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Claudia Savaget, cantora de voz grave e álbuns refinados, morre aos 78 anos


Claudia Savaget (1948 – 2026) – vista em ilustração da capa do álbum ‘Caminhando’ (2004) – deixa cinco álbuns ao morrer aos 78 anos
Ilustração de Mello Menezes / 2004
♫ OBITUÁRIO
♬ A voz grave de Claudia Savaget evocava o registro noturno da antecessora Nora Ney (1922 – 2003) e por vezes lembrava até o timbre de outra grande cantora, Nana Caymmi (1931 – 2025), como na gravação da tristonha modinha “Até pensei” (Chico Buarque, 1968) registrada no derradeiro álbum de Savaget, “Caminhando”, lançado em 2004 com capa que expunha a artista em ilustração de Mello Menezes.
Contudo, evocações à parte, Claudia Savaget Fiani (1º de julho de 1948 – 13 de julho de 2026) imprimiu a própria assinatura vocal e o próprio timbre no universo da MPB.
Nascida em Petropólis (RJ), cidade onde iniciou carreira cantando na boate Clube 85, a cantora fluminense Claudia Savaget morreu às 17h de ontem, segunda-feira, 13 de julho, de doença não revelada pelo marido da artista, o violonista Luiz Otávio Braga, no comunicado publicado nas redes sociais.
Claudia Savaget sai de cena aos 78 anos e deixa cinco refinados álbuns – lançados ao longo de 30 anos em período que foi de 1974 a 2004 – em discografia pautada pela elegância do canto grave e pela classe na escolha do repertório.
O bom gosto do repertório da cantora ficou evidente logo no primeiro álbum, “Impacto”, lançado de forma independente em 1974 com arte gráfica que sugeria na capa o título “ImPacto” e uma tracklist que incluía músicas de Chico Buarque, Edu Lobo e Torquato Neto (1944 – 1972).
O segundo, “Samambaias”, foi editado em 1978 com mais músicas de Chico Buarque (compositor recorrente na discografia da intérprete), uma canção de Dorival Caymmi (1914 – 2008) e faixa-título assinada por Maurício Tapajós (1943 – 1995) e Hermínio Bello de Carvalho. Detalhe: a gravação da canção “Maninha” (Chico Buarque, 1977) foi feita por Claudia em homenagem à irmã, presa durante a ditadura.
Na sequência do álbum “Samambaias”, a cantora lançou no ano seguinte “Mordida ou beijo” (1979), álbum com título extraído da letra de “Sofrer” (1978), parceria então recente de Paulinho da Viola com José Carlos Capinan.
No quarto álbum, batizado com o nome da artista e lançado em 1985, Claudia Savaget deu voz a mais uma canção de Chico Buarque (“Eu te amo”, parceria com Antonio Carlos Jobim, de 1980) e registrou música de Cartola (1908 – 1980), “O que é feito de você” (1977).
Consta que Cartola adorava a voz de Claudia e fazia elogios públicos à cantora na década de 1970. Só que o tempo passou e, a partir dos anos 1980, o mercado da música passou a não gostar muito de cantoras de MPB com voz e personalidade próprias. Desencantada com a indústria, Claudia Savaget praticamente se retirou de cena até ensaiar uma volta com o já supracitado álbum “Caminhando”, editado em 2004 já na era do CD.
Esses cinco coerentes álbuns são o legado (para poucos e bons) do canto noturno de Claudia Savaget.

Fonte: G1 Entretenimento

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Vizinhas? Virginia compra apartamento no ‘prédio do Neymar’ meses após atrito com Bruna Biancardi; relembre


