como atração de abertura de Ariana Grande e Taylor Swift e até em show solo, quando era uma artista conhecida por poucos. Mas desta vez, vem com o status de uma das maiores artistas pop da atualidade, trazendo a estrutura completa e um repertório lotado de hits.
De flopada a headliner do Lolla relembre vindas de Sabrina Carpenter ao Brasil
Veja programação completa do festival
Além de Sabrina, Doechii é um grande nome deste dia. A artista é uma das principais revelações do hip-hop dos últimos anos e cancelou a apresentação no Afropunk Experience em 2024, no que seria sua estreia no Brasil. Dessa vez, ela diz que prepara um show especial para compensar a demora.
Já a “quebradeira” fica com o Deftones, que fará um show muito aguardado pelos fãs. A banda não vinha ao Brasil há mais de uma década e vem com a turnê do aclamado disco “Private Music” (2025).
Entre as principais atrações, também estão a banda nova-iorquina Interpol e o músico britânico Blood Orange. Também tem o brasileiro Edson Gomes, ícone do reggae, encerrando a programação do palco Flying Fish.
Deftones é um dos headliners desta sexta (16)
Divulgação
No palco de música eletrônica, o dia é de curiosidades. Tem nomes como Horsegiirl, a DJ que usa uma máscara de cavalo e não revela a própria identidade; e DJ Diesel, ninguém menos que o jogador de basquete Shaquille O’Neal. O fim da programação neste palco fica com o DJ norueguês Kygo.
Veja a programação completa do Lollapalooza nesta sexta-feira (20)
PALCO BUDWEISER
12h45 – 13h40: Stefanie
14h45 – 15h45: Negra Li
16h55 – 17h55: Blood Orange
19h05 – 20h05: Doechii
21h30 – 23h00: Sabrina Carpenter
PALCO SAMSUNG GALAXY
12h00 – 12h45: Atração selecionada pela 89 FM
13h40 – 14h40: Terraplana
15h50 – 16h50: Viagra Boys
18h00 – 19h00: Interpol
20h10 – 21h25: Deftones
PALCO FLYING FISH
12h45 – 13h40: Worst
14h45 – 15h45: Scalene
16h55 – 17h55: Ruel
19h05 – 20h05: Men I Trust
21h30 – 22h30: Edson Gomes
PALCO PERRY’S
12h00 – 13h00: Camila Jun
13h00 – 14h00: Bruna Strait
14h15 – 15h15: Atkۆ
15h30 – 16h30: Aline Rocha
16h45 – 17h45: Horsegiirl
18h00 – 19h00: DJ Diesel (Shaq)
19h15 – 20h15: Bunt.
20h30 – 21h45: Ben Böhmer
22h15 – 23h30: Kygo

Fonte: G1 Entretenimento

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Funk presente, Tyler econômico, Chappell e Sabrina capricham: 5 spoilers que já temos do Lolla Brasil


Lollapalooza Brasil 2026: veja programação completa para os 3 dias de festival
O Lollapalooza Brasil começa nesta sexta (20), uma semana depois das edições no Chile e na Argentina. O line-up daqui é bem parecido com as outras edições latino-americanas, e os artistas costumam levar o mesmo repertório e os mesmos “enfeites” para os países daqui.
Ou seja, pra saber um pouco sobre como será o Lolla Brasil, basta dar uma olhada nos shows dos outros países.
É claro que, na nossa vez, sempre vai ter uma ou outra surpresinha. Mas já dá pra adiantar alguns detalhes sobre este final de semana. Veja o que já sabemos sobre os shows do Lolla Brasil:
1) Tyler trouxe… só a roupa do corpo
Tyler em show da Chromakopia Tour (esquerda) e no Lolla Argentina (direita)
Reprodução/YouTube
Tyler the Creator, headliner de domingo, é conhecido por fazer shows caprichados, alinhados aos conceitos de seus álbuns. Existia uma expectativa de que ele trouxesse um show grandioso, já que está em dívida com o fã sul-americano – o cantor cancelou a apresentação semanas antes do festival em 2018 e não tinha voltado ao continente desde então. Mas não foi bem o caso.
Esqueça o contêiner gigante e o visual com máscara da “Chromakopia Tour”, turnê de 2025. Também não tem a plataforma que ele colocou no Lolla Chicago no show de “Don’t Tap the Glass”, álbum mais recente. Para esta vinda à América do Sul, Tyler veio só com o look do corpo e alguns efeitos no telão.
Pelo menos teve autocrítica e, na Argentina, reconheceu que foi um “puto” (em bom espanhol) por desmarcar os shows da última vez.
2) Chappell e Sabrina com palco completo
Sabrina Carpenter e Chappell Roan capricham nos palcos do Lolla
Reprodução/TikTok
Já Sabrina Carpenter e Chappell Roan, headliners de sexta e de sábado, respectivamente, trouxeram toda a estrutura dos palcos. Aprende, Tyler.
Sabrina aparece em uma casa meio anos 60, parte do cenário da “Short and Sweet Tour”. Parece uma Polly Pocket cantando letras sensuais, o que é parte do apelo. Ela também inclui momentos famosos do seu show, como “Juno”, em que ela escolhe alguém da plateia para dedicar a música.
Chappell tem um palco meio medieval e fantástico, compondo um show bastante teatral. Ela também deve caprichar nos looks, como já fez no Chile e Argentina.
3) Mosh garantido no Deftones e Turnstile
O Deftones, um dos headliners desta sexta (20), não vinha ao Brasil há mais de uma década e deve fazer um show pra lá de aguardado. A julgar pelas imagens dos outros países, o mosh já está garantido.
No repertório, tem faixas do “Private Music”, disco mais recente, mescladas com músicas de várias fases da banda. Mas talvez os fãs do “White Pony” saiam meio saudosos, porque o álbum mais conhecido do grupo aparece muito pouco.
Outro show que agitou muito o público foi o Turnstile. A banda deve trazer um repertório quase inteiramente focado nos dois últimos discos, “Glow On” e “Never Enough”. O último levou dois Grammys neste ano, incluindo o prêmio de Melhor Álbum de Rock.
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4) Lorde traz esteira e ‘entra’ na galera
Lorde ‘entra na galera’ em performance de ‘David’
Reprodução/TikTok
Lorde também trouxe uma versão adaptada dos shows da “Ultrasound Tour”. Segundo a própria cantora postou nas redes sociais, ela quis fazer uma apresentação bem parecida, já que a turnê não virá para o país fora de festivais.
O show conta com uma esteira em cima do palco, em que a cantora chega a subir para cantar “Supercut”. Mas o destaque mesmo é no fim do show, quando ela sobe em uma pequena plataforma mais perto da galera e, mais tarde, se deixa ser abraçada pelos fãs.
5) Vai ter funk com Doechii e Addison
Doechii e Addison Rae levaram funk ao palco do Lolla
Reprodução/TikTok
Tanto Doechii quanto Addison Rae incluíram um “momento funk” nas apresentações. Já rolou nos shows das duas no Chile e na Argentina, mas parece mesmo ser uma homenagem ao Brasil.
Doechii já disse que preparou essa vinda para compensar o cancelamento no Brasil em 2024 e, de fato, o show tem uma estética diferente da turnê anterior. Ela mescla um pouco de Beyoncé, funk e seus principais hits como “Anxiety” e “Denial is a River”. Destaque para a hora que ela inclui “Tira e Bota”, do Furacão 2000, no repertório.
Enquanto isso, Addison deve vir com um show bastante similar ao da turnê, com visuais e coreografias que dão déjà vu aos fãs de Britney Spears das antigas. A novidade aqui é que, em uma pausa dançante da música “Fame is a Gun”, ela aproveita para rebolar ao som de um beat de funk.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lolla das apostas: festival tem 5 indicados a revelação no Grammy dos últimos anos