Virgínia e Bruna Biancardi
Reprodução / Instagram
A influenciadora Virginia Fonseca comprou um apartamento no edifício conhecido como “prédio do Neymar”, em Itapema, no litoral de Santa Catarina.
O edifício é popularmente conhecido assim porque a empresa do jogador é proprietária do terreno e sócia da construtora responsável pela obra. A empresa responsável pelo edifício confirmou a compra de Virginia, que terá seu imóvel localizado no andar de cima ao do jogador.
Previsto para ficar pronto em dezembro de 2028, o Edify One, de 140 metros de altura e 41 apartamentos, fica na frente da Meia Praia, a mais famosa da cidade.
Ainda não há confirmação de Virginia vai realmente morar no apartamento ou se fez a compra para investimento. Mas caso escolha a moradia, a influencer pode ser vizinha de Bruna Biancardi, mulher de Neymar, com quem teve um atrito meses atrás.
Bruna teria ficado brava com Virginia, por fazer ligações de madrugada para Neymar. A mulher do jogador, então, enviou uma mensagem para a influencer questionando “o que uma mulher casada está ligando para um homem casado às 2h?”. Na época, Virginia ainda era casada com Zé Felipe, de quem se separou em maio de 2025.
Neymar Jr, Bruna Biancardi e as filhas do casal marcaram presença em evento de inauguração do Hard Rock Cafe em Praia Grande, SP
Diego Sanches/NR Sports
Virginia teria pedido desculpas para Bruna e, durante uma entrevista, chegou a dizer que sua atitude havia sido “sem noção”. Virgnia explicou que a ligação era para falar sobre o leilão beneficente de Neymar, no qual acabou não comparecendo em junho de 2025.
“Eu sempre tive esse costume de falar ou mandar mensagem de madrugada, mas reconheço que é um erro, porque tem gente que realmente não gosta. Dessa vez aprendi e pedi desculpa mesmo”, explicou Virginia em entrevista.
Após a fala de Virginia, Bruna rebateu em um comentário nas redes sociais, dando sua versão da história.
“Só para encerrar esse assunto, pois, pelo visto, ela está gostando do tema, né? Os meus problemas eu não resolvo na internet, muito menos em entrevistas – ainda mais para esse tipo de ‘jornalismo’. Não foi uma situação isolada. Ela já demonstrou não ter postura e educação comigo, dentro da minha casa, inclusive – bem diferente da pessoa que ela mostra ser na internet. Ela sabe que não foi assim.”
Virginia e Neymar terão apartamentos vizinhos em prédio em Itapema
Montagem/Reprodução/Redes sociais/Edify One/Divulgação/REUTERS/Jeenah Moon
Conheça o ‘prédio do Neymar’, que está sendo construído em Itapema, SC

Fonte: G1 Entretenimento

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Adriana Calcanhotto debate a poesia na criação da canção em encontro no Rio


Adriana Calcanhotto é a convidada da edição deste mês de julho do Clube de Leitura CCBB
Reprodução / Facebook Adriana Calcanhotto
♫ NOTÍCIA
♬ “… Porque meu coração dispara / Quando tem o seu cheiro / Dentro de um livro / Na cinza das horas”. Nem todos os seguidores de Adriana Calcanhotto identificam nesses versos da canção “Vambora” – um dos maiores sucessos da artista – a alusão ao título do primeiro livro de poesias de Manuel Bandeira (1886 – 1968), “A cinza das horas”, publicado em 1917.
Já “Motivos reais banais”, música apresentada no show “Olhos de onda” (2014), foi composta por Calcanhotto a partir de fragmentos de um poema de Waly Salomão (1943 – 2003), de quem a artista também é parceira em músicas como “A fábrica do poema” (1994) e “Programa” (2002), esta feita também com a adesão de outro poeta, Antonio Cicero (1945 – 2024), com quem Calcanhotto compôs “Inverno” (1994).
Enfim, Adriana Calcanhoto construiu cancioneiro repleto de referências à poesia e à literatura, umas mais explícitas, outras mais sutis – caso da alusão aos “olhos de ressaca” de Capitu, personagem do livro “Dom Casmurro” (Machado de Assis, 1899), no título da canção “Olhos de onda” (2014).
Por isso mesmo, Adriana Calcanhotto está plenamente qualificada para participar da edição de julho do Clube de leitura CCBB 2026 no encontro intitulado “A poesia e a cena” e programado para as 17h30 de amanhã, 15 de julho, no CCBB do Rio de Janeiro. Em conversa mediada pelos poetas Suzana Vargas (curadora do evento) e Ramon Nunes Mello, Calcanhotto vai debater a influência da bagagem literária na criação musical.
“Vai ser uma conversa sobre os livros que me formaram, os que li mais de uma vez, os que me acompanham como leitora e como autora e como isso aparece no ‘Saga lusa’, quando vi o quanto a literatura salva”, conta Adriana, referindo-se ao livro de 2008 que marcou a estreia da artista na literatura e no qual narra os imprevistos de turnê portuguesa atravessada por surto psicótico da cantora.
Cabe lembrar que, além de referenciar a poesia nas canções e ter se tornado escritora, Adriana Calcanhotto também tem contribuído nos últimos anos para propagar a poesia no ofício de curadora e organizadora de textos poéticos, como os reunidos pela artista na “Antologia incompleta da poesia contemporânea brasileira” (2016), livro publicado há dez anos.
Adriana Calcanhotto é parceira de poetas como Antonio Cicero (1945 – 2024) e Waly Salomão (1943 – 2003)
Reprodução / Facebook Adriana Calcanhotto

Fonte: G1 Entretenimento

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Lado B: Por que Sorriso Maroto, Belo e outros pagodeiros estão regravando músicas ‘esquecidas’


Sorriso Maroto, Belo e outros pagodeiros estão regravando músicas ‘esquecidas’
Nos últimos anos, o conceito de “lado B” invadiu o pagode. Com a aprovação dos fãs, Sorriso Maroto, Belo e outros nomes do gênero decidiram entrar em estúdio para produzir projetos nesse modelo de regravação de músicas próprias pouco conhecidas.
O termo lado B tem como inspiração o vinil, mídia física dividida em dois lados, sendo o lado A com os principais singles, enquanto o outro lado abrigava canções que seriam apostas.
Mas agora essas canções que acabaram não caindo nas graças do povo vêm ganhando uma espécie de destaque tardio.
No início do ano, o Sorriso Maroto lançou o projeto “Sorriso Eu Gosto No Pagode – Lado B”, regravando músicas pouco conhecidas do próprio repertório. Belo entrou em estúdio e anunciou que lançará um álbum só com lado B da sua carreira. Thiaguinho e Turma do Pagode já falaram sobre pedidos dos fãs para lançarem trabalhos com esse tema.
É uma onda que veio para ficar.
Saturação dos grandes sucessos
Regravar grandes sucessos é uma dinâmica antiga no mundo do pagode. Muitos artistas em início de carreira usaram desse artifício nas suas primeiras rodas de samba e até em trabalhos de estúdio.
Bruno Cardoso, do Sorriso Maroto, e Xande de Pilares, ex-Revelação, são exemplos do quanto esse modelo foi importante no começo de carreira.
Desde o fenômeno Menos é Mais, que explodiu durante a pandemia de COVID-19 com um projeto audiovisual em que trabalhou com sucessos antigos do gênero, as regravações aumentaram exponencialmente.
Esse boom de “sucessos recentes” gerou um problema no público, que cansou de ouvir as mesmas músicas regravadas.
“As regravações trazem uma nostalgia interessante para o público, mas foi praticamente tudo regravado. Aí, muita gente pensou no ‘lado B’ que gosta de tocar, mas que o público nem ligava”, explica Marcelinho TDP, cavaquinista do grupo Turma do Pagode.
O músico usou como exemplo a canção “Alucinado”, do Doce Encontro. Lançada em 2004, ela compunha o “lado B” do repertório até que em 2019 foi regravada pelo próprio Doce Encontro e virou um dos maiores sucessos do grupo.
Numa época na qual o pagode está em alta, ninguém aguenta ir a 10 rodas de pagode e todas elas tocarem o mesmo hit, ou você assistir a um audiovisual de um grupo X cujo repertório é igual ao do grupo Y. Quem explica essa questão é o cantor e compositor Matheus Pessanha.
“Eu frequento muitas rodas de samba pelo país e os repertórios são bem parecidos. No Rio de Janeiro, meus amigos falam que ‘só tem rolê de samba’, é tendência. Isso faz com que o pessoal que gosta busque por algo diferente, para ouvir novidades, nem que seja uma novidade antiga”, brinca.
Foi seguindo essa lógica que alguns artistas decidiram ir para um outro caminho e apostaram em músicas que não estão na lista das mais queridas. Foi o caso de Yan, com “Fica com Deus”, um lado B do Sorriso Maroto.
“Ele fez uma leitura muito dinâmica. Não sei se ele percebeu o que estava acontecendo com ‘As Antigas’ e que o Sorriso não estava cantando algumas músicas, mas ele foi muito cirúrgico em escolher ‘Fica com Deus’ numa fase em que estava muito quente essa coisa do repertório do Sorriso. E aí o nosso público, obviamente, foi cobrar e a gente: ‘Caramba, como assim?’. Nem eu lembrava que tinha gravado! Olha só que loucura”, explica Bruno.
Faltam trabalhos inéditos?
Se depois da saturação de regravações de grandes sucessos, a contrapartida dos grandes grupos é a regravação de músicas que não são sucessos, fica a pergunta: onde estão os novos trabalhos?
Eles existem. E também estão fazendo sucesso.
Em 2025, Ferrugem emplacou “Apaguei Pra Todos” entre as músicas mais ouvidas do país. Neste ano, ele também colocou “Arrependidaço” entre as mais tocadas nas rádios e no top 50 do Spotify, principal plataforma de streaming do país.
Entre os novos artistas, Vitinho se destacou com “Iceberg”, que acumula quase 10 milhões de visualizações no YouTube em um mês. Já o grupo “Turma do Pagode” se juntou ao “Menos É Mais” e lançou “Investigador” no dia 7 de junho.
Os compositores e intérpretes ouvidos pelo g1 reforçam que o gênero vive um bom momento e que as regravações de lado B são importantes, mas elas só existem porque um dia esses trabalhos foram inéditos.
“As regravações, seja de lado B ou não, viraram um fenômeno. Mas, no final, o que constrói carreira são as músicas inéditas. Elas ajudam muito a criar uma identidade, uma personalidade. Isso é o que traz a diferença para um artista”, diz Marcelinho TDP.
O grupo Sorriso Maroto e o cantor Belo
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