Lolla das apostas: festival tem 5 indicados a revelação no Grammy dos últimos anos
As popstars Chappell Roan e Sabrina Carpenter, a rapper Doechii, a girl band global Katseye e a cantora tiktoker Addison Rae são cinco das mais aguardadas atrações do Lollapalooza Brasil, que acontece nos dias 20, 21 e 22 de março. Mas elas têm mais em comum: todas foram indicadas na categoria de revelação do Grammy nos últimos dois anos.
Quando o line-up do Lolla é divulgado, muita gente corre para as redes sociais para reclamar que não conhece as atrações do cartaz. É um clichê que se repete ano a ano, como se a ignorância em relação ao que está surgindo na música pop fosse um problema da curadoria do festival.
Você prefere ouvir sons que foram lançados nos anos 70, 80 e 90? Tudo bem. Mas saiba que existem artistas da música pop (e de outros estilos) muito mais recentes e com algo a dizer. O Lolla funciona, na verdade, como um carimbo de validade para essa nova ordem do pop.
Não se trata apenas de levar em conta algoritmos ou dancinhas passageiras, embora elas também pautem uma parte do line-up, mas de uma procura por nomes chancelados pelo Grammy e por listas prestigiadas, como o BBC Sound Of.
O ciclo do Lolla
É um ciclo. Em edições anteriores do Lollapalooza, nomes como Imagine Dragons, Twenty One Pilots, Tame Impala e Lorde se apresentaram em horários menos nobres do que quando voltaram ao evento.
Depois que mandaram bem em suas estreias e, conquistaram novos fãs e, claro, subiram várias linhas nos cartazes. Lorde tocou no terceiro palco mais importante do Lolla 2014. Agora, a cantora neozelandesa é uma das headliners do terceiro dia.
Este pode ser o caso de Doechii, Katseye e Addison Rae. No caso de Sabrina e de Chappelll, é possível cravar que as duas já estão no topo do pôster.
Quem é quem?
Sabrina, a única da lista que já cantou no Brasil, foi reconhecida pela Academia no mesmo ano após o impacto dos hits “Espresso” e “Please Please Please”. Assim como Britney Spears, Miley Cyrus, Demi Lovato, Selena Gomez, Ariana Grande e Olivia Rodrigo, ela já era famosa antes da carreira musical. Atuava na série de TV infantil “Garota Conhece o Mundo”, da Disney.
Chappell e Sabrina chegam ao Autódromo de Interlagos, em São Paulo, como dois dos maiores fenômenos do pop em 2025, após dominarem as indicações e o palco do Grammy. Chappell levou o troféu de Revelação, impulsionada pelo sucesso viral de “Good Luck, Babe!”.
Chappell Roan e Sabrina Carpenter
Divulgação/Netflix
Embora admirada pelo público da emissora do Mickey, Sabrina não engatou na fama musical com nenhum dos seis discos que lançou entre 2015 e 2023 (“Eyes Wide Open”, “EVOlution”, “Singular Act I”, “Singular Act II”, “Emails I can’t send” e “Emails I can’t send fwd”). Foi com os álbuns “Man’s Best Friend” e “Short n’ Sweet” que ela mudou de patamar.
Doechii, rapper da gravadora TDE (a mesma de Kendrick Lamar), também integrou o grupo de indicados a Revelação no Grammy 2025. Sua ascensão veio com uma mistura de técnica apurada e carisma inegável, características que a transformaram em uma das vozes mais potentes do hip hop atual antes mesmo de sua estreia em palcos brasileiros.
Katseye se apresenta no Grammy 2026
Daniel Cole/Reuters
Katseye e Addison Rae representam a safra mais recente da premiação, com indicações à categoria de revelação no Grammy 2026.
O Katseye, primeiro grupo global formado por um sistema de treinamento de K-pop nos EUA, reflete a aposta na internacionalização do gênero. O grupo é a materialização de uma parceria ambiciosa entre a Hybe, gigante sul-coreana por trás do BTS, e a Geffen Records, selo americano de Olivia Rodrigo. Formado pelo reality Dream Academy, o grupo ignora fronteiras com integrantes dos EUA, Coreia do Sul, Suíça e Filipinas, mas mantém o rigoroso DNA de treinamento do k-pop.
Após um início morno, o sexteto virou o jogo em 2025 com o hit “Gnarly”, uma faixa hyperpop frenética que dominou o TikTok, seguida por “Gabriela”, composição de Charli XCX que chegou ao Top 50 Global do Spotify. Com shows em festivais como a versão americana do Lollapalooza, o grupo prova que a mistura de coreografias impecáveis e diversidade cultural funcionou.
Addison Rae, que iniciou a carreira como influenciadora no TikTok, garantiu sua vaga entre as apostas da Grammy para este ano. Com estética inspirada em ícones clássicos de Hollywood e o hit “Diet Pepsi”, música sobre uma paixão de verão que foi batizada por Charli XCX.

Fonte: G1 Entretenimento

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DJ Diesel: Shaquille O’Neal, lenda da NBA, é muito mais que um ‘DJ celebridade’


Shaquille O’Neal sorri em foto de 23 e outubro de 2021
Ethan Miller / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP
Shaquille O’neal, um dos maiores nomes da história do basquete, será atração de destaque no Lollapalooza Brasil 2026. Não, você não leu errado.
Com o nome artístico de DJ Diesel (um dos seus apelidos dentro da quadra), Shaq se apresentará no Palco Perry’s, voltado para música eletrônica, na tarde de sexta-feira (20).
Mas a relação do quatro vezes campeão da NBA e Hall da Fama da liga com a música vem antes mesmo dele ser uma estrela da bola laranja.
Shaq nasceu em Nova Jersey e, entre 1984 e 1985, morou na Alemanha, pois seu pai de criação, o militar Philip Harrison, foi transferido para lá. Essa mistura serviu como base cultural para relação do atleta com a música.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O amor pela música
Em entrevista para rádio SiriusXM, o ex-atleta explicou que faz discotecagem desde 1988, quando ainda estava no ensino médio.
Nos anos 1990, já uma estrela da NBA, Shaq teve uma carreira relativamente longa como rapper. Naquela época, foram lançados: “Shaq Diesel” (1993), “Shaq Fu: Da Return” (1994), “You Can’t Stop The Reign” (1996), e “Respect” (1998). O primeiro álbum, inclusive, vendeu mais de um milhão de cópias.
Boa parte do sucesso de vendas pode ser creditado à curiosidade dos fãs por ouvir um jovem atleta, que já era muito promissor, se aventurar na música. O conteúdo das músicas não era tão notável.
O próprio Shaq reconhece isso. É importante contextualizar que ele se arriscava em plena “era de ouro” do hip-hop norte-americano. Ao gravar “You Can’t Stop The Reign”, single do seu terceiro disco, em parceria com Notorious B.I.G., ele percebeu que o seu talento estava longe dos estúdios.
“Mostrei meu verso pro Notorious e ele gostou. Eu estava muito nervoso. Dei um papel e uma caneta pra ele e disse: ‘vou sair, pode ficar à vontade e fazer sua parte’. Ele respondeu que já estava feita. O Biggie fez tudo de cabeça, em dois minutos. Foi a coisa mais incrível que já vi”.
Em vários momentos, Shaq disse que seu momento como rapper aconteceu de forma exclusiva, deixando o lado DJ de lado porque não dava para conciliar os três afazeres (cantar, tocar e jogar).
Mas o que ele queria mesmo era tocar.
DJ Diesel? Shaquille O’Neal vem ao brasil e vai se apresentar no Lollapalooza 2026
Reprodução/Instagram/Divulgação/LSU
Nova oportunidade para ser DJ
Shaquille O’Neal se aposentou em 2011. Por conta do seu passado como rapper, criou-se a ideia de que, como ex-atleta, o pivô se jogaria nas rimas.
No entanto, uma participação dele no TomorrowWorld, festival de música eletrônica realizado na Geórgia (EUA), transformou a vida de Shaq.
“Eu fui ao TomorrowWorld e tinha 500 mil pessoas. Nenhum policial, nenhuma briga. Só a galera curtindo. Isso me deu algo que eu estava sentindo falta desde que me aposentei: adrenalina. É por isso que eu vivia. Eu assisti aos shows do Tiësto e do Steve Aoki. Foi incrível. E sou DJ desde 1988, acabei me afastando disso porque lancei meus álbuns”, disse em entrevista ao podcast do influenciador norte-americano Druski.
Shaq explicou que então decidiu voltar a tocar, tendo como foco do seu trabalho EDM e dubstep. Em 2015, ele subiu ao palco no mesmo TomorrowWorld.
De início, o ex-atleta foi colocado na lista de “DJs celebridades”. Segundo ele, essa classificação é dada para celebridades que são “DJs horríveis”, o que não é o seu caso.
Ele pedia para que os contratantes dessem chance para ele tocar para um público maior, com um tempo maior.
“Me deem uma chance para fazer uma plateia de 100 mil pessoas balançar. E, se eu não for bem, me demitam e nunca mais eu toco”.
Em 2018, veio sua primeira grande chance, no festival Lost Lands, em Ohio (EUA). Shaq tocou para cerca de 100 mil pessoas e foi muito elogiado, sendo convidado para tocar no Lollapalooza do ano seguinte.
Desde que voltou a tocar, em 2015, pipocam pelas redes sociais vídeos de apresentações do ex-atleta pelo mundo – sempre com ele super destacado na cabine, com seus 2,16m.
Mas, entre se apresentar em casas menores, com o público bem pertinho, e os grandes eventos, Shaquille O’neal não se diferencia muito do DJ Diesel. “Eu prefiro os festivais. É como estar numa final, jogando um jogo 7”.
Shaquille O’Neal nas quadras
Shaquille O’Neal atuou por Orlando Magic (1992–1996), Los Angeles Lakers (1996–2004), Miami Heat (2004–2008), Phoenix Suns (2009–2010), Cleveland Cavaliers e Boston Celtics (2010–2011).
Ao todo, ele conquistou quatro títulos, três deles como o melhor jogador das finais. Em 2000, ele foi eleito o melhor jogador da NBA. Durante sua carreira, ele marcou 28.596 pontos, sendo o 10º maior cestinha na história da NBA.
Seu grande momento na liga foi no início dos anos 2000, com o Los Angeles Lakers, formando uma dupla icônica com Kobe Bryant (1978-2020) e conquistando três títulos em sequência – 2000, 2001 e 2002.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2026: Como assistir aos shows de casa?