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Liam Gallagher xinga brasileiro que reclamou de ‘Wonderwall’ como tema da Inglaterra na Copa


Liam Gallagher durante apresentação do Oasis, em São Paulo
Joshua Halling/Divulgaçãoa
O cantor Liam Gallagher, da banda Oasis, xingou um internauta brasileiro de “otário” no X (antigo Twitter) nesta segunda-feira (13).
Tudo começou quando o brasileiro criticou a escolha de “Wonderwall”, um dos maiores sucessos da banda inglesa, como espécie de música-tema da Inglaterra na Copa do Mundo.
Após as vitórias da seleção inglesa, jogadores e torcedores cantam o sucesso do Oasis.
Agora no g1
“Imagina ser o país dos Beatles, Queen e Rolling Stones, mas escolher uma música do Oasis como tema da trajetória da seleção inglesa na Copa do Mundo”, escreveu.
Na resposta, Liam xingou o usuário brasileiro de spunk bubble, gíria em inglês para inútil.
“Imagina só que isso não tem porra nenhuma a ver com você, seu inútil”.
Liam Gallagher é um usuário frequente do X, e não é incomum ver o artista envolvido em uma discussão na rede social.
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“Não tenho certeza se ‘Radio Ga Ga’ [do Queen] teria o mesmo impacto de Wonderwall”, brincou um outro internauta.
“Imagina ser o Liam Gallagher, fazer egosearch e ficar respondendo brasileiro no pelo. Tá com tempo né”, escreveu outro.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Ed Motta vai do electro funk à bossa no primeiro álbum em português em 13 anos


Ed Motta lança em 25 de setembro um álbum produzido pelo artista com Michel Limma para evocar a estética dos primeiros discos do cantor
Jorge Bispo / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Ed Motta lança em 25 de setembro o primeiro álbum composto e gravado em português desde “AOR”, disco lançado em 2013, há 13 anos.
No 15º álbum de estúdio, o cantor, compositor e instrumentista carioca vai do electro funk – gênero do single de clima oitentista “Eu quero ser feliz”, programado para a próxima sexta-feira, 17 de julho – à bossa nova, com a qual Ed flerta na faixa “Casa de frente pro mar”.
Com músicas inéditas e autorais como “Grande plano” e “Não tem contradição”, ambas compostas com a complexidade harmônica dos repertórios dos últimos discos do artista, o álbum tem produção musical orquestrada por Michel Limma com o próprio Ed Motta.
Em repertório que inclui baladas e ecoa em várias faixas o electro funk de bandas referenciais para o artista, como Cameo e Surface, o álbum representa a retomada da estética sonora dos primeiros discos de Ed Motta. “Senti imensa nostalgia dos meus primeiros discos, uma fase com inocência e pureza preservadas por sempre ter escutado os discos que me influenciaram”, explica o cantor.
O álbum será lançado pelo selo fonográfico de Ed, Dwitza, em parceria com o selo alemão MPS. Cabe lembrar que os três álbuns anteriores de Ed Motta – “Perpetual gateways” (2016), “Criterion of the senses” (2018) e “Behind the tea chronicles” (2023), lançados ao longo dos últimos dez anos – foram compostos e gravados em inglês.
Ed Motta flerta com a bossa nova na música ‘Casa de frente pro mar’, uma das faixas do álbum autoral que lançará em 25 de setembro
Jorge Bispo / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Sam Neill: Laura Dern, Steven Spielberg, Nicole Kidman e colegas lamentam morte do ator