Lollapalooza 2026 tem Sabrina Carpenter, Chappell Roan, Tyler the Creator e Lorde entre headliners
Reprodução
O Lollapalooza 2026 acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.
Sabrina Carpenter, Tyler the Creator, Lorde, Chappell Roan, Deftones e Skrillex são as principais atrações do Lollapalooza 2026. Doechii, Lewis Capaldi, Turnstile e Edson Gomes também estão entre os nomes escalados.
VEJA: PROGRAMAÇÃO COMPLETA E HORÁRIOS DOS SHOWS
A seguir, o g1 explica a tudo o que você precisa saber para assistir ao festival de casa:
Quem não vai ao evento, pode assistir aos shows no sofá de casa. Nos três dias de Lolla, o canal Multishow fará a transmissão dos shows dos palcos Budweiser e Samsung Galaxy a partir das 14h30 .
Já o Bis exibe ao vivo as apresentações dos palcos os palcos Perry’s e Flying Fish.
Também é possível assistir aos shows diretamente no Globoplay.
Veja mais perguntas e respostas com tudo o que você precisa saber para curtir o Lollapalooza 2026
Como chegar ao Autódromo de Interlagos?
Quais artistas e bandas vão tocar?
Que horas começa o festival?
Ainda há ingressos para comprar?
Como ativar o ingresso digital do Lollapalooza 2026?
É recomendado levar o quê?
Tem lugar para guardar meus pertences?
O que pode levar?
O que não pode levar?
Mapa do Lollapalooza 2026
Divulgação
Como chegar ao Autódromo de Interlagos?
O Autódromo de Interlagos fica na região sul de São Paulo, no bairro de Interlagos.
Metrô e trem
O local fica a aproximadamente 850 metros da estação Autódromo (Linha 9 – Esmeralda).
Assim como em anos anteriores, todas as linhas de metrô e trem de São Paulo funcionarão 24 horas para desembarque.
“Expresso Lollapalooza”
O Trem Expresso da ViaMobilidade estará disponível nos três dias, com partidas a cada 30 minutos das estações Pinheiros e Morumbi, em direção à Estação Cidade Dutra, localizada a cerca de 4 minutos de caminhada do Portão G (entrada exclusiva para usuários do serviço). A volta ocorrerá das 23h às 1h, em intervalos de 30 minutos.
Serviços Express
Serviço de ônibus urbano comum, o Lolla Express oferece quatro pontos de embarque na cidade, com desembarque na Rua José Carlos Pace, em frente ao Portão A, um dos acessos principais do público ao festival.
Estacionamento
Não haverá estacionamento disponível, por isso as melhores opções são transporte público, aplicativos de transporte ou serviços de transfer oficiais do festival.
Quais artistas e bandas vão tocar?
Público descansa durante maratona de shows do Lollapalooza 2025
Rafael Leal/g1
Sabrina Carpenter, Tyler the Creator, Lorde, Chappell Roan, Deftones e Skrillex são as principais atrações do Lollapalooza 2026.
Doechii, Lewis Capaldi, Turnstile e Edson Gomes também estão entre os nomes escalados. Veja abaixo a lista completa das atrações e a programação.
Que horas começa o festival?
A abertura dos portões acontece às 11h. E os primeiros shows do festival começam ao meio-dia. Veja a programação completa abaixo.
Sexta-feira (20 de março)
Palco Budweiser
12h45 – 13h40: Stefanie
14h45 – 15h45: Negra Li
16h55 – 17h55: Blood Orange
19h05 – 20h05: Doechii
21h30 – 23h00: Sabrina Carpenter
Palco Samsung Galaxy
12h00 – 12h45: Atração selecionada pela 89 FM
13h40 – 14h40: Terraplana
15h50 – 16h50: Viagra Boys
18h00 – 19h00: Interpol
20h10 – 21h25: Deftones
Palco Flying Fish
12h45 – 13h40: Worst
14h45 – 15h45: Scalene
16h55 – 17h55: Ruel
19h05 – 20h05: Men I Trust
21h30 – 22h30: Edson Gomes
Palco Perry’s
12h00 – 13h00: Camila Jun
13h00 – 14h00: Bruna Strait
14h15 – 15h15: Atkۆ
15h30 – 16h30: Aline Rocha
16h45 – 17h45: Horsegirl
18h00 – 19h00: DJ Diesel (Shaq)
19h15 – 20h15: Bunt.
20h30 – 21h45: Ben Böhmer
22h15 – 23h30: Kygo
Sábado (21 de março)
Palco Budweiser
12h45 – 13h40: Jadsa
14h45 – 15h45: Agnes Nunes
16h55 – 17h55: Marina
19h05 – 20h05: Lewis Capaldi
21h30 – 23h00: Chappell Roan
Palco Samsung Galaxy
12h00 – 12h45: Hurricanes
13h40 – 14h40: Varanda
15h50 – 16h50: Foto em Grupo
18h00 – 19h00: Cypress Hill
20h10 – 21h25: Skrillex
Palco Flying Fish
12h45 – 13h40: Artur Menezes
14h45 – 15h45: Cidade Dormitório
16h55 – 17h55: The Warning
19h05 – 20h05: TV Girl
21h30 – 22h30: Riize
Palco Perry’s
12h00 – 12h45: Blackat
13h00 – 13h45: Marcelin o Brabo
14h15 – 15h15: Crizin da Z.O.
15h30 – 16h30: Febre90s
16h45 – 17h45: N.I.N.A
18h00 – 19h00: Hamdi
19h15 – 20h15: 2hollis + Rommulas
20h30 – 21h30: Mu540
22h00 – 23h30: Brutalismus 3000
Domingo (22 de março)
Palco Budweiser
12h45 – 13h40: Papisa
14h45 – 15h45: Mundo Livre S/A
16h55 – 17h55: Djo
19h05 – 20h05: Turnstile
21h30 – 22h45: Tyler, The Creator
Palco Samsung Galaxy
12h00 – 12h45: Jonabug
13h40 – 14h40: Nina Maia
15h50 – 16h50: Royel Otis
18h00 – 19h00: Addison Rae
20h10 – 21h25: Lorde
Palco Flying Fish
12h45 – 13h40: Papangu
14h45 – 15h45: Balu Brigada
16h55 – 17h55: Oruã
19h05 – 20h05: FBC
21h30 – 22h30: Katseye
Palco Perry’s
12h00 – 12h45: Flávia Durante
13h00 – 13h45: Entropia
14h00 – 14h45: Analu
15h15 – 16h15: Alírio
16h30 – 17h30: Idlibra
17h45 – 18h45: Zopelar
19h00 – 20h00: RōZ
20h15 – 21h30: ¥0u$uk€ ¥uk1mat$u
21h45 – 23h15: Peggy Gou
Ainda há ingressos para comprar?
Até o momento desta publicação, os ingressos do Lolla Day para sexta-feira (21) estavam esgotados. Para curtir esta data, somente é possível com a aquisição do Lolla Pass (ingresso que dá acesso aos três dias do evento) ou o Lolla Lounge Day by Vivo (setor premium com open bar e food). Para o sábado (22) e o domingo (23) ainda há ingressos de Lolla Day disponíveis à venda.
Para mais detalhes dos ingressos, acesse aqui o site do evento.
Como ativar o ingresso digital do Lollapalooza 2026
Tool se apresenta no Lollapalooza 2025
Reprodução/Globo
Os ingressos desta edição terão formato digital. Eles ficam disponíveis na aba “Meus Pedidos” no site Ticketmaster.com.br, para consulta e ativação no aplicativo Quentro. Não haverá ingresso na forma impressa ou cartão magnético.
Você precisará baixar o aplicativo Quentro para acessar o ingresso que será utilizado para entrada no evento. Por razões de segurança, o QR code é atualizado constantemente e automaticamente, não sendo aceitos prints de tela ou impressões.
Para acessar seu ingresso digital, siga os passos abaixo:
Acesse sua conta em Ticketmaster.com.br.
Na aba “Meus Pedidos”, abra o pedido que você deseja baixar o ingresso para o aplicativo Quentro.
Indique o e-mail da conta Quentro que deseja enviar o ingresso.
Confirme o envio.
Se for a sua primeira vez no Quentro, você receberá no e-mail indicado um código que deverá ser informado para concluir a validação de sua identidade no aplicativo. Assim que finalizar este processo, basta abrir o Quentro, fazer o login com o mesmo e-mail indicado anteriormente e os seus ingressos já estarão disponíveis no aplicativo.
Em caso de transferência de ingresso para outra pessoa, o envio deverá ser feito pelo aplicativo Quentro.
Tem lugar para guardar meus pertences?
Sim. O evento disponibiliza lockers, armários inteligentes e seguros para guardar seus pertences. Além do armazenamento, os lockers contam com recarga para celular (USB e USB-C).
É necessário fazer a reserva do locker através da plataforma do festival. O valor varia de R$ 45 a R$ 75, a depender do tamanho do armário (P, M ou G).
É recomendado levar o quê?
Além do ingresso digital, leve seus documentos pessoais, cartão ou dinheiro e comprovante meia-entrada se for o caso.
O que pode levar?
Óculos escuros, capa de chuva, protetor solar e protetor labial, chapéu ou boné, canga, mochila ou bolsa;
Alimentos industrializados devidamente lacrados (exemplos: biscoitos, torradas, barras de cereal etc);
Frutas cortadas e acondicionadas em embalagem transparente e não rígida, do tipo “zip lock”;
Sanduíches acondicionados em embalagem transparente e não rígida, do tipo “zip lock”;
Qualquer quantidade que exceder ao limite de até cinco itens por pessoa poderão ser retidas na entrada do evento;
O que não pode levar?
Não será permitida a entrada de objetos que possam ser considerados perigosos, tais como:
garrafas de vidro ou de metal independentemente da capacidade;
garrafas com embalagem superior a 500ml;
embalagens rígidas e com tampa (exemplo: potes de plásticos do tipo “tupperware”);
copos térmicos, de vidro ou metal
latas;
capacetes;
armas de fogo ou armas brancas de qualquer tipo (facas, soco inglês, canivetes, etc.);
cadeiras/banquinhos;
guarda-chuvas;
objetos pontiagudos;
objetos perfurantes ou cortantes (tesoura, estiletes, pinças, cortadores de unha, saca- rolhas);
fogos de artificio, dispositivos explosivos, sinalizadores e aparatos incendiários de qualquer espécie;
objetos de vidro, plástico ou metal (perfumes, cosméticos, inclusive desodorantes de qualquer tipo, pasta ou escova de dente);
substâncias inflamáveis e/ou corrosivas;
sprays;
máquinas de incapacitação neuromuscular (tasers);
ponteiros de laser, luzes estroboscópicas ou outros dispositivos emissores de luz;q. bebidas (em qualquer tipo de recipiente);
skate, bicicleta ou qualquer tipo de veículo motorizado ou não;
isopor, cooler ou qualquer tipo de utensílio para armazenagem;
bastão de selfie (extensor para tirar autorretrato);
câmeras fotográficas ou filmadoras profissionais ou com lente destacável
objetos profissionais para captura de imagem e som, como, por exemplo: máquinas fotográficas profissionais (lente intercambiável), equipamentos de filmagem profissionais drones ou outros objetos voadores
itens que possam ser utilizados para marketing de emboscada;
substâncias venenosas e/ou tóxicas, incluindo drogas ilegais;
bandeiras ou cartazes contendo mensagens ou símbolos com divulgações comerciais, ou, ainda, com referências a causas discriminatórias, ofensivas, homofóbicas, racistas ou xenófobas ;
drones, também denominados VANT (veículo aéreo não tripulado), RPA (remotely-piloted aircraft), aeronave remotamente pilotada, e equipamentos similares.
alimentos que representem intuito de comercialização ou que possam representar riscos à segurança.

Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

Posts preconceituosos, término e pronunciamento: entenda a polêmica envolvendo Giovanna Reis, ex-namorada de Alanis Guillen


Giovanna Reis e Alanis Guillen
Reprodução/Redes sociais
A repercussão de publicações antigas de Giovanna Reis colocou o nome da ex-namorada de Alanis Guillen entre os temas mais comentados nas redes sociais nesta semana. Isso porque usuários resgataram posts com conteúdos preconceituosos postados por ela entre 2011 e 2012.
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Nas postagens, a mulher faz xingamentos considerados racistas, homofóbicos e gordofóbicos pelos usuários.
Após a viralização dos posts, Giovanna chegou a desativar sua conta no Instagram e Alanis confirmou o término com ela. (Leia mais abaixo).
Nesta quinta-feira (19), Giovanna reativou o perfil e publicou um posicionamento pedindo desculpas pelas postagens.
Em nota, a jovem diz que repudia qualquer forma de discurso de ódio e admite que errou. (Leia íntegra abaixo).
“Nos últimos dias, veio à tona uma conta antiga minha no X (antigo Twitter), de 16 anos atrás. Ao me deparar com os conteúdos publicados ali, senti um misto de choque e imensa decepção comigo mesma. Palavras das quais tenho profundo arrependimento”, afirmou.
“Independentemente de idade ou contexto, eu errei. E a todas as pessoas que foram feridas, direta ou indiretamente, eu peço desculpas de forma sincera”, prosseguiu.
Giovanna disse, também, que as falas não representam quem ela é atualmente.
“Hoje, após anos de terapia, compreendo que muitas falas carregadas de ódio surgiam de conflitos profundos e de um período de descoberta da minha sexualidade, em um contexto que não era acolhedor. Atualmente, me reconheço como uma mulher lésbica e levanto essa bandeira diariamente, mas não tinha essa clareza e ferramentas necessárias naquela época”.
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O término e posicionamento de Alanis
Após a repercussão das postagens, a assessoria de Alanis confirmou a diferentes veículos de imprensa que a atriz não está mais em um relacionamento com Giovanna.
A atriz também se pronunciou sobre o caso nas redes sociais nesta quarta-feira (18).
“Sou completamente contra qualquer forma de discurso de ódio, seja ele racismo, xenofobia, gordofobia, transfobia ou qualquer outra manifestação que viole os valores nos quais acredito”, afirmou. “Considero esse tipo de comportamento inaceitável e não compactuo, em hipótese alguma, com pensamentos ou atitudes dessa natureza”.
“Pauto a minha trajetória pela integridade e pelo respeito, e é assim que seguirei, sempre”, concluiu.
O sucesso de ‘Loquinha’
O fenômeno Loquinha: como casal de “Três Graças” conquistou fãs ao redor do mundo
Na novela “Três Graças”, Alanis interpreta Lorena que forma um casal com Juquinha, personagem de Gabriela Medvedovsky.
As duas ganharam repercussão internacional. Ao buscar os nomes das personagens no X, há contas de lugares como Irlanda, Canadá, Itália, Reino Unido e Ásia Ocidental falando sobre as duas.
Em dezembro de 2025, em conversa com o g1 sobre a repercussão da novela, Alanis falou sobre a importância da representatividade do casal.
“Tem um grande poder, entrar na casa de milhares de pessoas que não têm uma visão, não têm um convívio ou que negam essas existências e aqui podem conhecer e ver de uma maneira simples que essas histórias existem e são tão lindas e reais quanto as que elas conhecem”, disse.
O que diz Giovanna
“Eu sinto que preciso começar dizendo, com toda a sinceridade, que repudio completamente qualquer forma de discurso de ódio ou manifestação discriminatória e violenta.
Nos últimos dias, veio à tona uma conta antiga minha no X (antigo Twitter), de 16 anos atrás. Ao me deparar com os conteúdos publicados ali, senti um misto de choque e imensa decepção comigo mesma. Palavras das quais tenho profundo arrependimento.
Independentemente de idade ou contexto, eu errei. E a todas as pessoas que foram feridas, direta ou indiretamente, eu peço desculpas de forma sincera.
Aquelas falas definitivamente não representam quem eu sou hoje. Elas vieram de uma versão minha muito mais nova, ainda menor de idade, atravessada por questões psicológicas difíceis e por uma revolta interna que eu não sabia como lidar.
Hoje, após anos de terapia, compreendo que muitas falas carregadas de ódio surgiam de conflitos profundos e de um período de descoberta da minha sexualidade, em um contexto que não era acolhedor. Atualmente, me reconheço como uma mulher lésbica e levanto essa bandeira diariamente, mas não tinha essa clareza e ferramentas necessárias naquela época.
Eu não posso aceitar que tentem me reduzir a uma versão minha de mais de uma década, nem que isso defina quem eu sou hoje.
Acredito, de fato, na capacidade de mudança, transformação e crescimento do ser humano, inclusive na minha. Todos temos a possibilidade de evoluir e nos encontrar. Reitero, por fim, a luta e comprometimento diário contra toda e qualquer forma de discriminação”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2026: O que pode e o que não pode levar ao festival?


Público descansa durante maratona de shows do Lollapalooza 2025
Rafael Leal/g1
O Lollapalooza 2026 acontece nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.
Sabrina Carpenter, Tyler the Creator, Lorde, Chappell Roan, Deftones e Skrillex são as principais atrações do Lollapalooza 2026. Doechii, Lewis Capaldi, Turnstile e Edson Gomes também estão entre os nomes escalados.
VEJA: PROGRAMAÇÃO COMPLETA E HORÁRIOS DOS SHOWS
A seguir, o g1 explica a tudo o que você pode o que não pode levar para o Lollapalooza 2026:
Além do celular com o aplicativo Quentro, que conta com seu ingresso digital, leve seus documentos pessoais, cartão ou dinheiro e comprovante meia-entrada se for o caso.
Se quiser guardar seus pertences, o evento disponibiliza lockers, armários inteligentes e seguros para guardar seus pertences. Além do armazenamento, os lockers contam com recarga para celular (USB e USB-C).
É necessário fazer a reserva do locker através da plataforma do festival. O valor varia de R$ 45 a R$ 75, a depender do tamanho do armário (P, M ou G).
Entre os pertences liberados para levar estão: Óculos escuros, capa de chuva, protetor solar e protetor labial, chapéu ou boné, canga, mochila ou bolsa
O Lollapalooza conta com área gastronômica. Mas se optar por levar algum alimento, fique atento para as seguintes informações:
É liberada a entrada de alimentos industrializados devidamente lacrados (exemplos: biscoitos, torradas, barras de cereal etc);
Frutas cortadas e acondicionadas em embalagem transparente e não rígida, do tipo “zip lock”;
Sanduíches acondicionados em embalagem transparente e não rígida, do tipo “zip lock”;
Qualquer quantidade que exceder ao limite de até cinco itens por pessoa poderão ser retidas na entrada do evento.
E o que não pode levar?
Não será permitida a entrada de objetos que possam ser considerados perigosos, tais como:
garrafas de vidro ou de metal independentemente da capacidade;
garrafas com embalagem superior a 500ml;
embalagens rígidas e com tampa (exemplo: potes de plásticos do tipo “tupperware”);
copos térmicos, de vidro ou metal
latas;
capacetes;
armas de fogo ou armas brancas de qualquer tipo (facas, soco inglês, canivetes, etc.);
cadeiras/banquinhos;
guarda-chuvas;
objetos pontiagudos;
objetos perfurantes ou cortantes (tesoura, estiletes, pinças, cortadores de unha, saca- rolhas);
fogos de artificio, dispositivos explosivos, sinalizadores e aparatos incendiários de qualquer espécie;
objetos de vidro, plástico ou metal (perfumes, cosméticos, inclusive desodorantes de qualquer tipo, pasta ou escova de dente);
substâncias inflamáveis e/ou corrosivas;
sprays;
máquinas de incapacitação neuromuscular (tasers);
ponteiros de laser, luzes estroboscópicas ou outros dispositivos emissores de luz;q. bebidas (em qualquer tipo de recipiente);
skate, bicicleta ou qualquer tipo de veículo motorizado ou não;
isopor, cooler ou qualquer tipo de utensílio para armazenagem;
bastão de selfie (extensor para tirar autorretrato);
câmeras fotográficas ou filmadoras profissionais ou com lente destacável
objetos profissionais para captura de imagem e som, como, por exemplo: máquinas fotográficas profissionais (lente intercambiável), equipamentos de filmagem profissionais drones ou outros objetos voadores
itens que possam ser utilizados para marketing de emboscada;
substâncias venenosas e/ou tóxicas, incluindo drogas ilegais;
bandeiras ou cartazes contendo mensagens ou símbolos com divulgações comerciais, ou, ainda, com referências a causas discriminatórias, ofensivas, homofóbicas, racistas ou xenófobas ;
drones, também denominados VANT (veículo aéreo não tripulado), RPA (remotely-piloted aircraft), aeronave remotamente pilotada, e equipamentos similares.
alimentos que representem intuito de comercialização ou que possam representar riscos à segurança.
Veja mais perguntas e respostas com tudo o que você precisa saber para curtir o festival:
Como chegar ao Autódromo de Interlagos?
Quais artistas e bandas vão tocar?
Que horas começa o festival?
Ainda há ingressos para comprar?
Como ativar o ingresso digital do Lollapalooza 2026?
Como assistir aos shows de casa?
Mapa do Lollapalooza 2026
Divulgação
Como chegar ao Autódromo de Interlagos?
O Autódromo de Interlagos fica na região sul de São Paulo, no bairro de Interlagos.
Metrô e trem
O local fica a aproximadamente 850 metros da estação Autódromo (Linha 9 – Esmeralda).
Assim como em anos anteriores, todas as linhas de metrô e trem de São Paulo funcionarão 24 horas para desembarque.
“Expresso Lollapalooza”
O Trem Expresso da ViaMobilidade estará disponível nos três dias, com partidas a cada 30 minutos das estações Pinheiros e Morumbi, em direção à Estação Cidade Dutra, localizada a cerca de 4 minutos de caminhada do Portão G (entrada exclusiva para usuários do serviço). A volta ocorrerá das 23h às 1h, em intervalos de 30 minutos.
Serviços Express
Serviço de ônibus urbano comum, o Lolla Express oferece quatro pontos de embarque na cidade, com desembarque na Rua José Carlos Pace, em frente ao Portão A, um dos acessos principais do público ao festival.
Estacionamento