Ator Sam Neill, de ‘Jurassic Park’, morre aos 78 anos
O ator neozelandês Sam Neill, conhecido pelo filme “Jurassic Park”, morreu nesta segunda-feira (13), em Sydney, na Austrália. A informação foi confirmada por sua família nas redes sociais.
Colegas e diretores lamentaram a morte do ator, que morreu aos 78 anos. Veja abaixo:
Steven Spielberg
Em um comunicado enviado à imprensa americana, Spielberg disse que tem “uma dívida de gratidão” às pessoas que escalaram Neill “para papéis nos quais ele brilhou tanto — o que chamou minha atenção e levou à sua escalação como o Dr. Alan Grant em ‘Jurassic Park'”.
“Sam foi excepcionalmente colaborativo. Foi um desafio para ele interpretar um personagem que via as crianças como bagunceiras e malcheirosas, pois isso era o oposto do pai amoroso que ele era para seus próprios filhos. Adorei fazer todos os filmes de ‘Jurassic’ com ele. Junto com Laura Dern e Jeff Goldblum, sempre teremos nossa família ‘Jurassic’ e Sam jamais será esquecido por nós ou por seus muitos milhões de fãs ao redor do mundo”, finalizou o diretor.
Laura Dern e Sam Neill em ‘Jurassic Park’
Reprodução
Laura Dern
“Sam foi meu amado amigo de toda a vida… Ele me mostrou a profundidade da lealdade, da proteção e do amor, sempre com um humor extremamente seco. Ele era um verdadeiro e nobre cavalheiro, a personificação do protagonista dos meus sonhos. Vou amar você para sempre, Dr. Alan Grant.”, escreveu Laura Dern em um comunicado enviado à “Variety”.
Nicole Kidman
Em entrevista ao Sydney Morning Herald, Nicole Kidman expressou profunda tristeza pela perda de Sam Neill, seu colega de elenco em “Terror a Bordo” (1989). A atriz o definiu como “um dos grandes” do cinema e acrescentou: “Nós nos conhecemos quando eu tinha apenas 18 anos; ele me acolheu sob sua proteção e permanecemos amigos para a vida toda. Ele era encantador, gentil, divertido e inteligente. Fará muita falta, e meus sentimentos estão com a família dele.”
Colin Trevorrow
O diretor de “Jurassic World: Domínio” escreveu no Instagram que Sam Neill “era um homem de alma profunda e bela”.
“Ele foi um amigo e colaborador em um momento desafiador, e sua força nos deu força a todos. Vou lembrá-lo por sua tranquilidade, seu amor pelo vinho e pela segurança serena que ele trazia aos seus personagens. Não é sempre que se tem a chance de fazer amizade com uma lenda. Eternamente grato.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Josh Grisetti, ator de ‘Marvelous Mrs. Maisel’, morre aos 44 anos


Josh Grisetti, ator de ‘Marvelous Mrs. Maisel’, morre aos 44 anos
Reprodução
O ator Josh Grisetti, da série “Marvelous Mrs. Maisel”, morreu nesta sexta (10) aos 44 anos. A informação foi divulgada pelo ator Rob McClure, que trabalhou com Grisetti em uma peça na Broadway.
“É com o coração despedaçado que compartilho que o brilhante Josh Grisetti tirou a própria vida na sexta-feira”, escreveu.
“Não estou nem pronto para entender. Meu coração está com sua esposa e família enquanto tentam lidar com tudo isso. Algumas de minhas memórias preferidas foram ao lado desse homem”.
Grisetti ficou conhecido por interpretar Ralph Emerson na quinta temporada de “The Marvelous Mrs. Maisel”. Além disso, passou por sitcoms e peças da Broadway, como o musical “It Shoulda Been You”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Dia Mundial do Rock é dia de Serguei, artista que viveu a vida com o espírito alucinado e irreverente do rock’n’roll