Não haverá estacionamento disponível, por isso as melhores opções são transporte público, aplicativos de transporte ou serviços de transfer oficiais do festival.
Quais artistas e bandas vão tocar?
Lollapalooza 2026 tem Sabrina Carpenter, Chappell Roan, Tyler the Creator e Lorde entre headliners
Reprodução
Sabrina Carpenter, Tyler the Creator, Lorde, Chappell Roan, Deftones e Skrillex são as principais atrações do Lollapalooza 2026.
Doechii, Lewis Capaldi, Turnstile e Edson Gomes também estão entre os nomes escalados. Veja abaixo a lista completa das atrações e a programação.
Que horas começa o festival?
A abertura dos portões acontece às 11h. E os primeiros shows do festival começam ao meio-dia. Veja a programação completa abaixo.
Sexta-feira (20 de março)
Palco Budweiser
12h45 – 13h40: Stefanie
14h45 – 15h45: Negra Li
16h55 – 17h55: Blood Orange
19h05 – 20h05: Doechii
21h30 – 23h00: Sabrina Carpenter
Palco Samsung Galaxy
12h00 – 12h45: Atração selecionada pela 89 FM
13h40 – 14h40: Terraplana
15h50 – 16h50: Viagra Boys
18h00 – 19h00: Interpol
20h10 – 21h25: Deftones
Palco Flying Fish
12h45 – 13h40: Worst
14h45 – 15h45: Scalene
16h55 – 17h55: Ruel
19h05 – 20h05: Men I Trust
21h30 – 22h30: Edson Gomes
Palco Perry’s
12h00 – 13h00: Camila Jun
13h00 – 14h00: Bruna Strait
14h15 – 15h15: Atkۆ
15h30 – 16h30: Aline Rocha
16h45 – 17h45: Horsegirl
18h00 – 19h00: DJ Diesel (Shaq)
19h15 – 20h15: Bunt.
20h30 – 21h45: Ben Böhmer
22h15 – 23h30: Kygo
Sábado (21 de março)
Palco Budweiser
12h45 – 13h40: Jadsa
14h45 – 15h45: Agnes Nunes
16h55 – 17h55: Marina
19h05 – 20h05: Lewis Capaldi
21h30 – 23h00: Chappell Roan
Palco Samsung Galaxy
12h00 – 12h45: Hurricanes
13h40 – 14h40: Varanda
15h50 – 16h50: Foto em Grupo
18h00 – 19h00: Cypress Hill
20h10 – 21h25: Skrillex
Palco Flying Fish
12h45 – 13h40: Artur Menezes
14h45 – 15h45: Cidade Dormitório
16h55 – 17h55: The Warning
19h05 – 20h05: TV Girl
21h30 – 22h30: Riize
Palco Perry’s
12h00 – 12h45: Blackat
13h00 – 13h45: Marcelin o Brabo
14h15 – 15h15: Crizin da Z.O.
15h30 – 16h30: Febre90s
16h45 – 17h45: N.I.N.A
18h00 – 19h00: Hamdi
19h15 – 20h15: 2hollis + Rommulas
20h30 – 21h30: Mu540
22h00 – 23h30: Brutalismus 3000
Domingo (22 de março)
Palco Budweiser
12h45 – 13h40: Papisa
14h45 – 15h45: Mundo Livre S/A
16h55 – 17h55: Djo
19h05 – 20h05: Turnstile
21h30 – 22h45: Tyler, The Creator
Palco Samsung Galaxy
12h00 – 12h45: Jonabug
13h40 – 14h40: Nina Maia
15h50 – 16h50: Royel Otis
18h00 – 19h00: Addison Rae
20h10 – 21h25: Lorde
Palco Flying Fish
12h45 – 13h40: Papangu
14h45 – 15h45: Balu Brigada
16h55 – 17h55: Oruã
19h05 – 20h05: FBC
21h30 – 22h30: Katseye
Palco Perry’s
12h00 – 12h45: Flávia Durante
13h00 – 13h45: Entropia
14h00 – 14h45: Analu
15h15 – 16h15: Alírio
16h30 – 17h30: Idlibra
17h45 – 18h45: Zopelar
19h00 – 20h00: RōZ
20h15 – 21h30: ¥0u$uk€ ¥uk1mat$u
21h45 – 23h15: Peggy Gou
Público descansa durante maratona de shows do Lollapalooza 2025
Rafael Leal/g1
Ainda há ingressos para comprar?
Até o momento desta publicação, os ingressos do Lolla Day para sexta-feira (21) estavam esgotados. Para curtir esta data, somente é possível com a aquisição do Lolla Pass (ingresso que dá acesso aos três dias do evento) ou o Lolla Lounge Day by Vivo (setor premium com open bar e food). Para o sábado (22) e o domingo (23) ainda há ingressos de Lolla Day disponíveis à venda.
Para mais detalhes dos ingressos, acesse aqui o site do evento.
Como ativar o ingresso digital do Lollapalooza 2026
Os ingressos desta edição terão formato digital. Eles ficam disponíveis na aba “Meus Pedidos” no site Ticketmaster.com.br, para consulta e ativação no aplicativo Quentro. Não haverá ingresso na forma impressa ou cartão magnético.
Você precisará baixar o aplicativo Quentro para acessar o ingresso que será utilizado para entrada no evento. Por razões de segurança, o QR code é atualizado constantemente e automaticamente, não sendo aceitos prints de tela ou impressões.
Para acessar seu ingresso digital, siga os passos abaixo:
Acesse sua conta em Ticketmaster.com.br.
Na aba “Meus Pedidos”, abra o pedido que você deseja baixar o ingresso para o aplicativo Quentro.
Indique o e-mail da conta Quentro que deseja enviar o ingresso.
Confirme o envio.
Se for a sua primeira vez no Quentro, você receberá no e-mail indicado um código que deverá ser informado para concluir a validação de sua identidade no aplicativo. Assim que finalizar este processo, basta abrir o Quentro, fazer o login com o mesmo e-mail indicado anteriormente e os seus ingressos já estarão disponíveis no aplicativo.
Em caso de transferência de ingresso para outra pessoa, o envio deverá ser feito pelo aplicativo Quentro.
Como assistir aos shows de casa?
Quem não vai ao evento, pode assistir aos shows no sofá de casa. Nos três dias de Lolla, o canal Multishow fará a transmissão dos shows dos palcos Budweiser e Samsung Galaxy a partir das 14h30 .
Já o Bis exibe ao vivo as apresentações dos palcos os palcos Perry’s e Flying Fish.
Também é possível assistir aos shows diretamente no Globoplay.
Tool se apresenta no Lollapalooza 2025
Reprodução/Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