Serguei (1933 – 2019) está imortalizado como a encarnação da rebeldia e irreverência do rock’n’roll
Reprodução / Capa do livro ‘As alucinações de Serguei’
♫ MEMÓRIA
♬ Se 13 de julho é o Dia Mundial do Rock, como sentencia o calendário do universo pop, hoje é dia de lembrar de Sérgio Augusto Bustamante (8 de novembro de 1933 – 7 de junho de 2019), o roqueiro carioca falecido aos 85 anos em Volta Redonda (RJ), há seis anos, e imortalizado com o nome artístico de Serguei.
Artista de aura lendária que entrou em cena há 60 anos, Serguei encarnou o espírito irreverente e alucinado desse tal de rock’n’roll. Deixou discografia esparsa, composta por dois álbuns e alguns singles avulsos lançados entre 1966 e 2009, com destaque para o álbum de 1991.
Contudo, se a obra do cantor foi pequena, é grande o folclore em torno da existência de Serguei, o roqueiro que andava por aí com uma camiseta onde se lia “Eu comi a Janis Joplin”.
Verdade? Serguei jurava que, sim, havia se relacionado sexualmente com a cantora norte-americana Janis Joplin (1943 – 1970), com quem ele de fato parece ter tido algum contato – pelo menos social… – em São Francisco (EUA) em 1967, três anos antes de reencontrar Janis no Brasil, precisamente na noite de Copacabana, em fevereiro de 1970 quando dava expediente como cantor em boate do bairro carioca.
Serguei viveu o trinômio sexo, drogas (em especial o LSD) e rock’n’roll, sem falar no álcool consumido em doses cavalares. Mais entertainer do que cantor, como ele mesmo admitia com sinceridade, Serguei sorveu a vida louca vida com o ardor de um garoto. Dizia não ter idade e tampouco sexo.
Antes de se dedicar ao rock, Serguei foi comissário de bordo, bancário, office-boy e ajudante de cozinha. Tentou em vão até uma carreira política na cidade fluminense de Saquarema (RJ), onde viveu durante décadas, mas nunca se elegeu vereador. Em essência, o que Serguei se tornou foi mesmo uma lenda do rock, insistindo na juventude e vivendo fora da convenções sociais com a liberdade possível em um mundo cerceador.
Por isso, Serguei vive na memória como o símbolo da rebeldia atribuída ao rock. Serguei foi mais roqueiro do que muito roqueiro controlado pelo sistema. Então todo 13 de julho é dia de Serguei!

Fonte: G1 Entretenimento

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Wai Ching Ho, atriz de ‘Demolidor’, morre aos 82 anos


Wai Ching Ho, atriz de ‘Demolidor’ e ‘Punho de Ferro’, morre aos 82 anos
Divulgação
Wai Ching Ho, conhecida por seus trabalhos no universo cinematográfico da Marvel, morreu aos 82 anos.
A morte da atriz foi confirmada pela família ao Hollywood Reporter. Eles não informaram a causa.
“Sua família é profundamente grata pela incrível demonstração de amor e apoio, bem como pelas muitas mensagens e lembranças lindas que as pessoas compartilharam sobre a nossa querida Wai. Saber o quanto ela significava para tantas pessoas nos traz conforto neste momento difícil”, informou a família em comunicado.
Nascida em Hong Kong, Wai Ching Ho estudou atuação na Academia Americana de Artes Dramáticas em Nova York.
Ao longo da carreira, Wai Ching Ho participou em dezenas de filmes e destacou como a poderosa chefe do crime Madame Gao em Demolidor (2015). Ela ainda retornou com a personagem em Punho de Ferro (2017) e Os Defensores (2017).
Em seu currículo, a atriz ainda deu voz a avó Wu da animação “Red: Crescer é uma Fera”.

Fonte: G1 Entretenimento