Rapper do hit ‘Because I got high’ tem casa invadida por policiais, zoa em músicas, é processado e vence


Afroman depõe em julgamento por difamação, em 2026
WCPO via AP
O rapper Afroman, indicado ao Grammy pelo hit “Because I got high”, venceu nesta quarta-feira (18) um processo de difamação movido por sete policiais do estado americano de Ohio.
Os agentes o processaram após o artista de 51 anos — cujo nome verdadeiro é Joseph Foreman — usar imagens de câmeras de segurança de sua própria casa em clipes musicais para satirizar uma operação policial realizada no local em 2022.
O caso testou os limites da paródia e a liberdade que artistas têm para fazer comentários sociais sobre figuras públicas. Juntos, os policiais pediam quase US$ 4 milhões (cerca de R$ 21 milhões) em danos morais.
Durante o julgamento, os policiais do condado de Adams choraram e alegaram que sofreram assédio público devido aos vídeos, que ultrapassaram 3 milhões de visualizações no YouTube.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
“Toda a operação foi um erro. A culpa é toda deles. Se não tivessem invadido minha casa injustamente, não haveria processo. Eu nem saberia os nomes deles”, disse Foreman, durante depoimento. “Eles não estariam no meu sistema de vigilância e não haveria músicas, nada.”
As imagens mostram agentes armados com fuzis arrombando a porta de Afroman, revistando seus sapatos, bolsos de ternos e olhando com cobiça para um bolo em cima da mesa da cozinha — o que inspirou a canção “Lemon pound cake” (“Bolo de limão”, em tradução livre).
Em outros vídeos, Afroman abordou a vida pessoal dos agentes e os chamou de “policiais corruptos” devido ao desaparecimento de US$ 400 durante a operação.
“Policiais não deveriam roubar dinheiro de civis”, afirmou o rapper. “Tudo isso é um absurdo.”
No tribunal — vestindo um terno com a estampa da bandeira dos Estados Unidos — ele defendeu seu trabalho baseado na Primeira Emenda da Constituição americana (que garante a liberdade de expressão no país) e disse que lançou as “diss tracks” (músicas de ataque) para cobrir os prejuízos da invasão, incluindo um portão e a porta da frente quebrados.
Nenhuma acusação foi formalizada após a operação de 2022, que, segundo o mandado, fazia parte de uma investigação sobre drogas e sequestro. Em seu depoimento, o rapper afirmou que tinha o direito de contar aos amigos e fãs o que a polícia havia feito, relatando que a ação traumatizou seus filhos, então com 10 e 12 anos.
O que dizem as músicas
A letra de “Will You Help Me Repair My Door?” (“Você vai me ajudar a consertar minha porta?”, em tradução livre) questiona os policiais diretamente: “Encontraram o que estavam procurando?/Aceitam uma fatia de bolo de limão?/Podem levar o quanto quiserem/Deve ser um grande engano”.
O vídeo desacelera e mostra um agente segurando uma arma ao lado do suporte de bolo na cozinha de Afroman.
Em seguida, ele canta: “O mandado dizia: ‘Narcóticos e sequestro’/Tá brincando? Eu ganho meu dinheiro rimando” e “Vocês, policiais corruptos, precisam parar / Não há vítimas de sequestro nos bolsos do meu terno”, enquanto as imagens mostram os agentes revistando seu closet.
Em seus depoimentos, os policiais disseram que as músicas os ridicularizaram. A agente Lisa Phillips afirmou que o rapper criou um vídeo “depreciativo” que questionava seu gênero e sexualidade. O sargento Randy Walters relatou que seu filho sofreu bullying na escola devido às postagens de Afroman e chegou em casa chorando.
“Em que lugar do mundo é aceitável inventar algo por diversão que prejudica os outros, quando se sabe com certeza que é uma mentira absoluta?”, questionou Walters.
O advogado de Afroman rebateu dizendo que não é incomum que artistas envolvidos com críticas sociais usem de exagero. Já Robert Klingler, que representou os policiais, afirmou que Afroman mentiu sobre “esses sete bravos agentes” nos últimos três anos.
“Mesmo que alguém faça algo que te machuque ou que você considere errado — como a execução de um mandado de busca que você ache injusto — isso não justifica contar mentiras intencionais projetadas para ferir pessoas”, argumentou Klingler.
Afroman mora em Winchester, a cerca de 80 quilômetros de Cincinnati.

Fonte: G1 Entretenimento

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Mercado fonográfico brasileiro cresce 14,1% em 2025 em meio à luta contra abusos, fraudes e manipulações da IA


O toca-discos resiste, mas o streaming responde por 87% do faturamento do mercado fonográfico brasileiro
Wagner Magalhães / g1
♫ OPINIÃO
♬ Divulgado esta semana com os dados relativos ao ano de 2025, o relatório anual da Pró-Música Brasil Produtores Fonográficos Associados – instituição que agrega as principais gravadoras e produtoras de música do Brasil – reitera o crescimento contínuo do mercado fonográfico brasileiro.
Em 2025, a indústria fonográfica do Brasil registrou faturamento total de R$ 3,958 bilhões, cifra que significa crescimento de 14,1% em relação ao ano anterior e que fez o país saltar do nono para o oitavo lugar no ranking fonográfico global. Como esperado, o império do streaming é o responsável por esse crescimento contínuo, concentrando 87% do faturamento do mercado brasileiro.
A difusão dos números indica que o mercado musical digital vai muito bem, obrigado, mas põe em pauta uma questão: quem ganha efetivamente com esse crescimento da indústria fonográfica? Será que a distribuição dos lucros faz justiça ao artista? Será que os artistas estão tão felizes com esse crescimento quanto as gravadoras e as plataformas de streaming? Somente eles, os artistas, podem responder a essas questões…
Todavia, existe uma questão ainda mais urgente e relevante: a interferência da inteligência artificial na criação e/ou manipulação de conteúdo musical sem o devido pagamento dos direitos autorais. Nessa luta, já enfrentada nos últimos anos pela Pró-Música Brasil, é preciso que artistas e gravadoras estejam afinados para combater abusos, fraudes e manipulações feitas por IA.
Com a palavra, Paulo Rosa, presidente da Pró-Música Brasil: “A Inteligência Artificial, principalmente a chamada IA generativa, que é capaz de criar conteúdos de qualquer natureza, requer proteção adequada aos direitos de criadores e produtores de bens culturais. Já a possibilidade de fraude por ação de agentes externos às plataformas de streaming distorce e prejudica os pagamentos de direitos a autores, artistas e produtores reais e legítimos em favor de uma espécie de black market do streaming”, alerta Rosa.
O relatório ressalta que, em 2025, foi implementado no Brasil, por meio de decisão judicial, o bloqueio da maior plataforma internacional dedicada à venda de manipulação artificial de likes, seguidores, curtidas e streaming musical, o que a Pró-Música Brasil considera “avanço relevante” no enfrentamento de práticas danosas ao mercado fonográfico digital.

Fonte: G1 Entretenimento